Comentário devocional:
João vê o Pai sentado no trono, segurando em sua mão direita o pergaminho que contém as ações de cada pessoa. Em linguagem simbólica aquele pergaminho contém informações de toda nação, língua e povos desde o início da história da Terra até o fim. João chora porque parece não haver ninguém no céu ou na terra que possa abrir o livro e resolver o problema do pecado da Terra.
Alguém mais entra na sala do trono, o Cordeiro, aparentando recentemente ter passado pela morte. Jesus, o Cordeiro sacrificial, consegue abrir o livro e revelar o seu conteúdo. O recém morto e ressuscitado Jesus pega o pergaminho contendo o registro das vidas das pessoas e dos eventos na terra e se prepara para agir. O momento aqui retratado é o dia de Pentecostes, em 31 d.C. Os quatro seres e os vinte e quatro anciãos prostram-se e adoram o Cordeiro, porque Ele os resgatou para Deus pelo Seu sangue. A compreensão dessas realidades também deveria fazer-nos prostrar e louvar o Cordeiro!
As sete lâmpadas ou espíritos representam a totalidade do Espírito Santo que está diante do trono e é enviado ao mundo todo. O derramamento pentecostal do Espírito Santo em Jerusalém em 31 dC foi a proclamação do Céu a respeito da entronização do Redentor. Segundo a promessa de Jesus, Ele enviou o Espírito Santo do céu sobre seus seguidores como um sinal de que Ele, como Sacerdote e Rei, recebeu todo o poder no céu e na terra e foi ungido como Sumo Sacerdote sobre Seu povo.
Neste ponto do início do trabalho de Jesus como nosso Sumo Sacerdote e Rei, os anjos, os quatro seres e os vinte e quatro anciãos, que assistiram a agonia e triunfo de Jesus sobre a terra, também estarão observando a vitória dos cristãos de todos os tempos através do poder de Jesus Cristo. Esses anciãos se prostram e proclamam: "Digno é o Cordeiro que foi morto de receber poder, riqueza, sabedoria, força, honra, glória e louvor!” (v. 12).
Como eles, prostremo-nos também diante de Jesus, o Cordeiro de Deus, em gratidão por Sua graça salvadora. Só Jesus é digno do nosso louvor e adoração!
Kenneth Mathews, Jr. M. D.
Greeneville, TN, EUA
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rev/5/
Traduzido por JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: Apocalipse 5
Comentário em áudio
Plano mundial de Reavivamento e Reforma, pela leitura devocional de um capítulo da Bíblia por dia. De abril de 2012 a julho de 2015.
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quinta-feira, 2 de julho de 2015
Apocalipse 5
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sumo sacerdote
quarta-feira, 1 de julho de 2015
Apocalipse 4
Comentário devocional:
Em Apocalipse 2 e 3, João testemunha um vívido retrato da graça que Jesus ofereceu a Sua Igreja em todas as eras, até o fim dos tempos. No capítulo 4, João vê uma porta aberta no céu e ouve a voz de Jesus, como uma trombeta, convidando-o para contemplar o santuário celestial. João na visão vê o que está ocorrendo. Ele vê todo o céu esperando Jesus retornar ao céu, depois de Sua ressurreição, para ser empossado como nosso Sumo Sacerdote e Rei do santuário celestial, para salvar a todos aqueles que se achegarem a Deus através dEle.
A primeira das oito cenas da sala do trono de Apocalipse é descrita por João ao ele ver o Pai sentado no trono, refletindo jaspe e sardônio, pedras que representam o caráter do Seu Filho, cujo recente sacrifício possibilitou a remissão dos pecados. O verde no arco-íris que circunda o trono representa a esperança e o vermelho expressa o sangue do sacrifício do amor divino por nós.
Circundando o trono estão os vinte e quatro anciãos e os quatro seres vivos que dão glória, honra e louvor ao Pai. Eles O reconhecem como o Criador, Aquele que criou todas as coisas por Sua vontade.
Diante do trono também estão sete lâmpadas que simbolizam a plenitude do Espírito Santo em Sua disposição e capacidade de salvar os que se submetem a Deus. Os quatro seres viventes angélicos refletem de maneira acurada as características humanas de Jesus conforme retratado nos quatro Evangelhos. O leão da tribo de Judá o representa como o cumprimento de todas as profecias do Antigo Testamento (Mateus). O boi representa Jesus em seu papel como sacrifício e em sua paciente e sofredora vida de servo (Marcos). O homem representa Jesus em Sua humanidade (Lucas). E a águia, que domina majestosamente os céus, representa a divindade de Jesus (João). Estas características de Jesus também serão refletidas nas pessoas que compõem a Sua igreja.
Diante dessa cena gloriosa, com todo o Céu esperando para empossar Jesus como Sumo Sacerdote e Rei do Universo, os seres ao redor do trono caem prostrados, lançam suas coroas perante Deus e exclamam que Ele é digno de receber glória, honra e poder, pois criou todas as coisas. Eles compreendem que a humanidade foi criada para a comunhão com Deus.
Neste momento, pela fé, adentre você também na Sala do Trono do Céu. Prostre-se diante do Criador e dê a Ele honra, glória e louvor por ter-lhe criado e redimido!
Kenneth Mathews, Jr.
Médico, Estados Unidos
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rev/4/
Traduzido por JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: Apocalipse 4
Comentário em áudio
Em Apocalipse 2 e 3, João testemunha um vívido retrato da graça que Jesus ofereceu a Sua Igreja em todas as eras, até o fim dos tempos. No capítulo 4, João vê uma porta aberta no céu e ouve a voz de Jesus, como uma trombeta, convidando-o para contemplar o santuário celestial. João na visão vê o que está ocorrendo. Ele vê todo o céu esperando Jesus retornar ao céu, depois de Sua ressurreição, para ser empossado como nosso Sumo Sacerdote e Rei do santuário celestial, para salvar a todos aqueles que se achegarem a Deus através dEle.
A primeira das oito cenas da sala do trono de Apocalipse é descrita por João ao ele ver o Pai sentado no trono, refletindo jaspe e sardônio, pedras que representam o caráter do Seu Filho, cujo recente sacrifício possibilitou a remissão dos pecados. O verde no arco-íris que circunda o trono representa a esperança e o vermelho expressa o sangue do sacrifício do amor divino por nós.
Circundando o trono estão os vinte e quatro anciãos e os quatro seres vivos que dão glória, honra e louvor ao Pai. Eles O reconhecem como o Criador, Aquele que criou todas as coisas por Sua vontade.
Diante do trono também estão sete lâmpadas que simbolizam a plenitude do Espírito Santo em Sua disposição e capacidade de salvar os que se submetem a Deus. Os quatro seres viventes angélicos refletem de maneira acurada as características humanas de Jesus conforme retratado nos quatro Evangelhos. O leão da tribo de Judá o representa como o cumprimento de todas as profecias do Antigo Testamento (Mateus). O boi representa Jesus em seu papel como sacrifício e em sua paciente e sofredora vida de servo (Marcos). O homem representa Jesus em Sua humanidade (Lucas). E a águia, que domina majestosamente os céus, representa a divindade de Jesus (João). Estas características de Jesus também serão refletidas nas pessoas que compõem a Sua igreja.
Diante dessa cena gloriosa, com todo o Céu esperando para empossar Jesus como Sumo Sacerdote e Rei do Universo, os seres ao redor do trono caem prostrados, lançam suas coroas perante Deus e exclamam que Ele é digno de receber glória, honra e poder, pois criou todas as coisas. Eles compreendem que a humanidade foi criada para a comunhão com Deus.
Neste momento, pela fé, adentre você também na Sala do Trono do Céu. Prostre-se diante do Criador e dê a Ele honra, glória e louvor por ter-lhe criado e redimido!
Kenneth Mathews, Jr.
Médico, Estados Unidos
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rev/4/
Traduzido por JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: Apocalipse 4
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quinta-feira, 18 de junho de 2015
II Pedro 2
Comentário devocional:
Alguns anos atrás, eu estava reunido com um grupo de pastores cristãos. Depois da nossa reunião, um pastor idoso veio até mim e disse: "Eu gostaria que nossa denominação ainda acreditasse na Bíblia como vocês acreditam." Durante seu ministério, esse pastor havia visto sua igreja se afastar dos ensinamentos claros da Palavra de Deus .
Jesus tinha avisado que lobos devoradores se introduziriam no rebanho e falsos profetas viriam em pele de cordeiro (Mt 7:15). Pedro repete esse aviso e dá detalhes mais específicos sobre os falsos mestres que trariam heresias destruidoras. Eles não procurariam fazer discípulos para Jesus, mas para si próprios (Atos 20:30). Pedro dá este aviso: "Em sua cobiça, tais mestres os explorarão com histórias que inventaram" (v. 3 NVI).
Como podemos identificar esses falsos mestres? Jesus disse: "Vocês os reconhecerão pelos seus frutos" (Mt 7:16 NVI). Temos que testar todas as coisas e conservar o que é bom.
Sou muito grato hoje pela promessa de Jesus: "Mas quando o Espírito da verdade vier, ele os guiará a toda a verdade. Não falará de si mesmo; falará apenas o que ouvir, e lhes anunciará o que está por vir. Ele me glorificará, porque receberá do que é meu e o tornará conhecido a vocês."(João 16:13-14 NVI).
Peça ao Espírito Santo para conduzi-lo hoje a um conhecimento mais profundo da Palavra de Deus. Através de uma ligação pessoal com Jesus, a Palavra viva, e um conhecimento de Sua Palavra escrita, estamos protegidos contra as palavras enganosas dos falsos mestres.
Derek Morris, DMin
Associação Geral IASD
Estados Unidos
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/2pe/2/
Traduzido por JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: II Pedro 2
Comentário em áudio
Alguns anos atrás, eu estava reunido com um grupo de pastores cristãos. Depois da nossa reunião, um pastor idoso veio até mim e disse: "Eu gostaria que nossa denominação ainda acreditasse na Bíblia como vocês acreditam." Durante seu ministério, esse pastor havia visto sua igreja se afastar dos ensinamentos claros da Palavra de Deus .
Jesus tinha avisado que lobos devoradores se introduziriam no rebanho e falsos profetas viriam em pele de cordeiro (Mt 7:15). Pedro repete esse aviso e dá detalhes mais específicos sobre os falsos mestres que trariam heresias destruidoras. Eles não procurariam fazer discípulos para Jesus, mas para si próprios (Atos 20:30). Pedro dá este aviso: "Em sua cobiça, tais mestres os explorarão com histórias que inventaram" (v. 3 NVI).
Como podemos identificar esses falsos mestres? Jesus disse: "Vocês os reconhecerão pelos seus frutos" (Mt 7:16 NVI). Temos que testar todas as coisas e conservar o que é bom.
Sou muito grato hoje pela promessa de Jesus: "Mas quando o Espírito da verdade vier, ele os guiará a toda a verdade. Não falará de si mesmo; falará apenas o que ouvir, e lhes anunciará o que está por vir. Ele me glorificará, porque receberá do que é meu e o tornará conhecido a vocês."(João 16:13-14 NVI).
Peça ao Espírito Santo para conduzi-lo hoje a um conhecimento mais profundo da Palavra de Deus. Através de uma ligação pessoal com Jesus, a Palavra viva, e um conhecimento de Sua Palavra escrita, estamos protegidos contra as palavras enganosas dos falsos mestres.
Derek Morris, DMin
Associação Geral IASD
Estados Unidos
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/2pe/2/
Traduzido por JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: II Pedro 2
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terça-feira, 19 de maio de 2015
II Timóteo 3
Comentário Devocional:
O primeiro livro da Bíblia registra os primórdios da humanidade: "E o Senhor Deus formou o homem do pó da terra, e soprou em suas narinas o fôlego da vida; e o homem foi feito alma vivente "(Gn 2: 7). Observe que Adão estava sem vida até que a sua forma empoeirada recebeu o sopro de Deus.
Ancorado neste registro histórico, Paulo afirma que a força da vida do cristão é encontrada nas Escrituras: "Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente preparado para toda boa obra "(vs. 16, 17).
Assim como a vida veio a Adão pelo sopro de Deus (Gn 2:7), a Escritura é o sopro de vida para a nossa alma, sem a qual estamos espiritualmente sem vida. Aqui reside o problema de todos os seres humanos descritos nos versos iniciais deste capítulo. Desprovido da vida das escrituras, suas almas estão à deriva em um mar de auto-gratificação. Nenhum Porto da Salvação ou Sólida Rocha existe na qual possam lançar âncora contra as tempestades e provações da vida.
Se não concentrarmos nosso tempo e energia à obtenção de um relacionamento com nosso Senhor, através do estudo diário da Bíblia e oração, o resultado final será evidente "aparência de piedade, mas negando o seu poder" (v. 5) para transformar a vida do vencedor.
A maioria dos habitantes da Terra estão longe de Deus, seu pensamento está continuamente em si mesmo. Eles andam de lá para cá sobre a terra à procura de um momento fugaz de prazer. E há pessoas cujos nomes estão registrados nos livros da igreja e que fielmente pagam o dízimo - eles podem até ser anciãos na igreja – mas, quando o sino do julgamento soar, eles restarão perdidos! Parecer importante e ter o nome listado no livro da igreja não fornece nenhum poder capaz de superar os pecados em sua vida.
Colocar-se em estreita proximidade com Cristo, através do estudo diário de Sua palavra viva, é a chave para se tornar tudo o que Deus quer que você seja. Esta proximidade permite que Ele introduza em você o Seu Santo fôlego de vida, tornando-o sábio para a salvação.
Torne sua a prática diária de escavar profundamente na palavra de Deus - siga os veios de ouro puro que levam diretamente ao seio daquEle que ama muito você. Ao você abrir as Escrituras, faça-o com reverência e santo temor. Lembre-se, você tem em suas mãos o sopro de Deus, pronto para infundir em você a força santificadora do Espírito Santo. "Ele [Jesus] soprou sobre eles e disse-lhes: Recebei o Espírito Santo" (João 20:22). Lembre-se, tudo tem a ver com Deus! "Eis que farei entrar o Espírito em vós, e vivereis" (Ez. 37:5 ARA).
Que a nossa oração diária seja: "Senhor, introduza em mim o Seu Santo fôlego de vida."
Jim Ayer
Vice-Presidente Rádio Mundial Adventista
Conferência Geral
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/2ti/3/
Traduzido por JAQ/GASQ
Texto bíblico: II Timóteo 3
Comentário em áudio
O primeiro livro da Bíblia registra os primórdios da humanidade: "E o Senhor Deus formou o homem do pó da terra, e soprou em suas narinas o fôlego da vida; e o homem foi feito alma vivente "(Gn 2: 7). Observe que Adão estava sem vida até que a sua forma empoeirada recebeu o sopro de Deus.
Ancorado neste registro histórico, Paulo afirma que a força da vida do cristão é encontrada nas Escrituras: "Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente preparado para toda boa obra "(vs. 16, 17).
Assim como a vida veio a Adão pelo sopro de Deus (Gn 2:7), a Escritura é o sopro de vida para a nossa alma, sem a qual estamos espiritualmente sem vida. Aqui reside o problema de todos os seres humanos descritos nos versos iniciais deste capítulo. Desprovido da vida das escrituras, suas almas estão à deriva em um mar de auto-gratificação. Nenhum Porto da Salvação ou Sólida Rocha existe na qual possam lançar âncora contra as tempestades e provações da vida.
Se não concentrarmos nosso tempo e energia à obtenção de um relacionamento com nosso Senhor, através do estudo diário da Bíblia e oração, o resultado final será evidente "aparência de piedade, mas negando o seu poder" (v. 5) para transformar a vida do vencedor.
A maioria dos habitantes da Terra estão longe de Deus, seu pensamento está continuamente em si mesmo. Eles andam de lá para cá sobre a terra à procura de um momento fugaz de prazer. E há pessoas cujos nomes estão registrados nos livros da igreja e que fielmente pagam o dízimo - eles podem até ser anciãos na igreja – mas, quando o sino do julgamento soar, eles restarão perdidos! Parecer importante e ter o nome listado no livro da igreja não fornece nenhum poder capaz de superar os pecados em sua vida.
Colocar-se em estreita proximidade com Cristo, através do estudo diário de Sua palavra viva, é a chave para se tornar tudo o que Deus quer que você seja. Esta proximidade permite que Ele introduza em você o Seu Santo fôlego de vida, tornando-o sábio para a salvação.
Torne sua a prática diária de escavar profundamente na palavra de Deus - siga os veios de ouro puro que levam diretamente ao seio daquEle que ama muito você. Ao você abrir as Escrituras, faça-o com reverência e santo temor. Lembre-se, você tem em suas mãos o sopro de Deus, pronto para infundir em você a força santificadora do Espírito Santo. "Ele [Jesus] soprou sobre eles e disse-lhes: Recebei o Espírito Santo" (João 20:22). Lembre-se, tudo tem a ver com Deus! "Eis que farei entrar o Espírito em vós, e vivereis" (Ez. 37:5 ARA).
Que a nossa oração diária seja: "Senhor, introduza em mim o Seu Santo fôlego de vida."
Jim Ayer
Vice-Presidente Rádio Mundial Adventista
Conferência Geral
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/2ti/3/
Traduzido por JAQ/GASQ
Texto bíblico: II Timóteo 3
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domingo, 5 de abril de 2015
II Coríntios 6 - Comentários selecionados
1 Cooperadores com Ele. O princípio da cooperação é vital ao desempenho espiritual pessoal e ao sucesso no serviço cristão. Deus não dispensa o auxílio humano (DTN , 535). A capacidade humana para
o bem depende da medida de sua cooperação com o divino (cf. Jo 5:19, 30; DTN, 297). Os ministros cristãos e os colaboradores não devem tentar trabalhar por sua própria força ou sabedoria, e Deus não os deixa entregues a si mesmos, à sua própria sorte, ou a seus próprios recursos. Essa cooperação entre Cristo e Seu s embaixadores deve ser íntima e contínua para que sejam "habilitados
a realizar os feitos da Onipotência"(DTN , 827). Cristo é mais que um observador; é um companheiro ativo em tudo o que eles fizerem (Fp 2:12, 13; cf. Hb 1:14). CBASD - Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 960.
Recebais. Do gr. dechomai, neste versículo, "receber favoravelmente", "aprovar", "aceitar". É possível concordar mentalmente com a graça de Deus e não ser beneficiado por ela. Cristo ilustrou essa verdade com as sementes que caíram em solo rochoso e entre espinhos (ver com. de Mt 13:5-7). Embora os coríntios tenham respondido às primeiras exortações de Paulo e tenham se reconciliado com Deus, isso não bastava. A obra da salvação deles, individualmente, ainda não estava completa. A vida cristã apenas se inicia quando os seres humanos são reconciliados com Deus e entram num novo relacionamento com Ele. É verdade que, no momento da reconciliação, eles estão numa situação segura. Permanecem justificados pela graça de Deus. No entanto, o evangelho de Cristo inclui muito mais que o perdão dos pecados passados; prevê também a transformação do caráter, cuja meta é uma vida em que o pecado não mais tome parte (ver com. de Rm 6:5-16; 2Co 1:22; 3:18). O recebimento inicial da graça de Deus, que justifica, deve ser seguido de um contínuo recebimento de graça, que produz santificação. CBASD, vol. 6, p. 960.
Em vão. Isto é, sem ter servido a qualquer propósito útil (cf. Is 55:10, 11). O importante é a maneira como o ser humano recebe a graça, e como continua a recebê-la (ver com. de Mt 13:23; At 2:41). A graça de Deus é recebida em vão: 1. Quando é negligenciada. ... 2. Quando é pervertida ao usá-la como uma capa para o pecado (Rm 6:1, 15). ... 3. Quando é adulterada com ideias e métodos humanos. ... ; 4. Quando é recebida apenas pelo intelecto e não é levada para a vida. ... CBASD, vol. 6, p. 960, 961.
2 Dia da salvação. Isto é, o tempo durante o qual se prolonga a luz da graça (ver Jo 12:35). CBASD, vol. 6, p. 961.
3 Escândalo. Literalmente, "uma ocasião para tropeço". Paulo aspira a conduzir seu ministério (cf. v. 1) de modo que ninguém tenha desculpas para rejeitar a graça de Deus. CBASD, vol. 6, p. 961.
