segunda-feira, 4 de junho de 2012

Devocional segunda: A ética de Jesus



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From: Revival and Reformation <reavivamentoereforma@ministerialassociation.org>
Date: 2012/6/4
Subject: A ética de Jesus



A ética de Jesus

Não tenha cada um em vista o que é propriamente seu, senão também cada qual o que é dos outros. Tende em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus. Filipenses 2:4-5.


A ética apontada pelo evangelho não reconhece outro padrão senão a perfeição da mente e da vontade de Deus. Deus requer de Suas criaturas conformidade com Sua vontade. A imperfeição de caráter é pecado, e pecado é transgressão da lei. Todos os atributos virtuosos do caráter se concentram em Deus, formando um todo harmonioso e perfeito. Toda pessoa que aceita a Cristo como seu Salvador pessoal tem o privilégio de possuir esses atributos. Essa é a ciência da santidade.
Quão gloriosas são as possibilidades que se deparam à raça caída! Por intermédio de Seu Filho, Deus revelou a excelência que o homem é capaz de atingir. Através dos méritos de Cristo, o homem é erguido de sua condição depravada, purificado, e tornado mais precioso que as barras de ouro de Ofir. Ele tem possibilidade de se tornar companheiro dos anjos na glória, e de refletir a imagem de Jesus Cristo, resplandecendo mesmo no magnificente esplendor do trono eterno. Ele tem o privilégio de aceitar pela fé o fato de que através do poder de Cristo ele se tornará imortal. Entretanto, quão raras vezes ele compreende as alturas a que poderia chegar se permitisse que Deus dirigisse cada passo seu!
Deus permite que cada ser humano exerça sua individualidade. Ele não deseja que ninguém submerja sua mente na de outro mortal. Os que desejam ser transformados na mente e no caráter não devem contemplar os homens, mas o Exemplo divino. [...]
Como nosso Exemplo, temos Alguém que é tudo em todos, o primeiro entre milhares de milhares, e cuja excelência é incomparável. Ele bondosamente adaptou Sua vida para servir de imitação universal. Unidos em Cristo estavam riqueza e pobreza; majestade e degradação; poder ilimitado e humildade, a qual se refletirá em toda pessoa que O recebe. NEle, através das qualidades e faculdades da mente humana, foi revelada a sabedoria do maior Mestre que o mundo já conheceu. — Refletindo a Cristo, 27.


Este texto é do livro Ser como Jesus escrito por Ellen White.



