4 descobriram o eirado. Literalmente, "destelharam o telhado". Lucas 5:19 registra que eles "por entre as telhas, o baixaram" (ARC). Como é comum no Oriente Médio, a casa tinha um terraço plano e uma escada externa no pátio lhe dava acesso. CBASD - Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 630
A casa típica da Palestina tinha telhado plano, acessível por uma escada externa. Muitas vezes o telhado era de uma camada grossa de barro (compactada com um rolo compressor de pedra), apoiada por esteiras feitas de ramos e sustentadas por vigas de madeira. Bíblia de Estudo NVI Vida.
6 alguns dos escribas. ...esses líderes religiosos eram exatamente das regiões em que Jesus havia trabalhado até então, ... eles estavam em Cafarnaum para investigar Aquele que havia se tornado o centro desse intenso interesse público. A situação lembra a delegação que os líderes em Jerusalém enviaram ao Jordão para investigar a obra de João Batista (Jo 1:19-28). CBASD, vol. 5, p. 630, 631.
7 Está blasfemando! Quem pode perdoar pecados, a não ser Deus? (NVI). Na teologia judaica, nem sequer o Messias podia perdoar pecados, e o perdão dos pecados por Jesus oferecido era uma reivindicação da Sua própria divindade. Bíblia de Estudo NVI Vida.
9 Para Jesus, era infinitamente mais fácil curar ao doente do que absolver os seus pecadores, pois que Seu perdão dependeria do sacrifício de Si mesmo. Bíblia Shedd.
14 coletoria. A coletoria em que Jesus encontrou Levi era provavelmente um guichê de pedágios na estrada internacional mais importante que ia de Damasco por meio de Cafarnaum até o litoral do Mediterrâneo [Ptolemaida/Aco], de onde seguia para o Egito. Bíblia de Estudo NVI Vida.
15 pecadores. O termo "pecadores" incluía mais do que os moralmente imperfeitos. Qualquer um que não aderisse ao rígido padrão ou pureza ritual era um pecador. Portanto, todos os pobres e o povo comum eram classificados como "pecadores". Andrews Study Bible.
18 jejuando. Nos tempos de Jesus, os fariseus jejuavam duas vezes por semana. Bíblia de Estudo NVI Vida.
19 Como podem os convidados do noivo jejuar enquanto este está com eles? Jesus comparou seus discípulos aos convidados de um noivo. O casamento judaico era uma ocasião de especial regozijo, e a sua celebração durava uma semana em muitos casos. Era impensável jejuar durante essas festividades, porque o jejum está relacionado à tristeza. Bíblia de Estudo NVI Vida.
25 Ele lhes respondeu: Nunca lestes ... ? A pergunta de Jesus sugere uma crítica irônica ao conhecimento que os fariseus tinham das Escrituras (Jo 3.10; 5.39,47). Jesus não se justifica deixando as Escrituras de lado, mas revela conhecer sua profundidade e sua adequação às necessidades humanas. Bíblia de Genebra.
27 O sábado foi feito por causa do homem, e não o homem por causa do sábado. A tradição judaica tinha multiplicado de tal maneira as exigências e restrições para a guarda do sábado, que o fardo se tornara intolerável. Jesus deixava de lado essas tradições e realçava o propósito que Deus tinha no sábado - um dia planejado para o bem do homem (para a restauração espiritual, mental e física). Bíblia de Estudo NVI Vida.
28 Senhor ... do sábado. Ao se proclamar como o Senhor do sábado, Jesus está também afirmando que este é o Seu dia. Portanto, o sábado do sétimo dia é o único "Dia do Senhor". Ver também Mt 12:8; Apoc. 1:10. Andrews Study Bible.
Outra vez (cf. v. 10) Jesus declara Sua autoridade como Filho do Homem que traz bênçãos, esta vez como Mediador da lei do Antigo Testamento referente ao sábado. Esta reivindicação é feita contra tradições que tinham tornado em peso o quarto mandamento que é estimulador da vida (Êx 20.8-11). Desde que o sábado foi instituído na criação e não apenas sob Moisés, o Senhor do sábado é também Senhor da criação. Bíblia de Genebra.
