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sábado, 31 de janeiro de 2015

Atos 2

Comentário devocional:

É muito fácil se impressionar com as coisas incríveis que se seguiram ao Pentecostes. Línguas de fogo, grandes milagres, 3.000 pessoas batizadas num só dia. Mas o que aconteceu durante os 10 dias anteriores, no cenáculo, foi tão importante, se não mais, ao que aconteceu depois. 

Os discípulos sentiram sua grande necessidade e clamaram ao Senhor pela "santa unção" que iria prepará-los para o grande trabalho diante deles. Mas eles não pediram apenas pelo derramamento do Espírito Santo. Eles humilharam o coração em verdadeiro arrependimento, pediram perdão por seus erros, chegaram a um acordo a respeito de suas diferenças, abandonaram seus desejos por supremacia e até mesmo dividiram suas posses uns com os outros (você pode imaginar os incríveis resultados se fizéssemos isso hoje?).

Além disso, eles se entristeceram por terem desapontado o Mestre devido a sua falta de fé, confessaram sua incredulidade e meditaram muito a respeito da vida de Cristo e Sua Palavra. Eles se aproximaram mais e mais de Deus e uns dos outros enquanto sinceramente ansiavam pela salvação das almas. E o que aconteceu como resultado? O céu se abriu e a bênção do Espírito Santo foi derramada em uma magnitude nunca antes vista (veja Atos dos Apóstolos, p. 36, 37). 

Recentemente, alguns colegas e eu nos unimos em prol de um ministério mas não estávamos fazendo muito progresso. Havia muitas diferenças entre nós a respeito de como o trabalho deveria ser feito. Finalmente, reconhecemos nosso erro, e passamos várias horas orando juntos e confessando nossos erros uns aos outros. Depois disso, recebemos tanta força e unidade que o nosso trabalho se desenvolveu com poder e sentimos as bênçãos do céu. 

Este é apenas um pequeno exemplo do que Deus está desejoso de fazer por todos nós. E tudo o que aconteceu no dia de Pentecostes é apenas uma pequena amostra do que está por vir. Mas para que isso aconteça, nós, como um povo devemos estar em comunhão uns com os outros e com o Senhor (v. 42). Devemos pôr de lado as diferenças, e corrigir tudo o que está errado. 

Ellen White escreveu: "Muitos há que creem e professam reclamar a promessa do Senhor; falam acerca de Cristo e acerca do Espírito Santo, e todavia não recebem benefício. Não entregam a alma para ser guiada e regida pelas forças divinas. Não podemos usar o Espírito Santo. Ele é que deve servir-Se de nós." (O Desejado de Todas as Nações, p. 672). 

Deus está desejoso de derramar ricas bênçãos sobre nós como povo, famílias e indivíduos, mas precisamos primeiro suplicar que a Sua vontade seja feita e não a nossa.

Melody (Melodious Eco) Mason
Líder do Ministério de Oração ARME



Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/act/2/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Atos 2 

Comentário em áudio 

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Convite a repartir as bênçãos

Amado irmão, amada irmã!


Temos tido uma média de 2.000 acessos em nosso blog "ReavivadosPorSuaPalavra.org". 

Além disso, hoje tivemos a bênção de chegarmos a 1.500 inscritos a receber os novos posts em seus e-mails (newsletter).

Louvado seja Deus por este interesse em Sua Palavra!


Cremos, entretanto, que podemos alcançar ainda mais pessoas para a glória do Reino dos céus.

Que tal você enviar um email a pelo menos um amigo especial convidando-o a participar conosco do estudo do livro de Marcos?

Conte a ele as bênçãos que você tem recebido ao participar deste programa de leitura da Bíblia!

Com a sua divulgação novas pessoas poderão também ser "Reavivadas Pela Palavra de Deus"!


Obrigado por sua companhia e apoio.

Equipe Reavivados

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Malaquias 3

Comentário devocional:

“Vejam, eu enviarei o meu mensageiro, que preparará o caminho diante de mim" (Ml 3:1 NVI).

Em Malaquias 2:7, Deus disse que um sacerdote deveria ser "um mensageiro do Senhor." (NVI). Mas os sacerdotes da época de Malaquias - e nos quatro séculos que se seguiram, agiram como mensageiros do mal. Políticos e materialistas, os líderes religiosos de Judá estavam levando as pessoas à escuridão.

Uma indicação das trevas de Israel era suas prioridades financeiras. Deus chegou a dizer que as pessoas O estavam roubando.

"E ainda perguntam: 'Como é que te roubamos?' Nos dízimos e nas ofertas. Vocês estão debaixo de grande maldição porque estão me roubando; a nação toda está me roubando. Tragam o dízimo todo ao depósito do templo, para que haja alimento em minha casa. Ponham-me à prova', diz o Senhor dos Exércitos, 'e vejam se não vou abrir as comportas dos céus e derramar sobre vocês tantas bênçãos que nem terão onde guardá-las. Impedirei que pragas devorem suas colheitas, e as videiras nos campos não perderão o seu fruto', diz o Senhor dos Exércitos. 'Então todas as nações os chamarão felizes, porque a terra de vocês será maravilhosa', diz o Senhor dos Exércitos." (Ml 2:8-12 NVI).

Aos olhos de Deus, o ato de doação financeira não era diferente do que o ato de sacrifício de um animal. Deus pede o nosso melhor, e quando damos a Ele o nosso melhor, Ele refina nossa oferta no fogo e nos concede de volta bênçãos da maneira que Ele julga mais adequadas.

Mas as pessoas não estavam aprendendo os caminhos de Deus, porque os mensageiros do povo não lhes estavam ensinando corretamente. Qual seria a resposta de Deus?

"Vejam, eu enviarei o meu mensageiro, que preparará o caminho diante de mim. E então, de repente, o Senhor que vocês buscam virá para o seu templo" (Ml 3:1 NVI). Deus enviaria o Seu próprio mensageiro, fiel, dedicado, consagrado. O seu mensageiro foi João Batista. 

E então Ele viria. Deus se fez carne na pessoa de Cristo Jesus (ver Mat. 3: 1-3).