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domingo, 3 de junho de 2012

Gênesis 48 - domingo, 03.06.2012



1 Passadas estas coisas, disseram a José: Teu pai está enfermo. Então, José tomou consigo a seus dois filhos, Manassés e Efraim.
2 E avisaram a Jacó: Eis que José, teu filho, vem ter contigo. Esforçou-se Israel e se assentou no leito.
3 Disse Jacó a José: O Deus Todo-Poderoso me apareceu em Luz, na terra de Canaã, e me abençoou,
4 e me disse: Eis que te farei fecundo, e te multiplicarei, e te tornarei multidão de povos, e à tua descendência darei esta terra em possessão perpétua.
5 Agora, pois, os teus dois filhos, que te nasceram na terra do Egito, antes que eu viesse a ti no Egito, são meus; Efraim e Manassés serão meus, como Rúben e Simeão.
6 Mas a tua descendência, que gerarás depois deles, será tua; segundo o nome de um de seus irmãos serão chamados na sua herança.
7 Vindo, pois, eu de Padã, me morreu, com pesar meu, Raquel na terra de Canaã, no caminho, havendo ainda pequena distância para chegar a Efrata; sepultei-a ali no caminho de Efrata, que é Belém.
8 Tendo Israel visto os filhos de José, disse: Quem são estes?
9 Respondeu José a seu pai: São meus filhos, que Deus me deu aqui. Faze-os chegar a mim, disse ele, para que eu os abençoe.
10 Os olhos de Israel já se tinham escurecido por causa da velhice, de modo que não podia ver bem. José, pois, fê-los chegar a ele; e ele os beijou e os abraçou.
11 Então, disse Israel a José: Eu não cuidara ver o teu rosto; e eis que Deus me fez ver os teus filhos também.
12 E José, tirando-os dentre os joelhos de seu pai, inclinou-se à terra diante da sua face.
13 Depois, tomou José a ambos, a Efraim na sua mão direita, à esquerda de Israel, e a Manassés na sua esquerda, à direita de Israel, e fê-los chegar a ele.
14 Mas Israel estendeu a mão direita e a pôs sobre a cabeça de Efraim, que era o mais novo, e a sua esquerda sobre a cabeça de Manassés, cruzando assim as mãos, não obstante ser Manassés o primogênito.
15 E abençoou a José, dizendo: O Deus em cuja presença andaram meus pais Abraão e Isaque, o Deus que me sustentou durante a minha vida até este dia,
16 o Anjo que me tem livrado de todo mal, abençoe estes rapazes; seja neles chamado o meu nome e o nome de meus pais Abraão e Isaque; e cresçam em multidão no meio da terra.
17 Vendo José que seu pai pusera a mão direita sobre a cabeça de Efraim, foi-lhe isto desagradável, e tomou a mão de seu pai para mudar da cabeça de Efraim para a cabeça de Manassés.
18 E disse José a seu pai: Não assim, meu pai, pois o primogênito é este; põe a mão direita sobre a cabeça dele.
19 Mas seu pai o recusou e disse: Eu sei, meu filho, eu o sei; ele também será um povo, também ele será grande; contudo, o seu irmão menor será maior do que ele, e a sua descendência será uma multidão de nações.
20 Assim, os abençoou naquele dia, declarando: Por vós Israel abençoará, dizendo: Deus te faça como a Efraim e como a Manassés. E pôs o nome de Efraim adiante do de Manassés.
21 Depois, disse Israel a José: Eis que eu morro, mas Deus será convosco e vos fará voltar à terra de vossos pais.
22 Dou-te, de mais que a teus irmãos, um declive montanhoso, o qual tomei da mão dos amorreus com a minha espada e com o meu arco.


Jacó chegou ao final de sua jornada e  reúne seus filhos em torno de seu leito de morte. Este é o momento para a bênção da aliança ser transmitida para a próxima geração. Primeiro, José chega a receber uma bênção de seu pai, mas ele também trouxe com ele seus dois filhos, Manassés e Efraim. Jacó faz duas coisas importantes aqui: primeiro ele adota ambos os netos, colocando-os na linha direta de promessa, alocando, portanto, a José a porção dupla que tinha sonhado profeticamente há muito tempo atrás.
Em seguida, inverte a ordem e abençoa Efraim, o segundo a nascer, em detrimento de Manassés, o primogênito, refazendo o círculo completo com a sua própria história de vida. 
Deus é soberano e se lermos Hebreus 11 podemos ver as reviravoltas interessantes que a linha de aliança de promessa sofreu. Pessoas não necessariamente listadas como heróis da fé são aqueles que Deus escolheu para serem os vasos de sua graça. 
Isso me dá coragem, porque as bênçãos de Deus não são dependentes de meus méritos, mas em Sua graça incomparável. 
Nós também obter um vislumbre do relacionamento íntimo de Jacó com Deus quando ele introduz a bênção referindo-se a Deus como o seu Pastor que o levou através de toda a sua vida e que tinha sido seu Redentor. Estes são importantes conceitos teológicos pessoais que o patriarca tenta conceder a seus descendentes desejando para eles uma caminhada semelhante com Deus, como ele experimentou ao longo de sua vida.

Martin Klingbeil 
Professor de Ciências Bíblicas e Arqueologia 
Universidade Adventista do Sul

Comentários bíblicos selecionados - em breve.

Devocional domingo: Honestidade em tudo



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From: Revival and Reformation <reavivamentoereforma@ministerialassociation.org>
Date: 2012/6/3
Subject: Honestidade em tudo



Honestidade em tudo

Terás peso integral e justo, efa integral e justo; para que se prolonguem os teus dias na terra que te dá o Senhor, teu Deus. Deuteronômio 25:15.


