Comentário devocional:
O cenário é a promessa e a esperança de todos os cristãos: a vida eterna em um ambiente perfeito, o qual tornou-se possível graças ao poder redentor, restaurador e reconciliador de Jesus Cristo. O novo Céu e a nova Terra são as perspectivas finais do grande plano de Deus para o Novo Éden. O grande conflito terminará e o plano original de Deus para o Éden será completamente restaurado na Terra refeita. A parte mais fantástica disso é que Deus estará conosco - um segundo cumprimento da promessa de Emanuel - "Deus conosco" (Mt 1:23; cf. Is 7:14; 8:8, 10). Cristo tem estado conosco desde o início, como nosso Redentor na Terra, como nosso Sumo Sacerdote em Seu ministério no lugar santíssimo do santuário celestial e estará conosco como nosso Rei e companheiro constante (ver Mt 28:20).
A promessa mais reconfortante é que todas as lágrimas serão enxugadas e o pecado e a morte não mais existirão. A afirmação de Deus que "eu faço novas todas as coisas" (v. 5 ARA) é a confirmação de que a restauração foi definitiva. É humanamente impossível compreender como isso será feito. Apenas aceitamos pela fé que Deus, que é o princípio e o fim - que é eterno - tem o poder de realizar tudo o que é necessário para retornar o universo ao seu estado perfeito. O Espírito de Profecia (Manuscrito 28, 1886) indica, "Esta Terra é o lugar de preparação para o céu. O tempo gasto aqui é o inverno do cristão ... Mas, num futuro próximo, quando Cristo vier, a tristeza e o gemido serão exterminados para sempre. Em seguida, virá o verão do cristão. Todas as dificuldades terão acabado e não haverá mais doença ou morte. "
É somente através da graça e méritos de Jesus Cristo, nosso precioso Salvador, que nossos nomes serão escritos no Livro da Vida do Cordeiro, e teremos acesso à Nova Jerusalém. Através de Sua justiça, comunicadas na justificação e santificação, teremos um lugar dentro da Cidade Santa com um "grande e alto muro com doze portas" (v. 12 NVI).
Estou muito animado a respeito dos planos eternos de Deus para nós. Acima de tudo, estou exultante porque o Cordeiro é "a lampada" (v. 23) que ilumina a Nova Jerusalém e estaremos em Sua presença para sempre!
Ted N C Wilson
Presidente da Igreja Adventista do Sétimo Dia
Estados Unidos
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rev/21/
Traduzido por JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: Apocalipse 21
Comentários adicionais: http://apocalipsecomentadoversoaverso.blogspot.com.br/
Plano mundial de Reavivamento e Reforma, pela leitura devocional de um capítulo da Bíblia por dia. De abril de 2012 a julho de 2015.
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sexta-feira, 10 de julho de 2015
Apocalipse 21
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quinta-feira, 9 de julho de 2015
Apocalipse 19
Comentário devocional:
Apocalipse 19 se divide em duas metades. A primeira nos eleva subitamente às imagens e sons do céu em êxtase absoluto. Onda após onda de "aleluias" brotam de coros celestes (vs. 1-8). Os vinte e quatro anciãos, em uma breve pausa da grande multidão, exclamam seu próprio aleluia (v. 4). Deus é louvado porque seus juízos são verdadeiros e justos contra a prostituta que não só corrompeu a terra com o seu dogma adulterado, mas também derramou o sangue dos verdadeiros servos de Deus (v. 2). Ele é louvado novamente porque Ele agora reina incontestável como "o Senhor, o nosso Deus, o Todo-Poderoso" (v. 6 NVI). Então, a grande multidão se regozija e glorifica a Deus porque "chegou a hora do casamento do Cordeiro, e sua noiva já se aprontou" (v. 7 NVI). Ela está vestida com um vestido que "foi-lhe dado linho fino, ... os atos justos dos santos" (v. 8 NVI). Qualquer justiça que ela [a igreja] tenha lhe foi concedida por seu noivo, o Cordeiro.
A segunda metade remete-nos mais uma vez à batalha do Armagedom. É concedida a João uma visão simbólica de Jesus voltando à Terra, montado em um cavalo branco e liderando os celestes exércitos angélicos. Ele vem para batalhar contra as nações e seus heróis espirituais, o dragão, a besta e o falso profeta (v. 19-20).
Jesus vem apresentando quatro nomes. Ele é chamado de "Fiel e Verdadeiro" (v. 11 NVI). Fiel à sua aliança e verdadeiro com Seu povo sitiado, Ele vem para resgatá-los. Ele está vestido com um manto tinto de sangue, e o seu nome é a Palavra de Deus (v. 13 NVI). Quando Ele veio pela primeira vez como a Palavra de Deus, Seu manto foi embebido em Seu próprio sangue, a fonte da nossa salvação. Seu terceiro título é "REI DOS REIS E SENHOR DOS SENHORES" (v. 16 NVI). Os reis da terra não tem nenhuma opção ante Sua gloriosa presença, a não ser cair de joelhos e lançar suas coroas diante dEle. E em quarto lugar, "em Sua cabeça há ... um nome que só ELe conhece, e ninguém mais" (v. 12 NVI). Não importa o quanto possamos saber a respeito de Jesus, haverá sempre um elemento que jamais compreenderemos do mistério divino sobre Ele, convidando-nos sempre a conhecê-Lo mais.
Os vs. 19-21 falam da destruição de todas as forças de oposição, exceto o dragão. Ele e sua destruição final são o assunto do próximo capítulo.
Garth Bainbridge
Sydney, Austrália
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rev/19/
Traduzido por JAQ/GASQ
Texto bíblico: Apocalipse 19
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Apocalipse 19 se divide em duas metades. A primeira nos eleva subitamente às imagens e sons do céu em êxtase absoluto. Onda após onda de "aleluias" brotam de coros celestes (vs. 1-8). Os vinte e quatro anciãos, em uma breve pausa da grande multidão, exclamam seu próprio aleluia (v. 4). Deus é louvado porque seus juízos são verdadeiros e justos contra a prostituta que não só corrompeu a terra com o seu dogma adulterado, mas também derramou o sangue dos verdadeiros servos de Deus (v. 2). Ele é louvado novamente porque Ele agora reina incontestável como "o Senhor, o nosso Deus, o Todo-Poderoso" (v. 6 NVI). Então, a grande multidão se regozija e glorifica a Deus porque "chegou a hora do casamento do Cordeiro, e sua noiva já se aprontou" (v. 7 NVI). Ela está vestida com um vestido que "foi-lhe dado linho fino, ... os atos justos dos santos" (v. 8 NVI). Qualquer justiça que ela [a igreja] tenha lhe foi concedida por seu noivo, o Cordeiro.
A segunda metade remete-nos mais uma vez à batalha do Armagedom. É concedida a João uma visão simbólica de Jesus voltando à Terra, montado em um cavalo branco e liderando os celestes exércitos angélicos. Ele vem para batalhar contra as nações e seus heróis espirituais, o dragão, a besta e o falso profeta (v. 19-20).
Jesus vem apresentando quatro nomes. Ele é chamado de "Fiel e Verdadeiro" (v. 11 NVI). Fiel à sua aliança e verdadeiro com Seu povo sitiado, Ele vem para resgatá-los. Ele está vestido com um manto tinto de sangue, e o seu nome é a Palavra de Deus (v. 13 NVI). Quando Ele veio pela primeira vez como a Palavra de Deus, Seu manto foi embebido em Seu próprio sangue, a fonte da nossa salvação. Seu terceiro título é "REI DOS REIS E SENHOR DOS SENHORES" (v. 16 NVI). Os reis da terra não tem nenhuma opção ante Sua gloriosa presença, a não ser cair de joelhos e lançar suas coroas diante dEle. E em quarto lugar, "em Sua cabeça há ... um nome que só ELe conhece, e ninguém mais" (v. 12 NVI). Não importa o quanto possamos saber a respeito de Jesus, haverá sempre um elemento que jamais compreenderemos do mistério divino sobre Ele, convidando-nos sempre a conhecê-Lo mais.
Os vs. 19-21 falam da destruição de todas as forças de oposição, exceto o dragão. Ele e sua destruição final são o assunto do próximo capítulo.
Garth Bainbridge
Sydney, Austrália
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rev/19/
Traduzido por JAQ/GASQ
Texto bíblico: Apocalipse 19
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quarta-feira, 8 de julho de 2015
Apocalipse 17
Comentário devocional:
Percebe-se claramente que Apocalipse 17 e 18 são uma expansão da sexta e sétima pragas, que retratam a ascensão e queda da Babilônia do fim dos tempos. O capítulo 17, de fato, se desenrola sob a direção de um dos anjos portadores de praga. Os seis primeiros versos introduzem a visão de uma mulher espalhafatosa montada em uma besta com sete cabeças e dez chifres. O nome dela é Babilônia. Ela tem um relacionamento adúltero com reis e embriaga os habitantes do mundo "com o vinho da sua prostituição" (v. 2 NVI). Ela mesma está "embriagada com o sangue ... das testemunhas de Jesus" (v. 6 NVI).
O restante do capítulo explica a visão. Uma mulher no simbolismo profético representa o povo que professa ser de Deus - sinceros ou não. Uma besta [animal feroz] geralmente se refere a entidades políticas. Assim, a imagem apresentada é a de uma aliança profana entre Igreja e Estado, produzindo uma bebida intoxicante.
Esta bebida simboliza a corrupção do "vinho novo" (Mt 9:17) do evangelho e a pureza da verdade. O mundo embriagou-se nas filosofias e ensinamentos decorrentes desse casamento adúltero entre a igreja e o mundo. Dela é a religião que questiona nossa pecaminosidade e necessidade de um Salvador, encontrando milhares de outros pretensos caminhos para conseguir a entrada no céu. A religião da prostituta coloca o homem no trono de seu próprio destino, decidindo por si mesmo o que é certo [e o que é errado] e quais são os limites da nossa liberdade. Os mandamentos de Deus são relativizados e a fé de Jesus é desprezada - tudo para atender o orgulho e o esforço humano.
