Comentário devocional:
A sétima praga prevê a queda de Babilônia e Apocalipse 18 descreve o evento em detalhes. Sua destruição é tão devastadora que seus ex-amantes, os reis da terra, "chorarão e se lamentarão por ela. Amedrontados por causa do tormento dela, ficarão de longe e gritarão: “Ai! A grande cidade! Babilônia, cidade poderosa! Em apenas uma hora chegou a sua condenação!" (Apoc. 18:9-10). Três vezes diz "em uma hora", como um sino a repicar sua condenação. Outras vozes em contraste gritam: "Celebrem o que se deu com ela, ó céus! Celebrem, ó santos, apóstolos e profetas! Deus a julgou, retribuindo-lhe o que ela fez a vocês” (v. 20). Há uma razão dupla para a sua condenação. O verso 23 revela o fascínio que aprisiona os que estão expostos a seus sutis caminhos; o v. 24 retrata o sofrimento daqueles que permanecem fiéis a Jesus. O engano e a intimidação sempre foram as ferramentas de Satanás e ele as emprestou para Babilônia.
Antes que Deus acabe por completo o reinado dessa cidade que comercializa um evangelho corrompido e doutrinas falsas, Ele tem um último convite a fazer: "Saiam dela, vocês, povo meu, para que vocês não participem dos seus pecados, para que as pragas que vão cair sobre ela não os atinjam!" (18:4) Entre as multidões que se associaram com a Babilônia espiritual estão muitos a quem Deus chama de "meu povo". Eles simplesmente cresceram na Babilônia e nunca conheceram outra maneira de expressar sua devoção a Deus. Mas agora eles foram esclarecidos quanto ao evangelho puro e a verdadeira obediência. Deus não perdeu de vista esses verdadeiros e dedicados crentes que ainda estão em Babilônia.
Existe hoje uma igreja verdadeira dentro da falsa, e uma igreja falsa dentro da verdadeira. Há aqueles que seguem a Deus com o melhor de sua compreensão, em meio à perversão religiosa; e há aqueles que, apesar de serem expostos à luz gloriosa, não filtrada, do evangelho, têm apenas uma aparência de espiritualidade revestindo seus corações não santificados. Nos dias finais do drama da salvação haverá uma mudança de lealdades. Muitos que agora estão em Babilônia irão atravessar a linha para se juntar àqueles que obedecem aos mandamentos de Deus e tem a fé de Jesus; muitos que agora se associam com os santos de Apocalipse 14:12 passarão para o lado da escuridão devido a pressão da perseguição e a atratividade do engano.
A experiência sincera com Deus, hoje, determinará as decisões finais de amanhã.
Garth Bainbridge
Australia
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rev/18/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Apocalipse 18
Comentários adicionais: http://apocalipsecomentadoversoaverso.blogspot.com.br/
Plano mundial de Reavivamento e Reforma, pela leitura devocional de um capítulo da Bíblia por dia. De abril de 2012 a julho de 2015.
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quarta-feira, 8 de julho de 2015
Apocalipse 18
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domingo, 5 de julho de 2015
Apocalipse 12
Comentário devocional:
De Apocalipse 12 em diante, somos apresentados aos principais personagens do conflito entre o bem e o mal e tomamos conhecimento do destino de cada um deles. De um lado encontramos o triunvirato perverso do dragão, da besta e do falso profeta, apoiado pelos reis e habitantes do mundo; do outro lado vemos o Cordeiro, "os seguidores do Cordeiro", "uma mulher vestida de sol", "o remanescente", e os "144.000". A despeito das probabilidades, o Cordeiro triunfa sobre a Besta e os remanescentes compartilham de sua vitória.
Os versos centrais do livro de Apocalipse são 12:7-12 (há 200 versículos antes e 198 versículos após essa parte). Eles contêm uma revelação surpreendente e uma declaração triunfante. A revelação está no verso 7: "E houve guerra no céu." Essa deve ser classificada como uma das admissões mais surpreendentes das Escrituras. Na presença de Deus, na casa do Príncipe da Paz, no último lugar que seria de se esperar, houve guerra! O mal nasceu no lugar mais sagrado do universo. Os próprios filhos de Deus se tornaram rebeldes. Um terço dos anjos desconfiou do Seu amor e desprezou a Sua autoridade, lançando a sorte com o dragão.
A declaração triunfante vem nos versos 10-11, em meio a uma cena de julgamento: "Agora veio a salvação, o poder e o Reino do nosso Deus, e a autoridade do seu Cristo, pois foi lançado fora o acusador dos nossos irmãos, que os acusa diante do nosso Deus, dia e noite. Eles o venceram pelo sangue do Cordeiro e pela palavra do testemunho que deram" (NVI). No centro do livro do Apocalipse, no centro do turbilhão do conflito cósmico, é plantada a cruz do Calvário. A autoridade de Cristo para nos salvar de acusações de Satanás, verdadeiras como possam ser, está estabelecida em Seu sangue derramado. Não temos nenhum outro argumento contra as acusações. Não podemos desculpar nossos pecados; não podemos minimizá-los; não podemos apagar a lista de nossos erros pelas coisas boas que fazemos. Tudo o que podemos fazer é dar o nosso testemunho pessoal a respeito da morte de Jesus por esses pecados (cf. Rm 10:10). Isso é tudo o que sempre teremos a nosso favor; mas, graças a Deus, isso é tudo o que realmente precisamos.
Garth Bainbridge
Australia
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rev/12/
Traduzido por JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: Apocalipse 12
Comentário adicionais
De Apocalipse 12 em diante, somos apresentados aos principais personagens do conflito entre o bem e o mal e tomamos conhecimento do destino de cada um deles. De um lado encontramos o triunvirato perverso do dragão, da besta e do falso profeta, apoiado pelos reis e habitantes do mundo; do outro lado vemos o Cordeiro, "os seguidores do Cordeiro", "uma mulher vestida de sol", "o remanescente", e os "144.000". A despeito das probabilidades, o Cordeiro triunfa sobre a Besta e os remanescentes compartilham de sua vitória.
Os versos centrais do livro de Apocalipse são 12:7-12 (há 200 versículos antes e 198 versículos após essa parte). Eles contêm uma revelação surpreendente e uma declaração triunfante. A revelação está no verso 7: "E houve guerra no céu." Essa deve ser classificada como uma das admissões mais surpreendentes das Escrituras. Na presença de Deus, na casa do Príncipe da Paz, no último lugar que seria de se esperar, houve guerra! O mal nasceu no lugar mais sagrado do universo. Os próprios filhos de Deus se tornaram rebeldes. Um terço dos anjos desconfiou do Seu amor e desprezou a Sua autoridade, lançando a sorte com o dragão.
A declaração triunfante vem nos versos 10-11, em meio a uma cena de julgamento: "Agora veio a salvação, o poder e o Reino do nosso Deus, e a autoridade do seu Cristo, pois foi lançado fora o acusador dos nossos irmãos, que os acusa diante do nosso Deus, dia e noite. Eles o venceram pelo sangue do Cordeiro e pela palavra do testemunho que deram" (NVI). No centro do livro do Apocalipse, no centro do turbilhão do conflito cósmico, é plantada a cruz do Calvário. A autoridade de Cristo para nos salvar de acusações de Satanás, verdadeiras como possam ser, está estabelecida em Seu sangue derramado. Não temos nenhum outro argumento contra as acusações. Não podemos desculpar nossos pecados; não podemos minimizá-los; não podemos apagar a lista de nossos erros pelas coisas boas que fazemos. Tudo o que podemos fazer é dar o nosso testemunho pessoal a respeito da morte de Jesus por esses pecados (cf. Rm 10:10). Isso é tudo o que sempre teremos a nosso favor; mas, graças a Deus, isso é tudo o que realmente precisamos.
Garth Bainbridge
Australia
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rev/12/
Traduzido por JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: Apocalipse 12
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quinta-feira, 2 de julho de 2015
Apocalipse 6
Comentário devocional:
O ministério de Jesus se inicia no santuário celestial. Ele começa a abrir os selos do pergaminho e cavalos começam a correr ao longo do tempo. Quem são os cavalos e quem é o cavaleiro? Os três primeiros cavalos são a igreja (Zc 10:3; Is 63:11-13) e o cavaleiro é Jesus. A morte e o inferno estão cavalgando o quarto cavalo. Mesmo na hora mais escura, Jesus tem as chaves da morte e da sepultura. Nada acontece à Sua igreja que Ele não veja e não controle.
As sete igrejas em Apocalipse 2 e 3 descrevem as necessidades espirituais da igreja ao longo de cada era e a graça de Jesus ajuda a corrigir os seus problemas. Os sete selos descrevem a igreja em sua apostasia política e religiosa ao longo da era cristã. As sete trombetas descrevem os julgamentos sobre a igreja que ocorrem como resultado da sua apostasia.
A igreja de Deus, representada pelo cavalo branco, cavalga através dos dois primeiros séculos, levando o evangelho puro para todo o mundo romano através da palavra de Deus e do martírio. O cristianismo conquista o paganismo; Constantino, o imperador romano, aceita a religião cristã e introduz o paganismo dentro da igreja, produzindo uma união entre a igreja e o estado. Satanás alcança através de astúcia o que ele não conseguiu pela perseguição. Como a igreja está unida com o Estado, representada pelo cavalo vermelho, começa a perseguir cristãos que rejeitam esse novo arranjo. Uma divisão causada pela Palavra de Deus se introduz na igreja.
