1 festa dos pães sem fermento, chamada Páscoa (NVI). A palavra "Páscoa" era usada em dois sentidos: 1)Refeição específica que se iniciava ao pôr-do-sol, no dia 14 de nisã (Lv 23.4,5), e 2) semana que se seguia à refeição da Páscoa (Ez 45.21), também chamada festa dos Pães se Fermento [asmos], semana durante a qual era proibido usar fermento (Êx 12.15-20; 13.3-7). Nos tempos do NT, os dois nomes da festa se uma semana de duração eram praticamente intercambiáveis. Bíblia de Estudo NVI Vida.
A festa [dos Pães Asmos] iniciava-se com a Páscoa e durava sete dias. Os judeus chamavam a ambas as festas, juntas de "Páscoa". Bíblia Shedd.
3 Satanás entrou em Judas. Desse modo os evangelistas retratam o controle de Satanás sobre Judas. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Satanás tinha estado esperando a oportunidade para retornar a atacar Jesus (4:13). Andrews Study Bible.
4 oficiais da guarda do templo. Eram todos judeus, selecionados principalmente entre os levitas. Bíblia de Estudo NVI Vida.
6 sem tumulto. Era importantíssimo, para os inimigos de Jesus, não despertar uma reação popular favorável a Cristo. Durante a celebração da Páscoa [ao entardecer da quinta-feira] não haveria gente nas ruas. Bíblia Shedd.
7 devia ser sacrificado o cordeiro pascal. No dia 14 de nisã, entre 14h30 e 17h30, no átrio dos sacerdotes - a quinta-feira da Semana da Paixão. Bíblia de Estudo NVI Vida.
8 preparar-nos. Incluía matar e assar o cordeiro e providenciar pão asmo, ervas amargas e vinho. Bíblia Shedd.
10 um homem carregando um pote. Era algo fora do comum ver um homem carregando um pote de água, pois em geral esse era um serviço das mulheres. Bíblia de Estudo NVI Vida.
...os homens transportavam água em odres de pele. Bíblia de Genebra.
Jesus estava desejoso de evitar a Sua captura durante a celebração da Páscoa. Judas não tinha conhecimento prévio do lugar. Bíblia Shedd.
Jesus estava pronto para morrer, mas no tempo de sua própria escolha. Bíblia de Genebra.
16 Desejei ansiosamente comer esta Páscoa com vocês. Jesus ansiava por celebrar essa Páscoa com Seus discípulos, pois era a última ocasião antes de ser sacrificado como o perfeito "Cordeiro pascal" (1Co 5.7). Bíblia de Estudo NVI Vida.
nunca mais a comerei, até que ela se cumpra no reino dos Deus. O simbolismo da Páscoa [Passover] ... se cumprirá com a libertação final da morte e do mal. Andrews Study Bible.
19 é. "Representa" ou "significa". Bíblia de Estudo NVI Vida.
Isto é o Meu corpo, oferecido por vós. A morte de Jesus não foi uma casualidade, mas aconteceu em benefício dos pecadores (5:32; 1Jo 4:9-10). Andrews Study Bible.
em memória de Mim. Assim como a Páscoa era uma constante lembrança e proclamação de como Deus redimira Israel da escravidão egípcia, assim também observar essa ordenança de Cristo serviria de lembrança e de proclamação de como os crentes haviam sido libertos da escravidão ao pecado mediante a obra expiatória de Cristo na cruz. Bíblia de Estudo NVI Vida.
20 nova aliança. Como a aliança no Sinai, esta aliança separa um povo para Deus (Lc 24:8), mas desta vez com o sangue de Cristo. Ela prometia que a lei de Deus seria escrita nos corações de Seu povo perdoado. Para mais sobre a nova aliança, ver Jr 31:31-34; 1Co 11:25; Hb 8:8-10; 9:15, 20-22, 10:11-18. Andrews Study Bible.
22 ai daquele. A traição de Judas cumpriu o plano de Deus; não obstante, ele deve enfrentar a responsabilidade por suas escolhas (ver At 2:23). Andrews Study Bible.
24 discussão. Só Lucas registra esta disputa que mostrava quão longe, até mesmo os Doze, estavam de compreender aquilo que Jesus viera fazer. Bíblia de Genebra.
25 benfeitores. Título assumido por governantes do Egito, da Síria e de Roma, em demonstração de honrarias, sem muitas vezes representar serviços realmente prestados. Bíblia de Estudo NVI Vida.
26 como o que serve. Jesus conclama ao tipo de liderança que ele mesmo exemplificava - o de bem servir, característica tão incomum naquela época quanto agora. Bíblia de Estudo NVI Vida.
27 Eu sou como quem serve. Jesus estabeleceu o exemplo definitivo de serviço humilde ao dar o Seu corpo e sangue pelos humanos (versos 19-20). Andrews Study Bible.
31 peneirá-los. Satanás queria testar os discípulos, esperando levá-los à ruína espiritual. Bíblia de Estudo NVI Vida.
36 espada. Os seguidores de Jesus enfrentariam tempos difíceis para os quais eles deveriam estar preparados, e Jesus fala seriamente para os advertir (ver 14:26). Apesar de Ele ter previamente aconselhado paz em lugar de violência (6:27), Seus discípulos, que estavam impacientes para lutar pelo reino, tomaram Suas palavras literalmente (v. 51). Andrews Study Bible.
37 contado entre os transgressores. Jesus estava para ser preso como criminoso, cumprindo assim as profecias das Escrituras. Bíblia de Estudo NVI Vida.
38 Basta! Os discípulos tomaram as palavras da espada literalmente, e a resposta de Jesus significa "Basta desse tipo de conversa". Bíblia de Genebra.
39 Costume. Jesus não quer evitar a Sua captura; Judas irá para o jardim. Bíblia Shedd.
40 Orai. Um chamado para que os discípulos façam como Ele mesmo tinha sempre feito em tempos desafiadores. Andrews Study Bible.
44 gotas de sangue. ... possivelmente a hematidrose, mistura de sangue e suor, como nos casos de extrema angústia, pressões ou sensibilidade. Bíblia de Estudo NVI Vida.
45 dormindo. O sono substitui a oração e resulta em negação da fé (57ss). Bíblia Shedd.
47 beijo. Uma saudação tradicional entre amigos próximos e familiares. Ver tb Mc 14:45. Andrews Study Bible.
50 o servo do sumo sacerdote. Chamava-se Malco; foi Simão pedro que o golpeou. Bíblia de Estudo NVI Vida.
53 poder das trevas. Mais do que a cobertura da escuridão da noite, esta frase se refere aos poderes satânicos que estavam trabalhando com os líderes religiosos (ver versos 3, 31). Andrews Study Bible.
...hora em que as forças das trevas - da iniquidade - fariam o máximo para derrotar o plano de Deus. Bíblia de Estudo NVI Vida.
59 é galileu. Reconhecido pelo seu modo de falar (Mt 26.73) e identificado por um parente de Malco, servo do sumo sacerdote. Bíblia de Estudo NVI Vida.
63 zombavam. Cumprindo a própria profecia de Jesus (18:32). Andrews Study Bible.
71 Acabamos de ouvir. Essa reação do Sinédrio deixa claro que a resposta de Jesus havia representado um taxativo "sim". Marcos registra simplesmente "Sou". Bíblia de Estudo NVI Vida.
