1 guiado pelo Espírito Santo. O tempo verbal grego indica que a condução do Espírito Santo não se limitou à viagem ao deserto, mas continuou durante a Sua permanência ali. CBASD - Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 798.
O Espírito Santo desceu sobre Jesus no batismo e permaneceu com Ele, O enchendo e guiando. Andrews Study Bible.
2 quarenta dias. Mateus deixa claro que as três maiores tentações ocorreram no final dos 40 dias (ver com. de Mt 4:2, 3), um fato evidente também a partir de Lc 4:2. Quando Jesus entrou no deserto, estava rodeado pela glória do Pai e, quando a glória partiu, Ele foi deixado sozinho para lutar com a tentação (DTN, 118). As tentações de Satanás continuaram durante todos os 40 dias de jejum de Jesus. As três mencionadas nos v. 3 a 13 representaram o clímax das tentações, no final do período (ver SP2, 90). CBASD, vol. 5, p. 798.
sendo tentado. Os ataques do diabo são contra o Messias, o cabeça da Nova Humanidade (cf Cl 2.15) ... Em contraste com Adão, o cabeça da velha humanidade, que caiu, ainda que vivendo em condições ideais, o Segundo Adão venceu o diabo em total fraqueza da carne (cf 40 dias de jejum). Bíblia de Genebra.
3-13 O diabo procura desviar Jesus de Sua missão divinamente estabelecida. ... A narrativa de Lucas realça o paralelo entre a tentação de Jesus e as provações de Israel no deserto. Jesus foi tentado por 40 dias no deserto e Israel peregrinou por quarenta anos no deserto (Nm 14.34). Israel falhou no teste da obediência, enquanto Jesus foi plenamente obediente ao Pai. Bíblia de Genebra.
3 manda esta pedra transformar-se em pão. O diabo sempre faz com que suas tentações pareçam atraentes. Bíblia de Estudo NVI Vida.
4 Não só de pão viverá o homem. O contexto de Deuteronômio [Dt 8:3] que Jesus cita, frisa a completa dependência do homem para com o Senhor. Sem Sua bênção, a fartura material de nada adianta. Bíblia de Genebra.
5-8 Esta tentação [a 2ª] vem em terceiro lugar em Mateus. A razão para esta diferença de ordem não é conhecida. A tentação é para Jesus estabelecer um poderoso império mundial, mas ao custo de cultura Satanás. Outra vez Jesus repele a tentação, citando as Escrituras (Dt 6.13). Bíblia Shedd.
6 Compare 1Jo 5.19. A tentação era inaugurar o Reino sem a cruz. Bíblia de Genebra.
ela me foi entregue. Isto é, por Adão quando ele pecou. Depois da Queda, Satanás denominou a si mesmo o "príncipe" deste mundo (DTN, 114), esquecendo-se que Adão mantinha o título apenas em virtude da obediência ao Criador. Satanás insinuou que Adão o escolheu como soberano e como seu representante no Céu. CBASD, vol. 5, p. 798.
9 Se é o Filho de Deus. Deus acabara de declarar esse fato (3.22). O diabo ainda usa a artimanha de suscitar dúvidas a respeito da Palavra de Deus (Gn 3.1). Bíblia de Genebra.
o pináculo. Este pode ter sido o topo do muto do templo, de onde se podia ver o vale de Cedrom ou, talvez, pode ter sido o ponto mais alto do próprio templo. Jesus foi tentado a demonstrar publicamente o Seu poder miraculoso, mas reponde citando outra vez as Escrituras (v. 12). A passagem citada (Dt 6.16) novamente recorda a experiência de Israel no deserto. Bíblia Shedd.
10 Pois está escrito. Dessa vez, Satanás também citou as Escrituras, embora tenha aplicado erroneamente Sl 91.11, 12. Bíblia de Estudo NVI Vida.
13 até momento oportuno. Isto é, até o tempo conveniente, quando outra oportunidade se apresentasse. Desde os primeiros anos, Cristo foi atacado pelo tentador (DTN, 71, 116). CBASD, vol. 5, p. 798.
14 Então, Jesus, ... regressou para a Galileia. Aqui começa o ministério de Jesus na Galileia, e que termina em 9.50. Bíblia de Genebra.
Jesus realizou um intensivo ministério antes de retornar a Nazaré. Bíblia Shedd.
poder do Espírito (cf 5.17). A mesma palavra "poder", gr dunamis, aparece na promessa do Espírito em At 1.8, mas é traduzida como "milagres" em Lc 10.13; 19.37, etc., indicando que o poder sobrenatural de Deus é oferecido ao crente, pelo Espírito. Bíblia de Genebra.
15 E ensinava. O ensino era o modo costumeiro com o qual Jesus transmitia a verdade . ... O ensino tende a ser mais eficaz do que a pregação, pois os ouvintes são participantes, enquanto na pregação eles são passivos. ... Feliz é o pregador que consegue dar à sua pregação a qualidade adicional de ensino. CBASD, vol. 5, p. 799.
glorificado. Ou "honrado", "louvado". A Galileia era um campo mais favorável à obra do Salvador do que a Judeia (DTN, 232). Para onde Jesus ia, "grande multidão O ouvia com prazer" (Mc 12:37). CBASD, vol. 5, p. 799.
16-20 Esta narrativa é o mais antigo registro conhecido a respeito da ordem do culto no serviço de uma sinagoga. O culto incluía uma leitura da Lei e uma dos Profetas. Jesus ou o dirigente da sinagoga pode ter escolhido Is 61.1-2 e 58.6. Era costume levantar-se para a leitura, numa demonstração de respeito para com a Palavra de Deus e, em seguida, sentar-se para o sermão. A leitura escolhida mostra uma forte preocupação para com o pobre (1.51-53; nota; Sl 9.18, nota). Bíblia Shedd.
16 Indo para Nazaré. Esta foi a primeira visita de Cristo a Nazaré, desde que Ele deixou a carpintaria no outono de 27 d.C. para se dedicar ao ministério público (DTN, 236). Este seria, possivelmente, o final da primavera de 29 d.C., e quase metade do período de Seu ministério público já havia se passado. Uma ano mais tarde, possivelmente no inicio da primavera de 30 d.C., Jesus fez Sua última (DTN, 241) visita a Nazaré. ... Em Nazaré ainda moravam a mãe, os irmãos e irmãs de Jesus (DTN, 236), que, sem dúvida, estavam entre os adoradores na sinagoga, nesse sábado, em especial. CBASD, vol. 5, p. 799.
Provavelmente todos os acontecimentos de Jo 1.19-4.42 se deram entre Lc 4.13 e 4.14. Bíblia de Estudo NVI Vida.
entrou, num sábado, na sinagoga, segundo o Seu costume. A simples declaração de Lucas de que Jesus frequentava as reuniões sagradas da sinagoga no dia de sábado, o qual Ele especifica como o sétimo dia da semana (Lc 23:56-24:1), deixa claro o dever do cristão que ama seu Mestre e quer seguir os Seus passos (ver Jo 14:15; 1Pe 2:21). O fato de Cristo pessoalmente ter observado o mesmo dia da semana que os demais judeus observavam é evidência de que a contagem do tempo não havia sido perdida desde o Sinai, ou mesmo desde a criação. Cristo é "Senhor também do sábado" (Mc 2:28); isto é, Ele o fez (Gn 2:1-3; cf Mc 2:27) e o reivindica como Seu guia. Seu exemplo ao observá-lo é um modelo perfeito para o cristão, tanto com relação ao tempo como quanto à maneira de observá-lo. ... observar o sétimo dia da semana é guardar o sábado como Cristo o fez. Desde aquela época, há milhões de judeus espalhados por todo o mundo civilizado, e seria impossível que todos eles, simultaneamente, cometessem o mesmo erro ao calcular o sétimo dia da semana. ... Cristo tinha o hábito de frequentar as reuniões regulares da sinagoga aos sábados. A esta sinagoga em Nazaré, Ele havia sido regularmente convidado na juventude, para ler os Profetas, e Ele extraía lições de Seu profundo conhecimento das Escrituras, as quais comoviam o coração dos adoradores (DTN, 74; cf 70). CBASD, vol. 5, p. 799.
levantou-se. A reverência pela Palavra escrita exigia que aquele que a lesse publicamente permanecesse em pé. A Lei e os Profetas eram lidos dessa forma, mas não os Escritos [poéticos], que não desfrutavam de conhecimento semelhante. CBASD, vol. 5, p. 800.
17 Então, Lhe deram. Isto é, pelo diácono ou chazzan, cujo dever era tirar os rolos sagrados e entregá-los ao leitor, e retorná-los à arca após a a leitura (ver p. 44). Dessa forma, em harmonia com o ritual da sinagoga, o chazzan tirou da arca o rolo dos Profetas, removeu a cobertura e o entregou, fechado, a Jesus. É evidente que Jesus não apenas falava a linguagem comum do povo [aramaico], como também lia bem em hebraico - naquela época, uma linguagem quase morta, exceto nas reuniões religiosas. A lição para o dia era sempre lida em hebraico. CBASD, vol. 5, p. 800.
Esta é a única referência à Sua capacidade de ler. teria lido o trecho em hebraico, traduzindo-o para o aramaico, antes de pregar. Bíblia Shedd.
18 ungiu. Referência ao Messias, que significa "ungido" (9.2n). A profecia foi cumprida no batismo (3.22). Bíblia Shedd.
No contexto messiânico, esta passagem pode ser traduzida desta forma: "Ele me fez o Cristo" ou "Ele me fez o Messias" (ver com. de Is 61:1). CBASD, vol. 5, p. 800, 801.
19 ano aceitável. Isto é, a era do evangelho... lembra o ano do jubileu, quando os escravos eram libertados, os débitos eram cancelados e as terras herdadas eram devolvidas aos proprietários originais. ... Neste ponto, Jesus concluiu a leitura de Isaías 61:1 e 2. a frase seguinte, que era o clímax da passagem para o judeu patriota - "o dia da vingança do nosso Deus" - Ele não leu. Os judeus ingenuamente criam que a salvação era para eles, e a retribuição, para os gentios (ver Sl 79:6). A ideia judaica de que a salvação era uma questão de nacionalidade em vez de uma submissão pessoal a Deus, cegou o povo para a verdadeira natureza da missão de Cristo e os levou a rejeitá-Lo. ... Gostavam de pensar na ideia que o julgamento de Deus estava reservado para os outros e, possivelmente, surpreenderam-se quando Jesus não mencionou isso. Quando, em Seu sermão, Jesus exaltou a fé dos pagãos, indicando a falta de fé dos judeus, o público ficou fora de si, cheio de ressentimento e fúria. CBASD, vol. 5, p. 802.
20 Tendo fechado o livro. Isto é, enrolando o livro de Isaías em seu cilindro. CBASD, vol. 5, p. 802.
sentou-Se. ...para o sermão, que se seguia a leitura, o orador se sentava num lugar especial, algumas vezes chamado "a cadeira de Moisés". ... Com frequência, Cristo Se assentava enquanto pregava e ensinava (Mc 4:1; Lc 5:3; Jo 8:2), um costume também seguido, pelo menos ocasionalmente, pelos Seus discípulos (ver At 16:13, ver p. 45). CBASD, vol. 5, p. 802.
21 passou Jesus a dizer-lhes. Jesus popularmente era considerado um rabino ou professor (ver Jo 1:38, 49; 3:2; 6:25). Era de se esperar que, como rabino visitante, fosse solicitado que Ele fizesse o sermão, principalmente em vista do fato de que Nazaré era Sua cidade natal ... É evidente que Lucas fez um esboço dos comentários de Cristo nesta ocasião, selecionando os que produziram o efeito registrado no v. 22 e a violenta reação dos v. 28 e 29. CBASD, vol. 5, p. 802, 803.
Hoje, se cumpriu a Escritura que acabais de ouvir. Este comunicado conscientizou as pessoas de que Jesus as considerava pobres, quebrantadas de coração, cativas, cegas e oprimidas (DTN, 237). CBASD, vol. 5, p. 803.
22 Não é este o filho de José? Eles recusavam crer que Jesus, a quem conheciam tão bem, fosse o Prometido,. CBASD, vol. 5, p. 803.
23 Sem dúvida. Assim como Jesus lia os rostos e corações da audiência, Ele bem conhecia os pensamentos que os perturbavam. Sua tentativa de revelar aos ouvintes sua verdadeira atitude e condição (ver Lc 4:23-27), os enfureceu ainda mais e os levou a atentar contra Sua vida. Jesus, com frequência deixava claro que lia os pensamentos das pessoas e, desse modo, evidenciava Sua divindade. ... Foi essa parte do discurso de Jesus (v. 23-27) que evidenciou que Ele lia os pensamentos secretos (DTN, 238). ... Alguns tem sugerido que Ele interpretava os pensamentos deles como significando: "Você tem mostrado muitos sinais de cura e milagres relacionados a outros [significando o povo de Cafarnaum], agora mostre um sinal em favor de Si mesmo [isto é, ao povo de Nazaré]. Você afirma ser o Messias da profecia; deixe-nos ver alguns "milagres". ... Essa exigência silenciosa deixa claro que Jesus não realizou milagres durante Sua infância e juventude, como reivindicam os evangelhos apócrifos. CBASD, vol. 5, p. 803, 804.
26 e a nenhuma delas. Deus não pode fazer nada pelos que têm o coração endurecido e são incrédulos, que não sentem sua necessidade. ... A falta de fé dos cidadãos de Nazaré impediu que Jesus realizasse milagres ali (Mc 6:5, 6). Não que Ele fosse incapaz de realizá-los, mas porque estavam despreparados para receber as bênçãos que Ele desejava lhes outorgar. CBASD, vol. 5, p. 804.
Jesus queria dizer que quando Israel rejeitou o mensageiro da redenção enviado por Deus, este o enviou aos gentios - e assim acontecerá de novo caso se recusarem a aceitar Jesus (v. 10.13-15; Rm 9-11). Bíblia de Estudo NVI Vida.