A apostasia se torna mais completa durante a Idade das Trevas, representada pelo cavalo negro. Ao mesmo tempo, Jesus começa a julgar a igreja apóstata com a balança da verdade. A Palavra de Deus, o Espírito Santo, e o verdadeiro Evangelho se tornam escassos. O declínio espiritual quase total da igreja ocorre durante a Idade das Trevas, representada pelo cavalo pálido. A morte e o inferno tem as rédeas do cavalo e milhões de cristãos fiéis morrem por sua fé. Mas a igreja ainda está sob o controle daquele que tem as chaves da morte e do túmulo.
O quinto selo descreve sob o altar de ouro aquelas almas (pessoas) que pereceram por causa da Palavra de Deus. Seu sangue clama por julgamento. Foi-lhes dito para descansar um pouco, pois o julgamento virá.
O sexto selo é aberto e os sinais do retorno de Cristo começam a ocorrer. O terremoto de Lisboa em 01 de novembro de 1755, o Dia Escuro, de 19 de maio de 1780 e a chuva de meteoros em 13 de novembro de 1833 foram todos sinais de breve volta de Cristo. Vivemos agora no sexto selo. O céu ainda não se enrolou como um pergaminho (v. 14), as rochas ainda não caíram sobre os maus (v. 16). O sexto selo termina com uma pergunta: "quem poderá suportar?" (v. 17). Somente com a ajuda de Jesus!
Kenneth Mathews, Jr. M. D.
Greeneville, TN, EUA
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rev/6/
Traduzido por JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: Apocalipse 6
Comentário em áudio
O ministério de Jesus se inicia no santuário celestial. Ele começa a abrir os selos do pergaminho e cavalos começam a correr ao longo do tempo. Quem são os cavalos e quem é o cavaleiro? Os três primeiros cavalos são a igreja (Zc 10:3; Is 63:11-13) e o cavaleiro é Jesus. A morte e o inferno estão cavalgando o quarto cavalo. Mesmo na hora mais escura, Jesus tem as chaves da morte e da sepultura. Nada acontece à Sua igreja que Ele não veja e não controle.
As sete igrejas em Apocalipse 2 e 3 descrevem as necessidades espirituais da igreja ao longo de cada era e a graça de Jesus ajuda a corrigir os seus problemas. Os sete selos descrevem a igreja em sua apostasia política e religiosa ao longo da era cristã. As sete trombetas descrevem os julgamentos sobre a igreja que ocorrem como resultado da sua apostasia.
A igreja de Deus, representada pelo cavalo branco, cavalga através dos dois primeiros séculos, levando o evangelho puro para todo o mundo romano através da palavra de Deus e do martírio. O cristianismo conquista o paganismo; Constantino, o imperador romano, aceita a religião cristã e introduz o paganismo dentro da igreja, produzindo uma união entre a igreja e o estado. Satanás alcança através de astúcia o que ele não conseguiu pela perseguição. Como a igreja está unida com o Estado, representada pelo cavalo vermelho, começa a perseguir cristãos que rejeitam esse novo arranjo. Uma divisão causada pela Palavra de Deus se introduz na igreja.
A apostasia se torna mais completa durante a Idade das Trevas, representada pelo cavalo negro. Ao mesmo tempo, Jesus começa a julgar a igreja apóstata com a balança da verdade. A Palavra de Deus, o Espírito Santo, e o verdadeiro Evangelho se tornam escassos. O declínio espiritual quase total da igreja ocorre durante a Idade das Trevas, representada pelo cavalo pálido. A morte e o inferno tem as rédeas do cavalo e milhões de cristãos fiéis morrem por sua fé. Mas a igreja ainda está sob o controle daquele que tem as chaves da morte e do túmulo.
O quinto selo descreve sob o altar de ouro aquelas almas (pessoas) que pereceram por causa da Palavra de Deus. Seu sangue clama por julgamento. Foi-lhes dito para descansar um pouco, pois o julgamento virá.
O sexto selo é aberto e os sinais do retorno de Cristo começam a ocorrer. O terremoto de Lisboa em 01 de novembro de 1755, o Dia Escuro, de 19 de maio de 1780 e a chuva de meteoros em 13 de novembro de 1833 foram todos sinais de breve volta de Cristo. Vivemos agora no sexto selo. O céu ainda não se enrolou como um pergaminho (v. 14), as rochas ainda não caíram sobre os maus (v. 16). O sexto selo termina com uma pergunta: "quem poderá suportar?" (v. 17). Somente com a ajuda de Jesus!
Kenneth Mathews, Jr. M. D.
Greeneville, TN, EUA
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rev/6/
Traduzido por JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: Apocalipse 6
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terça-feira, 30 de junho de 2015
Apocalipse 3
Comentário devocional:
Em suas cartas às sete igrejas Jesus apresenta a história cristã e a nossa história. Cada carta aprofunda um pouco mais o assunto ajudando-nos assim a enxergarmos um pouco melhor. Desde os falsos apóstolos em Éfeso até a sinagoga de Satanás em Esmirna, os nicolaítas de Pérgamo e Jezebel em Tiatira (Ap 2:2, 9, 15, 20), os problemas se tornam progressivamente piores. É um quadro de declínio que culmina com a mais longa das sete cartas (Ap 2:18-29), que descreve a igreja sob o poder de uma mulher sedutora que leva o povo de Deus à idolatria e fornicação espiritual. Esta mulher reaparece mais tarde no livro como "Babilônia, a Grande, a mãe das prostituições" (Ap 17:5).
Felizmente, no momento em que chegamos ao capítulo 3, o quadro começa a melhorar. Jesus indica que há em Sardes alguns "que não contaminaram as suas vestes. Eles andarão comigo, vestidos de branco, pois são dignos."(v. 4 NVI).
À igreja em Filadélfia, Jesus diz: "você tem pouca força, mas guardou a minha palavra e não negou o meu nome" e "guardou a minha palavra de exortação à perseverança" (vv. 8, 10).
Então, a mensagem à sétima e última igreja, a igreja de Laodicéia, vem como um choque, porque essa igreja parece não ter nenhuma qualidade. É a única igreja em que Jesus não encontra nada para elogiar.
Mas ainda existe esperança para Laodicéia. Jesus se recusa a desistir, porque Ele ama a Sua Igreja. Nós somos o objeto de Sua suprema atenção. Ele morreu por nós. Ele vive para nos beneficiar. Jesus diz: [Eu] "repreendo e disciplino aqueles que eu amo. Por isso, seja diligente e arrependa-se" (v. 19 NVI).
Não podemos desenvolver o arrependimento por outros - essa é uma questão pessoal. A mensagem a Laodicéia é dirigida a cada um de nós, individualmente. Jesus está batendo. Ele espera ardentemente Se reunir conosco para que possamos participar juntos da "ceia das bodas do Cordeiro" (Ap 3:20; 19:7-8).
Estamos dispostos a passar tempo com Jesus, desde agora? Estamos prontos a nos arrependermos da nossa frieza e nudez e nos vestirmos com Sua justiça e Seu amor? O mundo, quer estejamos cientes disso ou não, está esperando para saber como responderemos a essas perguntas.
Clinton Wahlen, PhD
Diretor Associado, Instituto de Pesquisa Bíblica
Estados Unidos
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rev/3/
Traduzido por JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: Apocalipse 3
Comentário em áudio
Em suas cartas às sete igrejas Jesus apresenta a história cristã e a nossa história. Cada carta aprofunda um pouco mais o assunto ajudando-nos assim a enxergarmos um pouco melhor. Desde os falsos apóstolos em Éfeso até a sinagoga de Satanás em Esmirna, os nicolaítas de Pérgamo e Jezebel em Tiatira (Ap 2:2, 9, 15, 20), os problemas se tornam progressivamente piores. É um quadro de declínio que culmina com a mais longa das sete cartas (Ap 2:18-29), que descreve a igreja sob o poder de uma mulher sedutora que leva o povo de Deus à idolatria e fornicação espiritual. Esta mulher reaparece mais tarde no livro como "Babilônia, a Grande, a mãe das prostituições" (Ap 17:5).
Felizmente, no momento em que chegamos ao capítulo 3, o quadro começa a melhorar. Jesus indica que há em Sardes alguns "que não contaminaram as suas vestes. Eles andarão comigo, vestidos de branco, pois são dignos."(v. 4 NVI).
À igreja em Filadélfia, Jesus diz: "você tem pouca força, mas guardou a minha palavra e não negou o meu nome" e "guardou a minha palavra de exortação à perseverança" (vv. 8, 10).
Então, a mensagem à sétima e última igreja, a igreja de Laodicéia, vem como um choque, porque essa igreja parece não ter nenhuma qualidade. É a única igreja em que Jesus não encontra nada para elogiar.
Mas ainda existe esperança para Laodicéia. Jesus se recusa a desistir, porque Ele ama a Sua Igreja. Nós somos o objeto de Sua suprema atenção. Ele morreu por nós. Ele vive para nos beneficiar. Jesus diz: [Eu] "repreendo e disciplino aqueles que eu amo. Por isso, seja diligente e arrependa-se" (v. 19 NVI).
Não podemos desenvolver o arrependimento por outros - essa é uma questão pessoal. A mensagem a Laodicéia é dirigida a cada um de nós, individualmente. Jesus está batendo. Ele espera ardentemente Se reunir conosco para que possamos participar juntos da "ceia das bodas do Cordeiro" (Ap 3:20; 19:7-8).
