Comentário devocional:
Paulo nunca poderia arranjar um encontro com o governador e o rei para lhes apresentar o evangelho. Mas Deus pode qualquer coisa. O rei Agripa estava bem informado sobre todas as questões judaicas, então Paulo poderia ter falado aberta e diretamente sobre as questões jurídicas que supostamente o trouxeram a julgamento. Mas em vez disso, Paulo contou sua história de conversão desde que era um membro do Sinédrio, enviado para caçar e destruir os cristãos, até se tornar um apóstolo de Jesus, comissionado a buscar e salvar o que estava perdido.
Paulo procurou impressionar o rei e os presentes mostrando a mudança radical de um homem que uma vez estava cheio de ódio hipócrita para alguém cujos olhos se abriram ao vasto oceano do amor de Deus. Os presentes tinham ouvido falar de Jesus e de Seus seguidores, mas nunca tinha ouvido uma história que os deixasse extasiados como esta, da mudança radical na vida de um homem. Uma luz mais brilhante que o sol? Uma Voz se dirigindo a ele pelo nome? Uma ordem para alcançar os gentios, “para abrir-lhes os olhos e convertê-los das trevas para a luz, e do poder de Satanás para Deus, a fim de que recebam o perdão dos pecados e herança entre os que são santificados pela fé” em Cristo? (v. 18 NVI) Que história notável!
Então, Paulo chegou ao ápice do seu discurso. "Assim, rei Agripa, não fui desobediente à visão celestial" (v. 19 NVI), disse ele. Após receber a visão, Paulo começou a compartilhar Jesus imediatamente, onde quer que fosse. É por isso que os judeus queriam vê-lo morto. Mas tudo o que ele fez foi ajudar a cumprir aquilo que "o Cristo haveria de sofrer e, sendo o primeiro a ressuscitar dentre os mortos, proclamaria luz para o seu próprio povo e para os gentios" (v 23 NVI). Em outras palavras, Paulo não havia inventado tudo aquilo. Séculos antes Deus já tinha planejado que a história de Cristo fosse contada ao redor do mundo, para que todas as pessoas "se arrependessem e se voltassem para Deus" (v.20 NVI).
No crescente da oratória e apelo de Paulo, Festo interrompeu, provavelmente um pouco envergonhado pelo poder deste prisioneiro de dominar a atenção de todos. Paulo educadamente disse ao governador que o que estava dizendo era "verdadeiro e de bom senso" (v.25). Então, Paulo, voltando-se para o rei, fez seu último apelo: "Rei Agripa, crês nos profetas? Eu sei que sim"(v. 27 NVI). Quando o rei disse que Paulo quase o fizera um crente em Jesus, o apóstolo, com genuína paixão, articulou seu desejo de que todos dentre seus ouvintes daquele dia, se tornassem tão livres e alegres em Cristo como ele era, apesar de suas correntes.
O rei Agripa II foi o último da dinastia dos Herodes [e aparentemente não aceitou a Cristo como seu salvador pessoal]. Nunca mais um rei judeu teve a grande chance de se arrepender.
Jesus certa vez disse: "vocês serão levados à presença de governadores e reis como testemunhas a eles e aos gentios. Mas quando os prenderem, não se preocupem quanto ao que dizer, ou como dizê-lo. Naquela hora lhes será dado o que dizer, pois não serão vocês que estarão falando, mas o Espírito do Pai de vocês falará por intermédio de vocês"(Mt 10:18-20 NVI). Isto é o que aconteceu naquele dia.
Ron E. M. Clouzet
Diretor do Instituto de Evangelismo NAD
Professor do Ministério e Teologia
Seminário da Universidade Andrews
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/act/26/
Traduzido por JAQ
Texto bíblico: Atos 26
Comentário em áudio
Plano mundial de Reavivamento e Reforma, pela leitura devocional de um capítulo da Bíblia por dia. De abril de 2012 a julho de 2015.
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terça-feira, 24 de fevereiro de 2015
Atos 26
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segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015
Atos 25
Comentário devocional:
Este capítulo nos prepara para o próximo, quando Paulo fala a Festo, na sua primeira semana como governador. Paulo tinha sido mantido sob custódia por dois anos. Tendo Festo percebido que algo não estava certo na insistência dos judeus em querer que Paulo fosse julgado em Jerusalém, ele lhes disse que Paulo ficaria em Cesaréia, e se eles quisessem prestar queixa, eles poderiam vir até ele nesta cidade (v. 4, 5).
As acusações eram falsas, Festo percebeu isto e viu nelas o ódio veemente que os judeus tinham por Paulo. Mas tentou um acordo, perguntando a Paulo se ele estaria disposto a ser julgado pelo Sinédrio. Paulo sabia que esta seria sua sentença de morte, pois eles já haviam conspirado para matá-lo antes, quando ele estava em Jerusalém.
Então, como um cidadão romano, Paulo apelou para César. Se um cidadão romano sentisse que não estava recebendo justiça em um tribunal provincial, ele poderia apelar para que o próprio imperador ouvisse o seu caso. E Festo acatou o pedido de Paulo. Isso deve ter frustrado profundamente os inimigos de Paulo. Eles não conseguiam entender por que eles não conseguiam matar este homem. Eles falharam em Jerusalém e diante do governador anterior. Agora falharam novamente. Obviamente, Deus ainda tinha trabalho para Paulo fazer.
Quando o rei Agripa II - rei da Galiléia e da Pereia, veio apresentar seus respeitos ao novo governador, Festo lhe contou sobre o caso de Paulo.
Enviar Paulo a Roma não era tão simples: as acusações contra um cidadão romano tinham que ser acompanhadas de uma carta claramente escrita descrevendo as acusações, e Festo estava com dificuldades em acusar Paulo! Agripa tornou-se interessado em ouvir o próprio Paulo, que havia se tornado famoso por seus feitos em nome de Cristo e pelo ódio intenso que seus inimigos judeus nutriam contra ele.
Preste atenção nos contrastes! Entra em cena o rei, vestido de púrpura, e sua esposa Berenice, com toda a pompa de apresentação real e acompanhantes. Em seguida, vem Festo, vestido com a cor escarlate do governador, e a comitiva de comandantes da cidade seguem atrás dele, com suas armaduras reluzentes. Por último vem Paulo, um despretensioso seguidor de Cristo, algemado. Entretanto, toda a atenção estava dirigida para este último homem.
Ron E. M. Clouzet
Diretor do Instituto de Evangelismo NAD
Professor do Ministério e Teologia
Seminário da Universidade Andrews
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/act/25/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Atos 25
Comentário em áudio
Este capítulo nos prepara para o próximo, quando Paulo fala a Festo, na sua primeira semana como governador. Paulo tinha sido mantido sob custódia por dois anos. Tendo Festo percebido que algo não estava certo na insistência dos judeus em querer que Paulo fosse julgado em Jerusalém, ele lhes disse que Paulo ficaria em Cesaréia, e se eles quisessem prestar queixa, eles poderiam vir até ele nesta cidade (v. 4, 5).
As acusações eram falsas, Festo percebeu isto e viu nelas o ódio veemente que os judeus tinham por Paulo. Mas tentou um acordo, perguntando a Paulo se ele estaria disposto a ser julgado pelo Sinédrio. Paulo sabia que esta seria sua sentença de morte, pois eles já haviam conspirado para matá-lo antes, quando ele estava em Jerusalém.
Então, como um cidadão romano, Paulo apelou para César. Se um cidadão romano sentisse que não estava recebendo justiça em um tribunal provincial, ele poderia apelar para que o próprio imperador ouvisse o seu caso. E Festo acatou o pedido de Paulo. Isso deve ter frustrado profundamente os inimigos de Paulo. Eles não conseguiam entender por que eles não conseguiam matar este homem. Eles falharam em Jerusalém e diante do governador anterior. Agora falharam novamente. Obviamente, Deus ainda tinha trabalho para Paulo fazer.
Quando o rei Agripa II - rei da Galiléia e da Pereia, veio apresentar seus respeitos ao novo governador, Festo lhe contou sobre o caso de Paulo.
Enviar Paulo a Roma não era tão simples: as acusações contra um cidadão romano tinham que ser acompanhadas de uma carta claramente escrita descrevendo as acusações, e Festo estava com dificuldades em acusar Paulo! Agripa tornou-se interessado em ouvir o próprio Paulo, que havia se tornado famoso por seus feitos em nome de Cristo e pelo ódio intenso que seus inimigos judeus nutriam contra ele.
Preste atenção nos contrastes! Entra em cena o rei, vestido de púrpura, e sua esposa Berenice, com toda a pompa de apresentação real e acompanhantes. Em seguida, vem Festo, vestido com a cor escarlate do governador, e a comitiva de comandantes da cidade seguem atrás dele, com suas armaduras reluzentes. Por último vem Paulo, um despretensioso seguidor de Cristo, algemado. Entretanto, toda a atenção estava dirigida para este último homem.
Ron E. M. Clouzet
Diretor do Instituto de Evangelismo NAD
Professor do Ministério e Teologia
Seminário da Universidade Andrews
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/act/25/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Atos 25
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Paulo,
testemunho
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015
Atos 18 - Comentários selecionados
1 Corinto. Capital da província da Acaia, centro de comércio e transporte marítimo, famosa pela baixa moralidade. Bíblia Shedd.
Desde 27 a.C., esta cidade tinha sido a capital da província romana da Acaia. ... Corinto tinha mais de 200.000 habitantes, incluindo gregos, ex-escravos da Itália, veteranos do exército romano, empresários, oficiais do governo, gente do Oriente Próximo, um grande número de judeus e muitos escravos. Corinto era completamente pagã e imoral. A cidade era cheia de templos pagãos e, na parte sul, havia uma alta acrópole com um templo de Afrodite [deusa grega do amor]. A partir do século V a.C., a expressão “corintianizar” significava ser sexualmente imoral. Bíblia de Genebra.
A cidade de Corinto ficava no istmo e tinha um ancoradouro nas duas praias: um em Cencreia, a leste, e outro em Lecaion, a oeste. Tinha importância comercial desde o início da era grega. O comércio levava o povo à luxúria e ao vício. Ali Paulo começou a trabalhar, com resultados muito mais frutíferos do que em Atenas. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 379.
A cidade controlava o comércio movimentado por terra, do norte para o sul e por mar, do leste para o oeste (pequenos navios eram transportados em roletes de madeira; navios maiores eram descarregados e sua carga transportada atravessando o istmo. Andrews Study Bible.
2 Áquila. Nome latino que significa “águia”, cujo equivalente em grego é Akylas. ...Era uma tendência comum dos judeus, quando moravam em países pagãos, dar nomes derivados de animais. CBASD, vol. 5, p. 379.
Priscila. ... o casamento de Áquila e Priscila pode ser exemplo da influência de um judeu instruído com uma mulher da classe alta de Roma. A citação do nome de Priscila antes (At 18.18; Rm 16:3; 2Tm 4:19) se explicaria caso ela fosse uma nobre romana. O fato de ter participada da instrução de Apolo (ver At 18:26) sugere que era uma mulher culta. CBASD, vol. 5, p. 380.
Cláudio. Seu decreto expulsando os judeus de Roma foi baixado em 49 d.C. Suetônio (Claud, xxv 4) nos informa que o motivo foram os tumultos relacionados com um Chresto (conflitos entre judeus e cristãos). Bíblia Shedd.
Uma possível explicação para o decreto de Cláudio é que os cristãos foram para Roma após o Pentecostes e ocorreram tumultos li, como os de Antioquia da Pisídia (At 13:50), Listra (At 14:19), Tessalônica (At 17:5-8) e Bereia (At 17:13). O nome de Cristo estava nos lábios tanto daqueles que O aceitavam quanto dos que rejeitavam Sua afirmação de ser o Messias. ... Áquila e Priscila estavam com o apóstolo em Éfeso quando ele escreveu a primeira epístola aos Coríntios (1Co 16:19). CBASD, vol. 5, p. 380, 381.
3 fazer tendas. Melhor, “trabalhar em couro”. Bíblia Shedd.
Paulo teria aprendido a profissão já na mocidade. Era costume dos judeus, que ricos, quer pobres, dar treinamento manual aos filhos. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Tarso era célebre, tanto na época, como depois, pelos tecidos resistentes de pelo de cabra, do qual havia grande demanda para velas de navio e tendas. ... Os indícios de que Paulo tivesse uma origem rica e o fato de ter recebido elevado grau de instrução não influem em haver aprendido um ofício manual, pois o provérbio rabínico “quem não ensina ao filho um ofício, o ensina a ser ladrão” tornava tal ensino quase que universal entre as famílias hebreias. Por exemplo, o grande Hillel era carpinteiro. CBASD, vol. 5, p. 381.
4 discorria. Paulo sempre ia primeiramente aos judeus (ver com. De At 13:5, 14). Mas em Corinto, assim como posteriormente em Éfeso (At 19:8, 9), ele não recebeu permissão para continuar pregando na sinagoga durante toda sua permanência na cidade (cf. At 18:7). CBASD, vol. 5, p. 381, 382).
5 É provável que dádivas oferecidas pelos crentes macedônios aliviaram a necessidade de trabalhar manualmente (2Co 11.7, 8). Bíblia Shedd.
6 Sobre a vossa cabeça, o vosso sangue. Eles eram responsáveis por seus próprios pecados. Bíblia de Genebra.
8 Crispo. Um dos poucos batizados por Paulo. Bíblia Shedd.
Crispo foi um dos primeiros a quem o próximo Paulo batizou em Corinto (1Co 1:14). Sua posição de liderança entre os judeus antes da conversão e a aceitação do evangelho por toda sua família o notabilizaram entre os cristãos. CBASD, vol. 5, p. 383.