Ministério. Paulo ... sofre, trabalha, estuda e ministra a palavra para não dar qualquer motivo para.escândalo (lCo 8:13; 10:32, 33; Fp 2:15; lTs 2:10; 5:22; cf. Mt 10:16). Ainda assim, houve vários em Corinto que se escandalizaram. Seria, talvez, impossível pregar e agir de modo que ninguém se escandalizasse. Para alguns, até mesmo a verdade e a santidade escandalizavam. As pessoas que ouviam Jesus se escandalizavam dEle (Jo 6:60 , 61, 66). Para outros, qualquer advertência contra o pecado ou o erro escandalizava. No entanto, para os verdadeiros cristãos, o embaixador do evangelho não escandalizará ao repreendê-los por manifestações de orgulho, irreverência, indiferença, hábitos ou práticas questionáveis, grosseria ou vulgaridade. ... Tanto quanto possível, o ministro do evangelho deve ter "paz com todos os homens" (Rm 12:18), contudo, Jesus e Paulo despertaram inimizade por onde passaram. ... Nenhum cristão teve mais inimigos que Cristo, e Seus discípulos foram acusados de ter "transtornado o mundo" (At 17:6). CBASD, vol. 6, p. 962
6 No Espírito Santo. O Espírito é o agente no cultivo de todas essas virtudes (Gl 5:22, 23). É possível exibir esses traços em certo grau, superficialmente, independente do Espírito Santo, mas nunca em sua plenitude. CBASD, vol. 6, p. 963.
Amor. Do gr. agape (ver com. de Mt 5:43 , 44). A característica culminante do ministro do evangelho é este principal fruto do Espírito (ver com. de lCo 13; sobre a expressão "amor não fingido", ver com. de Rm 12:9). Sem essa qualidade, o embaixador de Cristo se torna rígido, autocomplacente e censurador. Pureza e poder são inalcançáveis sem amor. CBASD, vol. 6, p. 963.
11 Ó coríntios. Apenas neste versículo, nas duas cartas, Paulo se dirige aos coríntios especificamente. Paulo apela que retribuam seu amor e o tratem como ele os trata. CBASD, vol. 6, p. 965.
13 Como justa retribuição. Paulo considera os crentes coríntios como filhos espirituais (1Co 4:14, 15) e, como pai espiritual, ele derramou sobre eles a plenitude do amor paternal. Em contrapartida, o apóstolo anseia o amor dos coríntios. CBASD, vol. 6, p. 966.
14 Jugo desigual.A diferença em ideais e conduta entre cristãos e não cristãos é tão: grande que, ao entrar em qualquer relacionamento (casamento, negócios, etc), os cristãos são confrontados com situações em que têm de abandonar princípios ou enfrentar dificuldades. Entrar em tal união é desobedecer a Deus e negociar com o diabo. A separação do pecado e dos pecadores é apresentada em todas as Escrituras (Lv 20:24; Nm 6:3; Hb 7:26; etc). Nenhum outro princípio tem sido mais rigorosamente ordenado por Deus. Por toda a história do povo de Deus, a violação desse princípio tem, inevitavelmente, resultado em desastre espiritual. CBASD, vol. 6, p. 966.
Com os incrédulos. Para os que não aceitam Cristo como salvador, nem Seus ensinos, como padrão de crença e conduta, os ideais, princípios e a prática do cristianismo são loucura (1Co 1:18). Em razão de sua perspectiva da vida, os descrentes normalmente acham difícil tolerar um padrão de conduta que tende a restringir seu modo de viver, ou que indique que seus conceitos e práticas são maus ou inferiores. Paulo não proíbe toda a associação com descrentes, mas apenas a associação que teria a tendência de diminuir o amor do cristão por Deus, adulterar a pureza de sua perspectiva de vida ou levá-lo a se desviar de seu padrão de conduta. Os cristãos não devem se esquivar de seus parentes e amigos, mas se associar com eles como exemplos vivos do cristianismo posto em prática e, assim, ganhá-los para Cristo (1Co 5:9, 10; 7:12; 10:27). ... Quando se trata de um relacionamento de vinculação como o casamento, o cristão que verdadeiramente ama o Senhor de modo algum se unirá a um descrente, mesmo na piedosa ou louvável esperança de conquistá-lo para Cristo. Quase sem exceção, o desapontamento é o resultado de uma ação contrária ao sábio conselho apresentado pelo apóstolo neste versículo. Aqueles que escolherem prestar atenção a esse conselho poderão esperar, de modo especial, desfrutar o favor divino e descobrirão que Deus tem algo reservado para eles, que ultrapassa, em muito, quaisquer planos humanos. CBASD, vol. 6, p. 966, 967.
Que sociedade. Toda união em que o caráter, as crenças e os interesses do cristão perdem algo de sua distinção e integridade, é proibida. O cristão não pode se dar ao luxo de entrar em uma ligação que exija concessões. CBASD, vol. 6, p. 967.
15 Maligno. Neste versículo, a palavra é uma personificação para Satanás, representando a inutilidade e o vazio das coisas por meio das quais ele tenta atrair e seduzir as pessoas ao pecado. ... Por trás de tudo o que é mau e desprezível estão as forças sobrenaturais das trevas, conduzidas por Satanás. Todo o mundo está alinhado atrás de um ou outro líder (1Pe 5:8-9; Ap 12:11). CBASD, vol. 6, p. 967.
16 Ligação. Ou "concordar", "consentir" (Lc 23:51). Não pode haver aliança entre Cristo e Satanás, entre o verdadeiro Deus e os falsos deuses, entre o cristianismo e o paganismo. Paulo declara que uma aliança entre crentes e descrentes é igualmente inconcebível. CBASD, vol. 6, p. 967.
17 Por isso, retirai-vos. A referência histórica é a retirada dos israelitas cativos da antiga Babilônia, que Paulo menciona neste versículo como uma ilustração da separação do povo de Deus do mundo e da Babilônia espiritual (ver com. de Ap 18:4). Após retornarem do cativeiro, os judeus foram encarregados de não levar qualquer coisa que tivesse relação com a idolatria pagã. De modo semelhante, o Israel espiritual é ordenado a "não tocar na s coisas impuras" (ver com. de Is 52:11, 12). CBASD, vol. 6, p. 968.
18 Filhos e filhas.Em consequência da fé dos crentes em Cristo, a operação sobrenatural do Espírito de Deus gera nova vida espiritual, que torna o ser humano um filho de Deus. Esse relacionamento Pai-filho é tão real e vital como o relacionamento humano utilizado para ilustrá-lo. Na vida de Jesus como o Filho de Deus, temos um perfeito exemplo do relacionamento que é nosso privilégio ter como filhos do Pai celestial (ver com. de Lc 2:49; Jo 1:14; 4:34; 8:29). A chave para esse relacionamento é o amor, e seu resultado é confiança e obediência. CBASD, vol. 6, p. 968.
Recebais. Do gr. dechomai, neste versículo, "receber favoravelmente", "aprovar", "aceitar". É possível concordar mentalmente com a graça de Deus e não ser beneficiado por ela. Cristo ilustrou essa verdade com as sementes que caíram em solo rochoso e entre espinhos (ver com. de Mt 13:5-7). Embora os coríntios tenham respondido às primeiras exortações de Paulo e tenham se reconciliado com Deus, isso não bastava. A obra da salvação deles, individualmente, ainda não estava completa. A vida cristã apenas se inicia quando os seres humanos são reconciliados com Deus e entram num novo relacionamento com Ele. É verdade que, no momento da reconciliação, eles estão numa situação segura. Permanecem justificados pela graça de Deus. No entanto, o evangelho de Cristo inclui muito mais que o perdão dos pecados passados; prevê também a transformação do caráter, cuja meta é uma vida em que o pecado não mais tome parte (ver com. de Rm 6:5-16; 2Co 1:22; 3:18). O recebimento inicial da graça de Deus, que justifica, deve ser seguido de um contínuo recebimento de graça, que produz santificação. CBASD, vol. 6, p. 960.
Em vão. Isto é, sem ter servido a qualquer propósito útil (cf. Is 55:10, 11). O importante é a maneira como o ser humano recebe a graça, e como continua a recebê-la (ver com. de Mt 13:23; At 2:41). A graça de Deus é recebida em vão: 1. Quando é negligenciada. ... 2. Quando é pervertida ao usá-la como uma capa para o pecado (Rm 6:1, 15). ... 3. Quando é adulterada com ideias e métodos humanos. ... ; 4. Quando é recebida apenas pelo intelecto e não é levada para a vida. ... CBASD, vol. 6, p. 960, 961.
2 Dia da salvação. Isto é, o tempo durante o qual se prolonga a luz da graça (ver Jo 12:35). CBASD, vol. 6, p. 961.
3 Escândalo. Literalmente, "uma ocasião para tropeço". Paulo aspira a conduzir seu ministério (cf. v. 1) de modo que ninguém tenha desculpas para rejeitar a graça de Deus. CBASD, vol. 6, p. 961.
Ministério. Paulo ... sofre, trabalha, estuda e ministra a palavra para não dar qualquer motivo para.escândalo (lCo 8:13; 10:32, 33; Fp 2:15; lTs 2:10; 5:22; cf. Mt 10:16). Ainda assim, houve vários em Corinto que se escandalizaram. Seria, talvez, impossível pregar e agir de modo que ninguém se escandalizasse. Para alguns, até mesmo a verdade e a santidade escandalizavam. As pessoas que ouviam Jesus se escandalizavam dEle (Jo 6:60 , 61, 66). Para outros, qualquer advertência contra o pecado ou o erro escandalizava. No entanto, para os verdadeiros cristãos, o embaixador do evangelho não escandalizará ao repreendê-los por manifestações de orgulho, irreverência, indiferença, hábitos ou práticas questionáveis, grosseria ou vulgaridade. ... Tanto quanto possível, o ministro do evangelho deve ter "paz com todos os homens" (Rm 12:18), contudo, Jesus e Paulo despertaram inimizade por onde passaram. ... Nenhum cristão teve mais inimigos que Cristo, e Seus discípulos foram acusados de ter "transtornado o mundo" (At 17:6). CBASD, vol. 6, p. 962
6 No Espírito Santo. O Espírito é o agente no cultivo de todas essas virtudes (Gl 5:22, 23). É possível exibir esses traços em certo grau, superficialmente, independente do Espírito Santo, mas nunca em sua plenitude. CBASD, vol. 6, p. 963.
Amor. Do gr. agape (ver com. de Mt 5:43 , 44). A característica culminante do ministro do evangelho é este principal fruto do Espírito (ver com. de lCo 13; sobre a expressão "amor não fingido", ver com. de Rm 12:9). Sem essa qualidade, o embaixador de Cristo se torna rígido, autocomplacente e censurador. Pureza e poder são inalcançáveis sem amor. CBASD, vol. 6, p. 963.
11 Ó coríntios. Apenas neste versículo, nas duas cartas, Paulo se dirige aos coríntios especificamente. Paulo apela que retribuam seu amor e o tratem como ele os trata. CBASD, vol. 6, p. 965.
13 Como justa retribuição. Paulo considera os crentes coríntios como filhos espirituais (1Co 4:14, 15) e, como pai espiritual, ele derramou sobre eles a plenitude do amor paternal. Em contrapartida, o apóstolo anseia o amor dos coríntios. CBASD, vol. 6, p. 966.
14 Jugo desigual.A diferença em ideais e conduta entre cristãos e não cristãos é tão: grande que, ao entrar em qualquer relacionamento (casamento, negócios, etc), os cristãos são confrontados com situações em que têm de abandonar princípios ou enfrentar dificuldades. Entrar em tal união é desobedecer a Deus e negociar com o diabo. A separação do pecado e dos pecadores é apresentada em todas as Escrituras (Lv 20:24; Nm 6:3; Hb 7:26; etc). Nenhum outro princípio tem sido mais rigorosamente ordenado por Deus. Por toda a história do povo de Deus, a violação desse princípio tem, inevitavelmente, resultado em desastre espiritual. CBASD, vol. 6, p. 966.
Com os incrédulos. Para os que não aceitam Cristo como salvador, nem Seus ensinos, como padrão de crença e conduta, os ideais, princípios e a prática do cristianismo são loucura (1Co 1:18). Em razão de sua perspectiva da vida, os descrentes normalmente acham difícil tolerar um padrão de conduta que tende a restringir seu modo de viver, ou que indique que seus conceitos e práticas são maus ou inferiores. Paulo não proíbe toda a associação com descrentes, mas apenas a associação que teria a tendência de diminuir o amor do cristão por Deus, adulterar a pureza de sua perspectiva de vida ou levá-lo a se desviar de seu padrão de conduta. Os cristãos não devem se esquivar de seus parentes e amigos, mas se associar com eles como exemplos vivos do cristianismo posto em prática e, assim, ganhá-los para Cristo (1Co 5:9, 10; 7:12; 10:27). ... Quando se trata de um relacionamento de vinculação como o casamento, o cristão que verdadeiramente ama o Senhor de modo algum se unirá a um descrente, mesmo na piedosa ou louvável esperança de conquistá-lo para Cristo. Quase sem exceção, o desapontamento é o resultado de uma ação contrária ao sábio conselho apresentado pelo apóstolo neste versículo. Aqueles que escolherem prestar atenção a esse conselho poderão esperar, de modo especial, desfrutar o favor divino e descobrirão que Deus tem algo reservado para eles, que ultrapassa, em muito, quaisquer planos humanos. CBASD, vol. 6, p. 966, 967.
Que sociedade. Toda união em que o caráter, as crenças e os interesses do cristão perdem algo de sua distinção e integridade, é proibida. O cristão não pode se dar ao luxo de entrar em uma ligação que exija concessões. CBASD, vol. 6, p. 967.
15 Maligno. Neste versículo, a palavra é uma personificação para Satanás, representando a inutilidade e o vazio das coisas por meio das quais ele tenta atrair e seduzir as pessoas ao pecado. ... Por trás de tudo o que é mau e desprezível estão as forças sobrenaturais das trevas, conduzidas por Satanás. Todo o mundo está alinhado atrás de um ou outro líder (1Pe 5:8-9; Ap 12:11). CBASD, vol. 6, p. 967.
16 Ligação. Ou "concordar", "consentir" (Lc 23:51). Não pode haver aliança entre Cristo e Satanás, entre o verdadeiro Deus e os falsos deuses, entre o cristianismo e o paganismo. Paulo declara que uma aliança entre crentes e descrentes é igualmente inconcebível. CBASD, vol. 6, p. 967.
17 Por isso, retirai-vos. A referência histórica é a retirada dos israelitas cativos da antiga Babilônia, que Paulo menciona neste versículo como uma ilustração da separação do povo de Deus do mundo e da Babilônia espiritual (ver com. de Ap 18:4). Após retornarem do cativeiro, os judeus foram encarregados de não levar qualquer coisa que tivesse relação com a idolatria pagã. De modo semelhante, o Israel espiritual é ordenado a "não tocar na s coisas impuras" (ver com. de Is 52:11, 12). CBASD, vol. 6, p. 968.
18 Filhos e filhas.Em consequência da fé dos crentes em Cristo, a operação sobrenatural do Espírito de Deus gera nova vida espiritual, que torna o ser humano um filho de Deus. Esse relacionamento Pai-filho é tão real e vital como o relacionamento humano utilizado para ilustrá-lo. Na vida de Jesus como o Filho de Deus, temos um perfeito exemplo do relacionamento que é nosso privilégio ter como filhos do Pai celestial (ver com. de Lc 2:49; Jo 1:14; 4:34; 8:29). A chave para esse relacionamento é o amor, e seu resultado é confiança e obediência. CBASD, vol. 6, p. 968.
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quinta-feira, 2 de abril de 2015
II Coríntios 3
Comentário devocional:
O apóstolo Paulo lembra aos crentes de Corinto que eles não precisam de uma carta de apresentação para conhecerem o seu caráter (3:1). A própria existência da igreja em Corinto é um testemunho acerca do ministério de Paulo. Como um pastor dedicado, ele se preocupava com eles genuinamente.
Paulo, então, traça um contraste entre o seu próprio ministério e o de Moisés (como o esquema a seguir ajuda a ilustrar):
O ministério de Moisés:
- Um ministério que tinha glória, mas também trouxe a morte e a condenação (2 Cor. 3: 7, 9)
- Gravado em tábuas de pedra (2 Cor. 3: 7)
- Veio com uma glória que era temporária e desapareceu (2 Cor. 3: 7, 9-11)
- Moisés usava um véu para esconder do povo aquela glória temporária (2 Cor. 3:13)
- A mente dos que lêem os escritos de Moisés permanece com um véu (2 Cor. 3: 14-15)
O ministério de Paulo:
- Um ministério do Espírito doador de vida que traz justiça (2 Cor. 3: 8, cf. 2 Cor. 3:6)
- Escrito nas tábuas de corações humanos (2 Cor. 3: 3)
- Um ministério com glória superior e que não desvanece (2 Cor. 3: 8-11)
- "Todos nós, que com a face descoberta contemplamos a glória do Senhor"
(2 Cor. 3:18)
- Aqueles que se voltam para o Senhor Jesus tem o véu removido (2 Cor. 3:16)
Em última análise, o "ministério do Espírito" é "muito mais glorioso" (v. 8, NVI). Na verdade, Moisés, através da "antiga aliança", apontava para os dias de hoje. Estes não são dois pactos separados, mas o que Moisés ensinou foi como um "véu" que foi retirado "em Cristo." Em outras palavras, o trabalho e as palavras de Moisés apontavam para Jesus Cristo como o Messias prometido.
Michael W. Campbell, Ph.D.
Professor Assistente, Estudos Históricos / Teológicos
Instituto Adventista Internacional de Estudos Avançados
Filipinas
O apóstolo Paulo lembra aos crentes de Corinto que eles não precisam de uma carta de apresentação para conhecerem o seu caráter (3:1). A própria existência da igreja em Corinto é um testemunho acerca do ministério de Paulo. Como um pastor dedicado, ele se preocupava com eles genuinamente.
Paulo, então, traça um contraste entre o seu próprio ministério e o de Moisés (como o esquema a seguir ajuda a ilustrar):
O ministério de Moisés:
- Um ministério que tinha glória, mas também trouxe a morte e a condenação (2 Cor. 3: 7, 9)
- Gravado em tábuas de pedra (2 Cor. 3: 7)
- Veio com uma glória que era temporária e desapareceu (2 Cor. 3: 7, 9-11)
- Moisés usava um véu para esconder do povo aquela glória temporária (2 Cor. 3:13)
- A mente dos que lêem os escritos de Moisés permanece com um véu (2 Cor. 3: 14-15)
O ministério de Paulo:
- Um ministério do Espírito doador de vida que traz justiça (2 Cor. 3: 8, cf. 2 Cor. 3:6)
- Escrito nas tábuas de corações humanos (2 Cor. 3: 3)
- Um ministério com glória superior e que não desvanece (2 Cor. 3: 8-11)
- "Todos nós, que com a face descoberta contemplamos a glória do Senhor"
(2 Cor. 3:18)
- Aqueles que se voltam para o Senhor Jesus tem o véu removido (2 Cor. 3:16)
Em última análise, o "ministério do Espírito" é "muito mais glorioso" (v. 8, NVI). Na verdade, Moisés, através da "antiga aliança", apontava para os dias de hoje. Estes não são dois pactos separados, mas o que Moisés ensinou foi como um "véu" que foi retirado "em Cristo." Em outras palavras, o trabalho e as palavras de Moisés apontavam para Jesus Cristo como o Messias prometido.
Michael W. Campbell, Ph.D.
Professor Assistente, Estudos Históricos / Teológicos
Instituto Adventista Internacional de Estudos Avançados
Filipinas
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/2co/3/
Traduzido por JDS/JAQ
Texto bíblico: 2 Coríntios 3
Comentários em áudio:
sábado, 28 de março de 2015
I Coríntios 14
Comentário devocional:
Paulo volta a falar sobre "os dons espirituais, principalmente o dom de profecia" (v 1 NVI). "Quem profetiza o faz para edificação, encorajamento e consolação dos homens." (v 3 NVI). Assim, o dom de profecia "edifica a igreja." Este dom é tão significativo que Paulo reconhece a sua prioridade entre os demais dons.