Estamos dispostos a passar tempo com Jesus, desde agora? Estamos prontos a nos arrependermos da nossa frieza e nudez e nos vestirmos com Sua justiça e Seu amor? O mundo, quer estejamos cientes disso ou não, está esperando para saber como responderemos a essas perguntas.
Clinton Wahlen, PhD
Diretor Associado, Instituto de Pesquisa Bíblica
Estados Unidos
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rev/3/
Traduzido por JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: Apocalipse 3
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quarta-feira, 29 de abril de 2015
Colossenses 1
Comentário devocional:
Em sua opinião, quem é a pessoa mais importante que vive em sua cidade agora? Qual a pessoa mais importante em seu estado? Em seu país? No mundo? Como você decidiu quem era mais importante? Quais as qualificações que essas pessoas têm que as tornam tão importantes? Será que é a posição, a riqueza ou algo especial que elas fizeram para a sua cidade, estado, país ou mundo? Só mais uma pergunta: Se uma dessas pessoas importantes lhe dedicasse atenção pessoal, como você se sentiria?
Em Colossenses 1, o apóstolo Paulo descreve alguém que atualmente ocupa o mais alto cargo possível no universo, tem a maior riqueza, fez algo tão significativo que os efeitos ainda são sentidos no céu e na terra, e que quer estar tão perto de você quanto possível.
Antes de delinear as qualificações de pessoa mais importante do universo e falar sobre a sua misteriosa atenção para conosco, Paulo encoraja os crentes de Colossos. Ele reconhece a fé, o amor e a esperança deles e lhes diz que está orando por eles (vs. 3-12). Ele os lembra de que, por meio do sangue de Cristo, foram libertados do poder das trevas e transferidos para o reino do Filho (vs. 13-14).
Paulo, então, dirige a sua atenção para a importância e o significado universal de Jesus. Cristo ocupa ocupa uma posição acima de toda a criação e revela-nos exatamente como é Deus, o Pai (v. 15). Jesus Cristo criou e é o proprietário de tudo que existe visível e invisível (v. 16). Ele estava lá antes de tudo ter sido criado e conserva todas as coisas em ordem e harmonia (v. 17, NTLH). Nenhum mero ser humano conduz a Sua Igreja. Ele a dirige como Alguém digno da maior preeminência (v. 18). Ele é totalmente Deus, e por causa da Sua morte na cruz, as pessoas podem fazer as pazes com Deus e ser apresentadas santas, inocentes, e sem qualquer acusação diante dEle se permanecerem fiéis em seu compromisso com Ele (vs. 19-23).
Então Paulo compartilha um mistério glorioso. Esse Deus de posição, riqueza e incessante atividade quer viver em nós (v. 27). A pessoa mais importante do universo regou-nos com sua atenção e quer estar o mais próximo possível daqueles que Ele redimiu com Seu sangue.
Agora, como você se sente com essa atenção especial?
Kenneth Norton
Estados Unidos
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/col/1/
Traduzido por: JDS/JAQ/IB
Texto bíblico: Colossenses 1
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quarta-feira, 22 de abril de 2015
Efésios 4
Comentário devocional:
O apelo de Paulo é que façamos "todo o esforço para conservar a unidade do Espírito pelo vínculo da paz" (v. 3, NVI). Uma maneira de contribuirmos para isso é nos tornarmos partes ativas do corpo de Cristo (vs. 7-16). Cada membro é uma parte do corpo e deve contribuir para sua saúde (vs. 7, 16). E todos devem beneficiar-se do trabalho dos apóstolos, profetas, evangelistas, pastores e mestres (v. 11). Estes, como ligamentos e tendões do corpo, têm uma função unificadora, ajudando-nos a crescer à semelhança de Cristo, que é a cabeça do corpo (vs. 13, 15).
Ao encaminhar-se para o apelo final para que os efésios "sejam bondosos e compassivos uns para com os outros, perdoando-se mutuamente" (v. 32, NVI), Paulo tem alguns pedidos bem específicos. Ele pede aos crentes que evitem a dureza de coração de quando ainda não eram cristãos (vs. 17-24) e que, em lugar da raiva e da linguagem grosseira, utilizem palavras que edifiquem as pessoas e comuniquem graça (vs. 25-31).
Este capítulo sobre a unidade é bastante fácil de se ler quando as coisas estão tranquilas. Porém é muito mais desafiador lê-lo quando estamos envolvidos em algum conflito. Mais importante ainda do que ler é praticar estes conselhos. Você está contribuindo para a unidade do corpo de Cristo?
John McVay
Universidade Walla Walla
Estados Unidos
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/eph/4/
Traduzido por: JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: Efésios 4
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O apelo de Paulo é que façamos "todo o esforço para conservar a unidade do Espírito pelo vínculo da paz" (v. 3, NVI). Uma maneira de contribuirmos para isso é nos tornarmos partes ativas do corpo de Cristo (vs. 7-16). Cada membro é uma parte do corpo e deve contribuir para sua saúde (vs. 7, 16). E todos devem beneficiar-se do trabalho dos apóstolos, profetas, evangelistas, pastores e mestres (v. 11). Estes, como ligamentos e tendões do corpo, têm uma função unificadora, ajudando-nos a crescer à semelhança de Cristo, que é a cabeça do corpo (vs. 13, 15).
Ao encaminhar-se para o apelo final para que os efésios "sejam bondosos e compassivos uns para com os outros, perdoando-se mutuamente" (v. 32, NVI), Paulo tem alguns pedidos bem específicos. Ele pede aos crentes que evitem a dureza de coração de quando ainda não eram cristãos (vs. 17-24) e que, em lugar da raiva e da linguagem grosseira, utilizem palavras que edifiquem as pessoas e comuniquem graça (vs. 25-31).
Este capítulo sobre a unidade é bastante fácil de se ler quando as coisas estão tranquilas. Porém é muito mais desafiador lê-lo quando estamos envolvidos em algum conflito. Mais importante ainda do que ler é praticar estes conselhos. Você está contribuindo para a unidade do corpo de Cristo?
John McVay
Universidade Walla Walla
Estados Unidos
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/eph/4/
Traduzido por: JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: Efésios 4
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segunda-feira, 20 de abril de 2015
Efésios 2
Comentário devocional:
"Mas Deus ..." (v. 4 ARA). Essas duas palavras devem ser as palavras mais cheias de esperança que a humanidade conhece. Nos versos 1-10 Paulo descreve o passado sombrio de sua audiência. Compartilhando o infortúnio de toda a humanidade que se pôs num caminho de rebelião contra Deus e teve suas vidas dominadas pelo pecado e por Satanás (vs. 1-3).
"Mas Deus..." interveio. E o que Deus fez por eles e por nós? 1) Ele nos ressuscitou com Cristo - a ressurreição de Cristo é a nossa ressurreição; 2) Ele nos fez ascender com Cristo - a ascensão de Cristo é a nossa ascensão; 3) No céu, ele nos fez assentar com Cristo - a coroação de Cristo é a nossa própria coroação (vs. 4-7). Nós não somos meros espectadores dos eventos palpitantes da vida de Cristo! Deus realiza essas fabulosas ações não por causa de qualquer mérito nosso, mas por causa do Seu amor (vs. 8-9) que nos habilita a vivermos em solidariedade com Jesus e praticar "boas obras" (v. 10).
Enquanto os versos 1-10 ensinam a nós que devemos viver em solidariedade com Jesus, os versos 11-22 ensinam que devemos viver em solidariedade uns com os outros, pois compomos Sua Igreja. A morte de Jesus tem benefícios verticais em estabelecer o relacionamento do crente com Deus (vs. 1-10) e horizontais em cimentar nossas relações com os outros (vs. 11-22).
Através da Sua cruz, Jesus derruba o muro de separação entre os crentes gentios e os crentes judeus, incluindo o uso indevido da lei para aumentar o fosso (vs. 11-18). Porém Jesus também constrói algo ainda mais incrível, um novo templo, composto por crentes. Os gentios, que no passado eram impedidos de participar do culto nos lugares sagrados do templo, agora juntam-se aos crentes judeus formando um só povo.
Nós também passamos a fazer parte da igreja de Deus como "um santuário santo no Senhor" (v. 21 NVI).
John McVay
Universidade Walla Walla
Estados Unidos
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/eph/2/
Traduzido por: JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: Efésios 2
Comentários em áudio
"Mas Deus ..." (v. 4 ARA). Essas duas palavras devem ser as palavras mais cheias de esperança que a humanidade conhece. Nos versos 1-10 Paulo descreve o passado sombrio de sua audiência. Compartilhando o infortúnio de toda a humanidade que se pôs num caminho de rebelião contra Deus e teve suas vidas dominadas pelo pecado e por Satanás (vs. 1-3).
"Mas Deus..." interveio. E o que Deus fez por eles e por nós? 1) Ele nos ressuscitou com Cristo - a ressurreição de Cristo é a nossa ressurreição; 2) Ele nos fez ascender com Cristo - a ascensão de Cristo é a nossa ascensão; 3) No céu, ele nos fez assentar com Cristo - a coroação de Cristo é a nossa própria coroação (vs. 4-7). Nós não somos meros espectadores dos eventos palpitantes da vida de Cristo! Deus realiza essas fabulosas ações não por causa de qualquer mérito nosso, mas por causa do Seu amor (vs. 8-9) que nos habilita a vivermos em solidariedade com Jesus e praticar "boas obras" (v. 10).