9-11 Paulo parece perder sua coragem e talvez tenha estado tentado a emudecer seu testemunho por jesus. O Senhor aparece a ele em visão e o encoraja. Paulo guarda esta promessa em seu coração e permanece em Corinto por 18 meses. Andrews Study Bible.
9 Ânimo celestial. 1) Encorajamento – “Não temas ... fala ... não te cales” - Deus está no comando. 2) Segurança – “eu estou contigo” – ninguém poderá fazer-te Mal. 3) Promessa – “Tenho muita gente” – sucesso divino. A visão convenceu a Paulo que devia ficar em Corinto, não sair logo, como fizera nas cidades anteriores. Bíblia Shedd.
Não temas. Ou, “pare de temer”. As palavras subentendem que, no momento, Paulo estava sentindo temor e depressão, sofrendo com o pesado fardo da tarefa que tentava realizar por seu Senhor. A maior parte de seus conversos pertencia à classe dos escravos ou libertos; aqueles cuja cultura correspondia à sua, fossem gregos ou judeus, pareciam lentos em aceitar sua pregação (cf 1Co 1:26, 27). Sem dúvida, ele também corria perigos pessoais físicos. Já tinha visto a hostilidade dos judeus se transformar em violência física. Não seria difícil isso se repetir. Cheio de graça, o Senhor dirigiu ao apóstolo as palavras: “pare de ficar com medo”. CBASD, vol. 5, p. 384.
Não te cales. Ou, “não comece a ficar em silêncio”. A tentação, num momento de fraqueza, era de partir para a segurança do silêncio, quando as palavras não pareciam dar resultado. Mas o apóstolo recebeu a exortação de pregar com constância ainda maior. Nada deveria deter o testemunho de Paulo. CBASD, vol. 5, p. 384.
12 A promessa (9-10) foi testada quando Paulo foi arrastado perante Galio, um destacado jurista romano. Uma inscrição encontrada em Delfos menciona Galio e permite que este incidente seja datado em 51-52 d.C. Andrews Study Bible.
13 contrário à lei. Isto é, contrário à lei romana que proíbe a prática de religiões não legalmente reconhecidas por Roma. O judaísmo era legalmente reconhecido e o cristianismo, como um ramo do judaísmo, também era uma religião lícita (religio licita). Bíblia de Genebra.
Os judeus queriam provar que Paulo renunciara ao judaísmo, “religião lícita” no Império, portanto não merecia a proteção de Roma. Gálio percebeu a sutileza da acusação, julgando questões de divergência religiosa entre os judeus sem importância. Bíblia Shedd.
Se [Paulo] tivesse recebido oportunidade de falar, teria sustentado que o evangelho que pregava era a fé de seus pais (ver 24.14, 15; 26.6, 7), sendo, portanto, autorizada pela lei romana. Bíblia de Estudo NVI Vida.
14 ia Paulo falar. Fórmula comum para introduzir um discurso formal. (cf Mt 5:2; 13:35; At 10:34). Paulo estava prestes a iniciar uma defesa formal, mas isso acabou não sendo necessário. CBASD, vol. 5, p. 385.
17 Então, todos agarraram Sóstenes, o principal da sinagoga. Parece que Sóstenes se tornou o principal da sinagoga depois da conversão de Crispo (v. 8). É possível que estivesse ansioso por mostrar seu zelo contra os cristãos e, por isso, se apressou em acusar Paulo perante o procônsul. Por ser o porta-voz, seria alvo dos olhares da multidão em redor, composta de muitos gregos. Com certeza, essas pessoas notaram o tom de desprezo de Gálio e, após a decisão contrária do governante, decidiram dar ao contestante uma dura lição. CBASD, vol. 5, p. 386.
E o espancavam. Ou, “começaram a espancá-lo”. CBASD, vol. 5, p. 384.
Foi espancado numa primitiva demonstração de antipatia contra judeus. Bíblia Shedd.
Raspado (melhor, “cortado o cabelo”). Paulo ... fez um voto de nazireu que durava no mínimo 30 dias. O fim do voto foi marcado cortando o cabelo. Bíblia Shedd.
19 Éfeso. Maior centro comercial, religioso e político na Ásia menor. Bíblia Shedd.
Deixou-os ali. O casal extraordinário adiantaria o trabalho de evangelização espiritual enquanto Paulo viajava durante vários meses à distância de uns 2.500 km até Jerusalém, ida e volta. Priscila (mencionada primeiro por pertencer a uma família nobre) e Áquila permaneceram em Éfeso até 55 d.C. Estavam em Roma no início de 57 d.C., quando Paulo escreveu sua carta aos Romanos (Rm 16.3). Bíblia Shedd.
24-28 Lucas interrompe brevemente a narrativa do ministério de Paulo para trazer á luz o trabalho de Apolo, cujo conhecimento do cristianismo foi expandido pelo contato com Aquila e Priscila. Andrews Study Bible.
24 Alexandria. Depois de Roma, a cidade mais importante do Império Romano, com numerosa população ode judeus. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Grande colônia judaica que adotara pensamento helenístico alegorizando o AT. Bíblia Shedd.
25 batismo de João. Não era em nome de Jesus (ver tb 19.2-4). Apolo sabia algo a respeito de Jesus, mas basicamente, assim como João Batista, ainda esperava a vinda do Messias. Seu batismo baseava-se no arrependimento, não na fé na obra consumada de Cristo. Bíblia de Estudo NVI Vida.
26 Priscila e Áquila ... lhe expuseram o caminho de Deus. Eles “expuseram” a Apolo o que haviam aprendido com Paulo e talvez antes, por meio do contato com o cristianismo em Roma (ver com. Do v. 2). A instrução incluiria as doutrinas da salvação pela graça, justificação pela fé, o dom do Espírito Santo após a conversão e o batismo, o sentido e a necessidade da Ceia do Senhor. Com certeza, depois disso, Apolo, que antes só conhecia o batismo de João, seria rebatizado “em o nome do Senhor Jesus”, como aconteceu com os doze homens apresentados em Atos 19:1 a 7. CBASD, vol. 5, p. 392.
Desde 27 a.C., esta cidade tinha sido a capital da província romana da Acaia. ... Corinto tinha mais de 200.000 habitantes, incluindo gregos, ex-escravos da Itália, veteranos do exército romano, empresários, oficiais do governo, gente do Oriente Próximo, um grande número de judeus e muitos escravos. Corinto era completamente pagã e imoral. A cidade era cheia de templos pagãos e, na parte sul, havia uma alta acrópole com um templo de Afrodite [deusa grega do amor]. A partir do século V a.C., a expressão “corintianizar” significava ser sexualmente imoral. Bíblia de Genebra.
A cidade de Corinto ficava no istmo e tinha um ancoradouro nas duas praias: um em Cencreia, a leste, e outro em Lecaion, a oeste. Tinha importância comercial desde o início da era grega. O comércio levava o povo à luxúria e ao vício. Ali Paulo começou a trabalhar, com resultados muito mais frutíferos do que em Atenas. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 379.
A cidade controlava o comércio movimentado por terra, do norte para o sul e por mar, do leste para o oeste (pequenos navios eram transportados em roletes de madeira; navios maiores eram descarregados e sua carga transportada atravessando o istmo. Andrews Study Bible.
2 Áquila. Nome latino que significa “águia”, cujo equivalente em grego é Akylas. ...Era uma tendência comum dos judeus, quando moravam em países pagãos, dar nomes derivados de animais. CBASD, vol. 5, p. 379.
Priscila. ... o casamento de Áquila e Priscila pode ser exemplo da influência de um judeu instruído com uma mulher da classe alta de Roma. A citação do nome de Priscila antes (At 18.18; Rm 16:3; 2Tm 4:19) se explicaria caso ela fosse uma nobre romana. O fato de ter participada da instrução de Apolo (ver At 18:26) sugere que era uma mulher culta. CBASD, vol. 5, p. 380.
Cláudio. Seu decreto expulsando os judeus de Roma foi baixado em 49 d.C. Suetônio (Claud, xxv 4) nos informa que o motivo foram os tumultos relacionados com um Chresto (conflitos entre judeus e cristãos). Bíblia Shedd.
Uma possível explicação para o decreto de Cláudio é que os cristãos foram para Roma após o Pentecostes e ocorreram tumultos li, como os de Antioquia da Pisídia (At 13:50), Listra (At 14:19), Tessalônica (At 17:5-8) e Bereia (At 17:13). O nome de Cristo estava nos lábios tanto daqueles que O aceitavam quanto dos que rejeitavam Sua afirmação de ser o Messias. ... Áquila e Priscila estavam com o apóstolo em Éfeso quando ele escreveu a primeira epístola aos Coríntios (1Co 16:19). CBASD, vol. 5, p. 380, 381.
3 fazer tendas. Melhor, “trabalhar em couro”. Bíblia Shedd.
Paulo teria aprendido a profissão já na mocidade. Era costume dos judeus, que ricos, quer pobres, dar treinamento manual aos filhos. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Tarso era célebre, tanto na época, como depois, pelos tecidos resistentes de pelo de cabra, do qual havia grande demanda para velas de navio e tendas. ... Os indícios de que Paulo tivesse uma origem rica e o fato de ter recebido elevado grau de instrução não influem em haver aprendido um ofício manual, pois o provérbio rabínico “quem não ensina ao filho um ofício, o ensina a ser ladrão” tornava tal ensino quase que universal entre as famílias hebreias. Por exemplo, o grande Hillel era carpinteiro. CBASD, vol. 5, p. 381.
4 discorria. Paulo sempre ia primeiramente aos judeus (ver com. De At 13:5, 14). Mas em Corinto, assim como posteriormente em Éfeso (At 19:8, 9), ele não recebeu permissão para continuar pregando na sinagoga durante toda sua permanência na cidade (cf. At 18:7). CBASD, vol. 5, p. 381, 382).
5 É provável que dádivas oferecidas pelos crentes macedônios aliviaram a necessidade de trabalhar manualmente (2Co 11.7, 8). Bíblia Shedd.
6 Sobre a vossa cabeça, o vosso sangue. Eles eram responsáveis por seus próprios pecados. Bíblia de Genebra.
8 Crispo. Um dos poucos batizados por Paulo. Bíblia Shedd.
Crispo foi um dos primeiros a quem o próximo Paulo batizou em Corinto (1Co 1:14). Sua posição de liderança entre os judeus antes da conversão e a aceitação do evangelho por toda sua família o notabilizaram entre os cristãos. CBASD, vol. 5, p. 383.
9-11 Paulo parece perder sua coragem e talvez tenha estado tentado a emudecer seu testemunho por jesus. O Senhor aparece a ele em visão e o encoraja. Paulo guarda esta promessa em seu coração e permanece em Corinto por 18 meses. Andrews Study Bible.
9 Ânimo celestial. 1) Encorajamento – “Não temas ... fala ... não te cales” - Deus está no comando. 2) Segurança – “eu estou contigo” – ninguém poderá fazer-te Mal. 3) Promessa – “Tenho muita gente” – sucesso divino. A visão convenceu a Paulo que devia ficar em Corinto, não sair logo, como fizera nas cidades anteriores. Bíblia Shedd.
Não temas. Ou, “pare de temer”. As palavras subentendem que, no momento, Paulo estava sentindo temor e depressão, sofrendo com o pesado fardo da tarefa que tentava realizar por seu Senhor. A maior parte de seus conversos pertencia à classe dos escravos ou libertos; aqueles cuja cultura correspondia à sua, fossem gregos ou judeus, pareciam lentos em aceitar sua pregação (cf 1Co 1:26, 27). Sem dúvida, ele também corria perigos pessoais físicos. Já tinha visto a hostilidade dos judeus se transformar em violência física. Não seria difícil isso se repetir. Cheio de graça, o Senhor dirigiu ao apóstolo as palavras: “pare de ficar com medo”. CBASD, vol. 5, p. 384.
Não te cales. Ou, “não comece a ficar em silêncio”. A tentação, num momento de fraqueza, era de partir para a segurança do silêncio, quando as palavras não pareciam dar resultado. Mas o apóstolo recebeu a exortação de pregar com constância ainda maior. Nada deveria deter o testemunho de Paulo. CBASD, vol. 5, p. 384.
12 A promessa (9-10) foi testada quando Paulo foi arrastado perante Galio, um destacado jurista romano. Uma inscrição encontrada em Delfos menciona Galio e permite que este incidente seja datado em 51-52 d.C. Andrews Study Bible.
13 contrário à lei. Isto é, contrário à lei romana que proíbe a prática de religiões não legalmente reconhecidas por Roma. O judaísmo era legalmente reconhecido e o cristianismo, como um ramo do judaísmo, também era uma religião lícita (religio licita). Bíblia de Genebra.
Os judeus queriam provar que Paulo renunciara ao judaísmo, “religião lícita” no Império, portanto não merecia a proteção de Roma. Gálio percebeu a sutileza da acusação, julgando questões de divergência religiosa entre os judeus sem importância. Bíblia Shedd.
Se [Paulo] tivesse recebido oportunidade de falar, teria sustentado que o evangelho que pregava era a fé de seus pais (ver 24.14, 15; 26.6, 7), sendo, portanto, autorizada pela lei romana. Bíblia de Estudo NVI Vida.
