Comentário devocional:
Em suas cartas às sete igrejas Jesus apresenta a história cristã e a nossa história. Cada carta aprofunda um pouco mais o assunto ajudando-nos assim a enxergarmos um pouco melhor. Desde os falsos apóstolos em Éfeso até a sinagoga de Satanás em Esmirna, os nicolaítas de Pérgamo e Jezebel em Tiatira (Ap 2:2, 9, 15, 20), os problemas se tornam progressivamente piores. É um quadro de declínio que culmina com a mais longa das sete cartas (Ap 2:18-29), que descreve a igreja sob o poder de uma mulher sedutora que leva o povo de Deus à idolatria e fornicação espiritual. Esta mulher reaparece mais tarde no livro como "Babilônia, a Grande, a mãe das prostituições" (Ap 17:5).
Felizmente, no momento em que chegamos ao capítulo 3, o quadro começa a melhorar. Jesus indica que há em Sardes alguns "que não contaminaram as suas vestes. Eles andarão comigo, vestidos de branco, pois são dignos."(v. 4 NVI).
À igreja em Filadélfia, Jesus diz: "você tem pouca força, mas guardou a minha palavra e não negou o meu nome" e "guardou a minha palavra de exortação à perseverança" (vv. 8, 10).
Então, a mensagem à sétima e última igreja, a igreja de Laodicéia, vem como um choque, porque essa igreja parece não ter nenhuma qualidade. É a única igreja em que Jesus não encontra nada para elogiar.
Mas ainda existe esperança para Laodicéia. Jesus se recusa a desistir, porque Ele ama a Sua Igreja. Nós somos o objeto de Sua suprema atenção. Ele morreu por nós. Ele vive para nos beneficiar. Jesus diz: [Eu] "repreendo e disciplino aqueles que eu amo. Por isso, seja diligente e arrependa-se" (v. 19 NVI).
Não podemos desenvolver o arrependimento por outros - essa é uma questão pessoal. A mensagem a Laodicéia é dirigida a cada um de nós, individualmente. Jesus está batendo. Ele espera ardentemente Se reunir conosco para que possamos participar juntos da "ceia das bodas do Cordeiro" (Ap 3:20; 19:7-8).
Estamos dispostos a passar tempo com Jesus, desde agora? Estamos prontos a nos arrependermos da nossa frieza e nudez e nos vestirmos com Sua justiça e Seu amor? O mundo, quer estejamos cientes disso ou não, está esperando para saber como responderemos a essas perguntas.
Clinton Wahlen, PhD
Diretor Associado, Instituto de Pesquisa Bíblica
Estados Unidos
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rev/3/
Traduzido por JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: Apocalipse 3
Comentário em áudio
Plano mundial de Reavivamento e Reforma, pela leitura devocional de um capítulo da Bíblia por dia. De abril de 2012 a julho de 2015.
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terça-feira, 30 de junho de 2015
Apocalipse 3
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segunda-feira, 29 de junho de 2015
Apocalipse 2
Comentário devocional:
Assim como a visão de João acerca de Cristo em Apocalipse 1 descreve Jesus com imagens altamente simbólicas, cada carta às igrejas em Apocalipse 2 e 3 começa com alguns desses símbolos e, em seguida, passa a descrever também a Igreja de Cristo em termos simbólicos. Essa é uma das muitas pistas de que as sete igrejas da Ásia representam simbolicamente a Igreja ao longo da história. Outra dica é que essas não são cartas comuns. São muito importantes, pois vêm do próprio Jesus!
Na maioria das cartas (mas não em todas) Jesus encontra algo a elogiar naquela Igreja e é assim que Ele começa. Mas, como um médico fiel, Ele também diagnostica os males da Igreja em cada época e lhes dá uma receita que, se aceita, permitirá a cada membro da igreja não só recuperar a saúde espiritual, mas vencer o pecado e a morte.
O quadro geral apresentado em Apocalipse 2 é o de uma igreja sob ataque, de dentro e de fora. E o quadro piora antes de melhorar. A igreja de Éfeso, representando a era apostólica, é uma igreja fiel e ativa. Eles erradicam a apostasia e não se cansam de fazer o bem. A primeira igreja teve um sucesso evangelístico tão grande que Paulo pode dizer que o evangelho tinha sido "pregado a toda criatura debaixo do céu" (Col. 1:23). Mas, com o tempo, eles perderam o primeiro amor (Ap. 2:4). "Depois de algum tempo, porém, começou a minguar o zelo dos crentes, bem assim seu amor a Deus e de uns para com os outros" (White, Atos dos Apóstolos, 324).
