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segunda-feira, 6 de julho de 2015

Apocalipse 14

Comentário devocional:

O capítulo 14 abre se inicia com uma visão daqueles que têm o Selo de Deus. Retrata "o Cordeiro, em pé sobre o monte Sião, e com ele cento e quarenta e quatro mil que traziam escritos na testa o nome dele e o nome de seu Pai" (v. 1 NVI). Enquanto o mundo inteiro segue a besta e recebe a sua marca, estes "seguem o Cordeiro por onde quer que ele vá" (v. 4 NVI).

Apocalipse 14 apresenta três anjos cujas mensagens estabelecem uma linha de separação entre os seguidores da besta e os seguidores do Cordeiro. Com a foice na mão, eles são o apelo final de Deus para o Planeta Terra antes de Jesus voltar para colher os habitantes da Terra. A primeira mensagem é um convite para aceitar o evangelho eterno e para dar glória a Deus, nosso Criador. A segunda é uma declaração de que Babilônia caiu. A terceira mensagem angélica é uma advertência contra receber a Marca da Besta. Se acreditamos que somos a última geração antes do fim, essa tríplice mensagem é a mais relevante e a mais urgente que poderíamos considerar.

Aqueles que aceitam o convite do evangelho comunicado pelo primeiro anjo e rejeitam os dogmas da besta condenados pelo terceiro anjo, são descritos em 14:12 como os santos de Deus "que obedecem aos mandamentos de Deus e permanecem fiéis a Jesus". Por essa razão o nome do Cordeiro e o nome de Deus estão escritos nas suas testas. Sua fé em Jesus leva-os a guardar os mandamentos de Deus, mesmo em face de terrível perseguição. Eles guardam as Suas leis, não a fim de obterem a salvação, mas porque foram salvos. Nas palavras de Efésios 2:8-10, eles são salvos "pela graça... mediante a fé... para boas obras" (ARA).

As questões que desafiam a última geração estão ligadas à fé de Jesus e os mandamentos de Deus. O anticristo é acusado ​​de oferecer caminhos alternativos ao céu - mil invenções para substituir ou complementar a uma solução providenciada por Deus para o problema do pecado. Não há nenhum substituto para Jesus e nada podemos acrescentar a sua obra de salvação. O anticristo é também culpado de adaptar os mandamentos de Deus para atender preferências humanas, ou totalmente descartá-los como uma relíquia do passado. Os santos de Deus, por outro lado, dão glória à Ele por apegarem-se, pela fé, a Jesus como sua única esperança de salvação e por obedecerem aos mandamentos de Deus que foram escritos pelo Espírito em seus corações e mentes.

Garth Bainbridge
Australia


Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rev/14/

Traduzido por JAQ/JDS/IB

Texto bíblico: Apocalipse 14 

Comentários adicionais: http://apocalipsecomentadoversoaverso.blogspot.com.br/2015.mp3

domingo, 5 de julho de 2015

Apocalipse 11

Comentário devocional:

Ao soar a sétima trombeta, o povo de Deus estava estudando cuidadosamente o livro de Daniel e proclamando a mensagem da Hora do Julgamento. Depois de estudar cuidadosamente o sacrifício de Jesus e Seu ministério sumo sacerdotal no Santo Lugar do Santuário Celestial, eles passaram a proclamar que Jesus era a "vara de Deus" para medir aqueles que afirmavam crer nEle.

Agora, o Revelador passa a descrever o que aconteceu com as duas testemunhas durante os anos antes de Jesus passar para o Santo dos Santos. Quem são estas duas testemunhas? Eles simbolizam o Antigo e o Novo Testamentos. As duas oliveiras mencionadas por João fornecem o energizante óleo do Espírito Santo. E os dois castiçais diante de Deus mostram sua ligação com o Santuário Celestial.