Encorajada por seu próprio glamour e pelo apoio de líderes e habitantes do mundo, ela lidera uma aliança internacional para a batalha do Armagedom. Eles "guerrearão contra o Cordeiro, mas o Cordeiro os vencerá, pois é o Senhor dos senhores e o Rei dos reis; e vencerão com Ele os seus chamados, escolhidos e fiéis" (v. 14 NVI), sem nenhuma arma que não a verdade e nenhuma defesa a não ser a fé.
Alguém poderia imaginar que a vitória seria desse ilustre e poderoso trio do mal. Mas o Cordeiro vence a besta, e seu fiel remanescente derrota a aliança mundial.
Jesus vence pelo amor, governa através do serviço, e salva por morrer. O humilde Cordeiro é o Senhor dos senhores e o Rei dos reis.
Garth Bainbridge
Sydney, Austrália
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rev/17/
Traduzido por JAQ/GASQ
Texto bíblico: Apocalipse 17
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Percebe-se claramente que Apocalipse 17 e 18 são uma expansão da sexta e sétima pragas, que retratam a ascensão e queda da Babilônia do fim dos tempos. O capítulo 17, de fato, se desenrola sob a direção de um dos anjos portadores de praga. Os seis primeiros versos introduzem a visão de uma mulher espalhafatosa montada em uma besta com sete cabeças e dez chifres. O nome dela é Babilônia. Ela tem um relacionamento adúltero com reis e embriaga os habitantes do mundo "com o vinho da sua prostituição" (v. 2 NVI). Ela mesma está "embriagada com o sangue ... das testemunhas de Jesus" (v. 6 NVI).
O restante do capítulo explica a visão. Uma mulher no simbolismo profético representa o povo que professa ser de Deus - sinceros ou não. Uma besta [animal feroz] geralmente se refere a entidades políticas. Assim, a imagem apresentada é a de uma aliança profana entre Igreja e Estado, produzindo uma bebida intoxicante.
Esta bebida simboliza a corrupção do "vinho novo" (Mt 9:17) do evangelho e a pureza da verdade. O mundo embriagou-se nas filosofias e ensinamentos decorrentes desse casamento adúltero entre a igreja e o mundo. Dela é a religião que questiona nossa pecaminosidade e necessidade de um Salvador, encontrando milhares de outros pretensos caminhos para conseguir a entrada no céu. A religião da prostituta coloca o homem no trono de seu próprio destino, decidindo por si mesmo o que é certo [e o que é errado] e quais são os limites da nossa liberdade. Os mandamentos de Deus são relativizados e a fé de Jesus é desprezada - tudo para atender o orgulho e o esforço humano.
Encorajada por seu próprio glamour e pelo apoio de líderes e habitantes do mundo, ela lidera uma aliança internacional para a batalha do Armagedom. Eles "guerrearão contra o Cordeiro, mas o Cordeiro os vencerá, pois é o Senhor dos senhores e o Rei dos reis; e vencerão com Ele os seus chamados, escolhidos e fiéis" (v. 14 NVI), sem nenhuma arma que não a verdade e nenhuma defesa a não ser a fé.
Alguém poderia imaginar que a vitória seria desse ilustre e poderoso trio do mal. Mas o Cordeiro vence a besta, e seu fiel remanescente derrota a aliança mundial.
Jesus vence pelo amor, governa através do serviço, e salva por morrer. O humilde Cordeiro é o Senhor dos senhores e o Rei dos reis.
Garth Bainbridge
Sydney, Austrália
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rev/17/
Traduzido por JAQ/GASQ
Texto bíblico: Apocalipse 17
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quinta-feira, 2 de julho de 2015
Apocalipse 6
Comentário devocional:
O ministério de Jesus se inicia no santuário celestial. Ele começa a abrir os selos do pergaminho e cavalos começam a correr ao longo do tempo. Quem são os cavalos e quem é o cavaleiro? Os três primeiros cavalos são a igreja (Zc 10:3; Is 63:11-13) e o cavaleiro é Jesus. A morte e o inferno estão cavalgando o quarto cavalo. Mesmo na hora mais escura, Jesus tem as chaves da morte e da sepultura. Nada acontece à Sua igreja que Ele não veja e não controle.
As sete igrejas em Apocalipse 2 e 3 descrevem as necessidades espirituais da igreja ao longo de cada era e a graça de Jesus ajuda a corrigir os seus problemas. Os sete selos descrevem a igreja em sua apostasia política e religiosa ao longo da era cristã. As sete trombetas descrevem os julgamentos sobre a igreja que ocorrem como resultado da sua apostasia.
A igreja de Deus, representada pelo cavalo branco, cavalga através dos dois primeiros séculos, levando o evangelho puro para todo o mundo romano através da palavra de Deus e do martírio. O cristianismo conquista o paganismo; Constantino, o imperador romano, aceita a religião cristã e introduz o paganismo dentro da igreja, produzindo uma união entre a igreja e o estado. Satanás alcança através de astúcia o que ele não conseguiu pela perseguição. Como a igreja está unida com o Estado, representada pelo cavalo vermelho, começa a perseguir cristãos que rejeitam esse novo arranjo. Uma divisão causada pela Palavra de Deus se introduz na igreja.
A apostasia se torna mais completa durante a Idade das Trevas, representada pelo cavalo negro. Ao mesmo tempo, Jesus começa a julgar a igreja apóstata com a balança da verdade. A Palavra de Deus, o Espírito Santo, e o verdadeiro Evangelho se tornam escassos. O declínio espiritual quase total da igreja ocorre durante a Idade das Trevas, representada pelo cavalo pálido. A morte e o inferno tem as rédeas do cavalo e milhões de cristãos fiéis morrem por sua fé. Mas a igreja ainda está sob o controle daquele que tem as chaves da morte e do túmulo.
O quinto selo descreve sob o altar de ouro aquelas almas (pessoas) que pereceram por causa da Palavra de Deus. Seu sangue clama por julgamento. Foi-lhes dito para descansar um pouco, pois o julgamento virá.
O sexto selo é aberto e os sinais do retorno de Cristo começam a ocorrer. O terremoto de Lisboa em 01 de novembro de 1755, o Dia Escuro, de 19 de maio de 1780 e a chuva de meteoros em 13 de novembro de 1833 foram todos sinais de breve volta de Cristo. Vivemos agora no sexto selo. O céu ainda não se enrolou como um pergaminho (v. 14), as rochas ainda não caíram sobre os maus (v. 16). O sexto selo termina com uma pergunta: "quem poderá suportar?" (v. 17). Somente com a ajuda de Jesus!
Kenneth Mathews, Jr. M. D.
Greeneville, TN, EUA
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rev/6/
Traduzido por JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: Apocalipse 6
Comentário em áudio
O ministério de Jesus se inicia no santuário celestial. Ele começa a abrir os selos do pergaminho e cavalos começam a correr ao longo do tempo. Quem são os cavalos e quem é o cavaleiro? Os três primeiros cavalos são a igreja (Zc 10:3; Is 63:11-13) e o cavaleiro é Jesus. A morte e o inferno estão cavalgando o quarto cavalo. Mesmo na hora mais escura, Jesus tem as chaves da morte e da sepultura. Nada acontece à Sua igreja que Ele não veja e não controle.
As sete igrejas em Apocalipse 2 e 3 descrevem as necessidades espirituais da igreja ao longo de cada era e a graça de Jesus ajuda a corrigir os seus problemas. Os sete selos descrevem a igreja em sua apostasia política e religiosa ao longo da era cristã. As sete trombetas descrevem os julgamentos sobre a igreja que ocorrem como resultado da sua apostasia.
A igreja de Deus, representada pelo cavalo branco, cavalga através dos dois primeiros séculos, levando o evangelho puro para todo o mundo romano através da palavra de Deus e do martírio. O cristianismo conquista o paganismo; Constantino, o imperador romano, aceita a religião cristã e introduz o paganismo dentro da igreja, produzindo uma união entre a igreja e o estado. Satanás alcança através de astúcia o que ele não conseguiu pela perseguição. Como a igreja está unida com o Estado, representada pelo cavalo vermelho, começa a perseguir cristãos que rejeitam esse novo arranjo. Uma divisão causada pela Palavra de Deus se introduz na igreja.
A apostasia se torna mais completa durante a Idade das Trevas, representada pelo cavalo negro. Ao mesmo tempo, Jesus começa a julgar a igreja apóstata com a balança da verdade. A Palavra de Deus, o Espírito Santo, e o verdadeiro Evangelho se tornam escassos. O declínio espiritual quase total da igreja ocorre durante a Idade das Trevas, representada pelo cavalo pálido. A morte e o inferno tem as rédeas do cavalo e milhões de cristãos fiéis morrem por sua fé. Mas a igreja ainda está sob o controle daquele que tem as chaves da morte e do túmulo.
O quinto selo descreve sob o altar de ouro aquelas almas (pessoas) que pereceram por causa da Palavra de Deus. Seu sangue clama por julgamento. Foi-lhes dito para descansar um pouco, pois o julgamento virá.
O sexto selo é aberto e os sinais do retorno de Cristo começam a ocorrer. O terremoto de Lisboa em 01 de novembro de 1755, o Dia Escuro, de 19 de maio de 1780 e a chuva de meteoros em 13 de novembro de 1833 foram todos sinais de breve volta de Cristo. Vivemos agora no sexto selo. O céu ainda não se enrolou como um pergaminho (v. 14), as rochas ainda não caíram sobre os maus (v. 16). O sexto selo termina com uma pergunta: "quem poderá suportar?" (v. 17). Somente com a ajuda de Jesus!
Kenneth Mathews, Jr. M. D.
Greeneville, TN, EUA
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rev/6/
Traduzido por JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: Apocalipse 6
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Apocalipse 5
Comentário devocional:
João vê o Pai sentado no trono, segurando em sua mão direita o pergaminho que contém as ações de cada pessoa. Em linguagem simbólica aquele pergaminho contém informações de toda nação, língua e povos desde o início da história da Terra até o fim. João chora porque parece não haver ninguém no céu ou na terra que possa abrir o livro e resolver o problema do pecado da Terra.