28 Todos na sinagoga, ouvindo estas coisas. A repreensão implícita do Senhor caiu pesadamente sobre seus corações relutantes. Conscientes, por um instante, de seu caráter falho e de sua necessidade do verdadeiro arrependimento e conversão, o coração deles se rebelou (ver Rm 8:7). CBASD, vol. 5, p. 804, 805.
se encheram de ira. Conscientes de que as palavras de Jesus os descrevia perfeitamente, eles não desejavam mais ouvi-Lo. Para aceitá-Lo, deveriam admitir que não eram melhores que os pagãos, a quem consideravam como cães. ... Embora tivessem sido tocados, sua consciência culpada se ergueu rapidamente para silenciar as penetrantes palavras da verdade. O forte orgulho nacional se ressentiu do pensamento de que as bênçãos do evangelho deveriam estar disponíveis aos pagãos e, em seu preconceito irracional, estavam prontos a assassinar o Príncipe da vida (ver at 3:15). CBASD, vol. 5, p. 805.
29 levantando-se. O povo de Nazaré parou de ouvir antes que Jesus parasse de falar. Eles "não O receberam" (Jo 1:11). O assassinato estava no coração deles, mesmo no dia de sábado, e eles estavam prontos a destrui-Lo. CBASD, vol. 5, p. 805.
O levaram até o cima do monte ... para, de lá, O precipitarem abaixo. CBASD, vol. 5, p. 805.
30 passando por entre eles. Os anjos O cobriram e O levaram a um local seguro, como fizeram noutra ocasião (cf Jo 8:59), como regularmente protegeram as testemunhas celestiais em todas as épocas (ver DTN, 240). CBASD, vol. 5, p. 805.
31 desceu a Cafarnaum. Do vilarejo de Nazaré, no alto das colinas, até Cafarnaum, ... é literalmente uma "descida" de 349 m acima do nível do mar para 209 m abaixo dele. CBASD, vol. 5, p. 805.
os ensinava no sábado. Como era a prática do Senhor (ver com. do v. 16). CBASD, vol. 5, p. 806.
32 se maravilhavam. Em contraste com os fariseus e mestres da lei, que apelavam para a tradição e mestres anteriores, Jesus provocou um sentimento de admiração no povo, porque não citava autoridades. Bíblia Shedd.
33 Há poucos exemplos de possessão demoníaca no Antigo Testamento ou no Novo Testamento, fora dos Evangelhos. Nas Escrituras, tal possessão é, primariamente, parte da oposição do mal à vinda do Filho de Deus. Bíblia Shedd.
38-39 Mateus e Marcos, ambos, registram este milagre, porém, só Lucas menciona a febre alta, o que pode indicar o seu interesse médico. O fato de Jesus "repreender" a febre pode significar que Ele viu Satanás por trás disso, de algum modo. Bíblia Shedd.
40 Era ao pôr do sol que o sábado terminava, possibilitando assim o transporte dos doentes sem se contrariar a lei mosaica. Bíblia Shedd.
cada um. Cristo nunca perde de vista o indivíduo, mesmo quando as massas o envolvem (42; 5.1; cf 8.42-48). Cumpriu-se literalmente a profecia de Isaías, citada nos vv 18, 19. Bíblia Shedd.
41 os repreendia [aos demônios]. Ou "não os permitia". Jesus passou imediatamente a silenciá-los, talvez porque o testemunho poderia ser entendido como significando que Ele estava em aliança com os demônios. CBASD, vol. 5, p. 806.
Jesus nega aos demônios o direito de anunciá-Lo, porque nada têm em comum com Ele. As testemunhas de Jesus devem ser puras. Bíblia Shedd.
o Cristo. Ou, o Messias. O artigo definido faz da palavra um título em vez de um nome pessoal (ver com de Mt 1:1). CBASD, vol. 5, p. 806.
42 Instavam. isto é, eles queriam impedir que Cristo os deixasse, aprentemente fazendo o que podiam para dificultar Sua partida.o Cristo. Ou, o Messias. O artigo definido faz da palavra um título em vez de um nome pessoal (ver com de Mt 1:1). CBASD, vol. 5, p. 806.
43 reino de Deus. Esta é a primeira menção de Lucas a respeito do reino de Deus, o mais frequente tema da pregação de Jesus. Bíblia Shedd.
também às outras cidades. Quando a oportunidade de ouvir de Jesus é limitada a um grupo, contrariamos tanto o mandamento como a prática de Jesus (Mt 28.19, 20; Jo 3.16). Bíblia Shedd.
Judeia. Alguns manuscritos bem como os relatos paralelos (Mt 4.23; Mc 1.39) trazem Galileia, e não Judeia [cf tb nota textual NVI]. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Plano mundial de Reavivamento e Reforma, pela leitura devocional de um capítulo da Bíblia por dia. De abril de 2012 a julho de 2015.
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sexta-feira, 19 de dezembro de 2014
Lucas 4 - Comentários selecionados
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sexta-feira, 12 de dezembro de 2014
Marcos 13
Comentário devocional:
Jesus tinha acabado de compartilhar a parábola da vinha de Deus. O copo dos 490 anos do tempo concedido a Israel, de que falara o profeta Daniel, estava quase cheio. Tudo o que Deus poderia fazer para chamar as pessoas do perigo para a segurança havia sido feito.
Marcos 13 começa com Jesus e os discípulos deixando o templo pela última vez. Descobrimos mais da profundidade deste momento ao lermos o texto correspondente em Mateus 23:37.
Pouco antes de Jesus sair do templo, Ele Se dirigiu aos líderes na nação uma última vez, chamando-os de "guias cegos." Suas palavras seguintes foram proferidas com muita dor: "Jerusalém, Jerusalém, você, que mata os profetas e apedreja os que lhe são enviados! Quantas vezes eu quis reunir os seus filhos, como a galinha reúne os seus pintinhos debaixo das suas asas, mas vocês não quiseram". (Mt 23:37 NVI).
Mt 23:29 e 30 diz que os fariseus e mestres da lei erigiam e adornavam os túmulos dos profetas de Deus mortos por seus pais, dizendo que nunca tomariam parte nestes homicídios, mas "ao mesmo tempo estavam planejando tirar a vida de Seu Filho" (DTN, 618).
Deus tinha feito tudo ao Seu alcance ao dar repetidos avisos através de Seus profetas. Seu maior desejo era o de reunir Seu povo sob Seu poderoso cuidado protetor e mantê-los a salvo dos ataques ferozes do inimigo, mas eles não quiseram ouvir.
II Crônicas 20:20 diz: "“Escutem-me, Judá e povo de Jerusalém! Tenham fé no Senhor, o seu Deus, e vocês serão sustentados; tenham fé nos profetas do Senhor, e terão a vitória” (NVI). Entretanto, eles não quiseram dar ouvidos aos profetas, deixando de receber Suas bênçãos. Assim, sua casa seria deixada desolada! O templo seria destruído. A nação perderia toda a proteção tão livremente oferecida por Deus.
O destino de Israel revelado por Jesus naquele dia iria em breve se realizar. Os líderes de Israel não seguiram o conselho Divino e acabaram sendo liderados por Satanás a matar o Filho de Deus.
Caro leitor, como você está nesta questão? Você ouve os profetas e segue tudo o que eles dizem? Pelo Espírito Santo você terá poder para obedecer às orientações de Deus - o seu destino eterno depende disso!
Deus nos enviou Seus profetas para nos conduzir do perigo para a segurança. Você os ouvirá e os seguirá?
Jim Ayer
Vice-Presidente Rádio Mundial Adventista
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/mrk/11/
Traduzido por JAQ/JDS/GASQ
Texto bíblico: Marcos 11
Comentário em áudio
Jesus tinha acabado de compartilhar a parábola da vinha de Deus. O copo dos 490 anos do tempo concedido a Israel, de que falara o profeta Daniel, estava quase cheio. Tudo o que Deus poderia fazer para chamar as pessoas do perigo para a segurança havia sido feito.
Marcos 13 começa com Jesus e os discípulos deixando o templo pela última vez. Descobrimos mais da profundidade deste momento ao lermos o texto correspondente em Mateus 23:37.
Pouco antes de Jesus sair do templo, Ele Se dirigiu aos líderes na nação uma última vez, chamando-os de "guias cegos." Suas palavras seguintes foram proferidas com muita dor: "Jerusalém, Jerusalém, você, que mata os profetas e apedreja os que lhe são enviados! Quantas vezes eu quis reunir os seus filhos, como a galinha reúne os seus pintinhos debaixo das suas asas, mas vocês não quiseram". (Mt 23:37 NVI).
Mt 23:29 e 30 diz que os fariseus e mestres da lei erigiam e adornavam os túmulos dos profetas de Deus mortos por seus pais, dizendo que nunca tomariam parte nestes homicídios, mas "ao mesmo tempo estavam planejando tirar a vida de Seu Filho" (DTN, 618).
Deus tinha feito tudo ao Seu alcance ao dar repetidos avisos através de Seus profetas. Seu maior desejo era o de reunir Seu povo sob Seu poderoso cuidado protetor e mantê-los a salvo dos ataques ferozes do inimigo, mas eles não quiseram ouvir.
II Crônicas 20:20 diz: "“Escutem-me, Judá e povo de Jerusalém! Tenham fé no Senhor, o seu Deus, e vocês serão sustentados; tenham fé nos profetas do Senhor, e terão a vitória” (NVI). Entretanto, eles não quiseram dar ouvidos aos profetas, deixando de receber Suas bênçãos. Assim, sua casa seria deixada desolada! O templo seria destruído. A nação perderia toda a proteção tão livremente oferecida por Deus.
O destino de Israel revelado por Jesus naquele dia iria em breve se realizar. Os líderes de Israel não seguiram o conselho Divino e acabaram sendo liderados por Satanás a matar o Filho de Deus.
Caro leitor, como você está nesta questão? Você ouve os profetas e segue tudo o que eles dizem? Pelo Espírito Santo você terá poder para obedecer às orientações de Deus - o seu destino eterno depende disso!
Deus nos enviou Seus profetas para nos conduzir do perigo para a segurança. Você os ouvirá e os seguirá?
Jim Ayer
Vice-Presidente Rádio Mundial Adventista
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/mrk/11/
Traduzido por JAQ/JDS/GASQ
Texto bíblico: Marcos 11
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quinta-feira, 11 de dezembro de 2014
Marcos 12
Comentário devocional:
Poderíamos chamar esse de o capítulo das uvas amargas. O plano de Deus era estabelecer a mais espetacular vinha do mundo na terra de Israel, no sentido espiritual de um povo amoroso e dedicado a Ele. Essa vinha seria tão incrível e produziria uma colheita tão abundante de uvas doces que pessoas de todas as nações desejariam descobrir o segredo do seu sucesso.
Mas não houve sucesso. O profeta Isaías lamentou: "A vinha do Senhor dos Exércitos é a nação de Israel, e os homens de Judá são a plantação que ele amava. Ele esperava justiça, mas houve derramamento de sangue; esperava retidão, mas ouviu gritos de aflição" (Isaías 5:7, NVI).
Aqueles que foram deixados a cargo da vinha não aceitaram nenhuma instrução, apesar dos muitos conselheiros enviados a eles por parte do proprietário da vinha. Os profetas foram apedrejados, espancados e até mesmo serrados ao meio por oferecerem consultoria para o cultivo das uvas.
Deus havia suportado a teimosia do povo por muito tempo. Chegara a hora de entregar uma mensagem final através de Daniel: "Setenta semanas estão decretadas para o seu povo e sua santa cidade a fim de acabar com a transgressão, dar fim ao pecado, expiar as culpas, trazer justiça eterna, cumprir a visão e a profecia, e ungir o santíssimo" (Dan 9:24, NVI).
Israel desperdiçou o tempo de misericórdia concedido. A qualidade dos frutos da vinha de Deus não melhorou, mas piorou. Então Deus enviou o seu próprio filho para resgatá-los. Agora que o Santo Filho de Deus estava diante deles, eles tramaram a sua morte. Mas Deus, em Seu amor, lhes fez um último apelo para que se tornassem uvas doces: "Ame o Senhor, o seu Deus, de todo o seu coração, de toda a sua alma, de todo o seu entendimento e de todas as suas forças" (Marcos 12:30, NVI).
Você e eu também recebemos um valioso tempo de misericórdia para nos tornarmos como Jesus, a fim de representá-Lo corretamente ao mundo. Como está a sua condição perante Deus? Está você seguindo as instruções entregues por Seus mensageiros? Está você permitindo que o Criador lhe transforme de uva amarga em uva doce?
Jim Ayer
Vice-presidente da Rádio Mundial Adventista
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/mrk/12/
Traduzido por JDS/JAQ
Texto bíblico: Marcos 10
Comentário em áudio
Poderíamos chamar esse de o capítulo das uvas amargas. O plano de Deus era estabelecer a mais espetacular vinha do mundo na terra de Israel, no sentido espiritual de um povo amoroso e dedicado a Ele. Essa vinha seria tão incrível e produziria uma colheita tão abundante de uvas doces que pessoas de todas as nações desejariam descobrir o segredo do seu sucesso.
Mas não houve sucesso. O profeta Isaías lamentou: "A vinha do Senhor dos Exércitos é a nação de Israel, e os homens de Judá são a plantação que ele amava. Ele esperava justiça, mas houve derramamento de sangue; esperava retidão, mas ouviu gritos de aflição" (Isaías 5:7, NVI).
Aqueles que foram deixados a cargo da vinha não aceitaram nenhuma instrução, apesar dos muitos conselheiros enviados a eles por parte do proprietário da vinha. Os profetas foram apedrejados, espancados e até mesmo serrados ao meio por oferecerem consultoria para o cultivo das uvas.
Deus havia suportado a teimosia do povo por muito tempo. Chegara a hora de entregar uma mensagem final através de Daniel: "Setenta semanas estão decretadas para o seu povo e sua santa cidade a fim de acabar com a transgressão, dar fim ao pecado, expiar as culpas, trazer justiça eterna, cumprir a visão e a profecia, e ungir o santíssimo" (Dan 9:24, NVI).
Israel desperdiçou o tempo de misericórdia concedido. A qualidade dos frutos da vinha de Deus não melhorou, mas piorou. Então Deus enviou o seu próprio filho para resgatá-los. Agora que o Santo Filho de Deus estava diante deles, eles tramaram a sua morte. Mas Deus, em Seu amor, lhes fez um último apelo para que se tornassem uvas doces: "Ame o Senhor, o seu Deus, de todo o seu coração, de toda a sua alma, de todo o seu entendimento e de todas as suas forças" (Marcos 12:30, NVI).