14 ia Paulo falar. Fórmula comum para introduzir um discurso formal. (cf Mt 5:2; 13:35; At 10:34). Paulo estava prestes a iniciar uma defesa formal, mas isso acabou não sendo necessário. CBASD, vol. 5, p. 385.
17 Então, todos agarraram Sóstenes, o principal da sinagoga. Parece que Sóstenes se tornou o principal da sinagoga depois da conversão de Crispo (v. 8). É possível que estivesse ansioso por mostrar seu zelo contra os cristãos e, por isso, se apressou em acusar Paulo perante o procônsul. Por ser o porta-voz, seria alvo dos olhares da multidão em redor, composta de muitos gregos. Com certeza, essas pessoas notaram o tom de desprezo de Gálio e, após a decisão contrária do governante, decidiram dar ao contestante uma dura lição. CBASD, vol. 5, p. 386.
E o espancavam. Ou, “começaram a espancá-lo”. CBASD, vol. 5, p. 384.
Foi espancado numa primitiva demonstração de antipatia contra judeus. Bíblia Shedd.
Raspado (melhor, “cortado o cabelo”). Paulo ... fez um voto de nazireu que durava no mínimo 30 dias. O fim do voto foi marcado cortando o cabelo. Bíblia Shedd.
19 Éfeso. Maior centro comercial, religioso e político na Ásia menor. Bíblia Shedd.
Deixou-os ali. O casal extraordinário adiantaria o trabalho de evangelização espiritual enquanto Paulo viajava durante vários meses à distância de uns 2.500 km até Jerusalém, ida e volta. Priscila (mencionada primeiro por pertencer a uma família nobre) e Áquila permaneceram em Éfeso até 55 d.C. Estavam em Roma no início de 57 d.C., quando Paulo escreveu sua carta aos Romanos (Rm 16.3). Bíblia Shedd.
24-28 Lucas interrompe brevemente a narrativa do ministério de Paulo para trazer á luz o trabalho de Apolo, cujo conhecimento do cristianismo foi expandido pelo contato com Aquila e Priscila. Andrews Study Bible.
24 Alexandria. Depois de Roma, a cidade mais importante do Império Romano, com numerosa população ode judeus. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Grande colônia judaica que adotara pensamento helenístico alegorizando o AT. Bíblia Shedd.
25 batismo de João. Não era em nome de Jesus (ver tb 19.2-4). Apolo sabia algo a respeito de Jesus, mas basicamente, assim como João Batista, ainda esperava a vinda do Messias. Seu batismo baseava-se no arrependimento, não na fé na obra consumada de Cristo. Bíblia de Estudo NVI Vida.
26 Priscila e Áquila ... lhe expuseram o caminho de Deus. Eles “expuseram” a Apolo o que haviam aprendido com Paulo e talvez antes, por meio do contato com o cristianismo em Roma (ver com. Do v. 2). A instrução incluiria as doutrinas da salvação pela graça, justificação pela fé, o dom do Espírito Santo após a conversão e o batismo, o sentido e a necessidade da Ceia do Senhor. Com certeza, depois disso, Apolo, que antes só conhecia o batismo de João, seria rebatizado “em o nome do Senhor Jesus”, como aconteceu com os doze homens apresentados em Atos 19:1 a 7. CBASD, vol. 5, p. 392.
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domingo, 18 de janeiro de 2015
João 10
Comentário devocional:
Ovelhas são animais de rebanho cuja tendência é seguir um líder. Por serem animais muito mansos, o líder pode ser simplesmente aquele que sai em frente. Daí a importância de Jesus se apresentar como o Bom Pastor. Ele conhece as Suas ovelhas e é por elas conhecido. Quando as ovelhas conhecem o seu pastor — porque estão totalmente familiarizadas com aquele que se preocupa com elas — elas não são propensas a seguir um impostor.
O que não é facilmente notado em uma leitura superficial do texto, é que pode-se ver a conexão entre a história anterior — a cura do homem cego — e a declaração de Jesus de ser o Bom Pastor. O homem curado é como a ovelha que reconhece a voz do Pastor e O segue. Como o Bom Pastor, Jesus cuida de Suas ovelhas, mesmo aquelas que foram rejeitadas — como o cego a quem as pessoas acusaram de ter pecado — e as cura e liberta da escuridão literal e espiritual.
A cura do cego nas imediações do templo durante a Festa dos Tabernáculos teve como objetivo abrir os olhos das multidões que viajaram a Jerusalém para aquele banquete espiritual. Jesus está oferecendo às pessoas a oportunidade e a capacidade de distinguir entre o bom pastor — Ele próprio — que não quer nada além do melhor para suas ovelhas, e os líderes religiosos de Seus dias — os mercenários — que de muitas maneiras rejeitam algumas pessoas e deixam de lado.
"Como o pastor vai adiante das ovelhas, enfrentando primeiro o perigo do caminho, assim faz Jesus com Seu povo. “E, quando tira para fora as Suas ovelhas, vai adiante delas”. João 10:4. O caminho para o Céu é consagrado pelas pegadas do Salvador. A vereda pode ser íngreme e acidentada, mas Jesus por ela passou; Seus pés calcaram os cruéis espinhos, a fim de tornar mais fácil o trilho para nós. Todo fardo que somos chamados a suportar, levou-o Ele próprio."(O Desejado de Todas as Nações, p. 480).
Que o conhecimento de que o nosso Pastor é Jesus, que está lutando por nossa segurança e salvação, nos encoraje sempre. E tenhamos a certeza de que reconhecemos a Sua voz por permanecermos em contato com Ele e com a Sua Palavra a cada dia.
Willie Oliver
Diretor Departamento dos Ministérios da Família
Conferência Geral dos Adventistas do Sétimo Dia
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jhn/10/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: João 10
Comentário em áudio
Ovelhas são animais de rebanho cuja tendência é seguir um líder. Por serem animais muito mansos, o líder pode ser simplesmente aquele que sai em frente. Daí a importância de Jesus se apresentar como o Bom Pastor. Ele conhece as Suas ovelhas e é por elas conhecido. Quando as ovelhas conhecem o seu pastor — porque estão totalmente familiarizadas com aquele que se preocupa com elas — elas não são propensas a seguir um impostor.
O que não é facilmente notado em uma leitura superficial do texto, é que pode-se ver a conexão entre a história anterior — a cura do homem cego — e a declaração de Jesus de ser o Bom Pastor. O homem curado é como a ovelha que reconhece a voz do Pastor e O segue. Como o Bom Pastor, Jesus cuida de Suas ovelhas, mesmo aquelas que foram rejeitadas — como o cego a quem as pessoas acusaram de ter pecado — e as cura e liberta da escuridão literal e espiritual.
A cura do cego nas imediações do templo durante a Festa dos Tabernáculos teve como objetivo abrir os olhos das multidões que viajaram a Jerusalém para aquele banquete espiritual. Jesus está oferecendo às pessoas a oportunidade e a capacidade de distinguir entre o bom pastor — Ele próprio — que não quer nada além do melhor para suas ovelhas, e os líderes religiosos de Seus dias — os mercenários — que de muitas maneiras rejeitam algumas pessoas e deixam de lado.
"Como o pastor vai adiante das ovelhas, enfrentando primeiro o perigo do caminho, assim faz Jesus com Seu povo. “E, quando tira para fora as Suas ovelhas, vai adiante delas”. João 10:4. O caminho para o Céu é consagrado pelas pegadas do Salvador. A vereda pode ser íngreme e acidentada, mas Jesus por ela passou; Seus pés calcaram os cruéis espinhos, a fim de tornar mais fácil o trilho para nós. Todo fardo que somos chamados a suportar, levou-o Ele próprio."(O Desejado de Todas as Nações, p. 480).
Que o conhecimento de que o nosso Pastor é Jesus, que está lutando por nossa segurança e salvação, nos encoraje sempre. E tenhamos a certeza de que reconhecemos a Sua voz por permanecermos em contato com Ele e com a Sua Palavra a cada dia.
Willie Oliver
Diretor Departamento dos Ministérios da Família
Conferência Geral dos Adventistas do Sétimo Dia
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jhn/10/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: João 10
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quarta-feira, 14 de janeiro de 2015
João 6
Comentário devocional:
Nossa leitura de hoje é uma incrível coleção de histórias poderosas e esmagadoras: a alimentação de 5.000 homens (e suas esposas e filhos), Jesus caminhando sobre o mar, Jesus declarando que Ele é o Pão da Vida, Jesus sendo rejeitado pelos judeus e mais tarde por muitos dos seus discípulos.
A alimentação dos 5.000 homens nos fala que Jesus pode atender a qualquer necessidade que temos, independentemente de quão grande ela seja. O fato de Jesus alimentar este grande número de pessoas com cinco pães de cevada e dois peixinhos do almoço de um garoto, nos diz que Ele pode usar os dons de pessoas comuns como eu e você para fazer coisas extraordinárias. Os doze cestos de sobras coletadas após a refeição nos diz que Jesus quer que usamos com cuidado os recursos disponíveis e a importância de ser bons administradores.
Jesus deseja usar você e eu para fazermos coisas grandes e milagrosas. No entanto, atente para a experiência de Pedro: "Quantas vezes, ao sobrevir-nos aflição, fazemos como Pedro! Olhamos para as ondas, em lugar de manter os olhos fixos no Salvador" (O Desejado de Todas as Nações, p. 382).
Busquemos primeiramente nos nutrir com o pão espiritual da vida, confiantes que Deus nos concederá o pão de cada dia. Essa realidade vai manter-nos ancorados em Jesus e nos conduzirá à vida eterna.
Willie Oliver
Diretor Departamento dos Ministérios da Família
Conferência Geral dos Adventistas do Sétimo Dia
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jhn/6/
Traduzido por JAQ
Texto bíblico: João 6
Comentário em áudio
Nossa leitura de hoje é uma incrível coleção de histórias poderosas e esmagadoras: a alimentação de 5.000 homens (e suas esposas e filhos), Jesus caminhando sobre o mar, Jesus declarando que Ele é o Pão da Vida, Jesus sendo rejeitado pelos judeus e mais tarde por muitos dos seus discípulos.
A alimentação dos 5.000 homens nos fala que Jesus pode atender a qualquer necessidade que temos, independentemente de quão grande ela seja. O fato de Jesus alimentar este grande número de pessoas com cinco pães de cevada e dois peixinhos do almoço de um garoto, nos diz que Ele pode usar os dons de pessoas comuns como eu e você para fazer coisas extraordinárias. Os doze cestos de sobras coletadas após a refeição nos diz que Jesus quer que usamos com cuidado os recursos disponíveis e a importância de ser bons administradores.
Jesus deseja usar você e eu para fazermos coisas grandes e milagrosas. No entanto, atente para a experiência de Pedro: "Quantas vezes, ao sobrevir-nos aflição, fazemos como Pedro! Olhamos para as ondas, em lugar de manter os olhos fixos no Salvador" (O Desejado de Todas as Nações, p. 382).
Busquemos primeiramente nos nutrir com o pão espiritual da vida, confiantes que Deus nos concederá o pão de cada dia. Essa realidade vai manter-nos ancorados em Jesus e nos conduzirá à vida eterna.
Willie Oliver
Diretor Departamento dos Ministérios da Família
Conferência Geral dos Adventistas do Sétimo Dia
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jhn/6/
Traduzido por JAQ
Texto bíblico: João 6
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sábado, 27 de dezembro de 2014
Lucas 12
Comentário devocional:
Era a maior multidão que havia se reunido até então. Tantas pessoas se reuniram para ver Jesus que um quase pisoteava o outro (v 1). Neste ambiente, um homem forçou caminho para chegar até Jesus com um pedido importante que, se atendido, iria lhe dar segurança financeira. Ele reclamou: “Mestre, dize a meu irmão que divida a herança comigo” (v 13 NVI).
Talvez seu irmão mais velho não quisesse lhe dar uma parte do espólio de seu falecido pai. Jesus ajudou muitas vezes aqueles que tinham sofrido injustiças dos outros. Assim, a resposta de Jesus surpreendeu a todos: "Homem, quem me designou juiz ou árbitro entre vocês?" (v 14 NVI). Por que Jesus negou assumir o papel de juiz e lhe respondeu do modo como fez? Porque Jesus não tinha sido nomeado para arbitrar os casos judiciais entre as pessoas. Ele está dizendo aqui: "Eu não sou um juiz para lidar com seu caso financeiro; Eu estou aqui para julgar o coração das pessoas". Jesus julgou o homem pela sua ganância, não pela questão da herança entre ele e seu irmão.
E para certificar-se que a multidão entendera Seu ponto, Jesus lhes ensinou uma verdade fundamental: "Cuidado! Fiquem de sobreaviso contra todo tipo de ganância; a vida de um homem não consiste na quantidade dos seus bens" (v. 15 NVI).
Jesus conta então a história de um homem que planejava ampliar seus celeiros para armazenar suas grandes colheitas. Mas Deus lhe disse: "Insensato! Esta mesma noite a sua vida lhe será exigida. Então, quem ficará com o que você preparou?" (v 20). Jesus então concluiu: "Assim acontece com quem guarda para si riquezas, mas não é rico para com Deus"(v 21 NVI) .
Uma vez que Deus é o Criador de tudo, Ele pode nos prover qualquer coisa que precisamos. Se realmente acreditamos nisso, iremos seguir o conselho de Jesus em Lucas 12:22-34 para buscar em primeiro lugar o reino de Deus e não nos preocuparmos com nossas necessidades físicas. Jesus diz: "Não se preocupe", porque "o Pai sabe que vocês precisam delas" (v 30 NVI).