Alguém mais entra na sala do trono, o Cordeiro, aparentando recentemente ter passado pela morte. Jesus, o Cordeiro sacrificial, consegue abrir o livro e revelar o seu conteúdo. O recém morto e ressuscitado Jesus pega o pergaminho contendo o registro das vidas das pessoas e dos eventos na terra e se prepara para agir. O momento aqui retratado é o dia de Pentecostes, em 31 d.C. Os quatro seres e os vinte e quatro anciãos prostram-se e adoram o Cordeiro, porque Ele os resgatou para Deus pelo Seu sangue. A compreensão dessas realidades também deveria fazer-nos prostrar e louvar o Cordeiro!
As sete lâmpadas ou espíritos representam a totalidade do Espírito Santo que está diante do trono e é enviado ao mundo todo. O derramamento pentecostal do Espírito Santo em Jerusalém em 31 dC foi a proclamação do Céu a respeito da entronização do Redentor. Segundo a promessa de Jesus, Ele enviou o Espírito Santo do céu sobre seus seguidores como um sinal de que Ele, como Sacerdote e Rei, recebeu todo o poder no céu e na terra e foi ungido como Sumo Sacerdote sobre Seu povo.
Neste ponto do início do trabalho de Jesus como nosso Sumo Sacerdote e Rei, os anjos, os quatro seres e os vinte e quatro anciãos, que assistiram a agonia e triunfo de Jesus sobre a terra, também estarão observando a vitória dos cristãos de todos os tempos através do poder de Jesus Cristo. Esses anciãos se prostram e proclamam: "Digno é o Cordeiro que foi morto de receber poder, riqueza, sabedoria, força, honra, glória e louvor!” (v. 12).
Como eles, prostremo-nos também diante de Jesus, o Cordeiro de Deus, em gratidão por Sua graça salvadora. Só Jesus é digno do nosso louvor e adoração!
Kenneth Mathews, Jr. M. D.
Greeneville, TN, EUA
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rev/5/
Traduzido por JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: Apocalipse 5
Comentário em áudio
João vê o Pai sentado no trono, segurando em sua mão direita o pergaminho que contém as ações de cada pessoa. Em linguagem simbólica aquele pergaminho contém informações de toda nação, língua e povos desde o início da história da Terra até o fim. João chora porque parece não haver ninguém no céu ou na terra que possa abrir o livro e resolver o problema do pecado da Terra.
Alguém mais entra na sala do trono, o Cordeiro, aparentando recentemente ter passado pela morte. Jesus, o Cordeiro sacrificial, consegue abrir o livro e revelar o seu conteúdo. O recém morto e ressuscitado Jesus pega o pergaminho contendo o registro das vidas das pessoas e dos eventos na terra e se prepara para agir. O momento aqui retratado é o dia de Pentecostes, em 31 d.C. Os quatro seres e os vinte e quatro anciãos prostram-se e adoram o Cordeiro, porque Ele os resgatou para Deus pelo Seu sangue. A compreensão dessas realidades também deveria fazer-nos prostrar e louvar o Cordeiro!
As sete lâmpadas ou espíritos representam a totalidade do Espírito Santo que está diante do trono e é enviado ao mundo todo. O derramamento pentecostal do Espírito Santo em Jerusalém em 31 dC foi a proclamação do Céu a respeito da entronização do Redentor. Segundo a promessa de Jesus, Ele enviou o Espírito Santo do céu sobre seus seguidores como um sinal de que Ele, como Sacerdote e Rei, recebeu todo o poder no céu e na terra e foi ungido como Sumo Sacerdote sobre Seu povo.
Neste ponto do início do trabalho de Jesus como nosso Sumo Sacerdote e Rei, os anjos, os quatro seres e os vinte e quatro anciãos, que assistiram a agonia e triunfo de Jesus sobre a terra, também estarão observando a vitória dos cristãos de todos os tempos através do poder de Jesus Cristo. Esses anciãos se prostram e proclamam: "Digno é o Cordeiro que foi morto de receber poder, riqueza, sabedoria, força, honra, glória e louvor!” (v. 12).
Como eles, prostremo-nos também diante de Jesus, o Cordeiro de Deus, em gratidão por Sua graça salvadora. Só Jesus é digno do nosso louvor e adoração!
Kenneth Mathews, Jr. M. D.
Greeneville, TN, EUA
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rev/5/
Traduzido por JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: Apocalipse 5
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quarta-feira, 1 de julho de 2015
Apocalipse 4
Comentário devocional:
Em Apocalipse 2 e 3, João testemunha um vívido retrato da graça que Jesus ofereceu a Sua Igreja em todas as eras, até o fim dos tempos. No capítulo 4, João vê uma porta aberta no céu e ouve a voz de Jesus, como uma trombeta, convidando-o para contemplar o santuário celestial. João na visão vê o que está ocorrendo. Ele vê todo o céu esperando Jesus retornar ao céu, depois de Sua ressurreição, para ser empossado como nosso Sumo Sacerdote e Rei do santuário celestial, para salvar a todos aqueles que se achegarem a Deus através dEle.
A primeira das oito cenas da sala do trono de Apocalipse é descrita por João ao ele ver o Pai sentado no trono, refletindo jaspe e sardônio, pedras que representam o caráter do Seu Filho, cujo recente sacrifício possibilitou a remissão dos pecados. O verde no arco-íris que circunda o trono representa a esperança e o vermelho expressa o sangue do sacrifício do amor divino por nós.
Circundando o trono estão os vinte e quatro anciãos e os quatro seres vivos que dão glória, honra e louvor ao Pai. Eles O reconhecem como o Criador, Aquele que criou todas as coisas por Sua vontade.
Diante do trono também estão sete lâmpadas que simbolizam a plenitude do Espírito Santo em Sua disposição e capacidade de salvar os que se submetem a Deus. Os quatro seres viventes angélicos refletem de maneira acurada as características humanas de Jesus conforme retratado nos quatro Evangelhos. O leão da tribo de Judá o representa como o cumprimento de todas as profecias do Antigo Testamento (Mateus). O boi representa Jesus em seu papel como sacrifício e em sua paciente e sofredora vida de servo (Marcos). O homem representa Jesus em Sua humanidade (Lucas). E a águia, que domina majestosamente os céus, representa a divindade de Jesus (João). Estas características de Jesus também serão refletidas nas pessoas que compõem a Sua igreja.
Diante dessa cena gloriosa, com todo o Céu esperando para empossar Jesus como Sumo Sacerdote e Rei do Universo, os seres ao redor do trono caem prostrados, lançam suas coroas perante Deus e exclamam que Ele é digno de receber glória, honra e poder, pois criou todas as coisas. Eles compreendem que a humanidade foi criada para a comunhão com Deus.
Neste momento, pela fé, adentre você também na Sala do Trono do Céu. Prostre-se diante do Criador e dê a Ele honra, glória e louvor por ter-lhe criado e redimido!
Kenneth Mathews, Jr.
Médico, Estados Unidos
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rev/4/
Traduzido por JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: Apocalipse 4
Comentário em áudio
Em Apocalipse 2 e 3, João testemunha um vívido retrato da graça que Jesus ofereceu a Sua Igreja em todas as eras, até o fim dos tempos. No capítulo 4, João vê uma porta aberta no céu e ouve a voz de Jesus, como uma trombeta, convidando-o para contemplar o santuário celestial. João na visão vê o que está ocorrendo. Ele vê todo o céu esperando Jesus retornar ao céu, depois de Sua ressurreição, para ser empossado como nosso Sumo Sacerdote e Rei do santuário celestial, para salvar a todos aqueles que se achegarem a Deus através dEle.
A primeira das oito cenas da sala do trono de Apocalipse é descrita por João ao ele ver o Pai sentado no trono, refletindo jaspe e sardônio, pedras que representam o caráter do Seu Filho, cujo recente sacrifício possibilitou a remissão dos pecados. O verde no arco-íris que circunda o trono representa a esperança e o vermelho expressa o sangue do sacrifício do amor divino por nós.
Circundando o trono estão os vinte e quatro anciãos e os quatro seres vivos que dão glória, honra e louvor ao Pai. Eles O reconhecem como o Criador, Aquele que criou todas as coisas por Sua vontade.
Diante do trono também estão sete lâmpadas que simbolizam a plenitude do Espírito Santo em Sua disposição e capacidade de salvar os que se submetem a Deus. Os quatro seres viventes angélicos refletem de maneira acurada as características humanas de Jesus conforme retratado nos quatro Evangelhos. O leão da tribo de Judá o representa como o cumprimento de todas as profecias do Antigo Testamento (Mateus). O boi representa Jesus em seu papel como sacrifício e em sua paciente e sofredora vida de servo (Marcos). O homem representa Jesus em Sua humanidade (Lucas). E a águia, que domina majestosamente os céus, representa a divindade de Jesus (João). Estas características de Jesus também serão refletidas nas pessoas que compõem a Sua igreja.
Diante dessa cena gloriosa, com todo o Céu esperando para empossar Jesus como Sumo Sacerdote e Rei do Universo, os seres ao redor do trono caem prostrados, lançam suas coroas perante Deus e exclamam que Ele é digno de receber glória, honra e poder, pois criou todas as coisas. Eles compreendem que a humanidade foi criada para a comunhão com Deus.
Neste momento, pela fé, adentre você também na Sala do Trono do Céu. Prostre-se diante do Criador e dê a Ele honra, glória e louvor por ter-lhe criado e redimido!
Kenneth Mathews, Jr.
Médico, Estados Unidos
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rev/4/
Traduzido por JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: Apocalipse 4
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domingo, 28 de junho de 2015
Apocalipse 1 - Comentários Selecionados
1 Revelação. Do gr. apokaluvsis, "descerramento". "Revelação de Jesus Cristo" pode ser considerado o título que João deu ao livro. Este título nega categoricamente a ideia de que o Apocalipse é um livro selado, que não pode ser compreendido. Ele apresenta uma mensagem que Deus teve e tem o propósito de ajudar Seus servos na Terra a ouvir e guardar. Eles só podem fazer isso se a compreendem. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 803.
3 Aqueles que ouvem. Isto é, os membros de cada igreja. A NVI traz a expressão anterior no singular, "aquele que lê", denotando que, em cada igreja, havia apenas um leitor, e muitos que ouviriam a leitura. A bênção que acompanhava a leitura do Apocalipse nas "sete igrejas" da província romana da Asia alcança todos os cristãos que lêem o livro com o desejo de adquirir uma compreensão mais perfeita das verdades por ele comunicadas. CBASD, vol. 7, p. 806.