Enquanto os versos 1-10 ensinam a nós que devemos viver em solidariedade com Jesus, os versos 11-22 ensinam que devemos viver em solidariedade uns com os outros, pois compomos Sua Igreja. A morte de Jesus tem benefícios verticais em estabelecer o relacionamento do crente com Deus (vs. 1-10) e horizontais em cimentar nossas relações com os outros (vs. 11-22).
Através da Sua cruz, Jesus derruba o muro de separação entre os crentes gentios e os crentes judeus, incluindo o uso indevido da lei para aumentar o fosso (vs. 11-18). Porém Jesus também constrói algo ainda mais incrível, um novo templo, composto por crentes. Os gentios, que no passado eram impedidos de participar do culto nos lugares sagrados do templo, agora juntam-se aos crentes judeus formando um só povo.
Nós também passamos a fazer parte da igreja de Deus como "um santuário santo no Senhor" (v. 21 NVI).
John McVay
Universidade Walla Walla
Estados Unidos
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/eph/2/
Traduzido por: JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: Efésios 2
Comentários em áudio
domingo, 12 de abril de 2015
II Coríntios 13
Comentário devocional:
Paulo termina esta carta (que é, pelo menos, a terceira de uma série de cartas) com a promessa de visitá-los uma terceira vez (v. 1). Ele lhes promete: "quando voltar, não os pouparei" (v 2). Tendo em vista que haviam exigido prova de que Cristo estava falando através de Paulo, agora deveriam estar preparados para Cristo demonstrar o Seu poder (v. 3).
Como um apóstolo, Paulo aconselha os crentes de Corinto que se examinem cuidadosamente para verificar se ainda estão na fé verdadeira e plena (vs. 5). Sua oração era que eles fizessem essa avaliação pessoal e se afastassem de qualquer maldade (v 7).
A igreja de Corinto nos lembra que uma igreja perfeita não existe e não existiu mesmo entre os primeiros crentes. Enquanto a igreja do Novo Testamento muitas vezes é mostrada como modelo, é ainda mais importante aprender com os erros daquela igreja. Conflitos e problemas traziam perturbação tanto naquela época como hoje. Ao contemplarmos as dificuldades devemos nos lembrar da promessa: "nada podemos contra a verdade, mas somente em favor da verdade" (v. 8). A verdade triunfa e triunfará porque é a expressão do caráter de Deus.
Como crentes, temos a responsabilidade de usar toda a influência que temos para construir a igreja. Paulo afirma que preferiria em muito usar sua autoridade apostólica para edificar e não para disciplinar os membros (v. 10).
Paulo se despede (vs. 11-13) com palavras que demonstram sua afeição pessoal. O modo como ele finaliza a carta é significativo: "A graça do Senhor Jesus Cristo, o amor de Deus e a comunhão do Espírito Santo sejam com todos vocês" (v 14). Esta declaração trinitária de claro contexto de igualdade entre as pessoas da divindade nos é um lembrete de como aqueles crentes, e todos os crentes cristãos deveriam agir em relação uns aos outros. Compartilhamos da mesma esperança e devemos preservar os laços de apreciação uns pelos outros até que todos nos reunamos com o nosso Senhor, Jesus Cristo, em sua segunda vinda.
Michael Campbell
AIIAS
Filipinas
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/2co/13/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: II Coríntios 13
Comentários em áudio
Paulo termina esta carta (que é, pelo menos, a terceira de uma série de cartas) com a promessa de visitá-los uma terceira vez (v. 1). Ele lhes promete: "quando voltar, não os pouparei" (v 2). Tendo em vista que haviam exigido prova de que Cristo estava falando através de Paulo, agora deveriam estar preparados para Cristo demonstrar o Seu poder (v. 3).
Como um apóstolo, Paulo aconselha os crentes de Corinto que se examinem cuidadosamente para verificar se ainda estão na fé verdadeira e plena (vs. 5). Sua oração era que eles fizessem essa avaliação pessoal e se afastassem de qualquer maldade (v 7).
A igreja de Corinto nos lembra que uma igreja perfeita não existe e não existiu mesmo entre os primeiros crentes. Enquanto a igreja do Novo Testamento muitas vezes é mostrada como modelo, é ainda mais importante aprender com os erros daquela igreja. Conflitos e problemas traziam perturbação tanto naquela época como hoje. Ao contemplarmos as dificuldades devemos nos lembrar da promessa: "nada podemos contra a verdade, mas somente em favor da verdade" (v. 8). A verdade triunfa e triunfará porque é a expressão do caráter de Deus.
Como crentes, temos a responsabilidade de usar toda a influência que temos para construir a igreja. Paulo afirma que preferiria em muito usar sua autoridade apostólica para edificar e não para disciplinar os membros (v. 10).
Paulo se despede (vs. 11-13) com palavras que demonstram sua afeição pessoal. O modo como ele finaliza a carta é significativo: "A graça do Senhor Jesus Cristo, o amor de Deus e a comunhão do Espírito Santo sejam com todos vocês" (v 14). Esta declaração trinitária de claro contexto de igualdade entre as pessoas da divindade nos é um lembrete de como aqueles crentes, e todos os crentes cristãos deveriam agir em relação uns aos outros. Compartilhamos da mesma esperança e devemos preservar os laços de apreciação uns pelos outros até que todos nos reunamos com o nosso Senhor, Jesus Cristo, em sua segunda vinda.
Michael Campbell
AIIAS
Filipinas
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/2co/13/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: II Coríntios 13
Comentários em áudio
sábado, 28 de março de 2015
I Coríntios 14
Comentário devocional:
Paulo volta a falar sobre "os dons espirituais, principalmente o dom de profecia" (v 1 NVI). "Quem profetiza o faz para edificação, encorajamento e consolação dos homens." (v 3 NVI). Assim, o dom de profecia "edifica a igreja." Este dom é tão significativo que Paulo reconhece a sua prioridade entre os demais dons.
Como adventistas do sétimo dia, acreditamos na continuidade de todos os dons espirituais, incluindo o dom da profecia. Acreditamos que, em dezembro 1844, Deus designou outro mensageiro profético, assim como Deus operou em muitos outros pontos críticos ao longo da história da salvação. Deus revelou a Ellen Harmon (mais tarde White) uma mensagem de encorajamento através de uma revelação divina. Os crentes estavam desencorajados após o não retorno de Jesus em 22 de outubro de 1844. Assim, Deus usou uma jovem mulher para incentivar e "edificar" o povo de Deus. O tema de sua primeira visão acabou se tornando o tema principal de todo o seu ministério profético: o caminho de Deus é um caminho estreito, que conduz a Jesus. Mais uma vez o dom profético contribuiu para edificar e ajudar a igreja de Deus. Para aqueles que acreditam na importância de todos os dons espirituais, não deveria ser surpresa a escolha divina de um mensageiro profético para ajudar o povo de Deus do tempo do fim a se concentrar em Jesus.
Em seguida, Paulo discorre sobre o falar em "línguas" (idiomas) e a necessidade de serem interpretadas (vv 6-25). Ele destaca, mais uma vez, que todos os dons espirituais, incluindo o dom de "línguas", devem levar à "edificação da igreja" (v 12). O dom de línguas vem junto com o dom de interpretação e compreensão (vv 13, 15). Na verdade, a palavra-chave deste capítulo, estreitamente associada com "línguas" é "entendimento". Tal entendimento conduz à maturidade cristã (v 20).
Ao comparar e contrastar estes dois dons espirituais (profecia e línguas), Paulo observa que o dom de falar em línguas diferentes é "um sinal para os descrentes" mas o dom de profetizar "é para os que crêem" (v 22 NVI). Independentemente do dom, a ordem na igreja deve ser mantida para que os incrédulos não acusem os crentes de estarem "loucos" (v 23 NVI). Todos os dons espirituais devem levar à "edificação" (v 26) e cada orador deve ter a sua vez de falar para que haja ordem na reunião (vv 27-28).
Paulo conclui afirmando que as revelações trazidas pelo dom de profecia devem estar em harmonia com as orientações proféticas prévias (vv 32-33). Ou seja, devemos julgar toda nova revelação pelas verdades encontradas na Palavra de Deus. Para nós, isto significa que a Escritura é a nossa autoridade final.
Michael W. Campbell, Ph.D.
Professor Assistente, Estudos Históricos / Teológicos
Instituto Adventista Internacional de Estudos Avançados
Filipinas
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/1co/14/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: I Coríntios 14
Comentários em áudio
Paulo volta a falar sobre "os dons espirituais, principalmente o dom de profecia" (v 1 NVI). "Quem profetiza o faz para edificação, encorajamento e consolação dos homens." (v 3 NVI). Assim, o dom de profecia "edifica a igreja." Este dom é tão significativo que Paulo reconhece a sua prioridade entre os demais dons.
Como adventistas do sétimo dia, acreditamos na continuidade de todos os dons espirituais, incluindo o dom da profecia. Acreditamos que, em dezembro 1844, Deus designou outro mensageiro profético, assim como Deus operou em muitos outros pontos críticos ao longo da história da salvação. Deus revelou a Ellen Harmon (mais tarde White) uma mensagem de encorajamento através de uma revelação divina. Os crentes estavam desencorajados após o não retorno de Jesus em 22 de outubro de 1844. Assim, Deus usou uma jovem mulher para incentivar e "edificar" o povo de Deus. O tema de sua primeira visão acabou se tornando o tema principal de todo o seu ministério profético: o caminho de Deus é um caminho estreito, que conduz a Jesus. Mais uma vez o dom profético contribuiu para edificar e ajudar a igreja de Deus. Para aqueles que acreditam na importância de todos os dons espirituais, não deveria ser surpresa a escolha divina de um mensageiro profético para ajudar o povo de Deus do tempo do fim a se concentrar em Jesus.