Plano mundial de Reavivamento e Reforma, pela leitura devocional de um capítulo da Bíblia por dia. De abril de 2012 a julho de 2015.
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segunda-feira, 1 de dezembro de 2014
Marcos 2 - Comentários selecionados
sábado, 11 de outubro de 2014
Sofonias 2
Comentário devocional:
No início do capítulo dois o profeta Sofonias enfaticamente pede ao seu povo para que se unam. Ele usa a expressão ANTES QUE três vezes no versículo 2, referindo-se à urgência do assunto. Ele enfatiza que o dia do Senhor está bem próximo, e portanto ele exorta as pessoas a se voltar para o Senhor, porque senão elas terão que sofrer as consequências da ira divina.
Em seguida, três vezes, o profeta convida o povo a BUSCAR o Senhor. "Busquem o Senhor, todos vocês, os humildes da terra, vocês que fazem o que ele ordena. Busquem a justiça, busquem a humildade" (v. 3, NVI). Fazer isto não é fácil quando a palavra do Senhor apresenta um caminho diferente daquele que desejamos seguir. Podemos pensar em situações em nossas vidas quando alguém estava realmente chateado conosco e tivemos que procurá-lo, a fim de resolver o problema. Portanto buscar o Senhor, quando Sua palavra está contra nós, requer uma fé forte e um conhecimento pessoal de um Deus amoroso que não irá se distanciar de nós, se o buscarmos com sinceridade. Isso nos faz lembrar de Jacó que se apegou a Deus até que o Senhor finalmente o abençoou.
É interessante notar que juntamente com essas palavras fortes do profeta há sinais de esperança. No versículo 7 e 9, o profeta apresenta um remanescente que será o proprietário da terra e experimentará a paz de ter Deus cuidando deles. A característica deste remanescente é a sua humildade e a sua obediência. Esta humildade está em oposição com a arrogância das nações mencionadas previamente por Sofonias.
A humildade é uma característica dos grandes personagens da Bíblia. Podemos pensar em Moisés, a quem a Bíblia denomina o homem mais humilde que já viveu na terra (Nm 12:3). A humildade, segundo a Bíblia, é uma das principais qualificações para a liderança.
Deus sabe que haverá uma chance para o seu povo e que a salvação do povo irá acontecer se eles estiverem dispostos a humilhar-se diante de Deus e entre sí. Ao ligar humildade com justiça, Sofonias deixa claro que a verdadeira humildade está sempre ligada à justiça social.
A cura de igrejas, sociedades e comunidades só é possível através da humildade perante Deus (2 Cr. 7:14) e de uns para com os outros. Portanto, busquemos ao Senhor com humildade e retidão, para que possamos estar protegidos quando Ele vier.
Norbert Zens
Tesoureiro da Divisão Europeia
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/zep/2/
Traduzido por JDS
Texto bíblico: Sofonias 2
Comentário em áudio
sexta-feira, 12 de setembro de 2014
Joel 3:14 - Vale da Decisão - Comentários selecionados
Aqui, "Decisão" ... refere-se à decisão ou decreto judicial do Juiz Celestial. O vale é visto agora como lugar em que aquele decreto será executado. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Deve-se notar, ... que a "decisão" aqui mencionada refere-se à de Yahweh como juiz [cf. vv. 2, 12] não dos povos que estão sendo julgados. Em outras palavras, seu destino já está decidido. Agora é "o Dia do Senhor" ... A LXX traz vale da "punição", ou "vingança". CBASD - Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1047.
"Multidões, multidões no Vale do Julgamento [Judgment. tb: Sentença, Juízo]! O dia do Senhor está próximo, quando Ele decidirá o destino das nações." Joel 3:14 na versão Clear Word.
Joel 3:12: "Levantem-se as nações e sigam para o vale de Josafá; porque ali Me assentarei para julgar as nações em redor" (ARA).