Como adventistas do sétimo dia, acreditamos na continuidade de todos os dons espirituais, incluindo o dom da profecia. Acreditamos que, em dezembro 1844, Deus designou outro mensageiro profético, assim como Deus operou em muitos outros pontos críticos ao longo da história da salvação. Deus revelou a Ellen Harmon (mais tarde White) uma mensagem de encorajamento através de uma revelação divina. Os crentes estavam desencorajados após o não retorno de Jesus em 22 de outubro de 1844. Assim, Deus usou uma jovem mulher para incentivar e "edificar" o povo de Deus. O tema de sua primeira visão acabou se tornando o tema principal de todo o seu ministério profético: o caminho de Deus é um caminho estreito, que conduz a Jesus. Mais uma vez o dom profético contribuiu para edificar e ajudar a igreja de Deus. Para aqueles que acreditam na importância de todos os dons espirituais, não deveria ser surpresa a escolha divina de um mensageiro profético para ajudar o povo de Deus do tempo do fim a se concentrar em Jesus.
Em seguida, Paulo discorre sobre o falar em "línguas" (idiomas) e a necessidade de serem interpretadas (vv 6-25). Ele destaca, mais uma vez, que todos os dons espirituais, incluindo o dom de "línguas", devem levar à "edificação da igreja" (v 12). O dom de línguas vem junto com o dom de interpretação e compreensão (vv 13, 15). Na verdade, a palavra-chave deste capítulo, estreitamente associada com "línguas" é "entendimento". Tal entendimento conduz à maturidade cristã (v 20).
Ao comparar e contrastar estes dois dons espirituais (profecia e línguas), Paulo observa que o dom de falar em línguas diferentes é "um sinal para os descrentes" mas o dom de profetizar "é para os que crêem" (v 22 NVI). Independentemente do dom, a ordem na igreja deve ser mantida para que os incrédulos não acusem os crentes de estarem "loucos" (v 23 NVI). Todos os dons espirituais devem levar à "edificação" (v 26) e cada orador deve ter a sua vez de falar para que haja ordem na reunião (vv 27-28).
Paulo conclui afirmando que as revelações trazidas pelo dom de profecia devem estar em harmonia com as orientações proféticas prévias (vv 32-33). Ou seja, devemos julgar toda nova revelação pelas verdades encontradas na Palavra de Deus. Para nós, isto significa que a Escritura é a nossa autoridade final.
Michael W. Campbell, Ph.D.
Professor Assistente, Estudos Históricos / Teológicos
Instituto Adventista Internacional de Estudos Avançados
Filipinas
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/1co/14/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: I Coríntios 14
Comentários em áudio
Paulo volta a falar sobre "os dons espirituais, principalmente o dom de profecia" (v 1 NVI). "Quem profetiza o faz para edificação, encorajamento e consolação dos homens." (v 3 NVI). Assim, o dom de profecia "edifica a igreja." Este dom é tão significativo que Paulo reconhece a sua prioridade entre os demais dons.
Como adventistas do sétimo dia, acreditamos na continuidade de todos os dons espirituais, incluindo o dom da profecia. Acreditamos que, em dezembro 1844, Deus designou outro mensageiro profético, assim como Deus operou em muitos outros pontos críticos ao longo da história da salvação. Deus revelou a Ellen Harmon (mais tarde White) uma mensagem de encorajamento através de uma revelação divina. Os crentes estavam desencorajados após o não retorno de Jesus em 22 de outubro de 1844. Assim, Deus usou uma jovem mulher para incentivar e "edificar" o povo de Deus. O tema de sua primeira visão acabou se tornando o tema principal de todo o seu ministério profético: o caminho de Deus é um caminho estreito, que conduz a Jesus. Mais uma vez o dom profético contribuiu para edificar e ajudar a igreja de Deus. Para aqueles que acreditam na importância de todos os dons espirituais, não deveria ser surpresa a escolha divina de um mensageiro profético para ajudar o povo de Deus do tempo do fim a se concentrar em Jesus.
Em seguida, Paulo discorre sobre o falar em "línguas" (idiomas) e a necessidade de serem interpretadas (vv 6-25). Ele destaca, mais uma vez, que todos os dons espirituais, incluindo o dom de "línguas", devem levar à "edificação da igreja" (v 12). O dom de línguas vem junto com o dom de interpretação e compreensão (vv 13, 15). Na verdade, a palavra-chave deste capítulo, estreitamente associada com "línguas" é "entendimento". Tal entendimento conduz à maturidade cristã (v 20).
Ao comparar e contrastar estes dois dons espirituais (profecia e línguas), Paulo observa que o dom de falar em línguas diferentes é "um sinal para os descrentes" mas o dom de profetizar "é para os que crêem" (v 22 NVI). Independentemente do dom, a ordem na igreja deve ser mantida para que os incrédulos não acusem os crentes de estarem "loucos" (v 23 NVI). Todos os dons espirituais devem levar à "edificação" (v 26) e cada orador deve ter a sua vez de falar para que haja ordem na reunião (vv 27-28).
Paulo conclui afirmando que as revelações trazidas pelo dom de profecia devem estar em harmonia com as orientações proféticas prévias (vv 32-33). Ou seja, devemos julgar toda nova revelação pelas verdades encontradas na Palavra de Deus. Para nós, isto significa que a Escritura é a nossa autoridade final.
Michael W. Campbell, Ph.D.
Professor Assistente, Estudos Históricos / Teológicos
Instituto Adventista Internacional de Estudos Avançados
Filipinas
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/1co/14/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: I Coríntios 14
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terça-feira, 17 de março de 2015
I Coríntios 3 - Comentários selecionados
2 Leite. O alimento natural dos bebês. O "leite" representa os princípios básicos do evangelho. CBASD - Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 743.
8 São um. Quem planta e quem rega não trabalham com propósitos opostos. Eles estão unidos em suas metas e objetivos. Não tem sentido apresentá-los como líderes rivais. CBASD, vol. 6, p. 744.
11 Outro. Do gr allos, "outro [do mesmo tipo]", "mais um" (ver com. de Gl 1:6). Há apenas um Salvador. Outros proclamados como salvadores não são "outro" do mesmo tipo. Não são salvadores (ver Jo 14:6; At 4:12). CBASD, vol. 6, p. 746.
16 Santuário. Do gr naos, palavra usada pelos gregos antigos para descrever o cômodo mais interior do templo, onde se colocava a imagem do deus pagão. ... Paulo atenta para os que constituem o edifício espiritual. Coletivamente, eles formam o templo espiritual de Deus no qual habita o Espírito Santo. Paulo se refere à igreja e adverte seus sucessores em Corinto a não prejudicá-la (1Co 3:17). É verdade que o Espírito Santo também habita em cada cristão de modo individual (ver com. de 1Co 6:19, 20). CBASD, vol. 6, p. 747.
22 Tudo é vosso. Deus é dono de tudo, seja animado ou inanimado, e as coisas que Ele fez são para bênção de Seu povo redimido (ver MDC, 110, 111). CBASD, vol. 6, p. 748.
23 E vós, de Cristo. Este é o clímax ao qual Paulo vinha direcionando seu argumento. Se todo crente pertence a Cristo, deve haver apenas um grande partido na igreja, não diferentes grupos. É a manifestação dessa unidade que o Salvador deseja ver na igreja, e que no fim haverá (ver Jo 17:9-11, 21, 23; Ef 4:13). CBASD, vol. 6, p. 748.
8 São um. Quem planta e quem rega não trabalham com propósitos opostos. Eles estão unidos em suas metas e objetivos. Não tem sentido apresentá-los como líderes rivais. CBASD, vol. 6, p. 744.
11 Outro. Do gr allos, "outro [do mesmo tipo]", "mais um" (ver com. de Gl 1:6). Há apenas um Salvador. Outros proclamados como salvadores não são "outro" do mesmo tipo. Não são salvadores (ver Jo 14:6; At 4:12). CBASD, vol. 6, p. 746.
16 Santuário. Do gr naos, palavra usada pelos gregos antigos para descrever o cômodo mais interior do templo, onde se colocava a imagem do deus pagão. ... Paulo atenta para os que constituem o edifício espiritual. Coletivamente, eles formam o templo espiritual de Deus no qual habita o Espírito Santo. Paulo se refere à igreja e adverte seus sucessores em Corinto a não prejudicá-la (1Co 3:17). É verdade que o Espírito Santo também habita em cada cristão de modo individual (ver com. de 1Co 6:19, 20). CBASD, vol. 6, p. 747.
22 Tudo é vosso. Deus é dono de tudo, seja animado ou inanimado, e as coisas que Ele fez são para bênção de Seu povo redimido (ver MDC, 110, 111). CBASD, vol. 6, p. 748.
23 E vós, de Cristo. Este é o clímax ao qual Paulo vinha direcionando seu argumento. Se todo crente pertence a Cristo, deve haver apenas um grande partido na igreja, não diferentes grupos. É a manifestação dessa unidade que o Salvador deseja ver na igreja, e que no fim haverá (ver Jo 17:9-11, 21, 23; Ef 4:13). CBASD, vol. 6, p. 748.
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segunda-feira, 16 de março de 2015
I Coríntios 2
Comentário devocional:
A igreja em Corinto estava enfrentando alguns problemas desafiadores. O apóstolo Paulo reconhece, entretanto, que a solução era simples: "Porque decidi nada saber entre vós, senão a Jesus Cristo e este crucificado" (2:2 ARA). E ele lhes lembrou que sua pregação não veio "em linguagem persuasiva de sabedoria", mas veio através de "demonstração do Espírito e de poder para que a vossa fé não se apoiasse em sabedoria humana, e sim no poder de Deus" (v. 4, 5).
Um dos grandes desafios para os cristãos de todas as épocas é buscar soluções sob uma ótica meramente humana. Isto não irá funcionar, porque o "homem natural" não entende a vontade de Deus. Como as coisas espirituais "se discernem espiritualmente" (v. 14), necessitamos que o Espírito Santo abra os nossos olhos para o que Deus quer nos ensinar (v.10). O que Paulo escreveu "em suas cartas às igrejas de sua época são instruções para a igreja de Deus no fim dos tempos" (EGW, Carta 332, 1907).
Para o cristão, a realidade é que a cruz de Cristo muda tudo. Esta revelação é tornada possível através do poder transformador do Espírito Santo. Graças ao Espírito somos capazes de viver a vida cristã cheios de esperança. Como está escrito: "Nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano o que Deus tem preparado para aqueles que O amam" (v. 9).
O professor Joseph Kidder do Seminário de Andrews observa: "A cruz é o coração de toda a irmandade e é somente através da cruz que a fraternidade se aprofunda e amadurece. Mas isso requer a freqüente e dolorosa crucificação do eu em todas as suas formas: egoísmo, egocentrismo e justiça própria." (Majesty: Experiencing Authentic Worship AC, 97).
Michael W. Campbell
Professor Assistente, Estudos Históricos / Teológicos
Instituto Adventista Internacional de Estudos Avançados
Filipinas
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/1co/2/
Traduzido e adaptado por JAQ/JDS
Texto bíblico: 1 Coríntios 2
Comentários em áudio:
A igreja em Corinto estava enfrentando alguns problemas desafiadores. O apóstolo Paulo reconhece, entretanto, que a solução era simples: "Porque decidi nada saber entre vós, senão a Jesus Cristo e este crucificado" (2:2 ARA). E ele lhes lembrou que sua pregação não veio "em linguagem persuasiva de sabedoria", mas veio através de "demonstração do Espírito e de poder para que a vossa fé não se apoiasse em sabedoria humana, e sim no poder de Deus" (v. 4, 5).
Um dos grandes desafios para os cristãos de todas as épocas é buscar soluções sob uma ótica meramente humana. Isto não irá funcionar, porque o "homem natural" não entende a vontade de Deus. Como as coisas espirituais "se discernem espiritualmente" (v. 14), necessitamos que o Espírito Santo abra os nossos olhos para o que Deus quer nos ensinar (v.10). O que Paulo escreveu "em suas cartas às igrejas de sua época são instruções para a igreja de Deus no fim dos tempos" (EGW, Carta 332, 1907).
Para o cristão, a realidade é que a cruz de Cristo muda tudo. Esta revelação é tornada possível através do poder transformador do Espírito Santo. Graças ao Espírito somos capazes de viver a vida cristã cheios de esperança. Como está escrito: "Nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano o que Deus tem preparado para aqueles que O amam" (v. 9).
O professor Joseph Kidder do Seminário de Andrews observa: "A cruz é o coração de toda a irmandade e é somente através da cruz que a fraternidade se aprofunda e amadurece. Mas isso requer a freqüente e dolorosa crucificação do eu em todas as suas formas: egoísmo, egocentrismo e justiça própria." (Majesty: Experiencing Authentic Worship AC, 97).
Michael W. Campbell
Professor Assistente, Estudos Históricos / Teológicos
Instituto Adventista Internacional de Estudos Avançados
Filipinas
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/1co/2/
Traduzido e adaptado por JAQ/JDS
Texto bíblico: 1 Coríntios 2
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I Corintios 2 - Comentários Selecionados
1 Ostentação de linguagem. Paulo não tentou ganhar as pessoas por meio de retórica ou oratória. Tampouco se apoiou na "sabedoria", isto é, filosofia, para provar a verdade do evangelho. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 737.
2 Se não a Jesus Cristo e este crucificado. Paulo pregou Cristo crucificado a respeito de que a ideia de um Salvador crucificado fosse uma ofensa tanto a judeus quanto a gregos. CBASD, vol. 6, p. 738.
4 Demonstração. Do gr. apodeixis, "prova segura", "evidência". A prova de que a mensagem que Paulo pregava era de origem divina não se estava na argumentação hábil, mas na evidência, ou "demonstração", do Espírito Santo. A obra do apóstolo em Corinto foi acompanhada, bem como em outros lugares, de milagres. CBASD, vol. 6, p. 738.
5 Vossa fé. Paulo desejava que os coríntios confiassem no poder de Deus para mudar vidas. Ele não queria levá-los a depositar a confiança em nenhuma forma de poder humano. CBASD, vol. 6, p. 738.
7 Mistério. O plano da salvação, formulado antes da criação do mundo e anunciado e posto em prática por Deus quando Adão pecou, era, um grande mistério para o universo. Os anjos não podiam compreendê-lo plenamente. Os profetas, que escreveram sobre isso, entendiam apenas em parte as mensagens que transmitiam a respeito da salvação por meio de Cristo. O ser humano não é capaz de compreender a sabedoria de Deus porque é diretamente contrária à filosofia de vida mundana. Mesmo o crente, consagrado é incapaz de entender plenamente o plano da salvação. CBASD, vol. 6, p. 739.
9 Nem olhos viram. O texto diz, literalmente: "As coisas que olho não viu e ouvido não ouviu, e não vieram sobre o coração do homem, é o que Deus preparou para aqueles que O amam." Os aspectos físicos da existência são percebidos pelos sentidos e usados para se adquirir conhecimento das coisas ao redor. O fato de o olho nem o ouvido poderem entender as coisas de Deus prova que são necessárias outras faculdades além dos sentidos físicos para se entenderem as verdades espirituais. CBASD, vol. 6, p. 739.
12 Para que conheçamos. O propósito de Deus em conceder o Espírito é que entendamos as coisas providas pela graça. O Espírito de Deus não só revela ao ser humano as bênçãos do evangelho, mas também opera nele a vontade divina. O resultado
desse recebimento do Espírito será visto na vida em harmonia com a vontade de Deus. CBASD, vol. 6, p. 740.
14 O homem natural. O homem cuja mente não está voltada para o que é espiritual, que não foi regenerado, cujos interesses estão nas coisas desta vida. Uma pessoa assim recorre à sabedoria humana para a solução de seus problemas. Vive para agradar a si mesmo e satisfazer os desejos do coração não convertido. Por isso, é incapaz de entender e apreciar o que vem de Deus. Para ele, o plano da salvação e a revelação do amor de Deus são loucura. Não consegue distinguir entre filosofia mundana e verdade espiritual porque a sabedoria de Deus é entendida apenas pelos que se permitem ser instruídos pelo Espírito Santo. CBASD, vol. 6, p. 741.
15 Não é julgado por ninguém. As pessoas podem desejar fazê-lo, mas ninguém cuja mente esteja voltada para as coisas deste mundo pode entender os princípios, sentimentos e esperanças de alguém espiritual. O coração não regenerado não é capaz de apreciar as coisas do Espírito de Deus. CBASD, vol. 6, p. 742.
16 Mente do Senhor. A primeira parte deste versículo é uma citação de Isaías 40:13. Os não regenerados não podem entender as ações divinas. Portanto, não estão em posição de ensinar a pessoa espiritual, que está sob a direção do Espírito. Quem é espiritual têm o Espírito, que lhe ensina o que é de Deus. CBASD, vol. 6, p. 742.
Mente de Cristo. Somos unidos a Cristo pelo Espírito, pois a presença do Espírito Santo equivale à presença de Jesus. Por isso, temos o mesmo sentimento de Cristo. Pelo Espírito Santo, Jesus habita no crente e atua nele e por meio dele. CBASD, vol. 6, p. 742.
Compilação: Tatiana W
terça-feira, 10 de março de 2015
Romanos 12 - Comentários selecionados
1 rogo-vos.Paulo então se volta para a aplicação prática da justificação pela fé, que explicou nos cap. 1 a 11. Ele mostra que justificação pela fé significa não só perdão dos pecados, mas também novidade de vida. Inclui justificação e santificação; reconciliação bem como transformação. O propósito de Deus é restaurar completamente os pecadores, tornando-os aptos a viver em Sua presença. CBASD - Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 677.
pois.Uma vez que o crente foi justificado pela fé em Cristo e restaurado como filho de Deus e membro da família celestial, deve levar uma vida de pureza e santidade, como convém a sua nova condição. Assim, Paulo deixa claro que a justificação pela fé e a salvação pela graça não permitem a ilegalidade ou o descumprimento dos mandamentos de Deus. Ao contrário, aquele que é justificado e ' santificado torna-se cada vez mais disposto a obedecer, pois "a justiça da lei" está sendo cumprida nele (Rm 8:4, ARC). CBASD, vol. 6, p. 676.
Vosso corpo. Paulo primeiramente apela aos cristãos para que consagrem o corpo a Deus. Então, ele os exorta a dedicar a Ele suas faculdades intelectuais e espirituais (v. 2). A verdadeira santificação é a dedicação de todo o ser: corpo, mente e espírito / (lTs 5:23), ou seja, o desenvolvimento harmonioso das faculdades físicas, mentais e espirituais, para que a imagem de Deus, na qual, originalmente, o ser humano foi criado, seja restaurada (Cl 3:10). CBASD, vol. 6, p. 676, 677.
sacrifício vivo. Em oposição a um sacrifício de sangue. Andrews Study Bible.
Os sacrifícios do sistema cerimonial do AT eram de animais mortos. O sacrifício cristão é o ser vivo. O adorador cristão se apresenta vivo com todas as suas energias e faculdades dedicadas a Deus. CBASD, vol. 6, p. 677.
Santo. Os judeus eram proibidos de oferecer em sacrifício um animal que fosse coxo, cego ou vítima de qualquer deformidade (Lv 1:3, 10; 3:1; 22:20; Dt 15:21; 17:1; Ml 1:8). Toda oferta era examinada e, se descoberta qualquer mancha, o animal era rejeitado. Da mesma forma, os cristãos devem apresentar o corpo na melhor condição possível. Todas as faculdades e virtudes devem ser preservadas puras e santas; caso contrário, a dedicação de si mesmo a Deus não pode ser aceitável. Esse requisito não é arbitrário. O propósito de Deus para os crentes é a completa restauração. Isso inclui, necessariamente, a purificação e o fortalecimento da integridade física, bem como dos poderes mentais e espirituais. CBASD, vol. 6, p. 677.
