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quarta-feira, 8 de julho de 2015

Apocalipse 18

Comentário devocional:

A sétima praga prevê a queda de Babilônia e Apocalipse 18 descreve o evento em detalhes. Sua destruição é tão devastadora que seus ex-amantes, os reis da terra, "chorarão e se lamentarão por ela. Amedrontados por causa do tormento dela, ficarão de longe e gritarão: “Ai! A grande cidade! Babilônia, cidade poderosa! Em apenas uma hora chegou a sua condenação!" (Apoc. 18:9-10). Três vezes diz "em uma hora", como um sino a repicar sua condenação. Outras vozes em contraste gritam: "Celebrem o que se deu com ela, ó céus! Celebrem, ó santos, apóstolos e profetas! Deus a julgou, retribuindo-lhe o que ela fez a vocês” (v. 20). Há uma razão dupla para a sua condenação. O verso 23 revela o fascínio que aprisiona os que estão expostos a seus sutis caminhos; o v. 24 retrata o sofrimento daqueles que permanecem fiéis a Jesus. O engano e a intimidação sempre foram as ferramentas de Satanás e ele as emprestou para Babilônia.

Antes que Deus acabe por completo o reinado dessa cidade que comercializa um evangelho corrompido e doutrinas falsas, Ele tem um último convite a fazer: "Saiam dela, vocês, povo meu, para que vocês não participem dos seus pecados, para que as pragas que vão cair sobre ela não os atinjam!" (18:4) Entre as multidões que se associaram com a Babilônia espiritual estão muitos a quem Deus chama de "meu povo". Eles simplesmente cresceram na Babilônia e nunca conheceram outra maneira de expressar sua devoção a Deus. Mas agora eles foram esclarecidos quanto ao evangelho puro e a verdadeira obediência. Deus não perdeu de vista esses verdadeiros e dedicados crentes que ainda estão em Babilônia.

Existe hoje uma igreja verdadeira dentro da falsa, e uma igreja falsa dentro da verdadeira. Há aqueles que seguem a Deus com o melhor de sua compreensão, em meio à perversão religiosa; e há aqueles que, apesar de serem expostos à luz gloriosa, não filtrada, do evangelho, têm apenas uma aparência de espiritualidade revestindo seus corações não santificados. Nos dias finais do drama da salvação haverá uma mudança de lealdades. Muitos que agora estão em Babilônia irão atravessar a linha para se juntar àqueles que obedecem aos mandamentos de Deus e tem a fé de Jesus; muitos que agora se associam com os santos de Apocalipse 14:12 passarão para o lado da escuridão devido a pressão da perseguição e a atratividade do engano.

A experiência sincera com Deus, hoje, determinará as decisões finais de amanhã.

Garth Bainbridge
Australia



Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rev/18/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Apocalipse 18 

Comentários adicionais: http://apocalipsecomentadoversoaverso.blogspot.com.br/

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Atos 21

Comentário devocional:

A transformação de Paulo de um judeu zeloso que perseguia, torturava e matava os cristãos (Atos 22:4, 5) em um apóstolo amado é simplesmente incrível. Olhe para os muitos que foram impactados pelo ministério de Paulo. Quando Paulo e seus companheiros chegaram a Tiro, os membros locais o convidaram que ficasse com eles por uma semana. Quando chegou a hora de ir embora "todos os discípulos, com suas mulheres e filhos " os acompanharam até a praia, onde todos  se ajoelharam e oraram juntos (vv.4, 5).

Então Paulo e seus companheiros chegaram a Cesareia, onde Ágabo profetizou que Paulo seria preso em Jerusalém. Ao ouvir isso, tanto os membros locais como os companheiros de Paulo tentaram persuadi-lo a não ir para lá (vv 8-13).

Estaria o Espírito Santo incentivando o apóstolo a ir a Jerusalém, ao mesmo tempo que o desencorajava de fazer isso? Uma leitura cuidadosa dos textos mostra que o Espírito Santo advertiu Paulo que "cadeias e tribulações" o aguardavam, mas não necessariamente dirigiu Paulo a Jerusalém. Foi o próprio Paulo quem desejou estar em Jerusalém, por ocasião da festa de Pentecostes (Atos 20:16). Ele estava ansioso para entregar as contribuições recolhidas nas igrejas dos gentios, em benefício das igrejas na Judeia que passavam necessidade.