Plano mundial de Reavivamento e Reforma, pela leitura devocional de um capítulo da Bíblia por dia. De abril de 2012 a julho de 2015.
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terça-feira, 6 de janeiro de 2015
Lucas 22 - Comentários selecionados
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sábado, 13 de dezembro de 2014
Marcos 14 - Comentários selecionados
1 a Páscoa. A Páscoa era uma das mais importantes das festas judaicas, pois celebrava a libertação do povo da escravidão do Egito, quando o anjo da morte "passou por cima" das casas do povo de Israel (Êx 12.1-30). No tempo de Jesus, a Páscoa era celebrada no décimo quinto dia [14, cf outras fontes] do primeiro mês do calendário judeu (Nisan, que corresponde ao fim de março ou começo de abril). Era observada no último dia antes da primeira lua cheia, depois do equinócio da primavera [dia da primavera em que o dia e a noite tinham o mesmo tempo de duração]. Desde aquele dia, quando os cordeiros pascais eram sacrificados e comidos, todo fermento (que simbolizava o pecado) era removido da casa e só pão sem fermento (asmo) devia ser comido, durante sete dias. Bíblia de Genebra.
não durante a festa. Sendo uma das festas de peregrinação dos judeus, a Páscoa levava grande número de pessoas a Jerusalém. Josefo calculou que a população de cinquenta mil aumentava para três milhões de pessoas. Ainda que esses números sejam considerados muito exagerados (duzentos e cinquenta mil é o número mais provável), havia razão para as autoridades tremerem. Bíblia de Genebra.
Pães asmos. A festa judaica que durava oito dias após a Páscoa (8.15n). Bíblia Shedd.
2 durante a festa. O grego do original indica "no meio da multidão". Bíblia Shedd.
3 uma mulher. De Jo 12.3, sabemos que era Maria, irmã e Marta e Lázaro. Bíblia Shedd.
alabastro. Alabastro é um tipo de gesso em sua forma pura ou translúcida, encontrado em depósitos de calcário, em cavernas e em saídas de correntes de água. Era usado frequentemente para se fazer vasos de unguento e era considerado um item de luxo. Bíblia de Genebra.
frasco de alabastro (NVI). Frasco lacrado com gargalo longo, o qual era partido na hora de usar o conteúdo e continha unguento suficiente para uma só aplicação. Bíblia de Estudo NVI Vida.
nardo. Perfume feito de um óleo aromático extraído da raiz de uma planta cultivada especialmente na Índia [Bíblia de Genebra: Himalaia]. Bíblia de Estudo NVI Vida.
cabeça. Em Jo 12.3 frisa-se a unção dos pés de Jesus. Bíblia Shedd.
derramou sobre a cabeça. Quando um convidado chegava a uma festa, era costume do anfitrião ungir a cabeça do convidado com perfume. Simão parece que não havia feito isso para Jesus. Andrews Study Bible.
5 trezentos denários. Quase o valor de um ano de trabalho. Bíblia Shedd.
7 tende os pobres convosco sempre. Esta não é uma determinação para negligenciar os pobres. A citação é de Dt 15:11. Neste contexto, Deus fala aos filhos de Israel que se eles obedecessem os Seus mandamentos não haveria pobre entre eles. Mas se existissem pobres, o povo deveria estender suas mãos para ajudá-los. Ao longo dos Evangelhos, Jesus sempre está ao lado dos pobres. Mas neste momento, em termos de prioridade, a mulher fez a coisa certa. Andrews Study Bible.
8 Ela fez o que pôde. Ou seja, a mulher fez o melhor uso possível do que tinha nas mãos. Isso é o que Deus espera de todos, nada mais e nada menos. CBASD - Comentários Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 716.
ungir-Me para a sepultura. Jesus se refere à unção de cadáveres, com especiarias e perfumes, amplamente praticada na Palestina naqueles dias. Bíblia de Genebra.
10 Judas. Motivado pela avareza, trai ao seu Mestre. Maria, motivada pelo amor, oferece o preciosíssimo perfume (v 3). Bíblia Shedd.
12 primeiro dia da Festa dos Pães Asmos. Era 14 de Nisã (corresponde a Abril, época de nossa Páscoa). O cordeiro era sacrificado à tarde (c. 15 h) e comido por pelo menos 10 pessoas, entre o pôr-do-sol e a meia-noite. Bíblia Shedd.
Pães Asmos. Esta festa simbolizava a remoção do pecado na vida dos crentes israelitas (Êx 12.14-20). A refeição da Páscoa caía no primeiro dia desta festa ..., o décimo quarto dia depois do começo do ano judaico (Êx 12.6). Bíblia de Genebra.
sacrifício do cordeiro pascal. Jesus morreu na Páscoa, a festa que celebra o modo como o sangue de um cordeiro protegeu os israelitas do juízo de Deus no Egito. A morte de Jesus mostra a profunda continuidade no plano divino da redenção (cf 1Co 5.7). Bíblia de Genebra.
13 Dois dos Seus discípulos. Pedro e João (Lc 22.8). Bíblia Shedd.
homem trazendo um cântaro de água. Podia ser facilmente indicado, porque em geral somente as mulheres carregavam potes de água. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Jesus quis manter secreto o local. Bíblia Shedd.
14 Onde é o meu salão de hóspedes ... ? (NVI). Era costume que quem tivesse um salão disponível em Jerusalém o cedesse, mediante solicitação, a qualquer peregrino que desejasse celebrar a Páscoa. Parece que Jesus tinha combinado previamente com o dono da casa. Bíblia de Estudo NVI Vida.
15 Façam ali os preparativos. Isso incluiria os alimentos para a refeição: pães sem fermento, vinho, ervas amargas, molho e o cordeiro. Bíblia de Estudo NVI Vida.
18 Comendo, reclinados à mesa (NVI). A princípio, a refeição da Páscoa era comida de pé (Êx 12.11), mas nos tempos de Jesus o costume era comê-lo em posição reclinada. Bíblia de Estudo NVI Vida.
19 Porventura, sou eu? Em gr espera-se resposta negativa. Bíblia Shedd.
20 mete comigo a mão no prato. Pão ou carne eram mergulhados numa tigela central cheia de molho.O detalhe dá ênfase à profunda traição pessoal, uma vez que a comunhão à mesa era uma prova de genuína amizade (cf. 2.16). Bíblia de Genebra.
23 deu graças (NVI). palavra "eucaristia" [Gr Eucharist, Ing Thanksgiving, cf Andrews Study Bible] deriva do termo grego usado aqui. Bíblia de Estudo NVI Vida.
26 Tendo cantado um hino. Um dos salmos (114-118 ou 136), cantado antes das duas orações finais de celebração da Páscoa. Bíblia Shedd.
28 para a Galileia. O anjo, no túmulo, lembra esta promessa e alude à negação por parte de Pedro (16.7). Bíblia de Genebra.
30 hoje. Segundo o cômputo judaico, ao pôr do sol já havia começado o sexto dia da semana, e o julgamento e a crucifixão ocorreriam antes do pôr de sol seguinte. CBASD, vol. 5, p. 717.
32 Getsêmani. Jardim ou pomar na encosta inferior do monte das Oliveiras, um dos locais prediletos de Jesus (v. Lc 22.39; Jo 18.2). O nome é hebraico e significa (prensa de azeite", lugar para espremer o azeite de oliva. Bíblia de Estudo NVI Vida.