Você e eu também recebemos um valioso tempo de misericórdia para nos tornarmos como Jesus, a fim de representá-Lo corretamente ao mundo. Como está a sua condição perante Deus? Está você seguindo as instruções entregues por Seus mensageiros? Está você permitindo que o Criador lhe transforme de uva amarga em uva doce?
Jim Ayer
Vice-presidente da Rádio Mundial Adventista
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/mrk/12/
Traduzido por JDS/JAQ
Texto bíblico: Marcos 10
Comentário em áudio
sexta-feira, 5 de dezembro de 2014
Marcos 6
Comentário devocional:
Este é um capítulo surpreendente sobre fé e poder. Até mesmo aqueles que conheciam a Jesus mais de perto não faziam ideia de quem Ele era verdadeiramente: Deus em carne humana, o Deus-homem.
Do mesmo modo como acontecera na grande maioria das cidades da Judeia, também em Nazaré, sua cidade natal, Jesus foi rejeitado pelos líderes políticos e religiosos. O fato de O conhecerem desde pequeno em nada ajudou a que O aceitassem, muito pelo contrário. Seu grande amor pela humanidade foi rejeitado. Como consequência da incredulidade deles, poucos milagres puderam ser realizados. E você? Você aceita incondicionalmente Seus ensinos e Seu domínio sobre sua vida? Ou possui barreiras racionais ou emocionais que impedem a total soberania de Jesus sobre a sua vida?
Depois de ser rejeitado em Sua cidade natal, Cristo reuniu seus discípulos e enviou-lhes a pregar de dois em dois nas cidades vizinhas dando-lhes poder para curar enfermos e expulsar demônios. Como Rei do Universo Ele tem autoridade absoluta sobre o diabo. O Senhor está disposto a conceder-lhe o mesmo poder concedido aos discípulos a fim de que você seja vitorioso contra o mal e uma testemunha poderosa a favor da verdade.
Caro leitor, tenha fé em Jesus. Ele tem autoridade divina e poder onipotente para fazê-lo atravessar as tempestades e provações desta vida! Lembre-se, não importa quão difíceis possam ser suas provações, Deus é o grande provedor. Ele pode multiplicar os recursos, curar as doenças e protegê-lo contra o maligno. Vá a Ele agora e peça com fé o poder que lhe permitirá ser vitorioso contra as provações e tentações.
Jim Ayer
Vice-presidente da Rádio Mundial Adventista
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/mrk/6/
Traduzido por JDS/JAQ
Texto bíblico: Marcos 5
Comentário em áudio
Este é um capítulo surpreendente sobre fé e poder. Até mesmo aqueles que conheciam a Jesus mais de perto não faziam ideia de quem Ele era verdadeiramente: Deus em carne humana, o Deus-homem.
Do mesmo modo como acontecera na grande maioria das cidades da Judeia, também em Nazaré, sua cidade natal, Jesus foi rejeitado pelos líderes políticos e religiosos. O fato de O conhecerem desde pequeno em nada ajudou a que O aceitassem, muito pelo contrário. Seu grande amor pela humanidade foi rejeitado. Como consequência da incredulidade deles, poucos milagres puderam ser realizados. E você? Você aceita incondicionalmente Seus ensinos e Seu domínio sobre sua vida? Ou possui barreiras racionais ou emocionais que impedem a total soberania de Jesus sobre a sua vida?
Depois de ser rejeitado em Sua cidade natal, Cristo reuniu seus discípulos e enviou-lhes a pregar de dois em dois nas cidades vizinhas dando-lhes poder para curar enfermos e expulsar demônios. Como Rei do Universo Ele tem autoridade absoluta sobre o diabo. O Senhor está disposto a conceder-lhe o mesmo poder concedido aos discípulos a fim de que você seja vitorioso contra o mal e uma testemunha poderosa a favor da verdade.
Caro leitor, tenha fé em Jesus. Ele tem autoridade divina e poder onipotente para fazê-lo atravessar as tempestades e provações desta vida! Lembre-se, não importa quão difíceis possam ser suas provações, Deus é o grande provedor. Ele pode multiplicar os recursos, curar as doenças e protegê-lo contra o maligno. Vá a Ele agora e peça com fé o poder que lhe permitirá ser vitorioso contra as provações e tentações.
Jim Ayer
Vice-presidente da Rádio Mundial Adventista
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/mrk/6/
Traduzido por JDS/JAQ
Texto bíblico: Marcos 5
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quinta-feira, 27 de novembro de 2014
Mateus 26
Comentário devocional:
Mateus 26 discorre sobre as horas finais da vida terrena de nosso Senhor. Neste capítulo encontramos a conspiração para matar Jesus, a Páscoa, a Ceia do Senhor, a traição e prisão de Jesus e a negação de Pedro. O simbolismo da Páscoa e da Ceia do Senhor são altamente familiares, portanto, vamos nos concentrar na dinâmica da conspiração para matar a Jesus.
Durante os mais de três anos de ministério público de Jesus, os líderes religiosos O haviam testado de todas as formas, mas não haviam conseguido enganá-lo ou apanhá-lo em contradição. Jesus viveu uma vida de inquestionável pureza moral e, no entanto, os sacerdotes e líderes religiosos, os autoproclamados guardiões da teologia e da moralidade judaica, fazem planos para matá-Lo, um homem inocente. Eles procedem deste modo porque Jesus foi percebido como uma ameaça ao poder deles sobre as pessoas. Que contrassenso! Os professores da moralidade divinamente revelada serem moralmente tão corrompidos!
Quando a religião torna-se uma ferramenta para o auto-engrandecimento e o poder, estabelece-se uma identidade ideológica que o seu possuidor se dispõe a defender ferrenhamente. Neste ponto, essa identidade se torna mais dominante na tomada de decisão moral do que a realidade ou mesmo a revelação divina. Qualquer ameaça a essa identificação será recebida com resistência feroz. O ensinamento de Jesus acerca do poder pessoal de que o maior deveria tornar-se servo é totalmente oposto a essa teologia e ética que favorece a dominação.
Os ensinos e exemplo de Jesus seriamente desafiou a identidade sacerdotal como peritos revestidos de autoridade do céu, com poder sobre o povo. Para esses líderes religiosos, preservar a sua imagem como líderes espirituais e suas estruturas institucionais era tão importante que justificava o uso de todos os meios possíveis, morais ou imorais.
Ao enfrentarmos discussões desafiadoras na igreja, devemos ser cuidadosos para que a identidade pessoal e empresarial não substitua o espírito dócil, que busca fazer a vontade do Senhor, qualquer que seja o custo.
Somente a comunhão diária e a submissão de todos os aspectos de nossa vida ao Salvador nos permitirão colocar os conceitos e valores do reino de Deus acima dos nossos, para a Sua glória e a salvação de muitos.
Stephen Bauer, Ph.D.
Professor de Teologia e Ética
Universidade Adventista do Sul
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/mat/26/
Traduzido por JDS/JAQ
Texto bíblico: Mateus 25
Comentário em áudio
Mateus 26 discorre sobre as horas finais da vida terrena de nosso Senhor. Neste capítulo encontramos a conspiração para matar Jesus, a Páscoa, a Ceia do Senhor, a traição e prisão de Jesus e a negação de Pedro. O simbolismo da Páscoa e da Ceia do Senhor são altamente familiares, portanto, vamos nos concentrar na dinâmica da conspiração para matar a Jesus.
Durante os mais de três anos de ministério público de Jesus, os líderes religiosos O haviam testado de todas as formas, mas não haviam conseguido enganá-lo ou apanhá-lo em contradição. Jesus viveu uma vida de inquestionável pureza moral e, no entanto, os sacerdotes e líderes religiosos, os autoproclamados guardiões da teologia e da moralidade judaica, fazem planos para matá-Lo, um homem inocente. Eles procedem deste modo porque Jesus foi percebido como uma ameaça ao poder deles sobre as pessoas. Que contrassenso! Os professores da moralidade divinamente revelada serem moralmente tão corrompidos!
Quando a religião torna-se uma ferramenta para o auto-engrandecimento e o poder, estabelece-se uma identidade ideológica que o seu possuidor se dispõe a defender ferrenhamente. Neste ponto, essa identidade se torna mais dominante na tomada de decisão moral do que a realidade ou mesmo a revelação divina. Qualquer ameaça a essa identificação será recebida com resistência feroz. O ensinamento de Jesus acerca do poder pessoal de que o maior deveria tornar-se servo é totalmente oposto a essa teologia e ética que favorece a dominação.
Os ensinos e exemplo de Jesus seriamente desafiou a identidade sacerdotal como peritos revestidos de autoridade do céu, com poder sobre o povo. Para esses líderes religiosos, preservar a sua imagem como líderes espirituais e suas estruturas institucionais era tão importante que justificava o uso de todos os meios possíveis, morais ou imorais.
Ao enfrentarmos discussões desafiadoras na igreja, devemos ser cuidadosos para que a identidade pessoal e empresarial não substitua o espírito dócil, que busca fazer a vontade do Senhor, qualquer que seja o custo.
Somente a comunhão diária e a submissão de todos os aspectos de nossa vida ao Salvador nos permitirão colocar os conceitos e valores do reino de Deus acima dos nossos, para a Sua glória e a salvação de muitos.
Stephen Bauer, Ph.D.
Professor de Teologia e Ética
Universidade Adventista do Sul
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/mat/26/
Traduzido por JDS/JAQ
Texto bíblico: Mateus 25
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sábado, 22 de novembro de 2014
Mateus 21 - Comentários selecionados
1 Betfagé. Significa "Casa do figo". Começa aqui o relatório da última semana da vida humana de Jesus. Bíblia Shedd.
Era o domingo ... antes da Páscoa, que caiu na sexta -feira em 31 d.C. ... Jesus havia chegado a Betânia, a cerca de três quilômetros de Jerusalém, na sexta-feira precedente e havia descansado no sábado. Foi durante essa visita que Simão recebeu Jesus e Lázaro. ... O relato de João apresenta essa sequência de eventos (ver Jo 12:1-19). CBASD - Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 497.
1-11 Dos Evangelhos Sinóticos ["semelhantes", Mateus, Marcos e Lucas], só Mateus menciona a mãe do jumentinho, provavelmente para dar ênfase ao fato de que o jumento era um animal jovem e ainda não desmamado e, portanto, nunca montado (cf. Mc 11.12) e por causa da citação de Zc 9.9, que profetiza que o rei virá "montado em jumento, num jumentinho, cria de jumenta". Jesus faz o cumprimento da profecia ser inequívoco. A Entrada Triunfal é claramente um ato simbólico. Zc 9.9 era reconhecido pelos judeus como messiânico, e o clamor "Hosana ao Filho de Davi" (v. 9), assim como o estender dos mantos pelo caminho (cf 2Rs 9.13), indica que a multidão reconhece a reivindicação de Jesus ser o Messias. Notemos que Davi proclamou Salomão como seu herdeiro quando o fez entrar na cidade montado na sua mula (1Rs 1.33, 38, 44). Bíblia de Genebra.
2 jumenta. Animal que simbolizava a humildade, a paz e a realeza davídica (Zc 9.9n; Lc 19.30n). Bíblia de Estudo NVI Vida.
Uma personalidade política ou imperial do tempo de Jesus faria esta entrada não em um jumento, mas em um cavalo de guerra, demonstrando grandeza, intimidação, dominação e poder. Andrews Study Bible.
5 Eis aí te vem o teu Rei. Jesus estava seguindo o costume de uma entrada real na cidade, como se fazia no passado (ver DTN, 570). ... Jesus não estava, naquela circunstância, assumindo Seu papel como Rei do reino da glória (ver Mt 25:31), mas como Rei do reino espiritual da graça ... As memórias sagradas e as visões futuras devem ter impressionado Sua mente quando Cristo passou pelo caminho que levou ao cume do monte das Oliveiras e ao descer a encosta ... em direção a Jerusalém. O shekinah sagrado, momentos antes de deixar o primeiro templo, pouco antes da destruição por Nabucodonosor, havia pousado brevemente no alto do monte (ver DTN, 829; ver com. de Ez 11:23). A entrada triunfal foi um "pálido prenúncio" do retorno de Jesus nas nuvens do céu (ver DTN, 580). CBASD, vol. 5, p. 499.
8 estendeu seus mantos pelo caminho. Ato de homenagem régia. Bíblia de Estudo NVI Vida.
9 Hosana. Gr hõsanna, que translitera o heb hôshi ' â nã', "salva, por favor", que por fim veio a ser uma simples expressão do júbilo religioso. Bíblia Shedd.
12 Tendo Jesus entrado no templo. A primeira purificação do templo é registrada apenas em João (ver Jo 2:13-25), que, por sua vez, não relata a segunda purificação. A primeira purificação ocorreu na primavera de 18 d.C., bem como no início do ministério na Judeia. CBASD, vol. 5, p. 500.
Na manhã da segunda-feira (Mc 11.12), Jesus continuou Sua obra de moralização do templo, que havia dado início ao Seu ministério em Jerusalém, três anos antes (Jo 2.14). A profanação passou a invadir novamente o recinto sagrado. Era necessário haver certa transação financeira para se poderem vender sacrifícios e cambiar moedas do templo com os que vinham de longe. Não era, porém, correto ocupar o recinto inteiro com extorsionários que roubavam o dinheiro dos peregrinos. O culto estava se tornando apenas uma desculpa para o comércio fraudulento: a venda dos animais cultualmente aceitáveis se realizava a preços bastante elevados. As moedas estrangeiras não eram aceitáveis nas urnas (caixas das ofertas), por serem cunhadas com imagens do imperador (que era tido por um deus) ou de várias divindades. Bíblia Shedd.
Isto, contudo, era utilizado como uma oportunidade de cobrar preços extremamente altos e oprimir o pobre. Andrews Study Bible.
O átrio exterior, ou pátio dos gentios, era o cenário desse negócio profano. CBASD, vol. 5, p. 501.
pombas. Ou "pombos". As pombas eram a oferta dos pobres (ver Lev 12:8; ver com. de 1:14; Lc 2:24). CBASD, vol. 5, p. 501.