Deus queria que os mensageiros fiéis do povo de Israel, líderes e povo comum, preparassem o caminho para a vinda do Messias. Eles falharam, mas Deus não falhou. Hoje também Deus está esperando que um remanescente fiel prepare o mundo para a segunda vinda de Jesus. Aqueles que servem a Deus de coração, que colocam o Seu reino como prioridade, serão protegidos no dia do juízo e serão testemunhas vivas de que compensa servir ao Senhor!

Andy Nash
Southern Adventist University



Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/mal/3/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Malaquias 3 
Comentário em áudio 

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Malaquias 2

Comentário devocional:

" ’E agora esta advertência é para vocês, ó sacerdotes. Se vocês não derem ouvidos e não se dispuserem a honrar o meu nome’, diz o Senhor dos Exércitos, ‘lançarei maldição sobre vocês, e até amaldiçoarei as suas bênçãos...' "(Mal. 2:1-2 NVI).

Algumas vezes temos a falsa ideia de que as pessoas só sacrificavam animais quando pecavam. Isso não é verdade. Aqui estão os tipos de sacrifício oferecidos. Neles, o sangue e a gordura eram totalmente queimados e a carne era comida, exceto na oferta de expiação quando tudo era completamente queimado.

* Oferta pelo Pecado: pelo pecado individual.
* Oferta de Comunhão: para louvor.
* Oferta de grãos: para dedicação e bênção.
* Holocausto (oferta totalmente queimada): para expiação.

Vemos um princípio importante aqui: cada área da vida do adorador deveria ser oferecida a Deus. Mas na época de Malaquias, este compromisso total com Deus não estava havendo nem por parte das pessoas comuns nem por parte dos próprios sacerdotes.

As repreensões do Senhor aos líderes sacerdotais de Israel eram tão diretas quanto poderiam ser: "Por causa de vocês eu destruirei a sua descendência; esfregarei na cara de vocês os excrementos dos animais oferecidos em sacrifício em suas festas e lançarei vocês fora, com os excrementos. ... Porque os lábios do sacerdote devem guardar o conhecimento, e da sua boca todos esperam a instrução na Lei, porque ele é o mensageiro do Senhor ... Mas vocês se desviaram do caminho e pelo seu ensino causaram a queda de muita gente..." (Mal. 2:3, 7, 8 NVI).

A apostasia do sacerdócio israelita foi um dos processos mais tristes no Antigo Testamento. A tribo de Levi - separada como se fossem vasos consagrados ao serviço do Senhor - estava sendo representada agora por homens cujo coração tinha se afastado do Senhor.

Ao longo dos próximos 400 anos, a situação do sacerdócio só iria piorar: os políticos e mundanos saduceus distorceriam toda a função do Templo transformando-o em um covil de ladrões (Cf. Mat 21:12,13). 

E quanto a nós? O que podemos dizer a respeito de nossa santidade e dedicação ao Senhor? Cristo nos constituiu sacerdotes (Apoc. 1:5-6). Por meio de nossas palavras e ações representamos aquele que nos ama e morreu por nós. Que através de nossa vida coerente e altruísta possamos inspirar outros a conhecer mais do Deus Criador e Redentor.

Andy Nash 
Southern Adventist University



Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/mal/2/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Malaquias 2 

Comentário em áudio 

domingo, 21 de setembro de 2014

Amós 9

Comentário devocional:

Este capítulo, a última das visões que Amós registrou, tem claramente duas seções: primeiro a destruição de Israel (vv.1-10) e, segundo, a restauração de Israel (vv.11-15).
Amós vê o Supremo Regente do Céu pronto a punir o seu povo rebelde. De pé, junto ao altar, o Senhor ordenou ao anjo destruidor que ferisse as ombreiras das portas e quebrasse os pilares. A intenção da ordem é que toda a estrutura seja destruída, o que implica a morte de todos - ninguém escapará (v.1).  Será inútil tentar fugir porque o Senhor encontrará os impenitentes no alto de Monte Carmelo, o mais alto lugar, ou no fundo do mar ou seja, o lugar mais baixo da Terra (vv.2-3). Os ímpios israelitas não estarão a salvo da espada, nem mesmo na terra do cativeiro (v.4). 

Israel seria a nação escolhida somente se obedecesse à Palavra de Deus e proclamasse o Seu nome a todas as nações. Neste sentido, Israel e a Etiópia são igualmente importantes para Ele. Ele é Aquele que tirou Israel do Egito e colocou na terra de Canaã, onde Ele havia permitido que os filisteus de Caftor e os sírios de Quir vivessem. As decisões do Senhor são definitivas, de modo que o cativeiro de Israel é inevitável.

No entanto, Deus graciosamente promete salvar um remanescente (vv-7-8). Israel será lançado, por assim dizer, na "peneira" da aflição para distinguir os verdadeiros seguidores de Deus daqueles que se apegam ao pecado. Todos os ímpios existentes entre o povo de Deus, que se rebelaram contra os Seus caminhos, serão destruídos.

Amós agora se volta do castigo do povo de Deus para a brilhante e gloriosa promessa de restauração futura. Quando Judá e Israel não conseguiram viver à altura do que Deus havia prometido fazer em benefício deles, aquilo que Deus tinha planejado somente poderia ser cumprido em parte quando os fiéis retornassem do exílio babilônico. 

A história mostra que as brechas espirituais nas paredes foram apenas parcialmente reparadas e as ruínas espirituais só foram restauradas até certo ponto. Quando o povo judeu rejeitou seu Salvador, as bênçãos e promessas a Israel foram repassadas à semente espiritual de Abraão, os seguidores de Jesus Cristo.

Os versículos 13-15 descrevem em linguagem impressionante a profusão de bênçãos que poderiam ter sido derramadas sobre o Israel literal, mas agora serão concedidas ao verdadeiro Israel de Deus. A promessa feita a Abraão de que sua descendência herdaria a terra de Canaã foi apenas parcialmente cumprida quando Josué conduziu os filhos de Israel para a Terra Prometida. 