33 E, levando consigo. Jesus levou os discípulos mais chegados, desejoso de companhia e conforto destes. Anos depois, eles escreviam tudo o que ali se passou. Bíblia Shedd.
tomado de pavor. Esta expressão é única em Marcos e expressa profundo sofrimento emocional (9.15; 16.5-6). Bíblia de Genebra.
34 vigiai. A oração alerta, urgente e relevante é o único caminho seguro para vencer a tentação (cf 1Pe 5.8s). Bíblia Shedd.
36 Aba. Uma palavra coloquial aramaica para "pai", que expressa o estreito relacionamento de Jesus com Deus, o Pai. Bíblia de Genebra.
41 Basta! Nos papiros, a palavra grega assim traduzida ocorre em recibos para indicar que o pagamento integral fora efetuado ... . Jesus quis dizer que os discípulos haviam dormido o suficiente ou que o debate desse assunto específico estava terminado. CBASD, vol. 5, p. 717.
43 turba. Era um bando composto de guardas do templo comandados por ordem do Sinédrio, juntamente com os servos (escravos) do sumo sacerdote. Bíblia Shedd.
João (18.3) mostra que pelo menos alguns soldados da corte romana estavam no grupo enviado para prender Jesus, junto com os guardas do templo. Bíblia de Estudo NVI Vida.
44 beijar. Um sinal de respeito que os discípulos mostravam para com os mestres. Depois de comer no mesmo prato (v. 20, nota), Judas agora finge submissão e respeito. Bíblia de Genebra.
48 salteador. ...em vista da acusação feita contra Jesus, em Seu julgamento (Lc 23.2), a tradução "insurrecionista" fica melhor. Bíblia de Genebra.
49 todos os dias. Temos aqui uma sugestão confirmando que o ministério de Jesus em Jerusalém foi mais amplo do que Marcos relata. Só João nos fornece dados mais completos sobre a atividade de Jesus na Judeia. Bíblia Shedd.
50 todos fugiram. O abandono vergonhoso de Jesus por parte dos discípulos adverte a futuros crentes da urgência de vigiar e orar para não escaparem de Sua presença. Bíblia Shedd.
51 um jovem. Teria sido o próprio Marcos (cf At 12.12, 25; 13.13; 15:37-39; Cl 4.10; 2Tm 4.11). Possivelmente, Judas e a turba foram primeiro à casa de Marcos (local do cenáculo, vv 14 ss) para prender a Jesus. Marcos, acordado depressa, sem tempo para vestir, os teria acompanhado até o jardim. Quase foi preso nessa ocasião. Bíblia Shedd.
55-65 É provável que tenhamos, aqui, um relatório do procedimento que houve no Sinédrio, por parte de um dos líderes que ali estivera e que mais tarde se tornou crente em Cristo (cf At 6.7). Bíblia Shedd.
61. Bendito. Uma forma de designar a Divindade, a fim de evitar o uso do sagrado nome de Yahweh (ver vol. 1, p. 149, 150). CBASD, vol. 5, p. 717.
62 És tu o Cristo, o Filho do Deus Bendito? Segundo a opinião comum dos judeus, o Messias não seria divino. Jesus reivindica Sua plena divindade. Bíblia Shedd.
65 cuspir nele. Cuspir no rosto indicava exclusão do grupo (Nm 12.14-15), como se fosse por impureza ritual. Neste ponto o Sinédrio rompeu definitivamente com Jesus. Bíblia de Genebra.
vendaram-Lhe os olhos (NVI). Uma antiga interpretação de Is 11.2-4 sustentava que o Messias podia julgar pelo olfato, sem a ajuda da vista. Bíblia de Estudo NVI Vida.
66-72 Estes vv procedem, diretamente, das palavras de Pedro, principal fonte de informações deste evangelho de Marcos. Não esqueçamos que, ainda que Pedro tivesse negado a Cristo, foi ele quem ainda teve coragem de seguir a Jesus até à corte de Caifás e ali ficar durante longas horas. A história de sua negação é contada em todos os evangelhos para mostrar a graça perdoadora do Senhor desprezado. Bíblia Shedd.
68 Não o conheço, nem sei do que você está falando (NVI). Forma comum no direito judaico de apresentar uma negação formal e jurídica. Bíblia de Estudo NVI Vida.
70 galileu. Os judeus da Judeia desprezavam os judeus da Galileia, pois eram considerados cultural e religiosamente inferiores. Os modos e o sotaque de Pedro denunciaram-no, especialmente no pátio de um aristocrata saduceu. Bíblia de Genebra.
não durante a festa. Sendo uma das festas de peregrinação dos judeus, a Páscoa levava grande número de pessoas a Jerusalém. Josefo calculou que a população de cinquenta mil aumentava para três milhões de pessoas. Ainda que esses números sejam considerados muito exagerados (duzentos e cinquenta mil é o número mais provável), havia razão para as autoridades tremerem. Bíblia de Genebra.
Pães asmos. A festa judaica que durava oito dias após a Páscoa (8.15n). Bíblia Shedd.
2 durante a festa. O grego do original indica "no meio da multidão". Bíblia Shedd.
3 uma mulher. De Jo 12.3, sabemos que era Maria, irmã e Marta e Lázaro. Bíblia Shedd.
alabastro. Alabastro é um tipo de gesso em sua forma pura ou translúcida, encontrado em depósitos de calcário, em cavernas e em saídas de correntes de água. Era usado frequentemente para se fazer vasos de unguento e era considerado um item de luxo. Bíblia de Genebra.
frasco de alabastro (NVI). Frasco lacrado com gargalo longo, o qual era partido na hora de usar o conteúdo e continha unguento suficiente para uma só aplicação. Bíblia de Estudo NVI Vida.
nardo. Perfume feito de um óleo aromático extraído da raiz de uma planta cultivada especialmente na Índia [Bíblia de Genebra: Himalaia]. Bíblia de Estudo NVI Vida.
cabeça. Em Jo 12.3 frisa-se a unção dos pés de Jesus. Bíblia Shedd.
derramou sobre a cabeça. Quando um convidado chegava a uma festa, era costume do anfitrião ungir a cabeça do convidado com perfume. Simão parece que não havia feito isso para Jesus. Andrews Study Bible.
5 trezentos denários. Quase o valor de um ano de trabalho. Bíblia Shedd.
7 tende os pobres convosco sempre. Esta não é uma determinação para negligenciar os pobres. A citação é de Dt 15:11. Neste contexto, Deus fala aos filhos de Israel que se eles obedecessem os Seus mandamentos não haveria pobre entre eles. Mas se existissem pobres, o povo deveria estender suas mãos para ajudá-los. Ao longo dos Evangelhos, Jesus sempre está ao lado dos pobres. Mas neste momento, em termos de prioridade, a mulher fez a coisa certa. Andrews Study Bible.
8 Ela fez o que pôde. Ou seja, a mulher fez o melhor uso possível do que tinha nas mãos. Isso é o que Deus espera de todos, nada mais e nada menos. CBASD - Comentários Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 716.
ungir-Me para a sepultura. Jesus se refere à unção de cadáveres, com especiarias e perfumes, amplamente praticada na Palestina naqueles dias. Bíblia de Genebra.
