Comentário devocional:
O segundo capítulo de 1 João apresenta mais algumas reivindicações dos mentirosos do capítulo 1 que se julgavam "sem pecado", causando problemas na igreja.
Mas antes dele apresentar essas reivindicações João nos concede um pouco mais de evangelho puro; algumas das melhores porções do Novo Testamento. "Meus filhinhos", ele pastoralmente observa: "escrevo-lhes estas coisas para que vocês não pequem. Se, porém, alguém pecar, temos um intercessor junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo; Ele é a propiciação pelos nossos pecados, e não somente pelos nossos, mas também pelos pecados de todo o mundo"(vs. 1, 2 NVI). As declarações dos evangelhos não conseguem ser muito melhores do que isso.
Mas João precisa voltar a falar a respeito dos mentirosos "sem pecado". O capítulo 2 denuncia mais duas mentiras aos problemas dos "santos". Em primeiro lugar, eles afirmam estar na luz, mas não estão realmente andando nos mandamentos de Deus. Aqui o apóstolo está lidando com algo mais grave do que quebrar os Dez Mandamentos. Ele coloca o dedo no problema central nos versos 7-17. No versículo 9, João chega ao coração do problema: "Quem afirma estar na luz, mas odeia seu irmão, continua nas trevas" (NVI). Um dos fatos tristes da história da igreja é que há muitos que pensam que podem amar a Deus sem amar aos seus semelhantes.
A segunda metade de João 2 lida com uma mentira ligada à Trindade. Eles negavam que Jesus era o Cristo divino e, portanto, estavam também negando o Pai (vs. 22, 23).
Estes eram membros da igreja que davam trabalho. Mas mais uma vez o apóstolo tem uma solução ao estilo do evangelho: "Filhinhos, agora permaneçam nEle para que, quando Ele se manifestar, tenhamos confiança" (v. 28 NVI). João encerra o capítulo com o pensamento de que todo aquele que é verdadeiramente justo fará tudo "nEle" (vs. 28, 29).
Aquele que permanecer no divino Cristo não só encontrará perdão (1Jo 1:9), mas também andará na luz dos mandamentos de Deus (vs. 3-6), especialmente o mandamento de amar os irmãos e irmãs (v. 9). De fato, permanecer nEle irá transformar nossas vidas em todos os sentidos.
George R. Knight
Estados Unidos
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/1jn/2/
Traduzido por JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: I João 2
Comentário em áudio
Plano mundial de Reavivamento e Reforma, pela leitura devocional de um capítulo da Bíblia por dia. De abril de 2012 a julho de 2015.
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domingo, 21 de junho de 2015
I João 2
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sexta-feira, 5 de junho de 2015
Hebreus 12 - Comentários Selecionados
1 Tenazmente nos assedia. Ou, "facilmente nos distrai". Alguns sugerem que "agarrar fortemente" pode ter sido o sentido original. Por mais que um pecado nos detenha e por mais doloroso que seja o processo de separação, ele deve ser deixado para trás, uma vez que a vitória na corrida da vida é o alvo a ser atingido. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 523.
3 Para que não vos fatigueis. Um olhar sobre o fardo que Cristo levou fará nossos fardos parecerem comparativamente leves (Mt 11:28-30). Se olharmos para Jesus e considerarmos o que Ele suportou, as dificuldades e decepções serão suportadas mais facilmente. CBASD, vol. 7, p. 525.
4 Não tendes resistido até ao sangue. Ou seja, até a morte. Aqui, a metáfora dos v. 1 e 2 muda um pouco. O cristão ainda está na arena com a figurativa "nuvem de testemunhas" olhando fixamente para ele; então, ele é confrontado por um oponente que espera envolvê-lo num combate mortal. O cristão ainda não experimentou tudo o que o mal
pode fazer contra ele, nem deve pensar que está sofrendo mais na sua luta contra o pecado do que Deus pode legitimamente esperar dele (l Co 10:13). No entanto, desembaraçando-se do pecado que o assedia, ele é chamado a resistir à tentação com toda a firmeza resoluta que empregaria para enfrentar um antagonista em uma batalha fatal. CBASD, vol. 7, p. 525.
