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domingo, 12 de julho de 2015

Gênesis 1

Comentário devocional:
Gênesis 1 estabelece o tom para toda a Bíblia. Este capítulo estabelece o fato de que Deus é o Criador dos céus e da Terra. Neste primeiro capítulo da Bíblia, Deus se revela como Criador trinta e uma vezes. 

Há três expressões significativas para se destacar em Gênesis 1: "Deus disse", "Deus criou" e "Deus viu que isso era bom." Estas expressões são cheias de significado para nossas vidas hoje.

Quando Deus fala, Ele cria. Aquilo que Deus diz, passa a existir, mesmo que nunca tivesse existido antes, porque quando Deus fala, passa a ser realidade. E o resultado de aceitar o que Deus diz é “bom”. Sua Palavra é uma Palavra viva e criadora. Quando cremos e confiamos no que Ele diz, essa Palavra transforma nossas vidas. Todo o poder criativo que trouxe à existência os mundos está na Palavra de Deus.

De que modo a Bíblia tem falado ao seu coração? Compartilhe esse aprendizado no blog Reavivados [em português: www.reavivadosporsuapalavra.org ou em nossa página no Facebook: facebook.com/ReavivadosPorSuaPalavra]. Assim você estará fortalecendo a fé de outras pessoas.

Mark Finley



Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/Gen/1/

Traduzido por JAQ/JDS/IB

Texto bíblico: Gênesis 1 

domingo, 5 de julho de 2015

Apocalipse 11

Comentário devocional:

Ao soar a sétima trombeta, o povo de Deus estava estudando cuidadosamente o livro de Daniel e proclamando a mensagem da Hora do Julgamento. Depois de estudar cuidadosamente o sacrifício de Jesus e Seu ministério sumo sacerdotal no Santo Lugar do Santuário Celestial, eles passaram a proclamar que Jesus era a "vara de Deus" para medir aqueles que afirmavam crer nEle.

Agora, o Revelador passa a descrever o que aconteceu com as duas testemunhas durante os anos antes de Jesus passar para o Santo dos Santos. Quem são estas duas testemunhas? Eles simbolizam o Antigo e o Novo Testamentos. As duas oliveiras mencionadas por João fornecem o energizante óleo do Espírito Santo. E os dois castiçais diante de Deus mostram sua ligação com o Santuário Celestial.

As duas testemunhas permanecem perante o Senhor do Universo e têm poder para vencer as mentiras e falsos ensinamentos daqueles que odeiam a Deus. Elas também têm poder de abrir as janelas do céu em resposta a obediência e impedir que os desobedientes recebam as bênçãos. Elas detêm o poder de Deus, a verdade e a vida nas páginas da Sua Palavra. As duas testemunhas têm o poder de usar todos os meios para fazer uma última tentativa de chamar os homens de volta para a verdadeira adoração de Deus. Por um período de tempo elas permaneceram mortas nas ruas, simbolizando o período em que na França a razão foi endeusada e o comportamento ilícito dominou sobre o povo. Mas as duas testemunhas foram ressuscitadas depois de um tempo, pelo poder do Espírito Santo, para mais uma vez proclamar a verdade de Deus. Em seguida, as Escrituras rapidamente se espalharam por todo o mundo durante o Grande Despertamento de 1798-1840. A sétima trombeta ou o terceiro ai ocorrem após o Grande Despertamento e significa um período de tempo até o fechamento da porta da graça. Esta trombeta soa o alerta para o mundo que "chegou a hora do Seu juízo" (Ap 14:7 NVI).

É claro que o Islã tinha um papel a desempenhar na quinta e sexta trombetas (primeiro e segundo ais). Significaria isso que o Islã desempenhará um papel na 7ª trombeta (3º ai)? Não sabemos. Mas Daniel 11 mostra o quão perto estamos do momento em que os anjos deixarão de conter os fortes ventos. Jesus vai tirar Suas vestes sacerdotais e colocará Suas vestes reais. Então os reinos deste mundo se tornarão Seus reinos. As nações estão iradas, as sete últimas pragas cairão, os justos serão recompensados e ímpios serão julgados.

Ao ser afastada a cortina do Lugar Santíssimo no Céu, João vê a Arca contendo os Dez Mandamentos. A observância da lei de Deus é de grande importância. 