Jesus conclui com um chamado para que seus ouvintes vendessem suas coisas e ajudassem os pobres. O resultado será um tesouro no céu que não pode ser destruído, porque "onde estiver o seu tesouro, ali também estará o seu coração" (v 34 NVI). Em essência, Jesus está dizendo: "Aquilo que você valoriza determina o seu futuro." Deus valoriza pessoas. Ele estava disposto a resgatá-los com Sua própria vida.
As suas posses são realmente valiosas quando elas são usadas para atender às necessidades das pessoas a quem Jesus ama.
Douglas Jacobs, D.Min.
Professor do Ministério e Homilética
School of Religion, Southern Adventist University
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/luk/12/
Traduzido por JAQ/GASQ
Texto bíblico: Lucas 12
Comentário em áudio
Era a maior multidão que havia se reunido até então. Tantas pessoas se reuniram para ver Jesus que um quase pisoteava o outro (v 1). Neste ambiente, um homem forçou caminho para chegar até Jesus com um pedido importante que, se atendido, iria lhe dar segurança financeira. Ele reclamou: “Mestre, dize a meu irmão que divida a herança comigo” (v 13 NVI).
Talvez seu irmão mais velho não quisesse lhe dar uma parte do espólio de seu falecido pai. Jesus ajudou muitas vezes aqueles que tinham sofrido injustiças dos outros. Assim, a resposta de Jesus surpreendeu a todos: "Homem, quem me designou juiz ou árbitro entre vocês?" (v 14 NVI). Por que Jesus negou assumir o papel de juiz e lhe respondeu do modo como fez? Porque Jesus não tinha sido nomeado para arbitrar os casos judiciais entre as pessoas. Ele está dizendo aqui: "Eu não sou um juiz para lidar com seu caso financeiro; Eu estou aqui para julgar o coração das pessoas". Jesus julgou o homem pela sua ganância, não pela questão da herança entre ele e seu irmão.
E para certificar-se que a multidão entendera Seu ponto, Jesus lhes ensinou uma verdade fundamental: "Cuidado! Fiquem de sobreaviso contra todo tipo de ganância; a vida de um homem não consiste na quantidade dos seus bens" (v. 15 NVI).
Jesus conta então a história de um homem que planejava ampliar seus celeiros para armazenar suas grandes colheitas. Mas Deus lhe disse: "Insensato! Esta mesma noite a sua vida lhe será exigida. Então, quem ficará com o que você preparou?" (v 20). Jesus então concluiu: "Assim acontece com quem guarda para si riquezas, mas não é rico para com Deus"(v 21 NVI) .
Uma vez que Deus é o Criador de tudo, Ele pode nos prover qualquer coisa que precisamos. Se realmente acreditamos nisso, iremos seguir o conselho de Jesus em Lucas 12:22-34 para buscar em primeiro lugar o reino de Deus e não nos preocuparmos com nossas necessidades físicas. Jesus diz: "Não se preocupe", porque "o Pai sabe que vocês precisam delas" (v 30 NVI).
Jesus conclui com um chamado para que seus ouvintes vendessem suas coisas e ajudassem os pobres. O resultado será um tesouro no céu que não pode ser destruído, porque "onde estiver o seu tesouro, ali também estará o seu coração" (v 34 NVI). Em essência, Jesus está dizendo: "Aquilo que você valoriza determina o seu futuro." Deus valoriza pessoas. Ele estava disposto a resgatá-los com Sua própria vida.
As suas posses são realmente valiosas quando elas são usadas para atender às necessidades das pessoas a quem Jesus ama.
Douglas Jacobs, D.Min.
Professor do Ministério e Homilética
School of Religion, Southern Adventist University
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/luk/12/
Traduzido por JAQ/GASQ
Texto bíblico: Lucas 12
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segunda-feira, 3 de novembro de 2014
Mateus 2
Comentário devocional:
Quando foi a última vez que Deus falou com você? No segundo capítulo de Mateus vemos como Deus começou a falar com Seu povo novamente depois de séculos de silêncio entre o AT e o NT, quando não houve nenhum profeta ou nova revelação profética escrita. Ele fala com José em sonho e lhe diz que Maria está grávida pelo Espírito Santo e que ele deveria ir em frente e se casar com ela. Depois, Ele fala com os Magos através da estrela e em um sonho (Mt 2:2,12). Ele fala a Herodes e os sacerdotes através da Escritura (Mt 2:3-4). Então Deus fala com José em sonhos novamente (Mat. 2:13) e de novo (Mat. 2:19) dizendo-lhe o que fazer (Mat. 2:22).
Parece que Mateus queria enfatizar que Deus usa pessoas comuns. Ele queria que os leitores e os ouvintes vissem que foi a obediência de pessoas comuns que possibilitou que o plano de Deus se cumprisse na Terra.
No capítulo dois encontramos também quatro grupos de pessoas. O primeiro grupo é dos sábios do Oriente. Eles vêm para adorar a Jesus, o Rei. Muito provavelmente eram astrônomos com quem Deus falou utilizando uma linguagem familiar a eles: eles seguiram a estrela. Em seguida, houve Herodes, que queria matar Jesus. Herodes tinha medo de que Jesus pudesse tomar seu trono. O terceiro grupo é o dos escribas e sacerdotes. Eles sabiam da profecia, conheciam todas as profecias do AT que apontavam para o Messias, mas não entenderam - ou não queriam entender - o seu significado. Finalmente, o quarto grupo - José e Maria, que acreditou e seguiu a vontade de Deus.
Imagine o que José deve ter sentido ao saber que sua noiva estava grávida e que ele não era o pai! Mas então, o anjo do Senhor lhe aparece em sonho e ele ouviu, acreditou e obedeceu. Mas Deus não parou por aí. Ele enviou José e Maria depois do nascimento de Jesus para o Egito. José continuou a obedecer a vontade de Deus, porque sentiu que lhe havia sido confiada a enorme tarefa de proteger a vida do Messias.
É interessante ver como pessoas simples como José e Maria foram obedientes e é triste ver como meticulosos estudantes da Bíblia, como os sacerdotes, fecharam os olhos para a mais importante profecia, a profecia que indicava a chegada do Messias.
Assim como Deus confiou a José uma responsabilidade, hoje também Ele confia ao Seu povo uma importante tarefa: levar a mensagem de Jesus ao mundo inteiro. Para cumprirmos esta missão necessitamos ouvir a voz de Deus e sermos obedientes. Deus irá nos guiar passo a passo. Precisamos apenas estar dispostos a obedecê-Lo por amor.
Oleg Kostyuk
Host of Cross Connection
Hope Channel
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/mat/2/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Mateus 2
Comentário em áudio
Quando foi a última vez que Deus falou com você? No segundo capítulo de Mateus vemos como Deus começou a falar com Seu povo novamente depois de séculos de silêncio entre o AT e o NT, quando não houve nenhum profeta ou nova revelação profética escrita. Ele fala com José em sonho e lhe diz que Maria está grávida pelo Espírito Santo e que ele deveria ir em frente e se casar com ela. Depois, Ele fala com os Magos através da estrela e em um sonho (Mt 2:2,12). Ele fala a Herodes e os sacerdotes através da Escritura (Mt 2:3-4). Então Deus fala com José em sonhos novamente (Mat. 2:13) e de novo (Mat. 2:19) dizendo-lhe o que fazer (Mat. 2:22).
Parece que Mateus queria enfatizar que Deus usa pessoas comuns. Ele queria que os leitores e os ouvintes vissem que foi a obediência de pessoas comuns que possibilitou que o plano de Deus se cumprisse na Terra.
No capítulo dois encontramos também quatro grupos de pessoas. O primeiro grupo é dos sábios do Oriente. Eles vêm para adorar a Jesus, o Rei. Muito provavelmente eram astrônomos com quem Deus falou utilizando uma linguagem familiar a eles: eles seguiram a estrela. Em seguida, houve Herodes, que queria matar Jesus. Herodes tinha medo de que Jesus pudesse tomar seu trono. O terceiro grupo é o dos escribas e sacerdotes. Eles sabiam da profecia, conheciam todas as profecias do AT que apontavam para o Messias, mas não entenderam - ou não queriam entender - o seu significado. Finalmente, o quarto grupo - José e Maria, que acreditou e seguiu a vontade de Deus.
Imagine o que José deve ter sentido ao saber que sua noiva estava grávida e que ele não era o pai! Mas então, o anjo do Senhor lhe aparece em sonho e ele ouviu, acreditou e obedeceu. Mas Deus não parou por aí. Ele enviou José e Maria depois do nascimento de Jesus para o Egito. José continuou a obedecer a vontade de Deus, porque sentiu que lhe havia sido confiada a enorme tarefa de proteger a vida do Messias.
É interessante ver como pessoas simples como José e Maria foram obedientes e é triste ver como meticulosos estudantes da Bíblia, como os sacerdotes, fecharam os olhos para a mais importante profecia, a profecia que indicava a chegada do Messias.
Assim como Deus confiou a José uma responsabilidade, hoje também Ele confia ao Seu povo uma importante tarefa: levar a mensagem de Jesus ao mundo inteiro. Para cumprirmos esta missão necessitamos ouvir a voz de Deus e sermos obedientes. Deus irá nos guiar passo a passo. Precisamos apenas estar dispostos a obedecê-Lo por amor.
Oleg Kostyuk
Host of Cross Connection
Hope Channel
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/mat/2/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Mateus 2
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domingo, 5 de outubro de 2014
Naum 2
Comentário devocional:
Como os orgulhosos governantes de Nínive Senaqueribe e Assurbanipal, um grande número de líderes arrogantes afirmaram que seus reinos durariam para sempre. Nabucodonosor, a "cabeça de ouro" (Dan 2:38), fez para si mesmo uma estátua inteiramente coberta de ouro (Dan 3:1), proclamando que seu reino não teria fim. Hitler declarou que seu Terceiro Reich duraria mil anos, mas este durou apenas mil dias, e trouxe enorme sofrimento e inúmeras morte para o mundo. Khrushchev prometeu "enterrar o Cristianismo", mas em vez disso foi enterrado em uma cova bastante comum.
As profecias de Naum sobre a destruição de Nínive e do poder assírio tem também uma aplicação secundária, descrevendo o fim de todos os reinos da terra, cidades e riqueza. Eles vão ficar devastados, destruídos, desolados (Naum 2:10) durante o período de mil anos após a Segunda Vinda de Cristo.
É surpreendente como os homens confiam em alianças, poder militar e riqueza para a segurança! No entanto, em tudo isso, eles exibem uma sensação de insegurança e erguem torres de Babel para se protegerem, ignorando Aquele que lhes deu a inteligência e a força para realizar grandes coisas (Deut 8:11-20).
Quando os homens confiam em conquistas, falsos deuses, governos, força militar, riquezas ou tecnologia a fim de alcançarem "paz e segurança", ao invés de buscarem ao Senhor, para eles vem a advertência: "...a destruição virá sobre eles de repente, ... ; e de modo nenhum escaparão" (I Tess 5: 3 NVI).
A paz e a segurança originam-se no Senhor e vem de conhecer e confiar no Criador. Seu maior interesse é pelo nosso bem estar. Lancemos todos os nossos cuidados sobre Ele, porque Ele cuida de nós (I Pedro 5: 7).
Gary Councell
Capelão aposentado do Exército dos EUA
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/nah/2/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Naum 2
Comentário em áudio
Como os orgulhosos governantes de Nínive Senaqueribe e Assurbanipal, um grande número de líderes arrogantes afirmaram que seus reinos durariam para sempre. Nabucodonosor, a "cabeça de ouro" (Dan 2:38), fez para si mesmo uma estátua inteiramente coberta de ouro (Dan 3:1), proclamando que seu reino não teria fim. Hitler declarou que seu Terceiro Reich duraria mil anos, mas este durou apenas mil dias, e trouxe enorme sofrimento e inúmeras morte para o mundo. Khrushchev prometeu "enterrar o Cristianismo", mas em vez disso foi enterrado em uma cova bastante comum.
As profecias de Naum sobre a destruição de Nínive e do poder assírio tem também uma aplicação secundária, descrevendo o fim de todos os reinos da terra, cidades e riqueza. Eles vão ficar devastados, destruídos, desolados (Naum 2:10) durante o período de mil anos após a Segunda Vinda de Cristo.
É surpreendente como os homens confiam em alianças, poder militar e riqueza para a segurança! No entanto, em tudo isso, eles exibem uma sensação de insegurança e erguem torres de Babel para se protegerem, ignorando Aquele que lhes deu a inteligência e a força para realizar grandes coisas (Deut 8:11-20).
Quando os homens confiam em conquistas, falsos deuses, governos, força militar, riquezas ou tecnologia a fim de alcançarem "paz e segurança", ao invés de buscarem ao Senhor, para eles vem a advertência: "...a destruição virá sobre eles de repente, ... ; e de modo nenhum escaparão" (I Tess 5: 3 NVI).
A paz e a segurança originam-se no Senhor e vem de conhecer e confiar no Criador. Seu maior interesse é pelo nosso bem estar. Lancemos todos os nossos cuidados sobre Ele, porque Ele cuida de nós (I Pedro 5: 7).