6 Açoita. Deus administra toda disciplina necessária para a formação do caráter, ou permite experiências que alcancem esse objetivo. No entanto, a declaração não deve ser lida literalmente, como se Deus pessoalmente ou diretamente autorizasse ou ordenasse o sofrimento e a tristeza que acompanham as experiências disciplinares. CBASD, vol. 7, p. 526.
10 Participantes da Sua santidade. O objetivo de toda disciplina divina é a transformação do caráter. A meta é a perfeição (Mt 5:48). CBASD, vol. 7, p. 527.
14 Santificação. Só os puros de coração podem esperar ver a Deus (Hb 5:8). CBASD, vol. 7, p. 529.
17 Não achou lugar de arrependimento. Os longos anos vivendo apenas para as atividades terrenas privaram Esaú da capacidade de suportar as mais pesadas responsabilidades da vida. Por escolha própria, sua mente e seu caráter se tornaram incorrigíveis. O autor de Hebreus não está sugerindo que Esaú realmente desejou
se arrepender de seus maus caminhos, mas simplesmente que se arrependeu de ter vendido o direito de primogenitura. Desejou tê-lo de volta, mas percebeu que a situação era irrevogável. Ele o havia perdido para sempre. Nenhum ato arbitrário de Deus impediu Esaú de receber a herança que normalmente teria sido dele. Seu próprio caráter o incapacitou para tais privilégios e responsabilidades. CBASD, vol. 7, p. 529.
Com lágrimas. Quando Esaú percebeu o que havia perdido, "bradou com profundo amargor" (Gn 27:34). CBASD, vol. 7, p. 529.
21 De tal modo era horrível. A ênfase está na imponência do que foi visto e ouvido, principalmente a voz de Deus. Face a face com o Legislador e Juiz de toda a Terra, o povo experimentou algo do "temor do Senhor" (2Co 5:11). A promulgação da lei no Sinai foi seguida por impressionante exposição do poder e da majestade de Deus. Nunca antes nem depois o mundo presenciou algo que inspirasse tanto medo. CBASD, vol. 7, p. 530.
23 Igreja dos primogênitos. Uma referência aos cristãos renascidos, ou toda a igreja invisível. CBASD, vol. 7, p. 530.
Arrolados nos céus. Ou, "gravados no Céu", isto é, no Livro da Vida do Cordeiro (Ap 3:5). CBASD, vol. 7, p. 530.
Justos aperfeiçoados. Estes são os cristãos amadurecidos. CBASD, vol. 7, p. 530.
27 Coisas abaladas. Ou seja, que podem ser abaladas. O pecado e todas as suas obras serão "abalados". O presente mundo com tudo que nele há vai passar. CBASD, vol. 7, p. 531.
Coisas que não são abaladas. Ou seja, o "reino inabalável", incluindo todos os "justos aperfeiçoados". CBASD, vol. 7, p. 531.
Permaneçam. Quando a voz de Deus sacudir novamente o céu e a terra, só o que é reto, puro e verdadeiro permanecerá. CBASD, vol. 7, p. 531.
29 Fogo consumidor. Isto foi demonstrado no monte Sinai (Êx 24:17). O fogo do dia final destruirá tudo o que estiver contaminado pelo pecado (2Pe 3:7, 10-12). CBASD, vol. 7, p. 532.
quarta-feira, 26 de novembro de 2014
Mateus 25
Comentário devocional:
Após a descrição da Segunda Vinda e dos sinais que a anteciparão, Jesus dá uma série de ilustrações para destacar certas coisas a respeito da Segunda Vinda em si. Esta série de comentários começa em Mt 24:32 e continua através de Mateus 25.
Dois temas importantes se destacam nestas declarações. Primeiro é o tema da data da vinda e a surpresa associada. Se por um lado ninguém sabe o dia nem a hora (24:36), por outro podemos saber que o tempo de Sua vinda está próximo (24:32-35).
Apesar de podermos saber da proximidade, muitos serão pegos de surpresa (24:39) e Ele virá para eles em um momento inesperado (24:44). Relacionado com este momento inesperado, alguns pensarão que o retorno está demorando e não farão uma preparação adequada (24:45-51; 25:1-13). Estas parábolas que citam o atraso nos dão a chave para não sermos pegos de surpresa. O servo que trabalha fielmente para promover os interesses do patrão, não terá qualquer angústia ou surpresa quando do seu retorno.