4 Sete Espíritos. Em outras passagens do livro, os sete Espíritos são retratados como sete lâmpadas de fogo (Ap 4:5) e como os sete olhos do Cordeiro (Ap 5:6). A associação dos "sete Espíritos" com o Pai e com Cristo, como equivalentes doadores da graça e da paz, sugere que eles representam o Espírito Santo. É provável que "sete" seja uma expressão simbólica de Sua perfeição e também pode subentender a variedade de dons por meio dos quais ele trabalha nos seres humanos (ver ICo 12:4-11; cf. Ap 3:1). CBASD, vol. 7, p. 807.
10 Dia do Senhor. O dia do Senhor não pode ter sido um domingo, pois o primeiro dia da semana nunca foi observado como um sábado até vários seculos depois da ascensão de Cristo. Escritores bíblicos referem-se ao domingo como "o primeiro dia da semana". Para os pagãos, era o dia do sol. Qual era o dia do Senhor? 1. O dia em que o Senhor chama de "Meu Santo dia" (Is 58:13). 2. Jesus é o "Senhor do Sábado" (Mc 2:28). Apocalipse Verso por Verso, Henry Feyerabend, p. 14.
11 Sete igrejas. A ordem em que as igrejas são citadas, tanto aqui quanto em Apocalipse 2 e 3, representa a sequência geográfica pela qual passaria um mensageiro levando uma carta de Patmos a essas cidades da província da Ásia. CBASD, vol. 7, p. 813.
13 Filho de homem. Do gr. hrdos anthrôpou. O texto grego desta passagem não tem artigo definido. Trata-se de uma tradução exata do aramaico kebar enash e parece ter o mesmo significado que tem em Daniel. Logo, aquilo que se comentou sobre kebar enash (Dn 7:13) também se aplica a huios anthrôpou. Está claro que Aquele a quem o título se refere é Cristo (Ap 1:11, 18). A expressão "o Filho do homem", com artigo definido, é usada para Cristo mais de oitenta vezes no NT, ao passo que "Filho de homem", sem o artigo definido, só se refere a Ele em dois outros casos no grego do NT (Ap 14:14 e Jo 5:27). CBASD, vol. 7, p. 816.
16 Sete estrelas. Este símbolo representa os "anjos", ou mensageiros, enviados às sete igrejas (v. 20). CBASD, vol. 7, p. 817.
17 Não temas. Após a perda da força física, o profeta recebia força sobrenatural, normalmente por meio do toque de uma mão (Ez 2:1, 2; Dn 8:18; Is 6:6, 7). Muitas vezes, o visitante celestial deu a ordem "Não temas!", a fim de dissipar os temores que naturalmente transbordam no coração humano quando confrontado com um ser celestial. CBASD, vol. 7, p. 818.
20 Mistério. Aqui o termo "mistério" é usado para se referir às sete "estrelas", símbolo que ainda não fora explicado. O símbolo é chamado de "mistério" porque a interpretação estava
prestes a se tornar conhecida. Logo, no Apocalipse, "mistério" é um símbolo prestes a ser explicado para aqueles que consentem em guardar as coisas reveladas no livro (Ap 17:7, 9), ou algo que Deus deseja lhes tornar conhecido. Os símbolos do Apocalipse também são chamados de "sinal" (Ap 12:1; 15:1). CBASD, vol. 7, p. 819.
Apocalipse 1
Comentário devocional:
O livro do Apocalipse, como o primeiro versículo indica, é uma revelação recebida de Cristo e sobre Cristo, vinda de Deus Pai (cf. João 8:28; 17:8). Aqui, como em todo o livro, recebemos vislumbres do Pai e do Espírito Santo (Ap. 1:4), mas é o próprio Jesus Cristo quem toma o lugar central. Jesus é tão maravilhoso que João mal pode se conter. As imagens fluem de sua pena, uma após a outra.
Como a fiel testemunha (v. 5), Jesus é a Palavra viva, acuradamente revelando Deus e Sua vontade para nós (Ap. 19:13; cf. Jo. 1:1,18). Como o "primogênito" dentre os mortos, a Sua ressurreição é que torna possível a nossa ressurreição para a vida eterna (1 Cor. 15:17-23). Como o príncipe ou soberano dos reis da terra, Ele está no controle deste mundo. Ele nos ama. Ele nos lavou e nos purificou com Seu sangue através da Sua morte na cruz. Ele fez de nós um reino e comissionou cada um de nós, como sacerdotes, a ampliar Seu reino, proclamando as virtudes daquele que nos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz (v 6; 1 Ped. 2:9). Acima de tudo, Ele está voltando em breve e "todo olho O verá" (Ap 1:7). Mas isso não é tudo.
A visão de João acerca de Cristo nesse capítulo é uma das mais marcantes em toda a Bíblia. Jesus está vestido como nosso Sumo Sacerdote, caminhando entre sete candeeiros - as sete igrejas da Ásia Menor (v. 20), que por sua vez representam a Sua Igreja em todos os lugares e em toda a história cristã (v. 19).
A mensagem é clara. Jesus não Se esqueceu de nós. Ele nos gravou nas palmas das Suas mãos (Is 49:16). Ele não Se esqueceu de Sua Igreja. Seus líderes - ministros cristãos que são aqui referidos como "anjos" ou mensageiros e representados pelas sete estrelas (ver Obreiros Evangélicos, 13) - estão em Sua mão. Cristo é a Cabeça da Igreja. E, como o livro de Apocalipse deixa bem claro, Ele nos guiará até o fim. Pelo fato dEle ter vencido, pela Sua graça venceremos também e reinaremos com Ele na Terra renovada (Ap 22:5).
Clinton Wahlen, PhD
Diretor Associado do Instituto de Pesquisa Bíblica
Estados Unidos
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rev/1/
Traduzido por JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: Apocalipse 1
Comentário em áudio
O livro do Apocalipse, como o primeiro versículo indica, é uma revelação recebida de Cristo e sobre Cristo, vinda de Deus Pai (cf. João 8:28; 17:8). Aqui, como em todo o livro, recebemos vislumbres do Pai e do Espírito Santo (Ap. 1:4), mas é o próprio Jesus Cristo quem toma o lugar central. Jesus é tão maravilhoso que João mal pode se conter. As imagens fluem de sua pena, uma após a outra.
Como a fiel testemunha (v. 5), Jesus é a Palavra viva, acuradamente revelando Deus e Sua vontade para nós (Ap. 19:13; cf. Jo. 1:1,18). Como o "primogênito" dentre os mortos, a Sua ressurreição é que torna possível a nossa ressurreição para a vida eterna (1 Cor. 15:17-23). Como o príncipe ou soberano dos reis da terra, Ele está no controle deste mundo. Ele nos ama. Ele nos lavou e nos purificou com Seu sangue através da Sua morte na cruz. Ele fez de nós um reino e comissionou cada um de nós, como sacerdotes, a ampliar Seu reino, proclamando as virtudes daquele que nos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz (v 6; 1 Ped. 2:9). Acima de tudo, Ele está voltando em breve e "todo olho O verá" (Ap 1:7). Mas isso não é tudo.
A visão de João acerca de Cristo nesse capítulo é uma das mais marcantes em toda a Bíblia. Jesus está vestido como nosso Sumo Sacerdote, caminhando entre sete candeeiros - as sete igrejas da Ásia Menor (v. 20), que por sua vez representam a Sua Igreja em todos os lugares e em toda a história cristã (v. 19).
A mensagem é clara. Jesus não Se esqueceu de nós. Ele nos gravou nas palmas das Suas mãos (Is 49:16). Ele não Se esqueceu de Sua Igreja. Seus líderes - ministros cristãos que são aqui referidos como "anjos" ou mensageiros e representados pelas sete estrelas (ver Obreiros Evangélicos, 13) - estão em Sua mão. Cristo é a Cabeça da Igreja. E, como o livro de Apocalipse deixa bem claro, Ele nos guiará até o fim. Pelo fato dEle ter vencido, pela Sua graça venceremos também e reinaremos com Ele na Terra renovada (Ap 22:5).
Clinton Wahlen, PhD
Diretor Associado do Instituto de Pesquisa Bíblica
Estados Unidos
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rev/1/
Traduzido por JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: Apocalipse 1
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domingo, 21 de junho de 2015
I João 2
Comentário devocional:
O segundo capítulo de 1 João apresenta mais algumas reivindicações dos mentirosos do capítulo 1 que se julgavam "sem pecado", causando problemas na igreja.
Mas antes dele apresentar essas reivindicações João nos concede um pouco mais de evangelho puro; algumas das melhores porções do Novo Testamento. "Meus filhinhos", ele pastoralmente observa: "escrevo-lhes estas coisas para que vocês não pequem. Se, porém, alguém pecar, temos um intercessor junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo; Ele é a propiciação pelos nossos pecados, e não somente pelos nossos, mas também pelos pecados de todo o mundo"(vs. 1, 2 NVI). As declarações dos evangelhos não conseguem ser muito melhores do que isso.
Mas João precisa voltar a falar a respeito dos mentirosos "sem pecado". O capítulo 2 denuncia mais duas mentiras aos problemas dos "santos". Em primeiro lugar, eles afirmam estar na luz, mas não estão realmente andando nos mandamentos de Deus. Aqui o apóstolo está lidando com algo mais grave do que quebrar os Dez Mandamentos. Ele coloca o dedo no problema central nos versos 7-17. No versículo 9, João chega ao coração do problema: "Quem afirma estar na luz, mas odeia seu irmão, continua nas trevas" (NVI). Um dos fatos tristes da história da igreja é que há muitos que pensam que podem amar a Deus sem amar aos seus semelhantes.
A segunda metade de João 2 lida com uma mentira ligada à Trindade. Eles negavam que Jesus era o Cristo divino e, portanto, estavam também negando o Pai (vs. 22, 23).
Estes eram membros da igreja que davam trabalho. Mas mais uma vez o apóstolo tem uma solução ao estilo do evangelho: "Filhinhos, agora permaneçam nEle para que, quando Ele se manifestar, tenhamos confiança" (v. 28 NVI). João encerra o capítulo com o pensamento de que todo aquele que é verdadeiramente justo fará tudo "nEle" (vs. 28, 29).
