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quinta-feira, 9 de julho de 2015

Apocalipse 19

Comentário devocional:

Apocalipse 19 se divide em duas metades. A primeira nos eleva subitamente às imagens e sons do céu em êxtase absoluto. Onda após onda de "aleluias" brotam de coros celestes (vs. 1-8). Os vinte e quatro anciãos, em uma breve pausa da grande multidão, exclamam seu próprio aleluia (v. 4). Deus é louvado porque seus juízos são verdadeiros e justos contra a prostituta que não só corrompeu a terra com o seu dogma adulterado, mas também derramou o sangue dos verdadeiros servos de Deus (v. 2). Ele é louvado novamente porque Ele agora reina incontestável como "o Senhor, o nosso Deus, o Todo-Poderoso" (v. 6 NVI). Então, a grande multidão se regozija e glorifica a Deus porque "chegou a hora do casamento do Cordeiro, e sua noiva já se aprontou" (v. 7 NVI). Ela está vestida com um vestido que "foi-lhe dado linho fino, ... os atos justos dos santos" (v. 8 NVI). Qualquer justiça que ela [a igreja] tenha lhe foi concedida por seu noivo, o Cordeiro.

A segunda metade remete-nos mais uma vez à batalha do Armagedom. É concedida a João uma visão simbólica de Jesus voltando à Terra, montado em um cavalo branco e liderando os celestes exércitos angélicos. Ele vem para batalhar contra as nações e seus heróis espirituais, o dragão, a besta e o falso profeta (v. 19-20). 

Jesus vem apresentando quatro nomes. Ele é chamado de "Fiel e Verdadeiro" (v. 11 NVI). Fiel à sua aliança e verdadeiro com Seu povo sitiado, Ele vem para resgatá-los. Ele está vestido com um manto tinto de sangue, e o seu nome é a Palavra de Deus (v. 13 NVI). Quando Ele veio pela primeira vez como a Palavra de Deus, Seu manto foi embebido em Seu próprio sangue, a fonte da nossa salvação. Seu terceiro título é "REI DOS REIS E SENHOR DOS SENHORES" (v. 16 NVI). Os reis da terra não tem nenhuma opção ante Sua gloriosa presença, a não ser cair de joelhos e lançar suas coroas diante dEle. E em quarto lugar, "em Sua cabeça há ... um nome que só ELe conhece, e ninguém mais" (v. 12 NVI). Não importa o quanto possamos saber a respeito de Jesus, haverá sempre um elemento que jamais compreenderemos do mistério divino sobre Ele, convidando-nos sempre a conhecê-Lo mais.

Os vs. 19-21 falam da destruição de todas as forças de oposição, exceto o dragão. Ele e sua destruição final são o assunto do próximo capítulo.

Garth Bainbridge
Sydney, Austrália



Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rev/19/

Traduzido por JAQ/GASQ

Texto bíblico: Apocalipse 19 

Comentários adicionais: http://apocalipsecomentadoversoaverso.blogspot.com.br/


terça-feira, 7 de julho de 2015

Apocalipse 15

Comentário devocional:

No início de Apocalipse 15, João vê "sete anjos com as sete últimas pragas", com as quais "se completa a ira de Deus" (v. 1). As sete pragas são a expressão definitiva e completa do juízo divino contra as forças do mal, juízo que culmina com a segunda vinda de Jesus. Este capítulo marca o fim da provação, após a qual "o vinho da ira de Deus" será derramado sem misericórdia sobre os ímpios (ver 14:10).

As pessoas sempre se esforçaram para entender o conceito da ira de Deus. Incapazes de negar o ensino bíblico de um Deus que responde com ira ao mal, alguns tentam redefini-la como sendo mera consequência natural ou, no máximo, a retirada da mão protetora de Deus. Mas não podemos esquecer as expressões muito claras que indicam que Sua ira é o Seu ato divino de justo julgamento sobre o mal e os seus autores. Os juízos de Deus são muito reais e devidamente justificados.

Por esta razão, no verso 2 o foco se move momentaneamente para aqueles que acabarão por ser vitoriosos sobre a besta, sua imagem e sua marca. Eles cantam uma canção reconhecendo a justeza dos julgamentos de Deus nas últimas pragas: "Grandes e maravilhosas são as tuas obras, Senhor Deus Todo-Poderoso. Justos e verdadeiros são os teus caminhos, ó Rei dos séculos" (v. 3). Afinal de contas, nós não deveríamos esperar que um Deus santo respondesse com justiça à terrível natureza destrutiva do mal?

Tenha em mente, contudo, que a mão que dirige o derramamento das pragas foi primeiro pregada a uma cruz por esses mesmos pecados que agora estão sendo julgados e punidos. No Calvário foi demonstrado que o Deus que é totalmente justo, também é totalmente misericordioso. Neste último ato de justiça, ninguém poderia levantar um ponto de interrogação sobre sua misericórdia. 

A segunda estrofe da canção diz: "Quem não te temerá, ó Senhor? Quem não glorificará o teu nome? Pois tu somente és santo. Todas as nações virão à tua presença e te adorarão, pois os teus atos de justiças se tornaram manifestos" (v. 4). 