O Deus que amou o mundo de tal maneira que deu Seu Filho para salvar deleita-Se quando os pecadores se convertem dos hábitos autodestrutivos e se dedicam a Ele. Isso torna possível a Ele cumprir Seu propósito de restaurá-los. e levá-los de volta à perfeição em que foram originalmente criados. CBASD, vol. 6, p. 677.
Culto. Paulo fala de u m culto que diz respeito a mente, razão e entendimento, em contraste com o que é exterior e formal. A vida cristã em pureza e santidade é um ato de adoração espiritual. O sacrifício já não consiste de animais, mas da própria pessoa, n um ato de culto que diz respeito à sua razão. ... Este versículo eleva o significado dos princípios do viver saudável. O crente realiza um ato de adoração espiritual, oferecendo a Deus um corpo santo e saudável, juntamente com mente limpa e coração consagrado, porque, assim fazendo, submete à vontade de Deus tudo o que há nele e abre o caminho para a plena restauração da imagem divina em si. ... O motivo é que o cristão glorifica a Deus em seu corpo (1Co 6:20; cf. 1Co 10:31), servindo como exemplo vivo da graça salvífica de Deus e participando com mais força e vigor na obra de difundir o evangelho. CBASD, vol. 6, p. 677, 678.
culto racional. Adoração espiritual em oposição a um serviço em templo físico. A adoração cristã consiste em uma conduta santa. Andrews Study Bible.
Racional. Do gr. logikos, "racional", "espiritual", "lógico". A outra ocorrência desta palavra no NT é em 1 Pedro 2:2, em que "espiritual" é a tradução preferível (ver com. ali). CBASD, vol. 6, p. 678.
2 Não vos conformeis com este século.O cristão não deve seguir os costumes de sua época, como era seu hábito anterior, quando vivia segundo a carne (Rm 8:12). Ao contrário, deve passar por completa transformação mediante a renovação da mente. CBASD, vol. 6, p. 678.
renovação da vossa mente. Adotando um novo padrão de pensamentos e julgamentos. Andrews Study Bible.
Na conversão, a mente é posta sob a influência do Espírito de Deus. O resultado é que "temos a mente de Cristo" (1Co 2:13-16). ... E, ao ser o interior transformado pelo poder do Espírito Santo, a vida exterior é progressivamente alterada. CBASD, vol. 6, p. 678.
Experimenteis. Pela renovação da mente, o crente é habilitado a saber o que Deus deseja que ele faça. É iluminado para rejeitar as formas de conduta desta época má. Se já não tem mente carnal, mas a mente de Cristo, ele está disposto a fazer a vontade de Deus e, assim, é capaz de reconhecer e compreender a verdade (Jo 7:17). Só a mente renovada pelo Espírito Santo pode interpretar corretamente a Palavra de Deus. CBASD, vol. 6, p. 678.
qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus pode ser traduzida como: "para que experimenteis e aproveis qual é a vontade de Deus, que é boa, agradável e perfeita". CBASD, vol. 6, p. 679.
3. Porque [...] digo. Paulo passa então a demonstrar os resultados práticos da mente renovada e iluminada. Primeiramente, ele fala da humildade e sobriedade de espírito que convêm ao crente consagrado e do uso apropriado dos dons espirituais para a construção unificada da igreja. CBASD, vol. 6, p. 679.
A cada um. Com estas palavras enfáticas, Paulo inclui cada membro individual da igreja de Roma, não importando seu ofício ou sua influência. CBASD, vol. 6, p. 679.
não pense. A tradução literal seria: "Para não se ensoberbecer além do que deveria pensar, mas pensar de modo a estar sóbrio." Esta é uma advertência contra superestimar-se a si mesmo. Cada cristão precisa se familiarizar com os pontos fracos, bem como com os traços positivos de seu caráter, a fim de estar protegido contra o envolvimento em empreendimentos e responsabilidades para os quais Deus nunca o capacitou (ver OE, 319). CBASD, vol. 6, p. 679.
moderação. O orgulhoso e vaidoso não tem uma ideia correta de si mesmo. A humildade é o efeito imediato da entrega a Deus e à consequente renovação da mente. O cristão consagrado reconhece sua dependência da graça de Deus por todo dom espiritual que possa desfrutar, e isso não deixa espaço para autoestima desvirtuada. O cristão vê a si mesmo com discernimento iluminado e julgamento sóbrio. CBASD, vol. 6, p. 679.
a medida da fé. Este é o verdadeiro padrão pelo qual se deve medir. A pessoa com mente carnal não regenerada avalia-se pelos padrões do mundo, por riqueza, posição ou erudição. Está sempre se esforçando para dar a impressão de ser maior do que realmente é. Mas, quando a fé assume o comando, e a mente se renova, a pessoa tem poder para discernir as reais limitações de suas habilidades. A fé apresenta um novo padrão de medida, de acordo com o qual se pode determinar com precisão a natureza e a extensão das habilidades e, assim, não pensar demasiadamente sobre si mesmo. Percebe-se que, quanto maior a fé, maior será a influência e o poder espiritual. Mas isso não pode ser um motivo para orgulho, pois quanto maior a medida da fé, mais elevada será a percepção da dependência de Deus. CBASD, vol. 6, p. 679
4-8 Compare as listas de dons espirituais em 1Co 12:4-11, 27-30; Ef 4:11. Sobre o propósito dos dons espirituais, ver Ef 4:11-16. Andrews Study Bible.
4 num só corpo. A razão pela qual os cristãos devem ter humildade e bom-senso é que a igreja, assim como o corpo humano, é composta de muitos membros, com diferentes funções a executar. Essas funções são necessárias e importantes , mas nem todas parecem igualmente gloriosas. Na igreja, o bem-estar e o progresso de todos dependem do espírito de amor, cooperação e estima recíproco entre os membros, cada um exercendo suas funções designadas. Essa ilustração do corpo e seus membros é desenvolvida de forma mais completa em 1 Coríntios 12:12 a 27. CBASD, vol. 6, p. 679.
5 Um só corpo em Cristo. Assim como muitos membros compõem um só corpo humano, assim também, a multidão de cristãos é um só corpo em Cristo. Jesus é o único que une e vitaliza toda a congregação de crentes. Paulo descreve Cristo como a cabeça da igreja, e os membros todos sujeitos a Ele (Ef 1:22; 4:15, 16; Cl 1:18). Essa unidade da igreja cristã sugere a interdependência de seus membros. Uma vez que todos pertencem a um só corpo, pertencem individualmente uns aos outros. Assim, Paulo ordena que os crentes trabalhem unidos, cada um em sua própria esfera, para o bem comum da igreja. CBASD, vol. 6, p. 679, 680.
6-8 Dê uma olhada nesta lista de dons e imagine os tipos de pessoas que receberia cada dom. Profetas muitas vezes são ousados e articulados. Cristãos servidores (envolvidos no ministério) são fiéis e leais. Professores conseguem pensar claramente. Exortadores sabe como motivar os outros. Doadores são generosos e confiantes. Líderes são bons organizadores e gestores. Os misericordiosos e cuidadores são pessoas que são felizes em dar o seu tempo aos outros. Seria difícil para uma pessoa apresentar todas estas características. Um profeta assertivo não costuma ser um bom conselheiro, e um doador generoso pode falhar como líder. Quando você identificar seus próprios dons (e esta lista está longe de ser completa), pergunte como você pode usá-los para construir a família de Deus. Ao mesmo tempo, perceba que seus dons não podem fazer o trabalho da igreja sozinho. Seja grato por pessoas cujos dons são completamente diferentes dos seus. Deixe os pontos fortes deles equilibrarem suas fraquezas, e seja grato por que as habilidades deles compensam as suas deficiências. Juntos vocês podem construir a igreja de Cristo. Life Application Study Bible.
6 diferentes. Pela graça de Deus, os membros da igreja cristã são dotados de grande variedade de poderes espirituais, a fim de atender às diferentes necessidades de seus irmãos e disseminar o evangelho a cada nação, língua e povo. CBASD, vol. 6, p. 680.
Dons. Do gr. charismata, "dons da graça" (cf. Rm 1:11; 5:15, 16; 6:23; 11:29; ICo 7:7; 12:4, 9, 28). Estas são qualidades e faculdades especiais transmitidas aos crentes pelo Espírito Santo, para o serviço da igreja. Muitas vezes, parecem ser talentos naturais de que o Espírito Se apropria, aumentando seu poder e santificando seu uso. Todos os dons espirituais são "dons da graça", concedidos de acordo com a vontade e o propósito de Deus. Os que os recebem não têm motivo para vaidade. A fonte de sua força e influência não está em si mesmos. CBASD, vol. 6, p. 680.
Profecia. Nas Escrituras, este termo se aplica a qualquer palavra inspirada e não deve ser limitado à predição de eventos. Um profeta pode falar do passado, do presente ou do futuro (ver Êx 7:1; Lc 1:76, 77; At 15:32; ICo 14:3, 24, 25). CBASD, vol. 6, p. 680.
Não é somente predizer o futuro. Muitas vezes o termo se refere a pregar a mensagem de Deus. Life Application Study Bible.
O significado da expressão "de acordo com a proporção da fé" é indicado pela frase paralela 4 "segundo a medida da fé que Deus repartiu a cada um" (v. 3). Se a mente do cristão foi renovada (v. 2) e se torna capaz de fazer um julgamento sóbrio (v. 3), ele avalia corretamente as próprias habilidades e poderes v empregá-los adequadamente e com humildade a serviço de Deus, que o dotou com esses dons para esse fim (ver com. do v. 3). CBASD, vol. 6, p. 680.
De acordo com nossos dons espirituais e nosso chamado. Neste capítulo Paulo utiliza o termo "fé" como o senso de nosso entendimento dos dons espirituais porque espera-se que expressemos nossa fé através dos dons espirituais que temos recebido (ver 1:11-12). Andrews Study Bible.
Deus dará o poder espiritual necessário e apropriado para desempenhar a responsabilidade. Life Application Study Bible.
7 Ministério. Do gr. diakonia. ... Uma vez que Paulo fala aqui de diferentes dons e distingue "ministério" de profecia, ensino e exortação, parece evidente que a palavra deve ser entendida no sentido mais limitado de serviço em assuntos temporais e externos, tais como o suprimento das necessidades dos pobres, dos doentes, bem como dos estrangeiros. CBASD, vol. 6, p. 680.
dediquemo-nos. O sentido é que os que foram chamados para esse tipo de serviço devem se dedicar a ele. O trabalho de atender às necessidades temporais da igreja não deve ser considerado de pouca importância. É tanto u m dom da graça de Deus como o é a profecia. O significado espiritual desse serviço é enfatizado pelo fato de que, no tempo dos apóstolos, só homens "cheios 680 do Espírito Santo e de sabedoria" eram colocados sobre "o ministério diário" da assistência (At 6:1, 3). CBASD, vol. 6, p. 680, 681.
ensina. Em 1 Coríntios 12:28, o mestre é alistado logo depois de apóstolos e profetas. Seu trabalho é organizar, desenvolver, impressionar a mente e aplicar à vida prática as verdades reveladas. Este dom consiste em um entendimento iluminado e na habilidade da exposição clara. CBASD, vol. 6, p. 681.
8 Exorta. Do gr. paraklêsis, "apelo", "encorajamento", "consolação" (comparar com Rm 15:5; 2Co 8:4; Fp 2:1). O ensino é dirigido ao entendimento. A exortação visa, sobretudo, ao coração e à vontade. Alguns têm o dom especial de estimular as pessoas à ação, ou confortá-las quando em aflição. CBASD, vol. 6, p. 681.
contribui. Do gr. metadidõmi. O termo significa "contribuir" ou "compartilhar" os próprios bens e as riquezas (comparar com Lc 3:11; Ef 4:28). Paulo passa então dos dons que qualificam para um cargo específico na igreja a outros de natureza mais geral. A aceitação do cristianismo implicou pobreza para muitos dos primeiros crentes, e tornou-se necessário que fossem apoiados pelas ofertas liberais de seus irmãos na fé (cf. At 2:44, 45; Rm 15:26; ICo 16:1; Gl 2:10). CBASD, vol. 6, p. 681.
liberalidade.O cristão que compartilha os bens com os outros deve fazê-lo com singeleza de coração (cf. Ef 6:5; Cl 3:22) e não para se gloriar. Não deve nutrir qualquer ostentação nem objetivo egoísta. Essa sinceridade e generosidade também são dons do Espírito, cuja influência orientadora é necessária para o uso correto das riquezas (cf. Mt 6:3; 19:21). CBASD, vol. 6, p. 681.
O que preside. Literalmente, "aquele que é colocado à frente". CBASD, vol. 6, p. 681.
diligência.De toda pessoa em posição de liderança, espera-se energia e zelo. Essas qualidades são dons do Espírito Santo, e o cristão que delas foi dotado deve dedicar todo esforço ao trabalho a ele designado. CBASD, vol. 6, p. 681.
alegria. Seja ao confortar os enlutados ou ao aliviar os sofredores, quem "exerce misericórdia" deve deixar claro que o serviço é prestado voluntariamente e de bom grado. Os atos de bondade realizados com ânimo e alegria são de mais elevado valor do que aqueles praticados apenas pelo cumprimento do dever. CBASD, vol. 6, p. 681.
9. Amor. Do gr. agapê (ver com. de Mt 5:44; l C o 13.1). Da discussão sobre o uso correto dos dons espirituais, Paulo passa então a instruir os crentes acerca do exercício do maior de todos os dons e do princípio básico de todo o verdadeiro cristianismo: o amor. Assim, como em 1 Coríntios 12 e 13, Paulo aqui conclui a discussão acerca dos dons espirituais com uma referência ao amor. CBASD, vol. 6, p. 682.
Detestai. Do gr. apostugeõ, que ocorre só aqui no NT e significa aversão tão grande a algo que a pessoa se mantém longe do mesmo. O amor sincero não pode tolerar o mal, mesmo que seja numa pessoa amada. CBASD, vol. 6, p. 682.
10 Amai-vos cordialmente. Do gr. philostorgoi, termo que expressa o terno amor e carinho existente entre parentes próximos. CBASD, vol. 6, p. 682.
Amor fraternal. Do gr. philadelphia, termo que descreve o vínculo estreito que deve existir entre os membros da igreja (comparar com 1Ts4:9;Hb 13:1; IPe 1:22; 2Pe 1:7). ... Paulo afirma que, em amor por seus irmãos em Cristo, os crentes devem manter aquela mesma calorosa afeição que os parentes próximos. CBASD, vol. 6, p. 682.
preferindo-se em honra uns aos outros. "prefiram dar honra aos outros mais do que a si próprios" (NVI), "se esforcem para tratar uns aos outros com respeito" (NTLH). Talvez o significado pretendido seja o sugerido na passagem quase paralela de Filipenses 2:3: "por humildade, considerando cada um os outros superiores a si mesmo".Um resultado do verdadeiro amor é que a pessoa não busca a própria honra ou vantagem, mas está disposta a honrar os outros. Os cristãos, motivados pelo amor genuíno, serão mais dispostos a prestar respeito do que a recebê-lo. CBASD, vol. 6, p. 682.
Tratando o outro com respeito e honra. Na sociedade grecoromana, respeito e honra eram reservados para as pessoas das classes superiores da sociedade. A maioria dos primeiros cristãos eras escravos ou escravos libertos. Andrews Study Bible.
11 No zelo. Do gr. spoudê: "zelo", "ardor", "fervor". ... Aqui, Paulo não se refere a negócios seculares, mas ao zelo e energia espirituais. CBASD, vol. 6, p. 682, 683.
Remissos. Do gr. oknêroi, "demorados", "hesitantes", "tímidos", "lentos", "descuidados", "preguiçosos". CBASD, vol. 6, p. 683.
Fervorosos. Do gr. zeo, literalmente, "ferver". Apolo é descrito como alguém que era "fervoroso de espírito" (At 18:25). O cristão zeloso sempre mantém o interesse na causa de Deus, como se estivesse a ponto de ebulição. Seu fervor lhe dá poder com as pessoas (At 18:25, 28) e lhe traz o poder de Deus. CBASD, vol. 6, p. 683.
Espírito. O crente consagrado e ativo não considera o exercício de suas funções cristãs como um trabalho desinteressante e penoso, mas uma experiência alegre e vitalizante. Com o coração em chamas, ele sempre se apressa para onde quer que haja algum bem a ser feito. Compartilha o amor de Cristo pela humanidade caída e, assim, encontra a mais profunda satisfação em ministrar às necessidades dos semelhantes. Assim como o Senhor, ele tem uma energia que outros não conhecem, pois sua comida "consiste em fazer a vontade dAquele que [o] enviou e realizar a Sua obra" (Jo 4:32-34). CBASD, vol. 6, p. 683.
12 Regozijai-vos na esperança . A esperança cristã é a causa da alegria, e é explicada em Romanos 8:20 a 25. É ela que permite ao cristão olhar para além da escuridão e das dificuldades do mundo presente para as coisas invisíveis e eternas (2Co 4:17, 18). A esperança, bem como muitas das virtudes cristãs, brota da virtude fundamental, que é o amor. Isso é indicado por 1 Coríntios 13:7: o amor "tudo espera". CBASD, vol. 6, p. 683.
Perseverantes. Unicamente pela constante comunhão com Deus é que o cristão pode conservar a força e a coragem para suportar os desafios próprios da fé (ver At 1:14, 6:4; Cl 4:2). O demorar-se nas coisas que são de cima (Cl 3:2) e medir cada ato e impulso pela contemplação da glória e da vontade de Deus é o antídoto contra a impaciência sob provocação e oposição. CBASD, vol. 6, p. 684.
13 compartilhai as necessidades dos santos; praticai a hospitalidade. Compartilhai . Do gr. koinõneõ, "compartilhar", "tomar parte em", "atuar como parceiro" (ver Rm 15:27; Fp 4:15; ITm 5:22; Hb 13:16; IPe 4:13). Paulo afirma que os cristãos devem compartilhar as necessidades de seus irmãos na fé, e atendê-las como se fossem as suas próprias. Isso é muito mais do que dar esmolas, é uma aplicação prática do princípio do amor (Rm 12:9). CBASD, vol. 6, p. 684.
Refere-se à generosa distribuição de comida e caracterizava o companheirismo dos primeiros cristãos. Andrews Study Bible.
Praticai. Do gr. diõkõ, literalmente, "perseguir", "seguir após" (comparar com ICo 14:1; lTs5:15;Hb 12:14; IPe 3:11). O termo indica que os cristãos não devem apenas exercer hospitalidade, mas estar ansiosos por praticá-la. CBASD, vol. 6, p. 684.
Hospitalidade. Do gr. philoxenia, literalmente, "amor aos estranhos", portanto, "abrigar os estranhos". Desde cedo, os cristãos consideraram a hospitalidade uma das mais importantes virtudes cristãs (cf. ITm 3:2; Tt 1:8; Hb 13:2; IPe 4:9). Isso ocorria em vista do grande número de viajantes e perseguidos. Muitos cristãos eram expulsos de suas casas e cidades e obrigados a procurar abrigo com aqueles que mantinham a mesma fé (ver At 8:1; 26:11). A hospitalidade que os crentes praticavam uns para com os outros contribuía para os vínculos que mantinham unidos os membros dispersos da igreja. CBASD, vol. 6, p. 684.
13 A hospitalidade cristã difere de entretenimento social. O entretenimento centra-se no anfitrião - a casa deve ser impecável; a comida deve ser bem preparada e abundante; o anfitrião deve aparecer relaxado e bem-humorado. Hospitalidade, pelo contrário, centra-se nos convidados. Suas necessidades - seja para um lugar para ficar, alimento nutritivo, um ouvido atento, ou aceitação - são a principal preocupação. A hospitalidade pode acontecer em uma casa bagunçada. Pode ocorrer em torno de uma mesa de jantar mesa onde o prato principal é sopa enlatada. Ele pode até mesmo acontecer enquanto o anfitrião e o convidado estão trabalhando juntos. Não hesite em oferecer hospitalidade só porque você está muito cansado, muito ocupado, ou não se considera ter recursos suficientes para entreter. Life Application Study Bible.