O cumprimento final desta maravilhosa promessa acontecerá quando a Cidade Santa, a Nova Jerusalém, repleta com os salvos de todas as épocas, descer do céu e se estabelecer permanentemente na terra, em Canaã. Esse dia não está longe!

Deepati Vara Prasad, Ph.D.
Watchman Publishing House, Índia




Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/amo/9/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Amós 9 

Comentário em áudio 

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Daniel 1

Comentário devocional:

Não é correto pensarmos nos seis primeiros capítulos do livro de Daniel apenas como capítulos históricos. Existe muita profecia embutida nesta história sobre o curto reinado dos reis de Judá, e acerca de Nabucodonosor e do Faraó do Egito.

Daniel inicia o seu livro recordando a experiência traumática quando foi levado cativo para a Babilônia por Nabucodonosor, juntamente com artigos do templo (v.2). Jovens de boa aparência que demonstraram inteligência, incluindo Daniel, foram levados a servir na corte do rei (v. 4).

Daniel recorda como ele e seus três amigos tiveram de aprender babilônico, assírio, sumério e outras línguas e a literatura destas línguas. Eles tinham que se sentar diariamente com seus amigos aprendendo a gramática e o significado das frases em escrita cuneiforme (escrita em formato de unhas), como as que os arqueólogos encontraram nos textos da Biblioteca de Nínive.

O curso na universidade babilônica durava três anos (v. 5). Os melhores matemáticos, astrônomos, historiadores, professores de literatura educaram Daniel e seus amigos todos os dias.

O próximo passo para imergi-los na cultura babilônica foi dar-lhes nomes babilônicos. O nome de Daniel que significava em hebraico "Deus é meu juiz" foi mudado para Beltessazar, referindo-se ao poderoso deus babilônico "Bel". O nome Ananias, que significa "Javé é amável", o comandante mudou para Sadraque. Misael significava "Quem é de Deus", e foi mudado para Mesaque. Azarias significa "Javé está ajudando", e também foi mudado, para Abede-Nego. Todos esses nomes babilônicos significavam que eles eram servos dos deuses babilônicos, o que era uma grande humilhação para esses jovens hebreus.

Além disso, Daniel e seus amigos teriam de comer à mesa do rei, o que se tornou um grande problema. Eles deveriam comer os alimentos que o rei da Babilônia gostava. Uma boa fonte para sabermos o que os reis babilônicos comiam são os chamados textos hemerológicos, entre eles um texto de uma cartomante que dizia o que o rei devia ou não comer durante os 360 dias do ano. Este texto dizia que o rei deveria comer "carne de porco", "carne de boi" e "peixe". Outro texto incluía até o arganaz, um tipo de rato (NIG.GIG).

Daniel e seus amigos estavam em apuros. Eles enfrentaram decisões que testavam sua fé e tiveram que decidir rapidamente. O rei também bebia vinho (v. 8) e Daniel sabia que o álcool e a educação não são bons parceiros. Quando a Bíblia se refere negativamente ao vinho, está falando do vinho alcoólico; quando positivamente, ao suco de uva ou geléia de uva. Bebês pedem vinho a suas mães em Lam 2:11-12. Nenhuma mãe forneceria álcool para sua criança. 

Daniel e seus amigos devem ter considerado cuidadosamente os conselhos de Salomão: "Quando você se assentar com alguma autoridade, observe com atenção quem está diante de você ... não deseje as iguarias que ele oferece, pois podem ser enganosas" (Prov 23:1 e 3 NVI); "Não se deixe atrair pelo vinho quando está vermelho, quando cintila no copo e escorre suavemente! No fim ele morde como serpente e envenena como víbora. Seus olhos verão coisas estranhas, e sua mente distorcidas" (Prov 23: 31-33, NVI).

Então eles resolveram firmemente não se contaminar com a comida e bebida escolhidas pelo rei para a sua mesa (v. 8). O conhecimento e o amor que tinham pelas Escrituras os ajudaram a tomar decisões sóbrias e vitais. Eles poderiam ser cativos do rei da Babilônia, mas não sua mente e alma. Deus aprovou a decisão de Daniel e seus companheiros e os abençoou nesta prova de fé. Seu comandante gostava deles (v. 9) e, após dez dias de teste, permitiu que recebessem somente comida vegetariana e água (v. 12-14). Deus apreciou muito a fé dos quatro companheiros e lhes deu "sabedoria e inteligência para conhecerem todos os aspectos da cultura e da ciência" (v 17a NVI). A Daniel foi dado adicionalmente o talento de interpretar visões e sonhos (v. 17b). Com a bênção de Deus, após o período de instrução o rei Nabucodonosor os achou superiores, em muito, aos demais sábios de todo o seu reino (v. 18-20).

Daniel termina o resumo de sua história pessoal dizendo que ele trabalhou para Babilônia até o primeiro ano do rei Ciro (v. 21), em 538 aC. Se ele tinha 16 anos na época do cativeiro, tinha 83 anos , quando terminou sua carreira. 

Querido Deus,
A autobiografia de Daniel fala sobre Ti. Vemos ali a Tua mão na frente, ao lado e atrás dele o tempo todo. Queremos ser assim também ser cuidados por Ti. Ao passarmos por situações difíceis ajuda-nos a sermos vitoriosos como Daniel e seus companheiros. Amém.