A segunda ênfase temática envolve a mensagem básica do julgamento. As referências a Noé e ao dilúvio, os servos fiéis em contraste com os servos infiéis (Mt 24:36-51), juntamente com as parábolas das 10 virgens, dos talentos e da separação das ovelhas e dos bodes, todas elas apontam para uma grande separação dos justos e dos perversos através de um processo de julgamento. As duas parábolas acerca dos servos apontam mais claramente ao juízo investigativo. O mestre ou rei vem, inspeciona e avalia, investiga e, em seguida, decreta uma sentença de recompensa ou punição. Várias parábolas são apresentadas uma após a outra as quais enfatizam esse tema do julgamento.
Fica evidente que Jesus não está ensinando que todos serão salvos (universalismo). Além disso, é muito claro que Deus julga e acerta contas com cada pessoa individualmente. Quem crê em Jesus não será julgado - os Seus méritos apagam suas faltas (Jo 3:18). Este se envolverá com os negócios do Rei, multiplicando talentos e tratando outros servos com dignidade e graça.
Esta é a forma de nos prepararmos para a segunda vinda: manter vivo nosso relacionamento com Deus através do Espírito Santo (azeite das virgens). Este envolvimento com o Espírito nos motivará e capacitará a estarmos ativamente engajados na construção do reino como servos do Mestre e Rei.
Stephen Bauer, Ph.D.
Professor de Teologia e Ética
Universidade Adventista do Sul
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/mat/25/
Traduzido por JDS/JAQ
Texto bíblico: Mateus 25
Comentário em áudio
Após a descrição da Segunda Vinda e dos sinais que a anteciparão, Jesus dá uma série de ilustrações para destacar certas coisas a respeito da Segunda Vinda em si. Esta série de comentários começa em Mt 24:32 e continua através de Mateus 25.
Dois temas importantes se destacam nestas declarações. Primeiro é o tema da data da vinda e a surpresa associada. Se por um lado ninguém sabe o dia nem a hora (24:36), por outro podemos saber que o tempo de Sua vinda está próximo (24:32-35).
Apesar de podermos saber da proximidade, muitos serão pegos de surpresa (24:39) e Ele virá para eles em um momento inesperado (24:44). Relacionado com este momento inesperado, alguns pensarão que o retorno está demorando e não farão uma preparação adequada (24:45-51; 25:1-13). Estas parábolas que citam o atraso nos dão a chave para não sermos pegos de surpresa. O servo que trabalha fielmente para promover os interesses do patrão, não terá qualquer angústia ou surpresa quando do seu retorno.
A segunda ênfase temática envolve a mensagem básica do julgamento. As referências a Noé e ao dilúvio, os servos fiéis em contraste com os servos infiéis (Mt 24:36-51), juntamente com as parábolas das 10 virgens, dos talentos e da separação das ovelhas e dos bodes, todas elas apontam para uma grande separação dos justos e dos perversos através de um processo de julgamento. As duas parábolas acerca dos servos apontam mais claramente ao juízo investigativo. O mestre ou rei vem, inspeciona e avalia, investiga e, em seguida, decreta uma sentença de recompensa ou punição. Várias parábolas são apresentadas uma após a outra as quais enfatizam esse tema do julgamento.
Fica evidente que Jesus não está ensinando que todos serão salvos (universalismo). Além disso, é muito claro que Deus julga e acerta contas com cada pessoa individualmente. Quem crê em Jesus não será julgado - os Seus méritos apagam suas faltas (Jo 3:18). Este se envolverá com os negócios do Rei, multiplicando talentos e tratando outros servos com dignidade e graça.
Esta é a forma de nos prepararmos para a segunda vinda: manter vivo nosso relacionamento com Deus através do Espírito Santo (azeite das virgens). Este envolvimento com o Espírito nos motivará e capacitará a estarmos ativamente engajados na construção do reino como servos do Mestre e Rei.
Stephen Bauer, Ph.D.
Professor de Teologia e Ética
Universidade Adventista do Sul
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/mat/25/
Traduzido por JDS/JAQ
Texto bíblico: Mateus 25
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segunda-feira, 27 de outubro de 2014
Zacarias 13
Comentário devocional:
"Naquele dia uma fonte jorrará para os descendentes de Davi e para os habitantes de Jerusalém, para purificá-los do pecado e da impureza." (v. 1 NVI). Que visão cheia de graça e encorajamento!