Tanto justiça quanto misericórdia trazem glória ao Seu nome; ambas são exibidas igualmente em Seus atos de justiça; ambas O revelam como santo. A justiça e a misericórdia estão perfeitamente integradas em Sua natureza divina.

Unamo-nos, salvos de todas as nações, a adorar perante Ele.

Garth Bainbridge
Sydney, Austrália




Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rev/15/

Traduzido por JAQ/GASQ

Texto bíblico: Apocalipse 15 

Comentário adicionais: http://apocalipsecomentadoversoaverso.blogspot.com.br/

quinta-feira, 2 de julho de 2015

Apocalipse 5

Comentário devocional:

João vê o Pai sentado no trono, segurando em sua mão direita o pergaminho que contém as ações de cada pessoa. Em linguagem simbólica aquele pergaminho contém informações de toda nação, língua e povos desde o início da história da Terra até o fim. João chora porque parece não haver ninguém no céu ou na terra que possa abrir o livro e resolver o problema do pecado da Terra.

Alguém mais entra na sala do trono, o Cordeiro, aparentando recentemente ter passado pela morte. Jesus, o Cordeiro sacrificial,  consegue abrir o livro e revelar o seu conteúdo. O recém morto e ressuscitado Jesus pega o pergaminho contendo o registro das vidas das pessoas e dos eventos na terra e se prepara para agir. O momento aqui retratado é o dia de Pentecostes, em 31 d.C. Os quatro seres e os vinte e quatro anciãos prostram-se e adoram o Cordeiro, porque Ele os resgatou para Deus pelo Seu sangue. A compreensão dessas realidades também deveria fazer-nos prostrar e louvar o Cordeiro!

As sete lâmpadas ou espíritos representam a totalidade do Espírito Santo que está diante do trono e é enviado ao mundo todo. O derramamento pentecostal do Espírito Santo em Jerusalém em 31 dC foi a proclamação do Céu a respeito da entronização do Redentor. Segundo a promessa de Jesus, Ele enviou o Espírito Santo do céu sobre seus seguidores como um sinal de que Ele, como Sacerdote e Rei, recebeu todo o poder no céu e na terra e foi  ungido como Sumo Sacerdote sobre Seu povo.

Neste ponto do início do trabalho de Jesus como nosso Sumo Sacerdote e Rei, os anjos, os quatro seres e os vinte e quatro anciãos, que assistiram a agonia e triunfo de Jesus sobre a terra, também estarão observando a vitória dos cristãos de todos os tempos através do poder de Jesus Cristo. Esses anciãos se prostram e proclamam: "Digno é o Cordeiro que foi morto de receber poder, riqueza, sabedoria, força, honra, glória e louvor!” (v. 12).

Como eles, prostremo-nos também diante de Jesus, o Cordeiro de Deus, em gratidão por Sua graça salvadora. Só Jesus é digno do nosso louvor e adoração!

Kenneth Mathews, Jr. M. D.
Greeneville, TN, EUA



Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rev/5/

Traduzido por JAQ/JDS/IB

Texto bíblico: Apocalipse 5 

Comentário em áudio 

quarta-feira, 1 de julho de 2015

Apocalipse 4

Comentário devocional:

Em Apocalipse 2 e 3, João testemunha um vívido retrato da graça que Jesus ofereceu a Sua Igreja em todas as eras, até o fim dos tempos. No capítulo 4, João vê uma porta aberta no céu e ouve a voz de Jesus, como uma trombeta, convidando-o para contemplar o santuário celestial. João na visão vê o que está ocorrendo. Ele vê todo o céu esperando Jesus retornar ao céu, depois de Sua ressurreição, para ser empossado como nosso Sumo Sacerdote e Rei do santuário celestial, para salvar a todos aqueles que se achegarem a Deus através dEle.

A primeira das oito cenas da sala do trono de Apocalipse é descrita por João ao ele ver o Pai sentado no trono, refletindo jaspe e sardônio, pedras que representam o caráter do Seu Filho, cujo recente sacrifício possibilitou a remissão dos pecados. O verde no arco-íris que circunda o trono representa a esperança e o vermelho expressa o sangue do sacrifício do amor divino por nós.

Circundando o trono estão os vinte e quatro anciãos e os quatro seres vivos que dão glória, honra e louvor ao Pai. Eles O reconhecem como o Criador, Aquele que criou todas as coisas por Sua vontade.

Diante do trono também estão sete lâmpadas que simbolizam a plenitude do Espírito Santo em Sua disposição e capacidade de salvar os que se submetem a Deus. Os quatro seres viventes angélicos refletem de maneira acurada as características humanas de Jesus conforme retratado nos quatro Evangelhos. O leão da tribo de Judá o representa como o cumprimento de todas as profecias do Antigo Testamento (Mateus). O boi representa Jesus em seu papel como sacrifício e em sua paciente e sofredora vida de servo (Marcos). O homem representa Jesus em Sua humanidade (Lucas). E a águia, que domina majestosamente os céus, representa a divindade de Jesus (João). Estas características de Jesus também serão refletidas nas pessoas que compõem a Sua igreja.

Diante dessa cena gloriosa, com todo o Céu esperando para empossar Jesus como Sumo Sacerdote e Rei do Universo, os seres ao redor do trono caem prostrados, lançam suas coroas perante Deus e exclamam que Ele é digno de receber glória, honra e poder, pois criou todas as coisas. Eles compreendem que a humanidade foi criada para a comunhão com Deus.

