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sexta-feira, 3 de julho de 2015

Apocalipse 7

Comentário devocional:

Depois da visão da apostasia religiosa nos selos, João vê quatro anjos que seguram os ventos da contenda, guerra e derramamento de sangue. Por quê? Jesus, o Arcanjo (encarregado dos anjos) vem do Oriente e fala em alta voz que os anjos retenham a destruição até que os servos de Deus sejam selados intelectual e espiritualmente na verdade de Deus. Só então esses ventos deverão ser soltos, liberando o caminho para o caos que virá após o fechamento da porta da graça. "Depois destas coisas" (v. 9) sinaliza este selamento especial do povo de Deus, para Si mesmo no final do tempo, durante o sexto selo, antes da segunda vinda de Cristo. Somente aqueles que forem selados com o selo de Deus serão capazes de se manterem em pé após o encerramento da porta da graça. Fortalecidos pelo Espírito Santo, eles guardam todos os Dez Mandamentos e têm o testemunho de Jesus. Eles guardam o sábado do sétimo dia, em lealdade a Ele, o qual é o selo do fim dos tempos*.

João ouve o número dos que foram selados: 144.000. 12.000 de cada uma das doze tribos de Israel. Os 144.000 não se referem à nação literal de Israel, mas ao Israel espiritual, um grupo especial de crentes do tempo do fim que Deus usará para dar ao mundo a última revelação do Seu amor. Eles demonstram que, pela graça de Deus, é possível guardar todos os Dez Mandamentos. Com o selo de Deus iluminando seus rostos, eles são o testemunho final do mundo que foi convidado a escolher entre a adoração de Deus e a adoração da besta. Esses fiéis estarão vivos quando Jesus vier.
                                                                                                                                    
São mostrados a João dois grupos especiais de pessoas que fazem parte dos redimidos de todas as idades. Os 144.000 demonstram vidas em completa devoção a Jesus Cristo unicamente pela Sua graça, e desmentem as acusações de Satanás de que é impossível guardar os Dez Mandamentos de Deus. O segundo grupo inclui os martirizados por sua fé e a quem foi prometido o manto da justiça de Cristo, e que nunca mais sofrerão fome, sede, ou frio.

Ao contemplarem esses dois grupos, os anjos ao redor do trono, os vinte e quatro anciãos, e os seres vivos se prostram diante do trono e louvam a Deus (v 12).

Hoje é o tempo para você fazer um pacto com Jesus para ser selado como um de seus especiais 144.000, que no tempo do fim demonstrarão lealdade total a Deus. Que por Sua graça você reflita plenamente o caráter de Jesus.

Kenneth Mathews, Jr. M. D.
Médico, Medicina do Trabalho
Greeneville, TN. EUA.

* NT: A observância do sábado é um sinal exterior de uma lealdade interior (ver Ez 20:12, 20; Is 8:16; 51:6-7; I Jo 2:3, 4; Êx 20:8-11; Ap 14:12;  Mt 5:17, 18; Prov 30:5, 6; ap 22:18, 19; Êx 31:13; 5.  Ver tb. Lc 4:16, 31; 23:52-56; Mc 16:1-2). Aqueles que amam a Deus de todo o coração consideram um dever e privilégio observar o dia criado e escolhido por Ele para Sua adoração.




Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rev/7/

Traduzido por JAQ/JDS/IB

Texto bíblico: Apocalipse 7 

Comentário em áudio 

terça-feira, 23 de junho de 2015

I João 4

Comentário devocional:

1 João 4 retorna ao tema dos mentirosos "sem pecado" que agem com ódio e desdém para com os seus colegas membros da igreja, ao mesmo tempo que afirmam amar a Deus. João não faz rodeios. "Se alguém afirmar: 'Eu amo a Deus, mas odiar seu irmão, é mentiroso... . Ele nos deu este mandamento: Quem ama a Deus, ame também seu irmão" (vs. 20, 21 NVI). Uma mensagem direta para aqueles que pensam que podem separar os dois grandes mandamentos de Mateus 22:36-40.

Depois de ler 1 João (e seu evangelho) não temos nenhuma dúvida sobre o núcleo central do problema dos mentirosos "sem pecado": eles não têm "comunhão" com muitos de seus companheiros crentes (1:9) e tem atitudes e ações odiosas (2:9). Como resultado, apesar de pretenderem estar  "sem pecado" eles não "têm a vida eterna em si mesmo" (3:15) ou Cristo (3:24).

