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sábado, 6 de setembro de 2014

Oséias 11

Comentário devocional

Deus amou os israelitas e os tirou da escravidão no Egito (11:1). No entanto, eles não gostavam das mensagens que Deus lhes enviara através dos profetas. Então eles se afastaram de Deus, indo servir a outros deuses e oferecer sacrifícios e incenso à imagens de escultura (11:2). Deus amava os Israelitas e os ensinou a caminhar com Ele, mas eles logo se esqueceram de como Ele os tirou do Egito e o que havia feito por eles (11:3). Deus os atraíra com cordas de amor, retirara o jugo do pescoço deles e se abaixara para lhes dar comida (11:4). 

Israel do norte experimentaria um cativeiro na Assíria semelhante ao que eles haviam experimentado no Egito, porque eles se recusaram a retornar para Deus (11:5). Eles não conseguiram evitar a guerra e a invasão da Assíria por causa de seus próprios planos equivocados (11:6). Ninguém poderia libertá-los dessa escravidão, porque eles estavam se afastando de Deus de maneira deliberada (11:7). 

O coração de Deus se contorce de dor por causa do Seu amor por Israel. Ele diz: “Como posso desistir de você, Efraim? Como posso entregá-lo nas mãos de outros, Israel?" Em sua compaixão Deus sofre por seu povo (11:8, NVI). Se apenas Israel se arrependesse, Deus não iria destruí-los, porque Ele é o "Santo" em seu meio (11:9). Ellen White diz: "Santidade é integridade, é dedicação total." Nossa santidade é nossa devoção total a Deus, e a santidade de Deus é a Sua devoção perfeita para conosco. Deus nos amou primeiro. Ele amou a Israel quando ela era uma criança (11:1). 

Mesmo na época de Oséias, Deus ainda amava a pecaminosa Israel, mas com uma profunda dor na esperança de que retornasse a andar com ele (11:10). Se o arrependimento de Israel não viesse antes, Deus ainda esperava que eles se arrependessem durante o cativeiro na Assíria. Então Deus os levaria para fora da Assíria e os traria de volta à sua terra natal tão rapidamente quanto uma pomba voadora (11:11). Apesar de toda a rejeição, Deus ainda não desiste de seus filhos. 

A atitude de Israel para com Deus fora cheia de infidelidade, mentiras e enganos (11:12a). Ele compara Israel com a vizinha Judá. (11:12b). Deus é o "Santo". Ele é fiel e dedicado ao seu povo com misericórdia paciente e carinhosa. Quão felizes e gratos devemos ser pelo fato de Deus ser tão fiel conosco! Ter isto em mente e' o que nos fará desejar jamais desapontá-lo. 

Yoshitaka Kobayashi 
Japão 


Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/hos/11/

Traduzido por JDS/JAQ

Texto bíblico: Oseias 11 

Comentário em áudio

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Ezequiel 40

Comentário devocional:

O capítulo 40 dá início à parte do livro de Ezequiel que descreve em detalhes os edifícios e os serviços do templo renovado e apresenta um layout da nova cidade e da terra em um Israel restaurado. 

À medida que a visão começa no capítulo 40 vários pontos introdutórios principais são apresentados. A visão é recebida no Dia da Expiação (22 de outubro de 573 aC), próximo ao fim do ministério de Ezequiel. Esse era o dia solene em que, anualmente, o santuário era purificado. Além da purificação do santuário, Ezequiel tem uma visão poderosa do novo e melhorado templo restaurado. A localização deste templo em uma montanha alta nos dirige a atenção para o Monte Sinai, onde a Lei e o modelo do tabernáculo foram dados originalmente. Neste monte um profeta anterior, Moisés, foi o porta voz de Deus que transmitiu ao povo os detalhes de como o tabernáculo do deserto deveria ser construído e agora Deus pede a Ezequiel que também seja o seu porta voz. 

Quando Ezequiel recebe a visão ele é instado a prestar muita atenção e fixar sua mente sobre os detalhes da visão porque sua tarefa é relatar tudo o que vê para o povo de Israel. Cativo na Babilônia e longe de sua amada Jerusalém e do templo, o povo de Israel precisa ser inspirado pela esperança. Eles precisam ouvir e ver esta imagem vívida acerca do que Deus quer fazer no futuro para eles. 