Koot van Wyk
Universidade Nacional Sangju, Coreia do Sul


Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/dan/1/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Daniel 1 

Comentário em áudio 

Palestra sobre Daniel 1

Palestra sobre o livro de Daniel



Material para estudo adicional


Tema e estrutura do livro de Daniel:

 O Senhor usou Daniel e seus amigos, e os milagres associados a eles, para impressionar uma série de reis do fato de que Ele estava no comando e que deveriam dar contas a Ele.Central ao livro está o tema de que Deus é soberano sobre todas as nações, mesmo quando Seu povo é oprimido e que Ele, por fim, livrará aqueles que Lhe forem fiéis. Este tema é explicitamente introduzido em 2:20-23 e enfatizado nos capítulos 4-5 pela repetição do conceito: “o Altíssimo tem domínio sobre o reino dos homens” (4.17; comparar com vv. 25, 32; 5.21). Os capítulos 4-5 formam o centro de uma estrutura simétrica (quiástica):

A. Problema: O templo e o povo de Deus conquistados (cap. 1)
   B. Sonho de Nabucodonosor de quatro reinos (cap. 2)
      C. Amigos de Daniel livrados da fornalha de fogo (cap.3)
         D. Nabucodonosor humilhado pela sentença divina; 
              Belsazar humilhado pela sentença divina (caps. 4-5);
      C’. Daniel livrado da cova dos leões (cap. 6)
   B’. Visão de Daniel de quatro reinos (cap. 7)
A’. Solução: O templo de Deus restaurado e Seu povo libertado (caps. 8-12)

Os capítulos externos (1:1-2:4a; caps 8-12) da estrutura literária foram escritos em hebraico. Mas os capítulos internos (2:4-b – 7:28) estão em aramaico ... Nabucodonosor pertencia ao povo caldeu do sul da Mesopotâmia (hoje Iraque), que havia conquistado Babilônia. O aramaico se tornara a língua internacional, portanto o uso dela por Daniel implica que a mensagem de 2:4-7:28 era dirigida tanto para os gentios quanto para os judeus (comparar com Jer 10:11, o único verso dos outros profetas escrito também em aramaico). Andrews Study Bible.

As profecias de Daniel estão estreitamente relacionadas às do livro do Apocalipse. Na verdade, o Apocalipse trata do mesmo tema, mas dá ênfase especial ao papel da igreja cristã como povo escolhido de Deus. Dessa forma, detalhes que parecem obscuros no livro de Daniel são em geral esclarecidos quando observados no livro de Apocalipse. A parte da profecia que se refere aos últimos dias, Daniel teve ordem de fechar e selar, até “o tempo do fim” (GC, 356), quando , por meio de estudo diligente do livro, o “saber” de seu conteúdo se multiplicaria (Dn 12:4). ... João foi especificamente instruído: “Não seles as palavras da profecia deste livro, porque o tempo está próximo” (Ap 22:10). Assim, para se ter uma interpretação mais clara de qualquer parte do livro de Daniel que seja obscura, deve-se estudar cuidadosamente o livro de Apocalipse.  CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 828.




Comentários selecionados:

1 no ano terceiro do reinado de Jeoaquim. 605 aC. Andrews Study Bible.

A destruição foi completada alguns anos mais tarde, no ano 586 aC nos reinados de Jeoaquim, Joaquim e Zedequias, 2 Rs 24.1-25.10. Bíblia Shedd.

2 O Senhor lhe entregou. Segundo foi profetizado por Jeremias, Jr 27.1-8. Bíblia Shedd.

Judá foi exilado para a Babilônia por desobedecer à palavra de Deus no tocante à guarda da aliança, aos anos sabáticos e à idolatria. (v. Lv 25.1-7; 26.27-35; 2Cr 36.14-21). Na primeira deportação (605 aC) estava Daniel, e na segunda (597), Ezequiel. Aconteceu uma terceira deportação em 586, quando os babilônios destruíram Jerusalém e o templo. Bíblia de Estudo NVI Vida.

alguns dos utensílios da Casa de Deus. Mais tarde foram todos. Bíblia Shedd.

O templo permaneceu em pé até 586 aC. Mas Nabucodonosor levou alguns dos itens mais valiosos e os depositou no tesouro de suas divindades. Isto introduz conflito entre o Deus verdadeiro e o poder do homem. Andrews Study Bible.

3 linhagem real. Daniel era um jovem de alta estirpe, um nobre. Bíblia Shedd.

8 resolveu Daniel ... não contaminar-se. Porque Daniel resolveu permanecer fiel ao Senhor, ele não poderia permitir ser absorvido pela cultura babilônica de modo que conflitasse com a santidade, incluindo comer carne de espécies “imundas” (Lev 11; Dt 14; comparar com Gên 7:2, 8-9, 20). Havia problemas adicionais com a dieta babilônica: a carne poderia vir de animal sufocado, com sangue não adequadamente drenado (Gên 9:4; Lev 17:10-12; comparar com At 15:20, 29) e a comida e bebida poderiam ter sido oferecidos a ídolos (comparar com Num 25:2; At 15:20, 29). Andrews Study Bible.

Tinha suas convicções, e as manifestou com coragem. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Deus honrou esses jovens por causa de seu firme propósito de fazer o que era certo. Para eles, a aprovação de Deus era mais estimada do que o favor do homem mais poderoso da terra; mais estimada que a própria vida (ver CRA, 31). Essa firme resolução não nasceu com a pressão das circunstâncias imediatas. Desde a infância, esses jovens foram treinados com hábitos de estrita temperança. CBASD, vol. 4, p. 837.
 
12 Experimenta, peço-te, os teus servos. Daniel empregou bom juízo ao oferecer uma alternativa em vez de rebelar-se. Bíblia de Estudo NVI Vida.

dez. Muitas vezes tinha o significado simbólico de conta completa. Bíblia de Estudo NVI Vida.

legumes. Do heb. zero’im, “alimento derivado de plantas”, como cereais e vegetais. De acordo com a tradição judaica, frutas vermelhas e tâmaras também se incluíam neste termo. CBASD, vol. 4, p. 837.

legumes ... e água. Esta dieta vegetariana resolveria todos os problemas religiosos. Além disso, ela foi notadamente mais saudável, razão pela qual se Daniel e seus companheiros foram autorizados a nela continuar (v. 15). Andrews Study Bible.

17 Deus deu o conhecimento e a inteligência em toda cultura e sabedoria. Com a ajuda de Deus, Daniel e seus amigos dominaram os escritos babilônicos a respeito da astrologia e da adivinhação mediante sonhos. Mas nos testes cruciais de interpretação e de predição (ver 2.3-11; 4.7), toda a literatura pagã mostrou-se inútil. Só mediante a revelação especial da parte de Deus (2.17-28) Daniel conseguiu interpretar corretamente. Bíblia de Estudo NVI Vida. 