10 Judas. Motivado pela avareza, trai ao seu Mestre. Maria, motivada pelo amor, oferece o preciosíssimo perfume (v 3). Bíblia Shedd.
12 primeiro dia da Festa dos Pães Asmos. Era 14 de Nisã (corresponde a Abril, época de nossa Páscoa). O cordeiro era sacrificado à tarde (c. 15 h) e comido por pelo menos 10 pessoas, entre o pôr-do-sol e a meia-noite. Bíblia Shedd.
Pães Asmos. Esta festa simbolizava a remoção do pecado na vida dos crentes israelitas (Êx 12.14-20). A refeição da Páscoa caía no primeiro dia desta festa ..., o décimo quarto dia depois do começo do ano judaico (Êx 12.6). Bíblia de Genebra.
sacrifício do cordeiro pascal. Jesus morreu na Páscoa, a festa que celebra o modo como o sangue de um cordeiro protegeu os israelitas do juízo de Deus no Egito. A morte de Jesus mostra a profunda continuidade no plano divino da redenção (cf 1Co 5.7). Bíblia de Genebra.
13 Dois dos Seus discípulos. Pedro e João (Lc 22.8). Bíblia Shedd.
homem trazendo um cântaro de água. Podia ser facilmente indicado, porque em geral somente as mulheres carregavam potes de água. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Jesus quis manter secreto o local. Bíblia Shedd.
14 Onde é o meu salão de hóspedes ... ? (NVI). Era costume que quem tivesse um salão disponível em Jerusalém o cedesse, mediante solicitação, a qualquer peregrino que desejasse celebrar a Páscoa. Parece que Jesus tinha combinado previamente com o dono da casa. Bíblia de Estudo NVI Vida.
15 Façam ali os preparativos. Isso incluiria os alimentos para a refeição: pães sem fermento, vinho, ervas amargas, molho e o cordeiro. Bíblia de Estudo NVI Vida.
18 Comendo, reclinados à mesa (NVI). A princípio, a refeição da Páscoa era comida de pé (Êx 12.11), mas nos tempos de Jesus o costume era comê-lo em posição reclinada. Bíblia de Estudo NVI Vida.
19 Porventura, sou eu? Em gr espera-se resposta negativa. Bíblia Shedd.
20 mete comigo a mão no prato. Pão ou carne eram mergulhados numa tigela central cheia de molho.O detalhe dá ênfase à profunda traição pessoal, uma vez que a comunhão à mesa era uma prova de genuína amizade (cf. 2.16). Bíblia de Genebra.
23 deu graças (NVI). palavra "eucaristia" [Gr Eucharist, Ing Thanksgiving, cf Andrews Study Bible] deriva do termo grego usado aqui. Bíblia de Estudo NVI Vida.
26 Tendo cantado um hino. Um dos salmos (114-118 ou 136), cantado antes das duas orações finais de celebração da Páscoa. Bíblia Shedd.
28 para a Galileia. O anjo, no túmulo, lembra esta promessa e alude à negação por parte de Pedro (16.7). Bíblia de Genebra.
30 hoje. Segundo o cômputo judaico, ao pôr do sol já havia começado o sexto dia da semana, e o julgamento e a crucifixão ocorreriam antes do pôr de sol seguinte. CBASD, vol. 5, p. 717.
32 Getsêmani. Jardim ou pomar na encosta inferior do monte das Oliveiras, um dos locais prediletos de Jesus (v. Lc 22.39; Jo 18.2). O nome é hebraico e significa (prensa de azeite", lugar para espremer o azeite de oliva. Bíblia de Estudo NVI Vida.
33 E, levando consigo. Jesus levou os discípulos mais chegados, desejoso de companhia e conforto destes. Anos depois, eles escreviam tudo o que ali se passou. Bíblia Shedd.
tomado de pavor. Esta expressão é única em Marcos e expressa profundo sofrimento emocional (9.15; 16.5-6). Bíblia de Genebra.
34 vigiai. A oração alerta, urgente e relevante é o único caminho seguro para vencer a tentação (cf 1Pe 5.8s). Bíblia Shedd.
36 Aba. Uma palavra coloquial aramaica para "pai", que expressa o estreito relacionamento de Jesus com Deus, o Pai. Bíblia de Genebra.
41 Basta! Nos papiros, a palavra grega assim traduzida ocorre em recibos para indicar que o pagamento integral fora efetuado ... . Jesus quis dizer que os discípulos haviam dormido o suficiente ou que o debate desse assunto específico estava terminado. CBASD, vol. 5, p. 717.
43 turba. Era um bando composto de guardas do templo comandados por ordem do Sinédrio, juntamente com os servos (escravos) do sumo sacerdote. Bíblia Shedd.
João (18.3) mostra que pelo menos alguns soldados da corte romana estavam no grupo enviado para prender Jesus, junto com os guardas do templo. Bíblia de Estudo NVI Vida.
44 beijar. Um sinal de respeito que os discípulos mostravam para com os mestres. Depois de comer no mesmo prato (v. 20, nota), Judas agora finge submissão e respeito. Bíblia de Genebra.
48 salteador. ...em vista da acusação feita contra Jesus, em Seu julgamento (Lc 23.2), a tradução "insurrecionista" fica melhor. Bíblia de Genebra.
49 todos os dias. Temos aqui uma sugestão confirmando que o ministério de Jesus em Jerusalém foi mais amplo do que Marcos relata. Só João nos fornece dados mais completos sobre a atividade de Jesus na Judeia. Bíblia Shedd.
50 todos fugiram. O abandono vergonhoso de Jesus por parte dos discípulos adverte a futuros crentes da urgência de vigiar e orar para não escaparem de Sua presença. Bíblia Shedd.
51 um jovem. Teria sido o próprio Marcos (cf At 12.12, 25; 13.13; 15:37-39; Cl 4.10; 2Tm 4.11). Possivelmente, Judas e a turba foram primeiro à casa de Marcos (local do cenáculo, vv 14 ss) para prender a Jesus. Marcos, acordado depressa, sem tempo para vestir, os teria acompanhado até o jardim. Quase foi preso nessa ocasião. Bíblia Shedd.
55-65 É provável que tenhamos, aqui, um relatório do procedimento que houve no Sinédrio, por parte de um dos líderes que ali estivera e que mais tarde se tornou crente em Cristo (cf At 6.7). Bíblia Shedd.
61. Bendito. Uma forma de designar a Divindade, a fim de evitar o uso do sagrado nome de Yahweh (ver vol. 1, p. 149, 150). CBASD, vol. 5, p. 717.
62 És tu o Cristo, o Filho do Deus Bendito? Segundo a opinião comum dos judeus, o Messias não seria divino. Jesus reivindica Sua plena divindade. Bíblia Shedd.
65 cuspir nele. Cuspir no rosto indicava exclusão do grupo (Nm 12.14-15), como se fosse por impureza ritual. Neste ponto o Sinédrio rompeu definitivamente com Jesus. Bíblia de Genebra.
vendaram-Lhe os olhos (NVI). Uma antiga interpretação de Is 11.2-4 sustentava que o Messias podia julgar pelo olfato, sem a ajuda da vista. Bíblia de Estudo NVI Vida.