Essas pessoas podem ter sido membros da congregação de João, mas estavam totalmente equivocadas quanto ao que se refere à salvação e à prática da vida cristã. Falhando em perceber que "Deus é amor" (v. 8), eles tinham, aparentemente, construído um deus à sua própria imagem.

O coração pastoral de João sangra ao suplicar que eles mudem seu comportamento. "Se amarmos uns aos outros, Deus permanece em nós, e o seu amor está aperfeiçoado em nós" (v.12 NVI). O apóstolo não poderia ter escrito de forma mais clara.

Ellen White captou esta mensagem de João. Ela escreveu: "Cristo aguarda com forte desejo a manifestação de Si mesmo em Sua igreja. Quando o caráter de Cristo se reproduzir perfeitamente em Seu povo, então virá para reclamá-los como Seus" (Parábolas de Jesus, 69). O núcleo do caráter divino é o amor. Deus quer que sejamos semelhantes a Ele quando Jesus voltar. Assim, o testemunho dos última geração a viver na Terra é uma revelação do amoroso caráter de Deus. 

George Knight
Estados Unidos



Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/1jn/4/

Traduzido/adaptado por JAQ/JDS/IB

Texto bíblico: I João 4 

Comentário em áudio 

domingo, 12 de outubro de 2014

Sofonias 3

Comentário devocional:


No capítulo três, o profeta muda abruptamente de assunto da ira de Deus contra as nações vizinhas para a situação de Jerusalém. Deus vai direto ao ponto ao descrever o núcleo do problema do antigo Israel, assim como em nossas vidas: a falta de vontade de ouvir a Deus, de aceitar a correção, a nossa falta de vontade de colocar nossa confiança no Senhor, e de buscarmos a Deus como deveríamos. Todo o resto que dá errado são conseqüências, sintomas, da nossa falta de vontade de ter um relacionamento íntimo com Deus.


A nossa condição contrasta totalmente com a descrição de Deus no versículo cinco o qual manhã após manhã nos dispensa Seu amor e justiça.


Começando no versículo 6, Deus torna-se muito pessoal quando Ele fala na primeira pessoa. Deus está decepcionado porque, embora o povo de Judá tivesse visto o julgamento de Deus sobre as nações vizinhas, eles não estavam dispostos a honrar a Deus e aceitar a correção. E não é exatamente isso o que está acontecendo no mundo de hoje? O diabo é um perito em manter-nos tão ocupados com nossas preocupações do dia a dia que não vemos o quadro maior do imenso amor de Deus por nós.


O versículo 9 marca um ponto de virada surpreendente no capítulo: Deus vai purificar o Seu povo e reuni-los. Purificação não é um processo fácil, pode machucar, mas sem esse processo uma ferida aberta não vai curar. Mais uma vez percebemos que não somos nós que produzimos a mudança, mas é a intervenção de Deus: Ele purifica os nossos lábios, para que possamos verdadeiramente adorá-Lo e servi-Lo com integridade. A única coisa que temos a fazer é responder a sua intervenção a nosso favor, e Ele continuará a trabalhar em nós e através de nós. Assim, a promessa se ​​tornará realidade: O remanescente de Israel confiará no nome do Senhor.


Os versículos 14 a 20, representam uma jóia na Bíblia: Deus nos convida a cantar, a nos alegrar-nos porque Ele está agindo a favor do seu povo, e porque o próprio Deus está se alegrando por nossa causa. Podemos imaginar o que significa para uma criança ver que o pai ou a mãe estão se regozijando por causa dele. De igual maneira, podemos também nos alegrar com o pensamento de que Deus está alegre por nós. É claro que isso não é motivo para nos vangloriarmos, mas para desfrutarmos do amor de Deus, nosso Criador. O versículo 17 diz: Ele terá grande prazer em você; em Seu amor Ele não vai mais lhe repreender, mas se deleitará em você com júbilo.


Que quadro! Deus alegrando-se em nós a ponto de cantar de alegria! A imagem que me vem à mente é a imagem de um noivo adornando a sua noiva com belas roupas e depois regozijando-se por vê-la tão bela. Deus está nos tratando de uma forma maravilhosa e surpreendente. Louvemos ao Senhor por aquilo que Ele é!