Mesmo em nossa melhor fase, podemos estar tão preocupados com a obra do Senhor, que perdemos de vista o Senhor da obra. Esquecemo-nos de que o verdadeiro sucesso, na estimativa divina, só é possível quando olhamos para Jesus. Todos os dias precisamos de uma nova visão acerca de Cristo; precisamos ter o nosso amor por Ele renovado; precisamos da garantia de que começamos o dia em Sua força e com o senso de Sua presença. Então, nos lembraremos de que o nosso trabalho é na verdade o Seu trabalho e nossas vidas beneficiarão aqueles que nos rodeiam com a fragrância do Seu amor e graça.
Clinton Wahlen, PhD
Diretor Associado do Instituto de Pesquisa Bíblica
Estados Unidos
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rev/2/
Traduzido por JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: Apocalipse 2
Comentário em áudio
Assim como a visão de João acerca de Cristo em Apocalipse 1 descreve Jesus com imagens altamente simbólicas, cada carta às igrejas em Apocalipse 2 e 3 começa com alguns desses símbolos e, em seguida, passa a descrever também a Igreja de Cristo em termos simbólicos. Essa é uma das muitas pistas de que as sete igrejas da Ásia representam simbolicamente a Igreja ao longo da história. Outra dica é que essas não são cartas comuns. São muito importantes, pois vêm do próprio Jesus!
Na maioria das cartas (mas não em todas) Jesus encontra algo a elogiar naquela Igreja e é assim que Ele começa. Mas, como um médico fiel, Ele também diagnostica os males da Igreja em cada época e lhes dá uma receita que, se aceita, permitirá a cada membro da igreja não só recuperar a saúde espiritual, mas vencer o pecado e a morte.
O quadro geral apresentado em Apocalipse 2 é o de uma igreja sob ataque, de dentro e de fora. E o quadro piora antes de melhorar. A igreja de Éfeso, representando a era apostólica, é uma igreja fiel e ativa. Eles erradicam a apostasia e não se cansam de fazer o bem. A primeira igreja teve um sucesso evangelístico tão grande que Paulo pode dizer que o evangelho tinha sido "pregado a toda criatura debaixo do céu" (Col. 1:23). Mas, com o tempo, eles perderam o primeiro amor (Ap. 2:4). "Depois de algum tempo, porém, começou a minguar o zelo dos crentes, bem assim seu amor a Deus e de uns para com os outros" (White, Atos dos Apóstolos, 324).
Mesmo em nossa melhor fase, podemos estar tão preocupados com a obra do Senhor, que perdemos de vista o Senhor da obra. Esquecemo-nos de que o verdadeiro sucesso, na estimativa divina, só é possível quando olhamos para Jesus. Todos os dias precisamos de uma nova visão acerca de Cristo; precisamos ter o nosso amor por Ele renovado; precisamos da garantia de que começamos o dia em Sua força e com o senso de Sua presença. Então, nos lembraremos de que o nosso trabalho é na verdade o Seu trabalho e nossas vidas beneficiarão aqueles que nos rodeiam com a fragrância do Seu amor e graça.
Clinton Wahlen, PhD
Diretor Associado do Instituto de Pesquisa Bíblica
Estados Unidos
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rev/2/
Traduzido por JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: Apocalipse 2
Comentário em áudio
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terça-feira, 17 de fevereiro de 2015
Atos 19
Comentário devocional:
Éfeso foi, talvez, a quarta maior cidade do Império Romano, logo depois de Roma, Alexandria e Antioquia. A arena de Éfeso podia conter 25 mil pessoas. A deusa padroeira era Diana, e seu templo era enorme, com 127 colunas de mármore. Acreditava-se que a imagem de Diana havia caído do céu (v.35). A cidade era a capital de negócios da Ásia Menor, e estava repleta de espiritualismo. Quando visitei Éfeso, fiquei espantado. Eu andei por horas, vendo rua após rua de ruínas escavadas. Eu vi a grande biblioteca, a arena, o mercado, os banheiros públicos ao longo das principais vias. Olhando para baixo, vi a estrada que levava ao porto e, à esquerda, o local onde as pessoas se reuniam. Maravilhei-me que Deus pudesse usar um homem para transformar toda aquela região em seguidores de Cristo, começando com a cidade profundamente pagã de Éfeso.
Paulo passou por Éfeso em sua viagem para Jerusalém, mas não pôde ficar (Atos 18:18-21). Então, ele prometeu voltar. Quando o fez, descobriu alguns discípulos de João Batista que não sabiam quase nada sobre Jesus Cristo. Quando Paulo lhes contou sobre o Salvador, Seu ministério, morte e ressurreição, e Sua promessa do Espírito Santo, eles aceitaram todas as novas de todo o coração. Imediatamente eles começaram a falar em outras línguas e profetizaram (vv.1-7), exatamente como aconteceu no dia de Pentecostes, cerca de 20 anos antes.