Em seguida, Paulo discorre sobre o falar em "línguas" (idiomas) e a necessidade de serem interpretadas (vv 6-25). Ele destaca, mais uma vez, que todos os dons espirituais, incluindo o dom de "línguas", devem levar à "edificação da igreja" (v 12). O dom de línguas vem junto com o dom de interpretação e compreensão (vv 13, 15). Na verdade, a palavra-chave deste capítulo, estreitamente associada com "línguas" é "entendimento". Tal entendimento conduz à maturidade cristã (v 20).
Ao comparar e contrastar estes dois dons espirituais (profecia e línguas), Paulo observa que o dom de falar em línguas diferentes é "um sinal para os descrentes" mas o dom de profetizar "é para os que crêem" (v 22 NVI). Independentemente do dom, a ordem na igreja deve ser mantida para que os incrédulos não acusem os crentes de estarem "loucos" (v 23 NVI). Todos os dons espirituais devem levar à "edificação" (v 26) e cada orador deve ter a sua vez de falar para que haja ordem na reunião (vv 27-28).
Paulo conclui afirmando que as revelações trazidas pelo dom de profecia devem estar em harmonia com as orientações proféticas prévias (vv 32-33). Ou seja, devemos julgar toda nova revelação pelas verdades encontradas na Palavra de Deus. Para nós, isto significa que a Escritura é a nossa autoridade final.
Michael W. Campbell, Ph.D.
Professor Assistente, Estudos Históricos / Teológicos
Instituto Adventista Internacional de Estudos Avançados
Filipinas
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/1co/14/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: I Coríntios 14
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quinta-feira, 26 de março de 2015
1 Coríntios 12
Comentário devocional:
Paulo admoesta os crentes em Corinto a não serem ignorantes a respeito dos dons espirituais (v 1). Não existe culpa em estar na ignorância, mas é errado recusar conscientemente o conhecimento trazido pelo Espírito Santo.
CS Lewis escreveu em seu livro “Cristianismo Puro e Simples” que muitos cristãos têm a ideia de que não importa se formos tolos [ou ignorantes] desde que sejamos "bons". Chegam a esta conclusão baseados na declaração de Cristo de que só poderemos entrar em Seu reino se formos como as crianças, mas isso é um equívoco, diz ele. E acrescenta: “Cristo nunca quis que nos mantivéssemos crianças na inteligência: pelo contrário, Ele nos disse para não sermos apenas ’inofensivos como as pombas’, mas também ‘prudentes como as serpentes’. Ele quer que tenhamos um coração de criança, mas a cabeça de um adulto. Ele quer que sejamos simples, sinceros, carinhosos e dóceis, como bons filhos são; mas Ele também quer que cada parte da inteligência esteja desperta. ... Qualquer pessoa que esteja sinceramente tentando ser um cristão logo encontrará a necessidade de ter a sua inteligência afiada” (p. 77-78).
A seguir, Paulo lembra os crentes acerca da diversidade de dons concedidos pelo Espírito Santo (vv 4-11). Então vem a famosa passagem comparando a igreja com o corpo de Cristo (vv 12-31) aonde os membros recebem os dons espirituais para o crescimento e bem estar deste corpo. Quando os dons são valorizados em sua diversidade, não haverá divisões no corpo, especialmente porque os crentes devem cuidar uns dos outros (v 25) como membros de um mesmo corpo. Reconhecendo que cada um de nós tem dons espirituais únicos e também a necessidade de fazermos o melhor a favor de nossos irmãos e irmãs, alcançaremos "um caminho ainda mais excelente" (v. 31), o caminho do amor.
"Nenhuma influência que possa rodear a alma tem mais poder do que a de uma vida abnegada. O mais forte argumento em favor do evangelho é um cristão que sabe amar e é amável" (White, A Ciência do Bom Viver, p. 470).
Michael W. Campbell, Ph.D.
Professor Assistente, Estudos Históricos / Teológicos
Instituto Adventista Internacional de Estudos Avançados
Filipinas
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/1co/12/
Traduzido por JDS/JAQ
Texto bíblico: 1 Coríntios 12 http://biblia.com.br/novaversaointernacional/1-corintios/1co-capitulo-12/
Comentários em áudio: http://vod.novotempo.org.br/mp3/Reavivados/Reavivados26-03-2015.mp3
terça-feira, 17 de março de 2015
I Coríntios 3 - Comentários selecionados
2 Leite. O alimento natural dos bebês. O "leite" representa os princípios básicos do evangelho. CBASD - Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 743.
8 São um. Quem planta e quem rega não trabalham com propósitos opostos. Eles estão unidos em suas metas e objetivos. Não tem sentido apresentá-los como líderes rivais. CBASD, vol. 6, p. 744.
11 Outro. Do gr allos, "outro [do mesmo tipo]", "mais um" (ver com. de Gl 1:6). Há apenas um Salvador. Outros proclamados como salvadores não são "outro" do mesmo tipo. Não são salvadores (ver Jo 14:6; At 4:12). CBASD, vol. 6, p. 746.
16 Santuário. Do gr naos, palavra usada pelos gregos antigos para descrever o cômodo mais interior do templo, onde se colocava a imagem do deus pagão. ... Paulo atenta para os que constituem o edifício espiritual. Coletivamente, eles formam o templo espiritual de Deus no qual habita o Espírito Santo. Paulo se refere à igreja e adverte seus sucessores em Corinto a não prejudicá-la (1Co 3:17). É verdade que o Espírito Santo também habita em cada cristão de modo individual (ver com. de 1Co 6:19, 20). CBASD, vol. 6, p. 747.
22 Tudo é vosso. Deus é dono de tudo, seja animado ou inanimado, e as coisas que Ele fez são para bênção de Seu povo redimido (ver MDC, 110, 111). CBASD, vol. 6, p. 748.
23 E vós, de Cristo. Este é o clímax ao qual Paulo vinha direcionando seu argumento. Se todo crente pertence a Cristo, deve haver apenas um grande partido na igreja, não diferentes grupos. É a manifestação dessa unidade que o Salvador deseja ver na igreja, e que no fim haverá (ver Jo 17:9-11, 21, 23; Ef 4:13). CBASD, vol. 6, p. 748.
8 São um. Quem planta e quem rega não trabalham com propósitos opostos. Eles estão unidos em suas metas e objetivos. Não tem sentido apresentá-los como líderes rivais. CBASD, vol. 6, p. 744.
11 Outro. Do gr allos, "outro [do mesmo tipo]", "mais um" (ver com. de Gl 1:6). Há apenas um Salvador. Outros proclamados como salvadores não são "outro" do mesmo tipo. Não são salvadores (ver Jo 14:6; At 4:12). CBASD, vol. 6, p. 746.
16 Santuário. Do gr naos, palavra usada pelos gregos antigos para descrever o cômodo mais interior do templo, onde se colocava a imagem do deus pagão. ... Paulo atenta para os que constituem o edifício espiritual. Coletivamente, eles formam o templo espiritual de Deus no qual habita o Espírito Santo. Paulo se refere à igreja e adverte seus sucessores em Corinto a não prejudicá-la (1Co 3:17). É verdade que o Espírito Santo também habita em cada cristão de modo individual (ver com. de 1Co 6:19, 20). CBASD, vol. 6, p. 747.
22 Tudo é vosso. Deus é dono de tudo, seja animado ou inanimado, e as coisas que Ele fez são para bênção de Seu povo redimido (ver MDC, 110, 111). CBASD, vol. 6, p. 748.
23 E vós, de Cristo. Este é o clímax ao qual Paulo vinha direcionando seu argumento. Se todo crente pertence a Cristo, deve haver apenas um grande partido na igreja, não diferentes grupos. É a manifestação dessa unidade que o Salvador deseja ver na igreja, e que no fim haverá (ver Jo 17:9-11, 21, 23; Ef 4:13). CBASD, vol. 6, p. 748.
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segunda-feira, 24 de novembro de 2014
Mateus 23
Comentário devocional:
No capítulo 23, Mateus continua a relatar o conflito entre os líderes religiosos e Jesus, iniciado com a Sua entrada triunfal. Aqui, porém, o foco está sobre o tema do poder.
Jesus inicia dizendo aos escribas e fariseus que eles estavam errados ao colocar fardos espirituais pesados sobre as pessoas, enquanto eles próprios não praticavam as suas ordenanças. E nem sequer ajudavam aqueles a quem oprimiam a cumprir estas obrigações (vv 3-4). Esses líderes apreciavam ser reconhecidos como "Rabi", ou “mestres”, uma pessoa de autoridade (vv 6-7), e amavam o prestígio associado ao seu ofício (v 5).
Este tema, poder e prestígio, é reiterada nos oito "lamentos" [ou “ais” (ARA)] (vv 13-30) que Cristo pronunciou sobre os escribas e fariseus. Ele os acusa de exercerem o poder fechando o reino dos céus para as pessoas e de serem guias cegos (vs 13,16). Por outro lado, Jesus diz a seus seguidores que ninguém deveria chamar a outro de "pai", "mestre" ou guia, nem deveriam assim se autodenominar. Pelo contrário, o maior entre eles deveria se tornar um servo dos demais (vs 8-11).
Cristo nunca pretendeu que a religião se tornasse uma ferramenta de poder pessoal. Mas como os fariseus e os escribas daqueles dias, muitos hoje ainda tentam utilizar de sua suposta autoridade divina em apoio de seus objetivos pessoais. Alguns líderes da igreja oprimem membros a eles submissos. Alguns pais ameaçam os filhos em nome de Deus, ocasionando que eles tenham uma relação negativa com Deus e com a Igreja.