É melhor tratar honestamente com os seus semelhantes e com Deus. Vocês são dependentes de Cristo em cada favor que desfrutam; são dependentes dEle quanto ao futuro, à vida imortal; e não podem permitir-se faltar com o respeito até a atribuição do prêmio. Os que reconhecem que dependem de Deus sentirão dever ser honestos para com os seus semelhantes, e sobre tudo para com Deus, de quem todas as bênçãos da vida advêm. A evasão a Suas ordens positivas concernentes ao dízimo e às ofertas acha-se registrada nos livros do Céu como roubo a Deus.
Nenhum homem desonesto para com Deus ou seus semelhantes pode realmente prosperar. [...] O Senhor nos comprou com Seu precioso sangue, e é por causa de Sua misericórdia e graça que podemos ter esperança no grande dom da salvação. E somos ordenados a praticar a justiça, amar a misericórdia, e andar humildemente com o nosso Deus. No entanto, o Senhor declara: "A Mim Me roubais, vós, a nação toda". Malaquias 3:9. Quando lidamos injustamente com os nossos semelhantes ou com nosso Deus, desprezamos-Lhe a autoridade e ignoramos o fato de que Cristo nos comprou com a Sua própria vida.
O mundo está roubando a Deus por atacado. Quanto mais Ele concede riquezas, tanto mais completamente reclamam os homens que elas são suas, para serem usadas como lhes aprouver. Mas seguirão os professos seguidores de Cristo os costumes do mundo? Perderemos a paz de espírito, a comunhão com Deus e com os nossos irmãos porque deixamos de dedicar a Sua causa a parte que Ele reivindica como Sua?
Tenham em mente aqueles que pretendem ser cristãos estarem negociando com capital que lhes foi confiado por Deus, e que deles se exige que sigam fielmente a direção das Escrituras quanto a seu emprego. Se seu coração for reto para com Deus, não se apropriarão dos bens do seu Senhor empregando-os em seus próprios empreendimentos egoístas. — The Review and Herald, 17 de Dezembro de 1889.


Este texto é do livro Ser como Jesus escrito por Ellen White.