Neste momento, pela fé, adentre você também na Sala do Trono do Céu. Prostre-se diante do Criador e dê a Ele honra, glória e louvor por ter-lhe criado e redimido!

Kenneth Mathews, Jr. 
Médico, Estados Unidos



Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rev/4/

Traduzido por JAQ/JDS/IB

Texto bíblico: Apocalipse 4 

Comentário em áudio 

sábado, 13 de junho de 2015

I Pedro 2

Comentário devocional:

Pedro não quer que seus leitores permaneçam estáticos em sua caminhada com Jesus. Nesse capítulo, ele exorta àqueles que experimentaram o novo nascimento (cap.1:23-25) a deixarem de lado tudo o que impede o crescimento espiritual e permanecerem em Jesus, a pedra angular. A nação judaica se escandalizou nAquele que ansiava fortalecê-los, tropeçou nAquele que deveria ser um degrau para a paz e a felicidade.

Um dos pontos altos do capítulo é o verso 9: "Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz" (ARC). Aqui Pedro escreve novamente acerca do sagrado convite dirigido àqueles escolhidos para o elevado privilégio de representar a Deus na terra. Os cristãos devem render louvor e honra a Jesus, que os chamou das trevas para a luz da verdade. 

Nas Escrituras, a luz frequentemente é utilizada para se referir à verdade (Mt. 4:16; Lc. 11:35). À medida que apontamos para a Bíblia como a fonte de luz e refletimos o amor de Jesus em nossas vidas, podemos ser agentes de restauração daqueles que vivem sem a certeza do amor de Deus por eles. 

Cindy Tutsch, DMin
Estados Unidos



Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/1pe/2/

Traduzido por JAQ/JDS/IB

Texto bíblico: I Pedro 2 

Comentário em áudio 

sábado, 14 de fevereiro de 2015

Atos 16

Comentário devocional:

Mais que um pastor, Paulo era um missionário. Ele cuidava dos novos convertidos da Ásia Menor durante sua primeira viagem missionária, mas seu coração estava pronto para ir onde nenhum seguidor de Cristo já tinha ido. Ele era destemido e corajoso em pregar o evangelho de Jesus. Ele sabia que mesmo o pagão mais endurecido poderia ser transformado, tocado pela graça do Deus vivo. Ele mesmo era um exemplo vivo disto.

Deus tinha planos específicos para Paulo. Em Trôade Paulo foi instruído em visão para ir para a Macedônia, ao norte da Grécia. Ele realmente estava longe de casa! Lá, na primeira cidade, Filipos - uma colônia romana de veteranos-, os evangelistas descobriram que não havia sinagoga. Mas eles encontraram adoradores de Deus se reunindo no Sábado à beira do rio. Sem dúvida, eles haviam passado muito tempo em oração por orientação específica de Deus.

Destes adoradores, Lídia foi a primeira a responder. Uma rica mulher de negócios, foi a primeira convertida da Europa! Satanás deve ter ficado atordoado, pois percebeu que "seu reino estava sendo invadido" por seguidores de Jesus! (ver Atos dos Apóstolos, p. 212). Então, ele contra-atacou através de uma escrava possessa por um espírito de adivinhação. O ataque foi muito inteligente. Em vez de fazê-la dizer mentiras, ela proclamou a verdade sobre os apóstolos. A menina possuída por demônio anunciava os servos de Deus, criando confusão, e isso é o que Satanás queria. Quando Paulo silenciou o demônio, as pessoas que lucravam com o espírito de adivinhação fizeram que os apóstolos fossem presos e colocados na prisão!

E se tivesse acontecido com você? Como você se sentiria se tudo isto acontecesse com você depois de fazer fielmente a obra de Deus, no lugar onde Ele lhe disse especificamente para ir? Você desanimaria? Ou faria como Paulo e Silas que lutaram contra a tortura e a dor cantando hinos a Deus? Ajuda divina sempre vem quando cantamos as promessas de Deus e louvores a Ele (2 Cr 20:21, 22).

Leia o resto da história: anjos vieram visitá-los e causaram um terremoto que libertou a todos. O doce Espírito de Jesus permeou a prisão e todos os detidos ouviram as músicas e, ao invés de tentar escapar, se fixaram nos apóstolos. Agora, quem fica atordoado é o carcereiro. Percebendo que está na presença de servos do Altíssimo, ele implora por perdão e pelo conhecimento da salvação.

Em Filipos, Lídia e toda a sua família, a ex-escrava possuída por um demônio que escolheu se tornar uma seguidora de Cristo (Atos dos Apóstolos, p. 213), o carcereiro e sua família, todos se tornaram discípulos de Jesus. Estes primeiros crentes europeus acabaram sendo "os mais amorosos e sinceros convertidos do apóstolo" (Atos dos Apóstolos, p.391). 

Quando Deus guia a sua vida, você será instrumento de conversões.