Jesus está vindo! Você está pronto para dizer ao mundo que Ele está prestes a começar seu reinado sobre os reinos deste mundo?

Kenneth Mathews, Jr. M. D.
Estados Unidos



Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rev/11/

Traduzido por JAQ/GASQ

Texto bíblico: Apocalipse 11 

Comentários sobre Apocalipse 11

domingo, 21 de junho de 2015

Heresias sobre natureza de Cristo foram abordadas na primeira carta de João

20 de junho de 2015

Heresias sobre natureza de Cristo foram abordadas na primeira carta de João

Éfeso foi uma das regiões em que trabalhou intensamente o apóstolo João
Éfeso foi uma das regiões em que trabalhou intensamente o apóstolo João
Brasília, DF … [ASN] A primeira carta do apóstolo João, escrita provavelmente entre os anos 90 e 95 d.C, foi endereçada a um grupo de cristãos com quem o famoso seguidor de Cristo possuía uma certa familiaridade. Hoje milhões de pessoas iniciarão a leitura desse livro bíblico dentro do projeto Reavivados por Sua Palavra.
Na primeira carta de João, segundo o Comentário Bíblico Adventista, "o objetivo principal é pastoral. João escreve com amor a seus filhos espirituais para que possam estar preparados para viver a vida cristã. O amor é a nota dominante da epístola".
Os estudiosos acreditam que a igreja cristã, no período da mensagem dada por João, sofria os abalos de heresias ensinadas por falsos mestres dentro do próprio grupo de fieis. Uma dessas heresias enfrentadas pela liderança cristã da época eram duas principais formas de gnosticismo: o docetismo e o cerintianismo. Ambas ensinavam um conhecimento sem Deus e questionavam a natureza de Cristo. De acordo com o Comentário Bíblico Adventista, "o docetismo negava a realidade da encarnação de Jesus e dizia que Cristo tinha um corpo humano apenas na aparência. A segunda heresia se originou em Cerinto, um dos contemporâneos de João, que, após estudar no Egito, ensinou na Ásia Menor e propagou os ensinamentos judaizantes. Ele defendia que Jesus era o filho natural de José e Maria e que Cristo entrou no corpo de Jesus em Seu batismo e Se retirou dele antes da crucifixão". [Equipe ASN, da redação]


quinta-feira, 18 de junho de 2015

II Pedro 2

Comentário devocional:

Alguns anos atrás, eu estava reunido com um grupo de pastores cristãos. Depois da nossa reunião, um pastor idoso veio até mim e disse: "Eu gostaria que nossa denominação ainda acreditasse na Bíblia como vocês acreditam." Durante seu ministério, esse pastor havia visto sua igreja se afastar dos ensinamentos claros da Palavra de Deus .

Jesus tinha avisado que lobos devoradores se introduziriam no rebanho e falsos profetas viriam em pele de cordeiro (Mt 7:15). Pedro repete esse aviso e dá detalhes mais específicos sobre os falsos mestres que trariam heresias destruidoras. Eles não procurariam fazer discípulos para Jesus, mas para si próprios (Atos 20:30). Pedro dá este aviso: "Em sua cobiça, tais mestres os explorarão com histórias que inventaram" (v. 3 NVI).

Como podemos identificar esses falsos mestres? Jesus disse: "Vocês os reconhecerão pelos seus frutos" (Mt 7:16 NVI). Temos que testar todas as coisas e conservar o que é bom.

Sou muito grato hoje pela promessa de Jesus: "Mas quando o Espírito da verdade vier, ele os guiará a toda a verdade. Não falará de si mesmo; falará apenas o que ouvir, e lhes anunciará o que está por vir. Ele me glorificará, porque receberá do que é meu e o tornará conhecido a vocês."(João 16:13-14 NVI).

Peça ao Espírito Santo para conduzi-lo hoje a um conhecimento mais profundo da Palavra de Deus. Através de uma ligação pessoal com Jesus, a Palavra viva, e um conhecimento de Sua Palavra escrita, estamos protegidos contra as palavras enganosas dos falsos mestres.

Derek Morris, DMin
Associação Geral IASD
Estados Unidos



Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/2pe/2/

Traduzido por JAQ/JDS/IB

Texto bíblico: II Pedro 2 

Comentário em áudio 

quarta-feira, 17 de junho de 2015

II Pedro - Reavivados Por Sua Palavra

Conheça mais detalhes do livro que começamos a ler hoje: suas palavras finais de despedida da igreja, advertências quanto às doutrinas errôneas que iriam penetrar na igreja e a necessidade de um relacionamento pessoal com Cristo.