13 covil de salteadores. Ou, "antro de ladrões". ... Ao fazerem dos símbolos sagrados do Cordeiro de Deus uma fonte de lucro pessoal, os líderes estavam tornando comuns as coisas sagradas e roubando a Deus Sua honra e glória. Também roubavam de todos os adoradores o conhecimento do caráter e dos requisitos de Deus e, aos adoradores gentios, roubavam a oportunidade de conhecer a Deus como Ele é. CBASD, vol. 5, p. 501.
14 cegos e coxos ... os curou. Pessoas com enfermidades não eram admitidas no templo. ... Jesus não apenas aceitou e saudou os inaceitáveis no templo, mas os curou. Andrews Study Bible.
16 Ouves [...]? A situação estava fora do controle dos "principais sacerdotes e escribas". As multidões que se reuniram na área do templo para ver Jesus, aclamavam a Ele como o Rei-Messias, e isso despertou nos líderes judeus o mesmo misto de medo e raiva que haviam sentido no final da tarde do dia anterior (ver com. de Lc 19:39). Então, fizeram um apelo frenético a Jesus, como no dia anterior, para silenciar as aclamações de louvor. CBASD, vol. 5, p. 502.
17 Betânia. Aldeia na encosta leste do monte das Oliveiras, quase 4 km de Jerusalém, e última parada na estrada de Jericó a Jerusalém. Bíblia de Estudo NVI Vida.
23-27 Jesus recusa este tipo de pergunta que não é feita com humildade e fé, mas como em um desafio, pois tinha, já, feito tudo para revelar a presença do Reino de Deus entre os homens. Uma revelação mais dramática não produziria a conversão, mas só a obediência provocada pelo terror. Jesus passa a vencer os sacerdotes com o mesmo tipo de lógica que estes praticavam. Bíblia Shedd.
24 Eu também vos farei uma pergunta. Responder uma pergunta propondo outra era um procedimento aprovado nos debates rabínicos. A segunda pergunta era supostamente designada para apontar o caminho para responder à questão original. ... Na realidade, Jesus não estava Se evadindo da questão, pois a resposta deles à Sua pergunta proveria, em princípio, parte da resposta. A sabedoria e a habilidade com a qual Jesus enfrentava os desafios era uma evidência adicional de Sua divindade. CBASD, vol. 5, p. 502.
25 Por que não acreditastes nele? A pergunta foi feita a Jesus com o intuito de provocá-Lo a declarar que era o próprio Messias (e os sacerdotes poderiam, então, prendê-lO e entregá-lO aos romanos), ou a negar que tivesse autoridade sobrenatural, passando, então a perder o apoio popular. Jesus, por Sua vez, os convocou a fazer uma declaração semelhante, acerca de João Batista, o que não ousaram fazer (27). Bíblia Shedd.
Se eles reconhecessem as credenciais divinas de João deviam necessariamente aceitar sua mensagem, e o clímax de sua mensagem era a identificação de Jesus de Nazaré como o Messias (ver Jo 1:26, 27, 29). Desse modo, reconhecer a autoridade de João era equivalente a reconhecer a de Jesus. CBASD, vol. 5, p. 503.
26 temer o povo. O temor da violência física parece ter controlado a mente dos líderes (ver Lc 20:6). Se a opinião popular se voltasse contra eles, sua influência sobre o povo se perderia. Para eles, posição e influência significavam mais do que a verdade. CBASD, vol. 5, p. 503.
21:28 - 22:14 A medida que o conflito que os líderes religiosos e Jesus se intensificava, Jesus conta uma série de parábolas que ataca sua arrogância, ganância e justiça própria. Estas parábolas de confrontação ilustram a grande inversão ao Messias: os líderes de Israel o rejeitaram; e os excluídos e rejeitados O aceitaram. Este é o grande tema da reversão e inversão que perpassa através dos Evangelhos: aqueles que se esperavam que se salvassem, se perdem, e os "pecadores" são salvos. Andrews Study Bible.
28 dois filhos. Desde a entrada do pecado, as duas classes aqui representadas estão presentes no mundo: os que obedecem e os que desobedecem. Assim será até o fim do mundo. CBASD, vol. 5, p. 503.
31 publicanos e meretrizes. Esta pe uma frase generalizadora que designa todos os párias da sociedade e da religião que, geralmente, evitavam o templo e a sinagoga porque não eram bem recebidos quando compareciam. ... O fato de que coletores de impostos e prostitutas reespondiam tão prontamente à pregação de João e de Jesus ofendia os líderes judeus ... Estes não estavam dispostos a trabalhar na mesma vinha em que coletores de impostos convertidos, como Zaqueu (ver Lc 19:1-10), e prostitutas restauradas, como Maria (ver com. de Lc 7:36, 37) eram aceitos como trabalhadores. CBASD, vol. 5, p. 503, 504.
33 uma vinha. A vinha era um dos símbolos nacionais de Israel. Bem perto do lugar onde Cristo estava, naquela ocasião, na entrada do templo, havia uma grande e magnífica videira esculpida em ouro e prata que representava Israel. CBASD, vol. 5, p. 504.
Cercou-a. A cerca representa os preceitos da lei divina e obediência àqueles princípios da verdade que protegem contra a prática do erro. CBASD, vol. 5, p. 504.
34 os frutos que lhe tocavam. Israel devia mostrar o fruto do caráter e revelar ao mundo os princípios do reino dos céus. O fruto do caráter devia se manifestar primeiramente em sua vida e, então, na vida dos povos ao redor. Do mesmo modo, Deus espera que Sua igreja hoje partilhe as grandes bênçãos que Ele tem derramado sobre ela (ver PJ, 296). CBASD, vol. 5, p. 504.
37 E, por último. Quando os judeus rejeitaram jesus como o messias, desprezaram a última oferta de misericórdia a eles como nação. Aqui, Jesus não prevê tempo algum no futuro em que os judeus deviam recuperar o favor divino, como nação (ver vol. 4, p. 19, 20). CBASD, vol. 5, p. 505.
38 Sua herança. Seria loucura que os mordomos de uma vinha pudessem imaginar que, ao assassinar o herdeiro da mesma, pudessem passar a possui-la. Loucura maior seria a dos sacerdotes que agiam como se a crucificação do Filho de Deus lhes deixaria a herança de Israel por conta deles. Bíblia Shedd.
42-44 Jesus é a pedra fundamental para os que confessam o Seu nome, e edificam suas vidas nEle, passando então a fazer parte do edifício de Cristo, pedras vivas da Igreja (cf 16,18n; At 4.11n); para quem se recusa crer em Cristo, Ele deixa de ser a pedra que alicerça esta vida. Torna-se-lhe pedra de tropeço e condenação no julgamento (Is 8.14-15; Lc 20.17n; Rm 9.32; 1Pe 2.8). Mais tarde, Pedro mostrou que Cristo era sua pedra fundamental para operar milagres, pedra de cuja aceitação depende a salvação de cada um (At 4.11-12). Bíblia Shedd.
Era o domingo ... antes da Páscoa, que caiu na sexta -feira em 31 d.C. ... Jesus havia chegado a Betânia, a cerca de três quilômetros de Jerusalém, na sexta-feira precedente e havia descansado no sábado. Foi durante essa visita que Simão recebeu Jesus e Lázaro. ... O relato de João apresenta essa sequência de eventos (ver Jo 12:1-19). CBASD - Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 497.
1-11 Dos Evangelhos Sinóticos ["semelhantes", Mateus, Marcos e Lucas], só Mateus menciona a mãe do jumentinho, provavelmente para dar ênfase ao fato de que o jumento era um animal jovem e ainda não desmamado e, portanto, nunca montado (cf. Mc 11.12) e por causa da citação de Zc 9.9, que profetiza que o rei virá "montado em jumento, num jumentinho, cria de jumenta". Jesus faz o cumprimento da profecia ser inequívoco. A Entrada Triunfal é claramente um ato simbólico. Zc 9.9 era reconhecido pelos judeus como messiânico, e o clamor "Hosana ao Filho de Davi" (v. 9), assim como o estender dos mantos pelo caminho (cf 2Rs 9.13), indica que a multidão reconhece a reivindicação de Jesus ser o Messias. Notemos que Davi proclamou Salomão como seu herdeiro quando o fez entrar na cidade montado na sua mula (1Rs 1.33, 38, 44). Bíblia de Genebra.
2 jumenta. Animal que simbolizava a humildade, a paz e a realeza davídica (Zc 9.9n; Lc 19.30n). Bíblia de Estudo NVI Vida.
Uma personalidade política ou imperial do tempo de Jesus faria esta entrada não em um jumento, mas em um cavalo de guerra, demonstrando grandeza, intimidação, dominação e poder. Andrews Study Bible.
5 Eis aí te vem o teu Rei. Jesus estava seguindo o costume de uma entrada real na cidade, como se fazia no passado (ver DTN, 570). ... Jesus não estava, naquela circunstância, assumindo Seu papel como Rei do reino da glória (ver Mt 25:31), mas como Rei do reino espiritual da graça ... As memórias sagradas e as visões futuras devem ter impressionado Sua mente quando Cristo passou pelo caminho que levou ao cume do monte das Oliveiras e ao descer a encosta ... em direção a Jerusalém. O shekinah sagrado, momentos antes de deixar o primeiro templo, pouco antes da destruição por Nabucodonosor, havia pousado brevemente no alto do monte (ver DTN, 829; ver com. de Ez 11:23). A entrada triunfal foi um "pálido prenúncio" do retorno de Jesus nas nuvens do céu (ver DTN, 580). CBASD, vol. 5, p. 499.
8 estendeu seus mantos pelo caminho. Ato de homenagem régia. Bíblia de Estudo NVI Vida.
9 Hosana. Gr hõsanna, que translitera o heb hôshi ' â nã', "salva, por favor", que por fim veio a ser uma simples expressão do júbilo religioso. Bíblia Shedd.
12 Tendo Jesus entrado no templo. A primeira purificação do templo é registrada apenas em João (ver Jo 2:13-25), que, por sua vez, não relata a segunda purificação. A primeira purificação ocorreu na primavera de 18 d.C., bem como no início do ministério na Judeia. CBASD, vol. 5, p. 500.
Na manhã da segunda-feira (Mc 11.12), Jesus continuou Sua obra de moralização do templo, que havia dado início ao Seu ministério em Jerusalém, três anos antes (Jo 2.14). A profanação passou a invadir novamente o recinto sagrado. Era necessário haver certa transação financeira para se poderem vender sacrifícios e cambiar moedas do templo com os que vinham de longe. Não era, porém, correto ocupar o recinto inteiro com extorsionários que roubavam o dinheiro dos peregrinos. O culto estava se tornando apenas uma desculpa para o comércio fraudulento: a venda dos animais cultualmente aceitáveis se realizava a preços bastante elevados. As moedas estrangeiras não eram aceitáveis nas urnas (caixas das ofertas), por serem cunhadas com imagens do imperador (que era tido por um deus) ou de várias divindades. Bíblia Shedd.
Isto, contudo, era utilizado como uma oportunidade de cobrar preços extremamente altos e oprimir o pobre. Andrews Study Bible.
O átrio exterior, ou pátio dos gentios, era o cenário desse negócio profano. CBASD, vol. 5, p. 501.
pombas. Ou "pombos". As pombas eram a oferta dos pobres (ver Lev 12:8; ver com. de 1:14; Lc 2:24). CBASD, vol. 5, p. 501.
13 covil de salteadores. Ou, "antro de ladrões". ... Ao fazerem dos símbolos sagrados do Cordeiro de Deus uma fonte de lucro pessoal, os líderes estavam tornando comuns as coisas sagradas e roubando a Deus Sua honra e glória. Também roubavam de todos os adoradores o conhecimento do caráter e dos requisitos de Deus e, aos adoradores gentios, roubavam a oportunidade de conhecer a Deus como Ele é. CBASD, vol. 5, p. 501.
14 cegos e coxos ... os curou. Pessoas com enfermidades não eram admitidas no templo. ... Jesus não apenas aceitou e saudou os inaceitáveis no templo, mas os curou. Andrews Study Bible.
16 Ouves [...]? A situação estava fora do controle dos "principais sacerdotes e escribas". As multidões que se reuniram na área do templo para ver Jesus, aclamavam a Ele como o Rei-Messias, e isso despertou nos líderes judeus o mesmo misto de medo e raiva que haviam sentido no final da tarde do dia anterior (ver com. de Lc 19:39). Então, fizeram um apelo frenético a Jesus, como no dia anterior, para silenciar as aclamações de louvor. CBASD, vol. 5, p. 502.
17 Betânia. Aldeia na encosta leste do monte das Oliveiras, quase 4 km de Jerusalém, e última parada na estrada de Jericó a Jerusalém. Bíblia de Estudo NVI Vida.
23-27 Jesus recusa este tipo de pergunta que não é feita com humildade e fé, mas como em um desafio, pois tinha, já, feito tudo para revelar a presença do Reino de Deus entre os homens. Uma revelação mais dramática não produziria a conversão, mas só a obediência provocada pelo terror. Jesus passa a vencer os sacerdotes com o mesmo tipo de lógica que estes praticavam. Bíblia Shedd.
24 Eu também vos farei uma pergunta. Responder uma pergunta propondo outra era um procedimento aprovado nos debates rabínicos. A segunda pergunta era supostamente designada para apontar o caminho para responder à questão original. ... Na realidade, Jesus não estava Se evadindo da questão, pois a resposta deles à Sua pergunta proveria, em princípio, parte da resposta. A sabedoria e a habilidade com a qual Jesus enfrentava os desafios era uma evidência adicional de Sua divindade. CBASD, vol. 5, p. 502.
25 Por que não acreditastes nele? A pergunta foi feita a Jesus com o intuito de provocá-Lo a declarar que era o próprio Messias (e os sacerdotes poderiam, então, prendê-lO e entregá-lO aos romanos), ou a negar que tivesse autoridade sobrenatural, passando, então a perder o apoio popular. Jesus, por Sua vez, os convocou a fazer uma declaração semelhante, acerca de João Batista, o que não ousaram fazer (27). Bíblia Shedd.