As duas testemunhas permanecem perante o Senhor do Universo e têm poder para vencer as mentiras e falsos ensinamentos daqueles que odeiam a Deus. Elas também têm poder de abrir as janelas do céu em resposta a obediência e impedir que os desobedientes recebam as bênçãos. Elas detêm o poder de Deus, a verdade e a vida nas páginas da Sua Palavra. As duas testemunhas têm o poder de usar todos os meios para fazer uma última tentativa de chamar os homens de volta para a verdadeira adoração de Deus. Por um período de tempo elas permaneceram mortas nas ruas, simbolizando o período em que na França a razão foi endeusada e o comportamento ilícito dominou sobre o povo. Mas as duas testemunhas foram ressuscitadas depois de um tempo, pelo poder do Espírito Santo, para mais uma vez proclamar a verdade de Deus. Em seguida, as Escrituras rapidamente se espalharam por todo o mundo durante o Grande Despertamento de 1798-1840. A sétima trombeta ou o terceiro ai ocorrem após o Grande Despertamento e significa um período de tempo até o fechamento da porta da graça. Esta trombeta soa o alerta para o mundo que "chegou a hora do Seu juízo" (Ap 14:7 NVI).

É claro que o Islã tinha um papel a desempenhar na quinta e sexta trombetas (primeiro e segundo ais). Significaria isso que o Islã desempenhará um papel na 7ª trombeta (3º ai)? Não sabemos. Mas Daniel 11 mostra o quão perto estamos do momento em que os anjos deixarão de conter os fortes ventos. Jesus vai tirar Suas vestes sacerdotais e colocará Suas vestes reais. Então os reinos deste mundo se tornarão Seus reinos. As nações estão iradas, as sete últimas pragas cairão, os justos serão recompensados e ímpios serão julgados.

Ao ser afastada a cortina do Lugar Santíssimo no Céu, João vê a Arca contendo os Dez Mandamentos. A observância da lei de Deus é de grande importância. 

Jesus está vindo! Você está pronto para dizer ao mundo que Ele está prestes a começar seu reinado sobre os reinos deste mundo?

Kenneth Mathews, Jr. M. D.
Estados Unidos



Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rev/11/

Traduzido por JAQ/GASQ

Texto bíblico: Apocalipse 11 

Comentários sobre Apocalipse 11

terça-feira, 30 de junho de 2015

Apocalipse 3

Comentário devocional:

Em suas cartas às sete igrejas Jesus apresenta a história cristã e a nossa história. Cada carta aprofunda um pouco mais o assunto ajudando-nos assim a enxergarmos um pouco melhor. Desde os falsos apóstolos em Éfeso até a sinagoga de Satanás em Esmirna, os nicolaítas de Pérgamo e Jezebel em Tiatira (Ap 2:2, 9, 15, 20), os problemas se tornam progressivamente piores. É um quadro de declínio que culmina com a mais longa das sete cartas (Ap 2:18-29), que descreve a igreja sob o poder de uma mulher sedutora que leva o povo de Deus à idolatria e fornicação espiritual. Esta mulher reaparece mais tarde no livro como "Babilônia, a Grande, a mãe das prostituições" (Ap 17:5).

Felizmente, no momento em que chegamos ao capítulo 3, o quadro começa a melhorar. Jesus indica que há em Sardes alguns "que não contaminaram as suas vestes. Eles andarão comigo, vestidos de branco, pois são dignos."(v. 4 NVI). 

À igreja em Filadélfia, Jesus diz: "você tem pouca força, mas guardou a minha palavra e não negou o meu nome" e "guardou a minha palavra de exortação à perseverança" (vv. 8, 10). 

Então, a mensagem à sétima e última igreja, a igreja de Laodicéia, vem como um choque, porque essa igreja parece não ter nenhuma qualidade. É a única igreja em que Jesus não encontra nada para elogiar.

Mas ainda existe esperança para Laodicéia. Jesus se recusa a desistir, porque Ele ama a Sua Igreja. Nós somos o objeto de Sua suprema atenção. Ele morreu por nós. Ele vive para nos beneficiar.  Jesus diz:  [Eu] "repreendo e disciplino aqueles que eu amo. Por isso, seja diligente e arrependa-se" (v. 19 NVI). 