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Joel 3
Comentário devocional:
O capítulo final do livro fornece um clímax apropriado à mensagem profética de Joel. Os temas enfatizados eram importantes não só para o público de Joel, mas também para os nossos dias. De fato, vários dos temas ressaltados no capítulo 3 antecipam e prenunciam temas que são também destacados no último livro da Bíblia, o Apocalipse. Vamos considerar brevemente alguns desses temas:
Em primeiro lugar, há a ênfase na proximidade do Dia do Senhor. Joel proclama: "Pois o dia do Senhor está próximo" (3:14). É claro que este tema não está limitado ao profeta Joel. Repetidamente, a Bíblia fala da certeza da intervenção da vinda do Senhor nos assuntos humanos. Este tema chega a um grande clímax na última promessa das Escrituras: "Certamente, venho sem demora" (Apoc 22:20).
Este tema tem um significado especial para os que aguardam a breve segunda vinda de Jesus. Precisamos levar a mensagem de Joel a sério e renovar, como nunca antes, nosso foco na proximidade da vinda do Reino de Deus.
Um segundo tema enfatizado é a libertação que o Senhor efetua em favor Seu povo. Joel não estava afirmando que o povo de Deus não iria enfrentar nenhum perigo. De jeito nenhum!. De fato, Deus advertiu que seus inimigos batalhariam contra eles (3:9-12). Mas no momento extremo, um livramento maravilhoso seria experimentado, porque "o Senhor será um refúgio para o seu povo, uma fortaleza para Israel" (3:16 NVI). Esta mesma ênfase ocorre em outros lugares da Escritura, e tem um significado especial para a igreja de Deus do último dia.
Finalmente há o foco na presença contínua do Senhor com o Seu povo. Depois de experimentar a devastação resultante da praga de gafanhotos (cap. 1) e a destruição provocada pelo exército inimigo (cap. 2), a pergunta que surge é: qual será o futuro do povo de Jerusalém?
Felizmente, o profeta responde a esta pergunta de uma maneira magnífica na última frase do livro: "O Senhor habita em Sião" (3:21 NVI). Isso não é nada mais, nada menos do que uma bela antecipação da promessa do último livro da Bíblia de que Deus habitará com o Seu povo para sempre quando Ele lhes restituir a Cidade Santa, a nova Jerusalém (Apoc 21).
Que nós, como povo de Deus hoje, vivamos na expectativa do tempo previsto pelo profeta Joel. Tenhamos sempre em vista o dia do breve retorno do Senhor. Mantenhamos vivo em nossa mente a certeza da Sua gloriosa salvação. E aguardemos com expectativa o momento em que Ele habitará com o Seu povo para sempre e sempre.
Greg A. King, Ph. D.
Decano da Escola de Religião
Southern Adventist University
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/joe/3/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Joel 3
Comentário em áudio
O capítulo final do livro fornece um clímax apropriado à mensagem profética de Joel. Os temas enfatizados eram importantes não só para o público de Joel, mas também para os nossos dias. De fato, vários dos temas ressaltados no capítulo 3 antecipam e prenunciam temas que são também destacados no último livro da Bíblia, o Apocalipse. Vamos considerar brevemente alguns desses temas:
Em primeiro lugar, há a ênfase na proximidade do Dia do Senhor. Joel proclama: "Pois o dia do Senhor está próximo" (3:14). É claro que este tema não está limitado ao profeta Joel. Repetidamente, a Bíblia fala da certeza da intervenção da vinda do Senhor nos assuntos humanos. Este tema chega a um grande clímax na última promessa das Escrituras: "Certamente, venho sem demora" (Apoc 22:20).
Este tema tem um significado especial para os que aguardam a breve segunda vinda de Jesus. Precisamos levar a mensagem de Joel a sério e renovar, como nunca antes, nosso foco na proximidade da vinda do Reino de Deus.
Um segundo tema enfatizado é a libertação que o Senhor efetua em favor Seu povo. Joel não estava afirmando que o povo de Deus não iria enfrentar nenhum perigo. De jeito nenhum!. De fato, Deus advertiu que seus inimigos batalhariam contra eles (3:9-12). Mas no momento extremo, um livramento maravilhoso seria experimentado, porque "o Senhor será um refúgio para o seu povo, uma fortaleza para Israel" (3:16 NVI). Esta mesma ênfase ocorre em outros lugares da Escritura, e tem um significado especial para a igreja de Deus do último dia.