66-72 Estes vv procedem, diretamente, das palavras de Pedro, principal fonte de informações deste evangelho de Marcos. Não esqueçamos que, ainda que Pedro tivesse negado a Cristo, foi ele quem ainda teve coragem de seguir a Jesus até à corte de Caifás e ali ficar durante longas horas. A história de sua negação é contada em todos os evangelhos para mostrar a graça perdoadora do Senhor desprezado. Bíblia Shedd.
68 Não o conheço, nem sei do que você está falando (NVI). Forma comum no direito judaico de apresentar uma negação formal e jurídica. Bíblia de Estudo NVI Vida.
70 galileu. Os judeus da Judeia desprezavam os judeus da Galileia, pois eram considerados cultural e religiosamente inferiores. Os modos e o sotaque de Pedro denunciaram-no, especialmente no pátio de um aristocrata saduceu. Bíblia de Genebra.
sexta-feira, 12 de dezembro de 2014
A Semana da Paixão
1. Sexta-feira - A chegada em Betânia. Jo 12.1
Jesus chegou a Betânia seis dias antes da Páscoa, a fim de passar uns dias com Seus amigos, Maria, Marta e Lázaro.
2. Sábado - Dia de repouso.
Não mencionado nos evangelhos.
3. Domingo - A entrada triunfal. Mt 21.1-11; Mc 11.1-11; Lc 19.28-44; Jo 12.12-29
No primeiro dia da semana, Jesus entrou em Jerusalém cavalgando um jumento, cumprindo uma profecia antiga (Zc 9.9).
A multidão deu-lhe as boas vindas, dizendo "Hosana" e as palavras de Sl 118.25, 26, atribuindo a Ele, portanto, um título messiânico como agente do Senhor, o Rei vindouro de Israel.
4. Segunda-feira - Purificação do Templo. Mt 21.10-17; Mc 11.15-18; Lc 19.45-48
No dia seguinte, voltou ao templo e viu o átrio dos gentios cheio de comerciantes e cambistas faturando lucros pesados ao distribuírem moedas judaicas em troca do dinheiro "pagão".
Jesus expulsou-os e derrubou as suas mesas.
5. Terça-feira - Dia de controvérsia e parábolas. Mt 21.23; Mc 11.27-13.37; Lc 20.1-21-36
Em Jerusalém: Jesus evitou as ciladas montadas pelos sacerdotes;
No Monte das Oliveiras, com vista para Jerusalém: ensinou em parábolas e advertiu o povo a respeito dos fariseus.
Predisse a destruição do grande templo de Herodes e relatou aos discípulos os acontecimentos que haveriam de se dar no futuro, dentre os quais a Sua própria volta.
6. Quarta-feira
Não mencionado nos evangelhos.
7. Quinta-feira - Páscoa/Última ceia. Mt 26.17-30; Mc 14.12-26; Lc 22.7-23; Jo 13.1-30
Num cenáculo, Jesus preparou a Si mesmo e a seus discípulos para a morte que Ele experimentaria.
Deu novo sentido à refeição da Páscoa. O pão e o cálice do vinho representavam seu corpo, que em breve seria sacrificado, e seu sangue, que em breve seria derramado. E assim Ele instituiu a "Ceia do Senhor".
Depois de cantarem um hino, saíram até o jardim do Getsêmani, onde Jesus orou em agonia, sabendo o que O aguardava.
8. Sexta-feira - Crucificação. Mt 27.1-66; Mc 15.1-47; Lc 22.66-23.56; Jo 18.28-19.37
Depois de ter sido traído, detido, abandonado, processado ilegalmente, negado, condenado, açoitado e ter sofrido zombarias, Jesus foi obrigado a carregar Sua cruz até o "Lugar da Caveira", onde foi crucificado com dois outros presos.
9. Sábado - No túmulo.
O corpo de Jesus foi colocado no túmulo antes das 18 horas, ao fim da sexta-feira, quando se iniciava o sábado e todo o trabalho cessava, e ficou no túmulo todo o sábado.
10. Domingo - Ressurreição. Mt 28.1-13; Mc 16.1-20; Lc 21.1-49; Jo 20.1-31
Cedo de manhã, algumas mulheres foram até o túmulo e descobriram que a pedra que fechava a entrada havia sido revolvida.
Um anjo contou-lhes que Jesus estava vivo e deu-lhes um recado.
Jesus apareceu a Maria Madalena no jardim, a Pedro, a dois discípulos no caminho de Emaús e, mais tarde naquele dia, a todos os discípulos, exceto Tomé.
Ficou assim demonstrada a veracidade da Sua ressurreição.
Fonte: Bíblia de Estudo NVI Vida.
Jesus chegou a Betânia seis dias antes da Páscoa, a fim de passar uns dias com Seus amigos, Maria, Marta e Lázaro.
2. Sábado - Dia de repouso.
Não mencionado nos evangelhos.
3. Domingo - A entrada triunfal. Mt 21.1-11; Mc 11.1-11; Lc 19.28-44; Jo 12.12-29
No primeiro dia da semana, Jesus entrou em Jerusalém cavalgando um jumento, cumprindo uma profecia antiga (Zc 9.9).
A multidão deu-lhe as boas vindas, dizendo "Hosana" e as palavras de Sl 118.25, 26, atribuindo a Ele, portanto, um título messiânico como agente do Senhor, o Rei vindouro de Israel.
4. Segunda-feira - Purificação do Templo. Mt 21.10-17; Mc 11.15-18; Lc 19.45-48
No dia seguinte, voltou ao templo e viu o átrio dos gentios cheio de comerciantes e cambistas faturando lucros pesados ao distribuírem moedas judaicas em troca do dinheiro "pagão".
Jesus expulsou-os e derrubou as suas mesas.
5. Terça-feira - Dia de controvérsia e parábolas. Mt 21.23; Mc 11.27-13.37; Lc 20.1-21-36
Em Jerusalém: Jesus evitou as ciladas montadas pelos sacerdotes;
No Monte das Oliveiras, com vista para Jerusalém: ensinou em parábolas e advertiu o povo a respeito dos fariseus.
Predisse a destruição do grande templo de Herodes e relatou aos discípulos os acontecimentos que haveriam de se dar no futuro, dentre os quais a Sua própria volta.
6. Quarta-feira
Não mencionado nos evangelhos.
Num cenáculo, Jesus preparou a Si mesmo e a seus discípulos para a morte que Ele experimentaria.
Deu novo sentido à refeição da Páscoa. O pão e o cálice do vinho representavam seu corpo, que em breve seria sacrificado, e seu sangue, que em breve seria derramado. E assim Ele instituiu a "Ceia do Senhor".
Depois de cantarem um hino, saíram até o jardim do Getsêmani, onde Jesus orou em agonia, sabendo o que O aguardava.
8. Sexta-feira - Crucificação. Mt 27.1-66; Mc 15.1-47; Lc 22.66-23.56; Jo 18.28-19.37
Depois de ter sido traído, detido, abandonado, processado ilegalmente, negado, condenado, açoitado e ter sofrido zombarias, Jesus foi obrigado a carregar Sua cruz até o "Lugar da Caveira", onde foi crucificado com dois outros presos.
9. Sábado - No túmulo.
O corpo de Jesus foi colocado no túmulo antes das 18 horas, ao fim da sexta-feira, quando se iniciava o sábado e todo o trabalho cessava, e ficou no túmulo todo o sábado.