Quando olhamos para a nossa própria situação no mundo, precisamos deixar que Deus nos inspire com sua visão de um novo céu e uma nova terra que Ele tem reservado para nós.

Jon Dybdahl 
Universidade Walla Walla, EUA 



Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/eze/40/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Ezequiel 40 

Comentário em áudio 


Comentários selecionados:

Os cap. 40 a 48 constituem uma única profecia, de caráter singular. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 787.

Esta visão é tríplice. A primeira parte revela o Templo ideal, cap 40-42, no qual as aspirações espirituais do povo de Deus se simbolizam pela arquitetura. A segunda parte, o Culto ideal, cap 43-46, no qual participam a glória de Deus,  o ministério dos sacerdotes, a contribuição do povo, e os ritos presididos pelo sumo sacerdote e pelo príncipe. A terceira parte revela a Nação ideal, cap 47-48, que tanto física como espiritualmente tem sua vida ao redor do culto no templo, de onde extrai sua alimentação, seu refrigério e sua inspiração. Bíblia Shedd.

Muitas interpretações tem sido dadas para a última visão de Ezequiel, incluindo (1) a visão literal, na qual este templo deveria ser realmente colocado em operação algum tempo depois do retorno de Israel do exílio; ... (2) a futurista ...; e a alegórica. ... As evidências se ajustam melhor na visão literal, interpretada de acordo com os princípios dos cap. 38-39. A visão teria se cumprido literalmente pelo Israel histórico após seu retorno do exílio babilônico, se o povo, como nação, tivesse sido fiel em reclamar as promessas divinas feitas a eles a respeito de uma reforma espiritual. Andrews Study Bible.

É razoável supor que, para convencer o povo da certeza da promessa [do recomeço e da restauração], Deus tenha orientado o profeta a traçar uma planta exata do templo que devia ser o centro do culto da nova nação. Deus poderia simplesmente dizer ao povo que, no futuro, o templo deles seria reconstruído, mas isso seria um anúncio vago. Não haveria dúvidas quanto às intenções divinas se fossem apresentados cuidadosamente todos os detalhes da construção e do ritual. CBASD, vol. 4, p. 788.

1 no princípio do ano. Do heb. rosh hashanah, “cabeça do ano”. ... É interessante notar que esta é a única ocorrência na Bíblia da frase rosh hashanah, nome que ainda hoje é dado pelos judeus ao Ano Novo, o dia 1º de tisri. CBASD, vol. 4, p. 787.
décimo dia. O décimo dia do sétimo mês é o Dia da Expiação. Ezequiel recebeu a visão de um santuário purificado/restaurado no mesmo dia em que o santuário era purificado anualmente (Lev 16). Andrews Study Bible.

3 um homem. Um anjo igual àqueles que tiveram o encargo de destruir o antigo templo profanado pela idolatria (9.2). Bíblia Shedd.
cordel. Usado para grandes medidas (47.3). Bíblia Shedd.

6-17 O que se deduz de tais medidas é a ordem, a decência e a simetria da casa de Deus;. Bíblia Shedd.

43 oblação. Heb korban, uma oferta voluntária (Mc 7.11). Bíblia Shedd.

46 filhos de Zadoque. Ezequiel distingue claramente entre os levitas em geral (muitos dos quais tinham serviços nos ritos do paganismo, Jz 17.7-13) e os descendentes do sumo sacerdote fiel, que servia nos tempos de Salomão (1 Rs 1.31-40). Os motivos para a distinção se dão em 44.10-16. Bíblia Shedd.

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Ezequiel 6

Comentário devocional:

Aqueles que vivem em locais onde ídolos de ouro, pedra e madeira não são comuns não se sentem muito afetados por passagens bíblicas que falam sobre a idolatria de Israel. Mas, independentemente da nossa cultura, todos estamos familiarizados com a idolatria de um tipo ou outro. 

Nossos ídolos não são encontrados mais em torno de postes ídolos sagrados ou em lugares altos. Nossos ídolos, hoje, giram em torno de dinheiro, relacionamentos, entretenimento ou o nosso próprio conforto pessoal.