O capítulo 13 é uma continuação do capítulo anterior. Lá, em 12:10, encontramos a profecia sobre o Messias ser perfurado por arma [heb. daqar, ou traspassado, que é uma expressão do NT]. Portanto, neste capítulo a expressão "Naquele dia" em 13:1 refere-se ao dia em que o Messias seria crucificado, não o "dia" do fim dos tempos. Quando o Messias morre como sacrifício de Deus e as pessoas lamentam e choram pela Sua morte, a fonte que purifica do pecado é aberta.
Nos versos 2 a 4 o Senhor dos Exércitos promete que os ídolos e os falsos profetas, assim como o espírito imundo que a tantos tem extraviado, serão, por fim, cortados da terra. Sim, Senhor, temos aguardado muito por esse dia!
Os versos 5-6 falam da vinda do Redentor. Ele é mencionando como um agricultor servo desde a Sua juventude e, em seguida, descreve o Seu sofrimento. Ele será ferido entre Seus braços, ou seja, em Suas costas. Nos Evangelhos (Mt 27:26; Mc 14:65; 15:15; Lc 22:63; Jo 19:1,18), nos é dito como Ele foi açoitado, ridicularizado e estapeado. O versículo 6 foi citado por Ellen G. White, juntamente com alguns versos de Isaías 53, para descrever a morte de Cristo como o Servo de Deus (Atos dos Apóstolos, 226 [126], cap. 22, §17º).
Tudo isso aconteceu quando Ele visitava a casa de Seus amigos, a casa de Davi e os habitantes de Jerusalém, que representam a raça humana. Como previsto no verso 7 e anunciado pelo próprio Jesus ao citar esta passagem em Mt 26:31, quando Jesus, o pastor, foi ferido, todo o rebanho de Seus discípulos se dispersou e fugiu.
Ele veio para fazer jorrar a fonte purificadora para o pecado e a rebelião da humanidade. Mas seus ouvintes estavam tão cegos por causa de sua maldade e cobiça, que o puseram à morte. Aqueles que eram encarregados pelo serviço do Templo e que por direito de nascimento eram os líderes do sistema religioso da época agiram como inimigos de Seu Senhor.
Cuidemos para não usar os privilégios que temos para nossa própria autopromoção. Tudo o que temos deve ser consagrado para exaltar o Senhor que nos criou e salvou.
É incrível ver que a maior parte das Escrituras foi escrita mais para nós, que vivemos no tempo do fim, do que para qualquer outra pessoa na história, até mais do que a audiência pública direta dos profetas. A última parte deste capítulo evidencia isso (v. 8, 9). O Senhor permitirá que o remanescente sofra provações e dificuldades, o suficiente para que desistam de seu mundanismo pecaminoso e desejo de auto-exaltação. Então eles invocarão o nome de Cristo e ansiarão pelo poder purificador de Seu sacrifício. Neste momento passaremos a ser o Seu povo e Ele será o nosso Deus. Quando isso acontecer, nós alegremente diremos: "O Senhor é o meu Deus!" (v. 9 NVI).
Sook-Young Kim
Universidade Nacional de Kyungpook
Coréia do Sul
http://reavivadosporsuapalavra.org/
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/zec/13/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Zacarias 13
Comentário em áudio
"Naquele dia uma fonte jorrará para os descendentes de Davi e para os habitantes de Jerusalém, para purificá-los do pecado e da impureza." (v. 1 NVI). Que visão cheia de graça e encorajamento!
O capítulo 13 é uma continuação do capítulo anterior. Lá, em 12:10, encontramos a profecia sobre o Messias ser perfurado por arma [heb. daqar, ou traspassado, que é uma expressão do NT]. Portanto, neste capítulo a expressão "Naquele dia" em 13:1 refere-se ao dia em que o Messias seria crucificado, não o "dia" do fim dos tempos. Quando o Messias morre como sacrifício de Deus e as pessoas lamentam e choram pela Sua morte, a fonte que purifica do pecado é aberta.
Nos versos 2 a 4 o Senhor dos Exércitos promete que os ídolos e os falsos profetas, assim como o espírito imundo que a tantos tem extraviado, serão, por fim, cortados da terra. Sim, Senhor, temos aguardado muito por esse dia!