10. Domingo - Ressurreição. Mt 28.1-13; Mc 16.1-20; Lc 21.1-49; Jo 20.1-31
Cedo de manhã, algumas mulheres foram até o túmulo e descobriram que a pedra que fechava a entrada havia sido revolvida.
Um anjo contou-lhes que Jesus estava vivo e deu-lhes um recado.
Jesus apareceu a Maria Madalena no jardim, a Pedro, a dois discípulos no caminho de Emaús e, mais tarde naquele dia, a todos os discípulos, exceto Tomé.
Ficou assim demonstrada a veracidade da Sua ressurreição.
Fonte: Bíblia de Estudo NVI Vida.
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quinta-feira, 27 de novembro de 2014
Mateus 26 - Comentários selecionados
1 todos estes ensinamentos. Ou seja, o discurso sobre os sinais da prometida segunda vinda, e as parábolas relatadas nos caps. 24 e 25. CBASD - Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 555.
3-5 Trata-se de uma reunião do Sinédrio (Supremo Tribunal dos judeus) na época da Páscoa. Bíblia Shedd.
3-15 O mais provável ... é que os incidentes registrados nos v. 3 a 15 [O plano para tirar a vida de Jesus e a unção de Jesus em Betânia] tenham ocorrido na noite do sábado anterior. No entanto, Mateus os coloca aqui por causa de sua influência significativa na traição de Jesus. CBASD, vol. 5, p. 555, 556.
5 para que não haja tumulto. Centenas de milhares de peregrinos judeus subiam a Jerusalém para a Páscoa, e os tumultos eram uma possibilidade real. Os líderes religiosos sabiam que muitas pessoas admiravam Jesus. Bíblia de Estudo NVI Vida.
8 indignaram-se os discípulos. João registra a objeção hipócrita de Judas (Jo 12.4-6) e Mateus indica que os outros concordaram com ele. Bíblia de Genebra.
14 Então ... Judas Iscariotes, indo ter. O sermão na sinagoga de Cafarnaum, cerca de um ano antes (Jo 6:22-65), tinha sido o ponto crucial na história de Judas (DTN, 719). Embora exteriormente ele tenha permanecido com os doze, em seu coração ele havia abandonado a Jesus. Aqui a exaltação por parte de Cristo do ato de devoção de Maria, no jantar de Simão, foi uma condenação indireta da atitude de Judas e o impulsionou à ação (DTN, 563, 564, 720). CBASD, vol. 5, p. 558.
15 eu vo-Lo entregarei. A oferta de Judas resolveu o dilema dos líderes em Jerusalém. Eles queriam silenciar Jesus, mas estavam paralisados pelo medo do povo (ver com. do v. 5). O problema deles era como levar Jesus em custódia sem provocar uma revolta popular em Seu favor. ... Judas proveu o elo que faltava na trama sacerdotal para prender Jesus de forma conveniente (Mc 14:11), "sem tumulto" (Lc 22:6; cf. Mc 14:1, 2). Não é admirar que os sacerdotes e anciãos "alegraram-se" (Mc 14:11). CBASD, vol. 5, p. 558.
trinta peças [moedas] de prata. Aproximadamente 120 dias de trabalho. Andrews Study Bible.
O valor legal do resgate de uma vida humana, o preço de um escravo. Bíblia Shedd.
17 pães asmos. Na época da Páscoa, celebravam-se sete dias de pães asmos (sem fermento), em memória da saída apressada do Egito, quando não se podia preparar pães para a viagem, e os israelitas levaram consigo a massa antes que levedasse (Êx 12.34). Durante esta época, removia-se qualquer sinal de levedura das casas, sinal de purificação da podridão do pecado (cf. 16.6). Bíblia Shedd.
18-30 Esses versículos mostram claramente que Jesus comeu a refeição da Páscoa com Seus discípulos na noite anterior à crucificação. Bíblia de Estudo NVI Vida.
20 a tarde. Jesus ia celebrar a Páscoa com um dia de antecedência, pois no dia oficial do feriado religioso nacional de Páscoa, Ele mesmo estaria sendo retirado, morto, da Cruz, o Cordeiro de Deus imolado. Bíblia Shedd.
23 comeu comigo do mesmo prato (NVI). Era costume - ainda praticado por alguns no Oriente Médio - pegar um pedaço de pão, ou de carne envolto em pão, e mergulhá-lo numa tigela de molho sobre a mesa (feito de frutas cozidas). Bíblia de Estudo NVI Vida.
há de me trair (NVI). Naquela cultura, assim como entre os árabes hoje, comer junto com uma pessoas equivalia a dizer: "Sou seu amigo e não lhe farei nenhum mal". Esse fato tornou o ato de Judas ainda mais desprezível. Bíblia de Estudo NVI Vida.
24 ai. O fato de as Escrituras terem predito a conspiração de Judas em nada o absolveu de sua responsabilidade pessoal no assunto. Deus não o havia predestinado a trair o Mestre. A decisão de Judas foi uma escolha deliberada de sua parte. CBASD, vol. 5, p. 558.
26-29 Na antiga aliança, a refeição da Páscoa era uma celebração do livramento de Israel da escravidão do Egito. Ao transformar Sua última refeição pascal na instituição da Ceia do Senhor, Jesus mostra o constante enfoque na redenção, através de toda a revelação de Deus. A Ceia do Senhor demonstra a continuidade essencial que há entre a antiga e a nova aliança, revelando que o verdadeiro significado da Páscoa está no livramento efetuado pela morte de Jesus. Bíblia de Genebra.
26 isto é o Meu corpo. No Catolicismo Romano, estas palavras são citadas como base da doutrina da transubstanciação, que ensina que os atributos físicos esternos do pão e do vinho permanecem imutáveis, enquanto a essência invisível é transformada no corpo e sangue de Cristo. Calvino e outros Reformadores reconheceram que os elementos (pão e vinho) representam o corpo e o sangue de Cristo [destaque acrescentado]. Jesus disse estas palavras estando fisicamente presente com os seus discípulos, de modo que uma identificação literal dos elementos com a substância física de Jesus não podia ter ocorrida aos discípulos. Bíblia de Genebra.
Alguns tem interpretado literalmente esta afirmação simbólica de Jesus, aparentemente esquecendo que Ele, muitas vezes, falou em sentido figurado em relação a Si mesmo. Por exemplo, "Eu sou a porta" (Jo 10:7) e "o caminho" (Jo 14:6). Mas é lógico que Ele não estava se transformando assim numa porta ou num caminho. O verbo "é" na frase "é o Meu corpo", é usado no sentido de "representar". CBASD, vol. 5, p. 562.
28 Aliança. O sangue que Jesus derramou no Calvário validou a "nova aliança" ou "testamento" assim como o sangue de bois ratificava a antiga aliança (Êx 24:5-8; Hb 9:12-23; cf Gl 3:15). Sem a morte vicária de Cristo, o plano de salvação nunca teria se tornado uma realidade. mesmo os que foram salvos no tempo do Antigo Testamento o foram salvos em virtude do sacrifício então por vir (Hb 9:15). Eles foram salvos ao olhar pela fé para o que ainda estava no futuro, assim como as pessoas encontram a salvação hoje, olhando para a morte de Cristo no passado. CBASD, vol. 5, p. 562.