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sábado, 2 de junho de 2012

Gênesis 47 - sábado, 02.06.2012 - comentado


1 Então, veio José e disse a Faraó: Meu pai e meus irmãos, com os seus rebanhos e o seu gado, com tudo o que têm, chegaram da terra de Canaã; e eis que estão na terra de Gósen.
2 E tomou cinco dos seus irmãos e os apresentou a Faraó.
3 Então, perguntou Faraó aos irmãos de José: Qual é o vosso trabalho? Eles responderam: Os teus servos somos pastores de rebanho, tanto nós como nossos pais.
4 Disseram mais a Faraó: Viemos para habitar nesta terra; porque não há pasto para o rebanho de teus servos, pois a fome é severa na terra de Canaã; agora, pois, te rogamos permitas habitem os teus servos na terra de Gósen.
5 Então, disse Faraó a José: Teu pai e teus irmãos vieram a ti.
6 A terra do Egito está perante ti; no melhor da terra faze habitar teu pai e teus irmãos; habitem na terra de Gósen. Se sabes haver entre eles homens capazes, põe-nos por chefes do gado que me pertence.
7 Trouxe José a Jacó, seu pai, e o apresentou a Faraó; e Jacó abençoou a Faraó.
8 Perguntou Faraó a Jacó: Quantos são os dias dos anos da tua vida?
9 Jacó lhe respondeu: Os dias dos anos das minhas peregrinações são cento e trinta anos; poucos e maus foram os dias dos anos da minha vida e não chegaram aos dias dos anos da vida de meus pais, nos dias das suas peregrinações.
10 E, tendo Jacó abençoado a Faraó, saiu de sua presença.
11 Então, José estabeleceu a seu pai e a seus irmãos e lhes deu possessão na terra do Egito, no melhor da terra, na terra de Ramessés, como Faraó ordenara.
12 E José sustentou de pão a seu pai, a seus irmãos e a toda a casa de seu pai, segundo o número de seus filhos.
13 Não havia pão em toda a terra, porque a fome era mui severa; de maneira que desfalecia o povo do Egito e o povo de Canaã por causa da fome.
14 Então, José arrecadou todo o dinheiro que se achou na terra do Egito e na terra de Canaã, pelo cereal que compravam, e o recolheu à casa de Faraó.
15 Tendo-se acabado, pois, o dinheiro, na terra do Egito e na terra de Canaã, foram todos os egípcios a José e disseram: Dá-nos pão; por que haveremos de morrer em tua presença? Porquanto o dinheiro nos falta.
16 Respondeu José: Se vos falta o dinheiro, trazei o vosso gado; em troca do vosso gado eu vos suprirei.
17 Então, trouxeram o seu gado a José; e José lhes deu pão em troca de cavalos, de rebanhos, de gado e de jumentos; e os sustentou de pão aquele ano em troca do seu gado.
18 Findo aquele ano, foram a José no ano próximo e lhe disseram: Não ocultaremos a meu senhor que se acabou totalmente o dinheiro; e meu senhor já possui os animais; nada mais nos resta diante de meu senhor, senão o nosso corpo e a nossa terra.
19 Por que haveremos de perecer diante dos teus olhos, tanto nós como a nossa terra? Compra-nos a nós e a nossa terra a troco de pão, e nós e a nossa terra seremos escravos de Faraó; dá-nos semente para que vivamos e não morramos, e a terra não fique deserta.
20 Assim, comprou José toda a terra do Egito para Faraó, porque os egípcios venderam cada um o seu campo, porquanto a fome era extrema sobre eles; e a terra passou a ser de Faraó.
21 Quanto ao povo, ele o escravizou de uma a outra extremidade da terra do Egito.
22 Somente a terra dos sacerdotes não a comprou ele; pois os sacerdotes tinham porção de Faraó e eles comiam a sua porção que Faraó lhes tinha dado; por isso, não venderam a sua terra.
23 Então, disse José ao povo: Eis que hoje vos comprei a vós outros e a vossa terra para Faraó; aí tendes sementes, semeai a terra.
24 Das colheitas dareis o quinto a Faraó, e as quatro partes serão vossas, para semente do campo, e para o vosso mantimento e dos que estão em vossas casas, e para que comam as vossas crianças.
25 Responderam eles: A vida nos tens dado! Achemos mercê perante meu senhor e seremos escravos de Faraó.
26 E José estabeleceu por lei até ao dia de hoje que, na terra do Egito, tirasse Faraó o quinto; só a terra dos sacerdotes não ficou sendo de Faraó.
27 Assim, habitou Israel na terra do Egito, na terra de Gósen; nela tomaram possessão, e foram fecundos, e muito se multiplicaram.
28 Jacó viveu na terra do Egito dezessete anos; de sorte que os dias de Jacó, os anos da sua vida, foram cento e quarenta e sete.
29 Aproximando-se, pois, o tempo da morte de Israel, chamou a José, seu filho, e lhe disse: Se agora achei mercê à tua presença, rogo-te que ponhas a mão debaixo da minha coxa e uses comigo de beneficência e de verdade; rogo-te que me não enterres no Egito,
30 porém que eu jaza com meus pais; por isso, me levarás do Egito e me enterrarás no lugar da sepultura deles. Respondeu José: Farei segundo a tua palavra.
31 Então, lhe disse Jacó: Jura-me. E ele jurou-lhe; e Israel se inclinou sobre a cabeceira da cama.


Texto de hoje do blog da Bíblia (http://revivedbyhisword.org/en/bible/gen/47/)
Você também pode ser uma bênção - nos lugares mais incomuns e até mesmo antes de reis! O patriarca Jacó está diante de Faraó, e estende as mãos em uma bênção sobre a cabeça do poderoso monarca egípcio que deve ter sido tocado por este gesto gracioso do velho. Jacó tem  agora 130 anos, e seus olhos já viram muito, da escada ligando o céu e a terra quando ele fugiu de sua casa, passando pela prolongada estadia em Harã com Labão, até os longos anos de dor pela suposta morte de José. Todos estes anos de sofrimento e tristeza parecem resolver-se na reunião final feliz com José no Egito, que prolonga a sua vida por mais 17 anos. E a partir da rica experiência de uma caminhada ao longo da vida com Deus, ele pronuncia uma bênção sobre Faraó. Que privilégio para nós a rezar pelos governantes e se tornar uma bênção para aqueles que governam este planeta. Através desta bênção eles podem ter um vislumbre do Deus do céu como Nabucodonosor teve através da presença abençoada de Daniel na corte de Babilônia, e também podem encontrar a vida eterna. Vamos ser uma bênção onde quer que Deus nos coloque. 

O capítulo termina, porém, com uma nota sombria: Jacó enfatiza que José deve levar o seu corpo para fora do Egito e enterrá-lo na terra de Canaã, reiterando o aviso de que o Egito nunca deve tornar-se um destino, mas apenas uma via, mesmo que se temporariamente vivermos no "melhor da terra ".