Os versos 5-6 falam da vinda do Redentor. Ele é mencionando como um agricultor servo desde a Sua juventude e, em seguida, descreve o Seu sofrimento. Ele será ferido entre Seus braços, ou seja, em Suas costas. Nos Evangelhos (Mt 27:26; Mc 14:65; 15:15; Lc 22:63; Jo 19:1,18), nos é dito como Ele foi açoitado, ridicularizado e estapeado. O versículo 6 foi citado por Ellen G. White, juntamente com alguns versos de Isaías 53, para descrever a morte de Cristo como o Servo de Deus (Atos dos Apóstolos, 226 [126], cap. 22, §17º).
Tudo isso aconteceu quando Ele visitava a casa de Seus amigos, a casa de Davi e os habitantes de Jerusalém, que representam a raça humana. Como previsto no verso 7 e anunciado pelo próprio Jesus ao citar esta passagem em Mt 26:31, quando Jesus, o pastor, foi ferido, todo o rebanho de Seus discípulos se dispersou e fugiu.
Ele veio para fazer jorrar a fonte purificadora para o pecado e a rebelião da humanidade. Mas seus ouvintes estavam tão cegos por causa de sua maldade e cobiça, que o puseram à morte. Aqueles que eram encarregados pelo serviço do Templo e que por direito de nascimento eram os líderes do sistema religioso da época agiram como inimigos de Seu Senhor.
Cuidemos para não usar os privilégios que temos para nossa própria autopromoção. Tudo o que temos deve ser consagrado para exaltar o Senhor que nos criou e salvou.
É incrível ver que a maior parte das Escrituras foi escrita mais para nós, que vivemos no tempo do fim, do que para qualquer outra pessoa na história, até mais do que a audiência pública direta dos profetas. A última parte deste capítulo evidencia isso (v. 8, 9). O Senhor permitirá que o remanescente sofra provações e dificuldades, o suficiente para que desistam de seu mundanismo pecaminoso e desejo de auto-exaltação. Então eles invocarão o nome de Cristo e ansiarão pelo poder purificador de Seu sacrifício. Neste momento passaremos a ser o Seu povo e Ele será o nosso Deus. Quando isso acontecer, nós alegremente diremos: "O Senhor é o meu Deus!" (v. 9 NVI).
Sook-Young Kim
Universidade Nacional de Kyungpook
Coréia do Sul
http://reavivadosporsuapalavra.org/
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/zec/13/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Zacarias 13
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domingo, 12 de outubro de 2014
Sofonias 3
Comentário devocional:
No capítulo três, o profeta muda abruptamente de assunto da ira de Deus contra as nações vizinhas para a situação de Jerusalém. Deus vai direto ao ponto ao descrever o núcleo do problema do antigo Israel, assim como em nossas vidas: a falta de vontade de ouvir a Deus, de aceitar a correção, a nossa falta de vontade de colocar nossa confiança no Senhor, e de buscarmos a Deus como deveríamos. Todo o resto que dá errado são conseqüências, sintomas, da nossa falta de vontade de ter um relacionamento íntimo com Deus.
A nossa condição contrasta totalmente com a descrição de Deus no versículo cinco o qual manhã após manhã nos dispensa Seu amor e justiça.
Começando no versículo 6, Deus torna-se muito pessoal quando Ele fala na primeira pessoa. Deus está decepcionado porque, embora o povo de Judá tivesse visto o julgamento de Deus sobre as nações vizinhas, eles não estavam dispostos a honrar a Deus e aceitar a correção. E não é exatamente isso o que está acontecendo no mundo de hoje? O diabo é um perito em manter-nos tão ocupados com nossas preocupações do dia a dia que não vemos o quadro maior do imenso amor de Deus por nós.
O versículo 9 marca um ponto de virada surpreendente no capítulo: Deus vai purificar o Seu povo e reuni-los. Purificação não é um processo fácil, pode machucar, mas sem esse processo uma ferida aberta não vai curar. Mais uma vez percebemos que não somos nós que produzimos a mudança, mas é a intervenção de Deus: Ele purifica os nossos lábios, para que possamos verdadeiramente adorá-Lo e servi-Lo com integridade. A única coisa que temos a fazer é responder a sua intervenção a nosso favor, e Ele continuará a trabalhar em nós e através de nós. Assim, a promessa se tornará realidade: O remanescente de Israel confiará no nome do Senhor.