29 reino de Meu Pai. Fazemos injustiça ao serviço da Comunhão se o celebramos apenas com corações tristes e sombrios. Como a antiga Páscoa [Passover], ela é uma celebração do que Deus fez para libertar Seu povo do estado de pecado e o que Ele fará para nos libertar do mundo de pecado. Os cristãos deveriam, portanto, participar do serviço com respeito, reverência e alegria. Andrews Study Bible.
30 hino. A comunhão da Páscoa terminava com a segunda metade dos salmos de hallel ("louvor") (Sl 115-118). Bíblia de Estudo NVI Vida.
36 Getsêmani. O nome significa "prensa do azeite", lugar em que o azeite é extraído da oliva. Bíblia de Estudo NVI Vida.
38, 39. Jesus não morreu de modo tão sereno quanto muitos mártires, justamente por não ser um mero mártir: era o Cordeiro de Deus que carregava sobre Si a punição dos pecados de toda a espécie humana. a ira de Deus foi desencadeada contra Ele. Somente isso pode explicar satisfatoriamente o que aconteceu no Getsêmani. Bíblia de Estudo NVI Vida.
38 profundamente triste. Não é possível compreender a tristeza profunda e a dor misteriosa que se abateu sobre Jesus quando Ele entrou no jardim do Getsêmani. Essa estranha tristeza confundiu os discípulos. ... Em parte, o sofrimento era físico, mas isso era apenas o reflexo visível do sofrimento infinito de Cristo como o portador dos pecados do mundo. CBASD, vol. 5, p. 564.
39 cálice. Jesus está horrorizado diante da perspectiva de suportar a ira de Seu Pai. Jesus tinha de enfrentar a morte sabendo que Seu Pai não estaria com Ele, mas contra Ele, em ira e juízo. Bíblia de Genebra.
49 beijou. Gr kataphilein, "beijar com ardor ou com abraços", o mesmo verbo usado com referência ao pai do filho pródigo, quando ele recebeu a este último com amor (Lc 15.20). Bíblia Shedd.
51 cortou-lhe a orelha. Pedro provavelmente tinha a intenção de cortar a cabeça do homem, mas uma mão invisível teria desviado o golpe. Apenas Lucas registra a recuperação milagrosa da orelha decepada. CBASD, vol. 5, p. 567.
57 Caifás. Jo 18.13 diz que, em primeiro lugar, Jesus foi conduzido a Anás, sogro de Caifás, devido ao fato de os judeus considerarem-no sumo sacerdote, mesmo depois de as autoridades civis terem nomeado Caifás, contrariamente à lei. Bíblia Shedd.
65 rasgou suas vestes. Era proibido ao sumo sacerdote rasgar suas roupas (Lv 10:6; 21:10). Andrews Study Bible.
... porque elas representavam o caráter perfeito de Jesus Cristo (DTN, 709). Caifás, assim, condenou a si mesmo diante da própria lei que defendia e se desqualificou para servir como sumo sacerdote. CBASD, vol. 5, p. 571.
69-75 Todos os evangelhos registram o incidente [traição de Pedro], mostrando quão profundamente ele impressionou a mente da igreja primitiva. É um testemunho tanto da fraqueza humana quanto da grandeza da misericórdia de Deus. Bíblia de Genebra.
74 jurar. Esta não é uma linguagem suja. Significa jurar no sentido de fazer um juramento em um tribunal. Adicionalmente, Pedro parece estar "amaldiçoando" no sentido de invocar uma maldição sobre si mesmo se suas palavras não forem verdadeiras (ver 5:34-37). Andrews Study Bible.
75 chorou amargamente. Ou, "irrompeu em lágrimas". Se Pedro tivesse acatado com seriedade a admoestação de Jesus para "vigiar e orar" (v. 41), ele nunca teria proferido as palavras traiçoeiras pelas quais derramava lágrimas. Mas, embora parecesse a Pedro que tudo estava perdido, incluindo a si mesmo, o amor do Salvador o ergueu e o resgatou de forma segura através de sua trágica experiência. Nenhuma hora é tão escura, nenhuma mágoa ou derrota tão amarga que a luz do amor de Jesus não possa fortalecer e salvar o perdido (ver DTN, 382). CBASD, vol. 5, p. 573.
3-5 Trata-se de uma reunião do Sinédrio (Supremo Tribunal dos judeus) na época da Páscoa. Bíblia Shedd.
3-15 O mais provável ... é que os incidentes registrados nos v. 3 a 15 [O plano para tirar a vida de Jesus e a unção de Jesus em Betânia] tenham ocorrido na noite do sábado anterior. No entanto, Mateus os coloca aqui por causa de sua influência significativa na traição de Jesus. CBASD, vol. 5, p. 555, 556.
5 para que não haja tumulto. Centenas de milhares de peregrinos judeus subiam a Jerusalém para a Páscoa, e os tumultos eram uma possibilidade real. Os líderes religiosos sabiam que muitas pessoas admiravam Jesus. Bíblia de Estudo NVI Vida.
8 indignaram-se os discípulos. João registra a objeção hipócrita de Judas (Jo 12.4-6) e Mateus indica que os outros concordaram com ele. Bíblia de Genebra.
14 Então ... Judas Iscariotes, indo ter. O sermão na sinagoga de Cafarnaum, cerca de um ano antes (Jo 6:22-65), tinha sido o ponto crucial na história de Judas (DTN, 719). Embora exteriormente ele tenha permanecido com os doze, em seu coração ele havia abandonado a Jesus. Aqui a exaltação por parte de Cristo do ato de devoção de Maria, no jantar de Simão, foi uma condenação indireta da atitude de Judas e o impulsionou à ação (DTN, 563, 564, 720). CBASD, vol. 5, p. 558.
15 eu vo-Lo entregarei. A oferta de Judas resolveu o dilema dos líderes em Jerusalém. Eles queriam silenciar Jesus, mas estavam paralisados pelo medo do povo (ver com. do v. 5). O problema deles era como levar Jesus em custódia sem provocar uma revolta popular em Seu favor. ... Judas proveu o elo que faltava na trama sacerdotal para prender Jesus de forma conveniente (Mc 14:11), "sem tumulto" (Lc 22:6; cf. Mc 14:1, 2). Não é admirar que os sacerdotes e anciãos "alegraram-se" (Mc 14:11). CBASD, vol. 5, p. 558.
trinta peças [moedas] de prata. Aproximadamente 120 dias de trabalho. Andrews Study Bible.
O valor legal do resgate de uma vida humana, o preço de um escravo. Bíblia Shedd.
17 pães asmos. Na época da Páscoa, celebravam-se sete dias de pães asmos (sem fermento), em memória da saída apressada do Egito, quando não se podia preparar pães para a viagem, e os israelitas levaram consigo a massa antes que levedasse (Êx 12.34). Durante esta época, removia-se qualquer sinal de levedura das casas, sinal de purificação da podridão do pecado (cf. 16.6). Bíblia Shedd.
18-30 Esses versículos mostram claramente que Jesus comeu a refeição da Páscoa com Seus discípulos na noite anterior à crucificação. Bíblia de Estudo NVI Vida.
20 a tarde. Jesus ia celebrar a Páscoa com um dia de antecedência, pois no dia oficial do feriado religioso nacional de Páscoa, Ele mesmo estaria sendo retirado, morto, da Cruz, o Cordeiro de Deus imolado. Bíblia Shedd.