Certamente Deus tem muito a nos falar através deste livro!


sábado, 13 de junho de 2015

I Pedro 2

Comentário devocional:

Pedro não quer que seus leitores permaneçam estáticos em sua caminhada com Jesus. Nesse capítulo, ele exorta àqueles que experimentaram o novo nascimento (cap.1:23-25) a deixarem de lado tudo o que impede o crescimento espiritual e permanecerem em Jesus, a pedra angular. A nação judaica se escandalizou nAquele que ansiava fortalecê-los, tropeçou nAquele que deveria ser um degrau para a paz e a felicidade.

Um dos pontos altos do capítulo é o verso 9: "Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz" (ARC). Aqui Pedro escreve novamente acerca do sagrado convite dirigido àqueles escolhidos para o elevado privilégio de representar a Deus na terra. Os cristãos devem render louvor e honra a Jesus, que os chamou das trevas para a luz da verdade. 

Nas Escrituras, a luz frequentemente é utilizada para se referir à verdade (Mt. 4:16; Lc. 11:35). À medida que apontamos para a Bíblia como a fonte de luz e refletimos o amor de Jesus em nossas vidas, podemos ser agentes de restauração daqueles que vivem sem a certeza do amor de Deus por eles. 

Cindy Tutsch, DMin
Estados Unidos



Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/1pe/2/

Traduzido por JAQ/JDS/IB

Texto bíblico: I Pedro 2 

Comentário em áudio 

sexta-feira, 12 de junho de 2015

quarta-feira, 29 de abril de 2015

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Atos 13

Comentário Devocional:

O nascimento de Jesus, sua vida e ministério constituíram a realização do plano de Deus para a nossa salvação. A Escritura nos diz que: "Deus enviou o Seu Filho. . . para remir os que estavam sob a lei, para que recebêssemos a adoção de filhos "Gal. 4: 4,5). Após ter pago o preço da nossa salvação, quando estava se preparando para voltar para o céu, Jesus disse aos Seus discípulos que contassem ao mundo as boas novas da salvação por meio dEle (Mat. 28:18-20).

E os discípulos, cheios do Espírito Santo, obedeceram! Eles compartilharam a "Verdade Presente" do nascimento, ministério, crucificação e ressurreição de Jesus, junto com a promessa de que Ele viria outra vez para levar Seus remidos para o lar a fim de estarem para sempre com Ele  (Jo 3:16, Jo 14:1-3). 

Os versos 1-3 nos contam de um grupo de cristãos ministrando ao Senhor em Antioquia. Eles são orientados pelo Espírito Santo a separar Paulo e Barnabé para o trabalho de levar ao "mundo" a mensagem de Cristo, nosso Salvador! Os versículos 42-49 nos dizem que Paulo e Barnabé levaram a sério o trabalho de evangelização que lhes havia sido comissionado. Como resultado, milhares aceitaram a Jesus Cristo como seu Salvador e Senhor. 

A partir do século XIX, Deus despertou um reavivamento cristão para despertar o mundo para o iminente retorno de Jesus à Terra, incluindo nisso a impressão de milhões de Bíblias e o movimento mundial das missões em que evangelistas e missionários se espalharam pelo mundo exaltando o nome de Jesus. 

Muitos dons são necessários para o cumprimento da evangelização mundial. Nem todos aceitarão a Cristo, mas é necessário que todos conheçam a respeito do plano da salvação. 

Ore a Deus e peça-Lhe que Ele lhe ajude a descobrir de que maneira você pode cumprir o plano do Espírito Santo para ajudar a concluir a pregação do evangelho!

Alice Voorheis 
Professora aposentada




Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/act/13/

Traduzido/adaptado por JAQ/JDS

Texto bíblico: Atos 13

Comentários em áudio

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Meditação: O homem de um livro só

Amigos,
A Meditação Matinal de hoje traz um tema que nos é muito caro: a leitura e o entendimento da Palavra de Deus, valorizada por um homem que decidiu entendê-la versículo por versículo, aplicando à sua vida espiritual. 