A instrução que Daniel e seus três amigos receberam foi também um teste de fé. O saber dos caldeus estava aliado a práticas idólatras e pagãs, e misturava ciência e magia, conhecimento com superstição. Os aprendizes hebreus se mantiveram distante dessas coisas. Não se sabe como evitaram conflitos; mas, apesar das influências más, eles se apegaram à fé de seus pais, como demonstraram claramente os eventos posteriores. Os quatro aprenderam as habilidades e ciências dos caldeus sem adotar os elementos pagãos mesclados com as mesmas. CBASD, vol. 4, p. 837.

19 Era o exame conduzido pelo próprio rei, para verificar a cultura geral dos rapazes selecionados para contribuir à glória do seu império. Esta cultura confunde-se com as artes mágicas. Bíblia Shedd.

20 dez vezes mais. Uma expressão que quer dizer “muito melhor”. Andrews Study Bible.

Do que todos os mágicos e encantadores. Por meio de uma descrição posterior das habilidades de Daniel, feita pela mãe de Nabucodonosor, sabe-se que Daniel era conhecido como um homem capaz de “declaração de enigmas e solução de casos difíceis” (Dn 5:12). As perguntas feitas a eles podem ter incluído explicação de enigmas, que era diversão favorita nas cortes do antigo Oriente. O exame também pode ter incluído a solução de problemas matemáticos e astronômicos, matérias em que os babilônios eram mestres, conforme revelam documentos, ou uma demonstração da habilidade de ler e escrever a difícil língua cuneiforme. A sabedoria superior de Daniel e de seus companheiros não era resultado de sorte ou destino, ou mesmo de um milagre, como em geral se entende. Os jovens se aplicaram com diligência e consciência aos estudos, e Deus abençoou os esforços deles. O verdadeiro êxito em qualquer empreendimento é assegurado quando se combina esforço humano com o divino. O esforço humano por si só de nada vale, e o poder divino não torna desnecessária a cooperação humana (ver PR, 486, 487; cf PP, 214). CBASD, vol. 4, p. 839.

Encantadores. Adivinhação, magia, exorcismo e astrologia eram comuns entre os povos antigos; mas, em alguns lugares como Babilônia, eram praticados por homens da ciência [métodos de previsãodescritos: haptoscopia/exame de fígados; quiromancia/mãos; lecanomancia/óleo na água; belomancia/flechas sacudidas]. ... É um erro supor que os sábios de Babilônia eram apenas adivinhos e magos. Embora fossem habilidosos nessas artes, eram também eruditos no verdadeiro sentido da palavra. ... como na Idade Média. ...  Os encantadores e adivinhos da Antiguidade se aplicavam também a estudos estritamente científicos. Seu conhecimento astronômico tinha atingido um surpreendente nível de desenvolvimento. ... Os astrônomos eram capazes de predizer eclipses lunares e solares mediante cálculos. Sua habilidade matemática era bastante desenvolvida. Eles empregavam fórmulas cujo descobrimento em geral é atribuído erroneamente aos gregos. Além disso, eram bons arquitetos, construtores e médicos. Eles encontravam por meios empíricos a cura para muitos males. Deve ter sido nessas áreas de conhecimento e habilidade que Daniel e seus três amigos superaram os encantadores, astrólogos e eruditos babilônios. CBASD, vol. 4, p. 840.

21 continuou. Ficou como oficial do Império até o ano 536 aC, o primeiro ano do rei Ciro. Sua última visão veio mais tarde. Bíblia Shedd.

Daniel ainda estava vivo no ano 537 (10.1), de modo que viu os exilados voltarem a Judá, saindo do cativeiro na Babilônia. Bíblia de Estudo NVI Vida.

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Ezequiel 47

Comentário devocional:

Ezequiel 47 continua a tratar do templo restaurado, da cidade e da terra de Israel. Em um país seco como Israel, a água é uma necessidade da vida em todos os seus aspectos. Ezequiel recebe um retrato vívido da solução de Deus para a questão da água. No Israel restaurado, a presença de Deus é real e supre todas as necessidades, incluindo a de água. O que começa como um fio de água a partir do portão leste do templo começa a fluir em direção ao deserto. No espaço de pouco mais de um quilômetro, o pequeno córrego se transforma num rio caudaloso, renovando as águas do salgado mar Morto. Esta água dada por Deus traz vida. Graças a ela, as árvores crescem e produzem frutos em todos os meses. Os peixes tornam-se tão abundantes que os pescadores prosperam. Toda a terra é abençoada por esta água que flui da presença de Deus.

Embora esta imagem literal nunca tenha acontecido para Israel, ela é uma imagem tão poderosa que posteriores escritores da Bíblia também usaram esta imagem da água para retratar as bênçãos espirituais que Deus dá. Jesus a menciona em João 7:37-39. Ele diz que a água se refere ao Espírito Santo, que será dado aos crentes. Este quadro também é utilizado por João em Apocalipse 22:1, 2, em sua descrição da nova terra. Que imagem poderosa das bênçãos que fluem a partir da presença de Deus!

Este capítulo também trata da divisão da terra entre as 12 tribos. As fronteiras estão bem próximas daquelas dadas originalmente em Números 34:1-12, mas uma grande diferença se destaca. Enquanto no livro de Números apenas israelitas literais recebem a terra, na nação restaurada de Ezequiel, estranhos ou estrangeiros que têm filhos na terra, também recebem uma propriedade. O fato de não israelitas receberem  tratamento semelhante aos dos israelitas, recebendo terras, é mais um exemplo da graça de Deus. Em nosso trato com outros devemos ser tão graciosos quanto Deus é.

Jon Dybdahl
Universidade Walla Walla, EUA



Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/eze/47/

Traduzido por JDS/JAQ

Texto bíblico: Ezequiel 47 

Comentário em áudio 

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

1000 seguidores!

Estamos em festa, porque ultrapassamos 1000 seguidores!
É uma bênção ter vocês como nossos companheiros nesta jornada abençoada!
Vocês são a nossa maior motivação. É uma honra trabalhar para o povo de Deus, que ama a Sua Palavra!
A Deus, que nos dá inspiração e força para o trabalho, toda honra e glória!