Norbert Zens
Tesoureiro da Divisão Europeia




Traduzido por JDS


Texto bíblico: Sofonias 3

Comentário em áudio

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Provérbios 18

Comentário devocional:
Meus pais me deram o nome de David, que significa amado. Deram-me o nome do meio de Arthur, que significa força. E meu último nome é o nome da família Steen, derivado do nome Steven, o qual significa coroa. Eu também tenho vários outros nomes que a minha família me dá como: querido, professor, pai, papu (avô), e mesmo bisavô, etc. Alguns nomes descrevem o meu papel na vida e alguns descrevem características que eu tenho, quero ter ou características que meus pais gostariam que eu tivesse.


Nomes são muito importantes. Ao começar uma amizade, você primeiro procura descobrir o nome da pessoa e pronunciá-lo corretamente.


Deus também tem diversos nomes que descrevem o Seu caráter. Seu nome está acima de todos os nomes . "Louvem todos o nome do SENHOR, pois somente o seu nome é exaltado; a sua majestade está acima da terra e dos céus" Salmo 148:13, NVI. Alguns de Seus nomes são: Elohim (Deus) , El Shaddai (Senhor Deus Todo-Poderoso), Adonai (Senhor e Mestre), Jehovah Shalom (O Senhor é paz), Jehovah Jireh (O Senhor proverá), etc.


No monte Sinai o Senhor se aproximou de Moisés e se revelou a ele. Somente podemos imaginar a cena relatada em Êxodo 34, porque Moisés recebeu a ordem de subir o monte sozinho. Lemos: "E passou diante de Moisés, proclamando: 'Senhor, Senhor, Deus compassivo e misericordioso, paciente, cheio de amor e de fidelidade, que mantém o seu amor a milhares e perdoa a maldade, a rebelião e o pecado. Contudo, não deixa de punir o culpado...' " (Êxodo 34:6-7, NVI). Surpreendente. Este é o meu Deus! Ele é tão maravilhoso! Seu caráter O torna santo e separado. É por isso que na oração do Senhor somos instruídos a dizer: "Santificado seja o Seu nome". O nome de Deus é tão sagrado que nunca devemos tomar o Seu nome em vão (Neemias 9:5-37).


Em Provérbios 18:10 lemos que "O nome do Senhor é uma torre forte; os justos correm para ela e estão seguros" (NVI). Que poder existe no nome do Senhor! " Satanás treme e foge diante da mais débil alma que se refugia nesse nome poderoso" O Desejado de Todas as Nações, p. 130.


"Senhor, que eu traga honra e glória ao Seu santo nome hoje. Proteja-me na torre forte de refúgio do Seu poderoso nome. Amém".


David A. Steen
Andrews University
Traduzido por JAQ/GASQ
Texto bíblico: Provérbios 18 

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Salmo 93

Comentário devocional:

O Senhor reina !

Que pensamento! O Senhor reina sobre o vasto universo. Ele sustém o mundo e o mantém em movimento. Ele se encarrega também da manutenção e cura de todos nós, seres humanos, incluindo todas as nossas pequenas células. Louvado seja o Senhor!

Neste Salmo Ele é retratado de modo especial como alguém que conquista e domina sobre as grandes águas. Isto nos lembra como no Êxodo Ele dividiu as grandes águas do mar Vermelho para o seu povo passar. Água na Bíblia com frequencia representa muitas pessoas (Ap 17:15), que compõem as nações do mundo ( Dan 7:1-8, 23), e os problemas causados por elas. Quando as muitas águas afligirem a sua vida, lembre-se que Jesus andou sobre as águas (Mt 14:22-33 ) e subjugou as ondas e a tempestade (Mc 4:35-41). Ele venceu o mundo (Jo 16:33).

O caráter de Deus é o que mais nos leva a admirá-Lo. Sua majestade , poder, grandeza e força vem de Sua fidelidade e santidade (v. 5). Como criaturas, temos a brilhante perspectiva de que poderemos desfrutar eternamente do privilégio de louvá-Lo. Durante todos os dias da eternamente louvaremos a santidade e a verdade daquEle que nos livrou das muitas águas deste mundo. O Senhor reina! Amém e amém!

Sook -Young Kim
Sangju , Coreia do Sul



Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/Psa/93

Traduzido por JDS/JAQ

Texto bíblico: Salmo 93 http://biblia.com.br/novaversaointernacional/salmos/sl-capitulo-93

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Salmo 82

Comentário devocional:

O primeiro verso deste Salmo evoca a imagem de um tribunal. Deus preside a grande assembléia e profere o veredito. Curiosamente, são os juízes de Israel, que estão sendo acusados. O Justo Juiz repreende os juízes por favorecer os ímpios, e implora a eles para que protejam as necessidades e os direitos daqueles que são indefesos.