Equipe Reavivados



Homem da Palavra

Quarta, 7 de Janeiro




Lâmpada para os meus pés é a Tua palavra e luz para os meus caminhos. Salmo 119:105

Embora tivesse feito várias leituras durante seu período deísta, ao se converter ao cristianismo em 1816, Miller se tornou essencialmente um homem de um livro só: a Bíblia. Alguns anos depois, ele escreveu a um jovem amigo pastor: "Você deve pregar a Bíblia, provar todas as coisas pela Bíblia, falar da Bíblia, exortar segundo a Bíblia, orar conforme a Bíblia, amar a Bíblia e fazer tudo o que estiver ao seu alcance para que os outros também a amem."

Em outra ocasião, ele declarou que as Escrituras são "um tesouro que o mundo não é capaz de comprar". Além de trazer paz e "firme esperança no futuro", "sustenta a mente" e "provê uma arma poderosa para derrubar a infidelidade". Também "fala sobre os acontecimentos futuros e revela quais são os preparativos necessários para estar pronto". O desejo de Miller era que os jovens pastores estudassem a Bíblia, em vez de serem doutrinados em "algum credo sectário". "Eu os faria estudar as Escrituras por si mesmos. [...] Caso não tenham opinião própria, eu lhes imprimiria a mente de outro escreveria 'beatos', em sua testa e os enviaria como escravos!"
Além de levar outros à Bíblia, Miller praticava o que pregava. Foi seu estudo intensivo das Escrituras que o levou a conclusões surpreendentes. Sua abordagem era completa e metódica. Sobre seu estudo inicial da Palavra de Deus, ele comentou que começou com Gênesis e lia cada versículo. Só prosseguia "à medida que o significado das diversas passagens era desvendado, para que eu me livrasse dos empecilhos a respeito de qualquer misticismo ou de quaisquer contradições". Explicou: "Sempre que encontrava algo enigmático, minha prática era comparar com textos correlatos. Com a ajuda de Cruden, examinei todos os textos da Bíblia nos quais havia alguma palavra importante em partes obscuras. Então, ao deixar cada uma ter sua importância própria no assunto do texto, caso minha visão sobre ela harmonizasse com todas as passagens correlatas nas Escrituras, deixava de ser uma dificuldade."

O estudo da Bíblia por parte de Miller foi intensivo e também extensivo. Da primeira vez, levou cerca de dois anos no que parece ter sido um estudo em tempo integral. A partir de então, ele se deu por convencido "de que [a Bíblia] é sua própria intérprete", trata-se de um "sistema de verdades reveladas de maneira tão clara e simples que mesmo o tolo não tem necessidade de se confundir".

Podemos agradecer a Deus porque Ele continua a nos guiar por Sua Palavra.


sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Lucas 4

Comentário devocional:

Em Lucas 4:1, o Espírito Santo, que desceu sobre Jesus no Seu batismo (Lucas 3:22), agora O conduz ao deserto. Depois de obter a vitória sobre Satanás e suas tentações, Jesus "voltou no poder do Espírito para a Galiléia" (Lucas 4:14). 

No deserto, Jesus venceu a Satanás pelo poder da Palavra de Deus. O diabo sempre nos tenta para que duvidemos de quem somos: "Se és o Filho de Deus, manda esta pedra transformar-se em pão" (Lucas 4:3). Jesus não respondeu diretamente a dúvida lançada por Satanás acerca de Sua divindade. Em vez disso, usou a melhor arma contra qualquer tentação, o "Está escrito": "Nem só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca do Senhor" (Dt 8:3), respondeu Ele.

Jesus venceu a Satanás por confiar na Palavra de Deus e na liderança do Espírito Santo. Quando Satanás lhe tentar, lembre-se do exemplo deixado por Jesus. Escolha adorar e servir somente a Deus (Lucas 4:8), mesmo que isto signifique perder algum conforto ou ganho imediato. Permita que a Palavra e o Espírito de Deus sejam o seu pão, a sua força e a sua segurança.