Se eles reconhecessem as credenciais divinas de João deviam necessariamente aceitar sua mensagem, e o clímax de sua mensagem era a identificação de Jesus de Nazaré como o Messias (ver Jo 1:26, 27, 29). Desse modo, reconhecer a autoridade de João era equivalente a reconhecer a de Jesus. CBASD, vol. 5, p. 503.
26 temer o povo. O temor da violência física parece ter controlado a mente dos líderes (ver Lc 20:6). Se a opinião popular se voltasse contra eles, sua influência sobre o povo se perderia. Para eles, posição e influência significavam mais do que a verdade. CBASD, vol. 5, p. 503.
21:28 - 22:14 A medida que o conflito que os líderes religiosos e Jesus se intensificava, Jesus conta uma série de parábolas que ataca sua arrogância, ganância e justiça própria. Estas parábolas de confrontação ilustram a grande inversão ao Messias: os líderes de Israel o rejeitaram; e os excluídos e rejeitados O aceitaram. Este é o grande tema da reversão e inversão que perpassa através dos Evangelhos: aqueles que se esperavam que se salvassem, se perdem, e os "pecadores" são salvos. Andrews Study Bible.
28 dois filhos. Desde a entrada do pecado, as duas classes aqui representadas estão presentes no mundo: os que obedecem e os que desobedecem. Assim será até o fim do mundo. CBASD, vol. 5, p. 503.
31 publicanos e meretrizes. Esta pe uma frase generalizadora que designa todos os párias da sociedade e da religião que, geralmente, evitavam o templo e a sinagoga porque não eram bem recebidos quando compareciam. ... O fato de que coletores de impostos e prostitutas reespondiam tão prontamente à pregação de João e de Jesus ofendia os líderes judeus ... Estes não estavam dispostos a trabalhar na mesma vinha em que coletores de impostos convertidos, como Zaqueu (ver Lc 19:1-10), e prostitutas restauradas, como Maria (ver com. de Lc 7:36, 37) eram aceitos como trabalhadores. CBASD, vol. 5, p. 503, 504.
33 uma vinha. A vinha era um dos símbolos nacionais de Israel. Bem perto do lugar onde Cristo estava, naquela ocasião, na entrada do templo, havia uma grande e magnífica videira esculpida em ouro e prata que representava Israel. CBASD, vol. 5, p. 504.
Cercou-a. A cerca representa os preceitos da lei divina e obediência àqueles princípios da verdade que protegem contra a prática do erro. CBASD, vol. 5, p. 504.
34 os frutos que lhe tocavam. Israel devia mostrar o fruto do caráter e revelar ao mundo os princípios do reino dos céus. O fruto do caráter devia se manifestar primeiramente em sua vida e, então, na vida dos povos ao redor. Do mesmo modo, Deus espera que Sua igreja hoje partilhe as grandes bênçãos que Ele tem derramado sobre ela (ver PJ, 296). CBASD, vol. 5, p. 504.
37 E, por último. Quando os judeus rejeitaram jesus como o messias, desprezaram a última oferta de misericórdia a eles como nação. Aqui, Jesus não prevê tempo algum no futuro em que os judeus deviam recuperar o favor divino, como nação (ver vol. 4, p. 19, 20). CBASD, vol. 5, p. 505.
38 Sua herança. Seria loucura que os mordomos de uma vinha pudessem imaginar que, ao assassinar o herdeiro da mesma, pudessem passar a possui-la. Loucura maior seria a dos sacerdotes que agiam como se a crucificação do Filho de Deus lhes deixaria a herança de Israel por conta deles. Bíblia Shedd.
42-44 Jesus é a pedra fundamental para os que confessam o Seu nome, e edificam suas vidas nEle, passando então a fazer parte do edifício de Cristo, pedras vivas da Igreja (cf 16,18n; At 4.11n); para quem se recusa crer em Cristo, Ele deixa de ser a pedra que alicerça esta vida. Torna-se-lhe pedra de tropeço e condenação no julgamento (Is 8.14-15; Lc 20.17n; Rm 9.32; 1Pe 2.8). Mais tarde, Pedro mostrou que Cristo era sua pedra fundamental para operar milagres, pedra de cuja aceitação depende a salvação de cada um (At 4.11-12). Bíblia Shedd.
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sexta-feira, 19 de setembro de 2014
Amós 7
Comentário devocional:
Este capítulo apresenta três das cinco visões de Amós a respeito dos juízos que cairiam sobre Israel (vv. 1-9), assim como o confronto do profeta com Amazias, o sacerdote de Betel (vv. 10-17).
O primeiro juízo é a fome (v.1). "Gafanhotos", como instrumentos da ira divina, vieram sobre a terra para destruir a sua beleza e seus frutos trazendo carestia e fome aos habitantes. Deus é longânimo para com as pessoas, mas não para sempre; especialmente quando se trata de grandes iniquidades. No entanto, o juízo veio misturado com a misericórdia de Deus. Os insetos comeram apenas o último crescimento da grama, que é de pouco valor em comparação com o primeiro.
Observe que as misericórdias que Deus continua a nos dar são mais numerosas e mais valiosas do que aquelas que Ele tira de nós. Isso deve nos tornar mais submissos em gratidão à Sua vontade quando decepções vierem.
Vendo a terrível obra dos gafanhotos, Amós intercede em favor de Israel (v. 2). Os profetas sempre oraram por aqueles a quem profetizaram, e, assim, mostraram que, apesar de denunciarem o pecado das pessoas, não tinham prazer na sua destruição.
A próxima visão, o julgamento pelo fogo (v.4) mostra que Deus tem muitas maneiras de humilhar uma nação pecadora. Esse fogo abrasador sobre a plantação seca, trazida por Deus, fez coisas terríveis; e ainda consumiu os reservatórios profundos de água, deixando claro que nada pode interromper as visitações de Deus.
Mais uma vez, o profeta intercedeu em favor dos pecadores. Ele reconheceu que Israel havia se tornado mais humilde diante dos castigos anteriores. Então, devido a intercessão profética, o Senhor postergou os Seus juízos.
A terceira visão, do fio de prumo (v.7), nos lembra que Israel era como uma parede forte que o próprio Deus havia construído. Mas agora Deus está em cima do muro com um fio de prumo, para medi-la e trazer juízos sobre ela porque não estava à altura de Suas expectativas. A punição seria certa. Observe que virá um tempo quando aqueles que foram poupados logo não mais o serão.
Apesar da intercessão de Amós em favor de Israel, este continuou em pecado. Além disso, perseguiu o profeta. Amazias, o sacerdote-chefe da adoração do bezerro em Betel, queixou-se ao rei Jeroboão sobre o profeta, sem mencionar a sua oração de intercessão por eles. Note-se que os que mais fingem ter santidade são geralmente os piores inimigos de quem está realmente santificado.
Amos fez aquilo que Deus o designara a fazer (vv. 14,15). Ele testemunhou que Deus o chamara enquanto era apenas um pastor, não para temer o homem, mas fazer a Sua vontade. Suas habilidades vinham de Deus (v. 12). Ele era um profeta, e não por profissão ou modo de ganhar a vida com isso, mas foi chamado para honrar a Deus, servir as pessoas, e fazer o bem.
Amós condena Amazias por denunciar os juízos de Deus (vv. 16,17). Quando Amazias ordenou que Amós ficasse em silêncio, o profeta profetizou contra sua esposa e seus filhos. Sua mulher seria tratada como uma prostituta; seus filhos e suas filhas seriam mortos pela espada de guerra; e o próprio Amazias viveria para ver isso e, em seguida, seria levado cativo para morrer em uma terra estrangeira. Amazias havia ensinado o povo a adorar ídolos e por isso o Senhor o destruiria por seus pecados.
As interações de Deus com o seu povo nos mostram que Ele é muito paciente, mas não tolera o pecado. O dia do acerto de contas chegará para todos nós, por isso peçamos a Deus que nos ajude a vivermos em harmonia e fazermos as pazes com Ele no dia que se chama hoje.
Deepati Vara Prasad, Ph.D.
Watchman Publishing House, Índia
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/amo/7/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Amós 7
Comentário em áudio
Este capítulo apresenta três das cinco visões de Amós a respeito dos juízos que cairiam sobre Israel (vv. 1-9), assim como o confronto do profeta com Amazias, o sacerdote de Betel (vv. 10-17).
O primeiro juízo é a fome (v.1). "Gafanhotos", como instrumentos da ira divina, vieram sobre a terra para destruir a sua beleza e seus frutos trazendo carestia e fome aos habitantes. Deus é longânimo para com as pessoas, mas não para sempre; especialmente quando se trata de grandes iniquidades. No entanto, o juízo veio misturado com a misericórdia de Deus. Os insetos comeram apenas o último crescimento da grama, que é de pouco valor em comparação com o primeiro.
Observe que as misericórdias que Deus continua a nos dar são mais numerosas e mais valiosas do que aquelas que Ele tira de nós. Isso deve nos tornar mais submissos em gratidão à Sua vontade quando decepções vierem.
Vendo a terrível obra dos gafanhotos, Amós intercede em favor de Israel (v. 2). Os profetas sempre oraram por aqueles a quem profetizaram, e, assim, mostraram que, apesar de denunciarem o pecado das pessoas, não tinham prazer na sua destruição.
A próxima visão, o julgamento pelo fogo (v.4) mostra que Deus tem muitas maneiras de humilhar uma nação pecadora. Esse fogo abrasador sobre a plantação seca, trazida por Deus, fez coisas terríveis; e ainda consumiu os reservatórios profundos de água, deixando claro que nada pode interromper as visitações de Deus.
Mais uma vez, o profeta intercedeu em favor dos pecadores. Ele reconheceu que Israel havia se tornado mais humilde diante dos castigos anteriores. Então, devido a intercessão profética, o Senhor postergou os Seus juízos.
A terceira visão, do fio de prumo (v.7), nos lembra que Israel era como uma parede forte que o próprio Deus havia construído. Mas agora Deus está em cima do muro com um fio de prumo, para medi-la e trazer juízos sobre ela porque não estava à altura de Suas expectativas. A punição seria certa. Observe que virá um tempo quando aqueles que foram poupados logo não mais o serão.
Apesar da intercessão de Amós em favor de Israel, este continuou em pecado. Além disso, perseguiu o profeta. Amazias, o sacerdote-chefe da adoração do bezerro em Betel, queixou-se ao rei Jeroboão sobre o profeta, sem mencionar a sua oração de intercessão por eles. Note-se que os que mais fingem ter santidade são geralmente os piores inimigos de quem está realmente santificado.
Amos fez aquilo que Deus o designara a fazer (vv. 14,15). Ele testemunhou que Deus o chamara enquanto era apenas um pastor, não para temer o homem, mas fazer a Sua vontade. Suas habilidades vinham de Deus (v. 12). Ele era um profeta, e não por profissão ou modo de ganhar a vida com isso, mas foi chamado para honrar a Deus, servir as pessoas, e fazer o bem.
Amós condena Amazias por denunciar os juízos de Deus (vv. 16,17). Quando Amazias ordenou que Amós ficasse em silêncio, o profeta profetizou contra sua esposa e seus filhos. Sua mulher seria tratada como uma prostituta; seus filhos e suas filhas seriam mortos pela espada de guerra; e o próprio Amazias viveria para ver isso e, em seguida, seria levado cativo para morrer em uma terra estrangeira. Amazias havia ensinado o povo a adorar ídolos e por isso o Senhor o destruiria por seus pecados.
As interações de Deus com o seu povo nos mostram que Ele é muito paciente, mas não tolera o pecado. O dia do acerto de contas chegará para todos nós, por isso peçamos a Deus que nos ajude a vivermos em harmonia e fazermos as pazes com Ele no dia que se chama hoje.
Deepati Vara Prasad, Ph.D.
Watchman Publishing House, Índia
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/amo/7/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Amós 7
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quarta-feira, 17 de setembro de 2014
Amós 5
Comentário devocional:
Este capítulo tem mensagens específicas para o Israel do norte, a respeito de sua precária condição social e espiritual e da devastação que viria num breve futuro, através da guerra.
Israel era orgulhosa, sentia-se superior; como "a virgem de Israel." Mas, esta nação cairá e ninguém a levantará. O profeta lamenta a respeito de Israel, refletindo o espírito de Cristo, "que não só mostra o pecado, mas Se entristece quando deve punir o pecador (ver Lc 19:40-44)" CBASD 4:1071. O castigo de Deus a Israel seria tão severo que apenas um décimo dos habitantes sobreviveria (v.3).
Deus continua a chamar Israel ao arrependimento. Buscar a Deus e seguir seus caminhos é a única maneira de escapar da iminente tragédia da conquista, deportação e exílio. Eles não devem buscar os centros de idolatria de Betel, Gilgal ou Berseba (v.5). Israel (aqui mencionada como a casa de José - pai de Efraim) será destruída por sua intensa injustiça e extrema corrupção (vv. 6-7), se não buscar ao Senhor, fazendo o bem e abstendo-se de fazer o mal. Deus deseja a salvação de todos, mas quem não deixar seus maus caminhos não pode escapar da Sua punição (2 Pedro 3: 7-9).
Amós apresenta Deus como Criador e Juiz, ao afirmar: "Senhor é o seu nome" (v.8d). Ele fez as estrelas, as Plêiades e Órion. Ele transforma "a sombra da noite em manhã", um forte contraste ao que Israel fez: transformando justiça em amarga injustiça. Ele faz com que a água do mar se transforme em vapor e caia na Terra em forma de chuva. Ele traz ruína sobre os rebeldes que se acham fortes (vv. 8-9).
Os ímpios odiavam quem os repreendiam e falavam a verdade. Eles oprimiam os pobres e exigiam deles pesadas contribuições. Além disso, afligiam o justo, aceitavam subornos e privavam os pobres de justiça. Por isso, eles não habitariam em suas casas luxuosas de pedras lavradas, nem beberiam do vinho de seus vinhedos (vv.10-12). Nestes tempos, o prudentes ficavam em silêncio - não se exporiam, relatando a injustiça aos magistrados, pois não seriam ouvidos (v.13). No entanto, Amós pede a Israel para buscar o bem e não o mal (v.14). O mal deveria ser abominado e o bem, amado (v.15).