14 abençoai os que vos perseguem. Abençoai, do gr. eulogeõ, "falar bem de", "invocar bênçãos sobre". No v. 13, Paulo fala do tratamento dos cristãos aos amigos; n e s t e versículo, ele indica o tratamento adequado aos inimigos. Nós "abençoamos" nossos perseguidores, quando oramos e trabalhamos por seu bem. As palavras de Paulo são semelhantes às de Jesus (ver Mt 5:44; cf Lc 6:28; IPe 3:9). CBASD, vol. 6, p. 684.
O objetivo da conduta cristã é trazer bênçãos aos outros, mesmo àqueles que lhe perseguem. Andrews Study Bible.
15 Alegrai-vos. A simpatia em todas as circunstâncias é uma evidência da autenticidade do amor. Das duas formas de simpatia mencionadas neste versículo, a primeira talvez seja a mais difícil. Parece mais fácil »• e natural simpatizar-se com a dor. Mas alegrar- se com o sucesso e as alegrias dos outros requer nobreza de caráter. Os opostos dessas virtudes são a inveja, que diz respeito à boa sorte dos outros, e a dor e a maldade, que se satisfazem com os infortúnios dos outros. Essas manifestações de egoísmo são tendências naturais do coração não regenerado. CBASD, vol. 6, p. 684, 685.
16 Tende o mesmo sentimento. O cristão deve compartilhar dos sentimentos e aspirações de seus irmãos (cf. Rm 15:5; 2Co 13:11; Fp 2:2; 4:2). Entre os cristãos, deve existir sempre a harmonia que resulta de um objetivo comum, esperanças e desejos comuns. Não competir um com o outro. Andrews Study Bible.
Em lugar de serdes orgulhosos. Ou, "não te ensoberbeças" (Rm 11:20), "não cuideis das coisas altivas" (TB). "O amor [...] não se ufana, não se ensoberbece" (ICo 13:4). O orgulho pode ser motivado até por realizações espirituais (ver ICo 12). CBASD, vol. 6, p. 685.
Condescendei. Do gr. sunapagõ, literalmente, "carregar consigo", como por uma inundação; portanto, "sujeitar-se", "submeterse", "entregar-se". CBASD, vol. 6, p. 685.
humilde. A maioria dos membros da igreja era pobre, e os poucos ricos podem ter sido tentados a considerar com algum desdém os irmãos mais humildes (Tg 2:1-9). Mas essa falta de amor e simpatia tornaria impossível aos crentes ter "o mesmo sentimento uns
para com os outros". Portanto, os cristãos devem ter a mente semelhante à de Jesus. ... Se o filho de Deus Se dispôs a humilhar-Se por amor de Suas criaturas corrompidas, certamente, os cristãos devem estar dispostos a "rebaixar-se" para se associar a qualquer um dos seus semelhantes (ver OE, 330-336; ver com. de Tg 1:9, 10). CBASD, vol. 6, p. 685.
Sábios aos vossos próprios olhos. Esse tipo de orgulho é um pecado contra o amor cristão, pois significa desprezo pela opinião dos outros e, finalmente, até mesmo aos conselhos de Deus. O cristão que tem a mente renovada não confia na presunção da própria habilidade e compreensão nem se recusa a ouvir os conselhos dos outros. Ao contrário, em amor e humildade, ele respeita o julgamento de seus irmãos e mantém a mente aberta e receptiva ao ensino. Está pronto a reconhecer suas limitações e seus erros, e a aprender com os outros. CBASD, vol. 6, p. 685.
17-21 Estes versos resumem a essência da vida cristã. Se amamos alguém como Cristo nos ama, estaremos dispostos a perdoar. Se temos experimentado a graça de Deus, vamos querer compartilhá-la com os outros. E lembre-se, a graça é favor imerecido. Ao saciar a sede de um inimigo, não estamos desculpando seus crimes. Estamos reconhecendo-o como pessoa, perdoando-o, e amando-o, apesar de seus pecados, assim como Cristo fez por nós. Life Application Study Bible.
17 esforçai-vos. Tentar fazer. Andrews Study Bible.
Fazer o bem. Do gr. kala, "coisas boas", "coisas nobres", "coisas corretas". ... A fim de desarmar a oposição, o cristão deve pensar e agir a fim de que sua conduta, devido a bondade e justiça transparente, seja irrepreensível não só diante de Deus, mas aos olhos de todos. Os seguidores de uma causa impopular que querem convencer outros da veracidade e excelência de sua mensagem devem fazer com que seu comportamento esteja acima de qualquer suspeita. O cristão deve fazer sua luz brilhar diante dos semelhantes, para que vejam suas boas obras e glorifiquem ao Pai que está nos céus (Mt 5.16). Para isso, nunca devem se engajar em atividades ou empreendimentos de caráter duvidoso q u e coloquem em descrédito não só a si mesmo, mas também todo o corpo cristão. CBASD, vol. 6, p. 686.
18 se possível, quanto depender de vós, tende paz com todos os homens. Os cristãos não deveriam iniciar hostilidades. Andrews Study Bible.
Tanto quanto se refira ao cristão, ele deve fazer tudo que puder para manter a paz. Mas há momentos em que a fidelidade ao princípio pode implicar incorrer no antagonismo dos outros. Portanto, Paulo acrescenta a qualificação: "se possível". O registro da própria vida de Paulo, que foi um conflito quase constante, mostra que nem sempre é possível manter em paz. Em um mundo onde o príncipe é Satanás, os soldados de Cristo não devem esperar que tudo seja paz. No entanto, o cristão deve sempre se certificar de que, se a paz for quebrada, que não seja por sua culpa. CBASD, vol. 6, p. 686.
19 dai lugar à ira. O artigo definido antes da palavra "ira" indica que a referência é à ira de Deus (cf. com. de Rm 5:9). Essa interpretação é confirmada pelas palavras seguintes: "a Mim Me pertence a vingança. Eu é que retribuirei". "Dar lugar" significa "dar espaço" para que a ira vingadora de Deus opere. Os cristãos nunca devem buscar vingança contra quem os trata injustamente. Devem deixar o assunto com Deus. Apenas um Deus onisciente, todo-amoroso e perfeito pode julgar e punir os malfeitores com justiça. ... Os que estão cheios de pensamentos de vingança dão oportunidade a que Satanás inspire ira, ódio e amargura, quando deveriam encorajar o crescimento do fruto da Espírito: amor, alegria, paz, longanimidade (Gl 5:22). CBASD, vol. 6, p. 686.
Está escrito. Citação de Deuteronômio 32:35; comparar com Hb 10:30. ... em Romanos, é usada como um consolo ao povo de Deus, que é perseguido injustamente. Deus os vinga no devido tempo. CBASD, vol. 6, p. 686.
Os cristãos não deveriam exercer vingança com suas próprias mãos. Andrews Study Bible.
20 amontarás brasas vivas. Isto quer dizer fazê-lo reconhecer o seu pecado e ficar envergonhado e, por fim, arrepender-se. Em qualquer caso, a melhor maneira de mostrar o nosso amor para com o nosso inimigo (Mt 5.44) é torná-lo num amigo. Bíblia Shedd.
Isto pode se referir a uma tradição egípcia de carregar uma panela de carvão em brasas na cabeça como ato público de arrependimento. Ao se referir a este provérbio, Paulo estava dizendo que devemos tratar nossos inimigos com bondade de maneira que eles se envergonhem e se arrependam de seus pecados. a melhor maneira de se livrar de nossos inimigos é torná-los nosso amigos. Life Application Study Bible.
Ver com. de Pv 25:22. A bondade é a melhor vingança que o cristão pode tomar contra um inimigo. Amontoar brasas vivas sobre a cabeça de um oponente significa um ato de amor, e não de maldade. CBASD, vol. 6, p. 687.
21 Não te deixes vencer do mal, mas vence o mal com o bem. A vingança é um sinal, não de força, mas de fraqueza. Sofre derrota quem permite que seu humor seja afetado e seus princípios cristãos de amor e domínio próprio sejam abandonados. Mas quem controla o desejo de vingança e faz do mal sofrido uma oportunidade para mostrar bondade obtém a vitória sobre si mesmo e sobre os poderes do mal. Essa atitude não é apenas mais nobre, q u a n t o mais eficaz. Com ela, pode-se desarmar o inimigo (cf. Pv 15.1) e conquistar outra pessoa. Assim, Deus não retribuiu aos pecadores a vingança que mereciam, mas revelou amor e misericórdia. E a bondade, paciência e longanimidade de Deus que leva as pessoas ao arrependimento (Rm 2:4). CBASD, vol. 6, p. 687.
Este verso resume a vida de Jesus, especialmente Sua morte na cruz. Andrews Study Bible.
pois.Uma vez que o crente foi justificado pela fé em Cristo e restaurado como filho de Deus e membro da família celestial, deve levar uma vida de pureza e santidade, como convém a sua nova condição. Assim, Paulo deixa claro que a justificação pela fé e a salvação pela graça não permitem a ilegalidade ou o descumprimento dos mandamentos de Deus. Ao contrário, aquele que é justificado e ' santificado torna-se cada vez mais disposto a obedecer, pois "a justiça da lei" está sendo cumprida nele (Rm 8:4, ARC). CBASD, vol. 6, p. 676.
Vosso corpo. Paulo primeiramente apela aos cristãos para que consagrem o corpo a Deus. Então, ele os exorta a dedicar a Ele suas faculdades intelectuais e espirituais (v. 2). A verdadeira santificação é a dedicação de todo o ser: corpo, mente e espírito / (lTs 5:23), ou seja, o desenvolvimento harmonioso das faculdades físicas, mentais e espirituais, para que a imagem de Deus, na qual, originalmente, o ser humano foi criado, seja restaurada (Cl 3:10). CBASD, vol. 6, p. 676, 677.
sacrifício vivo. Em oposição a um sacrifício de sangue. Andrews Study Bible.
Os sacrifícios do sistema cerimonial do AT eram de animais mortos. O sacrifício cristão é o ser vivo. O adorador cristão se apresenta vivo com todas as suas energias e faculdades dedicadas a Deus. CBASD, vol. 6, p. 677.
Santo. Os judeus eram proibidos de oferecer em sacrifício um animal que fosse coxo, cego ou vítima de qualquer deformidade (Lv 1:3, 10; 3:1; 22:20; Dt 15:21; 17:1; Ml 1:8). Toda oferta era examinada e, se descoberta qualquer mancha, o animal era rejeitado. Da mesma forma, os cristãos devem apresentar o corpo na melhor condição possível. Todas as faculdades e virtudes devem ser preservadas puras e santas; caso contrário, a dedicação de si mesmo a Deus não pode ser aceitável. Esse requisito não é arbitrário. O propósito de Deus para os crentes é a completa restauração. Isso inclui, necessariamente, a purificação e o fortalecimento da integridade física, bem como dos poderes mentais e espirituais. CBASD, vol. 6, p. 677.
O Deus que amou o mundo de tal maneira que deu Seu Filho para salvar deleita-Se quando os pecadores se convertem dos hábitos autodestrutivos e se dedicam a Ele. Isso torna possível a Ele cumprir Seu propósito de restaurá-los. e levá-los de volta à perfeição em que foram originalmente criados. CBASD, vol. 6, p. 677.
Culto. Paulo fala de u m culto que diz respeito a mente, razão e entendimento, em contraste com o que é exterior e formal. A vida cristã em pureza e santidade é um ato de adoração espiritual. O sacrifício já não consiste de animais, mas da própria pessoa, n um ato de culto que diz respeito à sua razão. ... Este versículo eleva o significado dos princípios do viver saudável. O crente realiza um ato de adoração espiritual, oferecendo a Deus um corpo santo e saudável, juntamente com mente limpa e coração consagrado, porque, assim fazendo, submete à vontade de Deus tudo o que há nele e abre o caminho para a plena restauração da imagem divina em si. ... O motivo é que o cristão glorifica a Deus em seu corpo (1Co 6:20; cf. 1Co 10:31), servindo como exemplo vivo da graça salvífica de Deus e participando com mais força e vigor na obra de difundir o evangelho. CBASD, vol. 6, p. 677, 678.
culto racional. Adoração espiritual em oposição a um serviço em templo físico. A adoração cristã consiste em uma conduta santa. Andrews Study Bible.
Racional. Do gr. logikos, "racional", "espiritual", "lógico". A outra ocorrência desta palavra no NT é em 1 Pedro 2:2, em que "espiritual" é a tradução preferível (ver com. ali). CBASD, vol. 6, p. 678.
2 Não vos conformeis com este século.O cristão não deve seguir os costumes de sua época, como era seu hábito anterior, quando vivia segundo a carne (Rm 8:12). Ao contrário, deve passar por completa transformação mediante a renovação da mente. CBASD, vol. 6, p. 678.
renovação da vossa mente. Adotando um novo padrão de pensamentos e julgamentos. Andrews Study Bible.
Na conversão, a mente é posta sob a influência do Espírito de Deus. O resultado é que "temos a mente de Cristo" (1Co 2:13-16). ... E, ao ser o interior transformado pelo poder do Espírito Santo, a vida exterior é progressivamente alterada. CBASD, vol. 6, p. 678.
Experimenteis. Pela renovação da mente, o crente é habilitado a saber o que Deus deseja que ele faça. É iluminado para rejeitar as formas de conduta desta época má. Se já não tem mente carnal, mas a mente de Cristo, ele está disposto a fazer a vontade de Deus e, assim, é capaz de reconhecer e compreender a verdade (Jo 7:17). Só a mente renovada pelo Espírito Santo pode interpretar corretamente a Palavra de Deus. CBASD, vol. 6, p. 678.
qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus pode ser traduzida como: "para que experimenteis e aproveis qual é a vontade de Deus, que é boa, agradável e perfeita". CBASD, vol. 6, p. 679.
3. Porque [...] digo. Paulo passa então a demonstrar os resultados práticos da mente renovada e iluminada. Primeiramente, ele fala da humildade e sobriedade de espírito que convêm ao crente consagrado e do uso apropriado dos dons espirituais para a construção unificada da igreja. CBASD, vol. 6, p. 679.
A cada um. Com estas palavras enfáticas, Paulo inclui cada membro individual da igreja de Roma, não importando seu ofício ou sua influência. CBASD, vol. 6, p. 679.
não pense. A tradução literal seria: "Para não se ensoberbecer além do que deveria pensar, mas pensar de modo a estar sóbrio." Esta é uma advertência contra superestimar-se a si mesmo. Cada cristão precisa se familiarizar com os pontos fracos, bem como com os traços positivos de seu caráter, a fim de estar protegido contra o envolvimento em empreendimentos e responsabilidades para os quais Deus nunca o capacitou (ver OE, 319). CBASD, vol. 6, p. 679.
moderação. O orgulhoso e vaidoso não tem uma ideia correta de si mesmo. A humildade é o efeito imediato da entrega a Deus e à consequente renovação da mente. O cristão consagrado reconhece sua dependência da graça de Deus por todo dom espiritual que possa desfrutar, e isso não deixa espaço para autoestima desvirtuada. O cristão vê a si mesmo com discernimento iluminado e julgamento sóbrio. CBASD, vol. 6, p. 679.
a medida da fé. Este é o verdadeiro padrão pelo qual se deve medir. A pessoa com mente carnal não regenerada avalia-se pelos padrões do mundo, por riqueza, posição ou erudição. Está sempre se esforçando para dar a impressão de ser maior do que realmente é. Mas, quando a fé assume o comando, e a mente se renova, a pessoa tem poder para discernir as reais limitações de suas habilidades. A fé apresenta um novo padrão de medida, de acordo com o qual se pode determinar com precisão a natureza e a extensão das habilidades e, assim, não pensar demasiadamente sobre si mesmo. Percebe-se que, quanto maior a fé, maior será a influência e o poder espiritual. Mas isso não pode ser um motivo para orgulho, pois quanto maior a medida da fé, mais elevada será a percepção da dependência de Deus. CBASD, vol. 6, p. 679
4-8 Compare as listas de dons espirituais em 1Co 12:4-11, 27-30; Ef 4:11. Sobre o propósito dos dons espirituais, ver Ef 4:11-16. Andrews Study Bible.
4 num só corpo. A razão pela qual os cristãos devem ter humildade e bom-senso é que a igreja, assim como o corpo humano, é composta de muitos membros, com diferentes funções a executar. Essas funções são necessárias e importantes , mas nem todas parecem igualmente gloriosas. Na igreja, o bem-estar e o progresso de todos dependem do espírito de amor, cooperação e estima recíproco entre os membros, cada um exercendo suas funções designadas. Essa ilustração do corpo e seus membros é desenvolvida de forma mais completa em 1 Coríntios 12:12 a 27. CBASD, vol. 6, p. 679.
5 Um só corpo em Cristo. Assim como muitos membros compõem um só corpo humano, assim também, a multidão de cristãos é um só corpo em Cristo. Jesus é o único que une e vitaliza toda a congregação de crentes. Paulo descreve Cristo como a cabeça da igreja, e os membros todos sujeitos a Ele (Ef 1:22; 4:15, 16; Cl 1:18). Essa unidade da igreja cristã sugere a interdependência de seus membros. Uma vez que todos pertencem a um só corpo, pertencem individualmente uns aos outros. Assim, Paulo ordena que os crentes trabalhem unidos, cada um em sua própria esfera, para o bem comum da igreja. CBASD, vol. 6, p. 679, 680.
6-8 Dê uma olhada nesta lista de dons e imagine os tipos de pessoas que receberia cada dom. Profetas muitas vezes são ousados e articulados. Cristãos servidores (envolvidos no ministério) são fiéis e leais. Professores conseguem pensar claramente. Exortadores sabe como motivar os outros. Doadores são generosos e confiantes. Líderes são bons organizadores e gestores. Os misericordiosos e cuidadores são pessoas que são felizes em dar o seu tempo aos outros. Seria difícil para uma pessoa apresentar todas estas características. Um profeta assertivo não costuma ser um bom conselheiro, e um doador generoso pode falhar como líder. Quando você identificar seus próprios dons (e esta lista está longe de ser completa), pergunte como você pode usá-los para construir a família de Deus. Ao mesmo tempo, perceba que seus dons não podem fazer o trabalho da igreja sozinho. Seja grato por pessoas cujos dons são completamente diferentes dos seus. Deixe os pontos fortes deles equilibrarem suas fraquezas, e seja grato por que as habilidades deles compensam as suas deficiências. Juntos vocês podem construir a igreja de Cristo. Life Application Study Bible.
6 diferentes. Pela graça de Deus, os membros da igreja cristã são dotados de grande variedade de poderes espirituais, a fim de atender às diferentes necessidades de seus irmãos e disseminar o evangelho a cada nação, língua e povo. CBASD, vol. 6, p. 680.
Dons. Do gr. charismata, "dons da graça" (cf. Rm 1:11; 5:15, 16; 6:23; 11:29; ICo 7:7; 12:4, 9, 28). Estas são qualidades e faculdades especiais transmitidas aos crentes pelo Espírito Santo, para o serviço da igreja. Muitas vezes, parecem ser talentos naturais de que o Espírito Se apropria, aumentando seu poder e santificando seu uso. Todos os dons espirituais são "dons da graça", concedidos de acordo com a vontade e o propósito de Deus. Os que os recebem não têm motivo para vaidade. A fonte de sua força e influência não está em si mesmos. CBASD, vol. 6, p. 680.
Profecia. Nas Escrituras, este termo se aplica a qualquer palavra inspirada e não deve ser limitado à predição de eventos. Um profeta pode falar do passado, do presente ou do futuro (ver Êx 7:1; Lc 1:76, 77; At 15:32; ICo 14:3, 24, 25). CBASD, vol. 6, p. 680.
Não é somente predizer o futuro. Muitas vezes o termo se refere a pregar a mensagem de Deus. Life Application Study Bible.
O significado da expressão "de acordo com a proporção da fé" é indicado pela frase paralela 4 "segundo a medida da fé que Deus repartiu a cada um" (v. 3). Se a mente do cristão foi renovada (v. 2) e se torna capaz de fazer um julgamento sóbrio (v. 3), ele avalia corretamente as próprias habilidades e poderes v empregá-los adequadamente e com humildade a serviço de Deus, que o dotou com esses dons para esse fim (ver com. do v. 3). CBASD, vol. 6, p. 680.