Finalmente há o foco na presença contínua do Senhor com o Seu povo. Depois de experimentar a devastação resultante da praga de gafanhotos (cap. 1) e a destruição provocada pelo exército inimigo (cap. 2), a pergunta que surge é: qual será o futuro do povo de Jerusalém?
Felizmente, o profeta responde a esta pergunta de uma maneira magnífica na última frase do livro: "O Senhor habita em Sião" (3:21 NVI). Isso não é nada mais, nada menos do que uma bela antecipação da promessa do último livro da Bíblia de que Deus habitará com o Seu povo para sempre quando Ele lhes restituir a Cidade Santa, a nova Jerusalém (Apoc 21).
Que nós, como povo de Deus hoje, vivamos na expectativa do tempo previsto pelo profeta Joel. Tenhamos sempre em vista o dia do breve retorno do Senhor. Mantenhamos vivo em nossa mente a certeza da Sua gloriosa salvação. E aguardemos com expectativa o momento em que Ele habitará com o Seu povo para sempre e sempre.
Greg A. King, Ph. D.
Decano da Escola de Religião
Southern Adventist University
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/joe/3/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Joel 3
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Segunda Vinda
quinta-feira, 11 de setembro de 2014
Joel 2
Comentário devocional:
O profeta Joel escreve sobre o "Dia do Senhor", que há de vir sobre o seu povo e faz um convite ao arrependimento, reavivamento e reforma. Depois de descrever a terrível invasão de gafanhotos e dos exércitos estrangeiros, o profeta diz: "Então o Senhor mostrou zelo por sua terra e teve piedade do seu povo." (2:18). E também transmite promessas de libertação, sustento, uma chuva próxima (temporã) e uma mais distante (serôdia) (2:23), e restauração (2:25-27).
A profecia tem três aplicações: (1) ao antigo Israel que vivia no tempo dos profetas (ver Ez. 39:29); (2) ao Israel espiritual (a igreja) no tempo do Pentecostes, quando o Espírito Santo foi derramado sobre o seu povo (Atos 2:16-21); e (3) para os últimos dias da história da Terra (GC 611, AA 54-55).
A terminologia aqui aponta para "os sobreviventes, para aqueles a quem o Senhor chamar." (2:32b NVI). Israel foi chamado para ser o remanescente no contexto imediato da profecia, mas eles não se arrependeram e assim não experimentaram o reavivamento e a reforma prometidos. A profecia condicional não foi cumprida no tempo deles. Após a morte de Cristo e com o início da igreja primitiva a promessa foi estendida ao Israel espiritual. Durante o Pentecostes milhares responderam ao derramamento do Espírito Santo e ao testemunho de Pedro e dos primeiros apóstolos. Este foi o início da primeira chuva espiritual (temporã) (AA 54).
Hoje, enquanto aguardamos a breve volta de Jesus, somos convidados a experimentar a chuva do Espírito Santo dos últimos dias (serôdia). Esse derramamento do Espírito Santo será mais abundante do que o anterior e fará com que filhos e filhas profetizem, velhos tenham sonhos e jovens tenham visões. Até os servos e as servas experimentarão este poder (2: 28-29).
A profecia para o tempo final é tão condicional como a profecia foi ao antigo Israel. "E todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo" (2:32a NVI). "Todos os que consagram alma, corpo e espírito para Deus será receberão constantes novas dotações de poder físico e mental" (DTN, 287).
Estamos prontos para receber o Espírito Santo ou estamos satisfeitos e complacentes com o nosso estado espiritual atual? Temos consagrado a Deus o nosso corpo e a nossa mente? O que existe na minha ou na sua vida que precisa ser entregue a Deus a fim de que Ele possa fazer em nossas vidas o que Ele prometeu? Jesus está voltando! O maior presente que Ele prometeu é o Seu Espírito. A sua vida está cheia do Espírito Santo?