Ron E. M. Clouzet
Professor de Ministério e Teologia
Seminário da Universidade Andrews



Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/act/16/
Traduzido por JAQ/GASQ
Texto bíblico: Atos 16
Comentário em áudio 

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Habacuque 3

Comentário devocional:

Tendo desafiado a aparente inatividade de Deus e ouvido a resposta divina, Habacuque responde com uma oração. A petição é encontrada no versículo 2, onde o profeta expressa sua devoção a Deus e depois suplica por uma renovação. Em seguida, ele expressa sua confiança no Senhor por meio de um salmo de louvor. Ele recheia o seu louvor com lembranças da liderança de Deus junto ao Seu povo no passado. Este é um método poético frequentemente usado pelos profetas e poetas da Bíblia.

Por exemplo, no versículo 7 Habacuque refere-se à reação das nações vizinhas, quando Israel foi libertado da escravidão (Êxodo 15: 14-16). O sol e a lua parados no versículo 11 é provavelmente uma referência à vitória obtida por Josué em Gibeão (Josué 10:12, 13). Isso relembra o leitor que quando Deus agir como prometeu no capítulo 2, a vitória será ainda maior e mais completa.

O capítulo termina com uma maravilhosa declaração de fé. Tendo feito as perguntas e ouvido as respostas de Deus, Habacuque afirma que ele está disposto a confiar em Deus, não importa quais sejam as circunstâncias. Ele pode experimentar sofrimentos por um tempo, mas a sua fé em Deus, seu Salvador é inabalável.

"Mesmo não florescendo a figueira
e não havendo uvas nas videiras,
mesmo falhando a safra de azeitonas
e não havendo produção de alimento nas lavouras,
nem ovelhas no curral,
nem bois nos estábulos,
ainda assim eu exultarei no Senhor
e me alegrarei no Deus da minha salvação" (Hab. 3:17-18).

A mensagem de Habacuque é para os nossos tempos. Ele formula perguntas que muitos se fazem hoje: Por que Deus não age? Como pode um Deus justo permitir que tais coisas terríveis aconteçam? A garantia de Deus de que Ele está no controle é tão verdadeira hoje como era no tempo de Habacuque.

Somos rodeados por atos de maldade e nos perguntamos: "Até quando, Senhor, clamarei por socorro, sem que tu ouças?" (Hab. 1:2, NVI) Que esta oração de Habacuque seja a nossa oração e que a sua fé em Deus seja a nossa fé. Ao nos lembrarmos de como Deus guiou o seu povo e nos tem conduzido em nossas vidas individuais, isto nos dará força para confiar nEle nos tempos difíceis também. E como Habacuque respondamos por meio do louvor, confirmando a nossa fé no Deus que nunca falha.

Audrey Andersson
Secretária Executiva da Divisão Trans Europeia




Traduzido por JDS


Texto bíblico: Habacuque 3

Comentário em áudio  

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Isaías 52

Comentário devocional:

Você consegue imaginar um jovem correndo o mais rápido que pode para sua cidade natal, a fim de anunciar uma boa notícia? Comissionado pelo comandante no campo de batalha, ele corre com alegria em seu coração e uma grande mensagem em seus lábios: o rei está vencendo! A guerra contra o nosso inimigo está quase no fim, o rei está perto da vitória e a paz está próxima. Essa é a imagem apresentada pelo verso 7 (NVI): "Como são belos nos montes os pés daqueles que anunciam boas novas, que proclamam a paz, que trazem boas notícias, que proclamam salvação, que dizem a Sião: ‘O seu Deus reina!’ ".

Sabemos que o norte de Israel havia sido levado cativo pelos assírios e o destino de Judá seria o cativeiro pelos babilônios. Sabemos também que eles tinham sido feitos escravos pelos egípcios gerações atrás (v.4). Mas no livro de Deus, a história ainda não havia acabado: "Vista suas roupas de esplendor, ó Jerusalém, cidade santa. Os incircuncisos e os impuros não tornarão a entrar por suas portas." (v.1 NVI). A mensagem trazida pelo jovem (v. 7) continha quatro boas notícias: paz, a boa nova, salvação e a confirmação de que Deus ainda estava no seu trono.

A resposta alegre ao jovem que se aproxima da cidade, com boas notícia é imediata: os vigias sobre os muros se unem ao júbilo, pois agora eles sabem que irão ver, com seus próprios olhos, o retorno de seu rei a Sião (v. 8).

Isaías então vê na derrota da Babilônia e no triunfo de Deus, a necessidade de que o povo de Deus aproveite este momento de liberdade: "Afastem-se, afastem-se, saiam daqui! ... Saiam dela e sejam puros ... pois o Senhor irá à frente de vocês; o Deus de Israel será a sua retaguarda." (v. 11-12). Este é mais uma chamado para sair de Babilônia, pois ela representa a morte, e Deus garante vida e liberdade para o seu povo.

Foi como pastor de jovens que comecei meu ministério  na Califórnia, muitos anos atrás. Uma das nossas músicas favoritas, então, era uma canção baseada em Isaías 52:7, Nosso Deus Reina. Essa música contém uma mensagem simples e poderosa. Uma canção que leva esperança e exerce um efeito muito positivo em tempos de aflição. Creio que foi Martinho Lutero que disse: quando eu não posso ler a Bíblia, eu oro, e quando não posso orar, eu canto. Pude confirmar esta verdade mais de uma vez na minha vida. Quando em desânimo, quando a escuridão e depressão parecem envolver a alma, cantar as músicas de Sião levantará a nuvem que nosso inimigo colocou para nos oprimir.