Equipe Reavivados

sábado, 21 de junho de 2014

Jeremias 51

Comentário devocional:

Jeremias 51 (v. 3-4) diz: " Não poupem os seus [de Babilônia] jovens guerreiros, destruam completamente o seu exército" (NVI). Ciro conquistou a Babilônia e matou o rei Belsazar, mas não destruiu a cidade de Babilônia e não matou o soldados. 

A profecia de Deus é sempre condicional. Se o exército babilônico tivesse resistido e não se rendido aos medos, Ciro teria destruído todos os soldados babilônicos. A cidade da Babilônia continuou existindo até o tempo de Seleuco Nicator. Depois que ele construiu a cidade de Selêucia perto de Babilônia, seus habitantes se mudaram para Selêucia e a cidade de Babilônia se tornou afinal uma ruína como predito por Jeremias (v. 26, 29).

Uma das razões para a punição divina do reino da Babilônia foram as atrocidades desnecessárias cometidas contra Judá e a cidade de Jerusalém (v. 35). Deus usou os reis dos medos para lutar contra a Babilônia (v. 11). Esta mensagem é a repetição de Isaías 13:7. Deus permitiu que Babilônia punisse Judá, mas Babilônia não deveria cometer tamanha crueldade contra Judá, que continuava a ser o povo de Deus e seria perdoado por Ele (Jer 50:20). Eles oprimiram o povo de Judá e não os deixaram voltar à sua terra natal por 70 anos (Jer 50:33). 

Outra razão foi o pecado cometido contra o Santo de Israel (v. 5). Os soldados babilônicos -  que obviamente não eram sacerdotes - entraram nos lugares sagrados do templo de Deus em Jerusalém, e levaram muitos dos utensílios.

Nos versos 59 a 64 encerra-se a longa profecia contra Babilônia. No quarto ano do rei Zedequias, Jeremias confiou o livro (rolo) desta profecia contra a Babilônia ao sumo sacerdote (Jer 52:24) Seraías, pedindo-lhe que a lesse em voz alta quando todos estivessem na Babilônia, amarrasse nele uma pedra e o jogasse no rio Eufrates. Isso significava que Babilônia afundaria “para não mais se erguer” (v. 64 NVI).

Mesmo para Babilônia, a destruição da cidade foi adiada, pois o aviso era condicional. Da mesma forma Deus é clemente e misericordioso para conosco, esperando por nosso arrependimento para nos salvar de nossa condição pecaminosa. 

Deus está sempre desejoso de nos conceder as Suas bênçãos. Existe algo em nós que O impeça de agir assim?

Yoshitaka Kobayashi
Japão



Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jer/51/

Traduzido por JDS/JAQ

Texto bíblico: Jeremias 51

terça-feira, 6 de maio de 2014

Jeremias 5

Comentário devocional:

Deus tem me abençoado mais do que mereço. Ele me deu uma boa saúde, pais e amigos queridos e até mesmo posses materiais. Mas às vezes me pergunto se estou deixando de receber ainda mais bênçãos, especialmente as espirituais.

Os israelitas dos dias de Jeremias não pensavam que deixavam de receber bênçãos por causa de seus pecados. De igual maneira as nações de hoje não acham que bênçãos são retidas por causa dos seus pecados. Mas Jeremias disse que era isto que acontecia. Ele lembrou aos israelitas que era Deus quem lhes concedia as chuvas de outono e primavera, responsáveis por uma boa colheita. Mas "os pecados de vocês têm afastado essas coisas; as faltas de vocês os têm privados desses bens."(v. 25 NVI).

Sofremos as conseqüências de nossas ações. Esta é uma lei básica da natureza. É por isso que às vezes as pessoas dizem: "O que vai, volta." Eles querem dizer que se você matar alguém ou roubar alguma coisa, você será punido por isso. Se você gritar com raiva para alguém, essa pessoa pode gritar de volta para você ou pelo menos ficar de mau humor. Da mesma forma, um sorriso pode retornar na forma de um desejo amistoso de bom dia.

Quando se trata do pecado, Jeremias nos lembra que uma conseqüência direta de nossos erros é que ele interrompe o fluxo das bênçãos do céu. Deus não pode derramar Sua bondade nas pessoas que O estão deliberadamente desobedecendo.

Oração: "Querido Deus, meus pecados têm me privado de Sua bondade. Por favor, ajude-me a ouvi-Lo e obedecê-Lo, não porque eu quero mais bênçãos, mas porque Tu sabes o que é melhor para mim e para minha felicidade. Ajude-me a obedecer-Te, porque Te amo. Amém".

Andrew McChesney
Jornalista na Rússia



Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jer/5/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Jeremias 5 

sábado, 15 de fevereiro de 2014

Eclesiastes 11

Comentário devocional:

Salomão, o autor de Eclesiastes, depois de viver momentos de prazer e dor, diz em sua velhice: Que vantagem obtemos da vida? Sua reflexão sobre a sua própria vida é a de todos os seres humanos que tentam compreender a realidade.

No capítulo 11 esta ênfase é encontrada no verso 5, onde lemos que o homem “não pode compreender as obras de Deus, o Criador de todas as coisas" (NVI). 

No verso 6 Salomão compara nossas ações a sementes plantadas: "você não sabe o que acontecerá, se esta ou aquela produzirá, ou se as duas serão igualmente boas" (NVI). Além disso, no verso 8 , ele diz que “Por mais que um homem viva, deve desfrutar sua vida toda. Lembre-se, porém, dos dias de trevas, pois serão muitos. Tudo o que está para vir não faz sentido" (NVI).

No verso 9, Salomão convida aqueles que são jovens a se alegrarem. Seguir os caminhos do coração não é errado em si mesmo, mas eles devem se lembrar que Deus os julgará por tudo o que fazem.

A mensagem para nós, hoje, é que utilizemos plenamente os dons e bênçãos que o Senhor nos deu. Desenvolvê-los o mais que possamos, empregá-los no serviço, compartilhando e distribuindo. 