Quando Paulo chegou a Jerusalém, quão diferente foi a sua recepção em comparação com a sua experiência no campo missionário. Ele se encontrou com Tiago, o equivalente ao presidente da Associação Geral naquele momento "e todos os anciãos" (v.18). Embora tenham dado glória a Deus pelo trabalho que Paulo fizera entre os gentios, ao longo dos últimos cinco anos, alguns desses líderes "não conheciam pessoalmente as circunstâncias e necessidades peculiares encontradas pelos missionários em campos distantes." Eles achavam que tinham autoridade para "direcionar seus irmãos nesses campos" (Atos dos Apóstolos, p.400), mesmo depois de receber a generosa oferta destes gentios de tão longe. Os líderes em Jerusalém deram a entender que Paulo estava ensinando "todos os judeus que vivem entre os gentios a se afastarem de Moisés" e voltarem-se para Cristo (v.21 NVI). Então, eles propuseram a Paulo que participasse de um rito de purificação judaica no templo, para que todos pudessem ver  que Paulo não tinha virado as costas para as tradições judaicas.

Paulo concordou em fazer isto, o que se mostrou ter sido um grande erro. No último dia do festival, alguns dos "judeus da província da Ásia" (v 27), seus antigos inimigos, o viram e criaram um grande alvoroço. Eles arrastaram Paulo para fora do Templo e procuravam matá-lo (vv 30, 31). Paulo foi preso pelos romanos e sua tentativa de apaziguar os judeus "só precipitou a crise, apressando a predição de seus sofrimentos, privando a igreja de um dos seus pilares mais fortes, e trazendo tristeza ao coração dos cristãos em toda a terra" (Atos dos Apóstolos, p 405, 406).

Grandes homens de Deus também podem cometer erros. Mas, quando eles voltam seu coração a Deus, Ele usa esses erros para o bem do Seu trabalho. No final, Paulo acabaria em Roma.

Ron E. M. Clouzet
NAD Evangelismo diretor do Instituto
Professor do Ministério e Teologia Seminário da Universidade Andrews



Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/act/21/
Traduzido por JAQ/GASQ
Texto bíblico: Atos 21 
Comentário em áudio 

quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Lucas 16

Comentário devocional:

Quando a desonestidade de um gerente é descoberta, ele percebe que precisa fazer algo para sobreviver. A história de Jesus em Lucas 16:1-15 parece o enredo de um filme. Jesus não diz se o gerente estava embolsando mais do que a sua parte nos lucros ou se era apenas culpado de má gestão. Fica para nós o preencher os detalhes da história, o que a torna de aplicação universal.

O que está claro é que o dia de prestação de contas chegou e logo o gerente estará sem emprego. "Que é isso que estou ouvindo a seu respeito?", diz o proprietário da empresa, "preste contas da sua administração, porque você não pode continuar sendo o administrador.” (v 2 NVI). As acusações contra este gerente ou administrador provavelmente deviam ser verdade, porque ele não pôde se defender pelo que fez. Em vez disso, ele se pergunta: "Que farei?" (v 3 NVI). O mordomo não tem como se manter, porque é muito velho ou fraco para fazer trabalho braçal e tem vergonha de mendigar (v 3). 

Como ele já tinha atravessado o limiar moral da honestidade por desperdiçar o dinheiro do seu empregador, ele decide reduzir entre 20 a 50% as contas dos devedores do seu senhor, que tinham feito contratos consigo. As dívidas eram grandes, o equivalente a mais de 800 litros de azeite e uma dívida equivalente em trigo. Ele foi tão astuto em suas ações que mesmo seu mestre teve de admirar as suas habilidades de autopreservação: "O senhor elogiou o administrador desonesto, porque agiu astutamente" (v 8 NVI).

Jesus oferece para o caso uma perspectiva diferente. Depois de mostrar a astúcia duvidosa dos filhos deste mundo, Ele concede um princípio fundamental para o verdadeiro sucesso: "Quem é fiel no pouco, também é fiel no muito, e quem é desonesto no pouco, também é desonesto no muito." (v 10). Os detalhes do quotidiano da vida são mais importantes no desenvolvimento de caráter do que as grandes decisões da vida. Na verdade, as pequenas escolhas que fazemos determinam nossas grandes escolhas. Os nossos hábitos de consumo, integridade pessoal e como usamos o tempo construirão padrões de hábitos que não se alterarão quando tivermos de escolher entre a fidelidade a Deus e benefício pessoal. No entanto, devemos escolher. Jesus conclui: "Nenhum servo pode servir a dois senhores;... Vocês não podem servir a Deus e ao Dinheiro"(v 13 NVI).