De acordo com nossos dons espirituais e nosso chamado. Neste capítulo Paulo utiliza o termo "fé" como o senso de nosso entendimento dos dons espirituais porque espera-se que expressemos nossa fé através dos dons espirituais que temos recebido (ver 1:11-12). Andrews Study Bible.
7 Ministério. Do gr. diakonia. ... Uma vez que Paulo fala aqui de diferentes dons e distingue "ministério" de profecia, ensino e exortação, parece evidente que a palavra deve ser entendida no sentido mais limitado de serviço em assuntos temporais e externos, tais como o suprimento das necessidades dos pobres, dos doentes, bem como dos estrangeiros. CBASD, vol. 6, p. 680.
dediquemo-nos. O sentido é que os que foram chamados para esse tipo de serviço devem se dedicar a ele. O trabalho de atender às necessidades temporais da igreja não deve ser considerado de pouca importância. É tanto u m dom da graça de Deus como o é a profecia. O significado espiritual desse serviço é enfatizado pelo fato de que, no tempo dos apóstolos, só homens "cheios 680 do Espírito Santo e de sabedoria" eram colocados sobre "o ministério diário" da assistência (At 6:1, 3). CBASD, vol. 6, p. 680, 681.
ensina. Em 1 Coríntios 12:28, o mestre é alistado logo depois de apóstolos e profetas. Seu trabalho é organizar, desenvolver, impressionar a mente e aplicar à vida prática as verdades reveladas. Este dom consiste em um entendimento iluminado e na habilidade da exposição clara. CBASD, vol. 6, p. 681.
8 Exorta. Do gr. paraklêsis, "apelo", "encorajamento", "consolação" (comparar com Rm 15:5; 2Co 8:4; Fp 2:1). O ensino é dirigido ao entendimento. A exortação visa, sobretudo, ao coração e à vontade. Alguns têm o dom especial de estimular as pessoas à ação, ou confortá-las quando em aflição. CBASD, vol. 6, p. 681.
contribui. Do gr. metadidõmi. O termo significa "contribuir" ou "compartilhar" os próprios bens e as riquezas (comparar com Lc 3:11; Ef 4:28). Paulo passa então dos dons que qualificam para um cargo específico na igreja a outros de natureza mais geral. A aceitação do cristianismo implicou pobreza para muitos dos primeiros crentes, e tornou-se necessário que fossem apoiados pelas ofertas liberais de seus irmãos na fé (cf. At 2:44, 45; Rm 15:26; ICo 16:1; Gl 2:10). CBASD, vol. 6, p. 681.
liberalidade.O cristão que compartilha os bens com os outros deve fazê-lo com singeleza de coração (cf. Ef 6:5; Cl 3:22) e não para se gloriar. Não deve nutrir qualquer ostentação nem objetivo egoísta. Essa sinceridade e generosidade também são dons do Espírito, cuja influência orientadora é necessária para o uso correto das riquezas (cf. Mt 6:3; 19:21). CBASD, vol. 6, p. 681.
O que preside. Literalmente, "aquele que é colocado à frente". CBASD, vol. 6, p. 681.
diligência.De toda pessoa em posição de liderança, espera-se energia e zelo. Essas qualidades são dons do Espírito Santo, e o cristão que delas foi dotado deve dedicar todo esforço ao trabalho a ele designado. CBASD, vol. 6, p. 681.
alegria. Seja ao confortar os enlutados ou ao aliviar os sofredores, quem "exerce misericórdia" deve deixar claro que o serviço é prestado voluntariamente e de bom grado. Os atos de bondade realizados com ânimo e alegria são de mais elevado valor do que aqueles praticados apenas pelo cumprimento do dever. CBASD, vol. 6, p. 681.
9. Amor. Do gr. agapê (ver com. de Mt 5:44; l C o 13.1). Da discussão sobre o uso correto dos dons espirituais, Paulo passa então a instruir os crentes acerca do exercício do maior de todos os dons e do princípio básico de todo o verdadeiro cristianismo: o amor. Assim, como em 1 Coríntios 12 e 13, Paulo aqui conclui a discussão acerca dos dons espirituais com uma referência ao amor. CBASD, vol. 6, p. 682.
Detestai. Do gr. apostugeõ, que ocorre só aqui no NT e significa aversão tão grande a algo que a pessoa se mantém longe do mesmo. O amor sincero não pode tolerar o mal, mesmo que seja numa pessoa amada. CBASD, vol. 6, p. 682.
10 Amai-vos cordialmente. Do gr. philostorgoi, termo que expressa o terno amor e carinho existente entre parentes próximos. CBASD, vol. 6, p. 682.
Amor fraternal. Do gr. philadelphia, termo que descreve o vínculo estreito que deve existir entre os membros da igreja (comparar com 1Ts4:9;Hb 13:1; IPe 1:22; 2Pe 1:7). ... Paulo afirma que, em amor por seus irmãos em Cristo, os crentes devem manter aquela mesma calorosa afeição que os parentes próximos. CBASD, vol. 6, p. 682.
preferindo-se em honra uns aos outros. "prefiram dar honra aos outros mais do que a si próprios" (NVI), "se esforcem para tratar uns aos outros com respeito" (NTLH). Talvez o significado pretendido seja o sugerido na passagem quase paralela de Filipenses 2:3: "por humildade, considerando cada um os outros superiores a si mesmo".Um resultado do verdadeiro amor é que a pessoa não busca a própria honra ou vantagem, mas está disposta a honrar os outros. Os cristãos, motivados pelo amor genuíno, serão mais dispostos a prestar respeito do que a recebê-lo. CBASD, vol. 6, p. 682.
Tratando o outro com respeito e honra. Na sociedade grecoromana, respeito e honra eram reservados para as pessoas das classes superiores da sociedade. A maioria dos primeiros cristãos eras escravos ou escravos libertos. Andrews Study Bible.
11 No zelo. Do gr. spoudê: "zelo", "ardor", "fervor". ... Aqui, Paulo não se refere a negócios seculares, mas ao zelo e energia espirituais. CBASD, vol. 6, p. 682, 683.
Remissos. Do gr. oknêroi, "demorados", "hesitantes", "tímidos", "lentos", "descuidados", "preguiçosos". CBASD, vol. 6, p. 683.
Fervorosos. Do gr. zeo, literalmente, "ferver". Apolo é descrito como alguém que era "fervoroso de espírito" (At 18:25). O cristão zeloso sempre mantém o interesse na causa de Deus, como se estivesse a ponto de ebulição. Seu fervor lhe dá poder com as pessoas (At 18:25, 28) e lhe traz o poder de Deus. CBASD, vol. 6, p. 683.
Espírito. O crente consagrado e ativo não considera o exercício de suas funções cristãs como um trabalho desinteressante e penoso, mas uma experiência alegre e vitalizante. Com o coração em chamas, ele sempre se apressa para onde quer que haja algum bem a ser feito. Compartilha o amor de Cristo pela humanidade caída e, assim, encontra a mais profunda satisfação em ministrar às necessidades dos semelhantes. Assim como o Senhor, ele tem uma energia que outros não conhecem, pois sua comida "consiste em fazer a vontade dAquele que [o] enviou e realizar a Sua obra" (Jo 4:32-34). CBASD, vol. 6, p. 683.
12 Regozijai-vos na esperança . A esperança cristã é a causa da alegria, e é explicada em Romanos 8:20 a 25. É ela que permite ao cristão olhar para além da escuridão e das dificuldades do mundo presente para as coisas invisíveis e eternas (2Co 4:17, 18). A esperança, bem como muitas das virtudes cristãs, brota da virtude fundamental, que é o amor. Isso é indicado por 1 Coríntios 13:7: o amor "tudo espera". CBASD, vol. 6, p. 683.
Perseverantes. Unicamente pela constante comunhão com Deus é que o cristão pode conservar a força e a coragem para suportar os desafios próprios da fé (ver At 1:14, 6:4; Cl 4:2). O demorar-se nas coisas que são de cima (Cl 3:2) e medir cada ato e impulso pela contemplação da glória e da vontade de Deus é o antídoto contra a impaciência sob provocação e oposição. CBASD, vol. 6, p. 684.
13 compartilhai as necessidades dos santos; praticai a hospitalidade. Compartilhai . Do gr. koinõneõ, "compartilhar", "tomar parte em", "atuar como parceiro" (ver Rm 15:27; Fp 4:15; ITm 5:22; Hb 13:16; IPe 4:13). Paulo afirma que os cristãos devem compartilhar as necessidades de seus irmãos na fé, e atendê-las como se fossem as suas próprias. Isso é muito mais do que dar esmolas, é uma aplicação prática do princípio do amor (Rm 12:9). CBASD, vol. 6, p. 684.
Refere-se à generosa distribuição de comida e caracterizava o companheirismo dos primeiros cristãos. Andrews Study Bible.
Praticai. Do gr. diõkõ, literalmente, "perseguir", "seguir após" (comparar com ICo 14:1; lTs5:15;Hb 12:14; IPe 3:11). O termo indica que os cristãos não devem apenas exercer hospitalidade, mas estar ansiosos por praticá-la. CBASD, vol. 6, p. 684.
Hospitalidade. Do gr. philoxenia, literalmente, "amor aos estranhos", portanto, "abrigar os estranhos". Desde cedo, os cristãos consideraram a hospitalidade uma das mais importantes virtudes cristãs (cf. ITm 3:2; Tt 1:8; Hb 13:2; IPe 4:9). Isso ocorria em vista do grande número de viajantes e perseguidos. Muitos cristãos eram expulsos de suas casas e cidades e obrigados a procurar abrigo com aqueles que mantinham a mesma fé (ver At 8:1; 26:11). A hospitalidade que os crentes praticavam uns para com os outros contribuía para os vínculos que mantinham unidos os membros dispersos da igreja. CBASD, vol. 6, p. 684.
13 A hospitalidade cristã difere de entretenimento social. O entretenimento centra-se no anfitrião - a casa deve ser impecável; a comida deve ser bem preparada e abundante; o anfitrião deve aparecer relaxado e bem-humorado. Hospitalidade, pelo contrário, centra-se nos convidados. Suas necessidades - seja para um lugar para ficar, alimento nutritivo, um ouvido atento, ou aceitação - são a principal preocupação. A hospitalidade pode acontecer em uma casa bagunçada. Pode ocorrer em torno de uma mesa de jantar mesa onde o prato principal é sopa enlatada. Ele pode até mesmo acontecer enquanto o anfitrião e o convidado estão trabalhando juntos. Não hesite em oferecer hospitalidade só porque você está muito cansado, muito ocupado, ou não se considera ter recursos suficientes para entreter. Life Application Study Bible.
14 abençoai os que vos perseguem. Abençoai, do gr. eulogeõ, "falar bem de", "invocar bênçãos sobre". No v. 13, Paulo fala do tratamento dos cristãos aos amigos; n e s t e versículo, ele indica o tratamento adequado aos inimigos. Nós "abençoamos" nossos perseguidores, quando oramos e trabalhamos por seu bem. As palavras de Paulo são semelhantes às de Jesus (ver Mt 5:44; cf Lc 6:28; IPe 3:9). CBASD, vol. 6, p. 684.
O objetivo da conduta cristã é trazer bênçãos aos outros, mesmo àqueles que lhe perseguem. Andrews Study Bible.
15 Alegrai-vos. A simpatia em todas as circunstâncias é uma evidência da autenticidade do amor. Das duas formas de simpatia mencionadas neste versículo, a primeira talvez seja a mais difícil. Parece mais fácil »• e natural simpatizar-se com a dor. Mas alegrar- se com o sucesso e as alegrias dos outros requer nobreza de caráter. Os opostos dessas virtudes são a inveja, que diz respeito à boa sorte dos outros, e a dor e a maldade, que se satisfazem com os infortúnios dos outros. Essas manifestações de egoísmo são tendências naturais do coração não regenerado. CBASD, vol. 6, p. 684, 685.
16 Tende o mesmo sentimento. O cristão deve compartilhar dos sentimentos e aspirações de seus irmãos (cf. Rm 15:5; 2Co 13:11; Fp 2:2; 4:2). Entre os cristãos, deve existir sempre a harmonia que resulta de um objetivo comum, esperanças e desejos comuns. Não competir um com o outro. Andrews Study Bible.
Em lugar de serdes orgulhosos. Ou, "não te ensoberbeças" (Rm 11:20), "não cuideis das coisas altivas" (TB). "O amor [...] não se ufana, não se ensoberbece" (ICo 13:4). O orgulho pode ser motivado até por realizações espirituais (ver ICo 12). CBASD, vol. 6, p. 685.
Condescendei. Do gr. sunapagõ, literalmente, "carregar consigo", como por uma inundação; portanto, "sujeitar-se", "submeterse", "entregar-se". CBASD, vol. 6, p. 685.
humilde. A maioria dos membros da igreja era pobre, e os poucos ricos podem ter sido tentados a considerar com algum desdém os irmãos mais humildes (Tg 2:1-9). Mas essa falta de amor e simpatia tornaria impossível aos crentes ter "o mesmo sentimento uns
para com os outros". Portanto, os cristãos devem ter a mente semelhante à de Jesus. ... Se o filho de Deus Se dispôs a humilhar-Se por amor de Suas criaturas corrompidas, certamente, os cristãos devem estar dispostos a "rebaixar-se" para se associar a qualquer um dos seus semelhantes (ver OE, 330-336; ver com. de Tg 1:9, 10). CBASD, vol. 6, p. 685.
Sábios aos vossos próprios olhos. Esse tipo de orgulho é um pecado contra o amor cristão, pois significa desprezo pela opinião dos outros e, finalmente, até mesmo aos conselhos de Deus. O cristão que tem a mente renovada não confia na presunção da própria habilidade e compreensão nem se recusa a ouvir os conselhos dos outros. Ao contrário, em amor e humildade, ele respeita o julgamento de seus irmãos e mantém a mente aberta e receptiva ao ensino. Está pronto a reconhecer suas limitações e seus erros, e a aprender com os outros. CBASD, vol. 6, p. 685.
17-21 Estes versos resumem a essência da vida cristã. Se amamos alguém como Cristo nos ama, estaremos dispostos a perdoar. Se temos experimentado a graça de Deus, vamos querer compartilhá-la com os outros. E lembre-se, a graça é favor imerecido. Ao saciar a sede de um inimigo, não estamos desculpando seus crimes. Estamos reconhecendo-o como pessoa, perdoando-o, e amando-o, apesar de seus pecados, assim como Cristo fez por nós. Life Application Study Bible.
17 esforçai-vos. Tentar fazer. Andrews Study Bible.
Fazer o bem. Do gr. kala, "coisas boas", "coisas nobres", "coisas corretas". ... A fim de desarmar a oposição, o cristão deve pensar e agir a fim de que sua conduta, devido a bondade e justiça transparente, seja irrepreensível não só diante de Deus, mas aos olhos de todos. Os seguidores de uma causa impopular que querem convencer outros da veracidade e excelência de sua mensagem devem fazer com que seu comportamento esteja acima de qualquer suspeita. O cristão deve fazer sua luz brilhar diante dos semelhantes, para que vejam suas boas obras e glorifiquem ao Pai que está nos céus (Mt 5.16). Para isso, nunca devem se engajar em atividades ou empreendimentos de caráter duvidoso q u e coloquem em descrédito não só a si mesmo, mas também todo o corpo cristão. CBASD, vol. 6, p. 686.
18 se possível, quanto depender de vós, tende paz com todos os homens. Os cristãos não deveriam iniciar hostilidades. Andrews Study Bible.
Tanto quanto se refira ao cristão, ele deve fazer tudo que puder para manter a paz. Mas há momentos em que a fidelidade ao princípio pode implicar incorrer no antagonismo dos outros. Portanto, Paulo acrescenta a qualificação: "se possível". O registro da própria vida de Paulo, que foi um conflito quase constante, mostra que nem sempre é possível manter em paz. Em um mundo onde o príncipe é Satanás, os soldados de Cristo não devem esperar que tudo seja paz. No entanto, o cristão deve sempre se certificar de que, se a paz for quebrada, que não seja por sua culpa. CBASD, vol. 6, p. 686.
19 dai lugar à ira. O artigo definido antes da palavra "ira" indica que a referência é à ira de Deus (cf. com. de Rm 5:9). Essa interpretação é confirmada pelas palavras seguintes: "a Mim Me pertence a vingança. Eu é que retribuirei". "Dar lugar" significa "dar espaço" para que a ira vingadora de Deus opere. Os cristãos nunca devem buscar vingança contra quem os trata injustamente. Devem deixar o assunto com Deus. Apenas um Deus onisciente, todo-amoroso e perfeito pode julgar e punir os malfeitores com justiça. ... Os que estão cheios de pensamentos de vingança dão oportunidade a que Satanás inspire ira, ódio e amargura, quando deveriam encorajar o crescimento do fruto da Espírito: amor, alegria, paz, longanimidade (Gl 5:22). CBASD, vol. 6, p. 686.
Está escrito. Citação de Deuteronômio 32:35; comparar com Hb 10:30. ... em Romanos, é usada como um consolo ao povo de Deus, que é perseguido injustamente. Deus os vinga no devido tempo. CBASD, vol. 6, p. 686.
Os cristãos não deveriam exercer vingança com suas próprias mãos. Andrews Study Bible.
20 amontarás brasas vivas. Isto quer dizer fazê-lo reconhecer o seu pecado e ficar envergonhado e, por fim, arrepender-se. Em qualquer caso, a melhor maneira de mostrar o nosso amor para com o nosso inimigo (Mt 5.44) é torná-lo num amigo. Bíblia Shedd.
Isto pode se referir a uma tradição egípcia de carregar uma panela de carvão em brasas na cabeça como ato público de arrependimento. Ao se referir a este provérbio, Paulo estava dizendo que devemos tratar nossos inimigos com bondade de maneira que eles se envergonhem e se arrependam de seus pecados. a melhor maneira de se livrar de nossos inimigos é torná-los nosso amigos. Life Application Study Bible.
Ver com. de Pv 25:22. A bondade é a melhor vingança que o cristão pode tomar contra um inimigo. Amontoar brasas vivas sobre a cabeça de um oponente significa um ato de amor, e não de maldade. CBASD, vol. 6, p. 687.
21 Não te deixes vencer do mal, mas vence o mal com o bem. A vingança é um sinal, não de força, mas de fraqueza. Sofre derrota quem permite que seu humor seja afetado e seus princípios cristãos de amor e domínio próprio sejam abandonados. Mas quem controla o desejo de vingança e faz do mal sofrido uma oportunidade para mostrar bondade obtém a vitória sobre si mesmo e sobre os poderes do mal. Essa atitude não é apenas mais nobre, q u a n t o mais eficaz. Com ela, pode-se desarmar o inimigo (cf. Pv 15.1) e conquistar outra pessoa. Assim, Deus não retribuiu aos pecadores a vingança que mereciam, mas revelou amor e misericórdia. E a bondade, paciência e longanimidade de Deus que leva as pessoas ao arrependimento (Rm 2:4). CBASD, vol. 6, p. 687.
Este verso resume a vida de Jesus, especialmente Sua morte na cruz. Andrews Study Bible.
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sexta-feira, 6 de março de 2015
Romanos 8
Comentário devocional:
Este capítulo é o clímax da explicação de Paulo acerca do evangelho e um dos grandes capítulos de toda a Escritura. No primeiro versículo, ele resume tudo o que já dissera nos sete primeiros capítulos, afirmando: "Portanto, agora já não há condenação para os que estão em Cristo Jesus" (NVI), que não andam segundo a carne, mas segundo o Espírito. Ser livre da condenação significa que estamos em Cristo Jesus e não andamos segundo a carne, mas andamos segundo a direção do Espírito Santo. Cristo nos libertou do pecado e da morte.