É um erro comum entre os homens pensar que tudo sairá conforme planejamos e desejamos. Deus nos chama a atenção, dizendo: "Assim como você não conhece o caminho do vento, nem como o corpo é formado no ventre de uma mulher, também não pode compreender as obras de Deus, o Criador de todas as coisas" (v. 5 NVI).

Deus nos convida a nos humilharmos diante da majestade da Sua obra. Não devemos concentrar a nossa atenção sobre a adversidade e os obstáculos aparentes, enquanto temos a oportunidade de levar a cabo a Sua missão. Precisamos ver esses problemas como oportunidades para desenvolver a nossa fé (v. 1, 2, 4, 10).

Finalmente, Salomão faz uma chamado à juventude, para que esta "Afaste do coração a ansiedade e acabe com o sofrimento do seu corpo, pois a juventude e o vigor são passageiros". A única maneira de se livrar da ansiedade e ira que temos em nossos corações é dar a vida para Jesus. Contemplar Jesus na cruz despertará em nós o amor por aqueles que nos ferem.

Devemos saber que as mãos de Deus governam tudo. Assim, devemos andar pela fé, sem questionar a sabedoria ou a bondade de Deus. Em Suas mãos encontramos segurança.

Querido Senhor, ajuda- me a andar pela fé, fazendo tudo o que puder na confiança do Seu amor e poder. Amém.
   
Luis Martínez
Paraguai


Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/ecc/11/

Traduzido por JAQ

Texto bíblico: Eclesiastes 11 

domingo, 26 de janeiro de 2014

Provérbios 22

Comentário devocional:

Muitas pessoas acreditam ser importante se esforçarem para alcançar sucesso e riqueza. No entanto, Provérbios 22 nos aconselha que é mais importante ter um bom nome do que grandes riquezas.

Este capítulo nos ensina como construir um bom nome - não para a auto-glorificação, mas para a glória de Deus. O verso 4 explica como alcançar o verdadeiro sucesso: "A recompensa da humildade e do temor do Senhor são a riqueza, a honra e a vida" (NVI).

Deus concede bênçãos específicas àqueles que preferem um bom nome a grandes riquezas! Observe como:
Generosidade: Quem é generoso será abençoado (v. 9).
Humildade: Quem ama a sinceridade e sabe se expressar agradavelmente, terá a amizade do rei (v. 11).
Riqueza e Honra: Um homem que faça muito bem o seu trabalho será chamado a trabalhar para os reis (v. 29).
De acordo com os versículos 17-21, tornamo-nos equipados para viver bem ao entesourarmos o conhecimento em nosso coração e aplicarmos a sabedoria de Deus aos nossos lábios. Assim, nossa confiança no Senhor torna-se fortificada.

As admoestações sábias deste capítulo também advertem contra as escolhas erradas e suas conseqüências. Deus bondosamente nos incentiva na direção certa e nos indica as àreas de perigo:
Tempos difíceis: O perverso terá espinhos e armadilhas em seu caminho (v. 5).
Tristeza: Quem semeia a iniqüidade colherá tristeza (v. 8).
Problemas financeiros: Quem oprime ao pobre para enriquecer-se, e aquele que dá ao rico, ficarão pobres e passarão necessidade (v. 16).

Em última análise, cada pessoa que vive neste mundo escolhe correr atrás das riquezas ou atrás de um bom nome. Aqueles que escolhem buscar um bom nome acima da busca pelas riquezas experimentarão as bênçãos de Deus. Qual será a sua escolha hoje?

Querido Deus, por favor me ajude a fazer as escolhas certas hoje e buscar um bom nome, não para obter vantagens pessoais egoístas, mas para experimentar a alegria da Tua companhia, o bem do meu próximo e para honra e glória do Teu reino. Amém.

Susan Marcellino
Hope Channel, EUA



Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/pro/22/

Traduzido por JAQ/GASQ/JDS

Texto bíblico: Provérbios 22

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Provérbios 11

Comentário devocional:

Um amigo russo uma vez me perguntou o quanto de dízimos eu devolvia. A pergunta me assustou. "Um dízimo, é claro”, respondi.

Meu amigo, em seguida, me desafiou a dar "três dízimos", um princípio praticado pelos israelitas, embora isso não fosse exigido deles. A Igreja Adventista em sua doutrina sobre mordomia enfatiza a devolução de um dízimo. 

No entanto, no livro “Nisto Cremos”, que apresenta as principais crenças dos Adventistas, encontrei um pensamento que me fez pensar: "Os israelitas provavelmente contribuíam com cerca de um terço de suas rendas para propósitos religiosos e de caridade." Um pouco adiante, o texto pergunta: "Deveríamos nós doar  tanto quanto os israelitas...? [...] Em parte alguma, o Novo Testamento repele ou descuida deste sistema. Quando comparamos nossos privilégios e bênçãos com aqueles do antigo Israel, compreendemos que em Jesus nossa porção é consideravelmente maior" (p. 340, 341).

O princípio do dízimo compartilhado pelo meu amigo russo era simples: 10 por cento para o dízimo normal da igreja, 10 por cento para ofertas voluntárias para ajudar a igreja com suas necessidades e 10 por cento para caridade. A ideia de abrir mão de um terço da minha renda me surpreendeu inicialmente. Mas, pensei, se os israelitas deram esse montante, certamente eu poderia fazer o mesmo. Então, eu me comprometi a fazer isso por seis meses.

Deus me permitiu participar deste ministério expandido de uma forma nova, surpreendente. Não apenas sinto satisfação em ver o nosso fundo de construção da igreja crescer de forma constante, mas também tive a alegria de ajudar vários estudantes africanos a voar para casa para passar o verão com a família e de ajudar um pai da Moldávia a adquirir um carro para melhor cuidar de seu filho autista de 7 anos de idade.

Por incrível que pareça, nunca mais tive falta de dinheiro. Na verdade, consegui poupar mais do que eu já tinha feito antes.