Não podemos desenvolver o arrependimento por outros - essa é uma questão pessoal. A mensagem a Laodicéia é dirigida a cada um de nós, individualmente. Jesus está batendo. Ele espera ardentemente Se reunir conosco para que possamos participar juntos da "ceia das bodas do Cordeiro" (Ap 3:20; 19:7-8). 

Estamos dispostos a passar tempo com Jesus, desde agora? Estamos prontos a nos arrependermos da nossa frieza e nudez e nos vestirmos com Sua justiça e Seu amor? O mundo, quer estejamos cientes disso ou não, está esperando para saber como responderemos a essas perguntas.

Clinton Wahlen, PhD
Diretor Associado, Instituto de Pesquisa Bíblica
Estados Unidos


Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rev/3/

Traduzido por JAQ/JDS/IB

Texto bíblico: Apocalipse 3 

Comentário em áudio 

segunda-feira, 29 de junho de 2015

Apocalipse 2

Comentário devocional:

Assim como a visão de João acerca de Cristo em Apocalipse 1 descreve Jesus com imagens  altamente simbólicas, cada carta às igrejas em Apocalipse 2 e 3 começa com alguns desses símbolos e, em seguida, passa a descrever também a Igreja de Cristo em termos simbólicos. Essa é uma das muitas pistas de que as sete igrejas da Ásia representam simbolicamente a Igreja ao longo da história. Outra dica é que essas não são cartas comuns. São muito importantes, pois vêm do próprio Jesus!

Na maioria das cartas (mas não em todas) Jesus encontra algo a elogiar naquela Igreja e é assim que Ele começa. Mas, como um médico fiel, Ele também diagnostica os males da Igreja em cada época e lhes dá uma receita que, se aceita, permitirá a cada membro da igreja não só recuperar a saúde espiritual, mas vencer o pecado e a morte.

O quadro geral apresentado em Apocalipse 2 é o de uma igreja sob ataque, de dentro e de fora. E o quadro piora antes de melhorar. A igreja de Éfeso, representando a era apostólica, é uma igreja fiel e ativa. Eles erradicam a apostasia e não se cansam de fazer o bem. A primeira igreja teve um sucesso evangelístico tão grande que Paulo pode dizer que o evangelho tinha sido "pregado a toda criatura debaixo do céu" (Col. 1:23). Mas, com o tempo, eles perderam o primeiro amor (Ap. 2:4). "Depois de algum tempo, porém, começou a minguar o zelo dos crentes, bem assim seu amor a Deus e de uns para com os outros" (White, Atos dos Apóstolos, 324).

Mesmo em nossa melhor fase, podemos estar tão preocupados com a obra do Senhor, que perdemos de vista o Senhor da obra. Esquecemo-nos de que o verdadeiro sucesso, na estimativa divina, só é possível quando olhamos para Jesus. Todos os dias precisamos de uma nova visão acerca de Cristo; precisamos ter o nosso amor por Ele renovado; precisamos da garantia de que começamos o dia em Sua força e com o senso de Sua presença. Então, nos lembraremos de que o nosso trabalho é na verdade o Seu trabalho e nossas vidas beneficiarão aqueles que nos rodeiam com a fragrância do Seu amor e graça.

Clinton Wahlen, PhD
Diretor Associado do Instituto de Pesquisa Bíblica
Estados Unidos


Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rev/2/

Traduzido por JAQ/JDS/IB

Texto bíblico: Apocalipse 2 

Comentário em áudio 

domingo, 28 de junho de 2015

Apocalipse 1 - Comentários Selecionados

1 Revelação. Do gr. apokaluvsis, "descerramento". "Revelação de Jesus Cristo" pode ser considerado o título que João deu ao livro. Este título nega categoricamente a ideia de que o Apocalipse é um livro selado, que não pode ser compreendido. Ele apresenta uma mensagem que Deus teve e tem o propósito de ajudar Seus servos na Terra a ouvir e guardar. Eles só podem fazer isso se a compreendem. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 803.