Douglas Jacobs
Professor de Ministério e Homilética
Southern Adventist University, EUA



Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/luk/4/ 

Traduzido por JDS/JAQ

Texto bíblico: Lucas 4 

Comentário em áudio 

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Sugestões para o estudo - programa Reavivados

Queridos amigos e irmãos,

Com a finalidade de tornar seu estudo da Bíblia mais eficiente, deixamos aqui algumas sugestões para seu estudo:

1. Antes de abrir a Bíblia, primeiro faça uma breve oração, submetendo-se à vontade de divina e pedindo que o Espírito Santo ilumine seu o estudo. Foi Ele quem inspirou os escritores e Ele mesmo ilumina nossos corações para entendermos os sentidos mais profundos dos textos bíblicos.

2. Leia com meditação e calma o texto bíblico do dia. Não menospreze o que o Espírito pode falar a você através da leitura direta e pausada das Escrituras.Tente entender o real significado de cada passagem, em especial tirando da passagem uma aplicação pessoal. Uma boa técnica é fazer as seguintes perguntas: "Como isto se aplica a mim?"; "O que Deus quer dizer para mim nesta passagem?".

3. Ao sentir uma especial revelação, compreensão ou emoção, PARE a leitura e sinta e desfrute a presença de Deus. Normalmente, este é o melhor momento para abrir o coração a Deus. Faça, agora, uma oração mais completa, conforme o seu coração, agora conectado com Deus, indicar.

4. Só então, após a leitura da Bíblia, leia o comentário devocional do programa Reavivados.
É muito proveitoso ler aquilo que o Espírito Santo iluminou os escritores do devocional RPSP a perceberem a partir do texto bíblico. Mas essas reflexões não devem suplantar o que o Espírito tem a falar diretamente a você.

5. Leia os comentários selecionados. Eles servem para explicar e expandir o significado do texto.


Caso o tempo que tenha disponível não seja suficiente, verifique o quanto você terá de acordar antes no dia seguinte para ter um programa inspirador.

Proponho a você, também, caso possa, a fazer a seguinte experiência de fé:
Deite-se um pouco mais cedo e peça ao Senhor para lhe acordar na hora que Ele considerar mais propícia para que vocês tenham um melhor relacionamento. Você vai se surpreender com o que vai acontecer.

Equipe Reavivados.

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

A Bíblia e a minha experiência pessoal com ela

por Felipe Lemos


O segundo domingo do mês de dezembro [14 de dezembro, neste ano, 2014] pode não dizer muita coisa para você. Aliás, você sabe que data é essa? É o Dia da Bíblia. A data foi criada em 1549, no Reino Unido, pelo bispo Cranmeer. No Brasil, a comemoração começou em 1850 quando chegaram da Europa e dos Estados Unidos os primeiros missionários evangélicos.

É indiscutível que a Bíblia é um dos livros mais conhecidos do planeta em todos os tempos. O escritor inglês James Chapman reuniu dados de vendas dos últimos 50 anos e fez um ranking  dos livros mais vendidos. Resultado? Estima-se que na última metade do século já tenham sido comercializadas 3,9 bilhões de bíblias no mundo.

Isso é interessante, certo? Mas ainda não significa muito. Continue lendo para entender…

Um pouquinho de história

Talvez você já saiba, mas é sempre bom lembrar que a Bíblia Sagrada do cristianismo é, na verdade, uma coleção de 66 livros escrita por cerca de 40 autores em um período de mais ou menos 1.500 anos dividida basicamente em história, poesia, salmos (músicas), profecias, evangelhos (narrativa da vida de Jesus) e cartas apostólicas (a maioria delas escrita pelo versátil apóstolo Paulo). Foi escrita em pelo menos três idiomas: hebraico e aramaico (Antigo Testamento) e grego (Novo Testamento) e traduzida para mais de duas mil línguas diferentes.

Estima-se que a primeira tradução foi elaborada entre 200 a 300 anos antes de Cristo. Como os judeus que viviam no Egito não compreendiam a língua hebraica, o Antigo Testamento foi traduzido para o grego. Denominada Septuaginta (ou Tradução dos Setenta), essa primeira tradução foi realizada por 70 sábios.

No ano de 382 d.C, o bispo de Roma nomeou Jerônimo para fazer uma tradução oficial das Escrituras. Com o objetivo de realizar uma tradução de qualidade e fiel aos originais, Jerônimo foi à Palestina, onde viveu durante 20 anos. Nascia a tradução conhecida como Vulgata, ou seja, escrita na língua de pessoas comuns ("vulgus").

E agora?