Os fariseus, que eram amantes do dinheiro, ouviram todas estas palavras e "zombavam de Jesus" (v 14 NVI), mas Jesus tinha a última palavra: "Vocês são os que se justificam a si mesmos aos olhos dos homens, mas Deus conhece o coração de vocês. Aquilo que tem muito valor entre os homens é detestável aos olhos de Deus" (v 15 NVI). Ao ler Lucas 16 aceite o desafio de Jesus de ser fiel a Deus nos menores detalhes de sua vida.  

Douglas Jacobs, D.Min.
Professor do Ministério e Homilética
School of Religion, Southern Adventist University



Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/luk/16/

Traduzido por JAQ/GASQ

Texto bíblico: Lucas 16 

Comentário em áudio 

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Mateus 20

Comentário devocional:

No capítulo anterior, Jesus começa a expor as características dos cidadãos do reino dos céus: inocência e submissão como às das crianças, o amor pelo próximo e a Deus, acima mesmo das riquezas e relacionamentos humanos. Neste capítulo Jesus complementa este tema, apresentando a parábola dos trabalhadores da vinha (v. 1-16). Nela, alguns trabalharam o dia todo e outros trabalharam apenas uma hora, mas todos receberam a mesma recompensa. Na verdade, aqueles que se comprometem com o serviço de Deus e dos outros, mesmo nas últimas horas da vida, recebem o mesmo dom da vida eterna.

Aqui, o Mestre deixa claro o conceito da salvação pela graça: a recompensa eterna é concedida não aos que trabalham a vida toda por Deus ou ao menos 51% dela; é concedida àquele que aceita o convite de maneira completa, sem restrições e decide seguir ao Senhor, não importa em que momento da vida esta decisão é tomada.

Você já foi tentado a adiar a decisão de seguir ao Senhor? Por que não desfrutar os prazeres do pecado por mais alguns temporadas e, em seguida, colocar-se ao lado de Jesus? Não é muito melhor ganhar a mesma recompensa, depois de trabalhar apenas na última hora, em vez de todo o dia?

O grande perigo de adiar essa escolha vital é não conseguir fazê-la mais tarde. Ninguém sabe por quanto tempo estará vivo. Além disso, os hábitos formados ao longo dos anos podem ser muito difíceis de quebrar. Depois de uma vida inteira dizendo "não" à liderança do Espírito Santo será que a pessoa conseguirá dizer "sim", na última hora? Só Deus sabe o que vai no coração, mas algumas decisões no "leito de morte", podem ser mais frutos de egoísmo ou do medo do que do amor a Deus. Agora é o dia de aceitarmos a salvação (2 Cor. 6: 2).

Na próximos versos, 17 a 19, Mateus registra a última viagem de Jesus a Jerusalém (v. 17-19) para enfrentar a sua própria execução cruel nas mãos de agentes de Satanás. Pior ainda, ele sentiria o peso esmagador dos pecados de todos os que seriam salvos e o sofrimento intenso de separação de Deus por causa do pecado. O Criador do universo tinha plena consciência do ódio e da dor que o aguardavam. Mas sabia, também, que este  era o único caminho para provisionar a salvação àqueles que decidissem aceitá-la.

Cabe a nós, hoje, escolher nos unirmos a este Deus maravilhoso que fez e continua fazendo de tudo para nos salvar. Aqueles que aceitarem o seu amor e passarem a viver para servir aos outros (v. 20-24) um dia receberão a recompensa da vida eterna e se alegrarão em Sua presença.

Leo Van Dolson, Jr.,
Califórnia, E.U.A.



Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/mat/20/

Traduzido por JDS/JAQ

Texto bíblico: Mateus 20 

Comentário em áudio

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Jeremias 32

Comentário devocional:

Neste capítulo existe uma questão de importantes implicações teológicas: Jeremias compra de um primo uma propriedade na cidade natal de ambos, Anatote, próxima a Jerusalém. Aparentemente, este poderia parecer mais um assunto comum de família. Jeremias era o parente mais próximo e teve a primeira oportunidade para a compra da propriedade. Mas, se olharmos melhor, este realmente não era um bom momento para investir em imóveis, porque os babilônios estavam prestes a ocupar a terra. Jeremias, portanto, não era obrigado a comprar essa propriedade.