Aquele que permanecer no divino Cristo não só encontrará perdão (1Jo 1:9), mas também andará na luz dos mandamentos de Deus (vs. 3-6), especialmente o mandamento de amar os irmãos e irmãs (v. 9). De fato, permanecer nEle irá transformar nossas vidas em todos os sentidos.
George R. Knight
Estados Unidos
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/1jn/2/
Traduzido por JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: I João 2
Comentário em áudio
O segundo capítulo de 1 João apresenta mais algumas reivindicações dos mentirosos do capítulo 1 que se julgavam "sem pecado", causando problemas na igreja.
Mas antes dele apresentar essas reivindicações João nos concede um pouco mais de evangelho puro; algumas das melhores porções do Novo Testamento. "Meus filhinhos", ele pastoralmente observa: "escrevo-lhes estas coisas para que vocês não pequem. Se, porém, alguém pecar, temos um intercessor junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo; Ele é a propiciação pelos nossos pecados, e não somente pelos nossos, mas também pelos pecados de todo o mundo"(vs. 1, 2 NVI). As declarações dos evangelhos não conseguem ser muito melhores do que isso.
Mas João precisa voltar a falar a respeito dos mentirosos "sem pecado". O capítulo 2 denuncia mais duas mentiras aos problemas dos "santos". Em primeiro lugar, eles afirmam estar na luz, mas não estão realmente andando nos mandamentos de Deus. Aqui o apóstolo está lidando com algo mais grave do que quebrar os Dez Mandamentos. Ele coloca o dedo no problema central nos versos 7-17. No versículo 9, João chega ao coração do problema: "Quem afirma estar na luz, mas odeia seu irmão, continua nas trevas" (NVI). Um dos fatos tristes da história da igreja é que há muitos que pensam que podem amar a Deus sem amar aos seus semelhantes.
A segunda metade de João 2 lida com uma mentira ligada à Trindade. Eles negavam que Jesus era o Cristo divino e, portanto, estavam também negando o Pai (vs. 22, 23).
Estes eram membros da igreja que davam trabalho. Mas mais uma vez o apóstolo tem uma solução ao estilo do evangelho: "Filhinhos, agora permaneçam nEle para que, quando Ele se manifestar, tenhamos confiança" (v. 28 NVI). João encerra o capítulo com o pensamento de que todo aquele que é verdadeiramente justo fará tudo "nEle" (vs. 28, 29).
Aquele que permanecer no divino Cristo não só encontrará perdão (1Jo 1:9), mas também andará na luz dos mandamentos de Deus (vs. 3-6), especialmente o mandamento de amar os irmãos e irmãs (v. 9). De fato, permanecer nEle irá transformar nossas vidas em todos os sentidos.
George R. Knight
Estados Unidos
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/1jn/2/
Traduzido por JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: I João 2
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quarta-feira, 17 de junho de 2015
II Pedro 1
Comentário devocional:
Quando eu era um jovem pastor, eu recebi uma gravação do Pastor HMS Richards, intitulada: "Se eu fosse um jovem pastor de novo." Eu escutei aqueles conselhos inúmeras vezes. Eles continham a sabedoria de toda uma vida ao lado de Deus.
A segunda carta de Pedro para aqueles que "receberam conosco uma fé igualmente valiosa" (v. 1b NVI) contém conselhos inspirados do idoso apóstolo. Aqui, no capítulo 1, ele nos lembra de que o crescimento na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo é o trabalho de uma vida toda. Nesta jornada, devemos sempre lembrar que foi Seu poder que "nos deu tudo de que necessitamos para a vida e à piedade" (v. 3 NVI).
Um recurso precioso em nossa jornada cristã é a Palavra de Deus. Nós não "seguimos fábulas engenhosamente inventadas" (v. 16 NVI). Pedro dá seu testemunho pessoal do tempo que ele conviveu com Jesus, a Palavra viva de Deus. Pedro foi testemunha ocular de Sua majestade. Embora não estivesse presente no batismo de Jesus (v. 17), quando o Pai declarou: "Este é o Meu Filho amado, em quem Me agrado" (Mt 3:17 NVI), Pedro estava presente no Monte da Transfiguração (v. 18), quando o Pai declarou: "Este é Meu Filho amado. Ouçam-nO" (Mc 9:7 NVI).
Pedro também nos aponta para a Palavra de Deus escrita. Temos uma palavra profética segura que nos alcança através do ministério do Espírito Santo. Estas não são meramente palavras humanas escritas a respeito de Deus, mas é a própria Palavra de Deus transmitida através dos profetas inspirados para a família humana (v. 19). A Palavra escrita contém "grandíssimas e preciosas promessas", que podemos reivindicar como nossas.
Faríamos muito bem em recordar algumas das preciosas promessas da Palavra de Deus, que nos abençoaram na jornada cristã. Que promessas bíblicas lhe são mais preciosas?
Derek J. Morris D. Min.
Associação Geral IASD
Estados Unidos
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/2pe/1/
Traduzido por JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: II Pedro 1
Comentário em áudio
Quando eu era um jovem pastor, eu recebi uma gravação do Pastor HMS Richards, intitulada: "Se eu fosse um jovem pastor de novo." Eu escutei aqueles conselhos inúmeras vezes. Eles continham a sabedoria de toda uma vida ao lado de Deus.
A segunda carta de Pedro para aqueles que "receberam conosco uma fé igualmente valiosa" (v. 1b NVI) contém conselhos inspirados do idoso apóstolo. Aqui, no capítulo 1, ele nos lembra de que o crescimento na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo é o trabalho de uma vida toda. Nesta jornada, devemos sempre lembrar que foi Seu poder que "nos deu tudo de que necessitamos para a vida e à piedade" (v. 3 NVI).
Um recurso precioso em nossa jornada cristã é a Palavra de Deus. Nós não "seguimos fábulas engenhosamente inventadas" (v. 16 NVI). Pedro dá seu testemunho pessoal do tempo que ele conviveu com Jesus, a Palavra viva de Deus. Pedro foi testemunha ocular de Sua majestade. Embora não estivesse presente no batismo de Jesus (v. 17), quando o Pai declarou: "Este é o Meu Filho amado, em quem Me agrado" (Mt 3:17 NVI), Pedro estava presente no Monte da Transfiguração (v. 18), quando o Pai declarou: "Este é Meu Filho amado. Ouçam-nO" (Mc 9:7 NVI).
Pedro também nos aponta para a Palavra de Deus escrita. Temos uma palavra profética segura que nos alcança através do ministério do Espírito Santo. Estas não são meramente palavras humanas escritas a respeito de Deus, mas é a própria Palavra de Deus transmitida através dos profetas inspirados para a família humana (v. 19). A Palavra escrita contém "grandíssimas e preciosas promessas", que podemos reivindicar como nossas.
Faríamos muito bem em recordar algumas das preciosas promessas da Palavra de Deus, que nos abençoaram na jornada cristã. Que promessas bíblicas lhe são mais preciosas?
Derek J. Morris D. Min.
Associação Geral IASD
Estados Unidos
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/2pe/1/
Traduzido por JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: II Pedro 1
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sexta-feira, 5 de junho de 2015
Hebreus 12
Comentário devocional:
Hebreus 12 traz o argumento do capítulo 11 a um fechamento poderoso. Os heróis da história são uma multidão de testemunhas que aplaudem e reconhecem o maior modelo de fé: Jesus. Ele é o fundador e consumador da nossa fé, porque a Sua vida e sacrifício tornaram a nossa fé possível e significativa.
Os versos 3-11 nos convidam a considerar cuidadosamente o exemplo de Jesus e saber que a vitória da fé vem somente como o resultado de disciplina e paciência. Esta é uma lição difícil de aprender para aqueles que acreditam que a fé é uma coisa mágica, rápida.
Os versos 12-16 nos advertem contra o perigo da "raiz de amargura" que pode crescer e pode nos impedir de obter a graça de Deus, como aconteceu com a geração Israelita do deserto (Heb 3:12-13).
Os versos 18-24 contrastam a experiência da geração israelita do deserto no monte Sinai e a nossa no monte Sião. Hebreus sugere que nós, por meio da fé, somos capacitados a experimentar a entronização de Jesus, Sua consagração como sacerdote e a inauguração da nova aliança na Jerusalém celeste, representada como o monte Sião. Assim, enquanto os israelitas ficaram com medo diante do monte Sinai, podemos nos alegrar com a exaltação de nosso Senhor no céu.
Os versos 25-29 fecham o argumento da carta exortando-nos a prestar atenção ao que Deus nos tem dito por meio do Filho. Os israelitas falharam em obedecer a Deus que lhes falou no Monte Sinai e não entraram em Canaã. Quanto mais nós não devemos desconsiderar a Jesus que nos fala da Jerusalém celeste! Quando Deus falou no Sinai a montanha tremeu. Desta vez, quando Deus fala novamente do santuário celestial, todo o universo será abalado e somente os justos serão capazes de ficar de pé e herdar o reino de Deus (Salmos 15:5; 16:8; 21:7; 62:2; 112:6).
Felix H. Cortez
Andrews University Theological Seminary
Estados Unidos
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/heb/12/
Traduzido por JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: Hebreus 12
Comentário em áudio
Hebreus 12 traz o argumento do capítulo 11 a um fechamento poderoso. Os heróis da história são uma multidão de testemunhas que aplaudem e reconhecem o maior modelo de fé: Jesus. Ele é o fundador e consumador da nossa fé, porque a Sua vida e sacrifício tornaram a nossa fé possível e significativa.
Os versos 3-11 nos convidam a considerar cuidadosamente o exemplo de Jesus e saber que a vitória da fé vem somente como o resultado de disciplina e paciência. Esta é uma lição difícil de aprender para aqueles que acreditam que a fé é uma coisa mágica, rápida.
Os versos 12-16 nos advertem contra o perigo da "raiz de amargura" que pode crescer e pode nos impedir de obter a graça de Deus, como aconteceu com a geração Israelita do deserto (Heb 3:12-13).