Ao ler a advertência divina para que se defendam os órfãos e os fracos e para que se resgatem os necessitados, meus pensamentos são levados até o tempo da vida de Jesus e Seus ensinamentos. 

Lucas nos diz: "Ele foi a Nazaré, onde havia sido criado, e no dia de sábado entrou na sinagoga, como era seu costume. E levantou-se para ler. Foi-Lhe entregue o livro do profeta Isaías. Abriu-o e encontrou o lugar onde está escrito: ‘O Espírito do Senhor está sobre mim, porque Ele me ungiu para pregar boas novas aos pobres. Ele Me enviou para proclamar liberdade aos presos e recuperação da vista aos cegos, para libertar os oprimidos e proclamar o ano da graça do Senhor’”(Lucas 4:16-19 NVI).

Este mesmo Jesus que aconselhou seu povo nas Escrituras do Antigo Testamento agora mostra através do exemplo de Sua vida sem pecado como tratar os indefesos, as viúvas e os órfãos, e os pobres. 

Eu vejo Jesus carinhosamente defender a viúva que deu somente duas moedinhas de oferta. Eu vejo Jesus acenando para as crianças enquanto ordena aos discípulos: "Deixem vir a Mim as crianças." Eu vejo Jesus olhando para baixo, para Sua mãe de coração partido e confiando-a aos cuidados de João. 

Que belas demonstrações de amor! Exemplos de como Jesus tratava as pessoas e como Ele quer que as tratemos. 

Kimberly Bobenhausen
Estados Unidos


Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/Psa/82

Traduzido por JAQ/GASQ

Texto bíblico: Salmo 82 

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Salmo 36

Comentário devocional: Neste salmo, Davi contrasta a maldade humana com a bondade de Deus. Os versos 1-4 são uma descrição geral da maldade humana. O homem perverso rejeita a Deus e "não há temor de Deus diante de seus olhos." A palavra hebraica para "temor", utilizada aqui é pachad, que significa medo. O homem ímpio é tão depravado que ele não tem medo do Deus que pode punir suas más obras. Ele engana a si mesmo com a idéia de que não será descoberto. Sua fala é má e cheia de mentiras e não faz o que é bom e sábio. Ele faz planos malignos quando está na cama. Nada do que ímpio faz é bom, pois ele nunca rejeita o que é mau. Os versos 5-9, num forte contraste com a maldade do homem, descrevem o caráter de Deus. Sua misericórdia chega aos céus e Sua fidelidade alcança as nuvens. Enquanto a Sua justiça é tão alta como as montanhas, seus atos de justiça são tão insondáveis como as profundezas do mar. Por causa de sua excelente benignidade, os filhos dos homens encontram refúgio "à sombra das Suas asas". Esta frase é comum nos Salmos e sugere uma mamãe pássaro protegendo seus filhotes. Os seres humanos se banqueteiam no abundante alimento provido por Deus e bebem do rio da Sua bondade. Deus é a fonte da vida e é pela luz que vem de Deus que o ser humano enxerga a luz. Em outras palavras, fora de Deus, todo o nosso entendimento é apenas trevas. Finalmente, o salmista ora que o favor de Deus se perpetue para aqueles que O conhecem e que eles não sejam pisados pelo pecador orgulhoso, nem expulsos do lugar em que foram plantados por Deus. O último verso mostra o fim de um malfeitor impenitente: ele está caído, derrubado e não consegue se levantar. Pai, por favor, reaviva-nos e reforma-nos para que possamos refletir o Seu lindo caráter. Em nome de Jesus. Amém! Onaolapo Ajibade Secretário Executivo da IASD Divisão Centro-Ocidental da África

Traduzido por JDS/JAQ
Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/Psa/36/
Texto bíblico: Salmo 36

sábado, 6 de abril de 2013

I Crônicas 17


Texto bíblico àI Crônicas 17



Após levar a Arca para Jerusalém, Davi começou a pensar no que mais poderia fazer em prol da causa de Deus. Em suas reflexões, ele concluiu que seria bom construir um lugar permanente para abrigar a Arca da Aliança.

Davi falou acerca do seu plano ao profeta Natã e este gostou. Deus, porém, mandou Natã dizer ao rei que Davi não deveria empreender aquela construção.

Embora não lhe tenha permitido construir o templo, a mensagem de Deus encheu Davi de valor próprio. Fez com que ele se sentisse especial pelo que Deus já havia feito na vida dele e pelo que iria fazer.

Em resumo, Deus disse a Davi: como você intentou construir uma casa para mim, eu construirei a sua casa, ou seja, o seu reinado e dos seus descendentes.