A vinda dos babilônios para ocupar a terra tinha sido profetizada pelo próprio Jeremias ao rei Zedequias e aos habitantes de Jerusalém e da terra de Judá. Mas Deus se envolve na compra da propriedade (v. 6-15). Jeremias é informado antecipadamente que Hananel, seu primo, lhe fará um pedido para que ele compre essa propriedade. Mesmo que não seja o melhor momento para investir em imóveis, Deus queria ensinar uma lição através desta compra da propriedade pelo profeta: quando Deus faz promessas, Ele garante que elas se cumpram. As pessoas irão retornar à terra, ocuparão novamente as suas casas, e isto é garantido através da experiência pessoal do profeta em comprar uma propriedade.

Deus gosta de nos ajudar nas escolhas que fazemos, não somente nas grandes decisões, mas também nas pequenas. Quando vamos comprar uma casa ou uma propriedade nem sempre recebemos um claro "assim diz o Senhor". Mesmo assim é importante buscarmos a Sua orientação.

Portanto, fazemos bem em passar tempo em oração antes de comprar uma casa ou fazer qualquer investimento substancial. Poderá ser necessário investir algum tempo revendo os princípios da Palavra de Deus e como eles se relacionam com o negócio que estamos planejando. Em seguida, com base nestes princípios, podemos considerar os demais fatores envolvidos. Não há dúvida de que quando Jeremias atendeu à ordem de Deus e adquiriu o campo do seu primo em Anatote, ele estava concedendo a Deus o primeiro lugar. 

Não fazia muito sentido comprar um terreno numa época em que Jerusalém estava prestes a ser invadida e subjugada pelos babilônios. Mas o profeta obedeceu, mesmo sem entender tudo o que estava envolvido. Através desta ação Jeremias demonstrou a sua confiança na promessa de Deus de que um dia o seu povo voltaria do cativeiro e propriedades voltariam a ser negociadas na terra. 

Fazemos bem em obedecer a Deus em todas as coisas, pois suas orientações são seguras e visam apenas o nosso bem.

"Querido Deus, ajuda-me a ser fiel e obediente a Ti em todas as ocasiões, nas pequenas e grandes decisões da vida. Amém."

Michael Sekupa
África do Sul


Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jer/32/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Jeremias 32 

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Jeremias 21

Contexto histórico:

"Nos capítulos 21 e 22, Jeová dirigiu uma mensagem à pessoa do rei de Judá. Anunciou ao rei que ele pusera à sua frente o caminho da vida e o caminho da morte (21.8). O caminho da vida era a obediência (22.3) e traria bênçãos. Zedequias reinou em 597-587 a.C., preferiu o caminho da morte, que lhe causou a rejeição de sua família como dinastia de descendentes e herdeiros do trono de Davi (22.24-30). Pasur, filho de Malquias, deve ser distinguido do Pasur anterior, filho de Imer (20.1). Cerca de vinte anos se haviam passado entre estes capítulos e o anterior [cap. 20] ... Zedequias é como a maioria dos homens: usa a religião apenas quando está em situação cujos recursos humanos não são suficientes para obter-se uma solução favorável ao problema que enfrenta; quando não, permite que até os fiéis sejam perseguidos. ... Ezequiel, nessa época, estava pregando a mesma coisa na Babilônia (Ez 7.22)". Comentários da Bíblia Shedd, sobre Isaías 21. 

Comentário devocional:

Tempos de desespero pedem medidas desesperadas. A advertência de Jeremias de que Deus iria destruir o país através dos babilônios já se evidenciava pela presença dos exércitos de Nabucodonosor a circundar a cidade. Então o rei Zedequias enviou uma delegação a Jeremias, em busca da Palavra do Senhor, que ele recentemente havia desprezado e rejeitado. Ele fez isso não por conta de um arrependimento verdadeiro ou uma mudança de coração, mas numa tentativa desesperada de evitar o desastre e sobreviver.

Em resposta, Jeremias envia uma mensagem de volta ao rei. A nação havia ido longe demais e a mensagem de condenação e julgamento não só é ratificada, mas ampliada. Não há esperança para a cidade, o rei ou os príncipes, mas ele indica um caminho para que as pessoas comuns sofram menos. Ele diz que Zedequias deveria deixar de lado o instinto de lutar ou fugir e se entregar aos babilônios, porque, então, ele viveria! “Fique aqui e lute, e você vai morrer!” é a mensagem de Jeremias. Deus sempre dá a oportunidade de escolher a vida.