Podemos dar mais valor ao que as pessoas pensam de nós do que o que Deus pensa de nós. O nosso valor pessoal pode vir de nosso sucesso no local de trabalho ou do desempenho dos nossos filhos, em vez do resgate pago por Cristo em nosso lugar.

Podemos buscar conforto em alimentos, medicamentos, programas de televisão ou em um smartphone ou tablet, em vez de ao pé da cruz.

Enquanto nossas vidas aparentemente vão bem, como um motor bem regulado, estamos contentes. Mas quando as coisas começam a ir mal, nos voltamos para nossos ídolos para nos sentirmos melhor. Se formos realmente honestos conosco mesmos, não há muita diferença entre o Israel daquela época e nós, hoje.

Assim, quando lemos sobre o juízo de Deus contra Israel por um pecado similar ao que frequentemente cometemos, podemos facilmente nos desanimar ou ficar com medo. Deus é fiel à Sua promessa de disciplinar e julgar aqueles que se afastam Dele e adoram ídolos. Esta é uma maneira de Deus nos alertar, porque não quer que venhamos a nos perder.

Este lembretes de Deus em Ezequiel podem nos encher de culpa e vergonha, mas a questão mais importante é: O que nós, você e eu, faremos com a nossa culpa e vergonha? Você pode resistir a Deus e continuar em seu pecado ou você pode se arrepender e se afastar de seus pecados e ser impelido pelo Espírito Santo de volta à reconciliação com Deus.
Deus diz a Israel: "Mas pouparei alguns; alguns de vocês escaparão da espada quando forem espalhados entre as terras e nações. Ali, nas nações para onde vocês tiverem sido levados cativos, aqueles que escaparem se lembrarão de mim" (Ezequiel 6:8-9).

Assim como Deus é fiel para trazer disciplina e julgamento, Ele é fiel também para estabelecer um povo convertido, um remanescente restaurado. Este remanescente é composto de pessoas que estão conscientes do seu pecado, mas em vez de evitar a sua culpa, em vez de se esconder de Deus, ou buscar a paz através de outros meios, buscam a Jesus, a Água da Vida. Você vai buscá-lo hoje?

Deus é fiel. Sim, Ele é fiel para trazer um fim a toda a maldade, e Ele é fiel para trazer libertação real a Seu remanescente. Isso é uma ótima notícia! Amém.

Pr. Eric Bates
EUA


Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/eze/6/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Ezequiel 6 

Comentário em áudio 

sexta-feira, 27 de junho de 2014

Lamentações 5

Comentário devocional:

No capítulo final do livro de Lamentações, uma oração sobe ao céu. A súplica: "Lembra-Te" (v. 1) demonstra apego a Deus. No sofrimento que se seguiu à destruição de Jerusalém e do seu templo, na escuridão que parecia separar os sobreviventes do Senhor, alguém disse: "Lembra-Te". 

Jeremias conhece a Escritura. Ele sabe que quando Deus se lembra, coisas acontecem para o seu povo (cf. Gn 8:1; 19:29; 30:22; Ex 2:24; 6:5). A miséria da catástrofe é equilibrada pela eternidade do Senhor: "Tu, Senhor, reinas para sempre." (v. 19 NVI).

O tempo de Deus é certo; Sua justiça é transformadora; Sua paciência é eterna. Ele não pode Se esquecer (v. 20), porque Ele nos ama como uma mãe que cuida de seu bebê (Is 49:14, 15). Mas é só Ele que pode nos transformar. " Restaura-nos para ti, Senhor", escreve Jeremias: “renova os nossos dias como os de antigamente" (v. 21 NVI).

No meio de nossas lutas particulares e em nossos momentos pessoais de escuridão, Lamentações nos lembra que Deus não está ausente. Ele está ao nosso redor. Sua disciplina é sempre transformadora; Sua paciência e longanimidade são eternas (Ex. 34:6, 7); Deus, na verdade, está ansioso de vir ao nosso socorro!

"Lembre-se" hoje, da bondade de Deus e da salvação que Ele oferece gratuitamente a todos.