Assim como a figueira, aqueles que usam a religião como um instrumento para promover e construir poder religioso ou pessoal tem a aparência de espiritualidade, mas não demonstram os frutos do serviço de auto-sacrifício e amor piedoso, como apresentados por Cristo. "O maior dentre vós será vosso servo." (v. 11 ARA).
Stephen Bauer, Ph.D.
Professor de Teologia e Ética
Universidade Adventista do Sul
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/mat/23/
Traduzido por JDS/JAQ
Texto bíblico: Mateus 23
Comentário em áudio
No capítulo 23, Mateus continua a relatar o conflito entre os líderes religiosos e Jesus, iniciado com a Sua entrada triunfal. Aqui, porém, o foco está sobre o tema do poder.
Jesus inicia dizendo aos escribas e fariseus que eles estavam errados ao colocar fardos espirituais pesados sobre as pessoas, enquanto eles próprios não praticavam as suas ordenanças. E nem sequer ajudavam aqueles a quem oprimiam a cumprir estas obrigações (vv 3-4). Esses líderes apreciavam ser reconhecidos como "Rabi", ou “mestres”, uma pessoa de autoridade (vv 6-7), e amavam o prestígio associado ao seu ofício (v 5).
Este tema, poder e prestígio, é reiterada nos oito "lamentos" [ou “ais” (ARA)] (vv 13-30) que Cristo pronunciou sobre os escribas e fariseus. Ele os acusa de exercerem o poder fechando o reino dos céus para as pessoas e de serem guias cegos (vs 13,16). Por outro lado, Jesus diz a seus seguidores que ninguém deveria chamar a outro de "pai", "mestre" ou guia, nem deveriam assim se autodenominar. Pelo contrário, o maior entre eles deveria se tornar um servo dos demais (vs 8-11).
Cristo nunca pretendeu que a religião se tornasse uma ferramenta de poder pessoal. Mas como os fariseus e os escribas daqueles dias, muitos hoje ainda tentam utilizar de sua suposta autoridade divina em apoio de seus objetivos pessoais. Alguns líderes da igreja oprimem membros a eles submissos. Alguns pais ameaçam os filhos em nome de Deus, ocasionando que eles tenham uma relação negativa com Deus e com a Igreja.
Assim como a figueira, aqueles que usam a religião como um instrumento para promover e construir poder religioso ou pessoal tem a aparência de espiritualidade, mas não demonstram os frutos do serviço de auto-sacrifício e amor piedoso, como apresentados por Cristo. "O maior dentre vós será vosso servo." (v. 11 ARA).
Stephen Bauer, Ph.D.
Professor de Teologia e Ética
Universidade Adventista do Sul
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/mat/23/
Traduzido por JDS/JAQ
Texto bíblico: Mateus 23
Comentário em áudio
segunda-feira, 17 de novembro de 2014
Mateus 16 - Comentários selecionados
1 e os saduceus. Pela primeira vez, os saduceus se uniram aos fariseus na tentativa de silenciar Jesus. CBASD - Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 447.
sinal do céu. Sua [de Jesus] analogia mostra que o problema não é a falta de evidência, porém uma má vontade em aceitar o seu significado. Jesus já havia realizado muitos sinais. Bíblia de Genebra.
Eles estavam sem conhecimento porque optaram por rejeitar a luz. CBASD, vol. 5, p. 448.
4 o de Jonas. A ressurreição de Jesus, figurada pelos três dias e três noites que Jonas passou no ventre do grande peixe (12.39-41). Bíblia Shedd.
5 para o outro lado. Para os territórios de Filipe, provavelmente desembarcando em Betsaida, de onde foram caminhando para Cesaréia de Felipe, cidade situada no sopé do monte Hermom, cujo pico se localiza a c. 20 km mais para o norte. Bíblia Shedd.
6 fermento dos fariseus. Fala-se aqui de hipocrisia e perversidade crescentes (v. 12). Bíblia Shedd.
13 Cesareia de Filipe. Filipe, filho de Herodes, o Grande, seguiu o costume de dar o nome do imperador César a uma cidade de destaque, que antes era chamada Panéias, "santuário do deus Pan". Bíblia Shedd.
O nome antigo sobrevive hoje como Banias. Bíblia de Estudo NVI Vida.
A partir de uma gruta, anteriormente dedicada a Pan, em um penhasco elevado nas proximidades de Paneas ... brota uma corrente perene, o rio Banias, um dos principais afluentes do rio Jordão. CBASD, vol. 5, p. 450.
16 Pedro declara que Jesus é o Messias e o Rei profetizado no Antigo Testamento. Bíblia de Genebra.
o Filho do Deus vivo. Aplicado a Jesus, o título reflete o relacionamento único de Jesus com o pai. Bíblia de Genebra.
17 carne ... que to revelaram. O reconhecimento daquilo que Jesus é tem que vir de Deus. Bíblia de Genebra.
18 Pedro ... rocha. O texto grego de Mateus joga com estas duas palavras: pethros e petra, respectivamente. A interpretação com o apoio bíblico mais forte e mais amplamente aceito desde a Reforma Protestante é que pethros é Pedro e petra se refere a Cristo que é a fundação e pedra de esquina da igreja (1Cor 3:11; Ef 2:20; 1Pe 2:4-7). Andrews Study Bible.
Quando Pedro diz que Jesus não deve enfrentar a cruz, ele não é chamado a pedra fundamental, mas pedra de tropeço. Bíblia de Genebra.
Apesar do jogo de palavras, não é a pessoa de Pedro que é a pedra fundamental da Igreja. É Cristo mesmo, segundo o próprio Pedro (1Pe 2.4-8; cf Mt 21.42-44). Bíblia Shedd.
A esse respeito, Pedro, a quem foram dirigidas as palavras, nega enfaticamente, por seus ensinamentos, que a "rocha" de quem Jesus falou se refiria a ele (ver At 4:8-12; 1Pe 2:4-8). Mateus registra que Jesus usou outra vez a mesma figura de linguagem em circunstâncias que exigem claramente quee o termo se refira a Ele mesmo (ver com. de Mt 21:42; cf. Lc 20:17, 18). Desde os primeiros tempos, a figura da pedra foi utilizada pelos hebreus como um termo específico para Deus (ver com. de Dt 32:4; Sl 18:2, etc.). O profeta Isaías fala de Cristo como "uma grande rocha em terra sedenta" (ver com. de Is 32:2) e como uma "pedra preciosa, angular, solidamente assentada" (ver com. de Is 28:16). Paulo afirma que Cristo era a "Pedra" que seguia com Seu povo nos tempos antigos (ver 1Co 10:4; cf. Dt 32:4; 2Sm 22:32; Sl 18:31). ... Jesus Cristo é a "rocha da nossa salvação" (Sl 95:1 [ARC]; cf Dt 32:4, 15, 18; DTN, 413). Ele é o único fundamento da igreja, pois "ninguém pode lançar outro fundamento, além do que foi posto, o qual é Jesus Cristo" (1Co 3:11), ... Jesus é sempre, e apenas Ele, a "Rocha" sobre a qual repousa toda a estrutura, pois sem Ele não haveria igreja. A fé nEle como Filho de Deus também torna possível sermos feitos filhos de Deus (Jo 1:12; 1Jo 3:1, 2). A percepção de que Jesus Cristo é verdadeiramente o Filho de Deus, como Pedro enfaticamente afirmou nessa ocasião (ver Mt 16:16) é a chave para a porta da salvação (DTN, 412, 413). Mas é incidental, não fundamental, que Pedro tenha sido o primeiro a reconhecer e declarar sua fé, o que, nessa ocasião, ele fez como porta-voz de todos os discípulos (ver com. do v. 16). Agostinho (c. 400 d.C.), o maior teólogo católico dos primeiros séculos do cristianismo, deixa para seus leitores decidir se Cristo aqui designava a Si próprio ou a Pedro como "a rocha" (Retraciones, i.21.1). ... Eusébio, historiador da igreja primitiva, cita Clemente de Alexandria declarando que Pedro, Tiago e João não lutaram pela supremacia da igreja em Jerusalém, mas optaram por Tiago, o Justo, como líder (História Eclesiástica, ii,1). Outros entre os primeiros pais da igreja, como Hilário de Arles, ensinaram a mesma coisa. Foi só quando o apoio bíblico foi procurado em favor das reivindicações do bispo de Roma à primazia da igreja (ver vol. 4, p. 920, 921) que as palavras ditas por Cristo nessa ocasião foram tiradas de seu contexto original e interpretadas para dizer que Pedro era "esta pedra". Leão I foi o primeiro pontífice romano a alegar, em c. 445 d.C., que sua autoridade provinha de Cristo, por meio de Pedro [cf Kenneth Scott Latourette, em A History of Christianity, 1953, p. 186]. ... É extraordinário que nenhum bispo romano tenha descoberto esse significado nas palavras de Cristo, até que um bispo do 5º século considerou necessário encontrar algum apoio bíblico para o primado papal. O significado atribuído às palavras de Cristo, por meio do qual fazem conferir a primazia sobre os chamados sucessores de Pedro, os bispos de Roma, está em completo desacordo com todos os ensinamentos que Cristo transferiu a Seus seguidores (ver Mt 23:8, 10). ... Talvez a melhor evidência de que Cristo não nomeou Pedro como a "rocha" sobre a qual Ele edificaria Sua igreja seja o fato de que nenhum dos que ouviram Cristo nessa ocasião - nem mesmo Pedro - interpretou assim Suas palavras, nem durante o tempo em que Cristo esteve na Terra, nem depois. Se Cristo tivesse feito de Pedro o principal entre os discípulos, eles não estariam depois envolvidos em repetidas discussões sobre qual deles "parecia ser o maior" (Lc 22:24; ver Mt 18:1; Mc 9:33-35, etc; DTN, 817; ver com. de Mt 16:19). ... Petra é uma "rocha" grande, fixa, imutável, enquanto petros é uma pequena "pedra". CBASD, vol. 5, p. 454.