Martin Klingbeil
Professor de Estudos Bíblicos e Arqueologia
Universidade Adventista do Sul



Comentários bíblicos selecionados:
1-10 José apresenta cinco de seus irmãos (que não são nomeados) assim como seu pai para Faraó. Após uma audiência positiva, Faraó indica alguns deles para serem pastores da coroa, dando a eles, portanto, proteção legal (v.6). O tom da audiência de Jacó com Faraó é diferente do da primeira, com uma atmosfera mais íntima. Como em muitas culturas, a idade era altamente respeitada na Bíblia.

9 peregrinações. A palavra hebraica denota uma residência temporária, a condição de um estrangeiro residente. Jacó descreveu sua própria vida e a de seus pais como de um viajante (21.24; 24.3; 26.3). Embora esperando pelo cumprimento da divina promessa pactual de terra, sua esperança se estendia além de Canaã, para um país celestial e eterno, para uma "cidade... da qual Deus é o arquiteto e o edificador" (Hb 11.10) (Bíblia de Genebra).

10 abençoado. Representa o modo comum de saudação e despedida (27:33; 28:1) (Andrews Study Bible). 
Nesta importante audiência com o poderoso Faraó - o maior, costumeiramente, abençoa o menor (14.19) - o idoso patriarca pastor demonstrou sua dignidade. Sua bênção se cumpriu nos vs. 13-25 (Bíblia de Genebra).

11 possessão. Propriedade da terra, dando à família titulação legal a um pedaço de terra.  Deus promete "possessão eterna" de Canaã (17:8) (Andrews Study Bible).

13-26 Descreve a enorme extensão da fome e a habilidade de José como administrados da coroa. Três estágios de dependência mostram a severidade crescente da fome: 1) Os egípcios compram grãos com dinheiro; 2) Os egípcios trocam seus rebanhos por grãos; e 3) Os egípcios trocam seus direitos de terra por grãos (Andrews Study Bible).
José trouxe todo o dinheiro, terras e povo para debaixo do poder do Faraó em troca de alimento e preservou os egípcios (Bíblia de Genebra).

21 o escravizou de uma a outra extremidade. É o resultado da política de José - a servidão para o povo. No entanto, o povo considerava José não como tirano, mas como um salvador (v. 25, cf. 45.7) (Bíblia de Genebra).

22 A classe sacerdotal egípcia era uma camada poderosa da sociedade, possuidora de larga extensão de terras e não pagava impostos à coroa (Andrews Study Bible).

24 quinto. José cobrou uma taxa de 20% durante os anos de abundância (41:34) e agora cobra 20% de juros, que é um valor baixo, se comparado à taxa média da região, que era de 33.3% (Andrews Study Bible).

27 tomaram possessão, e foram fecundos... se multiplicaram. Em cumprimento à promessa divina (46.3). A independência e prosperidade dos israelitas se contrasta com o destino dos egípcios (vs 13-26). Essa descrição também nos fornece um elo com Êx. 1.7 (Bíblia de Genebra).
 A descrição do crescimento de Israel usa termos da linguagem da Criação (ver Êx. 1.7) (Andrews Study Bible).

28-31 A morte de Jacó é o objeto de várias seções e marca um final importante nas histórias patriarcais (48:21-27; 49:29-32). José jura solenemente enterrar seu pai em Canaã (24:2; 25:29-32) (Andrews Study Bible).

31 se inclinou. Uma expressão de reverente ação de graças a Deus por ver que seu último desejo seria cumprido (Bíblia de Genebra).

Devocional sábado: Integridade nos negócios



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From: Revival and Reformation <reavivamentoereforma@ministerialassociation.org>
Date: 2012/6/2
Subject: Integridade nos negócios


Integridade nos negócios

Tudo quanto, pois, quereis que os homens vos façam, assim fazei-o vós também a eles; porque esta é a Lei e os Profetas. Mateus 7:12.