Gerald A. Klingbeil
Universidade de Andrews


Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/lam/5/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Lamentações 5 

Comentário em áudio

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Jeremias 34

Comentário devocional:

Nenhum de nós gosta de receber más notícias. Isto é um fato. Mas deixe-me lhe fazer uma pergunta: o que você prefere, uma boa notícia falsa ou uma má notícia verdadeira? O rei Zedequias recebeu más notícias do profeta Jeremias: os exércitos de Nabucodonosor, rei da Babilônia, destruiriam Jerusalém e o rei seria levado cativo.

Jesus também deu uma má notícia aos seus seguidores : "Eu lhes tenho dito tudo isso para que vocês não venham a tropeçar. Vocês serão expulsos das sinagogas; de fato, virá o tempo quando quem os matar pensará que está prestando culto a Deus.”(João 16:1-2, NVI).

Por que o Senhor dá essas más notícias ao Seu povo? A resposta é simples: Ele quer nos preparar para os tempos difíceis pela frente. A melhor preparação para a angústia ou perseguição é uma relação pessoal com Deus. Jesus disse aos Seus seguidores: "“Eu lhes disse essas coisas para que em mim vocês tenham paz. Neste mundo vocês terão aflições; contudo, tenham ânimo! Eu venci o mundo”." (João 16:33, NVI).

Não admira que o apóstolo Paulo tenha sido capaz de dar este testemunho alegre: "Pois estou convencido de que nem morte nem vida, nem anjos nem demônios, nem o presente nem o futuro, nem quaisquer poderes, nem altura nem profundidade, nem qualquer outra coisa na criação será capaz de nos separar do amor de Deus que está em Cristo Jesus, nosso Senhor."(Rm 8:38-39, NVI).

"Senhor, obrigado porque estarás comigo no meio de minhas dificuldades e porque nada pode me separar do Teu amor. Amém".

Derek J. Morris
EUA


Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jer/34/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Jeremias 34 

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Jeremias 32

Comentário devocional:

Neste capítulo existe uma questão de importantes implicações teológicas: Jeremias compra de um primo uma propriedade na cidade natal de ambos, Anatote, próxima a Jerusalém. Aparentemente, este poderia parecer mais um assunto comum de família. Jeremias era o parente mais próximo e teve a primeira oportunidade para a compra da propriedade. Mas, se olharmos melhor, este realmente não era um bom momento para investir em imóveis, porque os babilônios estavam prestes a ocupar a terra. Jeremias, portanto, não era obrigado a comprar essa propriedade.

A vinda dos babilônios para ocupar a terra tinha sido profetizada pelo próprio Jeremias ao rei Zedequias e aos habitantes de Jerusalém e da terra de Judá. Mas Deus se envolve na compra da propriedade (v. 6-15). Jeremias é informado antecipadamente que Hananel, seu primo, lhe fará um pedido para que ele compre essa propriedade. Mesmo que não seja o melhor momento para investir em imóveis, Deus queria ensinar uma lição através desta compra da propriedade pelo profeta: quando Deus faz promessas, Ele garante que elas se cumpram. As pessoas irão retornar à terra, ocuparão novamente as suas casas, e isto é garantido através da experiência pessoal do profeta em comprar uma propriedade.

Deus gosta de nos ajudar nas escolhas que fazemos, não somente nas grandes decisões, mas também nas pequenas. Quando vamos comprar uma casa ou uma propriedade nem sempre recebemos um claro "assim diz o Senhor". Mesmo assim é importante buscarmos a Sua orientação.

Portanto, fazemos bem em passar tempo em oração antes de comprar uma casa ou fazer qualquer investimento substancial. Poderá ser necessário investir algum tempo revendo os princípios da Palavra de Deus e como eles se relacionam com o negócio que estamos planejando. Em seguida, com base nestes princípios, podemos considerar os demais fatores envolvidos. Não há dúvida de que quando Jeremias atendeu à ordem de Deus e adquiriu o campo do seu primo em Anatote, ele estava concedendo a Deus o primeiro lugar. 

Não fazia muito sentido comprar um terreno numa época em que Jerusalém estava prestes a ser invadida e subjugada pelos babilônios. Mas o profeta obedeceu, mesmo sem entender tudo o que estava envolvido. Através desta ação Jeremias demonstrou a sua confiança na promessa de Deus de que um dia o seu povo voltaria do cativeiro e propriedades voltariam a ser negociadas na terra. 