Os versos 18-24 contrastam a experiência da geração israelita do deserto no monte Sinai e a nossa no monte Sião. Hebreus sugere que nós, por meio da fé, somos capacitados a experimentar a entronização de Jesus, Sua consagração como sacerdote e a inauguração da nova aliança na Jerusalém celeste, representada como o monte Sião. Assim, enquanto os israelitas ficaram com medo diante do monte Sinai, podemos nos alegrar com a exaltação de nosso Senhor no céu.
Os versos 25-29 fecham o argumento da carta exortando-nos a prestar atenção ao que Deus nos tem dito por meio do Filho. Os israelitas falharam em obedecer a Deus que lhes falou no Monte Sinai e não entraram em Canaã. Quanto mais nós não devemos desconsiderar a Jesus que nos fala da Jerusalém celeste! Quando Deus falou no Sinai a montanha tremeu. Desta vez, quando Deus fala novamente do santuário celestial, todo o universo será abalado e somente os justos serão capazes de ficar de pé e herdar o reino de Deus (Salmos 15:5; 16:8; 21:7; 62:2; 112:6).
Felix H. Cortez
Andrews University Theological Seminary
Estados Unidos
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/heb/12/
Traduzido por JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: Hebreus 12
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quarta-feira, 3 de junho de 2015
Hebreus 10
Comentário devocional:
O capítulo 10 de Hebreus nos convida a aceitar o sacrifício de Jesus em nosso favor e a nos achegarmos com fé à presença de Deus.
Os versos 1-10 nos lembram que os sacrifícios do santuário terrestre eram apenas sombras do verdadeiro sacrifício que Jesus ofereceu a Deus em obediência perfeita.
Os versos 11-14 nos lembram de que o ministério de Jesus é eficaz por causa de sua oferta perfeita. Por isso contrasta com o ministério dos sacerdotes terrenos que constantemente ofereciam sacrifícios que não podiam limpar a consciência.
Os versos 15-18 dizem que a promessa da nova aliança aboliu os sacrifícios, pois fornece o perdão perfeito e completo através do sacrifício de Jesus. Em vista disto, os versos 19-25 fornecem um convite empolgante para que nos aproximemos com confiança à própria presença de Deus, porque fomos lavados pelo sangue de Jesus.
Os versos 26-31 dizem que não existe nenhum outro sacrifício que possa ser apresentado para trazer perdão àqueles que rejeitam o sacrifício e o ministério de Jesus. Haverá apenas o julgamento para eles.
Então, os versos 31-39 convidam os leitores para se achegarem com fé à presença de Deus, apesar de perseguições e obstáculos provenientes do mundo em torno deles.
Essa é uma lição difícil de aprender. Nós sempre queremos trazer um presente, uma dádiva ou um sacrifício que possa nos tornar aceitáveis diante de Deus. O livro de Hebreus afirma que nenhum sacrifício humano é bom o suficiente para tornar-nos limpos. Nenhum sacrifício humano que venhamos a trazer pode nos tornar aceitáveis em Sua presença.
Deus providenciou em Jesus o único sacrifício que realmente pode nos purificar e nos tornar aceitáveis perante Ele. "Deus se opõe aos orgulhosos, mas concede graça aos humildes" (1 Pedro 5:5).
Aceitemos, portanto, o sacrifício de Jesus e nos aproximemos de Deus "com confiança", na "plena certeza" que a fé proporciona.
Felix H. Cortez
Andrews University Theological Seminary
Estados Unidos
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/heb/10/
Traduzido por JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: Hebreus 10
Comentário em áudio
O capítulo 10 de Hebreus nos convida a aceitar o sacrifício de Jesus em nosso favor e a nos achegarmos com fé à presença de Deus.
Os versos 1-10 nos lembram que os sacrifícios do santuário terrestre eram apenas sombras do verdadeiro sacrifício que Jesus ofereceu a Deus em obediência perfeita.
Os versos 11-14 nos lembram de que o ministério de Jesus é eficaz por causa de sua oferta perfeita. Por isso contrasta com o ministério dos sacerdotes terrenos que constantemente ofereciam sacrifícios que não podiam limpar a consciência.
Os versos 15-18 dizem que a promessa da nova aliança aboliu os sacrifícios, pois fornece o perdão perfeito e completo através do sacrifício de Jesus. Em vista disto, os versos 19-25 fornecem um convite empolgante para que nos aproximemos com confiança à própria presença de Deus, porque fomos lavados pelo sangue de Jesus.
Os versos 26-31 dizem que não existe nenhum outro sacrifício que possa ser apresentado para trazer perdão àqueles que rejeitam o sacrifício e o ministério de Jesus. Haverá apenas o julgamento para eles.
Então, os versos 31-39 convidam os leitores para se achegarem com fé à presença de Deus, apesar de perseguições e obstáculos provenientes do mundo em torno deles.
Essa é uma lição difícil de aprender. Nós sempre queremos trazer um presente, uma dádiva ou um sacrifício que possa nos tornar aceitáveis diante de Deus. O livro de Hebreus afirma que nenhum sacrifício humano é bom o suficiente para tornar-nos limpos. Nenhum sacrifício humano que venhamos a trazer pode nos tornar aceitáveis em Sua presença.
Deus providenciou em Jesus o único sacrifício que realmente pode nos purificar e nos tornar aceitáveis perante Ele. "Deus se opõe aos orgulhosos, mas concede graça aos humildes" (1 Pedro 5:5).
Aceitemos, portanto, o sacrifício de Jesus e nos aproximemos de Deus "com confiança", na "plena certeza" que a fé proporciona.
Felix H. Cortez
Andrews University Theological Seminary
Estados Unidos
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/heb/10/
Traduzido por JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: Hebreus 10
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Sacrifício
terça-feira, 2 de junho de 2015
Hebreus 9
Hebreus 9 - Comentário devocional:
O autor argumenta neste capítulo que Jesus proveu para nós a bênção do acesso direto a Deus, a mais cobiçada de todas as bênçãos.
Nos versos 1-10, os leitores são lembrados de que no primeiro santuário e seus regulamentos de adoração, as pessoas não tinham acesso a Deus. Só uma pessoa podia entrar no Santo dos Santos, onde estava o trono de Deus, e apenas uma vez por ano. O problema era que os sacrifícios oferecidos naquele tabernáculo não podiam purificar a consciência do adorador.
Os versos 11-14 afirmam, porém, que Jesus entrou uma vez por todas no santuário celestial e ofereceu um sacrifício perfeito que purifica nossas consciências. Os versos 15-23 afirmam que esse sacrifício cumpriu dois propósitos. O primeiro foi nos redimir da transgressão cometida sob a primeira aliança e o segundo foi inaugurar a nova aliança com o Seu novo santuário, o celestial.
Então, os versos 24-29 culminam o argumento, tornando clara a importância daquilo que foi feito por Jesus. Enquanto os sacerdotes só podiam entrar uma vez por ano na presença de Deus no Lugar Santíssimo, Jesus entrou uma vez por todas no santuário celestial para dar início ao seu ministério eterno (Hb 7:25) em nosso favor. Não só isso, ele afastou o pecado pelo Seu sacrifício, o que nos recorda a profecia de Daniel 9:24 de que o Messias viria "acabar com a transgressão, dar fim ao pecado, expiar as culpas, trazer justiça eterna" (NVI). No verso 27, o autor menciona que há uma segunda fase no ministério de Jesus relacionada com o julgamento, mas o objetivo deste julgamento será trazer a salvação ao Seu povo.
Eu amo a maneira como Hebreus 9:24 descreve o sacrifício e a ascensão de Jesus "para ... se apresentar diante de Deus em nosso favor" (NVI). A expressão hebraica "se apresentar diante de Deus" significa pedir ajuda a Deus. A esperança era que ao estar diante de Deus o Seu rosto brilhasse com alegria (Nm 6:25). Isto é certamente o que aconteceu quando Jesus apareceu perante o Pai em nosso benefício.
Que o rosto de Deus brilhe sobre você hoje!
Felix H. Cortez
Andrews University Theological Seminary
Estados Unidos
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/heb/9/
Traduzido por JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: Hebreus 9
Comentário em áudio
O autor argumenta neste capítulo que Jesus proveu para nós a bênção do acesso direto a Deus, a mais cobiçada de todas as bênçãos.
Nos versos 1-10, os leitores são lembrados de que no primeiro santuário e seus regulamentos de adoração, as pessoas não tinham acesso a Deus. Só uma pessoa podia entrar no Santo dos Santos, onde estava o trono de Deus, e apenas uma vez por ano. O problema era que os sacrifícios oferecidos naquele tabernáculo não podiam purificar a consciência do adorador.
Os versos 11-14 afirmam, porém, que Jesus entrou uma vez por todas no santuário celestial e ofereceu um sacrifício perfeito que purifica nossas consciências. Os versos 15-23 afirmam que esse sacrifício cumpriu dois propósitos. O primeiro foi nos redimir da transgressão cometida sob a primeira aliança e o segundo foi inaugurar a nova aliança com o Seu novo santuário, o celestial.
Então, os versos 24-29 culminam o argumento, tornando clara a importância daquilo que foi feito por Jesus. Enquanto os sacerdotes só podiam entrar uma vez por ano na presença de Deus no Lugar Santíssimo, Jesus entrou uma vez por todas no santuário celestial para dar início ao seu ministério eterno (Hb 7:25) em nosso favor. Não só isso, ele afastou o pecado pelo Seu sacrifício, o que nos recorda a profecia de Daniel 9:24 de que o Messias viria "acabar com a transgressão, dar fim ao pecado, expiar as culpas, trazer justiça eterna" (NVI). No verso 27, o autor menciona que há uma segunda fase no ministério de Jesus relacionada com o julgamento, mas o objetivo deste julgamento será trazer a salvação ao Seu povo.
Eu amo a maneira como Hebreus 9:24 descreve o sacrifício e a ascensão de Jesus "para ... se apresentar diante de Deus em nosso favor" (NVI). A expressão hebraica "se apresentar diante de Deus" significa pedir ajuda a Deus. A esperança era que ao estar diante de Deus o Seu rosto brilhasse com alegria (Nm 6:25). Isto é certamente o que aconteceu quando Jesus apareceu perante o Pai em nosso benefício.
Que o rosto de Deus brilhe sobre você hoje!