Gary Councell
Capelão aposentado do Exército dos EUA
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/nah/2/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Naum 2
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quinta-feira, 4 de setembro de 2014
Oséias 9
Comentário devocional:
A religião cananéia era um culto à fertilidade onde se adorava o deus natureza que se supunha trazer bem-estar e boas colheitas. Os israelitas abandonaram o verdadeiro Deus e esperando boas colheitas, seguiram a religião cananéia, que incluia a prostituição no templo durante seus cultos (Oséias 9:1). Uma vez que Deus decidira fazer da terra de Canaã "a terra do Senhor" (9:3), as pessoas descrentes deveriam ser dela retiradas, porque Jerusalém e Israel deveriam ser uma cidade e uma terra de santos.
Então, o Senhor permitiu que os israelitas fossem levados para a Assíria como prisioneiros onde eles teriam que viver em um estado semelhante à sua antiga escravidão no Egito, tendo que comer animais imundos e viver como os que lá viviam (9:3). No cativeiro assírio eles não seriam autorizados a adorar o Deus verdadeiro (9:4), nem celebrar as festas do Senhor (9:5). Suas casas deixadas para trás ficariam vazias e cobertas de ervas daninhas (9:6).
Oséias era o vigia de Israel, mas era odiado pelos sacerdotes dos adoradores do bezerro de ouro, e armadilhas foram colocadas em seu caminho (9:8). O povo do Israel do norte era tão abominável e corrompido quanto o povo de Gibeá que havia abusado da concubina do levita (9:9; Jz 19).
A condição espiritual de Israel durante a sua estada no deserto, no Êxodo, era como uvas inesperadas ou os primeiros figos. No entanto, ao final de seus 40 anos no deserto eles começaram a adorar Baal-Peor (9:10). Deus teria que ensinar o povo de Israel que Ele era o verdadeiro Sustentador, não Baal. Assim, Deus impediu o aumento de nascimentos de pessoas e de gado. Só então eles iriam perceber que as bênçãos não perduram quando o Sustentador e Guardião se afasta (9:11b-12).
O profeta Oséias sabia que a destruição de Samaria e o cativeiro de Israel do norte eram inevitáveis. Por não ouvirem ao Senhor, se tornariam peregrinos entre as nações (9:17).
Ajuda-nos, Senhor, para que possamos aprender com a história de Israel e reconhecer que és o nosso Criador e Sustentador o tempo todo.
Yoshitaka Kobayashi
Japão
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/hos/9/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Oseias 9
Comentário em áudio
A religião cananéia era um culto à fertilidade onde se adorava o deus natureza que se supunha trazer bem-estar e boas colheitas. Os israelitas abandonaram o verdadeiro Deus e esperando boas colheitas, seguiram a religião cananéia, que incluia a prostituição no templo durante seus cultos (Oséias 9:1). Uma vez que Deus decidira fazer da terra de Canaã "a terra do Senhor" (9:3), as pessoas descrentes deveriam ser dela retiradas, porque Jerusalém e Israel deveriam ser uma cidade e uma terra de santos.
Então, o Senhor permitiu que os israelitas fossem levados para a Assíria como prisioneiros onde eles teriam que viver em um estado semelhante à sua antiga escravidão no Egito, tendo que comer animais imundos e viver como os que lá viviam (9:3). No cativeiro assírio eles não seriam autorizados a adorar o Deus verdadeiro (9:4), nem celebrar as festas do Senhor (9:5). Suas casas deixadas para trás ficariam vazias e cobertas de ervas daninhas (9:6).
Oséias era o vigia de Israel, mas era odiado pelos sacerdotes dos adoradores do bezerro de ouro, e armadilhas foram colocadas em seu caminho (9:8). O povo do Israel do norte era tão abominável e corrompido quanto o povo de Gibeá que havia abusado da concubina do levita (9:9; Jz 19).
A condição espiritual de Israel durante a sua estada no deserto, no Êxodo, era como uvas inesperadas ou os primeiros figos. No entanto, ao final de seus 40 anos no deserto eles começaram a adorar Baal-Peor (9:10). Deus teria que ensinar o povo de Israel que Ele era o verdadeiro Sustentador, não Baal. Assim, Deus impediu o aumento de nascimentos de pessoas e de gado. Só então eles iriam perceber que as bênçãos não perduram quando o Sustentador e Guardião se afasta (9:11b-12).
O profeta Oséias sabia que a destruição de Samaria e o cativeiro de Israel do norte eram inevitáveis. Por não ouvirem ao Senhor, se tornariam peregrinos entre as nações (9:17).
Ajuda-nos, Senhor, para que possamos aprender com a história de Israel e reconhecer que és o nosso Criador e Sustentador o tempo todo.
Yoshitaka Kobayashi
Japão
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/hos/9/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Oseias 9
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Israel
quarta-feira, 6 de agosto de 2014
Ezequiel 40
Comentário devocional:
O capítulo 40 dá início à parte do livro de Ezequiel que descreve em detalhes os edifícios e os serviços do templo renovado e apresenta um layout da nova cidade e da terra em um Israel restaurado.
À medida que a visão começa no capítulo 40 vários pontos introdutórios principais são apresentados. A visão é recebida no Dia da Expiação (22 de outubro de 573 aC), próximo ao fim do ministério de Ezequiel. Esse era o dia solene em que, anualmente, o santuário era purificado. Além da purificação do santuário, Ezequiel tem uma visão poderosa do novo e melhorado templo restaurado. A localização deste templo em uma montanha alta nos dirige a atenção para o Monte Sinai, onde a Lei e o modelo do tabernáculo foram dados originalmente. Neste monte um profeta anterior, Moisés, foi o porta voz de Deus que transmitiu ao povo os detalhes de como o tabernáculo do deserto deveria ser construído e agora Deus pede a Ezequiel que também seja o seu porta voz.
Quando Ezequiel recebe a visão ele é instado a prestar muita atenção e fixar sua mente sobre os detalhes da visão porque sua tarefa é relatar tudo o que vê para o povo de Israel. Cativo na Babilônia e longe de sua amada Jerusalém e do templo, o povo de Israel precisa ser inspirado pela esperança. Eles precisam ouvir e ver esta imagem vívida acerca do que Deus quer fazer no futuro para eles.
Quando olhamos para a nossa própria situação no mundo, precisamos deixar que Deus nos inspire com sua visão de um novo céu e uma nova terra que Ele tem reservado para nós.
Jon Dybdahl
Universidade Walla Walla, EUA
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/eze/40/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Ezequiel 40
Comentário em áudio
Comentários selecionados:
Os cap. 40 a 48 constituem uma única profecia, de caráter singular. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 787.
Esta visão é tríplice. A primeira parte revela o Templo ideal, cap 40-42, no qual as aspirações espirituais do povo de Deus se simbolizam pela arquitetura. A segunda parte, o Culto ideal, cap 43-46, no qual participam a glória de Deus, o ministério dos sacerdotes, a contribuição do povo, e os ritos presididos pelo sumo sacerdote e pelo príncipe. A terceira parte revela a Nação ideal, cap 47-48, que tanto física como espiritualmente tem sua vida ao redor do culto no templo, de onde extrai sua alimentação, seu refrigério e sua inspiração. Bíblia Shedd.
Muitas interpretações tem sido dadas para a última visão de Ezequiel, incluindo (1) a visão literal, na qual este templo deveria ser realmente colocado em operação algum tempo depois do retorno de Israel do exílio; ... (2) a futurista ...; e a alegórica. ... As evidências se ajustam melhor na visão literal, interpretada de acordo com os princípios dos cap. 38-39. A visão teria se cumprido literalmente pelo Israel histórico após seu retorno do exílio babilônico, se o povo, como nação, tivesse sido fiel em reclamar as promessas divinas feitas a eles a respeito de uma reforma espiritual. Andrews Study Bible.
É razoável supor que, para convencer o povo da certeza da promessa [do recomeço e da restauração], Deus tenha orientado o profeta a traçar uma planta exata do templo que devia ser o centro do culto da nova nação. Deus poderia simplesmente dizer ao povo que, no futuro, o templo deles seria reconstruído, mas isso seria um anúncio vago. Não haveria dúvidas quanto às intenções divinas se fossem apresentados cuidadosamente todos os detalhes da construção e do ritual. CBASD, vol. 4, p. 788.
1 no princípio do ano. Do heb. rosh hashanah, “cabeça do ano”. ... É interessante notar que esta é a única ocorrência na Bíblia da frase rosh hashanah, nome que ainda hoje é dado pelos judeus ao Ano Novo, o dia 1º de tisri. CBASD, vol. 4, p. 787.
décimo dia. O décimo dia do sétimo mês é o Dia da Expiação. Ezequiel recebeu a visão de um santuário purificado/restaurado no mesmo dia em que o santuário era purificado anualmente (Lev 16). Andrews Study Bible.
3 um homem. Um anjo igual àqueles que tiveram o encargo de destruir o antigo templo profanado pela idolatria (9.2). Bíblia Shedd.
cordel. Usado para grandes medidas (47.3). Bíblia Shedd.
6-17 O que se deduz de tais medidas é a ordem, a decência e a simetria da casa de Deus;. Bíblia Shedd.
43 oblação. Heb korban, uma oferta voluntária (Mc 7.11). Bíblia Shedd.
46 filhos de Zadoque. Ezequiel distingue claramente entre os levitas em geral (muitos dos quais tinham serviços nos ritos do paganismo, Jz 17.7-13) e os descendentes do sumo sacerdote fiel, que servia nos tempos de Salomão (1 Rs 1.31-40). Os motivos para a distinção se dão em 44.10-16. Bíblia Shedd.
O capítulo 40 dá início à parte do livro de Ezequiel que descreve em detalhes os edifícios e os serviços do templo renovado e apresenta um layout da nova cidade e da terra em um Israel restaurado.
À medida que a visão começa no capítulo 40 vários pontos introdutórios principais são apresentados. A visão é recebida no Dia da Expiação (22 de outubro de 573 aC), próximo ao fim do ministério de Ezequiel. Esse era o dia solene em que, anualmente, o santuário era purificado. Além da purificação do santuário, Ezequiel tem uma visão poderosa do novo e melhorado templo restaurado. A localização deste templo em uma montanha alta nos dirige a atenção para o Monte Sinai, onde a Lei e o modelo do tabernáculo foram dados originalmente. Neste monte um profeta anterior, Moisés, foi o porta voz de Deus que transmitiu ao povo os detalhes de como o tabernáculo do deserto deveria ser construído e agora Deus pede a Ezequiel que também seja o seu porta voz.
Quando Ezequiel recebe a visão ele é instado a prestar muita atenção e fixar sua mente sobre os detalhes da visão porque sua tarefa é relatar tudo o que vê para o povo de Israel. Cativo na Babilônia e longe de sua amada Jerusalém e do templo, o povo de Israel precisa ser inspirado pela esperança. Eles precisam ouvir e ver esta imagem vívida acerca do que Deus quer fazer no futuro para eles.
Quando olhamos para a nossa própria situação no mundo, precisamos deixar que Deus nos inspire com sua visão de um novo céu e uma nova terra que Ele tem reservado para nós.
Jon Dybdahl
Universidade Walla Walla, EUA
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/eze/40/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Ezequiel 40
Comentário em áudio
Comentários selecionados:
Os cap. 40 a 48 constituem uma única profecia, de caráter singular. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 787.
Esta visão é tríplice. A primeira parte revela o Templo ideal, cap 40-42, no qual as aspirações espirituais do povo de Deus se simbolizam pela arquitetura. A segunda parte, o Culto ideal, cap 43-46, no qual participam a glória de Deus, o ministério dos sacerdotes, a contribuição do povo, e os ritos presididos pelo sumo sacerdote e pelo príncipe. A terceira parte revela a Nação ideal, cap 47-48, que tanto física como espiritualmente tem sua vida ao redor do culto no templo, de onde extrai sua alimentação, seu refrigério e sua inspiração. Bíblia Shedd.
Muitas interpretações tem sido dadas para a última visão de Ezequiel, incluindo (1) a visão literal, na qual este templo deveria ser realmente colocado em operação algum tempo depois do retorno de Israel do exílio; ... (2) a futurista ...; e a alegórica. ... As evidências se ajustam melhor na visão literal, interpretada de acordo com os princípios dos cap. 38-39. A visão teria se cumprido literalmente pelo Israel histórico após seu retorno do exílio babilônico, se o povo, como nação, tivesse sido fiel em reclamar as promessas divinas feitas a eles a respeito de uma reforma espiritual. Andrews Study Bible.
É razoável supor que, para convencer o povo da certeza da promessa [do recomeço e da restauração], Deus tenha orientado o profeta a traçar uma planta exata do templo que devia ser o centro do culto da nova nação. Deus poderia simplesmente dizer ao povo que, no futuro, o templo deles seria reconstruído, mas isso seria um anúncio vago. Não haveria dúvidas quanto às intenções divinas se fossem apresentados cuidadosamente todos os detalhes da construção e do ritual. CBASD, vol. 4, p. 788.
1 no princípio do ano. Do heb. rosh hashanah, “cabeça do ano”. ... É interessante notar que esta é a única ocorrência na Bíblia da frase rosh hashanah, nome que ainda hoje é dado pelos judeus ao Ano Novo, o dia 1º de tisri. CBASD, vol. 4, p. 787.
décimo dia. O décimo dia do sétimo mês é o Dia da Expiação. Ezequiel recebeu a visão de um santuário purificado/restaurado no mesmo dia em que o santuário era purificado anualmente (Lev 16). Andrews Study Bible.
3 um homem. Um anjo igual àqueles que tiveram o encargo de destruir o antigo templo profanado pela idolatria (9.2). Bíblia Shedd.
cordel. Usado para grandes medidas (47.3). Bíblia Shedd.
6-17 O que se deduz de tais medidas é a ordem, a decência e a simetria da casa de Deus;. Bíblia Shedd.