Martin Klingbeil
Southern Adventist University
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/joe/2/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Joel 2
Comentário em áudio
O profeta Joel escreve sobre o "Dia do Senhor", que há de vir sobre o seu povo e faz um convite ao arrependimento, reavivamento e reforma. Depois de descrever a terrível invasão de gafanhotos e dos exércitos estrangeiros, o profeta diz: "Então o Senhor mostrou zelo por sua terra e teve piedade do seu povo." (2:18). E também transmite promessas de libertação, sustento, uma chuva próxima (temporã) e uma mais distante (serôdia) (2:23), e restauração (2:25-27).
A profecia tem três aplicações: (1) ao antigo Israel que vivia no tempo dos profetas (ver Ez. 39:29); (2) ao Israel espiritual (a igreja) no tempo do Pentecostes, quando o Espírito Santo foi derramado sobre o seu povo (Atos 2:16-21); e (3) para os últimos dias da história da Terra (GC 611, AA 54-55).
A terminologia aqui aponta para "os sobreviventes, para aqueles a quem o Senhor chamar." (2:32b NVI). Israel foi chamado para ser o remanescente no contexto imediato da profecia, mas eles não se arrependeram e assim não experimentaram o reavivamento e a reforma prometidos. A profecia condicional não foi cumprida no tempo deles. Após a morte de Cristo e com o início da igreja primitiva a promessa foi estendida ao Israel espiritual. Durante o Pentecostes milhares responderam ao derramamento do Espírito Santo e ao testemunho de Pedro e dos primeiros apóstolos. Este foi o início da primeira chuva espiritual (temporã) (AA 54).
Hoje, enquanto aguardamos a breve volta de Jesus, somos convidados a experimentar a chuva do Espírito Santo dos últimos dias (serôdia). Esse derramamento do Espírito Santo será mais abundante do que o anterior e fará com que filhos e filhas profetizem, velhos tenham sonhos e jovens tenham visões. Até os servos e as servas experimentarão este poder (2: 28-29).
A profecia para o tempo final é tão condicional como a profecia foi ao antigo Israel. "E todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo" (2:32a NVI). "Todos os que consagram alma, corpo e espírito para Deus será receberão constantes novas dotações de poder físico e mental" (DTN, 287).
Estamos prontos para receber o Espírito Santo ou estamos satisfeitos e complacentes com o nosso estado espiritual atual? Temos consagrado a Deus o nosso corpo e a nossa mente? O que existe na minha ou na sua vida que precisa ser entregue a Deus a fim de que Ele possa fazer em nossas vidas o que Ele prometeu? Jesus está voltando! O maior presente que Ele prometeu é o Seu Espírito. A sua vida está cheia do Espírito Santo?
Martin Klingbeil
Southern Adventist University
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/joe/2/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Joel 2
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quarta-feira, 10 de setembro de 2014
Joel 1
Comentário devocional:
O nome Joel ("O Senhor é Deus") reflete o caráter imutável de Deus e Sua intervenção maravilhosa tanto na história quanto nos eventos dos últimos dias.
A partir de um histórico "Dia do Senhor" que o antigo Israel experimentara através de um desastre natural de uma invasão de gafanhotos (Joel 1), Joel muda para um "Dia do Senhor" profético (Joel 2), que se materializou na forma de um exército invasor estrangeiro (possivelmente as forças babilônicas que invadiram Judá antes do Exílio). Então, ele termina seu pequeno livro com uma visão profética sobre o tempo do fim ("o Dia do Senhor") e os eventos finais que o acompanham (capítulo 2 e 3).
O livro de Joel é uma obra-prima da poesia hebraica em que o habilidoso uso da linguagem e suas vívidas figuras são empregados. As mensagens do profeta aparecem na forma de sermões dirigidos a todo Israel. Ele chama a atenção para as calamidades que Deus enviou para lembrar Seu povo da necessidade de uma reforma completa.