Salomão, um dos homens mais ricos de todos os tempos, conhecia o segredo desse princípio do dízimo. É por isso que ele disse: “Há quem dê generosamente, e vê aumentar suas riquezas; outros retêm o que deveriam dar, e caem na pobreza. O generoso prosperará; quem dá alívio aos outros, alívio receberá” (v. 24, 25 NVI) .

Andrew McChesney
Jornalista na Rússia


Texto original em: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/proverbios/pv-capitulo-11/

Traduzido por JAQ/GASQ

Texto bíblico: Provérbios 11 


terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Salmo 146

Comentário devocional: 

Minha mãe tem 74 anos e é viúva. Meu pai morreu de câncer de rim quando eu tinha apenas cinco anos e mamãe não se casou novamente. Crescer em uma casa de mãe viúva com três filhos pequenos não foi fácil, mas mamãe sempre disse que nós tinhamos um lugar especial no coração de Deus.

Ela encontrou a força que precisava para criar três filhos no temor do Senhor em passagens bíblicas como o verso 9 (NVI): "O Senhor protege o estrangeiro e sustém o órfão e a viúva..." (ver também Êx. 22:22 e Deut. 10:18). 
Algumas vezes as circunstâncias difíceis nos traziam tristeza, mas esses momentos eram superados pela prática de relembrarmos as bênçãos recebidas.
Como diz o verso 5, feliz é aquele que coloca sua confiança e esperança no Senhor. 

Somos encorajados a falarmos mais sobre as bênçãos e a exaltarmos o que Deus tem feito por nós: "Se mais louvores de Deus tivessem lugar agora, esperança e coragem e fé aumentariam constantemente" (PR, cap. 15, p. 202).

Sim, todos nós precisamos de mais esperança, coragem e fé nestes dias do fim dos tempos. Louvemos mais a Deus e Lhe demos glória, pois Ele é digno. Amém.

Thandi Klingbeil
Tennessee , EUA


Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/psa/146

Traduzido por JAQ/GASQ/JDS

Texto bíblico: Salmo 146 

domingo, 29 de dezembro de 2013

Salmo 144

Comentário devocional:

Neste salmo, Davi reconhece que tudo o que ele era e tinha sido capaz de fazer viera de Deus e de Sua bondade. 

Foi Deus Quem fez de Davi um guerreiro bem sucedido e rei. Foi Deus Quem ganhou suas batalhas.

Hoje podemos não lutar em guerras como Davi, mas  lutamos uma batalha espiritual contra os poderes do mal (Efésios 6:12). Nesta batalha do fim dos tempos precisamos reconhecer Aquele que é o nosso Refúgio, a nossa Rocha, nosso Libertador e nosso Escudo.

É encorajador saber que, apesar de sermos seres finitos e de nossa vida aqui na terra ser apenas um fôlego ou uma sombra fugaz na eternidade, Deus Se lembra de nós. Deus, que se revelou no Monte Sinai através de fumaça, relâmpagos e terremoto, está disposto a mostrar-Se em nossas batalhas com o mesmo poder indiscutível que Ele se mostrou no topo daquela montanha.

Certamente não somos todos abençoados com prosperidade material, crianças saudáveis e bonitas, ou uma vida livre de desastres ou derrotas, mas o último verso resume tudo: quando Deus é o Senhor de nossas vidas, somos abençoados. Assim como Davi, podemos cantar uma nova canção de louvor a respeito de todas as bênçãos que recebemos de Deus.

Thandi Klingbeil
Tennessee , EUA




Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/psa/144/

Traduzido por JAQ/GASQ/JDS

Texto bíblico: Salmo 144  

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Salmo 65

Comentário devocional:

Escrito com rara beleza e imagens poderosas, este salmo de louvor exalta as inúmeras virtudes, atos e bênçãos de Deus.

Tu és o Deus que provê! Oh, meu Deus! Tu és o único digno de louvor! Rei dos Reis e Senhor dos Senhores! A Ti somente trazemos nossas petições. Tu és o Deus que no silêncio fala a um coração cheio de Tua presença. Tu nos adquiriste, carregaste nossas culpas e nos redimiste da punição de nossas iniquidades  Apesar de sermos indignos, buscaste-nos para que pudéssemos habitar no lugar que preparaste para nós, tanto aqui como no Céu. Tu em mim e eu em Ti – uma relação espiritual e física especial em Tua presença que preenche as nossas necessidades mais profundas.

Tu és o grande Eu Sou. O Alfa e o Ômega. Tens nos amado desde a eternidade. Sim, antes dos fundamentos da Terra terem sido lançados.

Tu és o Deus que ouve! Enquanto supervisionas inumeráveis universos, o Teu ouvido percebe o menor apelo e respondes! Visitas a Terra para cuidar de nós e ser a nossa força e ajuda em tempos de necessidade. Não nos deves nada – e ainda nos dás tudo. Tu te revelas a todos - Tua fidelidade não tem fim e Tuas misericórdias se renovam a cada dia.

Tu és o Deus de poder. Somente falastes e tudo foi feito. Teus poder acalma as tempestades dos mares e da vida. A tua preferência (O Teu desejo?) de exibir esplendor e beleza na criação nos anima os sentidos e acalma a alma. A manhã se deleita em revelar Tua obra de Mestre e a noite artisticamente a cobre sob o cobertor das cores do pôr-do-sol. Então, lentamente, um veludo negro abraça estrelas e planetas que como diamantes estão suspensos no espaço, cada um mantendo a sua trajetória por Tua palavra. Mesmo aqueles 
que não te conhecem pelo Teu nome não podem Te negar.

Tu és o Deus que dá contínua atenção, preservando a Tua criação. Cuidas do campo, para que as sementes caiam em terra boa. Tua vivificante água produz grãos para a colheita e permite que as árvores deem fruto. 

Querido Senhor,
Prometestes  responder às nossas orações muito além daquilo que pedimos; se não totalmente aqui nesta terra, no mundo por vir. Tuas bênçãos são tão abundantes que não podem ser contadas. Muito obrigado por Tua bondade e liberalidade. Amém.

Stephanie Sheehan
Estados Unidos

Traduzido por JAQ/JDS

Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/psa/65/

Texto original: Salmo 65