43 oblação. Heb korban, uma oferta voluntária (Mc 7.11). Bíblia Shedd.
46 filhos de Zadoque. Ezequiel distingue claramente entre os levitas em geral (muitos dos quais tinham serviços nos ritos do paganismo, Jz 17.7-13) e os descendentes do sumo sacerdote fiel, que servia nos tempos de Salomão (1 Rs 1.31-40). Os motivos para a distinção se dão em 44.10-16. Bíblia Shedd.
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segunda-feira, 4 de agosto de 2014
Ezequiel 38
Comentário devocional:
Quando Deus restaura Seu povo, as forças do mal se levantam contra ele. Nos capítulos 38 e 39, temos a história de uma grande aliança do mal que vem guerrear contra a nação restaurada de Israel, Vemos também como Deus lida com o problema.
O líder dessa aliança contra Israel (contra Deus, na verdade) é chamado de Gogue e ele vem da terra de Magogue. Não sabemos muito sobre a pessoa de Gogue nem da localização de Magogue a não ser que a coalizão de forças encabeçada por ele virá do extremo norte.
A Bíblia diz que isso acontecerá depois de muitos dias (versos 7, 8 e 16). Curiosamente esta terminologia de Gogue e Magogue é usada em Apocalipse 20:7 para o grande exército que se ajuntará contra Deus ao final dos mil anos.
Muitas interpretações foram feitas sobre o real significado destes versos que não cabe discutir aqui, mas a idéia central é clara: antes da restauração final do povo de Deus, uma aliança do mal virá contra ele. Mas Deus não permitirá que eles tenham vitória sobre o Seu povo.
O povo de Deus não deve se surpreender com a oposição do mal. Isto é inevitável em um mundo onde Satanás está ativo. O que deve ficar claro é que, assim como o juízo de Deus veio contra Gogue e Magogue, também virá contra as forças do mal ao final dos tempos. Neste conflito, não só o povo de Deus é salvo, mas o próprio Deus é glorificado e conhecido por quem Ele realmente é, mesmo aos olhos de muitas nações (v. 23).
Quando isso acontecer, as pessoas saberão com certeza, como Ezequiel afirma repetidamente, que "Eu sou o Senhor." Isto é o que Deus quer que todos nós saibamos, que Ele é o Senhor e que realiza tudo o que seja necessário para a salvação do Seu povo.
Jon Dybdahl
Universidade Walla Walla EUA
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/eze/38/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Ezequiel 38
Comentário em áudio
Comentários selecionados:
Estes capítulos [38 e 39] formam uma unidade literária e contém uma profecia contra Gogue, da terra de Magogue. Andrews Study Bible.
1 O princípio [para determinar o que é imediato e o que é futuro ou escatológico nesta profecia] pode ser declarado da seguinte forma: As profecias com respeito à glória futura de Israel e de Jerusalém eram primariamente condicionais e dependiam da manutenção da aliança (ver Jr 18:7-10; PR, 704). Elas teriam um cumprimento literal nos séculos subsequentes se Israel tivesse aceitado totalmente os planos de Deus. O fracasso de Israel tornou impossível o cumprimento dessas profecias em seu propósito original. ... Ezequiel 38 e 39 teria se cumprido literalmente depois que os judeus retornaram do exílio, caso eles tivessem atendido às condições apresentadas pelos profetas. Pelo fato de eles as haverem recusado persistentemente, a condição de prosperidade aqui retratada nunca se cumpriu. Consequentemente, não pôde haver o ataque combinado dos pagãos contra um povo que habitasse na prosperidade mencionada. A profecia terá uma aplicação futura? ... tal aplicação pode ser estabelecida com certeza apenas por uma revelação subsequente. No NT, há apenas uma referência direta aos símbolos usados nesta profecia: Apocalipse 20:8. Nesta passagem, João diz como esta profecia, que teria se cumprido literalmente em época anterior, terá certo grau de cumprimento na luta final contra Deus empreendida pelas hostes dos ímpios, chamadas de "Gogue e Magogue". CBASD - Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 773, 774.
2 contra Gogue. Gogue é um misterioso inimigo de Deus e Seu povo, cuja identidade não é clara, provavelmente de propósito. A predição do ataque e derrota de Gogue e seus aliados , contudo, nunca ocorreu na história, mesmo que possa ter ocorrido de forma parcial em algumas circunstâncias ... em Cristo ... na Igreja. De acordo com o livro de Apocalipse, esta profecia tem cumprimento específico , tanto ao tempo da Segunda Vinda de Cristo quanto ao final do milênio. Jesus é o vitorioso na última guerra (Apoc 17:14) e todo aquele que O escolhe, identifica-se e permanece com Ele, pode compartilhar de Sua vitória. Andrews Study Bible.
Na verdade não é necessário encontrar um Gogue nos registros históricos. Gogue é muito provavelmente um nome abstrato pelo qual Ezequiel descreve o líder das hostes pagãs que fazem o ataque final a Israel após a restauração deste e numa ocasião em que o povo de Deus está desfrutando a prosperidade sob a condição de obediência. CBASD, vol. 4, p. 775.
Magogue. Visto que o prefixo hebraico ma- pode significar "lugar de", é possível que Magogue aqui signifique simplesmente "terra de Gogue". Bíblia de Estudo NVI Vida.
4 todo o teu exército.Do ponto de vista militar, todas as vantagens pareciam estar com os que atacavam. No entanto, se Yahweh estava contra Gogue, Israel não tinha nada a temer. CBASD, vol. 4, p. 778.
O orgulho e a destruição de Gogue refletem muito de perto o orgulho e queda de Lúcifer, como descritas em Is 14:12-15 (compare com Ez 28:17-19). Andrews Study Bible.
5-6 O número sete [das nações] desempenham um papel significativo nesta profecia e no livro inteiro de Ezequiel, simbolizando complitude ou totalidade, e neste contexto específico aponta para uma conspiração universal, um plano mundial contra Israel. Andrews Study Bible.
7 prepara-te. O profeta parece ironicamente encorajar Gogue a fazer os preparativos para a guerra e a reunir forças para que todos os inimigos de Deus pereçam juntos. CBASD, vol. 4, p. 779.
8 serás visitado. Quer dizer "atingido pela justiça divina". Bíblia Shedd.
10 você maquinará um plano maligno [NVI]. Uma invasão seguida de saque (cf. v. 12). Bíblia de Estudo NVI Vida.
Deus fará isto no sentido de permitir a Gogue executar os desígnios de seu coração perverso. CBASD, vol. 4, p. 779.
11 parte central do território. A palavra hebraica traduzida por "parte central" também significa "umbigo", uma figura pitoresca da crença de que Israel era o elo vital entre Deus e o mundo (tb em 5.5). Bíblia de Estudo NVI Vida.
16 quando Eu tiver vindicado a Minha santidade. Na destruição de Gogue, o caráter de Deus seria completamente vindicado; da mesma forma, na destruição de Satanás e da vasta multidão de ímpios no final do milênio, a sabedoria, justiça e bondade de Deus serão plenamente vindicadas. CBASD, vol. 4, p. 780.
17 não és tu aquele de quem eu disse nos dias antigos, por intermédio dos Meus servos, os profetas de Israel? Uma declaração chave da profecia, que afirma que Deus, através de Seus profetas, falara em tempos anteriores a respeito de Gogue. Isto significa que Deus falara sobre ele de modo geral, porque em nenhum lugar no AT é mencionada uma profecia direta contra Gogue. Andrews Study Bible.
Vista em seus aspectos mais amplos, a batalha aqui descrita é apenas a culminação da luta milenar entre os poderes do mal e o povo de Deus, e há frequente menção disso em profecias anteriores. A mais antiga vem do jardim do Éden, na maldição pronunciada sobre a serpente. ... qualquer sucesso da parte do povo de Deus encontra a mais violenta oposição do adversário. CBASD, vol. 4, p. 780.
17-23 Aqui se percebe que esta profecia vai muito além de uma invasão física. É o dia do Senhor mencionado pelos profetas antigos, um dia de julgamento (Am 5.18). É a guerra final entre a luz e as trevas, na qual os partidários de Satanás serão lançados no abismo de fogo e enxofre (22 e Ap 20.7-10). Bíblia Shedd.
19 terremoto. Assinalando a poderosa presença de Deus, que vem para derrotar totalmente o exército que invadia a sua terra. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Aqui está um aspecto para o qual os escritores do NT chamam a atenção. Eles falam das terríveis convulsões da natureza que precederão a vinda do Filho do homem. Jesus menciona o "bramido do mar e das ondas" e "homens que desmairão de terror", não tanto por causa de alguma ameaça militar à segurança, mas porque toda a natureza parecerá estar fora de seu curso (Lc 21:25, 26; GC, 636). CBASD, vol. 4, p. 780.
21 a espada de cada um será contra o seu irmão. A coligação dos inimigos de Israel se voltará contra si mesma, assim como fizeram os exércitos que atacaram Judá nos dias de Josafá (2Cr 20.22, 23). Bíblia de Estudo NVI Vida.
22 grande pedras de saraiva. Isto encontra paralelo na sétima praga, quando pedras de cerca de um talento ampliarão a destruição em andamento (Ap 16:21). O "fogo" pode achar correspondente nos "relâmpagos" de Apocalipse 16:18. CBASD, vol. 4, p. 781.
A lista de armas divinas faz crer que Deus intervirá diretamente, sem o benefício de um exército terrestre. Bíblia de Estudo NVI Vida.
23 saberão que Eu sou o Senhor. à medida que o conflito se aproxima de seu clímax, os elaborados estratagemas do enganador serão desmascarados, e será revelada a debilidade e falsidade de suas reivindicações. Demônios e homens vão reconhecer que há apenas um que é supremo, e que seu modo de agir no grande conflito visava a promover o bem eterno de Seu povo e do universo em geral (ver GC, 671). CBASD, vol. 4, p. 781.
Quando Deus restaura Seu povo, as forças do mal se levantam contra ele. Nos capítulos 38 e 39, temos a história de uma grande aliança do mal que vem guerrear contra a nação restaurada de Israel, Vemos também como Deus lida com o problema.
O líder dessa aliança contra Israel (contra Deus, na verdade) é chamado de Gogue e ele vem da terra de Magogue. Não sabemos muito sobre a pessoa de Gogue nem da localização de Magogue a não ser que a coalizão de forças encabeçada por ele virá do extremo norte.
A Bíblia diz que isso acontecerá depois de muitos dias (versos 7, 8 e 16). Curiosamente esta terminologia de Gogue e Magogue é usada em Apocalipse 20:7 para o grande exército que se ajuntará contra Deus ao final dos mil anos.
Muitas interpretações foram feitas sobre o real significado destes versos que não cabe discutir aqui, mas a idéia central é clara: antes da restauração final do povo de Deus, uma aliança do mal virá contra ele. Mas Deus não permitirá que eles tenham vitória sobre o Seu povo.
O povo de Deus não deve se surpreender com a oposição do mal. Isto é inevitável em um mundo onde Satanás está ativo. O que deve ficar claro é que, assim como o juízo de Deus veio contra Gogue e Magogue, também virá contra as forças do mal ao final dos tempos. Neste conflito, não só o povo de Deus é salvo, mas o próprio Deus é glorificado e conhecido por quem Ele realmente é, mesmo aos olhos de muitas nações (v. 23).
Quando isso acontecer, as pessoas saberão com certeza, como Ezequiel afirma repetidamente, que "Eu sou o Senhor." Isto é o que Deus quer que todos nós saibamos, que Ele é o Senhor e que realiza tudo o que seja necessário para a salvação do Seu povo.
Jon Dybdahl
Universidade Walla Walla EUA
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/eze/38/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Ezequiel 38
Comentário em áudio
Comentários selecionados:
Estes capítulos [38 e 39] formam uma unidade literária e contém uma profecia contra Gogue, da terra de Magogue. Andrews Study Bible.
1 O princípio [para determinar o que é imediato e o que é futuro ou escatológico nesta profecia] pode ser declarado da seguinte forma: As profecias com respeito à glória futura de Israel e de Jerusalém eram primariamente condicionais e dependiam da manutenção da aliança (ver Jr 18:7-10; PR, 704). Elas teriam um cumprimento literal nos séculos subsequentes se Israel tivesse aceitado totalmente os planos de Deus. O fracasso de Israel tornou impossível o cumprimento dessas profecias em seu propósito original. ... Ezequiel 38 e 39 teria se cumprido literalmente depois que os judeus retornaram do exílio, caso eles tivessem atendido às condições apresentadas pelos profetas. Pelo fato de eles as haverem recusado persistentemente, a condição de prosperidade aqui retratada nunca se cumpriu. Consequentemente, não pôde haver o ataque combinado dos pagãos contra um povo que habitasse na prosperidade mencionada. A profecia terá uma aplicação futura? ... tal aplicação pode ser estabelecida com certeza apenas por uma revelação subsequente. No NT, há apenas uma referência direta aos símbolos usados nesta profecia: Apocalipse 20:8. Nesta passagem, João diz como esta profecia, que teria se cumprido literalmente em época anterior, terá certo grau de cumprimento na luta final contra Deus empreendida pelas hostes dos ímpios, chamadas de "Gogue e Magogue". CBASD - Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 773, 774.