Aquele que sinceramente teme a Deus preferiria antes labutar dia e noite e comer o pão da pobreza, a condescender com a paixão do ganho que oprima a viúva e o órfão, ou prive o estrangeiro do seu direito. Nosso Salvador buscou gravar em Seus ouvintes o fato de que a pessoa que ousasse defraudar o próximo no menor ponto, enganaria, se a oportunidade fosse favorável, em questões maiores. O mais leve afastamento da retidão quebra as barreiras, e prepara o coração para injustiça maior. Por preceito e exemplo Cristo ensinou que integridade absoluta deve governar nossa conduta para com nossos semelhantes. Disse o Divino Mestre: "Tudo quanto, pois, quereis que os homens vos façam, assim fazei-o vós também a eles". Mateus 7:12.
Exatamente na medida que o homem se beneficia à custa de seu semelhante, seu coração se tornará endurecido à influência do Espírito de Deus. O ganho assim obtido é uma perda terrível. É melhor padecer necessidade do que mentir; melhor passar fome do que defraudar; melhor morrer do que pecar. Extravagância, excessos e extorsões estão corrompendo a fé de muitos, e destruindo sua espiritualidade. A igreja é em grande medida responsável pelos pecados dos seus membros. Ela encoraja o mal se deixa de levantar a voz contra isso. A influência mais temida pela igreja não é a dos francos opositores, dos infiéis e blasfemos, mas a dos incoerentes professos seguidores de Cristo. Há aqueles que afastam de Israel as bênçãos de Deus. [...]
O mundo dos negócios não está fora dos limites do governo de Deus. O cristianismo não deve ser meramente mostrado no sábado e exibido no santuário; é para todos os dias da semana e todos os lugares. Seus reclamos devem ser reconhecidos e obedecidos em cada ato da vida. Homens possuindo o genuíno artigo da verdadeira religião revelarão em todas as suas transações comerciais tão clara percepção do direito como quando oferecem suas súplicas diante do trono da graça. — The Southern Work, 10 de Maio de 1904.


Este texto é do livro Ser como Jesus escrito por Ellen White.



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sexta-feira, 1 de junho de 2012

Gênesis 46 - sexta, 01.06.2012 - comentado


1 Partiu, pois, Israel com tudo o que possuía, e veio a Berseba, e ofereceu sacrifícios ao Deus de Isaque, seu pai.
2 Falou Deus a Israel em visões, de noite, e disse: Jacó! Jacó! Ele respondeu: Eis-me aqui!
3 Então, disse: Eu sou Deus, o Deus de teu pai; não temas descer para o Egito, porque lá eu farei de ti uma grande nação.
4 Eu descerei contigo para o Egito e te farei tornar a subir, certamente. A mão de José fechará os teus olhos.
5 Então, se levantou Jacó de Berseba; e os filhos de Israel levaram Jacó, seu pai, e seus filhinhos, e as suas mulheres nos carros que Faraó enviara para o levar.
6 Tomaram o seu gado e os bens que haviam adquirido na terra de Canaã e vieram para o Egito, Jacó e toda a sua descendência.
7 Seus filhos e os filhos de seus filhos, suas filhas e as filhas de seus filhos e toda a sua descendência, levou-os consigo para o Egito.
8 São estes os nomes dos filhos de Israel, Jacó, e seus filhos, que vieram para o Egito: Rúben, o primogênito de Jacó.
9 Os filhos de Rúben: Enoque, Palu, Hezrom e Carmi.
10 Os filhos de Simeão: Jemuel, Jamim, Oade, Jaquim, Zoar e Saul, filho de uma mulher cananéia.
11 Os filhos de Levi: Gérson, Coate e Merari.
12 Os filhos de Judá: Er, Onã, Selá, Perez e Zera; Er e Onã, porém, morreram na terra de Canaã. Os filhos de Perez foram: Hezrom e Hamul.
13 Os filhos de Issacar: Tola, Puva, Jó e Sinrom.
14 Os filhos de Zebulom: Serede, Elom e Jaleel.
15 São estes os filhos de Lia, que ela deu à luz a Jacó em Padã-Arã, além de Diná, sua filha; todas as pessoas, de seus filhos e de suas filhas, trinta e três.
16 Os filhos de Gade: Zifiom, Hagi, Suni, Esbom, Eri, Arodi e Areli.
17 Os filhos de Aser: Imna, Isvá, Isvi, Berias e Sera, irmã deles; e os filhos de Berias: Héber e Malquiel.
18 São estes os filhos de Zilpa, a qual Labão deu a sua filha Lia; e estes deu ela à luz a Jacó, a saber, dezesseis pessoas.
19 Os filhos de Raquel, mulher de Jacó: José e Benjamim.
20 Nasceram a José na terra do Egito Manassés e Efraim, que lhe deu à luz Asenate, filha de Potífera, sacerdote de Om.
21 Os filhos de Benjamim: Belá, Bequer, Asbel, Gera, Naamã, Eí, Rôs, Mupim, Hupim e Arde.
22 São estes os filhos de Raquel, que nasceram a Jacó, ao todo catorze pessoas.
23 O filho de Dã: Husim.
24 Os filhos de Naftali: Jazeel, Guni, Jezer e Silém.
25 São estes os filhos de Bila, a qual Labão deu a sua filha Raquel; e estes deu ela à luz a Jacó, ao todo sete pessoas.
26 Todos os que vieram com Jacó para o Egito, que eram os seus descendentes, fora as mulheres dos filhos de Jacó, todos eram sessenta e seis pessoas;
27 e os filhos de José, que lhe nasceram no Egito, eram dois. Todas as pessoas da casa de Jacó, que vieram para o Egito, foram setenta.
28 Jacó enviou Judá adiante de si a José para que soubesse encaminhá-lo a Gósen; e chegaram à terra de Gósen.
29 Então, José aprontou o seu carro e subiu ao encontro de Israel, seu pai, a Gósen. Apresentou-se, lançou-se-lhe ao pescoço e chorou assim longo tempo.
30 Disse Israel a José: Já posso morrer, pois já vi o teu rosto, e ainda vives.
31 E José disse a seus irmãos e à casa de seu pai: Subirei, e farei saber a Faraó, e lhe direi: Meus irmãos e a casa de meu pai, que estavam na terra de Canaã, vieram para mim.
32 Os homens são pastores, são homens de gado, e trouxeram consigo o seu rebanho, e o seu gado, e tudo o que têm.
33 Quando, pois, Faraó vos chamar e disser: Qual é o vosso trabalho?
34 Respondereis: Teus servos foram homens de gado desde a mocidade até agora, tanto nós como nossos pais; para que habiteis na terra de Gósen, porque todo pastor de rebanho é abominação para os egípcios.