Fazemos bem em obedecer a Deus em todas as coisas, pois suas orientações são seguras e visam apenas o nosso bem.

"Querido Deus, ajuda-me a ser fiel e obediente a Ti em todas as ocasiões, nas pequenas e grandes decisões da vida. Amém."

Michael Sekupa
África do Sul


Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jer/32/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Jeremias 32 

domingo, 1 de junho de 2014

Jeremias 31

Comentário devocional:

Este capítulo se baseia no mesmo tema discutido no capítulo anterior: a restauração de uma terra que foi devastada pela guerra e saqueada pelas nações invasoras (v. 4,11,18). Além disso, Deus reintroduz o tema da aliança. 

O texto nos permite imaginar a longa caminhada dos cativos passando por Ramá, no caminho para a Babilônia, chorando pelo exílio e pelos que morreram (v. 15). Mas deixa claro a promessa de prosperidade futura, e ela é tão certa que o Senhor diz: "quando Eu os trouxer de volta do cativeiro" (v. 23 NVI).

A restauração não é uma probabilidade, é certa. Está agendada no cronograma de Deus. Quando Jesus dá os sinais de Seu retorno em Mateus 24, Ele usa como ilustrações as indicações da natureza para a chegada do verão. A segunda vinda de Cristo é tão certa quanto a chegada de uma estação no seu tempo determinado.

O povo a quem Deus dirige estas mensagens está em um estado de crise. Eles haviam quebrado os termos da aliança que Deus estabelecera e Ele, então, permitiu que os babilônios invadissem suas terras. Agora Deus quer restaurá-los e trazê-los de volta para casa. 

Ele também quer renovar a aliança quebrada. Pela primeira vez em todo o Antigo Testamento Deus promete claramente: "‘Estão chegando os dias’, declara o Senhor, ‘quando farei uma nova aliança com a comunidade de Israel e com a comunidade de Judá. Não será como a aliança que fiz com os seus antepassados quando os tomei pela mão para tirá-los do Egito; porque quebraram a minha aliança, apesar de eu ser o Senhor deles’, diz o Senhor. ‘Esta é a aliança que farei com a comunidade de Israel depois daqueles dias’, declara o Senhor: ‘Porei a minha lei no íntimo deles e a escreverei nos seus corações. Serei o Deus deles, e eles serão o meu povo.’"(v. 31-33 NVI).

Deus não está aqui removendo a lei ou se afastando dela - Ele promete que vai ajudar Israel a interiorizar a lei, de tal forma que ela faça parte de todos os aspectos de sua vida. Deus também promete: "“Porque eu lhes perdoarei a maldade e não me lembrarei mais dos seus pecados." (v. 34 NVI). Este ato de perdão é outra indicação de que o foco de Deus aqui não é alterar a lei, mas transformar o Seu povo. Ele os perdoa e os capacita, implantando Sua lei em seus corações.

A restauração da terra, a punição dos inimigos, o retorno das pessoas à sua terra, tudo isso não tem sentido se não houver uma relação de aliança. A reforma externa não tem sentido se não houver uma correspondente transformação de caráter e restauração do relacionamento com Deus.

"Querido Deus, transforme minha vida e coloque a Sua Lei em meu coração. Amém".

Michael Sekupa
Heidelberg College , África do Sul


Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jer/31/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Jeremias 31 

terça-feira, 8 de abril de 2014

Isaías 43

Comentário devocional:

Neste capítulo e nos outros nesta seção de Isaías, Deus revela os Seus planos de esperança e sua frustração sobre Israel. O capítulo 42 se encerra com a triste declaração de que Deus teria de entregar Israel aos seus inimigos por causa de sua idolatria (42:23-25). Neste capítulo, Ele afirma que Israel era a sua testemunha, o servo que Ele tinha escolhido para revelar às nações pagãs o verdadeiro caráter e natureza de Deus: que Ele era o Senhor, e não havia nenhum salvador além Dele ! (v. 10-11). Mas, como a figueira coberta de folhas e sem fruto, Israel se achou apenas pretensiosa folhagem. Enquanto as nações esperavam obter a vida do Deus de Israel, Israel O manteve escondido do mundo por suas próprias ações e prioridades.