No mundo, muitos enganam a si mesmos. Alguns têm prazer em fazer o mal, prejudicando outros; outros, não fazem o mal, nem fazem o bem - são inúteis; outros, ainda, fazem tanto o bem como o mal - são hipócritas. Somente aqueles que odeiam o mal e amam o bem são justos e recebem a promessa da presença de Deus habitando com eles e da Sua graça transformadora (vv. 14-15).
Amós descreveu ainda mais profundamente o destino de Israel: haveria lamento nas ruas; o agricultor e o trabalhador iriam chorar - haveria choro nas vinhas. O dia do Senhor seria dia de trevas para Israel. Seria como fugir de um leão, ou um urso, apenas para ser picado por uma serpente dentro de casa (vv. 16-20).
Porque o povo de Israel seguia seus maus caminhos, Deus odiava os seus dias de festa e assembleias solenes. Os seus holocaustos, grãos e ofertas pacíficas não eram aceitáveis para Ele. Suas canções e a melodia de seus instrumentos de cordas eram ruído para Ele (vv. 21-23).
O desejo do Senhor é que "corra a retidão como um rio, a justiça como um ribeiro perene!" (v.24 NVI), ou seja, um abastecimento contínuo de água como de um ribeiro perene em vez de uma corrente sazonal de águas. Justiça e retidão, os valores fundamentais de toda a estrutura da fé bíblica, são os atributos divinos que Deus compartilha com seus leais parceiros de concerto. Sem isso a religião se transforma em formalismo sem sentido e hipocrisia (v. 27).
Deepati Vara Prasad, Ph.D.
Watchman Publishing House, Índia
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/amo/5/
Traduzido por JAQ/GASQ
Texto bíblico: Amós 5
Comentário em áudio
Este capítulo tem mensagens específicas para o Israel do norte, a respeito de sua precária condição social e espiritual e da devastação que viria num breve futuro, através da guerra.
Israel era orgulhosa, sentia-se superior; como "a virgem de Israel." Mas, esta nação cairá e ninguém a levantará. O profeta lamenta a respeito de Israel, refletindo o espírito de Cristo, "que não só mostra o pecado, mas Se entristece quando deve punir o pecador (ver Lc 19:40-44)" CBASD 4:1071. O castigo de Deus a Israel seria tão severo que apenas um décimo dos habitantes sobreviveria (v.3).
Deus continua a chamar Israel ao arrependimento. Buscar a Deus e seguir seus caminhos é a única maneira de escapar da iminente tragédia da conquista, deportação e exílio. Eles não devem buscar os centros de idolatria de Betel, Gilgal ou Berseba (v.5). Israel (aqui mencionada como a casa de José - pai de Efraim) será destruída por sua intensa injustiça e extrema corrupção (vv. 6-7), se não buscar ao Senhor, fazendo o bem e abstendo-se de fazer o mal. Deus deseja a salvação de todos, mas quem não deixar seus maus caminhos não pode escapar da Sua punição (2 Pedro 3: 7-9).
Amós apresenta Deus como Criador e Juiz, ao afirmar: "Senhor é o seu nome" (v.8d). Ele fez as estrelas, as Plêiades e Órion. Ele transforma "a sombra da noite em manhã", um forte contraste ao que Israel fez: transformando justiça em amarga injustiça. Ele faz com que a água do mar se transforme em vapor e caia na Terra em forma de chuva. Ele traz ruína sobre os rebeldes que se acham fortes (vv. 8-9).
Os ímpios odiavam quem os repreendiam e falavam a verdade. Eles oprimiam os pobres e exigiam deles pesadas contribuições. Além disso, afligiam o justo, aceitavam subornos e privavam os pobres de justiça. Por isso, eles não habitariam em suas casas luxuosas de pedras lavradas, nem beberiam do vinho de seus vinhedos (vv.10-12). Nestes tempos, o prudentes ficavam em silêncio - não se exporiam, relatando a injustiça aos magistrados, pois não seriam ouvidos (v.13). No entanto, Amós pede a Israel para buscar o bem e não o mal (v.14). O mal deveria ser abominado e o bem, amado (v.15).
No mundo, muitos enganam a si mesmos. Alguns têm prazer em fazer o mal, prejudicando outros; outros, não fazem o mal, nem fazem o bem - são inúteis; outros, ainda, fazem tanto o bem como o mal - são hipócritas. Somente aqueles que odeiam o mal e amam o bem são justos e recebem a promessa da presença de Deus habitando com eles e da Sua graça transformadora (vv. 14-15).
Amós descreveu ainda mais profundamente o destino de Israel: haveria lamento nas ruas; o agricultor e o trabalhador iriam chorar - haveria choro nas vinhas. O dia do Senhor seria dia de trevas para Israel. Seria como fugir de um leão, ou um urso, apenas para ser picado por uma serpente dentro de casa (vv. 16-20).
Porque o povo de Israel seguia seus maus caminhos, Deus odiava os seus dias de festa e assembleias solenes. Os seus holocaustos, grãos e ofertas pacíficas não eram aceitáveis para Ele. Suas canções e a melodia de seus instrumentos de cordas eram ruído para Ele (vv. 21-23).
O desejo do Senhor é que "corra a retidão como um rio, a justiça como um ribeiro perene!" (v.24 NVI), ou seja, um abastecimento contínuo de água como de um ribeiro perene em vez de uma corrente sazonal de águas. Justiça e retidão, os valores fundamentais de toda a estrutura da fé bíblica, são os atributos divinos que Deus compartilha com seus leais parceiros de concerto. Sem isso a religião se transforma em formalismo sem sentido e hipocrisia (v. 27).
Deepati Vara Prasad, Ph.D.
Watchman Publishing House, Índia
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/amo/5/
Traduzido por JAQ/GASQ
Texto bíblico: Amós 5
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terça-feira, 16 de setembro de 2014
Amós 4
Comentário devocional:
Aqui, Amós profetiza contra os opressores dos pobres e necessitados, dizendo que eles serão levados cativos (vv 1-3.); contra os idólatras que seguem as paixões do seu coração (vv 4,5.); e contra os impenitentes, que irão enfrentar o julgamento de Deus (vv. 6-13).
As vacas de Basã, ou seja, os principais homens e mulheres de Israel que amam o luxo oprimiam os pobres e os necessitados, esmagando-os como as vacas pressionam e esmagam a grama (v 1; ver Sl 22:12 ).
As mulheres forçavam seus maridos a praticar violência e fraudes a fim de garantir recursos para o luxo e libertinagem. Além disso, as mulheres provocavam seus maridos para que se juntassem a eles em seus festejos (v. 1). Assim, Deus, que não tolera a iniquidade, promete vingar as práticas profanas de Israel.
Os ímpios são descritos como peixes capturados com anzóis, os quais significam impotência diante dos inimigos, que neste caso são instrumentos de Deus para punir os rebeldes (v.2). A punição divina foi dolorosa para eles como o o anzol causa dor para o peixe e se torna ainda mais doloroso ao ser resistido.
Ao chamar Israel de Betel, a sede principal de sua adoração de ídolos, Amós destaca ironicamente como eles eram zelosos em pecar. Ele os exorta a entrar nos templos pagãos e a pecarem ainda mais.
"Muitas vezes ... os que violam abertamente os mais simples deveres morais manifestam um grande zelo religioso, mas não fazem mais do que meras formalidades. Zelo religioso em si mesmo, no entanto, não oferece qualquer evidência de verdadeira piedade. Essa forma exterior de prática religiosa, muitas vezes, é uma tentativa de compensar a falta de justiça interna genuína, e assim aliviar a consciência"(CBASD 4: 1067). É mais fácil pecar e, em seguida, fazer penitência do que crucificar a carne e se afastar do pecado. Esse comportamento leva o transgressor à complacência, a achar que a sua situação não é tão grave.
O profeta destaca como o desprazer de Deus pelo comportamento deles é demonstrado de muitas maneiras, mas sempre com um desejo de que eles retornem a Ele: "contudo, não vos convertestes para Mim" (vv. 6, 8, 9, 10, 11 ARA).
Sete calamidades são mencionados como tendo sido enviadas para despertar Israel: "Dentes limpos", isto é, "a falta de pão", a fome (v.6); seca que resultou em extenso fracasso das culturas (vv 7-8.); ferrugem em jardins e gafanhotos ou lagartas nas vinhas e oliveiras (v.9); após isso, pragas, semelhantes às do Egito e a matança de jovens e cavalos, resultando em mau cheiro causado pelas carcaças insepultas (v.10) jovens; e destruição como a de Sodoma e Gomorra - por causa de grandeza do seu pecado (v.11).
Infelizmente, estas advertências não sensibilizaram Israel. Eles não reconheceram a bondade de Deus para com eles ao enviar mensagens para o bem do transgressor. Eles não ouviram as advertências de Deus, e como resultado, o julgamento divino seria certo. O julgamento não foi especificado, exceto pelas palavras: "Prepare-se para encontrar-se com o seu Deus" (v.12 NVI), o que indica que o encontro com Deus em juízo é mais terrível do que as calamidades da natureza.
Através de diversos meios o Senhor Deus dos exércitos, o Governador do céu e da terra, chama o Seu povo ao arrependimento. E quando o arrependimento não acontece, segue-se o juízo final.
Senhor,
livra-nos do endurecimento espiritual que resulta em morte eterna.
Deepati Vara Prasad
Watchman Publishing House, Índia
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/amo/4/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Amós 4
Comentário em áudio
Comentários selecionados:
1 Basã. Local situado ... a leste do rio Jordão. Essa terra era famosa pelas ricas pastagens e pelos grandes rebanhos de gado (ver Dt 32:14; Sl 22:12; Ez 39:18). A figura marcante de comparação empregada aqui é o que se poderia esperar do pastor Amós. CBASD - Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1066.
12 portanto. A severidade da punição poderia suscitar esperança e as pessoas viriam a se arrepender. Por todos os meios possíveis, Deus tenta salvar antes de tomar medidas extremas. Se os benefícios não são reconhecidos, Ele envia castigos que não visam à destruição, mas a abrir os olhos dos transgressores a fim de que vejam a Deus e se arrependam. Portanto, os juízos de Deus são tanto sinais de Sua graça como provas de Sua ira. Idem, p. 1069.
prepara-te. A mensagem do profeta era: "Preparem-se para os julgamentos do Senhor prestes a vir." Os que atendessem ao chamado e se arrependessem seriam perdoados e teriam a garantia da proteção de Deus no dia do terrível castigo. ... Deus nunca adverte alguém a se preparar para encontrá-Lo sem antes fazer uma provisão de misericórdia. Este versículo afirma a tônica da segunda mensagem de Amós. Deus adverte Israel de que está prestes a levar a nação a julgamento. eles farão bem em se preparar para responder ao processo. Ibidem, p. 1069.
Aqui, Amós profetiza contra os opressores dos pobres e necessitados, dizendo que eles serão levados cativos (vv 1-3.); contra os idólatras que seguem as paixões do seu coração (vv 4,5.); e contra os impenitentes, que irão enfrentar o julgamento de Deus (vv. 6-13).
As vacas de Basã, ou seja, os principais homens e mulheres de Israel que amam o luxo oprimiam os pobres e os necessitados, esmagando-os como as vacas pressionam e esmagam a grama (v 1; ver Sl 22:12 ).
As mulheres forçavam seus maridos a praticar violência e fraudes a fim de garantir recursos para o luxo e libertinagem. Além disso, as mulheres provocavam seus maridos para que se juntassem a eles em seus festejos (v. 1). Assim, Deus, que não tolera a iniquidade, promete vingar as práticas profanas de Israel.
Os ímpios são descritos como peixes capturados com anzóis, os quais significam impotência diante dos inimigos, que neste caso são instrumentos de Deus para punir os rebeldes (v.2). A punição divina foi dolorosa para eles como o o anzol causa dor para o peixe e se torna ainda mais doloroso ao ser resistido.
Ao chamar Israel de Betel, a sede principal de sua adoração de ídolos, Amós destaca ironicamente como eles eram zelosos em pecar. Ele os exorta a entrar nos templos pagãos e a pecarem ainda mais.
"Muitas vezes ... os que violam abertamente os mais simples deveres morais manifestam um grande zelo religioso, mas não fazem mais do que meras formalidades. Zelo religioso em si mesmo, no entanto, não oferece qualquer evidência de verdadeira piedade. Essa forma exterior de prática religiosa, muitas vezes, é uma tentativa de compensar a falta de justiça interna genuína, e assim aliviar a consciência"(CBASD 4: 1067). É mais fácil pecar e, em seguida, fazer penitência do que crucificar a carne e se afastar do pecado. Esse comportamento leva o transgressor à complacência, a achar que a sua situação não é tão grave.
O profeta destaca como o desprazer de Deus pelo comportamento deles é demonstrado de muitas maneiras, mas sempre com um desejo de que eles retornem a Ele: "contudo, não vos convertestes para Mim" (vv. 6, 8, 9, 10, 11 ARA).
Sete calamidades são mencionados como tendo sido enviadas para despertar Israel: "Dentes limpos", isto é, "a falta de pão", a fome (v.6); seca que resultou em extenso fracasso das culturas (vv 7-8.); ferrugem em jardins e gafanhotos ou lagartas nas vinhas e oliveiras (v.9); após isso, pragas, semelhantes às do Egito e a matança de jovens e cavalos, resultando em mau cheiro causado pelas carcaças insepultas (v.10) jovens; e destruição como a de Sodoma e Gomorra - por causa de grandeza do seu pecado (v.11).
Infelizmente, estas advertências não sensibilizaram Israel. Eles não reconheceram a bondade de Deus para com eles ao enviar mensagens para o bem do transgressor. Eles não ouviram as advertências de Deus, e como resultado, o julgamento divino seria certo. O julgamento não foi especificado, exceto pelas palavras: "Prepare-se para encontrar-se com o seu Deus" (v.12 NVI), o que indica que o encontro com Deus em juízo é mais terrível do que as calamidades da natureza.
Através de diversos meios o Senhor Deus dos exércitos, o Governador do céu e da terra, chama o Seu povo ao arrependimento. E quando o arrependimento não acontece, segue-se o juízo final.
Senhor,
livra-nos do endurecimento espiritual que resulta em morte eterna.