As expressões utilizadas na tradução da Bíblia Hebraica moderna (Tanakh) descrevem vividamente essa necessidade: "Escutem isto, ó anciãos! Ouçam, todos os habitantes da terra! Tem algo como isto ocorrido em vossos dias, ou nos dias de vossos pais? Contem aos seus filhos sobre o assunto. Os sacerdotes devem lamentar. O país é violentado. Convoquem uma reunião e clamem ao Senhor. Porque o dia do SENHOR está perto" (vv. 2 e 3).
Considerando-se que Joel também tem em mente os acontecimentos dos últimos dias, assistimos os desastres naturais se tornarem parte constante das notícias mundiais diárias. De deslizamentos de terra na Bolívia e no Burundi a terremotos no Chile e na China, vemos nos noticiários da TV em nossas salas de estar as longas caminhadas de pessoas que perderam suas casas caminhando em busca de um novo lugar de habitação, através das devastadas paisagens do nosso velho planeta.
Quando acontecerem catástrofes perto de nós ou mesmo conosco, que possamos olhar ao redor e afirmar que Deus continua no controle. Que possamos ver nestes sinais evidências de que a vinda de Cristo está próxima (Lucas 21:28) e isto nos traga consolo e esperança!
Martin Klingbeil, Ph.D.
Professor de Estudos Bíblicos e Arqueologia
Southern Adventist University
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/joe/1/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Joel 1
Comentário em áudio
O nome Joel ("O Senhor é Deus") reflete o caráter imutável de Deus e Sua intervenção maravilhosa tanto na história quanto nos eventos dos últimos dias.
A partir de um histórico "Dia do Senhor" que o antigo Israel experimentara através de um desastre natural de uma invasão de gafanhotos (Joel 1), Joel muda para um "Dia do Senhor" profético (Joel 2), que se materializou na forma de um exército invasor estrangeiro (possivelmente as forças babilônicas que invadiram Judá antes do Exílio). Então, ele termina seu pequeno livro com uma visão profética sobre o tempo do fim ("o Dia do Senhor") e os eventos finais que o acompanham (capítulo 2 e 3).
O livro de Joel é uma obra-prima da poesia hebraica em que o habilidoso uso da linguagem e suas vívidas figuras são empregados. As mensagens do profeta aparecem na forma de sermões dirigidos a todo Israel. Ele chama a atenção para as calamidades que Deus enviou para lembrar Seu povo da necessidade de uma reforma completa.
As expressões utilizadas na tradução da Bíblia Hebraica moderna (Tanakh) descrevem vividamente essa necessidade: "Escutem isto, ó anciãos! Ouçam, todos os habitantes da terra! Tem algo como isto ocorrido em vossos dias, ou nos dias de vossos pais? Contem aos seus filhos sobre o assunto. Os sacerdotes devem lamentar. O país é violentado. Convoquem uma reunião e clamem ao Senhor. Porque o dia do SENHOR está perto" (vv. 2 e 3).
Considerando-se que Joel também tem em mente os acontecimentos dos últimos dias, assistimos os desastres naturais se tornarem parte constante das notícias mundiais diárias. De deslizamentos de terra na Bolívia e no Burundi a terremotos no Chile e na China, vemos nos noticiários da TV em nossas salas de estar as longas caminhadas de pessoas que perderam suas casas caminhando em busca de um novo lugar de habitação, através das devastadas paisagens do nosso velho planeta.
Quando acontecerem catástrofes perto de nós ou mesmo conosco, que possamos olhar ao redor e afirmar que Deus continua no controle. Que possamos ver nestes sinais evidências de que a vinda de Cristo está próxima (Lucas 21:28) e isto nos traga consolo e esperança!
Martin Klingbeil, Ph.D.
Professor de Estudos Bíblicos e Arqueologia
Southern Adventist University
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/joe/1/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Joel 1
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Volta de Jesus
domingo, 27 de julho de 2014
Ezequiel 30
Comentário devocional:
A expressão "Dia do Senhor" é algo que nós, como cristãos, aplicamos especialmente para a segunda vinda de Jesus (2 Tess 2:2). No entanto, o final definitivo tem seu precedente histórico. Para o Egito, o “dia do Senhor” havia chegado.