Apesar da infidelidade humana, Deus reafirma a sua fidelidade. "Eu, eu mesmo, sou o Senhor, e além de mim não há salvador algum" (v. 11, NVI). "Assim diz o Senhor, o seu Redentor, o Santo de Israel: ‘Por amor de vocês mandarei inimigos contra a Babilônia e farei todos os babilônios descerem como fugitivos nos navios de que se orgulhavam’ " (v. 14, NVI). Deve ter sido uma grande esperança saber, antes que houvesse o cativeiro, que Deus já predizia a fuga dos captores e a libertação de Israel!

Assim como Deus derrotou no Mar Vermelho o Egito, a maior nação da Terra na época, ele também irá cuidar dos babilônios no tempo devido. Na verdade, Ele diz: "Esqueçam o que se foi; não vivam no passado" (v.18 NVI), a próxima libertação será "uma coisa nova" (v. 19 NVI).

Deus não decide como nós decidiríamos, nem age como nós agiríamos. Mesmo sabendo da desobediência egoísta e intencional da Sua vontade, por parte do Seu povo, Ele insiste: "Eu não me lembrarei de seus pecados" (v. 25b). Ele é a bondade personificada e Seu amor dura para sempre.

"Sou Eu, Eu mesmo, aquele que apaga suas transgressões" (v. 25a NVI), ele promete. E a que norma elevada Ele apela para fazer isso? Seria devido a alguma bondade inerente nossa? De modo algum. Eu faço isso, Ele diz: "por amor de mim" (v.25b ARA e NVI). O perdão é concedido com base no mais elevado dos méritos: Seus próprios méritos, os méritos de Jesus Cristo.

Louvado seja Deus, de quem todas as bênçãos fluem!

Ron E M Clouzet
Professor da Universidade Andrews, EUA


Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/43/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Isaías 43 

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Salmo 117

Introdução:

Este salmo, o mais curto capítulo da Bíblia, retoma a palavra “Aleluia”, que é o desfecho do salmo 116, e aplica aquela conclusão individual à raça humana inteira, convidando todos a participarem das experiências ali narradas. Bíblia Shedd.

Alguns comentaristas acreditam que o Salmo 117 tenha sido, em especial, o cântico entoado por Jesus e seus discípulos, antes de deixarem o cenáculo. Nesse momento de crise, Ele louvou, ao invés de murmurar ou se queixar (ver tb DTN, 672).


Comentário devocional:

O salmista convida todas as nações a louvar ao Senhor por Sua misericordiosa bondade para com o Seu povo. É o mais curto de todos os Salmos, no entanto sublime em seu conteúdo. Observe que nenhuma tribo ou nação é deixada de fora do convite glorioso para louvar o Senhor. Em Romanos 15:11 o apóstolo Paulo se refere a este capítulo, para demonstrar que, em Cristo, a misericórdia de Deus foi estendida tanto para os gentios quanto para os judeus.

Nestes dois versos podemos ver atributos suficientes de Deus para que O amemos e O louvemos. Estes atributos, a Sua misericórdia e a Sua fidelidade, são eternos como o próprio Deus, e foram registrados para nos lembrar que no meio da sociedade insegura podemos descansar seguros no amor de Deus.

O Senhor está esperando que proclamemos a Sua bondade e falemos do Seu poder. Ele é honrado pela expressão de nosso louvor e ação de graças. Ele diz: "O que me oferece sacrifício de ações de graças, esse Me glorificará” (Salmo 50:23 ARA) [ou: “Quem me oferece sua gratidão como sacrifício, honra-me” NVI]. 

Os israelitas louvavam a Deus enquanto viajavam pelo deserto com cânticos sagrados. Os mandamentos e promessas de Deus foram transformados em música e cantados ao longo da viagem. Em Canaã, quando o povo se reunia para suas festas sagradas, recontavam as obras maravilhosas de Deus e ofereciam ações de graças ao Seu nome.

Deus deseja que toda a vida do seu povo seja uma vida de louvor. Este estilo de vida expulsará o espírito de murmuração e queixa. Assim, Seus filhos cultivarão atributos de caráter que os prepararão para as mansões celestiais. Tal testemunho influenciará outros e será um meio eficaz para ganhar vidas para Cristo.