Paulo prossegue nos lembrando que nossa carne é fraca. No entanto, Cristo veio em semelhança da carne do pecado e condenou o poder do pecado, "a fim de que as justas exigências da Lei fossem plenamente satisfeitas em nós, que não vivemos segundo a carne, mas segundo o Espírito" (v. 4, NVI). Isto é justificação pela fé. A mente carnal é contra Deus e isso leva à morte. No entanto, a inclinação do Espírito "é vida e paz". Aqueles que são justificados pela fé tem paz com Deus (vs. 5-8).
Em seguida, Paulo demonstra que a vida espiritual é possível quando o Espírito de Deus habita em nós, o que permite que Cristo viva em nós. Quando Cristo vive em nós, o velho homem do pecado morre, e espiritualmente ressuscitamos para viver uma nova vida (vs. 9-13). Mas se continuarmos a viver segundo a carne, morreremos, como ele disse em Romanos 7. Entretanto, nós temos a bela promessa de que quando vivemos uma vida cheia do Espírito Santo nos tornamos filhos de Deus. Podemos falar com Deus como nosso Pai. Não somente isso, mas assim como Jesus é o Filho de Deus, nós também nos tornamos filhos de Deus, isto é co-herdeiros com Cristo! Que presente maravilhoso Deus nos deu (vs. 14-19).
Encontramos então duas belas promessas. A primeira, que o Espírito faz com que nossas orações sejam aceitáveis a Deus. E a segunda, que Deus faz com que todas as coisas cooperem para o bem daqueles que O amam (vs. 20-30).
Paulo termina o capítulo dizendo que é o amor de Deus que justifica. Portanto não importa que tribulações venhamos a enfrentar ou quantas perseguições possam se abater sobre nós, enquanto tivermos a graça justificadora em nossas vidas nada poderá nos separar do amor de Deus (vs. 31-39). Viveremos com Ele pelos séculos e séculos da eternidade!
Norman McNulty
Neurologista, TN, EUA
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rom/8/
Traduzido por JDS/JAQ
Texto bíblico: Romanos 8
Comentário em áudio
Este capítulo é o clímax da explicação de Paulo acerca do evangelho e um dos grandes capítulos de toda a Escritura. No primeiro versículo, ele resume tudo o que já dissera nos sete primeiros capítulos, afirmando: "Portanto, agora já não há condenação para os que estão em Cristo Jesus" (NVI), que não andam segundo a carne, mas segundo o Espírito. Ser livre da condenação significa que estamos em Cristo Jesus e não andamos segundo a carne, mas andamos segundo a direção do Espírito Santo. Cristo nos libertou do pecado e da morte.
Paulo prossegue nos lembrando que nossa carne é fraca. No entanto, Cristo veio em semelhança da carne do pecado e condenou o poder do pecado, "a fim de que as justas exigências da Lei fossem plenamente satisfeitas em nós, que não vivemos segundo a carne, mas segundo o Espírito" (v. 4, NVI). Isto é justificação pela fé. A mente carnal é contra Deus e isso leva à morte. No entanto, a inclinação do Espírito "é vida e paz". Aqueles que são justificados pela fé tem paz com Deus (vs. 5-8).
Em seguida, Paulo demonstra que a vida espiritual é possível quando o Espírito de Deus habita em nós, o que permite que Cristo viva em nós. Quando Cristo vive em nós, o velho homem do pecado morre, e espiritualmente ressuscitamos para viver uma nova vida (vs. 9-13). Mas se continuarmos a viver segundo a carne, morreremos, como ele disse em Romanos 7. Entretanto, nós temos a bela promessa de que quando vivemos uma vida cheia do Espírito Santo nos tornamos filhos de Deus. Podemos falar com Deus como nosso Pai. Não somente isso, mas assim como Jesus é o Filho de Deus, nós também nos tornamos filhos de Deus, isto é co-herdeiros com Cristo! Que presente maravilhoso Deus nos deu (vs. 14-19).
Encontramos então duas belas promessas. A primeira, que o Espírito faz com que nossas orações sejam aceitáveis a Deus. E a segunda, que Deus faz com que todas as coisas cooperem para o bem daqueles que O amam (vs. 20-30).
Paulo termina o capítulo dizendo que é o amor de Deus que justifica. Portanto não importa que tribulações venhamos a enfrentar ou quantas perseguições possam se abater sobre nós, enquanto tivermos a graça justificadora em nossas vidas nada poderá nos separar do amor de Deus (vs. 31-39). Viveremos com Ele pelos séculos e séculos da eternidade!
Norman McNulty
Neurologista, TN, EUA
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rom/8/
Traduzido por JDS/JAQ
Texto bíblico: Romanos 8
Comentário em áudio
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Espírito Santo,
evangelho,
liberdade
Romanos 8 - Comentários de Bíblias de Estudo
1 nenhuma condenação. Pelo Espírito somos libertados da prisão do pecado. Bíblia Shedd.
Mesmo que sucumbamos ao pecado, vez ou outra. Andrews Study Bible.
"Inocente; libertem-no!" O que estas palavras significariam pra você se estivesse na cela dos condenados? O fato é que toda a raça humana está condenada - por quebrar repetidamente a santa lei de Deus. Sem Jesus não teríamos qualquer esperança. Mas graças a Deus! Ele nos declarou inocentes e nos ofereceu liberdade do pecado e poder para fazer a Sua vontade. Life Application Study Bible.
2 O Espírito de vida é o Espírito Santo. Ele estava presente na criação do mundo (Gn 1:2) e é o poder por trás do renascimento de cada cristão. Ele nos dá o poder que precisamos para viver a vida cristã. Life Application Study Bible.
3 incapaz de fazer. A lei não tinha a capacidade de vencer o pecado. Podia ressaltar, condenar e até mesmo estimular o pecado, mas não podia eliminá-lo. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Paulo não está criticando a lei moral, mas observa uma vez mais que, por causa da pecaminosidade da humanidade, a lei não pode dar a salvação ao ser humano. Bíblia de Genebra.
no tocante ao pecado (ARA). Como uma oferta pelo pecado [NVI]. Denota a transferência de pecado do pecador para a oferenda sacrificial. Andrews Study Bible.
oferta pelo pecado (NVI). Jesus ofereceu-Se como um sacrifício ("oferta pelo pecado") por nossos pecados. Nos tempos do Antigo Testamento, sacrifícios animais eram continuamente oferecidos no templo. Os sacrifícios mostravam aos israelitas a seriedade do pecado: sangue deveria ser derramado antes que os pecados pudessem ser perdoados (ver Lv 17:11). Mas o sangue dos animais não realmente removiam pecados (Hb 10:4). Os sacrifícios podiam somente apontar para o sacrifício de Jesus, que pagou a penalidade de todos os pecados. Life Application Study Bible.
4 justas exigências da lei. A lei continua desempenhado um papel na vida do crente - não, porém, como meio de salvação, mas como orientação ética e moral, obedecida por amor a Deus, mediante o poder que o Espírito outorga. Esse é o cumprimento de Jr 31.33, 34. Bíblia de Estudo NVI Vida.
segundo o Espírito. De acordo com os novos desejos criados [em nós] pelo Espírito. Andrews Study Bible.
5-8 Duas mentalidades são apresentadas aqui: a da natureza pecaminosa e a do Espírito. Aquela leva à morte, e esta à vida e paz. A natureza pecaminosa está vinculada à morte (v. 6), à hostilidade contra Deus (v. 7), à insubordinação (v. 7) e à inaceitabilidade diante de Deus (v. 8). Bíblia de Estudo NVI Vida.
5,6 Paulo divide as pessoas em duas categorias - aquelas que se deixam controlar por suas naturezas pecaminosas e aquelas que seguem o Espírito. Todos nós estaríamos na primeira categoria se Jesus não nos tivesse oferecido uma saída. Uma vez que dissemos sim a Jesus, desejaremos continuar seguindo-O porque este caminho nos traz vida e paz. Diariamente devemos conscientemente escolher centrar nossas vidas em Deus. Use a Bíblia para descobrir as orientações e, então, as siga.Em cada situação de perplexidade pergunte a si mesmo: "O que Jesus quer que eu faça?" Quando o Espírito Santo lhe mostrar o que é o correto, faça isto sem duvidar. Life Application Study Bible.
7 inimizade contra Deus. Pura hostilidade contra Deus, incapaz de outra atitude qualquer, é a real atitude mental de todos aqueles que ainda não foram renovados pelo Espírito (3.9-18). A pessoa natural considera Deus como inimigo. Bíblia de Genebra.
9 habita. Se refere ao corpo como um lugar de habitação do Espírito Santo. Ver 1Co 6:19. Andrews Study Bible.
Você já se preocupou se você é ou não realmente um cristão? Um cristão é alguém que tem o Espírito Santo vivendo nele. Se você sinceramente confiou em Jesus pela sua salvação e o reconheceu como Senhor, então o Espírito Santo veio à sua vida e você é um cristão. Não é a presença de determinado sentimento que faz você saber que o Espírito Santo chegou; você sabe isso porque Jesus prometeu que Ele viria. Quando o Espírito Santo está trabalhando em você, você acreditará que Jesus Cristo é o Filho de Deus e que a vida eterna vem através dEle (1Jo 5:5); você começará a agir como Cristo mandou (Rm 8:5; Gl 5:22, 23); você encontrará auxílio nos seus problemas diários e em suas orações (Rm 8:26, 27); você receberá poder para servir a Deus e fazer a Sua vontade (At 1:8; Rm 12:6ss); e você se tornará parte do plano de Deus para edificar a Sua igreja (Ef 4:12, 13). Life Application Study Bible.
11 Um relato trinitariano da realização da salvação, pressupondo a unidade entre o Pai, o Filho e o Espírito Santo, em Seu ser essencial, da mesma maneira que eles estão unidos na complexa obra da redenção. Bíblia de Genebra.
A garantia da nossa ressurreição é a habitação do Espírito dentro de nós (Ef 1.13, 14; 2Co 5.5). Bíblia Shedd.
O Espírito Santo é a promessa ou garantia de Deus da vida eterna a todos que acreditam nEle. Life Application Study Bible.
14-17 A ideia de adoção não aparece no sistema legal do Antigo Testamento, e Paulo parece ter tomado por empréstimo esse conceito próprio da lei romana, preenchendo-o com a teologia bíblica da paternidade de Deus sobre o seu povo. Bíblia de Genebra.
Paulo usa a adoção ou "filiação" para ilustrar a nova relação do crente com Deus. Na cultura romana, as pessoas adotadas perdiam todos os seus direitos na antiga família e ganhava todos os direitos de um filho legítimo em sua nova família. Ele se tornava um herdeiro pleno dos bens de seus pais. De semelhante modo, quando alguém se torna um cristão, ele ou ela ganham todos os privilégios e responsabilidades de um filho na família de Deus. Um destes enormes privilégios é ser guiado pelo Espírito (ver Gl 4:5, 6). Pode ser que não nos sintamos sempre como filhos d Deus, mas o Espírito Santo é nossa testemunha. Sua presença interior nos lembra quem nós somos e nos encoraja com o amor de Deus (5:5). Life Application Study Bible.
14 guiados pelo Espírito. O Espírito se torna a força dominante na vida, que agora exibe os frutos do Espírito. Ver Gl 5:22. Andrews Study Bible.
Esse caminho de santidade é agora mais completamente descrito como a orientação pelo Espírito, sendo especificada como uma das marcas dos filhos de Deus. Bíblia de Genebra.
filhos de Deus. Deus é o Pai de todos, no sentido de que criou a todos, sendo Seu amor e cuidados providenciais outorgados a todos (ver Mt 5:45). Nem todos, porém, são Seus filhos. ... (Jo 8.44). As pessoas passam a ser filhos de Deus mediante a fé no Filho unigênito (e incomparável) de Deus (ver Jo 1.12, 13), e ser guiado pelo Espírito de Deus e´a marca registrada desse relacionamento. Bíblia de Estudo NVI Vida.
15 Aba, Pai. "Abba" expressa um senso de afeto e profundo respeito e significa "papai" em aramaico, a língua de Jesus. Jesus usou "Abba" em Suas orações para Se dirigir a Deus (Mc 14:36). Andrews Study Bible.
Os cristãos são filhos adotados mediante a graça; Cristo, no entanto, é Filho de Deus por natureza. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Não somos mais escravos servis e temerosos; em vez disso, somos filhos do Mestre. Que privilégio! Porque somos filhos de Deus, compartilhamos como co-herdeiros nos Seus grande tesouros. Deus tem nos dado Suas melhores dádivas: Seu Filho, perdão e vida eterna; e Ele nos encoraja a Lhe pedir tudo o que precisarmos. Life Application Study Bible.
16 a segurança do cristão reside no que o Espírito faz por nós e o que Ele testifica em nós, como indicado aqui e em 1Jo 5:10-13. ver tb Rm 8:31-39. Andrews Study Bible.
17 Existe um preço por se identificar com Jesus. Junto com os grandes tesouros, Paulo menciona os sofrimentos que os cristãos devem enfrentar. ... Para os cristãos do primeiro século, havia a perseguição econômica e social e alguns enfrentaram a morte. Nós também pagamos um preço por seguir a Jesus. em muitas partes do mundo, hoje, onde o cristianismo é tolerado ou encorajado, não desvem se tornar complacentes com o mundo ao redor. Viver como Jesus viveu - servindo, abrir mão de seus próprios direitos, resistir a pressões para ser igual aos demais - sempre tem um preço. Nada que sofremos, no entanto, pode se comparar ao grande preço que Jesus pagou para nos salvar. Life Application Study Bible.
19 aguarda a revelação dos filhos de Deus. A futura ressurreição dos crentes. Andrews Study Bible.
20 vaidade (ARA; NVI: inutilidade; NKJV: futilidade). Vazio de existência. Andrews Study Bible.
22 dores de parto (NVI; ARA: angústias). Turbulência na natureza, como terremotos, furacões, fome e outras catástrofes. Andrews Study Bible.
A atual condição da criação não é sua condição final; é antes como uma mãe que geme com as dores de parto. A criação inteira tem um destino planejado por Deus, e deseja ardentemente que seja cumprido, tal como se sucede com os próprios crentes (vs 23, 26). Bíblia de Genebra.
23 primeiros frutos do Espírito. Seremos ressuscitados com corpos glorificados como o corpo que Jesus agora tem no Céu (ver 1Co 15:25-28). Nos temos os "primeiros frutos" [ARA: primícias]), a primeira parcela ou pagamento, o dom do Espírito Santo como uma garantia de nossa vida ressurreta (ver 2Co 1:22; 5:5; Ef 1:14). Life Application Study Bible.
24, 25 Em Romanos, Paulo apresenta a ideia da salvação de processando no passado, no presente e no futuro. É passada porque somos salvos no momento em que cremos em Jesus Cristo como Salvador (3:21-26; 5:1-11; 6:1-11, 22, 23); nossa nova vida (vida eterna) se inicia neste momento. E é presente porque nós estamos sendo salvos; este é o processo da santificação. Mas, ao mesmo tempo, nós não recebemos ainda todos os benefícios e bênçãos da salvação que serão nossos quando o novo reino de Cristo se estabelecer. Esta é a nossa salvação futura, para a qual olhamos à frente com esperança e confiança que mudará nossos corpos e personalidades, quando seremos como Cristo (1Jo 3:2). Life Application Study Bible.
26, 27 Como crente, você não foi deixado a lutar com seus próprios recursos, sozinho, com os problemas.mesmo quando você não sabe as palavras adequadas para orar, o Espírito Santo ora com e por você e Deus responde. Com o próprio Deus ajudando você a orar, você não precisa temer se achegar perante Ele. Peça ao Espírito Santo que interceda por você "de acordo com a vontade de Deus". Então, quando você trouxer seus pedidos a Deus, creia que Ele sempre fará o que é melhor. Life Application Study Bible.
26 o Espírito ... nos assiste. O Espírito Santo nos fortalece em nosso estado de fraqueza, do que somos constantemente cônscios. Bíblia de Genebra.
"assistência contra toda oposição". Bíblia Shedd.
28 Deus opera em "todas as coisas" - não somente em incidentes isolados - para o nosso bem. Isto não significa que tudo que acontecer conosco será bom. O mal prevalece em nosso mundo caído, mas Deus é hábil em mudar todas as circunstâncias ao nosso redor para o nosso bem. Note que Deus não está operando para nos fazer felizes, mas para cumprir o Seu propósito. Note também que esta promessa não é para todos. Ela pode ser reclamada somente por aqueles que amam a Deus e são chamados de acordo com o Seu propósito.... Tais pessoas tem uma nova perspectiva na vida, uma nova mentalidade. Eles confiam em Deus, não em tesouros terrenos; eles buscam a segurança no Céu, não na terra; eles aprendem a suportar, não a se ressentir com a perseguição porque Deus está com eles. Life Application Study Bible.
29 Conhecer subentende uma relação pessoal íntima, e não meramente a consciência de fatos e circunstâncias (Gn 4.1; Am 3.2; Mt 1.25). Bíblia de Genebra.
O objetivo final de Deus é nos fazer semelhantes a Cristo (1Jo3:2). Ao nos tornarmos mais e mais como Ele, descobriremos nossa própria essência, as pessoas que deveríamos ser. Como podemos nos transformados à semelhança de Jesus? Lendo e ouvindo a Palavra, estudando a Sua vida nos Evangelhos, sendo cheios com o Espírito e fazendo a Sua vontade neste mundo. Life Application Study Bible.
29, 30 O propósito de Deus para o Seu povo não foi um pensamento determinado a posteriori. Ele foi determinado desde antes da criação do mundo. As pessoas deveriam servir e honrar a Deus. Se você crê em Jesus, você pode se alegrar com o fato de que Deus sempre te conheceu. O amor de Deus é eterno. Sua sabedoria e poder são supremos. Ele te guiará e te protegerá até o dia em que você estiver na Sua presença. Life Application Study Bible.
30 "Chamado" significa convocado ou convidado. Life Application Study Bible.
O fato de alguém amar a Deus (v. 28) é o resultado da ação divina. Bíblia Shedd.
31-34 Você já chegou a pensar que pelo fato de que você não é bom o suficiente para Deus, que Ele não te salvará? Você já sentiu que a salvação é para qualquer outro, menos para você? Então estes versos são especialmente para você. Se Deus deu o Seu Filho para você, iria Ele reter o dom [dádiva, presente] da salvação? Se Cristo deu a Sua vida por você, Ele não voltará atrás e te condenará. Ele não reterá nada que você precise para viver para Ele. O livro de Romanos é mais que uma explanação da graça redentora de Deus - é uma carta de conforto e confiança endereçada a você. Life Application Study Bible.
31 Que diremos, pois, á vista destas coisas. "Estas coisas" é uma frase que abarca a inteira exibição da graça divina gratuita, estendida a pecadores perdidos, nesta epístola, até este ponto. Bíblia de Genebra.
Se Deus é por nós. No original não se trata de expressão condicional, mas é como se Paulo dissesse "Uma vez que Deus é por nós...", com aspecto causal (porque"). Bíblia de Estudo NVI Vida.
quem será contra nós. Certamente alguém se oporá a nós, mas Paulo salienta que a essa oposição faltará a capacidade de destruir a fé. Bíblia de Genebra.
32 Aquele que não poupou o seu próprio filho. As palavras de Paulo são uma eficaz reverberação do que se lê na Septuaginta (tradução do Antigo Testamento para o grego), em Gn 22.12. Bíblia de Genebra.
por todos nós. O argumento (do maior para o menor) aqui é semelhante ao de 5.9, 10. Já que Deus deu a dádiva suprema de Seu Filho para nos salvar, certamente nos dará também todo o necessário para levar a cabo a obra iniciada na cruz. Bíblia de Estudo NVI Vida.
O fato que Deus nos deu o Filho, para que morresse por nós, foi o dom supremo, garantindo o dom subsequente de tudo o mais que precisamos quanto à nossa glória plena e final (v. 30). Bíblia de Genebra.
34 intercede. Ministério do Sumo Sacerdote. Ver Ef 1:20; Cl 3:1; Hb 1:3.
Paulo diz que Jesus está intercedendo por nós no Céu. Deus nos absolveu e removeu os nosso pecados e culpa. Então, é Satanás - não Deus - quem nos acusa. Quando ele assim o faz, Jesus, nosso advogado de defesa, permanece à direita de Deus para apresentar nosso caso. Life Application Study Bible.