Os versículos 14 a 20, representam uma jóia na Bíblia: Deus nos convida a cantar, a nos alegrar-nos porque Ele está agindo a favor do seu povo, e porque o próprio Deus está se alegrando por nossa causa. Podemos imaginar o que significa para uma criança ver que o pai ou a mãe estão se regozijando por causa dele. De igual maneira, podemos também nos alegrar com o pensamento de que Deus está alegre por nós. É claro que isso não é motivo para nos vangloriarmos, mas para desfrutarmos do amor de Deus, nosso Criador. O versículo 17 diz: Ele terá grande prazer em você; em Seu amor Ele não vai mais lhe repreender, mas se deleitará em você com júbilo.
Que quadro! Deus alegrando-se em nós a ponto de cantar de alegria! A imagem que me vem à mente é a imagem de um noivo adornando a sua noiva com belas roupas e depois regozijando-se por vê-la tão bela. Deus está nos tratando de uma forma maravilhosa e surpreendente. Louvemos ao Senhor por aquilo que Ele é!
Norbert Zens
Tesoureiro da Divisão Europeia
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/zep/3/
Traduzido por JDS
Texto bíblico: Sofonias 3
Comentário em áudio
sábado, 10 de maio de 2014
Jeremias 9
Comentário devocional:
Nada é tão frustante como ir cansado para a cama à noite achando que o dia passou rápido demais. Há ocasiões em que corremos o dia todo, mas ao final dele percebemos não ter realizado quase nada.
Algum tempo atrás eu decidi seguir o conselho do escritor cristão Roger Morneau de ler todos os dias a história da crucificação de Jesus em Mateus 27:24-54. Depois de um tempo, eu fiquei intrigado com Mateus 27:36 que, descrevendo os soldados na crucificação, diz: "E, assentados ali, O guardavam" (ARA). Eu me perguntava por que os soldados estavam tão preguiçosos a ponto de manter guarda assentados em vez de se ficarem em pé como guardas devem fazer.
Mas, de repente, eu entendi. Os soldados estavam cansados. Eles haviam estado com Jesus desde a manhã na sala do julgamento, haviam tirado Sua roupa, mantendo sobre Ele o manto real dado por Herodes, O espancaram, amaldiçoaram e cuspiram em Seu rosto. Finalmente, levaram-nO para o Calvário, pregaram-nO na cruz e O deixaram lá para que todos O pudessem ver. Então, os soldados estariam exaustos e ansiosos por algum descanso após todas essas horas de “trabalho”. Pode até que eles tenham achado que fizeram um "bom trabalho" naquele dia.
Para nós também existe o perigo de usarmos o nosso tempo na direção contrária dos planos de Deus. Eu também caí nessa armadilha, quando cada pensamento meu e cada inclinação minha era para fazer o que é errado. Nos dias de Jeremias, o povo de Deus abraçara o pecado como uma profissão de tempo integral, e eles se cansavam adorando ídolos e perseguindo objetivos egoístas.
O Senhor diz: "Amigo engana amigo, ninguém fala a verdade. Eles treinaram a língua para mentir; Eles cansam a si mesmos com o pecado. (Jer 9:5 NIV).
Oração: "Querido Deus, cada segundo de vida é um presente muito valioso que recebo de Ti. Ajuda-me a usar o meu tempo com sabedoria hoje para fazer o bem, não o mal. Que eu vá dormir esta noite sabendo que utilizei o dia para Ti. Amém".
Andrew McChesney
Jornalista na Rússia
https://www.facebook.com/ReavivadosPorSuaPalavra
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jer/9/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Jeremias 9
Nada é tão frustante como ir cansado para a cama à noite achando que o dia passou rápido demais. Há ocasiões em que corremos o dia todo, mas ao final dele percebemos não ter realizado quase nada.
Algum tempo atrás eu decidi seguir o conselho do escritor cristão Roger Morneau de ler todos os dias a história da crucificação de Jesus em Mateus 27:24-54. Depois de um tempo, eu fiquei intrigado com Mateus 27:36 que, descrevendo os soldados na crucificação, diz: "E, assentados ali, O guardavam" (ARA). Eu me perguntava por que os soldados estavam tão preguiçosos a ponto de manter guarda assentados em vez de se ficarem em pé como guardas devem fazer.