Quando nos interessamos pelos sonhos de Deus, Deus trabalha para realizar os nossos mais acalentados sonhos. Como diz a Palavra: “Agrada-te do SENHOR, e ele satisfará os desejos do teu coração” (Salmo 37:5).

Uma das grandes preocupações de qualquer monarca, nos dias de Davi, era com respeito a sua integridade física e a de seus descendentes. Emboscadas e traições eram comuns. Deus garantiu a Davi que um de seus filhos o haveria de suceder e que não lhe faltariam descendentes para ocupar o trono de Israel.

Mesmo que os descendentes de Davi tenham falhado em sua obediência a Deus, a dinastia de Davi foi perpetuada por intermédio de Cristo, seu descendente de sangue.

Davi ficou emocionado em ser objeto de promessas tão amorosas da parte de Deus. Ele compreendeu que por detrás da mensagem recebida estava a sabedoria de um Deus que conhece todas as coisas e trabalha intensamente para proteger e abençoar os seus filhos.

Muitas vezes desejamos ardentemente uma coisa que não será o melhor para nós e nossos queridos. Fazemos bem quando recebemos de bom grado as orientações de Deus.

Senhor, ensina-me a ver os Teus ensinamentos como expressões do Teu imenso amor e cuidado por mim!




Jobson Santos
Rede Novo Tempo
Ministério da Oração


Versão em português do texto postado originalmente no blog da Bíblia, em 6 de abril de 2013, sábado, dentro do plano mundial Reavivados por Sua Palavra de leitura de um capítulo por dia, promovido pela Igreja Adventista do Sétimo Dia.

sexta-feira, 5 de abril de 2013

I Crônicas 16


Texto bíblico à I Crônicas 16

A chegada da Arca a Jerusalém foi uma ocasião de grande regozijo. O rei havia solicitado que os levitas preparassem músicas especiais para serem cantadas pelo povo e apresentadas pelo coral de levitas. Diferentes instrumentos musicais foram utilizados conferindo a reunião uma atmosfera festiva.

Músicos de tempo integral foram escolhidos para se dedicarem ao louvor e a adoração a Deus, perante a arca do Senhor. As três principais atividades desenvolvidas por eles eram as petições, agradecimentos e louvores.

Para a celebração nada foi esquecido. Cada participante recebeu um lanche constituido de um pão, um bolo de tâmaras e um bolo de uvas passas, comidas típidas da região. Uma refeição simples, nutritiva e saborosa.

Um poema foi composto especialmente para a ocasião (1 Crônicas 16:8-36). Os versos convidam o povo a alegrar-se na presença de Deus pelo que Ele é e pelo que ele faz. O poema retrata a Deus como alguém forte, ativamente envolvido em defender e proteger o seu povo. Os adoradores são convidados a refletir no caráter de Deus: “Rendam graças ao Senhor, pois ele é bom; o seu amor dura para sempre” (verso 34).

Após o culto de adoração, o rei abençoou o povo e então “voltou para casa para abençoar sua família” (verso 43). Estas palavras nos lembram que tão importantes quanto nossas obrigações públicas são os nossos deveres para com os nossos familiares. A melhor adoração é aquela que nos transforma em melhores pais e cidadãos.

Que privilégio participar de um culto de adoração como este! Os adoradores retornaram para seus lares cheios de alegria e confiança em Deus.

Senhor, ensina-me a Te adorar na beleza da Tua santidade!


Jobson Santos
Rede Novo Tempo
Ministério da Oração


Versão em português do texto postado originalmente no blog da Bíblia, em 5 de abril de 2013, sexta-feira, dentro do plano mundial Reavivados por Sua Palavra de leitura de um capítulo por dia, promovido pela Igreja Adventista do Sétimo Dia.




Comentários bíblicos selecionados:

1-43 Após a arca ter sido colocada na tenda [tabernáculo] a adoração, se inicia a adoração habitual do santuário com a cação de gratidão de Davi, que é uma composição [medley] de partes dos Salmos 96, 105 e 106 (Andrews Study Bible).

7 Este versículo assinala o início do coro levítico, que logo se tornou tão importante na adoração pública dos hebreus (Bíblia Shedd).