portas. O triunfo de Cristo sobre a morte e a sepultura é a verdade central do cristianismo. Não foi possível a Satanás deter Cristo pelos laços da morte (ver At 2:24), nem lhe será possível deter qualquer daqueles que creem em Cristo (Jo 3:16; Rm 6:23). Falando figurativamente, Satanás detém as "portas do inferno", mas Cristo, por Sua morte, entrou no reduto de Satanás e prendeu o adversário (ver com. de Mt 12:29). Sobre esse fato sublime repousa a esperança cristã de libertação das artimanhas de Satanás nesta vida, de seu poder sobre a sepultura e da sua presença na vida por vir. CBASD, vol. 5, p. 454.
inferno [gr. hades]. Em grego é o lugar dos mortos, equivalente ao hebraico sheol. As "portas dos hades" mais provavelmente se referem aos poderes da morte; isto é, as forças do mal que se opõem ao reino de Cristo. Comparar com Ap. 1:18. Andrews Study Bible.
não prevalecerão. Figurativamente, as "portas do inferno" prevaleceram contra Pedro quando, por três vezes, ele negou seu Senhor (DTN, 413) e, literalmente, quando ele morreu (Jo 21:18, 19). ... O pleno significado do que Cristo quis dizer que "as portas do inferno não prevalecerão" pode ser melhor entendido pelo fato de que, imediatamente, ele começou a mostrar que iria "ser morto e ressuscitado no terceiro dia" (ver com. de Mt 12:40; cf. DTN, 418). Cristo triunfou gloriosamente sobre todo o poder de Satanás e, por esse triunfo, deu a certeza de que Sua igreja na Terra também triunfaria sobre ele. CBASD, vol. 5, p. 455.
A igreja é construída não apenas na pessoa de Cristo, mas também na Sua obra que O obrigou a morrer (entrar no hades) e conquistar a morte através da ressurreição (1Pe 3.18). Bíblia Shedd.
19 as chaves. As palavras de Cristo são as "chaves" para o reino dos céus (cf. DTN, 413; cf. Jo 1:12; 17:3). ... As palavras de Jesus são "espírito e vida" a todos os que as recebem (Jo 6:63). São as palavras de Cristo que trazem a vida eterna (Jo 6:68). A Palavra de Deus é a chave para a experiência do novo nascimento (1Pe 1:23). ... Cristo simplesmente conferiu a Pedro e a todos os demais discípulos (ver com. de Mt 18:18; Jo 20:23) a autoridade e o poder de conduzir as pessoas ao reino. Foi a percepção da verdade por parte de Pedro de que Jesus é verdadeiramente o Cristo que colocou as "chaves" do reino em sua posse e o admitiu no reino. O mesmo pode ser dito de todos os seguidores de Cristo até o fim dos tempos. O argumento de que Cristo conferiu a Pedro um grau de autoridade superior ou diferente da que deu aos outros discípulos não tem base bíblica (ver com. de Mt 16:18). De fato, foi Tiago, e não Pedro, quem exerceu funções administrativas sobre a igreja primitiva em Jerusalém (ver At 5:13, 19; cf. At 1:13; 12:17; 21;18; 1Co 15:7; Gl 2:9, 12). Em pelo menos uma ocasião Paulo "resistiu" a Pedro "face a face", por agir de maneira errada (ver Gl 2:11-14), o que ele certamente não teria feito se soubesse alguma coisa a respeito de Pedro desfrutar dos direitos e prerrogativas que alguns afirmam que ele tinha, tendo por base Mateus 16:18 e 19. CBASD, vol. 5, p. 455
ligares. Evidentemente, o significado é que a igreja na Terra exigirá apenas o que o Céu exige e proibirá apenas o que o Céu proíbe. Esse é o claro ensino das Escrituras (ver com. de Mt 7:21-27; Mc 7:6-13). Quando os apóstolos saíram para proclamar o evangelho, de acordo com a comissão que lhes foi confiada (ver Mt 28:19, 20), eles foram ensinar os conversos a "guardar todas as coisas que" Cristo havia ordenado; nem mais, nem menos. Estender o significado de "ligar" e desligar" à autoridade de ditar o que os membros da igreja podem crer e o que podem fazer, em matéria de fé e prática, é ler nessas palavras de Cristo mais do que Ele queria dizer com elas, e mais do que os discípulos entenderam com elas. CBASD, vol. 5, p. 455, 456.
20 a ninguém dissessem. As concepções populares a respeito do Messias estavam longe de reconhecer o Seu ministério sofredor. Permitir que Seus discípulos proclamassem abertamente a sua messianidade podia instigar a explosão de um movimento político, o que dificultaria sua verdadeira missão. Bíblia de Genebra.
21 Desde esse tempo. Esta frase marca uma nova fase no ministério de Jesus ... Mateus se volta da pregação pública de Jesus, na Galiléia, para a Sua cuidadosa instrução dos discípulos a respeito de Sua morte e ressurreição, Seu papel como Messias e o deles como discípulos. Bíblia de Genebra.
23 A inspiração satânica (e mundana) sempre procura conseguir a salvação sem a cruz (Mc 8.34s). Bíblia Shedd.
24 Aqui, Jesus acrescenta o mandamento da negação de si mesmo. A chamada ao discipulado exige o abandono completo do desejo natural de buscar conforto, fama ou poder. Bíblia de Genebra.
28 de maneira nenhuma passarão pela morte. Mais provavelmente, a "vinda" do Filho do Homem, aqui, se relacione com todo o processo pelo qual Jesus recebe o domínio, especialmente Sua ressurreição, ascensão e envio do Espírito. Todas estas coisas aconteceram durante o tempo no qual os discípulos viveram. Bíblia de Genebra.
sinal do céu. Sua [de Jesus] analogia mostra que o problema não é a falta de evidência, porém uma má vontade em aceitar o seu significado. Jesus já havia realizado muitos sinais. Bíblia de Genebra.
Eles estavam sem conhecimento porque optaram por rejeitar a luz. CBASD, vol. 5, p. 448.
4 o de Jonas. A ressurreição de Jesus, figurada pelos três dias e três noites que Jonas passou no ventre do grande peixe (12.39-41). Bíblia Shedd.
5 para o outro lado. Para os territórios de Filipe, provavelmente desembarcando em Betsaida, de onde foram caminhando para Cesaréia de Felipe, cidade situada no sopé do monte Hermom, cujo pico se localiza a c. 20 km mais para o norte. Bíblia Shedd.
6 fermento dos fariseus. Fala-se aqui de hipocrisia e perversidade crescentes (v. 12). Bíblia Shedd.
13 Cesareia de Filipe. Filipe, filho de Herodes, o Grande, seguiu o costume de dar o nome do imperador César a uma cidade de destaque, que antes era chamada Panéias, "santuário do deus Pan". Bíblia Shedd.
O nome antigo sobrevive hoje como Banias. Bíblia de Estudo NVI Vida.
A partir de uma gruta, anteriormente dedicada a Pan, em um penhasco elevado nas proximidades de Paneas ... brota uma corrente perene, o rio Banias, um dos principais afluentes do rio Jordão. CBASD, vol. 5, p. 450.
16 Pedro declara que Jesus é o Messias e o Rei profetizado no Antigo Testamento. Bíblia de Genebra.
o Filho do Deus vivo. Aplicado a Jesus, o título reflete o relacionamento único de Jesus com o pai. Bíblia de Genebra.
17 carne ... que to revelaram. O reconhecimento daquilo que Jesus é tem que vir de Deus. Bíblia de Genebra.
18 Pedro ... rocha. O texto grego de Mateus joga com estas duas palavras: pethros e petra, respectivamente. A interpretação com o apoio bíblico mais forte e mais amplamente aceito desde a Reforma Protestante é que pethros é Pedro e petra se refere a Cristo que é a fundação e pedra de esquina da igreja (1Cor 3:11; Ef 2:20; 1Pe 2:4-7). Andrews Study Bible.
Quando Pedro diz que Jesus não deve enfrentar a cruz, ele não é chamado a pedra fundamental, mas pedra de tropeço. Bíblia de Genebra.
Apesar do jogo de palavras, não é a pessoa de Pedro que é a pedra fundamental da Igreja. É Cristo mesmo, segundo o próprio Pedro (1Pe 2.4-8; cf Mt 21.42-44). Bíblia Shedd.