Peça a Deus para ajudá-lo a ter essa experiência hoje.

Jan Harry Cabungcal
Suíça



Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Salmo 117 

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Salmo 105


Comentário devocional:

Este Salmo nos apresenta a fidelidade de Deus em cumprir a Aliança com o Seu povo. Profeticamente, nos lembra que iremos celebrar esta fidelidade de Deus ao longo da eternidade. 

O Salmo nos encoraja a lembrarmos dos feitos passados de Deus. "Lembrem-se das maravilhas que ele fez, dos seus prodígios e das sentenças de juízo que pronunciou" (Sl 105:5, NVI) 

Não se esqueça dos milagres de Deus em sua vida. Escreva-os em um livro especial, mantenha-os como tesouros especiais, reflita sobre eles, especialmente quando você se sentir desanimado e, então, quando for adequado, reparta esses tesouros de pensamento com outras pessoas.

Falando profeticamente, os pensamentos desta canção serão cantados quando o povo de Deus estiver na presença do Senhor Jesus na Sua segunda vinda. 

Ao longo da história o Senhor foi fiel à Sua aliança, desde o tempo dos Patriarcas. Sim, Ele se lembrará para sempre da aliança que fez com Seu povo. Com esta aliança em mente, o Senhor enviou José adiante dos seus irmãos para o Egito. José foi exaltado para que pudesse abrir as portas da terra para o povo de Deus. 

Deus continuou a ser fiel através de Moisés e do Êxodo, enviando as pragas aos egípcios e libertando Seu povo com muita prata e ouro em suas mãos (Ex 13:21 e Salmo 105:37). Ele colocou a nuvem sobre eles para guiá-los e protegê-los  do calor do sol e a nuvem de fogo para iluminá-los à noite. Ele enviou pão do céu e fez jorrar água da rocha, a fim de atender às suas necessidades.

O mesmo Pai Celestial está disposto a prover poderosos e graciosos bens para você hoje porque Ele cumpre suas promessas! Louvado seja o Senhor por Sua fidelidade à aliança!

Christoph Berger
Áustria




Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/psa/105/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Salmo 105 

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Salmo 30

Comentário devocional:

Há momentos na vida em que o Senhor parece distante e nossas orações parecem infrutíferas. Nesses momentos sombrios, facilmente sentimo-nos solitários e depressivos. Davi conhecia essa realidade muito bem. Mesmo sendo o ungido de Deus, ele sentiu a ferroada de orações aparentemente não respondidas.

Neste Salmo, Davi dedica tempo para assegurar-nos de que Deus realmente responde as orações. Nossos momentos escuros são apenas temporários, nosso choro dura apenas uma noite e nossa alegria vem pela manhã. A alegria que o Senhor traz não pode ser contida, provoca ação e celebração. Eu não sei acerca das suas lutas internas, mas Deus sabe. Apresente a Ele tudo em oração!

O Senhor abençoou recentemente a mim e a minha esposa com uma filha e escolhemos dar a ela o nome de Yanai, que significa "Deus responderá." Escolhemos esse nome para ser um lembrete constante de que Deus irá responder às nossas orações e que não devemos perder a esperança ao passarmos por tempos sombrios na vida.

Não há nada mais doce do que uma oração respondida!

Neste Salmo Davi dedica tempo para agradecer ao Senhor por ser fiel. O Senhor tem sido e sempre será fiel. Davi não quer jamais se calar a respeito da bondade de Deus, e por que ele deveria? Por que você e eu deveríamos nos calar?

Nossa oração hoje é: 
Com o coração agradecido comparecemos diante de Ti, Senhor, agradecendo por ser tão fiel, agradecendo por estar disposto a ouvir nossas orações. Obrigado Senhor! Ajude-nos a não perder a esperança, mas a declarar aos outros que o nosso Deus é fiel e sempre ouve nossas orações.

Richard McNeil
Graduado em Teologia pela Universidade Adventista do Sul
Estudante na Universidade de Andrews

www.reavivadosporsuapalavra.org 

Traduzido por JDS/Revisado por JAQ
Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/Psa/30/ 
Texto bíblico: Salmo 30