Como em cidades anteriores, os judeus se voltaram contra Paulo. Porém durante o seu ministério em Éfeso de mais de dois anos, todos os que habitavam na região da Ásia ouviram a palavra do Senhor Jesus (v.10).
Este centro cosmopolita estava mergulhado no espiritualismo. Mas onde o poder de Satanás é mais óbvio, o poder de Deus é mais claramente demonstrado. Os doentes eram curados, e quando os filhos de um sacerdote judeu apóstata tentaram usar o poder de Paulo, eles foram superados pelo demônio que estavam tentando expulsar. Isso levou os crentes a cortar completamente os laços com o espiritualismo, queimando seus livros sobre magia. "Assim, a palavra do Senhor crescia poderosamente e prevalecia" (v.20).
O que é preciso para ser um instrumento de Deus, como Paulo foi em Éfeso? Talvez devêssemos começar com a pergunta de Paulo aos primeiros discípulos: vocês receberam o Espírito Santo quando creram? (v.2). Em outras palavras, é Jesus verdadeiramente real em sua vida? A única fonte de poder é Jesus, através do ministério do Espírito Santo. O que significa isto? Jesus é o único que derrotou os poderes das trevas. Aceitar tudo o que Jesus é e o que Ele ensina é também aceitar o poder que Ele oferece. Paulo compreendeu esta verdade e viveu.
Ron E. M. Clouzet
Diretor do Instituto de Evangelismo NAD
Professor do Ministério e Teologia Seminário da Universidade Andrews
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/act/19/
Traduzido por GASQ/JAQ
Texto bíblico: Atos 19
Comentários em áudio
Éfeso foi, talvez, a quarta maior cidade do Império Romano, logo depois de Roma, Alexandria e Antioquia. A arena de Éfeso podia conter 25 mil pessoas. A deusa padroeira era Diana, e seu templo era enorme, com 127 colunas de mármore. Acreditava-se que a imagem de Diana havia caído do céu (v.35). A cidade era a capital de negócios da Ásia Menor, e estava repleta de espiritualismo. Quando visitei Éfeso, fiquei espantado. Eu andei por horas, vendo rua após rua de ruínas escavadas. Eu vi a grande biblioteca, a arena, o mercado, os banheiros públicos ao longo das principais vias. Olhando para baixo, vi a estrada que levava ao porto e, à esquerda, o local onde as pessoas se reuniam. Maravilhei-me que Deus pudesse usar um homem para transformar toda aquela região em seguidores de Cristo, começando com a cidade profundamente pagã de Éfeso.
Paulo passou por Éfeso em sua viagem para Jerusalém, mas não pôde ficar (Atos 18:18-21). Então, ele prometeu voltar. Quando o fez, descobriu alguns discípulos de João Batista que não sabiam quase nada sobre Jesus Cristo. Quando Paulo lhes contou sobre o Salvador, Seu ministério, morte e ressurreição, e Sua promessa do Espírito Santo, eles aceitaram todas as novas de todo o coração. Imediatamente eles começaram a falar em outras línguas e profetizaram (vv.1-7), exatamente como aconteceu no dia de Pentecostes, cerca de 20 anos antes.
Como em cidades anteriores, os judeus se voltaram contra Paulo. Porém durante o seu ministério em Éfeso de mais de dois anos, todos os que habitavam na região da Ásia ouviram a palavra do Senhor Jesus (v.10).
Este centro cosmopolita estava mergulhado no espiritualismo. Mas onde o poder de Satanás é mais óbvio, o poder de Deus é mais claramente demonstrado. Os doentes eram curados, e quando os filhos de um sacerdote judeu apóstata tentaram usar o poder de Paulo, eles foram superados pelo demônio que estavam tentando expulsar. Isso levou os crentes a cortar completamente os laços com o espiritualismo, queimando seus livros sobre magia. "Assim, a palavra do Senhor crescia poderosamente e prevalecia" (v.20).
O que é preciso para ser um instrumento de Deus, como Paulo foi em Éfeso? Talvez devêssemos começar com a pergunta de Paulo aos primeiros discípulos: vocês receberam o Espírito Santo quando creram? (v.2). Em outras palavras, é Jesus verdadeiramente real em sua vida? A única fonte de poder é Jesus, através do ministério do Espírito Santo. O que significa isto? Jesus é o único que derrotou os poderes das trevas. Aceitar tudo o que Jesus é e o que Ele ensina é também aceitar o poder que Ele oferece. Paulo compreendeu esta verdade e viveu.
Ron E. M. Clouzet
Diretor do Instituto de Evangelismo NAD
Professor do Ministério e Teologia Seminário da Universidade Andrews
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/act/19/
Traduzido por GASQ/JAQ
Texto bíblico: Atos 19
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Paulo,
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