23 comeu comigo do mesmo prato (NVI). Era costume - ainda praticado por alguns no Oriente Médio - pegar um pedaço de pão, ou de carne envolto em pão, e mergulhá-lo numa tigela de molho sobre a mesa (feito de frutas cozidas). Bíblia de Estudo NVI Vida.
há de me trair (NVI). Naquela cultura, assim como entre os árabes hoje, comer junto com uma pessoas equivalia a dizer: "Sou seu amigo e não lhe farei nenhum mal". Esse fato tornou o ato de Judas ainda mais desprezível. Bíblia de Estudo NVI Vida.
24 ai. O fato de as Escrituras terem predito a conspiração de Judas em nada o absolveu de sua responsabilidade pessoal no assunto. Deus não o havia predestinado a trair o Mestre. A decisão de Judas foi uma escolha deliberada de sua parte. CBASD, vol. 5, p. 558.
26-29 Na antiga aliança, a refeição da Páscoa era uma celebração do livramento de Israel da escravidão do Egito. Ao transformar Sua última refeição pascal na instituição da Ceia do Senhor, Jesus mostra o constante enfoque na redenção, através de toda a revelação de Deus. A Ceia do Senhor demonstra a continuidade essencial que há entre a antiga e a nova aliança, revelando que o verdadeiro significado da Páscoa está no livramento efetuado pela morte de Jesus. Bíblia de Genebra.
26 isto é o Meu corpo. No Catolicismo Romano, estas palavras são citadas como base da doutrina da transubstanciação, que ensina que os atributos físicos esternos do pão e do vinho permanecem imutáveis, enquanto a essência invisível é transformada no corpo e sangue de Cristo. Calvino e outros Reformadores reconheceram que os elementos (pão e vinho) representam o corpo e o sangue de Cristo [destaque acrescentado]. Jesus disse estas palavras estando fisicamente presente com os seus discípulos, de modo que uma identificação literal dos elementos com a substância física de Jesus não podia ter ocorrida aos discípulos. Bíblia de Genebra.
Alguns tem interpretado literalmente esta afirmação simbólica de Jesus, aparentemente esquecendo que Ele, muitas vezes, falou em sentido figurado em relação a Si mesmo. Por exemplo, "Eu sou a porta" (Jo 10:7) e "o caminho" (Jo 14:6). Mas é lógico que Ele não estava se transformando assim numa porta ou num caminho. O verbo "é" na frase "é o Meu corpo", é usado no sentido de "representar". CBASD, vol. 5, p. 562.
28 Aliança. O sangue que Jesus derramou no Calvário validou a "nova aliança" ou "testamento" assim como o sangue de bois ratificava a antiga aliança (Êx 24:5-8; Hb 9:12-23; cf Gl 3:15). Sem a morte vicária de Cristo, o plano de salvação nunca teria se tornado uma realidade. mesmo os que foram salvos no tempo do Antigo Testamento o foram salvos em virtude do sacrifício então por vir (Hb 9:15). Eles foram salvos ao olhar pela fé para o que ainda estava no futuro, assim como as pessoas encontram a salvação hoje, olhando para a morte de Cristo no passado. CBASD, vol. 5, p. 562.
29 reino de Meu Pai. Fazemos injustiça ao serviço da Comunhão se o celebramos apenas com corações tristes e sombrios. Como a antiga Páscoa [Passover], ela é uma celebração do que Deus fez para libertar Seu povo do estado de pecado e o que Ele fará para nos libertar do mundo de pecado. Os cristãos deveriam, portanto, participar do serviço com respeito, reverência e alegria. Andrews Study Bible.
30 hino. A comunhão da Páscoa terminava com a segunda metade dos salmos de hallel ("louvor") (Sl 115-118). Bíblia de Estudo NVI Vida.
36 Getsêmani. O nome significa "prensa do azeite", lugar em que o azeite é extraído da oliva. Bíblia de Estudo NVI Vida.
38, 39. Jesus não morreu de modo tão sereno quanto muitos mártires, justamente por não ser um mero mártir: era o Cordeiro de Deus que carregava sobre Si a punição dos pecados de toda a espécie humana. a ira de Deus foi desencadeada contra Ele. Somente isso pode explicar satisfatoriamente o que aconteceu no Getsêmani. Bíblia de Estudo NVI Vida.
38 profundamente triste. Não é possível compreender a tristeza profunda e a dor misteriosa que se abateu sobre Jesus quando Ele entrou no jardim do Getsêmani. Essa estranha tristeza confundiu os discípulos. ... Em parte, o sofrimento era físico, mas isso era apenas o reflexo visível do sofrimento infinito de Cristo como o portador dos pecados do mundo. CBASD, vol. 5, p. 564.
39 cálice. Jesus está horrorizado diante da perspectiva de suportar a ira de Seu Pai. Jesus tinha de enfrentar a morte sabendo que Seu Pai não estaria com Ele, mas contra Ele, em ira e juízo. Bíblia de Genebra.
49 beijou. Gr kataphilein, "beijar com ardor ou com abraços", o mesmo verbo usado com referência ao pai do filho pródigo, quando ele recebeu a este último com amor (Lc 15.20). Bíblia Shedd.
51 cortou-lhe a orelha. Pedro provavelmente tinha a intenção de cortar a cabeça do homem, mas uma mão invisível teria desviado o golpe. Apenas Lucas registra a recuperação milagrosa da orelha decepada. CBASD, vol. 5, p. 567.
57 Caifás. Jo 18.13 diz que, em primeiro lugar, Jesus foi conduzido a Anás, sogro de Caifás, devido ao fato de os judeus considerarem-no sumo sacerdote, mesmo depois de as autoridades civis terem nomeado Caifás, contrariamente à lei. Bíblia Shedd.
65 rasgou suas vestes. Era proibido ao sumo sacerdote rasgar suas roupas (Lv 10:6; 21:10). Andrews Study Bible.
... porque elas representavam o caráter perfeito de Jesus Cristo (DTN, 709). Caifás, assim, condenou a si mesmo diante da própria lei que defendia e se desqualificou para servir como sumo sacerdote. CBASD, vol. 5, p. 571.
69-75 Todos os evangelhos registram o incidente [traição de Pedro], mostrando quão profundamente ele impressionou a mente da igreja primitiva. É um testemunho tanto da fraqueza humana quanto da grandeza da misericórdia de Deus. Bíblia de Genebra.
74 jurar. Esta não é uma linguagem suja. Significa jurar no sentido de fazer um juramento em um tribunal. Adicionalmente, Pedro parece estar "amaldiçoando" no sentido de invocar uma maldição sobre si mesmo se suas palavras não forem verdadeiras (ver 5:34-37). Andrews Study Bible.
75 chorou amargamente. Ou, "irrompeu em lágrimas". Se Pedro tivesse acatado com seriedade a admoestação de Jesus para "vigiar e orar" (v. 41), ele nunca teria proferido as palavras traiçoeiras pelas quais derramava lágrimas. Mas, embora parecesse a Pedro que tudo estava perdido, incluindo a si mesmo, o amor do Salvador o ergueu e o resgatou de forma segura através de sua trágica experiência. Nenhuma hora é tão escura, nenhuma mágoa ou derrota tão amarga que a luz do amor de Jesus não possa fortalecer e salvar o perdido (ver DTN, 382). CBASD, vol. 5, p. 573.
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