Mas, de repente, eu entendi. Os soldados estavam cansados. Eles haviam estado com Jesus desde a manhã na sala do julgamento, haviam tirado Sua roupa, mantendo sobre Ele o manto real dado por Herodes, O espancaram, amaldiçoaram e cuspiram em Seu rosto. Finalmente, levaram-nO para o Calvário, pregaram-nO na cruz e O deixaram lá para que todos O pudessem ver. Então, os soldados estariam exaustos e ansiosos por algum descanso após todas essas horas de “trabalho”. Pode até que eles tenham achado que fizeram um "bom trabalho" naquele dia.
Para nós também existe o perigo de usarmos o nosso tempo na direção contrária dos planos de Deus. Eu também caí nessa armadilha, quando cada pensamento meu e cada inclinação minha era para fazer o que é errado. Nos dias de Jeremias, o povo de Deus abraçara o pecado como uma profissão de tempo integral, e eles se cansavam adorando ídolos e perseguindo objetivos egoístas.
O Senhor diz: "Amigo engana amigo, ninguém fala a verdade. Eles treinaram a língua para mentir; Eles cansam a si mesmos com o pecado. (Jer 9:5 NIV).
Oração: "Querido Deus, cada segundo de vida é um presente muito valioso que recebo de Ti. Ajuda-me a usar o meu tempo com sabedoria hoje para fazer o bem, não o mal. Que eu vá dormir esta noite sabendo que utilizei o dia para Ti. Amém".
Andrew McChesney
Jornalista na Rússia
https://www.facebook.com/ReavivadosPorSuaPalavra
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jer/9/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Jeremias 9
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sexta-feira, 9 de maio de 2014
Jeremias 8
Comentário devocional:
Pouco tempo depois de abrir uma conta em uma grande rede social, há alguns anos, decidi postar dezenas de antigas fotos do ensino médio. Eu estava ansioso por compartilhar essas memórias na forma de fotos com outros colegas de classe que eu havia encontrado na Internet. E estava expectante para saber notícias deles e ouvir a respeito de suas recordações dos tempos de ensino médio.
Um ou dois dias depois da postagem, fiquei chocado ao descobrir que um colega havia escrito um comentário cheio de palavrões debaixo da imagem de um dos nossos antigos professores. Eu me senti envergonhado pelo professor, pelos amigos que podiam ter lido o comentário e envergonhado de mim mesmo por ter dado início à situação embaraçosa. Rapidamente apaguei aqueles comentários e esperando não ofender esse ex-colega, enviei-lhe uma mensagem alertando-o da impropriedade do que tinha feito.
Ele escreveu de volta: "Oh, eu não tive a intenção de ofender ninguém". Mas ele não mencionou nada sobre estar envergonhado pelo que havia escrito. Embora ele e eu sejamos ambos filhos de missionários e tenhamos sido colegas no mesmo colégio crisão, pude perceber que ele não está mais interessado em Deus. Entendi o procedimento dele porque há alguns anos eu também não estava interessado em ter Deus em minha vida e não me sentia envergonhado pela minha linguagem de baixo calão e outros pecados menores.
Não sentir vergonha por nossos pecados é algo perigoso. Quando deixamos de fazer diferença entre o certo e o errado, corremos o risco de deixar de ouvir a suave voz do Espírito Santo que sempre nos exorta a proceder corretamente. Este é o triste estado a que chegaram os israelitas. Observe o versículo 12, quando o Senhor perguntou: "Ficaram eles envergonhados de sua conduta detestável? Não, eles não sentem vergonha, nem mesmo sabem corar" (NVI).
As consequências vieram rapidamente para os israelitas. Deus predisse a vinda de um julgamento divinamente imposto: "O que eu lhes dei será tomado deles" (v. 13).
Quando deixamos de ouvir a suave voz de Deus perdemos grandes privilégios e bênçãos.
Oração: "Querido Deus, mantenha a minha consciência sensível aos sussurros do Espírito Santo. Molda-me à Sua semelhança. Faz com que eu tenha aversão ao mal e ame a retidão e a boa conduta. Amém".
Andrew McChesney
Jornalista na Rússia
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jer/8/
Traduzido por JDS/JAQ
Texto bíblico: Jeremias 8
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