2 contra Gogue. Gogue é um misterioso inimigo de Deus e Seu povo, cuja identidade não é clara, provavelmente de propósito. A predição do ataque e derrota de Gogue e seus aliados , contudo, nunca ocorreu na história, mesmo que possa ter ocorrido de forma parcial em algumas circunstâncias ... em Cristo ... na Igreja. De acordo com o livro de Apocalipse, esta profecia tem cumprimento específico , tanto ao tempo da Segunda Vinda de Cristo quanto ao final do milênio. Jesus é o vitorioso na última guerra (Apoc 17:14) e todo aquele que O escolhe, identifica-se e permanece com Ele, pode compartilhar de Sua vitória. Andrews Study Bible.
Na verdade não é necessário encontrar um Gogue nos registros históricos. Gogue é muito provavelmente um nome abstrato pelo qual Ezequiel descreve o líder das hostes pagãs que fazem o ataque final a Israel após a restauração deste e numa ocasião em que o povo de Deus está desfrutando a prosperidade sob a condição de obediência. CBASD, vol. 4, p. 775.
Magogue. Visto que o prefixo hebraico ma- pode significar "lugar de", é possível que Magogue aqui signifique simplesmente "terra de Gogue". Bíblia de Estudo NVI Vida.
4 todo o teu exército.Do ponto de vista militar, todas as vantagens pareciam estar com os que atacavam. No entanto, se Yahweh estava contra Gogue, Israel não tinha nada a temer. CBASD, vol. 4, p. 778.
O orgulho e a destruição de Gogue refletem muito de perto o orgulho e queda de Lúcifer, como descritas em Is 14:12-15 (compare com Ez 28:17-19). Andrews Study Bible.
5-6 O número sete [das nações] desempenham um papel significativo nesta profecia e no livro inteiro de Ezequiel, simbolizando complitude ou totalidade, e neste contexto específico aponta para uma conspiração universal, um plano mundial contra Israel. Andrews Study Bible.
7 prepara-te. O profeta parece ironicamente encorajar Gogue a fazer os preparativos para a guerra e a reunir forças para que todos os inimigos de Deus pereçam juntos. CBASD, vol. 4, p. 779.
8 serás visitado. Quer dizer "atingido pela justiça divina". Bíblia Shedd.
10 você maquinará um plano maligno [NVI]. Uma invasão seguida de saque (cf. v. 12). Bíblia de Estudo NVI Vida.
Deus fará isto no sentido de permitir a Gogue executar os desígnios de seu coração perverso. CBASD, vol. 4, p. 779.
11 parte central do território. A palavra hebraica traduzida por "parte central" também significa "umbigo", uma figura pitoresca da crença de que Israel era o elo vital entre Deus e o mundo (tb em 5.5). Bíblia de Estudo NVI Vida.
16 quando Eu tiver vindicado a Minha santidade. Na destruição de Gogue, o caráter de Deus seria completamente vindicado; da mesma forma, na destruição de Satanás e da vasta multidão de ímpios no final do milênio, a sabedoria, justiça e bondade de Deus serão plenamente vindicadas. CBASD, vol. 4, p. 780.
17 não és tu aquele de quem eu disse nos dias antigos, por intermédio dos Meus servos, os profetas de Israel? Uma declaração chave da profecia, que afirma que Deus, através de Seus profetas, falara em tempos anteriores a respeito de Gogue. Isto significa que Deus falara sobre ele de modo geral, porque em nenhum lugar no AT é mencionada uma profecia direta contra Gogue. Andrews Study Bible.
Vista em seus aspectos mais amplos, a batalha aqui descrita é apenas a culminação da luta milenar entre os poderes do mal e o povo de Deus, e há frequente menção disso em profecias anteriores. A mais antiga vem do jardim do Éden, na maldição pronunciada sobre a serpente. ... qualquer sucesso da parte do povo de Deus encontra a mais violenta oposição do adversário. CBASD, vol. 4, p. 780.
17-23 Aqui se percebe que esta profecia vai muito além de uma invasão física. É o dia do Senhor mencionado pelos profetas antigos, um dia de julgamento (Am 5.18). É a guerra final entre a luz e as trevas, na qual os partidários de Satanás serão lançados no abismo de fogo e enxofre (22 e Ap 20.7-10). Bíblia Shedd.
19 terremoto. Assinalando a poderosa presença de Deus, que vem para derrotar totalmente o exército que invadia a sua terra. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Aqui está um aspecto para o qual os escritores do NT chamam a atenção. Eles falam das terríveis convulsões da natureza que precederão a vinda do Filho do homem. Jesus menciona o "bramido do mar e das ondas" e "homens que desmairão de terror", não tanto por causa de alguma ameaça militar à segurança, mas porque toda a natureza parecerá estar fora de seu curso (Lc 21:25, 26; GC, 636). CBASD, vol. 4, p. 780.
21 a espada de cada um será contra o seu irmão. A coligação dos inimigos de Israel se voltará contra si mesma, assim como fizeram os exércitos que atacaram Judá nos dias de Josafá (2Cr 20.22, 23). Bíblia de Estudo NVI Vida.
22 grande pedras de saraiva. Isto encontra paralelo na sétima praga, quando pedras de cerca de um talento ampliarão a destruição em andamento (Ap 16:21). O "fogo" pode achar correspondente nos "relâmpagos" de Apocalipse 16:18. CBASD, vol. 4, p. 781.
A lista de armas divinas faz crer que Deus intervirá diretamente, sem o benefício de um exército terrestre. Bíblia de Estudo NVI Vida.
23 saberão que Eu sou o Senhor. à medida que o conflito se aproxima de seu clímax, os elaborados estratagemas do enganador serão desmascarados, e será revelada a debilidade e falsidade de suas reivindicações. Demônios e homens vão reconhecer que há apenas um que é supremo, e que seu modo de agir no grande conflito visava a promover o bem eterno de Seu povo e do universo em geral (ver GC, 671). CBASD, vol. 4, p. 781.
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quinta-feira, 10 de julho de 2014
Ezequiel 13
Comentário devocional:
O povo de Deus se encontra em uma situação conflitante: Deus está lhes concedendo mensagens através de Ezequiel, mas há também falsos profetas que os desviam para longe da verdade. Vemos Deus suplicando a seu povo que pare de atender àqueles que com falsidades e mentiras fingem falar a mensagem de Deus, induzindo o povo a construir casas e reforçar os muros de Jerusalém para protegê-los no dia da batalha.
Os falsos profetas podem ser facilmente identificados por suas "mensagens de paz", quando ao seu redor a realidade é de guerra e problemas. Eles procuram obter o favor de Israel dando falsas esperanças, colocando cal nas paredes fracas que constroem, mas que não resistem e caem diante dos ventos fortes. Esses falsos profetas não apenas enganam as pessoas, mas procuram desacreditar os verdadeiros profetas. A ira e castigo de Deus certamente virão sobre eles.
Os falsos profetas e profetisas procuram seduzir o povo através da sensualidade e artifícios de magia para que acreditem em suas mentiras. Eles espreitam como leões para devorar aqueles a quem enganam. Deus diz que irá cortá-los de Seu povo. Não serão tolerados, mas punidos por enganar o povo de Deus. Eles não tem parte alguma com o reino de Deus e não entrarão nele.
Esta condição de Israel antes da destruição final de Jerusalém pelos babilônios nos lembra e nos adverte de que, como Israel moderno, vivemos na terra do cativeiro de Satanás. Enquanto Deus envia mensagens de advertência para o Seu povo, o inimigo traz falsos profetas e mestres que proclamam mensagens de formas sedutoras a fim de enganar o povo de Deus. Somente aqueles que amam a Deus e a verdade serão capazes de resistir aos enganos do tempo do fim.
Querido Deus, coloca em meu coração o amor à verdade e a disposição de proclamá-la e praticá-la em minha vida. Amém.
Roy Jemison Injety
Spicer College, Índia
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/eze/13/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Ezequiel 13
Comentário em áudio
O povo de Deus se encontra em uma situação conflitante: Deus está lhes concedendo mensagens através de Ezequiel, mas há também falsos profetas que os desviam para longe da verdade. Vemos Deus suplicando a seu povo que pare de atender àqueles que com falsidades e mentiras fingem falar a mensagem de Deus, induzindo o povo a construir casas e reforçar os muros de Jerusalém para protegê-los no dia da batalha.
Os falsos profetas podem ser facilmente identificados por suas "mensagens de paz", quando ao seu redor a realidade é de guerra e problemas. Eles procuram obter o favor de Israel dando falsas esperanças, colocando cal nas paredes fracas que constroem, mas que não resistem e caem diante dos ventos fortes. Esses falsos profetas não apenas enganam as pessoas, mas procuram desacreditar os verdadeiros profetas. A ira e castigo de Deus certamente virão sobre eles.
Os falsos profetas e profetisas procuram seduzir o povo através da sensualidade e artifícios de magia para que acreditem em suas mentiras. Eles espreitam como leões para devorar aqueles a quem enganam. Deus diz que irá cortá-los de Seu povo. Não serão tolerados, mas punidos por enganar o povo de Deus. Eles não tem parte alguma com o reino de Deus e não entrarão nele.
Esta condição de Israel antes da destruição final de Jerusalém pelos babilônios nos lembra e nos adverte de que, como Israel moderno, vivemos na terra do cativeiro de Satanás. Enquanto Deus envia mensagens de advertência para o Seu povo, o inimigo traz falsos profetas e mestres que proclamam mensagens de formas sedutoras a fim de enganar o povo de Deus. Somente aqueles que amam a Deus e a verdade serão capazes de resistir aos enganos do tempo do fim.
Querido Deus, coloca em meu coração o amor à verdade e a disposição de proclamá-la e praticá-la em minha vida. Amém.
Roy Jemison Injety
Spicer College, Índia
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/eze/13/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Ezequiel 13
Comentário em áudio
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quarta-feira, 4 de junho de 2014
Jeremias 34
Comentário devocional:
Nenhum de nós gosta de receber más notícias. Isto é um fato. Mas deixe-me lhe fazer uma pergunta: o que você prefere, uma boa notícia falsa ou uma má notícia verdadeira? O rei Zedequias recebeu más notícias do profeta Jeremias: os exércitos de Nabucodonosor, rei da Babilônia, destruiriam Jerusalém e o rei seria levado cativo.
Jesus também deu uma má notícia aos seus seguidores : "Eu lhes tenho dito tudo isso para que vocês não venham a tropeçar. Vocês serão expulsos das sinagogas; de fato, virá o tempo quando quem os matar pensará que está prestando culto a Deus.”(João 16:1-2, NVI).
Por que o Senhor dá essas más notícias ao Seu povo? A resposta é simples: Ele quer nos preparar para os tempos difíceis pela frente. A melhor preparação para a angústia ou perseguição é uma relação pessoal com Deus. Jesus disse aos Seus seguidores: "“Eu lhes disse essas coisas para que em mim vocês tenham paz. Neste mundo vocês terão aflições; contudo, tenham ânimo! Eu venci o mundo”." (João 16:33, NVI).
Não admira que o apóstolo Paulo tenha sido capaz de dar este testemunho alegre: "Pois estou convencido de que nem morte nem vida, nem anjos nem demônios, nem o presente nem o futuro, nem quaisquer poderes, nem altura nem profundidade, nem qualquer outra coisa na criação será capaz de nos separar do amor de Deus que está em Cristo Jesus, nosso Senhor."(Rm 8:38-39, NVI).
"Senhor, obrigado porque estarás comigo no meio de minhas dificuldades e porque nada pode me separar do Teu amor. Amém".
Derek J. Morris
EUA
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jer/34/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Jeremias 34
Nenhum de nós gosta de receber más notícias. Isto é um fato. Mas deixe-me lhe fazer uma pergunta: o que você prefere, uma boa notícia falsa ou uma má notícia verdadeira? O rei Zedequias recebeu más notícias do profeta Jeremias: os exércitos de Nabucodonosor, rei da Babilônia, destruiriam Jerusalém e o rei seria levado cativo.
Jesus também deu uma má notícia aos seus seguidores : "Eu lhes tenho dito tudo isso para que vocês não venham a tropeçar. Vocês serão expulsos das sinagogas; de fato, virá o tempo quando quem os matar pensará que está prestando culto a Deus.”(João 16:1-2, NVI).
Por que o Senhor dá essas más notícias ao Seu povo? A resposta é simples: Ele quer nos preparar para os tempos difíceis pela frente. A melhor preparação para a angústia ou perseguição é uma relação pessoal com Deus. Jesus disse aos Seus seguidores: "“Eu lhes disse essas coisas para que em mim vocês tenham paz. Neste mundo vocês terão aflições; contudo, tenham ânimo! Eu venci o mundo”." (João 16:33, NVI).
Não admira que o apóstolo Paulo tenha sido capaz de dar este testemunho alegre: "Pois estou convencido de que nem morte nem vida, nem anjos nem demônios, nem o presente nem o futuro, nem quaisquer poderes, nem altura nem profundidade, nem qualquer outra coisa na criação será capaz de nos separar do amor de Deus que está em Cristo Jesus, nosso Senhor."(Rm 8:38-39, NVI).
"Senhor, obrigado porque estarás comigo no meio de minhas dificuldades e porque nada pode me separar do Teu amor. Amém".
Derek J. Morris
EUA
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jer/34/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Jeremias 34
Marcadores:
cuidado de Deus,
fidelidade de Deus
terça-feira, 15 de abril de 2014
Isaías 50
Comentário devocional:
Deus havia abandonado Seu povo? Para muitos judeus parecia que sim. Seus inimigos eram uma ameaça constante para eles, e Deus havia predito o exílio dos judeus em uma terra estrangeira. Neste capítulo o Senhor apresentou diante deles duas questões legais: divórcio e escravidão (v.1).