Deepati Vara Prasad
Watchman Publishing House, Índia
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/amo/4/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Amós 4
Comentário em áudio
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1 Basã. Local situado ... a leste do rio Jordão. Essa terra era famosa pelas ricas pastagens e pelos grandes rebanhos de gado (ver Dt 32:14; Sl 22:12; Ez 39:18). A figura marcante de comparação empregada aqui é o que se poderia esperar do pastor Amós. CBASD - Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1066.
12 portanto. A severidade da punição poderia suscitar esperança e as pessoas viriam a se arrepender. Por todos os meios possíveis, Deus tenta salvar antes de tomar medidas extremas. Se os benefícios não são reconhecidos, Ele envia castigos que não visam à destruição, mas a abrir os olhos dos transgressores a fim de que vejam a Deus e se arrependam. Portanto, os juízos de Deus são tanto sinais de Sua graça como provas de Sua ira. Idem, p. 1069.
prepara-te. A mensagem do profeta era: "Preparem-se para os julgamentos do Senhor prestes a vir." Os que atendessem ao chamado e se arrependessem seriam perdoados e teriam a garantia da proteção de Deus no dia do terrível castigo. ... Deus nunca adverte alguém a se preparar para encontrá-Lo sem antes fazer uma provisão de misericórdia. Este versículo afirma a tônica da segunda mensagem de Amós. Deus adverte Israel de que está prestes a levar a nação a julgamento. eles farão bem em se preparar para responder ao processo. Ibidem, p. 1069.
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segunda-feira, 15 de setembro de 2014
Amós 3
Comentário devocional:
Neste capítulo, Amós apela às pessoas negligentes e sem sensibilidade espiritual para que tomem conhecimento da justiça e dos juízos de Deus (vv. 1-8) dirigidos àqueles que continuam a pecar e não se arrependem. Deus é revelado como justo e santo (vv. 9-15).
Uma mensagem específica é dada a Israel e Judá - a "toda esta família que tirei do Egito" (v. 1 NVI). Deus os escolheu como uma nação e estabeleceu uma relação especial com eles. Apesar dos altos privilégios e da luz abundante que brilhavam em seu caminho, o povo escolhido pecou grandemente.
O castigo divino foi pronunciado por causa da extrema corrupção, cobiça e luxo que os levou a se esquecerem dos mais simples deveres para com os vizinhos e a exercerem uma violenta opressão sobre os pobres. Os grandes e os ricos utilizavam mal sua riqueza e influência, as quais, se bem utilizadas, resolveriam o problema da pobreza existente. Deus declara que sua relação especial com Israel não poderia continuar assim por mais tempo por se apegarem eles às suas iniquidades, semelhante a duas pessoas que não podem caminhar juntos (v.3), a menos que tenham um propósito comum em vista.
Como um leão ruge quando está prestes a saltar sobre a presa (v. 4), por meio de Seu profeta Deus avisa que irá punir os malfeitores.
Assim como o toque súbito de trombeta (v.6) provoca medo na cidade, Deus deseja que a mensagem do profeta alarme os infratores. É preciso lembrar que o castigo de Deus segue as advertências dos profetas, que são seus servos (v.7).
Amós convoca retoricamente as nações da Filístia e Egito, a observarem e se surpreenderem com as iniquidades de Israel, com a vida perversa do chamado povo de Deus. Israel abandonou a justiça, a própria base da sociedade; eles se tornaram moralmente e espiritualmente cegos, de tal forma que eles nem fazem o bem, nem se dão conta de sua omissão. Portanto, a punição divina será completa sobre o povo, apenas um pequeno remanescente escapará (v.12).
Quando Israel, a família de Deus, recusou-se a viver de acordo com seus altos privilégios e aceitar suas responsabilidades, sua posição favorecida lhe foi retirada e concedida à igreja, a família espiritual de Deus. Quanto maior é o conhecimento da vontade de Deus, maior é a responsabilidade e maior a recompensa.
Que possamos aprender com a experiência de Israel e que estas lições nos aproximem de Deus e uns dos outros!
Deepati Vara Prasad
Watchman Publishing House, Índia
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/amo/3/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Amós 3
Comentário em áudio
Neste capítulo, Amós apela às pessoas negligentes e sem sensibilidade espiritual para que tomem conhecimento da justiça e dos juízos de Deus (vv. 1-8) dirigidos àqueles que continuam a pecar e não se arrependem. Deus é revelado como justo e santo (vv. 9-15).
Uma mensagem específica é dada a Israel e Judá - a "toda esta família que tirei do Egito" (v. 1 NVI). Deus os escolheu como uma nação e estabeleceu uma relação especial com eles. Apesar dos altos privilégios e da luz abundante que brilhavam em seu caminho, o povo escolhido pecou grandemente.
O castigo divino foi pronunciado por causa da extrema corrupção, cobiça e luxo que os levou a se esquecerem dos mais simples deveres para com os vizinhos e a exercerem uma violenta opressão sobre os pobres. Os grandes e os ricos utilizavam mal sua riqueza e influência, as quais, se bem utilizadas, resolveriam o problema da pobreza existente. Deus declara que sua relação especial com Israel não poderia continuar assim por mais tempo por se apegarem eles às suas iniquidades, semelhante a duas pessoas que não podem caminhar juntos (v.3), a menos que tenham um propósito comum em vista.
Como um leão ruge quando está prestes a saltar sobre a presa (v. 4), por meio de Seu profeta Deus avisa que irá punir os malfeitores.
Assim como o toque súbito de trombeta (v.6) provoca medo na cidade, Deus deseja que a mensagem do profeta alarme os infratores. É preciso lembrar que o castigo de Deus segue as advertências dos profetas, que são seus servos (v.7).
Amós convoca retoricamente as nações da Filístia e Egito, a observarem e se surpreenderem com as iniquidades de Israel, com a vida perversa do chamado povo de Deus. Israel abandonou a justiça, a própria base da sociedade; eles se tornaram moralmente e espiritualmente cegos, de tal forma que eles nem fazem o bem, nem se dão conta de sua omissão. Portanto, a punição divina será completa sobre o povo, apenas um pequeno remanescente escapará (v.12).
Quando Israel, a família de Deus, recusou-se a viver de acordo com seus altos privilégios e aceitar suas responsabilidades, sua posição favorecida lhe foi retirada e concedida à igreja, a família espiritual de Deus. Quanto maior é o conhecimento da vontade de Deus, maior é a responsabilidade e maior a recompensa.
Que possamos aprender com a experiência de Israel e que estas lições nos aproximem de Deus e uns dos outros!
Deepati Vara Prasad
Watchman Publishing House, Índia
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/amo/3/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Amós 3
Comentário em áudio
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domingo, 14 de setembro de 2014
Amós 2 - com comentários selecionados
Comentário devocional:
Deus através do profeta Amós, adverte Moabe (vv. 1-3), assim como fizera a outras nações (Amós 1); Ele também expõe os pecados de Judá (vv. 4-5) e finalmente começa a Sua acusação contra Israel:
(1) Os israelitas do norte estavam envolvidos em injustiça, opressão e prostituição (vv. 6-8); (2) eles eram ingratos para com Deus, apesar de Suas misericórdias temporais e espirituais (vv. 9-12); (3) por isso, seu juízo viria de maneira certa, sem qualquer possibilidade de escape (vv. 14-16).
Por três ou quatro transgressões, ou seja, pela multiplicidade de sua maldade e seus pecados, Deus decide enviar fogo sobre Moabe para consumir os palácios de Queriote, sua capital. Moabe perecerá junto com seu rei e príncipes (vv. 1-3).
Porque Judá rejeitou a lei do Senhor, seus palácios também seriam destruídos pelo fogo (vv. 4-5). Esta profecia foi cumprida pelos babilônios sob Nabucodonosor, em 586 aC (2 Rs 25:8, 9; Jer 17:27; Os 8:14). Tendo o conhecimento da lei de Deus, a responsabilidade de Judá diante de Deus era incomparavelmente maior do que o das outras nações. A vida de mentiras e idolatria vivida por uma geração se tornou o padrão da próxima geração (v. 4). A sentença de Judá revela a imparcialidade de Deus. Deus não faz acepção de pessoas: aquele que pecar, morrerá.
Agora, preparando um clímax para a série de mensagens do restante do livro, Amós com força total denuncia Israel por injustiça, crueldade, incesto, luxo e idolatria, na predição mais longa do capítulo (vv. 6-16). Israel estava cometendo injustiças sociais – subvertendo o juízo por dinheiro, condenando por ninharias e oprimindo de várias formas o pobre. O caminho dos justos era pervertido (v. 6, 7).
Mesmo os humildes, pacíficos, despretensiosos, e geralmente piedosos se tornavam orgulhosos, auto-confiantes, e não sentiam necessidade de Deus em suas vidas. O Santo Nome do Senhor era foi profanado pelos crimes horríveis que eles praticavam à vista das outras nações.
O Senhor repreendeu Israel por sua ingratidão pela graça e bondade que Ele lhes havia mostrado ao livrá-los da escravidão egípcia, dando-lhes a terra de Canaã (v. 10) e por desprezarem a palavra profética dos nazireus e profetas suscitados por Deus, aos quais chegaram a desvirtuar seu ministério (vv. 11, 12).
Por recusarem a repreensão, toda a segurança que julgavam ter seria como o chão em terremoto diante da destruição; todo talento de guerra seria inútil.Ninguém, nem o mais forte ou o mais corajoso poderia defender seu território e se salvar (vv. 13-16).
Judá e Israel gradualmente se afastaram de Deus por não dar atenção à Sua voz transmitida pela Sua Palavra e pelos profetas. Que isto não aconteça conosco. "Quando fecham os ouvidos para não ouvir a Palavra de Deus, as pessoas fecham a avenida pela qual o Espírito Santo tem acesso à alma." (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1062.)
Senhor,
dá-nos um espírito sempre disposto a ouvir e a obedecer.
Deepati Vara Prasad, Ph.D.
Watchman Publishing House, Índia
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/amo/2/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Amós 2
Comentário em áudio
Comentário selecionados:
1 queimou os ossos do rei de Edom. Algo dessa luta se descreve em 2Rs 3.5-27. As rivalidades se desenvolveram a tal ponto que, não havendo possibilidade de conseguir prender ou matar o rei inimigo, abriu-se o túmulo de um rei morto, para o ultrajar profanando seus ossos. Bíblia Shedd.
Com o intuito de privar o espírito do rei do repouso que, segundo a crença popular generalizada, resultaria de um sepultamento adequado. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Pode ter acontecido durante o tempo em que os edomitas se aliaram a Jorão e Josafá, na liga contra Mesha, rei de Moabe (ver 2 Rs 3:7, 9). ... Jerônimo cita um relato, na tradição judaica de que, depois desa guerra, os moabitas, em vingança pela ajuda que Edom deu aos israelitas, desenterrou o corpo do rei edomita, a fim de profanar seus ossos. CBASD - Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1059, 1060.
2 trombeta. Do heb shofar, um chifre de carneiro. CBASD, vol. 4, 1060.
4 Judá. Os pecados nacionais dos povos vizinhos foram denunciados por Amós neste grande discurso público feito em Betel; agora chega a vez da nação gêmea, antes de se tratar da própria nação de Israel, dos próprios ouvintes de Amós que até então estavam gostando da mensagem. Este discurso introdutório (1.1 - 2.16) abriu o caminho à verdadeira mensagem de Amós: o apelo à nação do norte. Bíblia Shedd.
A condenação de Judá não se baseia simplesmente nas expectativas de um concerto universal similar ao de Noé, mas, ao invés disso, pelo concerto especial entre Deus e Seu povo escolhido. Andrews Study Bible.
Os pecados de Judá contrapunham-se, quanto ao tipo, aos das demais nações. Essas nações violaram as leis em geral reconhecidas pela humanidade, mas Judá desobedeceu à lei revelada por Deus. Bíblia de Estudo NVI Vida.
lei. Do heb torah, nome geral para todo o corpo de mandamentos e preceitos, tanto morais como cerimoniais. CBASD, vol. 4, 1060.
andaram. Uma expressão comum do AT para designar determinada conduta moral e espiritual (ver 1Rs 15:26, 2Rs 8:18; Ez 23:31). CBASD, vol. 4, 1060.
6 o justo. Provavelmente os que não estavam endividados, não havendo, por isso, motivo legítimo de vendê-los como escravos (cf. Lv 25.39-43).Bíblia de Estudo NVI Vida.
7 pai e filho possuem a mesma mulher [NVI]. Era rigorosamente proibido um pai e um filho terem relações com a mesma moça ou mulher. Bíblia de Estudo NVI Vida.
[Se a mulher fosse a nova esposa do pai, ela seria como mãe para o filho; se fosse esposa do filho, seria como filha para o pai.]
7 suspiram sobre o pó da terra sobre a cabeça dos pobres. É evidente que a cobiça era o pecado que assediava Israel. ... A cobiça levou à opressão dos pobres. Esta expressão parece representar o desejo dos opressores de ver os pobres humilhados até o pó, ou de colocá-los em condição tão miserável que os necessitados colocariam pó sobre a cabeça (ver Js 7:5, 6; Jó 2:12). CBASD, vol. 4, 1060, 1061.
profanam. Literalmente, "a fim de profanar", ou "com o propósito de profanar". Estes delitos contra o Senhor não foram cometidos por ignorância, mas de forma deliberada e intencional, em espírito de desafio e rebeldia. CBASD, vol. 4, 1061.
Meu Santo Nome. Como os crimes eram cometidos pelos que se chamavam povo do Senhor, eles desonraram a Deus entre os gentios (ver Lv 20:1-3; Ez 36:16-23; Rm 2:24). CBASD, vol. 4, 1061.
8 roupas tomadas como penhor. A lei proibia tomar a capa de alguém como penhor durante a noite (Êx 22.26, 27; Dt 24.12, 13), e a de uma viúva não podia ser tomada em circunstância alguma (Dt 24.17).Bíblia de Estudo NVI Vida.
Estas roupas eram capas largas usadas pelos pobres durante o dia e com as quais se cobriam à noite. Se elas fossem empenhadas a outro, como uma promessa, deviam ser devolvidas ao cair da noite ... O profeta denuncia os de coração duro, pessoas que retinham essas peças de vestuário como suas próprias, em violação da lei. CBASD, vol. 4, 1061.
vinho dos que foram multados. O dinheiro injustamente recolhido dos pobres gastava-se na compra de vinho para as festas imorais. Bíblia Shedd.