Felix H. Cortez
Andrews University Theological Seminary
Estados Unidos
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/heb/9/
Traduzido por JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: Hebreus 9
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segunda-feira, 1 de junho de 2015
Hebreus 8 - Comentários Selecionados
1 Tal sumo sacerdote. Cristo não é um sumo sacerdote comum, como os do sacerdócio araônico. Eles serviam na Terra (v. 4). Ele atua ao lado do trono de Deus. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 479.
2 Verdadeiro. Do gr. alêihinos, "genuíno", real". O santuário terrestre era apenas um tipo do celestial. CBASD, vol. 7, p. 479.
4 Nem mesmo sacerdote seria. As regras do sacerdócio levítico eram aplicadas rigorosamente, e, se Cristo estivesse na Terra, Ele não Se qualificaria. Somente os da tribo de Levi eram elegíveis, e Cristo pertencia à tribo de Judá. Seu sacerdócio era independente e celestial, segundo a ordem de Melquisedeque. CBASD, vol. 7, p. 479.
6 Ministério tanto mais excelente. Com este versículo, o autor começa a discussão de Cristo como "Mediador de superior aliança". O argumento para o ministério superior de Cristo é baseado no fato de Ele ser mediador de uma aliança superior estabelecida sobre superiores promessas. CBASD, vol. 7, p. 480.
7 Sem defeito. A implicação é que a antiga aliança continha defeitos. No entanto, a culpa disso estava com as pessoas que a aplicavam mal. A lei, por si só, não aperfeiçoava ninguém. Mas, se corretamente empregada, teria apontado o Salvador e a salvação a todos. Os repetidos apelos dos profetas ao povo para que aceitasse as disposições da aliança eterna não foram atendidos. CBASD, vol. 7, p. 480.
10 Imprimirei as Minhas leis. No monte Sinai, o Senhor escreveu Suas leis em tábuas de pedra (Dt 4:13) e em um livro (Dt 31:24, 26). Ele espera que estas leis também sejam escritas no coração das pessoas. Só Deus pode "imprimir" a lei no coração de Seus seguidores, embora, é claro, não sem consentimento e cooperação (Ap 22:17). CBASD, vol. 7, p. 480.
Eu serei o seu Deus. Este é o objetivo da aliança de Deus (Ex 6:7). Deus é reconhecido como tal e os fiéis se tornam Seus filhos. CBASD, vol. 7, p. 480.
12 Usarei de misericórdia. Quando Jeremias disse estas palavras, na véspera do cativeiro, elas eram uma promessa do que Deus estava disposto a fazer se o povo rebelde se voltasse para Ele. Para o cristão, elas são uma promessa de perdão completo e gratuito por meio do sangue de Jesus, sem o derramamento de sangue de animais sob o sistema levítico. CBASD, vol. 7, p. 482.
Jamais Me lembrarei. Isto é, Deus não vai mais exibir esses pecados contra o transgressor. Deus lança todos os pecados confessados para trás. Ele os lança nas profundezas do mar. CBASD, vol. 7, p. 482.
13 Prestes a desaparecer. Os leitores da epístola estavam sendo preparados para o momento em que o antigo sistema seria abandonado completamente. CBASD, vol. 7, p. 482.
domingo, 31 de maio de 2015
Hebreus 7 - Comentários Selecionados
1 Melquisedeque. Sobre os fatos históricos mencionados neste versículo, ver Gn 14:18-20. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 473.
2 Abraão separou o dízimo. Ver Gn 14:20. Abraão não teria dado a Melquisedeque o dízimo de tudo se não o tivesse reconhecido como sacerdote e, portanto, com o direito de receber o dízimo. Tem havido muita discussão a respeito de quem foi Melquisedeque. As informações sobre ele são escassas (Gn 14:18-20; SI 110:4). Alguns acreditam que era o próprio Cristo, o Espírito Santo ou Sem, outros ainda pensam tratar-se de um ser sobrenatural de outro mundo. Na ausência de evidências para qualquer dessas posições, este Comentário aceita que Melquisedeque devia ser contemporâneo de Abraão, rei de um dos pequenos principados da época (Gn 14:18). Ele é apresentado em Hebreus como um tipo de Cristo, com base na previsão messiânica do Salmo 110:4. CBASD, vol. 7, p. 473.
3 Sem pai, sem mãe. Estas palavras deram origem à especulação de que Melquisedeque era um ser sobrenatural, uma vez que era sem pais, sem princípio e sem fim. Essa afirmação só poderia ser literalmente verdadeira a respeito das pessoas da Divindade. No entanto, o autor pode simplesmente querer dizer que não havia registro acerca do pai e da mãe de Melquisedeque. CBASD, vol. 7, p. 474.
Sem genealogia. Do gr. agenealogetos. Os judeus eram muito cuidadosos em registrar e preservar a genealogia, especialmente no caso dos sacerdotes (Ed 2:61-63). Ninguém podia servir como sacerdote a menos que pertencesse à família de Arão, da tribo de Levi; e isso devia ser comprovado sem qualquer dúvida. Se houvesse uma ruptura na linhagem em algum lugar, o indivíduo seria rejeitado e, assim, perderia os privilégios concedidos aos sacerdotes. Por essa razão, os judeus e, especialmente, os sacerdotes, preservavam cuidadosamente seus registros genealógicos. Por sua vez, não existe uma genealogia de Melquisedeque. CBASD, vol. 7, p. 474.
5 Mandamento de recolher [...] os dízimos. Os levitas tinham o direito de receber os dízimos em virtude de uma ordem divina (Nm 18:21). No entanto, eles não foram os primeiros a fazê-lo. Melquisedeque fez isso antes deles. Se eles foram divinamente ordenados, assim também foi com Melquisedeque. O fato de que "até o patriarca Abraão" entregou o dízimo a Melquisedeque mostra, portanto, que este era superior. Se os levitas estavam autorizados por Deus a receber os dízimos, Melquisedeque, ainda mais. CBASD, vol. 7, p. 474.
8 Vive. Naturalmente, esta não é uma verdade literal a respeito de Melquisedeque, e a ausência de registro bíblico sobre sua morte não implica que ainda estivesse vivo. Estas palavras parecem ultrapassar Melquisedeque, alcançando Alguém maior do que ele mesmo. O autor afirma que Cristo "vive sempre" (v. 25). O sacerdócio de Melquisedeque permanece no sacerdócio de Cristo. CBASD, vol. 7, p. 475.
11 Perfeição. O sacerdócio levítico e a lei cerimonial eram provisórios e representativos, apontando para a futura obra que Cristo executaria. A perfeição não veio por meio da lei, mas por meio de Cristo a quem esta apontava (Hb 9, 10). CBASD, vol. 7, p. 475.
Que necessidade haveria. O sistema levítico não se destinava a ser um fim em si mesmo. Existia para revelar Cristo à humanidade, o único em quem há salvação. Se o sistema pudesse prover salvação independentemente da obra de Cristo, Seu ministério não seria necessário. CBASD, vol. 7, p. 475.
17 Sacerdote para sempre. O autor volta a esta declaração do Salmo 110:4 vez após outra (Hb 5:6, 10; 6:20; 7:21), pois nesta afirmação repousa seu argumento. Ninguém poderia ser sacerdote para sempre. Os sacerdotes levíticos serviam por apenas alguns anos. Se, portanto, estava por vir alguém que serviria para sempre, ele deveria ser mais do que um ser humano, mais do que um levita. Por isso, é "muito mais evidente" (v. 15) que deveria haver uma mudança na lei sacerdotal para que esse sacerdote pudesse oficiar. CBASD, vol. 7, p. 475.
18 Fraqueza e inutilidade. Não era assim intrinsecamente, pois o próprio Deus a instituiu, mas assim estava por causa da atitude das pessoas para com ela. Os judeus fizeram da lei um fim em si mesma e acreditavam que a obediência lhes traria a salvação. Eles tinham o evangelho, mas isso não lhes era efetivo porque não mantiveram uma atitude de fé (Hb 4:2). CBASD, vol. 7, p. 476.
19 A lei nunca aperfeiçoou. Ou seja, a lei por si mesma. Não quer dizer que a salvação fosse impossível nos tempos do AT. A perfeição era possível, mas pelo mesmo meio empregado no NT: a fé em Jesus Cristo. "A lei nos serviu de aio para nos conduzir a Cristo. [...] Mas, tendo vindo a fé, já não permanecemos subordinados ao aio" (Gl 3:24, 25). CBASD, vol. 7, p. 476.
24 Imutável. Do gr. aparabatos, "permanente". Os sacerdotes levíticos não poderiam continuar pelo motivo da morte. Cristo, porém, "vive sempre para interceder" (Hb 7:25; Ap 1:18). CBASD, vol. 7, p. 476.
28 Posterior à lei. O sistema cerimonial expirou na cruz (Rm 6:14; Ef 2:15; Cl 2:14). Cristo assumiu Seu ofício sacerdotal após ter expirado a lei que regulamentava o sacerdócio levítico. CBASD, vol. 7, p. 477.
Para sempre. Em contraste com o sacerdócio temporário dos levitas. CBASD, vol. 7, p. 478.
Hebreus 7
Comentário devocional:
Hebreus 6 termina com a ideia de que Jesus é a "âncora firme e segura da alma " (6:19). Hebreus 7 explica o porquê.
O capítulo está dividido em duas grandes seções. Os versos 1-10 descrevem três principais características de Melquisedeque que prefiguravam o sacerdócio de Jesus. Os versos 11-28 explicam como essas características, cumpridas em Jesus, nos fornecem total segurança.
O nome Melquisedeque significa que ele é um rei de justiça (v. 2). Isto prefigurava Jesus, que é "santo, inculpável, puro, separado dos pecadores ... perfeito para sempre" (Hebreus 7:26-28). Não há pecados que possam separá-lo do Pai. Ele está perfeitamente qualificado a se aproximar de Deus em nosso favor, sem impedimento.
Melquisedeque era rei de Salém, o que significa rei de paz (v. 2). O autor diz que enquanto a lei da ordem sacerdotal de Levi não poderia aperfeiçoar os adoradores, o ministério de Jesus traz a perfeição (vs. 11, 18-19). Perfeição está relacionada com a palavra hebraica "paz" (שלום - shalom), que significa também "inteiro, completo". Jesus traz a perfeição no sentido de que ele pode realmente proporcionar a remissão dos pecados (10:1-4) e também nos fornece acesso a Deus (10:19-23).