Cante. Cante ao Senhor um cântico novo! Cante pela manhã, cante ao meio-dia, cante à noite. Cante, mesmo que seja muito difícil entoar uma melodia. Isto trará anjos celestiais para o seu lado. Deus é capaz, Ele é abundantemente capaz! Tudo o que precisamos escolher é olhar para cima e cantar na certeza de que Ele está ativamente agindo para nos proteger!

Ron E M Clouzet
Seminário da Universidade Andrews, EUA




Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/52/

Traduzido por JAQ/JDS


Texto bíblico: Isaías 52 

sexta-feira, 14 de março de 2014

Isaías 18

Comentário devocional:

Neste capítulo, Isaías não fala apenas acerca da Etiópia, mas também acerca das pessoas que vivem "além dos rios da Etiópia" (versículo 1, tradução do autor). Durante o tempo da escrita do livro de Isaías, fazia seis anos que a dinastia Etíope havia começado a reinar e seu país incluía a Somália, o Sudão, áreas da África ocidental, e provavelmente também povos do sul da Etiópia, perto da costa oriental da África.

 Essas pessoas que moravam na costa da África enviavam emissários pelo mar, em navios de papiro, para outros lugares. Eles eram altos, de pele macia, poderosos, agressivos, e temidos (versículo 2). Isaías, neste capítulo, discorre sobre "os fiéis", em oposição aos maus, mas a divisão não é em termos de cor racial ou nacionalidade.

 A partir do verso 3, Isaías volta-se para o que está além do seu tempo, para as últimas fases da história da Terra, para o tempo da segunda vinda de Cristo. Ele declara: "Quando a bandeira for erguida sobre os montes, vocês a verão, e, quando soar a trombeta, vocês a ouvirão" (Isaías 18:3b-c). Sim, a trombeta soará, o mundo inteiro irá ouvi-la e Cristo voltará.

 O Senhor disse ao profeta: "Do lugar onde moro [o santuário celestial] ficarei olhando, quieto" (v. 4b). Deus sabe que o mal está com seus dias contados. Durante a colheita, diante do "calor do sol escaldante" o frescor do dia desaparece. Quando a colheita do mal estiver madura, a escuta tranquila do Senhor no seu santuário acabará e ele "se levantará" (Daniel 12:1-2 ) e se tornará ativo. Ele cortará os brotos com foices e cortará fora os ramos longos (verso 5c-d). Miguel, que é Cristo, decide que “chegou a hora”. Na Segunda Vinda Sua recompensa estará com Ele e Seu povo subirá com segurança até a Sião celestial, mas aqueles que são maus "Serão todos entregues aos abutres das montanhas e aos animais selvagens" (v. 6a). Os ímpios serão mortos pelo brilho da vinda de Cristo (2 Tess. 2:8). [alterei de lugar] Isto não se refere apenas a Etiópia ou partes da África, mas a todo o mundo.

 Isaías diz: "Naquela ocasião", ou seja, na Segunda Vinda (versículo 7),  "dádivas serão trazidas ao Senhor dos Exércitos da parte de um povo alto e de pele macia" (v. 7a). Por que "Senhor dos exércitos"? Porque Ele vem com todo o seu exército angelical. As dádivas significam as lindas canções de "Ação de graças" que os remidos entoarão por sua salvação através de Cristo (versículo 7b-e). As músicas serão cantadas para Cristo, o Senhor dos exércitos celestiais, no monte Sião celestial, a Nova Jerusalém (v. 7f).

 Querido Deus,
Por favor, ajude-nos a abandonar quaisquer preconceitos que possamos ter de pessoas de outras partes do mundo. Ajude-nos a trocar todos os medos que possamos ter dos outros pela compreensão de que eles estarão um dia no céu, trazendo presentes ao Cordeiro. Senhor, concede que possamos estar lá para testemunhar este evento maravilhoso com os salvos de todos os tempos. Amém.

Koot van Wyk
Coreia do Sul



http://reavivadosporsuapalavra.org/

 Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/18/

 Traduzido por: JDS/JAQ

Texto bíblico: Isaías 18

sábado, 8 de março de 2014

Isaías 12

Comentário devocional:

Isaías 12 começa dizendo: "Naquele dia ..."

Que dia? O dia seguinte após o Senhor ter resgatado o "remanescente do Seu povo " (Isaías 11:16). Em Daniel 12:1-3, temos: "Naquela ocasião Miguel, o grande príncipe que protege o seu povo, se levantará. ... Mas naquela ocasião o seu povo, todo aquele cujo nome está escrito no livro, será liberto. Multidões que dormem no pó da terra acordarão ... reluzirão como o fulgor do céu ... serão como as estrelas, para todo o sempre” (NVI).

É esta nota de triunfo e júbilo que Isaías destaca neste capítulo. Diversos paralelos podem ser vistos entre Isaías 12 e o Salmo 46. Aqui o autor fala: “o Senhor [Jesus] é a minha força e o meu cântico” (v. 2b NVI). De modo similar, no Salmo 46, o Senhor é descrito como um “castelo forte”.