Texto de hoje do blog da Bíblia (http://revivedbyhisword.org/en/bible/gen/46/)
Isto soa como o Êxodo em sentido inverso. Jacó e sua família arrumam todos os seus pertences e começar o longo caminho para o Egito, a mesma estrada que Abraão e também José tinham viajado muito tempo antes deles. Mas antes que o patriarca atravesse a fronteira para o Egito, ele para mais uma vez no sul de Canaã, na cidade de Berseba, para reafirmar-se da orientação de Deus. O Senhor afirma na estrada a  Jacó que o levará para longe da Terra Prometida a um exílio temporário no Egito, mas ao mesmo tempo,  deixa bem claro que haverá um retorno do exílio e que o Egito é apenas um trampolim para a preservação da existência de Israel e um terreno fértil para transformá-lo em uma nação. 
Você faz parte do movimento adventista? Mover-se de lá para cá, passando de todos os lugares para todos os lugares, às vezes para outras cidades e países, e às vezes através dos oceanos. 
Talvez você tenha ido com apenas uma mala ou um container inteiro carregando seus pertences para os territórios de missão deste planeta, sabendo bem que estamos sempre viajando e que isto eventualmente acabará por ser outro Êxodo. Mas onde quer que esteja, uma coisa é certa - o Êxodo virá, quando Cristo nos levará sobre carros de nuvens para a Terra Prometida. Até então, vamos dar o nosso testemunho a todos os "egípcios" entre os quais Deus nos colocou para estarmos pronto para o Êxodo final.

Martin Klingbeil
Professor de Ciências Bíblicas e Arqueologia
Universidade Adventista do Sul


Comentários bíblicos selecionados:
1-4 O movimento para o Egito se inicia com um serviço sacrifical em Berseba (veja 26:23-24; 28:13). Após um longo período de silêncio divino, Deus fala novamente a Jacó (pelo menos de acordo com o texto bíblico). Deus fala de novo a Jacó, assegurando a ele a Sua presença (mesmo fora da terra prometida) e Seu compromisso de fazer de suas promessas a Abraão uma realidade (Andrews Study Bible).