Tudo muito interessante até agora, correto? Mas nada disso é tão importante quanto ao fato de pensar no que a Bíblia significa para mim, hoje, nesse século em que vivo, no contexto cultural em que estou envolvido, nessa realidade social com diferentes variáveis a me influenciar.

Minha experiência com esse livro faz toda a diferença.

A Bíblia pode ser um incrível registro histórico, ter uma maravilhosa diversidade de estilos literários, ser motivo de guerras, discussões e partidarismos ou mesmo ser citada por milhares de eruditos e pessoas populares.

Mas tudo isso é absolutamente irrelevante se a Bíblia não tiver um significado profundo e real para mim.

Profundo e real!

Quando leia a Bíblia, penso na voz de Deus falando a mim. Isso é Bíblia para mim!

A voz de um Deus que deixou Seus princípios e conselhos atualizados eternamente para que eu tenha uma vida realmente feliz.

Não preciso me preocupar em fazer upgrade da Bíblia. Só das versoes digitais disponíveis nos dispositivos eletrônicos. Porque o conteúdo preservado até aqui (com todos os riscos de alteração que possam ter existido) é totalmente válido hoje para mim.

Não quero encontrar desculpas para viver de qualquer jeito lendo a Bíblia, nem apenas me informar de histórias lindas para reproduzir por aí como se fosse um papagaio.

Quero estudar a Bíblia e ser transformado espiritualmente, fisicamente, emocionalmente.

Porque quero continuar crendo que não é meramente um livro, nem uma coleção de livros.

É Deus falando comigo todos os dias, em todos os momentos, em todas as circunstâncias, com perdão, amor, misericórdia e justiça.

É Deus me amando.

Fico com Dwight Moody que disse: "creio que a Bíblia é inspirada porque ela me inspira".


Veja também:
Curiosidades sobre a Bíblia (http://www.sbb.org.br/interna.asp?areaID=69)

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Mateus 6 - Comentários selecionados

1 justiça. Jesus afirma o valor positivo que há na justiça prática, mas somente quando praticada em submissão a Deus e por amor a Ele, ao invés de feito em busca de glória pessoal humana.  Bíblia de Genebra.

Ele [Jesus] não está condenando a oração, jejum e caridade públicos e, sim, a natureza centrada em si mesma da religiosidade pública (em 5:14-16 temos os atos centrados em Deus). Andrews Study Bible.

...a humildade, e não o orgulho, é a base da comunhão com Deus.  Bíblia Shedd.

2 hipócritas. A palavra grega significa "ator de teatro". ... Aqui, refere-se aos que fingem ser consagrados. Bíblia de Estudo NVI Vida.


No Novo Testamento, o hipócrita é aquele que alega ter um relacionamento com Deus e amar a justiça, mas que está buscando seu próprio interesse, enganando-se a si mesmo. Bíblia de Genebra.


3 mão esquerda ... mão direita. ...a pessoa não deve chamar atenção para a sua generosidade. A autoglorificação é um risco sempre presente. Bíblia de Estudo NVI Vida.


Jesus quer dizer que os cristãos não devem fazer caridade a fim de obterem louvor e honra. CBASD - Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 358.


7 sempre repetindo a mesma coisa, como fazem os pagãos. Estes citavam nas orações longas listas com os nomes de seus deuses, na esperança de, mediante a constante repetição, invocarem o nome daquele deus que os ajudasse.  Bíblia de Estudo NVI Vida.


9 nosso. A oração do Pai Nosso é uma oração pública.  Andrews Study Bible.

...embora reflita, até certo ponto, as orações do judaísmo, a oração do Senhor é, contudo, inspirada e original. Sua originalidade está na escolha das petições e no seu arranjo. Sua aceitação universal reflete o fato de que expressa mais perfeitamente do que qualquer outra oração as necessidades fundamentais do ser humano. CBASD, vol. 5, p. 359.


Santificado seja o Teu nome. Santificamos Seu nome quando reconhecemos a santidade de Seu caráter e permitimos que Ele reproduza esse caráter em nós. CBASD, vol. 5, p. 360.

11 dai-nos. A oração se inicia com Deus e Seus assuntos e somente então se dirige para os nossos pedidos e desejos.  Andrews Study Bible.


12 dívidas. A referência aqui é a dívidas pessoais. Os cristãos perdoam os outros em resposta ao perdão de Deus (18.32-33); porém, se não perdoarmos os outros, não podemos clamar pelo perdão de Deus para nós mesmos (vs 14-15). Bíblia de Genebra.