Isaías canta aqui a canção do Cordeiro "A salvação pertence ao nosso Deus, que se assenta no trono, e ao Cordeiro”. (Apoc. 7:10 NVI). Isaías viu os santos tirando “água das fontes da salvação” (v. 3a NVI)". Eles próprios serão “como árvore plantada à beira de águas correntes” ( Salmo 1:3).  O Senhor "os guiará às fontes de água viva" (Apoc. 7:17). "Naquele dia” [dia da Segunda Vinda do Senhor] louvaremos ao Senhor (v. 4a) expressando as palavras de Apoc. 7:12: "ação de graças, honra, poder e força sejam ao nosso Deus para todo o sempre" (NVI). As profecias indicam que toda língua confessará que Cristo é o Senhor (Rom. 14:11).

O Senhor é digno de ser louvado através de cânticos “pois ele tem feito coisas gloriosas” (v. 5a), como a criação, a salvação, a recriação, que devem ser "conhecidas em todo o mundo” (v. 5b).

Esta cena de Isaías não está ligada ao Israel físico em nenhum momento de sua história passada, presente ou futura. Ela acontece na eternidade, após o fim da História: “Gritem bem alto e cantem de alegria, habitantes de Sião, pois grande é o Santo de Israel." (v. 6 NVI).

Sião é a Sião celestial, a Nova Jerusalém Celestial, onde os santos serão protegidos pela presença de Deus que será para eles um “Castelo Forte”. O Messias Guerreiro sairá desta Sião para lutar contra o mal na batalha para sua erradicação definitiva, no Dia do Senhor.

O Salmo 46 expressa o júbilo com o qual os santos exaltarão ao Messias Guerreiro quando este tiver obtido a vitória contra Satanás. Expressões como "o Senhor dos Exércitos está conosco", (encontrado no relato paralelo do Salmo 46:11a) e "grande é o Santo de Israel" (12:6b) farão parte das exclamações dos redimidos.

Querido Deus,
Permita-nos participar das festividades de exaltação a Jesus. Queremos vê-Lo entrar pelas portas de Sião, como o Messias Guerreiro, e cantar a plenos pulmões: "Abram-se, ó portais; abram-se, ó portas antigas, para que o Rei da glória entre" (Salmo 46:7,9). Amém.

Koot van Wyk
Coreia do Sul


Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/12/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Isaías 12 

sábado, 4 de janeiro de 2014

Salmo 150

Comentário devocional:

Este é o último dos cinco salmos de Aleluia que concluem o Livro dos Salmos. Cada um destes começa e termina com “Louvado seja o Senhor”, em hebraico Hallelu yah.

Quando li este salmo, imaginei a orquestra de instrumentos usada para louvar a Deus mencionada nos versos 3 a 5; me lembrei do Coro de Aleluia de Handel, na segunda parte de seu oratório: “O Messias”.

Esta inspiradora peça musical comemora a vitória final de Deus sobre a morte e o pecado e ressoa louvores ao nosso Redentor. Apesar deste clímax perfeito, não é a última peça do oratório.

Este Salmo é o clímax do louvor no Livro dos Salmos. O salmista nos convida a louvar a Deus por Seus atos de poder e pela Sua suprema grandeza (v. 2). Ele chama tudo o que tem fôlego para louvar a Deus (v. 6). Você pode imaginar a Terra toda louvando a Deus? Você pode imaginar cada joelho se curvando diante Dele e toda língua confessando que Ele é digno de louvor? (Isaías 45:23)

Esse sonho em breve será uma realidade quando na Nova Terra nos unirmos ao mais culminante Aleluia de todos os tempos: 

"E olhei, e ouvi a voz de muitos anjos ao redor do trono e dos anciãos; e o número deles foi dez mil vezes dez mil, e milhares de milhares, dizendo com grande voz: Então olhei e ouvi a voz de muitos anjos, milhares de milhares e milhões de milhões. Eles rodeavam o trono, bem como os seres viventes e os anciãos, e cantavam em alta voz: ‘Digno é o Cordeiro que foi morto de receber poder, riqueza, sabedoria, força, honra, glória e louvor!’ Depois ouvi todas as criaturas existentes no céu, na terra, debaixo da terra e no mar, e tudo o que neles há, que diziam: ‘Àquele que está assentado no trono e ao Cordeiro sejam o louvor, a honra, a glória e o poder, para todo o sempre!’ " (Apocalipse 5: 11-13).

Aleluia!

Thandi Klingbeil
Tennessee , EUA


Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/psa/150/

Traduzido por: JAQ/GASQ/JDS

Texto Bíblico: Salmo 150 

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Salmo 149

Comentário devocional:

Alguém poderia se perguntar, depois de ler este Salmo, o que a primeira parte (louvor a Deus, cantar uma música nova para Ele, regozijar-se nEle com música e dança) tem a ver com a segunda parte (vingança, espadas de dois gumes, cativeiro e castigo). As duas partes não parecem se encaixar no mesmo Salmo.

No entanto, tivemos uma situação como esta nos dias de Neemias (Neemias 4:17-18), quando Sambalate e seus aliados quiseram impedir a reconstrução do muro de Jerusalém. Os homens reconstruíram o muro com ferramenta de trabalho em uma das mãos e uma arma na outra; louvando a Deus pela reconstrução do muro e lutando contra o inimigo ao mesmo tempo.