11 Buscai ao Senhor. Uma maneira comum de se referir ao ato de adoração (Andrews Study Bible).

16 Abraão. A parte histórica desta canção destaca as promessas feitas a Abraão, as quais mostram a fidelidade de Deus na história do povo escolhido (Andrews Study Bible).
O emprego do longo trecho histórico [em 8-22] do Salmo 105, que ressalta as promessas que Deus fez para Abraão seria especialmente relevante para os leitores pós-exílicos do cronista, para os quais a fidelidade de Deus era uma realidade renovada ao voltarem para a terra. A citação do Sl 106 [em 34-36] também seria de relevância imediata aos leitores de Crônicas, que tinham sido reunidos e livrados das nações (v. 35) (Bíblia de Estudo NVI Vida).

36 Amém. Uma palavra hebraica comumente utilizada ao final de uma oração. Significa "Que assim seja!" (Andrews Study Bible).
Uma resposta positiva da parte da congregação (Bíblia Shedd).


37-43 Arca da Aliança. O antigo tabernáculo do deserto estava agora dividido. A arca estava em Jerusalém, enquanto o altar de bronze, pelo menos e, provavelmente, também os vasos do Santo Lugar (Êx 25.23-40; 37.10-25; 40.22-27) estavam sendo usados para a adoração em Gibeom. Asafe e os cantores estavam com a arca em Jerusalém (1Cr 16.37), Zadoque e os outros sacerdotes ministravam perante o tabernáculo em Gibeom (1Cr 16.39-42). Essa condição continuou até que o novo Templo foi edificado, no reinado de Salomão (Bíblia Shedd).

40 O altar das ofertas queimadas (Êx 27.1-8) permaneceu em Gibeom, com o tabernáculo (2Cr 1.3-5). Davi deve ter erigido um novo altar para sacrifícios, em Jerusalém (16.1). Os sacrifícios ordenados pela lei, segundo parece, eram oferecidos em Gibeom. As ofertas voluntárias adicionais talvez fossem oferecidas em Jerusalém, perante a arca (Bíblia Shedd).

terça-feira, 2 de abril de 2013

I Crônicas 13

Texto bíblico à I Crônicas 13


Uma das primeiras medidas de Davi, após ter sido escolhido rei de toda a nação, foi providenciar a transferência da Arca da Aliança do interior para a capital.

A Arca era o simbolo máximo da religião israelita. Dentro dela estavam as duas tabuas de pedra contendo os Dez Mandamentos. Fora dela, entre os dois querubins de ouro, sobre a tampa da Arca, Deus revelava a Sua glória.


A iniciativa de Davi foi louvável, unir o povo em torno da adoração a Deus. Pessoas de todas as partes do reino vieram e a festa foi grande. Cantando e dançando, ao som de instrumentos musicais, o rei e povo se uniram para celebrar a transferência da Arca para um lugar melhor.


Uzá e Aiô eram os responsáveis pelo transporte da Arca numa carroça nova. No entanto, quando os bois tropeçaram, Uzá estendeu a mão, tocou na Arca e morreu no mesmo instante. Davi ficou muito contrariado com Deus, por ter ferido de morte a Uzá. No entanto, esta experiência lhe ensinou que Deus não considera inocente aquele que desrespeita a Sua santidade.


Na verdade, 
Davi manifestou falta de reverência para com a Arca, pelo modo como o transporte foi feito. A Arca deveria ser transportada pelos levitas a pé, segurando as travessas que passavam pelas argolas e nunca sobre um carro de bois. Corremos o mesmo risco. Temos fácil acesso a Bíblia, estamos sempre na igreja, e muitas vezes nos aproximamos das coisas de Deus sem a devida reverência. 

Davi ficou com medo de Deus e desistiu de levar a Arca para Jerusalém naquele momento. Algo surpreendente, no entanto, aconteceu. A família de Obede-Edom, que recebeu a Arca, foi grandemente abençoada pelo Senhor. A bênção foi tão notória que três meses depois Davi se dispôs a buscar a Arca e levá-la para Jerusalém.


Algumas vezes achamos que é preciso muito tempo para Deus nos abençoar. A experiência de Obede-Edom nos mostra o contrário. Em apenas três meses, as bênçãos de Deus sobre ele foram tantas que a notícia correu longe.


A lição é clara. Quando damos a Deus o local de destaque que Ele merece, em pouco tempo, grandes bênçãos são vistas e sentidas em nossa vida.




Jobson Santos
Rede Novo Tempo
Ministério da Oração


Versão em português do texto postado originalmente no blog da Bíblia, em 2 de abril de 2013, terça-feira, dentro do plano mundial Reavivados por Sua Palavra de leitura de um capítulo por dia, promovido pela Igreja Adventista do Sétimo Dia.