16-18 jejum. Is 58:3-9, a mais extensiva passagem da Bíblia sobre o jejum, fala do jejum, não como sendo um ritual, mas em termos de alcançar os pobres e necessitados.  Andrews Study Bible.

O jejum não é condenado se tiver como alvo o aproximar-se de Deus e a negação de si mesmo. Bíblia Shedd.


17 arrume o cabelo e lave o rosto. Os judeus colocavam cinzas na cabeça ao jejuarem. Jesus manda manter a aparência regular [normal]. O jejum não deve ser realizado de modo ostensivo.  Bíblia de Estudo NVI Vida.


20 Tesouros no céu ajuntam-se somente convertendo pecadores que viverão eternamente.  Bíblia Shedd.


24 riquezas. Gr mamõn, transliteração da palavra aramaica que significa "riqueza", mas que jesus aqui está dando como nome pessoal, como se fosse um ídolo pagão. Bíblia Shedd.


26 não semeiam, não colhem....os passarinhos não se preocupam com o que o futuro reserva. Bíblia de Genebra.


27 côvado. Medida de comprimento de 46 cm. Aqui é humoristicamente considerada como mais um pedacinho de visa.  Bíblia Shedd.

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Planta sugestiva do Templo de Ezequiel





Fonte: Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 789. Casa Publicadora Brasileira. Todos os 
direitos reservados.

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

1000 seguidores!

Estamos em festa, porque ultrapassamos 1000 seguidores!
É uma bênção ter vocês como nossos companheiros nesta jornada abençoada!
Vocês são a nossa maior motivação. É uma honra trabalhar para o povo de Deus, que ama a Sua Palavra!
A Deus, que nos dá inspiração e força para o trabalho, toda honra e glória!

Equipe Reavivados

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Fotos de Tiro

A antiga cidade de Tiro se transformou na atual cidade libanesa de Sour.

A ilha de Nova Tiro, que distava 800 m de Antiga Tiro, no continente, foi ligada a ele por um aterro construído pelas tropas de Alexandre.
Com o tempo, a deposição de areia formou e ampliou praias, que transformaram Tiro em um istmo.

Veja algumas fotos da Tiro atual e desenhos que reconstituem a linha original da costa e o cerco de Alexandre:

Foto de Tiro/Sour em foto aérea de 1934.

Foto aérea atual de Tiro/Sour 

Representação artística da construção do aterro para a tomada da cidade

Desenho que mostra o cerco de Tiro

A costa original e atual de Tiro/Sour
Fotos retiradas dos sites:

sexta-feira, 27 de junho de 2014

Convite a ler Ezequiel

Mal terminaram os escritos de Jeremias e já estamos com saudades do amor do profeta por Deus, por Jerusalém, pelo rei (o "ungido de Deus", Lam 4.20), pelo seu povo. Mas o livro de Ezequiel está à nossa frente e tem muitas e maravilhosas lições para nosso proveito.

Ezequiel foi contemporâneo de Jeremias, porém seu ministério começou bem depois. Jeremias começou seu ministério ao tempo do reinado de Josias. Ezequiel testemunhou o primeiro ataque babilônico a Jerusalém no reinado de Jeoaquim, filho de Josias (2Rs 24.1). No segundo ataque, em 597 aC, quando reinava Joaquim, Ezequiel foi deportado, junto com outros jovens intelectuais judeus, para a Babilônia (2Rs 24.14) onde foi chamado por Deus a ser profeta, cinco anos depois. Profetizou por, pelo menos, 22 anos (Ez 1.2; 29.17). No seu chamado (cap. 1), Ezequiel foi levado em visão ao Céu, onde viu a Deus em Seu trono, em imagens semelhantes à apresentadas em Apoc. 4.

Assim, como Isaías, Jeremias e Sofonias, Ezequiel apresenta a estrutura: condenação de Jerusalém (cap. 3 a 24) - condenação dos povos vizinhos (cap. 25 a 32) - consolação de Jerusalém (cap. 33 a 48). Neste último bloco, escrito depois da terceira, trágica e arrasadora invasão babilônica, em 586 aC, o profeta traz mensagens de consolo e restauração para Israel.