Pode haver momentos em sua vida em que você louve a Deus, mesmo sob ataque do inimigo. Isso pode parecer contraditório, mas faz sentido: quanto mais obedecermos a Deus e ganharmos almas para o Seu reino, quanto mais fizermos a Sua vontade e não a nossa, quanto mais refletirmos o Seu caráter e O louvarmos com nossas vidas, mais o inimigo das almas desejará nos atacar.

Louvemos a Deus pela vitória que já está ganha e, ao mesmo tempo, vistamos a armadura completa de Deus (Efésios 6:10-17) para combater o inimigo.

Thandi Klingbeil
Tennessee , EUA




Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/psa/149/

Traduzido por: JAQ/GASQ/JDS

Texto Bíblico: Salmo 149 

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Salmo 148

Comentário devocional:


Neste Salmo, toda a criação - o céu, a terra e o povo de Deus - louva ao Senhor.
 
Em primeiro lugar, todos os anjos louvam a Deus. Então, seguindo a ordem da criação, conforme descrito em Gênesis 1, os elementos e todos os seres criados levantam suas vozes em louvor ao Criador. Das árvores frutíferas às aves, o louvor finalmente chega à humanidade, a coroa da criação. Do mais alto rei até à menor criança, todos se unem no coro de Aleluia.
No entanto, esta sinfonia cósmica termina com uma nota íntima: Deus tem um "povo que Lhe é chegado" (v. 14, ARA), “a quem Ele tanto ama” (NTLH e NVI). Embora seja tão elevado e mereça os maiores elogios, Deus anseia desfrutar de um relacionamento íntimo com a humanidade.  Ele traz o seu povo perto do Seu coração.
A proximidade de Deus com seus filhos terrestres tornou-se possível através do sacrifício de Jesus no Calvário. E é este sacrifício, e tudo o que foi obtido por meio dele, que nos manterá cantando o refrão Aleluia por toda a eternidade.
Thandi Klingbeil
Tennessee , EUA




Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Salmo 148

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Salmo 146

Comentário devocional: 

Minha mãe tem 74 anos e é viúva. Meu pai morreu de câncer de rim quando eu tinha apenas cinco anos e mamãe não se casou novamente. Crescer em uma casa de mãe viúva com três filhos pequenos não foi fácil, mas mamãe sempre disse que nós tinhamos um lugar especial no coração de Deus.

Ela encontrou a força que precisava para criar três filhos no temor do Senhor em passagens bíblicas como o verso 9 (NVI): "O Senhor protege o estrangeiro e sustém o órfão e a viúva..." (ver também Êx. 22:22 e Deut. 10:18). 
Algumas vezes as circunstâncias difíceis nos traziam tristeza, mas esses momentos eram superados pela prática de relembrarmos as bênçãos recebidas.
Como diz o verso 5, feliz é aquele que coloca sua confiança e esperança no Senhor. 

Somos encorajados a falarmos mais sobre as bênçãos e a exaltarmos o que Deus tem feito por nós: "Se mais louvores de Deus tivessem lugar agora, esperança e coragem e fé aumentariam constantemente" (PR, cap. 15, p. 202).

Sim, todos nós precisamos de mais esperança, coragem e fé nestes dias do fim dos tempos. Louvemos mais a Deus e Lhe demos glória, pois Ele é digno. Amém.

Thandi Klingbeil
Tennessee , EUA


Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/psa/146

Traduzido por JAQ/GASQ/JDS

Texto bíblico: Salmo 146 

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Salmo 145

Comentário devocional:

Na prática judaica este salmo acróstico, de louvor a Deus como Rei, era recitado pela manhã e à noite, no momento do sacrifício. Começar e terminar o dia com expressões de louvor e ação de graças é uma prática que pode realmente prolongar a sua vida e mantê-la saudável. 

Os pesquisadores não chegaram a um consenso de como isso acontece, mas sabemos que as pessoas positivas e gratas tem maior resistência a doenças, mais bem-estar físico e mental e redução do risco de morte por doença cardíaca. Salomão, o homem mais sábio que já caminhou sobre a Terra, disse: "O coração alegre é um bom remédio" (Provérbios 17:22).

Como Cristãos, o objeto do nosso louvor é Deus. Ele é "misericordioso e compassivo, lento em irar-Se, rico em amor" e "tem compaixão por todos." Ele não nos trata como merecemos, mas é "amoroso para com tudo o que Ele fez."

O louvor não beneficia apenas a nós mesmos, não é um assunto apenas entre nós e Deus. Pense no poderoso exemplo que damos e as impressões que passamos aos nossos filhos e às gerações seguintes quando, juntos, celebramos a fidelidade de Deus e Sua realeza em nossas vidas.

Louvar a Deus precisa estar em nossa programação diária, a despeito de nossas circunstâncias atuais. Deus não muda e Sua misericórdia, perdão, amor e fidelidade para conosco são constantes.

Louvai-o! Louvai-o!