Amós é o primeiro escritor da Bíblia a usar esta linguagem, aplicando-a a Jerusalém. E ele garante aos seus leitores que não será um dia agradável.
“O que pensam vocês do dia do Senhor?
Será dia de trevas, não de luz.
Será como se um homem fugisse de um leão e encontrasse um urso;
como alguém que entrasse em sua casa e,
encostando a mão na parede, fosse picado por uma serpente.
O dia do Senhor será de trevas e não de luz.
Uma escuridão total, sem um raio de claridade”
(Amós 5:18-20 NVI).
Na época de Ezequiel, o “dia do Senhor” traria nuvens e desgraça a Jerusalém e ao Egito. Não haveria meio de escapar da força da Babilônia.
Bíceps bem desenvolvidos são geralmente vistos como uma característica atraente em um homem hoje. Para um governante no mundo antigo eram um sinal de grande capacidade militar. Deste modo, Faraó “perdera o uso de um braço” - foi enfraquecido-, e o Senhor em breve tornaria o outro braço inútil. Por outro lado, Ele iria fortalecer os dois braços da Babilônia como Seu instrumento.
O destino das nações está nas mãos do Senhor. Seus líderes apenas acham que tem a palavra final.
É preciso muita sabedoria para entender o funcionamento da história e saber de antemão quem serão os vencedores e os derrotados em um determinado cenário e assim decidir quando resistir e quando ficar quieto. Mesmo assim, o desfecho de um conflito é totalmente imprevisível aos olhos humanos. Apesar disso, para os homens é muito mais fácil se apoiar no poder humano visível do que no braço do Deus invisível. Que hoje e sempre possamos confiar na sabedoria e no braço poderoso do nosso Deus e não na força e visão limitados do homem.
Ross Cole
Avondale College, Australia
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/eze/30/
Traduzido por JDS/JAQ
Texto bíblico: Ezequiel 30
Comentário em áudio
A expressão "Dia do Senhor" é algo que nós, como cristãos, aplicamos especialmente para a segunda vinda de Jesus (2 Tess 2:2). No entanto, o final definitivo tem seu precedente histórico. Para o Egito, o “dia do Senhor” havia chegado.
Amós é o primeiro escritor da Bíblia a usar esta linguagem, aplicando-a a Jerusalém. E ele garante aos seus leitores que não será um dia agradável.
“O que pensam vocês do dia do Senhor?
Será dia de trevas, não de luz.
Será como se um homem fugisse de um leão e encontrasse um urso;
como alguém que entrasse em sua casa e,
encostando a mão na parede, fosse picado por uma serpente.
O dia do Senhor será de trevas e não de luz.
Uma escuridão total, sem um raio de claridade”
(Amós 5:18-20 NVI).
Na época de Ezequiel, o “dia do Senhor” traria nuvens e desgraça a Jerusalém e ao Egito. Não haveria meio de escapar da força da Babilônia.
Bíceps bem desenvolvidos são geralmente vistos como uma característica atraente em um homem hoje. Para um governante no mundo antigo eram um sinal de grande capacidade militar. Deste modo, Faraó “perdera o uso de um braço” - foi enfraquecido-, e o Senhor em breve tornaria o outro braço inútil. Por outro lado, Ele iria fortalecer os dois braços da Babilônia como Seu instrumento.
O destino das nações está nas mãos do Senhor. Seus líderes apenas acham que tem a palavra final.
É preciso muita sabedoria para entender o funcionamento da história e saber de antemão quem serão os vencedores e os derrotados em um determinado cenário e assim decidir quando resistir e quando ficar quieto. Mesmo assim, o desfecho de um conflito é totalmente imprevisível aos olhos humanos. Apesar disso, para os homens é muito mais fácil se apoiar no poder humano visível do que no braço do Deus invisível. Que hoje e sempre possamos confiar na sabedoria e no braço poderoso do nosso Deus e não na força e visão limitados do homem.
Ross Cole
Avondale College, Australia
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/eze/30/
Traduzido por JDS/JAQ
Texto bíblico: Ezequiel 30
Comentário em áudio
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