A esse respeito, Pedro, a quem foram dirigidas as palavras, nega enfaticamente, por seus ensinamentos, que a "rocha" de quem Jesus falou se refiria a ele (ver At 4:8-12; 1Pe 2:4-8). Mateus registra que Jesus usou outra vez a mesma figura de linguagem em circunstâncias que exigem claramente quee o termo se refira a Ele mesmo (ver com. de Mt 21:42; cf. Lc 20:17, 18). Desde os primeiros tempos, a figura da pedra foi utilizada pelos hebreus como um termo específico para Deus (ver com. de Dt 32:4; Sl 18:2, etc.). O profeta Isaías fala de Cristo como "uma grande rocha em terra sedenta" (ver com. de Is 32:2) e como uma "pedra preciosa, angular, solidamente assentada" (ver com. de Is 28:16). Paulo afirma que Cristo era a "Pedra" que seguia com Seu povo nos tempos antigos (ver 1Co 10:4; cf. Dt 32:4; 2Sm 22:32; Sl 18:31). ... Jesus Cristo é a "rocha da nossa salvação" (Sl 95:1 [ARC]; cf Dt 32:4, 15, 18; DTN, 413). Ele é o único fundamento da igreja, pois "ninguém pode lançar outro fundamento, além do que foi posto, o qual é Jesus Cristo" (1Co 3:11), ... Jesus é sempre, e apenas Ele, a "Rocha" sobre a qual repousa toda a estrutura, pois sem Ele não haveria igreja. A fé nEle como Filho de Deus também torna possível sermos feitos filhos de Deus (Jo 1:12; 1Jo 3:1, 2). A percepção de que Jesus Cristo é verdadeiramente o Filho de Deus, como Pedro enfaticamente afirmou nessa ocasião (ver Mt 16:16) é a chave para a porta da salvação (DTN, 412, 413). Mas é incidental, não fundamental, que Pedro tenha sido o primeiro a reconhecer e declarar sua fé, o que, nessa ocasião, ele fez como porta-voz de todos os discípulos (ver com. do v. 16). Agostinho (c. 400 d.C.), o maior teólogo católico dos primeiros séculos do cristianismo, deixa para seus leitores decidir se Cristo aqui designava a Si próprio ou a Pedro como "a rocha" (Retraciones, i.21.1). ... Eusébio, historiador da igreja primitiva, cita Clemente de Alexandria declarando que Pedro, Tiago e João não lutaram pela supremacia da igreja em Jerusalém, mas optaram por Tiago, o Justo, como líder (História Eclesiástica, ii,1). Outros entre os primeiros pais da igreja, como Hilário de Arles, ensinaram a mesma coisa. Foi só quando o apoio bíblico foi procurado em favor das reivindicações do bispo de Roma à primazia da igreja (ver vol. 4, p. 920, 921) que as palavras ditas por Cristo nessa ocasião foram tiradas de seu contexto original e interpretadas para dizer que Pedro era "esta pedra". Leão I foi o primeiro pontífice romano a alegar, em c. 445 d.C., que sua autoridade provinha de Cristo, por meio de Pedro [cf Kenneth Scott Latourette, em A History of Christianity, 1953, p. 186]. ... É extraordinário que nenhum bispo romano tenha descoberto esse significado nas palavras de Cristo, até que um bispo do 5º século considerou necessário encontrar algum apoio bíblico para o primado papal. O significado atribuído às palavras de Cristo, por meio do qual fazem conferir a primazia sobre os chamados sucessores de Pedro, os bispos de Roma, está em completo desacordo com todos os ensinamentos que Cristo transferiu a Seus seguidores (ver Mt 23:8, 10). ... Talvez a melhor evidência de que Cristo não nomeou Pedro como a "rocha" sobre a qual Ele edificaria Sua igreja seja o fato de que nenhum dos que ouviram Cristo nessa ocasião - nem mesmo Pedro - interpretou assim Suas palavras, nem durante o tempo em que Cristo esteve na Terra, nem depois. Se Cristo tivesse feito de Pedro o principal entre os discípulos, eles não estariam depois envolvidos em repetidas discussões sobre qual deles "parecia ser o maior" (Lc 22:24; ver Mt 18:1; Mc 9:33-35, etc; DTN, 817; ver com. de Mt 16:19). ... Petra é uma "rocha" grande, fixa, imutável, enquanto petros é uma pequena "pedra". CBASD, vol. 5, p. 454.
portas. O triunfo de Cristo sobre a morte e a sepultura é a verdade central do cristianismo. Não foi possível a Satanás deter Cristo pelos laços da morte (ver At 2:24), nem lhe será possível deter qualquer daqueles que creem em Cristo (Jo 3:16; Rm 6:23). Falando figurativamente, Satanás detém as "portas do inferno", mas Cristo, por Sua morte, entrou no reduto de Satanás e prendeu o adversário (ver com. de Mt 12:29). Sobre esse fato sublime repousa a esperança cristã de libertação das artimanhas de Satanás nesta vida, de seu poder sobre a sepultura e da sua presença na vida por vir. CBASD, vol. 5, p. 454.
inferno [gr. hades]. Em grego é o lugar dos mortos, equivalente ao hebraico sheol. As "portas dos hades" mais provavelmente se referem aos poderes da morte; isto é, as forças do mal que se opõem ao reino de Cristo. Comparar com Ap. 1:18. Andrews Study Bible.
não prevalecerão. Figurativamente, as "portas do inferno" prevaleceram contra Pedro quando, por três vezes, ele negou seu Senhor (DTN, 413) e, literalmente, quando ele morreu (Jo 21:18, 19). ... O pleno significado do que Cristo quis dizer que "as portas do inferno não prevalecerão" pode ser melhor entendido pelo fato de que, imediatamente, ele começou a mostrar que iria "ser morto e ressuscitado no terceiro dia" (ver com. de Mt 12:40; cf. DTN, 418). Cristo triunfou gloriosamente sobre todo o poder de Satanás e, por esse triunfo, deu a certeza de que Sua igreja na Terra também triunfaria sobre ele. CBASD, vol. 5, p. 455.
A igreja é construída não apenas na pessoa de Cristo, mas também na Sua obra que O obrigou a morrer (entrar no hades) e conquistar a morte através da ressurreição (1Pe 3.18). Bíblia Shedd.
19 as chaves. As palavras de Cristo são as "chaves" para o reino dos céus (cf. DTN, 413; cf. Jo 1:12; 17:3). ... As palavras de Jesus são "espírito e vida" a todos os que as recebem (Jo 6:63). São as palavras de Cristo que trazem a vida eterna (Jo 6:68). A Palavra de Deus é a chave para a experiência do novo nascimento (1Pe 1:23). ... Cristo simplesmente conferiu a Pedro e a todos os demais discípulos (ver com. de Mt 18:18; Jo 20:23) a autoridade e o poder de conduzir as pessoas ao reino. Foi a percepção da verdade por parte de Pedro de que Jesus é verdadeiramente o Cristo que colocou as "chaves" do reino em sua posse e o admitiu no reino. O mesmo pode ser dito de todos os seguidores de Cristo até o fim dos tempos. O argumento de que Cristo conferiu a Pedro um grau de autoridade superior ou diferente da que deu aos outros discípulos não tem base bíblica (ver com. de Mt 16:18). De fato, foi Tiago, e não Pedro, quem exerceu funções administrativas sobre a igreja primitiva em Jerusalém (ver At 5:13, 19; cf. At 1:13; 12:17; 21;18; 1Co 15:7; Gl 2:9, 12). Em pelo menos uma ocasião Paulo "resistiu" a Pedro "face a face", por agir de maneira errada (ver Gl 2:11-14), o que ele certamente não teria feito se soubesse alguma coisa a respeito de Pedro desfrutar dos direitos e prerrogativas que alguns afirmam que ele tinha, tendo por base Mateus 16:18 e 19. CBASD, vol. 5, p. 455
ligares. Evidentemente, o significado é que a igreja na Terra exigirá apenas o que o Céu exige e proibirá apenas o que o Céu proíbe. Esse é o claro ensino das Escrituras (ver com. de Mt 7:21-27; Mc 7:6-13). Quando os apóstolos saíram para proclamar o evangelho, de acordo com a comissão que lhes foi confiada (ver Mt 28:19, 20), eles foram ensinar os conversos a "guardar todas as coisas que" Cristo havia ordenado; nem mais, nem menos. Estender o significado de "ligar" e desligar" à autoridade de ditar o que os membros da igreja podem crer e o que podem fazer, em matéria de fé e prática, é ler nessas palavras de Cristo mais do que Ele queria dizer com elas, e mais do que os discípulos entenderam com elas. CBASD, vol. 5, p. 455, 456.
20 a ninguém dissessem. As concepções populares a respeito do Messias estavam longe de reconhecer o Seu ministério sofredor. Permitir que Seus discípulos proclamassem abertamente a sua messianidade podia instigar a explosão de um movimento político, o que dificultaria sua verdadeira missão. Bíblia de Genebra.
21 Desde esse tempo. Esta frase marca uma nova fase no ministério de Jesus ... Mateus se volta da pregação pública de Jesus, na Galiléia, para a Sua cuidadosa instrução dos discípulos a respeito de Sua morte e ressurreição, Seu papel como Messias e o deles como discípulos. Bíblia de Genebra.
23 A inspiração satânica (e mundana) sempre procura conseguir a salvação sem a cruz (Mc 8.34s). Bíblia Shedd.
24 Aqui, Jesus acrescenta o mandamento da negação de si mesmo. A chamada ao discipulado exige o abandono completo do desejo natural de buscar conforto, fama ou poder. Bíblia de Genebra.
28 de maneira nenhuma passarão pela morte. Mais provavelmente, a "vinda" do Filho do Homem, aqui, se relacione com todo o processo pelo qual Jesus recebe o domínio, especialmente Sua ressurreição, ascensão e envio do Espírito. Todas estas coisas aconteceram durante o tempo no qual os discípulos viveram. Bíblia de Genebra.
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