Jeremias lembra à Casa de Davi, o rei e os seus príncipes, que a razão para isso estar acontecendo é a total corrupção dentro da estrutura dirigente da nação. Deus faz aqui uma apaixonada defesa em prol da justiça, honestidade e compaixão como sendo uma obrigação da liderança para com as pessoas. Os líderes que não atenderem a este apelo de Deus sofrerão as conseqüências de sua maldade. 

Isso me faz lembrar de um princípio que procurei incutir em meus filhos enquanto eles cresciam: tomem boas decisões e coisas boas acontecerão; tomem decisões ruins e coisas ruins acontecerão! Quanto mais boas decisões você tomar, mais coisas boas acontecerão. E o oposto também é verdadeiro: quanto mais cedo você parar de tomar más decisões e começar a tomar boas decisões, coisas boas vão acontecer mais rapidamente!

A boa notícia neste capítulo é que o amor e a justiça de Deus não permitirão que a corrupção do pecado dure para sempre. Se você sofre com injustiça e opressão, saiba que um dia Ele fará o acerto de contas e estabelecerá uma nova ordem de coisas em que habita a justiça. Louvado seja Deus!

Dan Houghton
Centro de Pesquisa Hart
Califórnia





Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jer/21/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Jeremias 21

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Isaías 51

Comentário devocional:

Existe muita profundidade de sentimento neste capítulo. Três personagens estão em constante conversação. Isaías fala aos justos deixados em Judá (v. 1-3), Deus fala com ternura ao Seu povo (v. 4-8) e Judá fala de volta a Deus (v. 9-10). Então Isaías repete a promessa do retorno dos exilados (v. 11), Deus fala a Judá novamente (v. 12-16), especificamente, a Jerusalém (v. 17-20) e, finalmente, Isaías fala aos aflitos e desencorajados (v. 21-23).

Aqui, também encontramos dois exemplos de vocativos duplos. O que é isso? Na Bíblia, um vocativo duplo é um sinal de profunda emoção e preocupação, como "Marta, Marta ..." (Lucas 10:41), ou "Simão, Simão" (Lucas 22:31). Quando os justos em Judá apelam a Deus, eles gritam: Desperta! Desperta! Veste de força, o teu braço, ó Senhor; acorda, como em dias passados" (v.9 NVI). Foi Deus quem, no passado, abateu o Egito (v. 9 ARA) e feriu o dragão (Satanás). No verso 17, é Deus quem responde a Jerusalém: "Desperta, desperta! Levanta-te, ó Jerusalém" (ARA). Ele reconhece a dor que no futuro infligiria ao Seu povo através do poder da Babilônia, levando a eles a "ruína e destruição, fome e espada" (v.19 NVI), com a profanação do templo e o incêndio da cidade.

Deus encerra, então, esta descrição dolorosa com uma nota de esperança. É o próprio Senhor "que defende o seu povo" (v. 22) e retribuirá ao inimigos o sofrimento causado ao Seu povo (v. 22 e 23). O capítulo salienta aqui dois atributos maravilhosos de Deus: Sua justiça e Sua salvação (v. 5-6).

Que Deus extraordinário nós servimos! Ele estaria em seu direito se nos deixasse colher as conseqüências de nossas ações, sem dar nenhuma explicação. No entanto, ele se inclina até nós para nos ajudar a entender a causa de nossa doença e as razões de Suas ações. Ele deixa claro que preferiria evitar ministrar a nós remédio tão amargo, pois Ele é um Pai terno que se condói com o sofrimento de seus filhos. Mas Ele está mais interessado em que saremos da doença –  não importa o custo ou a dor – a continuarmos no pecado e, assim, acabarmos perdidos para sempre.

Ao vermos o imenso interesse de Deus para que abandonemos tudo aquilo que nos prejudica, tomemos a firme decisão de seguir o exemplo de Abraão, nosso pai na fé (v.2). Ele saiu da Babilônia, respondendo ao chamado de Deus para se dedicar a Ele. Nós também, pela graça de Deus, precisamos sair da nossa Babilônia de pecado, dúvida, indolência, entretenimento e auto-indulgência e seguir este maravilhoso Deus até o fim. Amém.

Ron E M Clouzet
Seminário da Universidade Andrews, EUA



Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/51/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Isaías 51 

sábado, 18 de janeiro de 2014

Provérbios 14

Comentário devocional:

Ao você meditar sobre Provérbios 14, hoje, qual verso te pareceu mais familiar? Deixe-me adivinhar. Foi o versículo 12? "Há caminho que parece certo ao homem, mas no final conduz à morte" (NVI).