Thandi Klingbeil
Tennessee , EUA 


Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/psa/145/

Traduzido por JAQ/GASQ/JDS

Texto bíblico: Salmo 145 

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Salmo 132

Comentário devocional:


O Salmista exprime duas petições: "Senhor, lembra-te" (v.1 NVI) e "não rejeites o Teu ungido" (v. 10 NVI). O Senhor responde e confirma mais uma vez o pacto que fizera com Davi.
A beleza nestes versos é que o Senhor, em sua resposta (v. 13-18), afirma não só que Ele se lembra e não rejeitou Seu povo Israel, mas Ele revela o grande quadro do Seu plano de salvação através de Jesus Cristo! Como disse um comentarista: "O que eram originalmente descrições do rei governante foram dirigidas para o futuro e, tomadas em conjunto, compunham um retrato de um grande rei futuro, um messias (ungido), que viria da linhagem de Davi."
Aqui vemos uma descrição profética de Jesus, nosso Messias, o Ungido: Ele viria e se assentaria no Seu trono eterno (v. 12 e Apoc 11:15); O poder de Davi (v. 17a NVI e Lucas 1:68-69); Ele se tornaria uma luz (v. 17b e Apoc 21:22-23).
Quando eu imagino esses peregrinos cantando as "Canções da Ascenção" enquanto viajavam a Jerusalém para adorar, eu ansiosamente antecipo que alegria será quando nós nos juntarmos na Nova Jerusalém aos peregrinos de antigamente e cantarmos todos este Salmo de Ascenção. Mal posso esperar por esse dia , e você?


Cindy Nash
Estados Unidos

Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/Psa/132/


Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Salmo 132

sábado, 7 de dezembro de 2013

Salmo 122

Comentário devocional:


O salmo 122 nos fala acerca da satisfação de chegar a um lugar muito almejado. Sensações como: “Que bom estar aqui! Amo este lugar!”.


Dizem que se você viajar para Israel, desejará retornar. E foi exatamente isso que aconteceu comigo. Depois de voltar para casa de uma viagem a Israel, senti uma saudade inexplicável daquela terra e um profundo desejo de retornar. E quando voltei, anos mais tarde, tive a estranha sensação de pertencer àquele lugar.


Esta alegria manifestada pelos viajantes peregrinos ocorria porque eles finalmente chegavam ao destino, as portas da cidade de Jerusalém! Quando o viajante colocava os pés no solo da cidade de Jerusalém, que sensação de satisfação! Que alegria! Que sensação de proteção! Adentrar os portões da antiga cidade de Jerusalém era como receber um caloroso abraço.


Apenas podemos imaginar a imensa alegria que será para nós, peregrinos em direção ao céu, alcançar os portões da Jerusalém celestial e colocar os pés na "Cidade Santa". Que sensações maravilhosas o Senhor tem reservado para nós ao chegarmos àquele lugar. Louvado seja o Seu nome para sempre!


Cindy Nash
Estados Unidos




Traduzido por JDS/JAQ

Texto bíblico: Salmo 122

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Salmo 118

Comentário devocional:


Pode-se dividir este Salmo de Ação de Graças Nacional em três segmentos: (1) os versículos 1-19, que eram cantados pelos israelitas em seu caminho para o Templo quando iam oferecer sacrifícios ou celebrar as festas; (2) os versículos 20-28, um diálogo entre os que estavam no templo e os peregrinos que haviam chegado, e (3) o versículo 29, que era cantado por toda a congregação.
O povo de Israel estava cercado por tribos ferozes, guerreiras, ansiosas de apoderarem-se de suas terras. No entanto, três vezes por ano todos os que tinham condições de viajar deveriam sair de suas casas para as festas em Jerusalém. O que impediria seus inimigos de atacarem as famílias desprotegidas? Deus, que havia prometido ser o protetor de Seu povo (Êxodo 34:24).
Para o evento da Páscoa, todas as casas de Jerusalém eram abertas aos peregrinos. Mas isso não era suficiente e tendas eram montadas em todo o espaço disponível na cidade e nas colinas ao redor. A Páscoa era celebrada com suas cerimônias solenes e impressionantes para comemorar a libertação da escravidão no Egito, e apontava para o sacrifício que deveria trazer libertação da escravidão do pecado. A Páscoa era seguida por sete dias da festa dos pães asmos [sem fermento]. Cinqüenta dias depois da oferta dos primeiros frutos vinha o Pentecostes, a Festa da Colheita. No sétimo mês, acontecia a Festa dos Tabernáculos, o maior ajuntamento do ano e ocasião de grande regozijo. Essa festa ocorria logo após o grande Dia da Expiação, quando a garantia havia sido dada de que a iniqüidade deles não seria mais lembrada. A Festa dos Tabernáculos recordava que Deus habitara com eles (tabernaculara) no deserto e apontava para a primeira Vinda de Jesus, quando habitou conosco pela primeira vez, e para a Segunda Vinda, quando, finalmente, habitará para sempre com o Seu povo.


Nessas assembléias anuais, a lembrança de livramentos operados por Deus no passado fortalecia a convicção de estaria com eles também no futuro. Velhos e jovens eram estimulados a amarem a Deus e o servirem de todo o coração. E a associação de pessoas vindas de diferentes partes do país, fortalecia os laços que os uniam.
Hoje também temos o privilégio de nos reunir para celebrar as poderosas obras de Deus em nosso favor e exclamar com confiança no futuro: “O Senhor é bom, o seu amor dura para sempre!” (Salmo 118:1 e 29).


Jan Harry Cabungcal
Suíça




Traduzido por JDS/JAQ


Texto bíblico: Salmo 118