A LXX [Septuaginta ou Versão dos Setenta] diz: "E beberam o vinho obtido pela estorsão". CBASD, vol. 4, 1061.
9 o amorreu. Uma tribo de Canaã, talvez a mais adiantada, simbolizando aqui todos os tipos de habitantes originais de Canaã, cuja pujança era semelhante à das árvores que cresciam na sua terra. Bíblia Shedd.
15 Sem harmonia com a vontade de Deus, nenhuma escapatória terá êxito. Bíblia Shedd.
Deus através do profeta Amós, adverte Moabe (vv. 1-3), assim como fizera a outras nações (Amós 1); Ele também expõe os pecados de Judá (vv. 4-5) e finalmente começa a Sua acusação contra Israel:
(1) Os israelitas do norte estavam envolvidos em injustiça, opressão e prostituição (vv. 6-8); (2) eles eram ingratos para com Deus, apesar de Suas misericórdias temporais e espirituais (vv. 9-12); (3) por isso, seu juízo viria de maneira certa, sem qualquer possibilidade de escape (vv. 14-16).
Por três ou quatro transgressões, ou seja, pela multiplicidade de sua maldade e seus pecados, Deus decide enviar fogo sobre Moabe para consumir os palácios de Queriote, sua capital. Moabe perecerá junto com seu rei e príncipes (vv. 1-3).
Porque Judá rejeitou a lei do Senhor, seus palácios também seriam destruídos pelo fogo (vv. 4-5). Esta profecia foi cumprida pelos babilônios sob Nabucodonosor, em 586 aC (2 Rs 25:8, 9; Jer 17:27; Os 8:14). Tendo o conhecimento da lei de Deus, a responsabilidade de Judá diante de Deus era incomparavelmente maior do que o das outras nações. A vida de mentiras e idolatria vivida por uma geração se tornou o padrão da próxima geração (v. 4). A sentença de Judá revela a imparcialidade de Deus. Deus não faz acepção de pessoas: aquele que pecar, morrerá.
Agora, preparando um clímax para a série de mensagens do restante do livro, Amós com força total denuncia Israel por injustiça, crueldade, incesto, luxo e idolatria, na predição mais longa do capítulo (vv. 6-16). Israel estava cometendo injustiças sociais – subvertendo o juízo por dinheiro, condenando por ninharias e oprimindo de várias formas o pobre. O caminho dos justos era pervertido (v. 6, 7).
Mesmo os humildes, pacíficos, despretensiosos, e geralmente piedosos se tornavam orgulhosos, auto-confiantes, e não sentiam necessidade de Deus em suas vidas. O Santo Nome do Senhor era foi profanado pelos crimes horríveis que eles praticavam à vista das outras nações.
O Senhor repreendeu Israel por sua ingratidão pela graça e bondade que Ele lhes havia mostrado ao livrá-los da escravidão egípcia, dando-lhes a terra de Canaã (v. 10) e por desprezarem a palavra profética dos nazireus e profetas suscitados por Deus, aos quais chegaram a desvirtuar seu ministério (vv. 11, 12).
Por recusarem a repreensão, toda a segurança que julgavam ter seria como o chão em terremoto diante da destruição; todo talento de guerra seria inútil.Ninguém, nem o mais forte ou o mais corajoso poderia defender seu território e se salvar (vv. 13-16).
Judá e Israel gradualmente se afastaram de Deus por não dar atenção à Sua voz transmitida pela Sua Palavra e pelos profetas. Que isto não aconteça conosco. "Quando fecham os ouvidos para não ouvir a Palavra de Deus, as pessoas fecham a avenida pela qual o Espírito Santo tem acesso à alma." (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1062.)
Senhor,
dá-nos um espírito sempre disposto a ouvir e a obedecer.
Deepati Vara Prasad, Ph.D.
Watchman Publishing House, Índia
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/amo/2/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Amós 2
Comentário em áudio
Comentário selecionados:
1 queimou os ossos do rei de Edom. Algo dessa luta se descreve em 2Rs 3.5-27. As rivalidades se desenvolveram a tal ponto que, não havendo possibilidade de conseguir prender ou matar o rei inimigo, abriu-se o túmulo de um rei morto, para o ultrajar profanando seus ossos. Bíblia Shedd.
Com o intuito de privar o espírito do rei do repouso que, segundo a crença popular generalizada, resultaria de um sepultamento adequado. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Pode ter acontecido durante o tempo em que os edomitas se aliaram a Jorão e Josafá, na liga contra Mesha, rei de Moabe (ver 2 Rs 3:7, 9). ... Jerônimo cita um relato, na tradição judaica de que, depois desa guerra, os moabitas, em vingança pela ajuda que Edom deu aos israelitas, desenterrou o corpo do rei edomita, a fim de profanar seus ossos. CBASD - Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1059, 1060.
2 trombeta. Do heb shofar, um chifre de carneiro. CBASD, vol. 4, 1060.
4 Judá. Os pecados nacionais dos povos vizinhos foram denunciados por Amós neste grande discurso público feito em Betel; agora chega a vez da nação gêmea, antes de se tratar da própria nação de Israel, dos próprios ouvintes de Amós que até então estavam gostando da mensagem. Este discurso introdutório (1.1 - 2.16) abriu o caminho à verdadeira mensagem de Amós: o apelo à nação do norte. Bíblia Shedd.
A condenação de Judá não se baseia simplesmente nas expectativas de um concerto universal similar ao de Noé, mas, ao invés disso, pelo concerto especial entre Deus e Seu povo escolhido. Andrews Study Bible.
Os pecados de Judá contrapunham-se, quanto ao tipo, aos das demais nações. Essas nações violaram as leis em geral reconhecidas pela humanidade, mas Judá desobedeceu à lei revelada por Deus. Bíblia de Estudo NVI Vida.
lei. Do heb torah, nome geral para todo o corpo de mandamentos e preceitos, tanto morais como cerimoniais. CBASD, vol. 4, 1060.
andaram. Uma expressão comum do AT para designar determinada conduta moral e espiritual (ver 1Rs 15:26, 2Rs 8:18; Ez 23:31). CBASD, vol. 4, 1060.
6 o justo. Provavelmente os que não estavam endividados, não havendo, por isso, motivo legítimo de vendê-los como escravos (cf. Lv 25.39-43).Bíblia de Estudo NVI Vida.
7 pai e filho possuem a mesma mulher [NVI]. Era rigorosamente proibido um pai e um filho terem relações com a mesma moça ou mulher. Bíblia de Estudo NVI Vida.
[Se a mulher fosse a nova esposa do pai, ela seria como mãe para o filho; se fosse esposa do filho, seria como filha para o pai.]
7 suspiram sobre o pó da terra sobre a cabeça dos pobres. É evidente que a cobiça era o pecado que assediava Israel. ... A cobiça levou à opressão dos pobres. Esta expressão parece representar o desejo dos opressores de ver os pobres humilhados até o pó, ou de colocá-los em condição tão miserável que os necessitados colocariam pó sobre a cabeça (ver Js 7:5, 6; Jó 2:12). CBASD, vol. 4, 1060, 1061.
profanam. Literalmente, "a fim de profanar", ou "com o propósito de profanar". Estes delitos contra o Senhor não foram cometidos por ignorância, mas de forma deliberada e intencional, em espírito de desafio e rebeldia. CBASD, vol. 4, 1061.
Meu Santo Nome. Como os crimes eram cometidos pelos que se chamavam povo do Senhor, eles desonraram a Deus entre os gentios (ver Lv 20:1-3; Ez 36:16-23; Rm 2:24). CBASD, vol. 4, 1061.
8 roupas tomadas como penhor. A lei proibia tomar a capa de alguém como penhor durante a noite (Êx 22.26, 27; Dt 24.12, 13), e a de uma viúva não podia ser tomada em circunstância alguma (Dt 24.17).Bíblia de Estudo NVI Vida.
Estas roupas eram capas largas usadas pelos pobres durante o dia e com as quais se cobriam à noite. Se elas fossem empenhadas a outro, como uma promessa, deviam ser devolvidas ao cair da noite ... O profeta denuncia os de coração duro, pessoas que retinham essas peças de vestuário como suas próprias, em violação da lei. CBASD, vol. 4, 1061.
vinho dos que foram multados. O dinheiro injustamente recolhido dos pobres gastava-se na compra de vinho para as festas imorais. Bíblia Shedd.
A LXX [Septuaginta ou Versão dos Setenta] diz: "E beberam o vinho obtido pela estorsão". CBASD, vol. 4, 1061.
9 o amorreu. Uma tribo de Canaã, talvez a mais adiantada, simbolizando aqui todos os tipos de habitantes originais de Canaã, cuja pujança era semelhante à das árvores que cresciam na sua terra. Bíblia Shedd.
15 Sem harmonia com a vontade de Deus, nenhuma escapatória terá êxito. Bíblia Shedd.
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Israel,
Judá,
juízos divinos,
Moabe
quinta-feira, 11 de setembro de 2014
Joel 2
Comentário devocional:
O profeta Joel escreve sobre o "Dia do Senhor", que há de vir sobre o seu povo e faz um convite ao arrependimento, reavivamento e reforma. Depois de descrever a terrível invasão de gafanhotos e dos exércitos estrangeiros, o profeta diz: "Então o Senhor mostrou zelo por sua terra e teve piedade do seu povo." (2:18). E também transmite promessas de libertação, sustento, uma chuva próxima (temporã) e uma mais distante (serôdia) (2:23), e restauração (2:25-27).
A profecia tem três aplicações: (1) ao antigo Israel que vivia no tempo dos profetas (ver Ez. 39:29); (2) ao Israel espiritual (a igreja) no tempo do Pentecostes, quando o Espírito Santo foi derramado sobre o seu povo (Atos 2:16-21); e (3) para os últimos dias da história da Terra (GC 611, AA 54-55).
A terminologia aqui aponta para "os sobreviventes, para aqueles a quem o Senhor chamar." (2:32b NVI). Israel foi chamado para ser o remanescente no contexto imediato da profecia, mas eles não se arrependeram e assim não experimentaram o reavivamento e a reforma prometidos. A profecia condicional não foi cumprida no tempo deles. Após a morte de Cristo e com o início da igreja primitiva a promessa foi estendida ao Israel espiritual. Durante o Pentecostes milhares responderam ao derramamento do Espírito Santo e ao testemunho de Pedro e dos primeiros apóstolos. Este foi o início da primeira chuva espiritual (temporã) (AA 54).
Hoje, enquanto aguardamos a breve volta de Jesus, somos convidados a experimentar a chuva do Espírito Santo dos últimos dias (serôdia). Esse derramamento do Espírito Santo será mais abundante do que o anterior e fará com que filhos e filhas profetizem, velhos tenham sonhos e jovens tenham visões. Até os servos e as servas experimentarão este poder (2: 28-29).
A profecia para o tempo final é tão condicional como a profecia foi ao antigo Israel. "E todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo" (2:32a NVI). "Todos os que consagram alma, corpo e espírito para Deus será receberão constantes novas dotações de poder físico e mental" (DTN, 287).
Estamos prontos para receber o Espírito Santo ou estamos satisfeitos e complacentes com o nosso estado espiritual atual? Temos consagrado a Deus o nosso corpo e a nossa mente? O que existe na minha ou na sua vida que precisa ser entregue a Deus a fim de que Ele possa fazer em nossas vidas o que Ele prometeu? Jesus está voltando! O maior presente que Ele prometeu é o Seu Espírito. A sua vida está cheia do Espírito Santo?
Martin Klingbeil
Southern Adventist University
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/joe/2/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Joel 2
Comentário em áudio
O profeta Joel escreve sobre o "Dia do Senhor", que há de vir sobre o seu povo e faz um convite ao arrependimento, reavivamento e reforma. Depois de descrever a terrível invasão de gafanhotos e dos exércitos estrangeiros, o profeta diz: "Então o Senhor mostrou zelo por sua terra e teve piedade do seu povo." (2:18). E também transmite promessas de libertação, sustento, uma chuva próxima (temporã) e uma mais distante (serôdia) (2:23), e restauração (2:25-27).
A profecia tem três aplicações: (1) ao antigo Israel que vivia no tempo dos profetas (ver Ez. 39:29); (2) ao Israel espiritual (a igreja) no tempo do Pentecostes, quando o Espírito Santo foi derramado sobre o seu povo (Atos 2:16-21); e (3) para os últimos dias da história da Terra (GC 611, AA 54-55).
A terminologia aqui aponta para "os sobreviventes, para aqueles a quem o Senhor chamar." (2:32b NVI). Israel foi chamado para ser o remanescente no contexto imediato da profecia, mas eles não se arrependeram e assim não experimentaram o reavivamento e a reforma prometidos. A profecia condicional não foi cumprida no tempo deles. Após a morte de Cristo e com o início da igreja primitiva a promessa foi estendida ao Israel espiritual. Durante o Pentecostes milhares responderam ao derramamento do Espírito Santo e ao testemunho de Pedro e dos primeiros apóstolos. Este foi o início da primeira chuva espiritual (temporã) (AA 54).
Hoje, enquanto aguardamos a breve volta de Jesus, somos convidados a experimentar a chuva do Espírito Santo dos últimos dias (serôdia). Esse derramamento do Espírito Santo será mais abundante do que o anterior e fará com que filhos e filhas profetizem, velhos tenham sonhos e jovens tenham visões. Até os servos e as servas experimentarão este poder (2: 28-29).
A profecia para o tempo final é tão condicional como a profecia foi ao antigo Israel. "E todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo" (2:32a NVI). "Todos os que consagram alma, corpo e espírito para Deus será receberão constantes novas dotações de poder físico e mental" (DTN, 287).
Estamos prontos para receber o Espírito Santo ou estamos satisfeitos e complacentes com o nosso estado espiritual atual? Temos consagrado a Deus o nosso corpo e a nossa mente? O que existe na minha ou na sua vida que precisa ser entregue a Deus a fim de que Ele possa fazer em nossas vidas o que Ele prometeu? Jesus está voltando! O maior presente que Ele prometeu é o Seu Espírito. A sua vida está cheia do Espírito Santo?
Martin Klingbeil
Southern Adventist University
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/joe/2/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Joel 2
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