Ou, talvez, para você que é fazendeiro, seja a passagem bem-humorada que sugere que se você tem um boi terá que jogar fora muito estrume com uma pá ("Onde não há bois o celeiro fica vazio, mas da força do boi vem a grande colheita" verso 4 NVI). Com a força de um boi, um agricultor pode fazer muito, mas certamente, há “consequências” que precisam ser retiradas para fora. Isso me faz lembrar o ditado de que minhas decisões nem sempre são limpas e corretas, mas meu trabalho é manter minha vida limpa.

Eu estou lutando para aprender a agradecer sempre a Deus pelas escolhas na minha vida, principalmente as que precisam de posterior correção. Em quase todos os casos onde coisas erradas aconteceram foi porque eu tinha opções e haviam decisões que precisavam ser tomadas. Faço isso, aquilo, ou, até mesmo outra coisa? 

Cada escolha tem suas consequências, algumas das quais não são muito boas. Tendo um boi eu posso ter mais terra arada, mas haverá sempre pilhas de estrume para limpar (e certamente o boi precisa comer mais feno...). Ter a liberdade de escolha é uma bênção incrível, uma razão para agradecer a Deus. Pense no que seríamos se não tivéssemos esta capacidade.

A vida trancafiado na solitária de uma pequena cela, sem poder escolher nada, é livre de decisões. Uma vida lutando pela próxima respiração em uma cama de hospital, totalmente dependente das habilidades e recursos da equipe médica, tem muito menos opções ainda. Então, agradeço a Deus pelas escolhas que posso fazer, mesmo que nem sempre opte pelas mais acertadas. No entanto, pela graça de Deus, ainda sou livre para fazer escolhas.

Para cada decisão que eu faço na vida, creio que Provérbios 14:12 seja um dos mais importantes guias de vida ou morte. Salomão, o homem mais sábio que já viveu, está dizendo que aquilo que me parece certo pode me levar à morte eterna. Provérbios 3:6 afirma o mesmo de uma forma positiva: "Reconhece-O [o Senhor] em todos os teus caminhos, e Ele endireitará as tuas veredas" (ARA).

Senhor, que todas as escolhas que eu fizer hoje sejam guiadas pelo Espírito Santo. Amém.

David A. Steen
Professor Emérito
Universidade Andrews


Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/pro/14/

Traduzido por JAQ/GASQ

Texto bíblico: Provérbios 14 

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Provérbios 10

Comentário devocional:

Enquanto estudava aviação no estado de Washington, nos Estados Unidos, passei por um período difícil na minha vida. Um dia, estudando na faculdade, decidi roubar o pequeno avião no qual tinha feito meu treinamento para um vôo solo e depois derrubá-lo. 

Quando já estava no ar, entretanto, imaginar minha mãe recebendo as notícias sobre a minha morte me afligiu muito. Então eu decidi pilotar o avião por um tempo e, depois, fugir. Apontei o avião para o norte e, várias horas depois, me encontrei parado e sem combustível em um aeroporto desabitado no Canadá.

Eu nunca vou esquecer o rosto de minha mãe  quando ela me retirou de uma delegacia de polícia canadense, dois dias depois. Quando ela me tirou da cela, seus olhos estavam vermelhos de lágrimas e de preocupação e com profundas linhas de dor em seu rosto depois de duas noites sem dormir.

Quando meu avião não retornou para o aeroporto, a minha mãe passou horas temendo que eu houvesse caído com ele enquanto  um grupo de resgate procurava por mim. Então, após me acharem, ela entendeu que tinha que ir para o Canadá me buscar .
De fato, como disse Salomão: O filho sábio dá alegria ao pai; o filho tolo dá tristeza à mãe" (v. 1 NVI).

Eu me lembro daquele momento em minha vida sempre que eu tenho que tomar decisões importantes. Nunca mais quero entristecer meus pais novamente e eu me pergunto se meus atos lhes trarão alegria ou tristeza. A resposta sobre se eu estou honrando meus pais ou não tende a revelar se os meus planos também estão em harmonia com a vontade do Senhor. Eu nunca mais quero entristecer meu Pai celestial – e é isso o que mais importa.

Andrew McChesney
Jornalista na Russia



Texto original em: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/proverbios/pv-capitulo-10/

Traduzido por JAQ/GASQ

Texto bíblico: Provérbios 10 http://revivedbyhisword.org/en/bible/pro/10/