Sabemos que Ezequiel era casado (24.15-18), morava em casa própria (3.24; 8.1) e levava uma vida relativamente livre, junto com seus companheiros de exílio. Quando o Senhor lhe informou que Jerusalém estava sendo sitiada e seria tomada (24.1-14), recebeu também a informação de que sua amada esposa, o "prazer dos seus olhos" (24.16) também lhe seria tirada. O profeta não deveria lamentar em público a perda da esposa, assim como os judeus não deveriam ficar enlutados ostensivamente por Jerusalém e o templo, o deleite dos olhos de Israel. A vida de um profeta, definitivamente, não é fácil!

O tema principal do livro de Ezequiel é a soberania de Deus.
Que o Senhor seja soberano em nossas vidas, também. Para sempre.

Fontes: Comentário Bíblico Adventista, vol. 4, comentários das Bíblias Shedd e NVI Vida. 

domingo, 22 de junho de 2014

Introdução ao livro de Lamentações

Amigos, amanhã, segunda-feira, começaremos a ler Lamentações.

A guisa de introdução ao livro, postamos aqui os comentários de duas Bíblias de Estudo:

“O livro de Lamentações tem um tema principal: o sofrimento que sobreveio a Jerusalém quando Nabucodonosor capturou a cidade, em 586 a.C. Tanto o rei Zedequias como seus filhos, seus homens de confiança, o sumo sacerdote, e os líderes da cidade foram levados para o cativeiro. Depois os filhos do rei foram mortos, a cidade foi queimada juntamente com o templo; todos os objetos de valor foram levados embora, a muralha da cidade foi destruída, milhares de cativos foram levados, de maneira que a única coisa que restava na cidade e na terra ao redor era uma diminuta população dos mais pobres ignorantes.

“Numa série de elegias, o autor expressa sua inconsolável tristeza por causa da agonia e tristeza da cidade. O primeiro lamento descreve e explica as aflições, em termos gerais. O segundo descreve o desastre com maiores detalhes. Salienta que a destruição da cidade foi um julgamento de Deus contra o pecado. Alguns fatores profundos desse julgamento são elucidados na terceira lamentação. A quarta lamentação sublinha algumas lições que Jerusalém aprendera do julgamento. O quinto e último lamento (mais exatamente, é uma oração) descreve como os sofrimentos de Jerusalém levaram-na a lançar-se nos braços da misericórdia divina, e a esperar que o Senhor seja novamente gracioso para com Israel, agora purificada no cadinho da aflição. Visto que o livro de Lamentações trata do sofrimento como julgamento contra o pecado, o crente afligido pode encontrar na linguagem do livro a sua própria confissão, auto humilhação e invocação.

“O livro de Lamentações consiste em cinco poesias que seguem o padrão dos hinos fúnebres hebraicos. Cada versículo começa com uma letra do alfabeto hebraico, cada uma na sua ordem certa.

“Desde os tempos mais antigos, os judeus, e posteriormente, os cristãos, tem atribuído o livro de Lamentações à pena de Jeremias. Comentários da Bíblia Shedd.


“O autor de Lamentações compreende com clareza que os babilônios eram meros agentes do castigo divino, e o próprio Deus destruíra Sua cidade e Seu templo (1.12-15; 2.1-8, 17, 22; 4:11). Não foi, no entanto, arbitrária a atuação de Deus; o pecado desavergonhado que desafiava a Deus e a rebeldia que violava a aliança foram as causas principais do infortúnio do povo (1.5, 8, 9; 4.13; 5.7, 16). Embora fosse de esperar o choro (1.16; 2.11, 18; 3.48-51) e fosse natural o clamor por punição contra o inimigo (1.22; 3.59-66), o modo certo de reagir ao juízo é o arrependimento sincero, de todo o coração (3.40-42). O livro que começa com uma lamentação (1.1,2) termina acertadamente com arrependimento (5.21,22).

“No meio do livro, a teologia de Lamentações chega ao ápice ao focalizar a bondade de Deus. Ele é o Senhor da Esperança (3.21,24,25), do amor (3.22), da fidelidade (3.23), da salvação (3.26). A despeito de toda prova em contrário, “as suas misericórdias são inesgotáveis. Renovam-se cada manhã; grande é a Tua fidelidade” (3.22,23). Comentários da Bíblia de Estudo NVI Vida.