1 ofereceu sacrifícios. Berseba foi o lugar da adoração de Abraão (21.32-33), Isaque (26.23-25) e Jacó (28.10-15) (Bíblia de Genebra).

4 A mão de José fechará os teus olhos. Lit. "José fechará teus olhos quando morreres". Uma palavra de conforto para o idoso Jacó, de que ele morreria em paz, na presença de José (50.1, cf 15.15) (Bíblia de Genebra).

8-27 A lista dos nomes dos descendentes de Jacó até a terceira geração identifica todos que foram ao Egito. As crianças e netos de Lia vem primeiro (vs. 8-15), seguidos pelos de Zilpa (vs. 16-18), Raquel (vs. 19-22) e Bila (vs. 23-25) (Andrews Study Bible).

26-27 Em Atos 7:14, Estêvão menciona setenta e cinco pessoas em sua recontagem da história de Israel, muito provavelmente baseando-se (como crente grego) na Septuaginta Grega, que inclui cinco mais nomes nesta seção. O número setenta expressa complitude no VT. Gideão tem setenta filhos (Jz. 8:30), assim como Acabehab (2 Rs. 10:1). Em Gên. 10, o total dos descendentes dos filhos de Noé é de setenta e representam a população mundial completa. Num. 11:16, 24 e Êx. 24:1,9 mencionam 70 anciãos como representativos de todo o povo (Andrews Study Bible).

30-34 José prepara sua família para uma audiência com o líder da superpotência daqueles dias. Textos egípcios não sugerem uma aversão particular contra pastores. Talvez José queira dizer que os egípcios não gostem de pastores vagueando e fazendo uso de suas poucas terras utilizáveis. Desde que a maioria dos egípcios eram fazendeiros, havia provavelmente forte antipatia por pastores seminômades que não controlam o suficiente suas ovelhas (Andrews Study Bible).

Devocional sexta: Seja como Jesus



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From: Revival and Reformation <reavivamentoereforma@ministerialassociation.org>
Date: 2012/6/1
Subject: Seja como Jesus


Seja como Jesus

Na tua bolsa, não terás pesos diversos, um grande e um pequeno. Na tua casa, não terás duas sortes de efa, um grande e um pequeno. Deuteronômio 25:13-14.


Os que professam amar e temer a Deus, devem nutrir simpatia e amor uns pelos outros, e proteger os interesses dos outros como se fossem seus. Os cristãos não devem regular sua conduta pelos padrões do mundo. Em todas as épocas, o povo de Deus é tão distinto dos mundanos quanto a sua profissão é mais elevada que a do incrédulo. Todo o povo de Deus na Terra é um corpo, desde o princípio até o fim do tempo.
"O amor do dinheiro é a raiz de todo o mal". 1 Timóteo 6:10. Nesta geração, o desejo de ganho é paixão absorvente. Se a riqueza não pode ser assegurada por meio de trabalho honesto, os homens recorrerão à fraude a fim de obtê-la. Viúvas são roubadas em seus escassos recursos, e pobres são levados a sofrer pela falta de coisas indispensáveis à vida. Isso ocorre para que os ricos possam manter sua extravagância ou satisfazer seu desejo de acumular bens.
O terrível registro de crime em nosso mundo é suficiente para gelar o sangue e encher a alma de pavor. O fato de que, em maior ou menor grau, existem os mesmos pecados entre aqueles que professam piedade exige uma profunda humilhação de alma e cuidadosa ação dos seguidores de Cristo. Os crimes que são cometidos por causa do amor à exibição e ao dinheiro transformam este mundo num covil de ladrões e salteadores. Mas os cristãos são peregrinos na Terra; estão em terra estranha, parando, por assim dizer, por apenas uma noite. Eles não devem ser influenciados pelos mesmos motivos e desejos daqueles que têm seu lar e tesouro aqui. Deus planejou que nossa vida representasse a vida de nosso grande Modelo Jesus ao fazer o bem aos outros. [...]
Cada erro praticado em relação aos filhos de Deus é feito ao próprio Cristo na pessoa de Seus santos. Toda tentativa de tirar vantagem da ignorância, fraqueza ou infortúnio de outrem, é registrada como fraude no livro do Céu. — The Southern Work, 10 de Maio de 1904.


Este texto é do livro Ser como Jesus escrito por Ellen White.



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