3 Aqueles que ouvem. Isto é, os membros de cada igreja. A NVI traz a expressão anterior no singular, "aquele que lê", denotando que, em cada igreja, havia apenas um leitor, e muitos que ouviriam a leitura. A bênção que acompanhava a leitura do Apocalipse nas "sete igrejas" da província romana da Asia alcança todos os cristãos que lêem o livro com o desejo de adquirir uma compreensão mais perfeita das verdades por ele comunicadas. CBASD, vol. 7, p. 806.

4 Sete Espíritos. Em outras passagens do livro, os sete Espíritos são retratados como sete lâmpadas de fogo (Ap 4:5) e como os sete olhos do Cordeiro (Ap 5:6). A associação dos "sete Espíritos" com o Pai e com Cristo, como equivalentes doadores da graça e da paz, sugere que eles representam o Espírito Santo. É provável que "sete" seja uma expressão simbólica de Sua perfeição e também pode subentender a variedade de dons por meio dos quais ele trabalha nos seres humanos (ver ICo 12:4-11; cf. Ap 3:1). CBASD, vol. 7, p. 807.

10 Dia do Senhor. O dia do Senhor não pode ter sido um domingo, pois o primeiro dia da semana nunca foi observado como um sábado até vários seculos depois da ascensão de Cristo. Escritores bíblicos referem-se ao domingo como "o primeiro dia da semana". Para os pagãos, era o dia do sol. Qual era o dia do Senhor? 1. O dia em que o Senhor chama de "Meu Santo dia" (Is 58:13). 2. Jesus é o "Senhor do Sábado" (Mc 2:28). Apocalipse Verso por Verso, Henry Feyerabend, p. 14.

11 Sete igrejas. A ordem em que as igrejas são citadas, tanto aqui quanto em Apocalipse 2 e 3, representa a sequência geográfica pela qual passaria um mensageiro levando uma carta de Patmos a essas cidades da província da Ásia. CBASD, vol. 7, p. 813.

13 Filho de homem. Do gr. hrdos anthrôpou. O texto grego desta passagem não tem artigo definido. Trata-se de uma tradução exata do aramaico kebar enash e parece ter o mesmo significado que tem em Daniel. Logo, aquilo que se comentou sobre kebar enash (Dn 7:13) também se aplica a huios anthrôpou. Está claro que Aquele a quem o título se refere é Cristo (Ap 1:11, 18). A expressão "o Filho do homem", com artigo definido, é usada para Cristo mais de oitenta vezes no NT, ao passo que "Filho de homem", sem o artigo definido, só se refere a Ele em dois outros casos no grego do NT (Ap 14:14 e Jo 5:27). CBASD, vol. 7, p. 816.

16 Sete estrelas. Este símbolo representa os "anjos", ou mensageiros, enviados às sete igrejas (v. 20). CBASD, vol. 7, p. 817.

17 Não temas. Após a perda da força física, o profeta recebia força sobrenatural, normalmente por meio do toque de uma mão (Ez 2:1, 2; Dn 8:18; Is 6:6, 7). Muitas vezes, o visitante celestial deu a ordem "Não temas!", a fim de dissipar os temores que naturalmente transbordam no coração humano quando confrontado com um ser celestial. CBASD, vol. 7, p. 818.

20 Mistério. Aqui o termo "mistério" é usado para se referir às sete "estrelas", símbolo que ainda não fora explicado. O símbolo é chamado de "mistério" porque a interpretação estava
prestes a se tornar conhecida. Logo, no Apocalipse, "mistério" é um símbolo prestes a ser explicado para aqueles que consentem em guardar as coisas reveladas no livro (Ap 17:7, 9), ou algo que Deus deseja lhes tornar conhecido. Os símbolos do Apocalipse também são chamados de "sinal" (Ap 12:1; 15:1). CBASD, vol. 7, p. 819.

Apocalipse 1

Comentário devocional:

O livro do Apocalipse, como o primeiro versículo indica, é uma revelação recebida de Cristo e sobre Cristo, vinda de Deus Pai (cf. João 8:28; 17:8). Aqui, como em todo o livro, recebemos vislumbres do Pai e do Espírito Santo (Ap. 1:4), mas é o próprio Jesus Cristo quem toma o lugar central. Jesus é tão maravilhoso que João mal pode se conter. As imagens fluem de sua pena, uma após a outra.