36 O Salmo 44.22 é citado para demonstrar que o sofrimento sempre fazia parte da experiência do povo de Deus. Bíblia de Estudo NVI Vida.
35-39 No judaísmo, o sofrimento era sempre visto como a representar uma maldição divina, um sinal da rejeição de Deus (ver Dt 28-29). Paulo reitera a posição que ele estabeleceu em Rm 8:1: não há condenação para os que estão em Cristo, mesmo quando eles sofrem. Andrews Study Bible.
Estes versos contém uma das mais confortantes promessas em toda a Escritura. Crentes tem sempre enfrentado dificuldades em várias formas: perseguição, doenças, aprisionamento e até mesmo a morte. Estas coisas poderiam fazê-los temer que haviam sido abandonados por Deus. Mas Paulo exclama ser impossível sermos separados de Cristo. Sua morte por nós é a prova deste amor irreprimível. Nada pode impedir a constante presença de Cristo conosco. Deus nos diz quão grande é o Seu amor para que tenhamos total segurança nEle. Se acreditarmos nestas esmagadoras certezas, não temeremos medo. Life Application Study Bible.
Paulo queria demonstrar a seus leitores que o sofrimento não faz separação entre os crentes e Cristo, mas, na realidade, os conduz em direção ao alvo final. Bíblia de Estudo NVI Vida.
35, 36 Estas palavras foram escritas a uma igreja que logo iria sofrer terrível perseguição. Em poucos anos, a situação hipotética de Paulo se tornaria em dolorosa realidade. Esta passagem reafirma o profundo amor de Deus por Seu povo. Não interessa o que acontece conosco, nunca poderemos nos perder deste amor. O sofrimento não nos afastará de Deus, mas nos ajudará a nos identificar mais com Ele ainda mais e permitirá que o Seu amor nos alcance e nos cure. Life Application Study Bible.
37 mais que vencedores. (gr hupernikomen). Somos super vencedores. Bíblia Shedd.
que nos amou. Referindo-se especialmente à morte de Cristo na cruz. Bíblia de Estudo NVI Vida.
38 Poderes são forças invisíveis do mal no universo, forças como Satanás e seus anjos caídos (ver Ef 6:12). Em Cristo nós somos superconquistadores e Seu amor nos protegerá de tais forças. Life Application Study Bible.
Mesmo que sucumbamos ao pecado, vez ou outra. Andrews Study Bible.
"Inocente; libertem-no!" O que estas palavras significariam pra você se estivesse na cela dos condenados? O fato é que toda a raça humana está condenada - por quebrar repetidamente a santa lei de Deus. Sem Jesus não teríamos qualquer esperança. Mas graças a Deus! Ele nos declarou inocentes e nos ofereceu liberdade do pecado e poder para fazer a Sua vontade. Life Application Study Bible.
2 O Espírito de vida é o Espírito Santo. Ele estava presente na criação do mundo (Gn 1:2) e é o poder por trás do renascimento de cada cristão. Ele nos dá o poder que precisamos para viver a vida cristã. Life Application Study Bible.
3 incapaz de fazer. A lei não tinha a capacidade de vencer o pecado. Podia ressaltar, condenar e até mesmo estimular o pecado, mas não podia eliminá-lo. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Paulo não está criticando a lei moral, mas observa uma vez mais que, por causa da pecaminosidade da humanidade, a lei não pode dar a salvação ao ser humano. Bíblia de Genebra.
no tocante ao pecado (ARA). Como uma oferta pelo pecado [NVI]. Denota a transferência de pecado do pecador para a oferenda sacrificial. Andrews Study Bible.
oferta pelo pecado (NVI). Jesus ofereceu-Se como um sacrifício ("oferta pelo pecado") por nossos pecados. Nos tempos do Antigo Testamento, sacrifícios animais eram continuamente oferecidos no templo. Os sacrifícios mostravam aos israelitas a seriedade do pecado: sangue deveria ser derramado antes que os pecados pudessem ser perdoados (ver Lv 17:11). Mas o sangue dos animais não realmente removiam pecados (Hb 10:4). Os sacrifícios podiam somente apontar para o sacrifício de Jesus, que pagou a penalidade de todos os pecados. Life Application Study Bible.
4 justas exigências da lei. A lei continua desempenhado um papel na vida do crente - não, porém, como meio de salvação, mas como orientação ética e moral, obedecida por amor a Deus, mediante o poder que o Espírito outorga. Esse é o cumprimento de Jr 31.33, 34. Bíblia de Estudo NVI Vida.
segundo o Espírito. De acordo com os novos desejos criados [em nós] pelo Espírito. Andrews Study Bible.
5-8 Duas mentalidades são apresentadas aqui: a da natureza pecaminosa e a do Espírito. Aquela leva à morte, e esta à vida e paz. A natureza pecaminosa está vinculada à morte (v. 6), à hostilidade contra Deus (v. 7), à insubordinação (v. 7) e à inaceitabilidade diante de Deus (v. 8). Bíblia de Estudo NVI Vida.
5,6 Paulo divide as pessoas em duas categorias - aquelas que se deixam controlar por suas naturezas pecaminosas e aquelas que seguem o Espírito. Todos nós estaríamos na primeira categoria se Jesus não nos tivesse oferecido uma saída. Uma vez que dissemos sim a Jesus, desejaremos continuar seguindo-O porque este caminho nos traz vida e paz. Diariamente devemos conscientemente escolher centrar nossas vidas em Deus. Use a Bíblia para descobrir as orientações e, então, as siga.Em cada situação de perplexidade pergunte a si mesmo: "O que Jesus quer que eu faça?" Quando o Espírito Santo lhe mostrar o que é o correto, faça isto sem duvidar. Life Application Study Bible.
7 inimizade contra Deus. Pura hostilidade contra Deus, incapaz de outra atitude qualquer, é a real atitude mental de todos aqueles que ainda não foram renovados pelo Espírito (3.9-18). A pessoa natural considera Deus como inimigo. Bíblia de Genebra.
9 habita. Se refere ao corpo como um lugar de habitação do Espírito Santo. Ver 1Co 6:19. Andrews Study Bible.
Você já se preocupou se você é ou não realmente um cristão? Um cristão é alguém que tem o Espírito Santo vivendo nele. Se você sinceramente confiou em Jesus pela sua salvação e o reconheceu como Senhor, então o Espírito Santo veio à sua vida e você é um cristão. Não é a presença de determinado sentimento que faz você saber que o Espírito Santo chegou; você sabe isso porque Jesus prometeu que Ele viria. Quando o Espírito Santo está trabalhando em você, você acreditará que Jesus Cristo é o Filho de Deus e que a vida eterna vem através dEle (1Jo 5:5); você começará a agir como Cristo mandou (Rm 8:5; Gl 5:22, 23); você encontrará auxílio nos seus problemas diários e em suas orações (Rm 8:26, 27); você receberá poder para servir a Deus e fazer a Sua vontade (At 1:8; Rm 12:6ss); e você se tornará parte do plano de Deus para edificar a Sua igreja (Ef 4:12, 13). Life Application Study Bible.
11 Um relato trinitariano da realização da salvação, pressupondo a unidade entre o Pai, o Filho e o Espírito Santo, em Seu ser essencial, da mesma maneira que eles estão unidos na complexa obra da redenção. Bíblia de Genebra.
A garantia da nossa ressurreição é a habitação do Espírito dentro de nós (Ef 1.13, 14; 2Co 5.5). Bíblia Shedd.
O Espírito Santo é a promessa ou garantia de Deus da vida eterna a todos que acreditam nEle. Life Application Study Bible.
14-17 A ideia de adoção não aparece no sistema legal do Antigo Testamento, e Paulo parece ter tomado por empréstimo esse conceito próprio da lei romana, preenchendo-o com a teologia bíblica da paternidade de Deus sobre o seu povo. Bíblia de Genebra.
Paulo usa a adoção ou "filiação" para ilustrar a nova relação do crente com Deus. Na cultura romana, as pessoas adotadas perdiam todos os seus direitos na antiga família e ganhava todos os direitos de um filho legítimo em sua nova família. Ele se tornava um herdeiro pleno dos bens de seus pais. De semelhante modo, quando alguém se torna um cristão, ele ou ela ganham todos os privilégios e responsabilidades de um filho na família de Deus. Um destes enormes privilégios é ser guiado pelo Espírito (ver Gl 4:5, 6). Pode ser que não nos sintamos sempre como filhos d Deus, mas o Espírito Santo é nossa testemunha. Sua presença interior nos lembra quem nós somos e nos encoraja com o amor de Deus (5:5). Life Application Study Bible.
14 guiados pelo Espírito. O Espírito se torna a força dominante na vida, que agora exibe os frutos do Espírito. Ver Gl 5:22. Andrews Study Bible.
Esse caminho de santidade é agora mais completamente descrito como a orientação pelo Espírito, sendo especificada como uma das marcas dos filhos de Deus. Bíblia de Genebra.
filhos de Deus. Deus é o Pai de todos, no sentido de que criou a todos, sendo Seu amor e cuidados providenciais outorgados a todos (ver Mt 5:45). Nem todos, porém, são Seus filhos. ... (Jo 8.44). As pessoas passam a ser filhos de Deus mediante a fé no Filho unigênito (e incomparável) de Deus (ver Jo 1.12, 13), e ser guiado pelo Espírito de Deus e´a marca registrada desse relacionamento. Bíblia de Estudo NVI Vida.
15 Aba, Pai. "Abba" expressa um senso de afeto e profundo respeito e significa "papai" em aramaico, a língua de Jesus. Jesus usou "Abba" em Suas orações para Se dirigir a Deus (Mc 14:36). Andrews Study Bible.
Os cristãos são filhos adotados mediante a graça; Cristo, no entanto, é Filho de Deus por natureza. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Não somos mais escravos servis e temerosos; em vez disso, somos filhos do Mestre. Que privilégio! Porque somos filhos de Deus, compartilhamos como co-herdeiros nos Seus grande tesouros. Deus tem nos dado Suas melhores dádivas: Seu Filho, perdão e vida eterna; e Ele nos encoraja a Lhe pedir tudo o que precisarmos. Life Application Study Bible.
16 a segurança do cristão reside no que o Espírito faz por nós e o que Ele testifica em nós, como indicado aqui e em 1Jo 5:10-13. ver tb Rm 8:31-39. Andrews Study Bible.
17 Existe um preço por se identificar com Jesus. Junto com os grandes tesouros, Paulo menciona os sofrimentos que os cristãos devem enfrentar. ... Para os cristãos do primeiro século, havia a perseguição econômica e social e alguns enfrentaram a morte. Nós também pagamos um preço por seguir a Jesus. em muitas partes do mundo, hoje, onde o cristianismo é tolerado ou encorajado, não desvem se tornar complacentes com o mundo ao redor. Viver como Jesus viveu - servindo, abrir mão de seus próprios direitos, resistir a pressões para ser igual aos demais - sempre tem um preço. Nada que sofremos, no entanto, pode se comparar ao grande preço que Jesus pagou para nos salvar. Life Application Study Bible.
19 aguarda a revelação dos filhos de Deus. A futura ressurreição dos crentes. Andrews Study Bible.
20 vaidade (ARA; NVI: inutilidade; NKJV: futilidade). Vazio de existência. Andrews Study Bible.
22 dores de parto (NVI; ARA: angústias). Turbulência na natureza, como terremotos, furacões, fome e outras catástrofes. Andrews Study Bible.
A atual condição da criação não é sua condição final; é antes como uma mãe que geme com as dores de parto. A criação inteira tem um destino planejado por Deus, e deseja ardentemente que seja cumprido, tal como se sucede com os próprios crentes (vs 23, 26). Bíblia de Genebra.
23 primeiros frutos do Espírito. Seremos ressuscitados com corpos glorificados como o corpo que Jesus agora tem no Céu (ver 1Co 15:25-28). Nos temos os "primeiros frutos" [ARA: primícias]), a primeira parcela ou pagamento, o dom do Espírito Santo como uma garantia de nossa vida ressurreta (ver 2Co 1:22; 5:5; Ef 1:14). Life Application Study Bible.
24, 25 Em Romanos, Paulo apresenta a ideia da salvação de processando no passado, no presente e no futuro. É passada porque somos salvos no momento em que cremos em Jesus Cristo como Salvador (3:21-26; 5:1-11; 6:1-11, 22, 23); nossa nova vida (vida eterna) se inicia neste momento. E é presente porque nós estamos sendo salvos; este é o processo da santificação. Mas, ao mesmo tempo, nós não recebemos ainda todos os benefícios e bênçãos da salvação que serão nossos quando o novo reino de Cristo se estabelecer. Esta é a nossa salvação futura, para a qual olhamos à frente com esperança e confiança que mudará nossos corpos e personalidades, quando seremos como Cristo (1Jo 3:2). Life Application Study Bible.
26, 27 Como crente, você não foi deixado a lutar com seus próprios recursos, sozinho, com os problemas.mesmo quando você não sabe as palavras adequadas para orar, o Espírito Santo ora com e por você e Deus responde. Com o próprio Deus ajudando você a orar, você não precisa temer se achegar perante Ele. Peça ao Espírito Santo que interceda por você "de acordo com a vontade de Deus". Então, quando você trouxer seus pedidos a Deus, creia que Ele sempre fará o que é melhor. Life Application Study Bible.
26 o Espírito ... nos assiste. O Espírito Santo nos fortalece em nosso estado de fraqueza, do que somos constantemente cônscios. Bíblia de Genebra.
"assistência contra toda oposição". Bíblia Shedd.
28 Deus opera em "todas as coisas" - não somente em incidentes isolados - para o nosso bem. Isto não significa que tudo que acontecer conosco será bom. O mal prevalece em nosso mundo caído, mas Deus é hábil em mudar todas as circunstâncias ao nosso redor para o nosso bem. Note que Deus não está operando para nos fazer felizes, mas para cumprir o Seu propósito. Note também que esta promessa não é para todos. Ela pode ser reclamada somente por aqueles que amam a Deus e são chamados de acordo com o Seu propósito.... Tais pessoas tem uma nova perspectiva na vida, uma nova mentalidade. Eles confiam em Deus, não em tesouros terrenos; eles buscam a segurança no Céu, não na terra; eles aprendem a suportar, não a se ressentir com a perseguição porque Deus está com eles. Life Application Study Bible.
29 Conhecer subentende uma relação pessoal íntima, e não meramente a consciência de fatos e circunstâncias (Gn 4.1; Am 3.2; Mt 1.25). Bíblia de Genebra.
O objetivo final de Deus é nos fazer semelhantes a Cristo (1Jo3:2). Ao nos tornarmos mais e mais como Ele, descobriremos nossa própria essência, as pessoas que deveríamos ser. Como podemos nos transformados à semelhança de Jesus? Lendo e ouvindo a Palavra, estudando a Sua vida nos Evangelhos, sendo cheios com o Espírito e fazendo a Sua vontade neste mundo. Life Application Study Bible.
29, 30 O propósito de Deus para o Seu povo não foi um pensamento determinado a posteriori. Ele foi determinado desde antes da criação do mundo. As pessoas deveriam servir e honrar a Deus. Se você crê em Jesus, você pode se alegrar com o fato de que Deus sempre te conheceu. O amor de Deus é eterno. Sua sabedoria e poder são supremos. Ele te guiará e te protegerá até o dia em que você estiver na Sua presença. Life Application Study Bible.
30 "Chamado" significa convocado ou convidado. Life Application Study Bible.
O fato de alguém amar a Deus (v. 28) é o resultado da ação divina. Bíblia Shedd.
31-34 Você já chegou a pensar que pelo fato de que você não é bom o suficiente para Deus, que Ele não te salvará? Você já sentiu que a salvação é para qualquer outro, menos para você? Então estes versos são especialmente para você. Se Deus deu o Seu Filho para você, iria Ele reter o dom [dádiva, presente] da salvação? Se Cristo deu a Sua vida por você, Ele não voltará atrás e te condenará. Ele não reterá nada que você precise para viver para Ele. O livro de Romanos é mais que uma explanação da graça redentora de Deus - é uma carta de conforto e confiança endereçada a você. Life Application Study Bible.
31 Que diremos, pois, á vista destas coisas. "Estas coisas" é uma frase que abarca a inteira exibição da graça divina gratuita, estendida a pecadores perdidos, nesta epístola, até este ponto. Bíblia de Genebra.
Se Deus é por nós. No original não se trata de expressão condicional, mas é como se Paulo dissesse "Uma vez que Deus é por nós...", com aspecto causal (porque"). Bíblia de Estudo NVI Vida.
quem será contra nós. Certamente alguém se oporá a nós, mas Paulo salienta que a essa oposição faltará a capacidade de destruir a fé. Bíblia de Genebra.
32 Aquele que não poupou o seu próprio filho. As palavras de Paulo são uma eficaz reverberação do que se lê na Septuaginta (tradução do Antigo Testamento para o grego), em Gn 22.12. Bíblia de Genebra.
por todos nós. O argumento (do maior para o menor) aqui é semelhante ao de 5.9, 10. Já que Deus deu a dádiva suprema de Seu Filho para nos salvar, certamente nos dará também todo o necessário para levar a cabo a obra iniciada na cruz. Bíblia de Estudo NVI Vida.
O fato que Deus nos deu o Filho, para que morresse por nós, foi o dom supremo, garantindo o dom subsequente de tudo o mais que precisamos quanto à nossa glória plena e final (v. 30). Bíblia de Genebra.
34 intercede. Ministério do Sumo Sacerdote. Ver Ef 1:20; Cl 3:1; Hb 1:3.
Paulo diz que Jesus está intercedendo por nós no Céu. Deus nos absolveu e removeu os nosso pecados e culpa. Então, é Satanás - não Deus - quem nos acusa. Quando ele assim o faz, Jesus, nosso advogado de defesa, permanece à direita de Deus para apresentar nosso caso. Life Application Study Bible.
36 O Salmo 44.22 é citado para demonstrar que o sofrimento sempre fazia parte da experiência do povo de Deus. Bíblia de Estudo NVI Vida.
35-39 No judaísmo, o sofrimento era sempre visto como a representar uma maldição divina, um sinal da rejeição de Deus (ver Dt 28-29). Paulo reitera a posição que ele estabeleceu em Rm 8:1: não há condenação para os que estão em Cristo, mesmo quando eles sofrem. Andrews Study Bible.
Estes versos contém uma das mais confortantes promessas em toda a Escritura. Crentes tem sempre enfrentado dificuldades em várias formas: perseguição, doenças, aprisionamento e até mesmo a morte. Estas coisas poderiam fazê-los temer que haviam sido abandonados por Deus. Mas Paulo exclama ser impossível sermos separados de Cristo. Sua morte por nós é a prova deste amor irreprimível. Nada pode impedir a constante presença de Cristo conosco. Deus nos diz quão grande é o Seu amor para que tenhamos total segurança nEle. Se acreditarmos nestas esmagadoras certezas, não temeremos medo. Life Application Study Bible.
Paulo queria demonstrar a seus leitores que o sofrimento não faz separação entre os crentes e Cristo, mas, na realidade, os conduz em direção ao alvo final. Bíblia de Estudo NVI Vida.
35, 36 Estas palavras foram escritas a uma igreja que logo iria sofrer terrível perseguição. Em poucos anos, a situação hipotética de Paulo se tornaria em dolorosa realidade. Esta passagem reafirma o profundo amor de Deus por Seu povo. Não interessa o que acontece conosco, nunca poderemos nos perder deste amor. O sofrimento não nos afastará de Deus, mas nos ajudará a nos identificar mais com Ele ainda mais e permitirá que o Seu amor nos alcance e nos cure. Life Application Study Bible.
37 mais que vencedores. (gr hupernikomen). Somos super vencedores. Bíblia Shedd.
que nos amou. Referindo-se especialmente à morte de Cristo na cruz. Bíblia de Estudo NVI Vida.
38 Poderes são forças invisíveis do mal no universo, forças como Satanás e seus anjos caídos (ver Ef 6:12). Em Cristo nós somos superconquistadores e Seu amor nos protegerá de tais forças. Life Application Study Bible.
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