Melquisedeque não tem genealogia (v. 3a). Ele não era um sacerdote, porque ele pertencia a uma família de sacerdotes - como era o caso de Aarão. Na verdade, ele foi feito sacerdote através de um juramento, que não pode ser quebrado (7:20-22). O autor sugere que a Escritura não registra a genealogia de Melquisedeque para que ele pudesse "se parecer" com o Filho de Deus, que realmente não tinha "nem princípio de dias nem fim de vida" (v. 3b).
Assim, o sacerdócio de Jesus fornece uma certeza que o sacerdócio levítico não podia oferecer. Ele é um sacerdote perfeito que tem acesso irrestrito a Deus. Ele proporciona limpeza completa. Ele também vive para sempre para interceder por nós. Que maravilhoso amor tem Deus a ponto de ter designado Jesus para ser o nosso sumo sacerdote.
Precisamos nos apegar a Ele como a âncora de nossa alma, segura e firme!
Felix H. Cortez
Andrews University Theological Seminary
Estados Unidos
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/heb/7/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Hebreus 7
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sexta-feira, 29 de maio de 2015
Hebreus 5
Comentário devocional:
Hebreus 5 nos diz que Jesus foi nomeado nosso sumo sacerdote. Na visão do mundo antigo, sacerdotes eram nomeados para mediar entre Deus e os seres humanos. Eles se purificavam para lidar com o mundo divino e sabiam como se aproximar de Deus a fim de receber as bênçãos solicitadas.
Os versos 1-6 nos dizem que foi o próprio Deus quem designou Jesus como sumo sacerdote. Isso nos lembra de que o Pai sempre quis restaurar o seu relacionamento conosco. Deus escolheu Jesus porque ele era o "Filho". Conforme vimos em Hebreus 1 e 2, o Filho era ao mesmo tempo um com Deus e um com o homem. Assim, Ele é o mediador perfeito.
Os versos 7-10 dizem que Deus aperfeiçoou Jesus para o cargo de sacerdócio por meio do sofrimento. Por quê? Ele se ofereceu como sacrifício pelo pecado em nosso nome e foi aceito. Este capítulo também enfatiza que Jesus ao obedecer experimentou o sofrimento. Desse modo podemos ter certeza que Ele nos entende quando também passamos por sofrimentos.
Os versos 11-14 afirmam que é difícil para muitos entender a ideia de que Jesus é nosso sumo sacerdote perfeito. Mas o cristão maduro entende que há somente um mediador e que este mediador é Jesus (1 Timóteo 2:5).
Felix H. Cortez
Universidade Andrews
Estados Unidos
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/heb/5/
Traduzido por JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: Hebreus 5
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Hebreus 5 nos diz que Jesus foi nomeado nosso sumo sacerdote. Na visão do mundo antigo, sacerdotes eram nomeados para mediar entre Deus e os seres humanos. Eles se purificavam para lidar com o mundo divino e sabiam como se aproximar de Deus a fim de receber as bênçãos solicitadas.
Os versos 1-6 nos dizem que foi o próprio Deus quem designou Jesus como sumo sacerdote. Isso nos lembra de que o Pai sempre quis restaurar o seu relacionamento conosco. Deus escolheu Jesus porque ele era o "Filho". Conforme vimos em Hebreus 1 e 2, o Filho era ao mesmo tempo um com Deus e um com o homem. Assim, Ele é o mediador perfeito.
Os versos 7-10 dizem que Deus aperfeiçoou Jesus para o cargo de sacerdócio por meio do sofrimento. Por quê? Ele se ofereceu como sacrifício pelo pecado em nosso nome e foi aceito. Este capítulo também enfatiza que Jesus ao obedecer experimentou o sofrimento. Desse modo podemos ter certeza que Ele nos entende quando também passamos por sofrimentos.
Os versos 11-14 afirmam que é difícil para muitos entender a ideia de que Jesus é nosso sumo sacerdote perfeito. Mas o cristão maduro entende que há somente um mediador e que este mediador é Jesus (1 Timóteo 2:5).
Felix H. Cortez
Universidade Andrews
Estados Unidos
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/heb/5/
Traduzido por JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: Hebreus 5
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terça-feira, 26 de maio de 2015
Hebreus 2
Comentário devocional:
Quando meus filhos eram ainda muito novos eu gostava de ir para o quintal de nossa casa e explorar com eles a magnificência dos céus à noite com a ajuda de um pequeno telescópio. Como somos pequenos em comparação com o vasto universo!
Isso é o que Davi sentiu quando olhou para os céus. Mas Deus mostrou-lhe que o Seu objetivo para o homem é que ele fosse o supremo governante do mundo, responsável por toda a criação (Sl 8:6)! Quão magnífico era o plano de Deus para a humanidade!
O autor de Hebreus sugere, no entanto, que este salmo tem um segundo significado. O salmo também fala que Jesus seria feito "um pouco menor que os anjos" para que pudesse morrer em nosso lugar e nos salvar (vs. 7, 9; Sl 8:5). O segundo capítulo de Hebreus, fornece, então, um complemento à descrição gloriosa de Jesus no capítulo 1.
O primeiro capítulo fala sobre a grandeza da exaltação de Jesus. O capítulo 2 fala sobre as profundezas da encarnação de Jesus (vs. 9-18).
- Hebreus 1:1-14 reflete sobre o relacionamento de Jesus com Deus, mas Hebreus 2:5-18 foca no relacionamento de Jesus com os seres humanos.
- Lá, Ele é o Filho de Deus, "o resplendor da glória e a expressão exata do seu Ser" (Hb. 1:3 ARA); aqui, Ele é o Filho do Homem, feito menor que os anjos, totalmente humano, até mesmo passível de morte.
- Lá, Deus fala ao Filho (1:5); aqui, Jesus responde a Deus (2:12, 13).
- Lá, Deus proclama: "Tu és meu Filho" (1: 5); aqui, Jesus aceita os homens como Seus "irmãos" (v.12).
- Lá, Deus declara a soberania divina do Filho (1:8-12); aqui, o Filho afirma sua lealdade a Deus (v. 13a).
- Lá, Deus convida o Filho: "Senta-Te à Minha direita" (1:13); aqui, o Filho aceita o convite: "Aqui estou eu com os filhos que Deus me deu" (v.13b).
- Lá, Jesus é o divino Senhor, criador, sustentador e soberano (1:2, 3, 6, 8, 10, 13); aqui, Jesus é o sumo sacerdote humano, misericordioso e fiel (2:17).
Assim, a descrição de Jesus como sumo sacerdote fiel e misericordioso (vs. 17, 18) culmina a descrição do Filho como a manifestação suprema de Deus (1:1-4).
Sim, quando pecamos nós nos tornamos ainda menores em relação ao universo. Mas, ao enviar Seu Filho para morrer por nós, Deus mostrou o quanto somos importantes diante dos Seus olhos.
Oh Deus, "Senhor nosso, como é majestoso o teu nome em toda a terra!" (Sl 8:1, 9 NVI).
Felix H. Cortez
Universidade Andrews
Estados Unidos
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/heb/2/
Traduzido por JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: Hebreus 2
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Quando meus filhos eram ainda muito novos eu gostava de ir para o quintal de nossa casa e explorar com eles a magnificência dos céus à noite com a ajuda de um pequeno telescópio. Como somos pequenos em comparação com o vasto universo!
Isso é o que Davi sentiu quando olhou para os céus. Mas Deus mostrou-lhe que o Seu objetivo para o homem é que ele fosse o supremo governante do mundo, responsável por toda a criação (Sl 8:6)! Quão magnífico era o plano de Deus para a humanidade!
O autor de Hebreus sugere, no entanto, que este salmo tem um segundo significado. O salmo também fala que Jesus seria feito "um pouco menor que os anjos" para que pudesse morrer em nosso lugar e nos salvar (vs. 7, 9; Sl 8:5). O segundo capítulo de Hebreus, fornece, então, um complemento à descrição gloriosa de Jesus no capítulo 1.
O primeiro capítulo fala sobre a grandeza da exaltação de Jesus. O capítulo 2 fala sobre as profundezas da encarnação de Jesus (vs. 9-18).
- Hebreus 1:1-14 reflete sobre o relacionamento de Jesus com Deus, mas Hebreus 2:5-18 foca no relacionamento de Jesus com os seres humanos.
- Lá, Ele é o Filho de Deus, "o resplendor da glória e a expressão exata do seu Ser" (Hb. 1:3 ARA); aqui, Ele é o Filho do Homem, feito menor que os anjos, totalmente humano, até mesmo passível de morte.
- Lá, Deus fala ao Filho (1:5); aqui, Jesus responde a Deus (2:12, 13).
- Lá, Deus proclama: "Tu és meu Filho" (1: 5); aqui, Jesus aceita os homens como Seus "irmãos" (v.12).
- Lá, Deus declara a soberania divina do Filho (1:8-12); aqui, o Filho afirma sua lealdade a Deus (v. 13a).
- Lá, Deus convida o Filho: "Senta-Te à Minha direita" (1:13); aqui, o Filho aceita o convite: "Aqui estou eu com os filhos que Deus me deu" (v.13b).
- Lá, Jesus é o divino Senhor, criador, sustentador e soberano (1:2, 3, 6, 8, 10, 13); aqui, Jesus é o sumo sacerdote humano, misericordioso e fiel (2:17).
Assim, a descrição de Jesus como sumo sacerdote fiel e misericordioso (vs. 17, 18) culmina a descrição do Filho como a manifestação suprema de Deus (1:1-4).
Sim, quando pecamos nós nos tornamos ainda menores em relação ao universo. Mas, ao enviar Seu Filho para morrer por nós, Deus mostrou o quanto somos importantes diante dos Seus olhos.
Oh Deus, "Senhor nosso, como é majestoso o teu nome em toda a terra!" (Sl 8:1, 9 NVI).
Felix H. Cortez
Universidade Andrews
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Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/heb/2/
Traduzido por JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: Hebreus 2
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