Como a fiel testemunha (v. 5), Jesus é a Palavra viva, acuradamente revelando Deus e Sua vontade para nós (Ap. 19:13; cf. Jo. 1:1,18). Como o "primogênito" dentre os mortos, a Sua ressurreição é que torna possível a nossa ressurreição para a vida eterna (1 Cor. 15:17-23). Como o príncipe ou soberano dos reis da terra, Ele está no controle deste mundo. Ele nos ama. Ele nos lavou e nos purificou com Seu sangue através da Sua morte na cruz. Ele fez de nós um reino e comissionou cada um de nós, como sacerdotes, a ampliar Seu reino, proclamando as virtudes daquele que nos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz (v 6; 1 Ped. 2:9). Acima de tudo, Ele está voltando em breve e "todo olho O verá" (Ap 1:7). Mas isso não é tudo.

A visão de João acerca de Cristo nesse capítulo é uma das mais marcantes em toda a Bíblia. Jesus está vestido como nosso Sumo Sacerdote, caminhando entre sete candeeiros - as sete igrejas da Ásia Menor (v. 20), que por sua vez representam a Sua Igreja em todos os lugares e em toda a história cristã (v. 19).

A mensagem é clara. Jesus não Se esqueceu de nós. Ele nos gravou nas palmas das Suas mãos (Is 49:16). Ele não Se esqueceu de Sua Igreja. Seus líderes - ministros cristãos que são aqui referidos como "anjos" ou mensageiros e representados pelas sete estrelas (ver Obreiros Evangélicos, 13) - estão em Sua mão. Cristo é a Cabeça da Igreja. E, como o livro de Apocalipse deixa bem claro, Ele nos guiará até o fim. Pelo fato dEle ter vencido, pela Sua graça venceremos também e reinaremos com Ele na Terra renovada (Ap 22:5).

Clinton Wahlen, PhD
Diretor Associado do Instituto de Pesquisa Bíblica
Estados Unidos



Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rev/1/

Traduzido por JAQ/JDS/IB

Texto bíblico: Apocalipse 1 

Comentário em áudio 

sábado, 27 de junho de 2015

Amanhã começaremos a ler Apocalipse!

Como adventistas, cremos fortemente que os eventos mais decisivos do Apocalipse devem se cumprir ainda em nossa geração.
Nós veremos a libertação!
Então é pra nós, principalmente, que o Apocalipse foi escrito.


Material adicional estudo Apocalipse

O objetivo do plano Reavivados foi, desde o começo, estabelecer um plano devocional de leitura da Bíblia visando o reavivamento e a reforma da igreja, através da transformação espiritual individual.

Na medida do possível, temos procurado esclarecer alguns pontos mais controversos da Palavra trazendo estudos adicionais que incluem comentários de Bíblias de Estudo.


Caso você sinta desejo de conhecer mais do Apocalipse e do significado de suas figuras e símbolos, recomendamos duas fontes inestimáveis:

A primeira é o Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, publicado pela Casa Publicadora Brasileira, que inclui comentários verso a verso do Apocalipse. Você pode adquirir este livro pelo site www.cpb.com.br.

A segunda são as Lições da Escola Sabatina de 1989 e 1996, escritas pelos pastores Joseph Battistone, Carl Coffman e Norman Gulley, em conjunto com o Seminário Revelações do Apocalipse, de Daniel Belvedere, também lançados no Brasil pela Casa. Como estas lições da Escola Sabatina não se encontram mais à venda, seus comentários foram compilados verso a verso e se encontram disponíveis em http://sermoes.com.br/parasermaoa.php.

Este é um estudo que certamente irá transformar a visão que você tem do Apocalipse ao mostrar que o objetivo deste livro é revelar Jesus Cristo. Em cada um de seus capítulos, Jesus é o personagem principal. E ele quer, ainda hoje, ser o personagem central de sua vida.

Que Deus lhe abençoe ricamente no estudo deste livro, escrito para a sua salvação!