Deus não tinha, de fato, se divorciado de Judá, apesar de muitos falarem desta maneira em Jerusalém. Se fosse assim, eles poderiam apresentar um certificado de divórcio? Não podiam. Não havia como obter provas de que isto houvesse acontecido. Deus também não os havia vendido permanentemente como escravos. Ninguém podia apresentar um documento de que os havia comprado.
Judá seria mandado embora por um período de tempo, mas isso não significava uma ruptura permanente de seu relacionamento com Deus. Desta maneira, os judeus não poderiam em auto piedade reivindicar que haviam sido abandonados pelo Senhor. Na verdade, o Senhor já havia tentado várias vezes obter alguma resposta da Sua noiva: "Por que razão ... quando chamei, ninguém respondeu?" (v.2 ARA), Ele chorou.
Deus continua a justificar a sua capacidade de cuidar de Judá no verso 2. Sua mão não era curta que não os pudesse alcançar. A expressão "mão que não pode alcançar" estava relacionada à falta de recursos financeiros (Lv 5:7; 12:8; 14:21), a incapacidade de alguém de pagar o preço para libertar um escravo. Certamente, o Senhor do universo era totalmente capaz de sustentar sua "esposa", bem como de pagar o resgate por ela. Ele não havia feito isso antes, quando Ele libertou o seu povo do Egito?
À pergunta no verso 2: "Quando eu chamei, por que ninguém respondeu?" (NVI) surge a resposta: Jesus, o Servo de Deus, seria esse homem, esperando ansiosamente para trabalhar para o Senhor. A cada manhã o Senhor acordava Jesus, despertava o Seu ouvido (v. 4), como discípulo fiel. Foi essa rotina matinal de se tornar cheio do Espírito e submissão diária, aprendendo a levar adiante a missão de Deus no mundo, que preparou Jesus a oferecer suas costas àqueles que O feriam (v. 6; ver Marcos 15:15). Os Evangelhos não registram que a barba de Jesus tenha sido arrancada (v. 6 NVI) em seu julgamento, embora isso possa ter acontecido. Jesus suportou tudo que o diabo pode imaginar trazer contra Ele.
Durante anos eu ministrei uma disciplina universitária sobre a vida de Jesus. Por volta da terceira semana, eu desafiava meus alunos a tentarem esta experiência: durante 10 dias pedirem a Deus que os acordasse todas as manhãs, como havia feito com Jesus, a fim de passarem tempo com Ele. No início, muitos estudantes que estudavam até tarde da noite não acreditavam que seria possível acordar cedo sem um despertador, simplesmente pelo sussurro do Senhor. Para grande surpresa deles, isto acontecia a todos aqueles que sinceramente desejavam passar tempo com Deus pela manhã.
Este era a grande necessidade de Cristo, e é também a nossa. "Muitos, mesmo nas horas de devoção, deixam de receber a bênção da comunhão real com Deus. Estão com demasiada pressa. Com passos precipitados se apressam a atravessar o círculo da amável presença de Cristo, detendo-se somente um momento no recinto sagrado, não esperando por conselho. Não têm tempo de ficar com o Mestre divino. Com seus fardos voltam eles a seus trabalhos. Estes trabalhadores nunca poderão alcançar o maior êxito antes que aprendam o segredo da força. Devem dar a si mesmos tempo para pensar, orar e esperar de Deus a renovação da força física, mental e espiritual. ... Não uma parada momentânea em Sua presença, mas um contato pessoal com Cristo, assentando-nos em Sua companhia - tal é a nossa necessidade" (Educação, p 260-261).
Ron E M Clouzet
Seminário da Universidade Andrews, EUA
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/50/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Isaías 50
Deus havia abandonado Seu povo? Para muitos judeus parecia que sim. Seus inimigos eram uma ameaça constante para eles, e Deus havia predito o exílio dos judeus em uma terra estrangeira. Neste capítulo o Senhor apresentou diante deles duas questões legais: divórcio e escravidão (v.1).
Deus não tinha, de fato, se divorciado de Judá, apesar de muitos falarem desta maneira em Jerusalém. Se fosse assim, eles poderiam apresentar um certificado de divórcio? Não podiam. Não havia como obter provas de que isto houvesse acontecido. Deus também não os havia vendido permanentemente como escravos. Ninguém podia apresentar um documento de que os havia comprado.
Judá seria mandado embora por um período de tempo, mas isso não significava uma ruptura permanente de seu relacionamento com Deus. Desta maneira, os judeus não poderiam em auto piedade reivindicar que haviam sido abandonados pelo Senhor. Na verdade, o Senhor já havia tentado várias vezes obter alguma resposta da Sua noiva: "Por que razão ... quando chamei, ninguém respondeu?" (v.2 ARA), Ele chorou.
Deus continua a justificar a sua capacidade de cuidar de Judá no verso 2. Sua mão não era curta que não os pudesse alcançar. A expressão "mão que não pode alcançar" estava relacionada à falta de recursos financeiros (Lv 5:7; 12:8; 14:21), a incapacidade de alguém de pagar o preço para libertar um escravo. Certamente, o Senhor do universo era totalmente capaz de sustentar sua "esposa", bem como de pagar o resgate por ela. Ele não havia feito isso antes, quando Ele libertou o seu povo do Egito?
À pergunta no verso 2: "Quando eu chamei, por que ninguém respondeu?" (NVI) surge a resposta: Jesus, o Servo de Deus, seria esse homem, esperando ansiosamente para trabalhar para o Senhor. A cada manhã o Senhor acordava Jesus, despertava o Seu ouvido (v. 4), como discípulo fiel. Foi essa rotina matinal de se tornar cheio do Espírito e submissão diária, aprendendo a levar adiante a missão de Deus no mundo, que preparou Jesus a oferecer suas costas àqueles que O feriam (v. 6; ver Marcos 15:15). Os Evangelhos não registram que a barba de Jesus tenha sido arrancada (v. 6 NVI) em seu julgamento, embora isso possa ter acontecido. Jesus suportou tudo que o diabo pode imaginar trazer contra Ele.
Durante anos eu ministrei uma disciplina universitária sobre a vida de Jesus. Por volta da terceira semana, eu desafiava meus alunos a tentarem esta experiência: durante 10 dias pedirem a Deus que os acordasse todas as manhãs, como havia feito com Jesus, a fim de passarem tempo com Ele. No início, muitos estudantes que estudavam até tarde da noite não acreditavam que seria possível acordar cedo sem um despertador, simplesmente pelo sussurro do Senhor. Para grande surpresa deles, isto acontecia a todos aqueles que sinceramente desejavam passar tempo com Deus pela manhã.
Este era a grande necessidade de Cristo, e é também a nossa. "Muitos, mesmo nas horas de devoção, deixam de receber a bênção da comunhão real com Deus. Estão com demasiada pressa. Com passos precipitados se apressam a atravessar o círculo da amável presença de Cristo, detendo-se somente um momento no recinto sagrado, não esperando por conselho. Não têm tempo de ficar com o Mestre divino. Com seus fardos voltam eles a seus trabalhos. Estes trabalhadores nunca poderão alcançar o maior êxito antes que aprendam o segredo da força. Devem dar a si mesmos tempo para pensar, orar e esperar de Deus a renovação da força física, mental e espiritual. ... Não uma parada momentânea em Sua presença, mas um contato pessoal com Cristo, assentando-nos em Sua companhia - tal é a nossa necessidade" (Educação, p 260-261).
Ron E M Clouzet
Seminário da Universidade Andrews, EUA
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/50/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Isaías 50
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Comunhão,
cuidado de Deus,
fidelidade
quinta-feira, 3 de abril de 2014
Isaías 38
Comentário devocional:
Depois de vermos no capítulo 37 Deus efetuar tão grande vitória a favor de Jerusalém, ficamos surpresos com a informação de que "naqueles dias Ezequias ficou doente, à beira da morte" (Isaías 38:1, NVI). A Bíblia não revela quando Ezequias ficou doente. Talvez ele tivesse adoecido antes mesmo da Assíria ter cercado Jerusalém. No entanto, é interessante notar que o rei Ezequias recebeu ordem do Senhor para colocar sua casa em ordem. Isto implica em que, embora ele possa ter servido a Deus com "devocão sincera" (v. 3, NVI), algo em sua casa ou reino precisava ser acertado antes dele morrer.
Em resposta a essa notícia Ezequias se volta para Deus, pedindo misericórdia, com choro e humildade. É incrível ver nesta passagem como Senhor está disposto a alterar o curso dos acontecimentos em resposta a nossas orações. Quando Deus vê verdadeira humildade de coração e um novo curso de ação, Ele se dispõe a alterar o veredito ou mesmo cancelar a sentença.
Ezequias se humilha e Deus lhe responde, dando-lhe 15 anos adicionais de vida. Não só isso, Ele faz o sol voltar dez graus como sinal de que prolongaria a vida do Rei Ezequias e também livraria Jerusalém da Assíria. Isso nos leva a pensar que talvez esta doença tenha ocorrido no mesmo período em que o reino de Judá estava sendo invadido pelos Assírios.
Em resposta à misericórdia de Deus, Ezequias canta uma canção de louvor, uma canção que nos ensina muito sobre a condição da humanidade. É também uma canção que todos aqueles a quem Deus resgatou podem cantar hoje: "Meus dias estavam contados, mas você recuperou a minha saúde e me fez viver . Eu estava em grande amargura, mas você amou a minha alma e me livrou da cova. Você lançou os meus pecados para longe; por isso eu te louvo. Aqueles que morrem não pode louvá-lo. São os vivos que lhe louvam, querido Deus. Muito obrigado por me permitir permanecer mais tempo entre os vivos" (Minha paráfrase dos versículos 10, 16-19).
As lições que podemos extrair deste capítulo são bastante significativas. Vivemos em um mundo onde o Grande Conflito é iminente e todos somos feridos nessa batalha entre o bem e o mal. Contudo, Deus não nos abandonou e está disposto a atender a nossas súplicas. 2 Crônicas 7:14 nos encoraja : "Se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar e orar, buscar a minha face e se afastar dos seus maus caminhos, dos céus o ouvirei, perdoarei o seu pecado e curarei a sua terra" (NVI).
Alguns de nós precisamos de cura física, mas todos precisamos de cura espiritual. Não percamos tempo, nos humilhemos, oremos e coloquemos em ordem a nossa casa. Oremos pessoalmente e como igreja para que Deus estenda os nossos dias, conceda-nos mais tempo para louvar o Seu nome e levar a Sua verdade a outros. Ele certamente atenderá a nossa oração, pois está voltando e não quer ver ninguém perdido.
Melodious Echo Mason
EUA
Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/38/
Traduzido por JDS/JAQ
Texto bíblico: Isaías 38
Depois de vermos no capítulo 37 Deus efetuar tão grande vitória a favor de Jerusalém, ficamos surpresos com a informação de que "naqueles dias Ezequias ficou doente, à beira da morte" (Isaías 38:1, NVI). A Bíblia não revela quando Ezequias ficou doente. Talvez ele tivesse adoecido antes mesmo da Assíria ter cercado Jerusalém. No entanto, é interessante notar que o rei Ezequias recebeu ordem do Senhor para colocar sua casa em ordem. Isto implica em que, embora ele possa ter servido a Deus com "devocão sincera" (v. 3, NVI), algo em sua casa ou reino precisava ser acertado antes dele morrer.
Em resposta a essa notícia Ezequias se volta para Deus, pedindo misericórdia, com choro e humildade. É incrível ver nesta passagem como Senhor está disposto a alterar o curso dos acontecimentos em resposta a nossas orações. Quando Deus vê verdadeira humildade de coração e um novo curso de ação, Ele se dispõe a alterar o veredito ou mesmo cancelar a sentença.
Ezequias se humilha e Deus lhe responde, dando-lhe 15 anos adicionais de vida. Não só isso, Ele faz o sol voltar dez graus como sinal de que prolongaria a vida do Rei Ezequias e também livraria Jerusalém da Assíria. Isso nos leva a pensar que talvez esta doença tenha ocorrido no mesmo período em que o reino de Judá estava sendo invadido pelos Assírios.
Em resposta à misericórdia de Deus, Ezequias canta uma canção de louvor, uma canção que nos ensina muito sobre a condição da humanidade. É também uma canção que todos aqueles a quem Deus resgatou podem cantar hoje: "Meus dias estavam contados, mas você recuperou a minha saúde e me fez viver . Eu estava em grande amargura, mas você amou a minha alma e me livrou da cova. Você lançou os meus pecados para longe; por isso eu te louvo. Aqueles que morrem não pode louvá-lo. São os vivos que lhe louvam, querido Deus. Muito obrigado por me permitir permanecer mais tempo entre os vivos" (Minha paráfrase dos versículos 10, 16-19).
As lições que podemos extrair deste capítulo são bastante significativas. Vivemos em um mundo onde o Grande Conflito é iminente e todos somos feridos nessa batalha entre o bem e o mal. Contudo, Deus não nos abandonou e está disposto a atender a nossas súplicas. 2 Crônicas 7:14 nos encoraja : "Se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar e orar, buscar a minha face e se afastar dos seus maus caminhos, dos céus o ouvirei, perdoarei o seu pecado e curarei a sua terra" (NVI).
Alguns de nós precisamos de cura física, mas todos precisamos de cura espiritual. Não percamos tempo, nos humilhemos, oremos e coloquemos em ordem a nossa casa. Oremos pessoalmente e como igreja para que Deus estenda os nossos dias, conceda-nos mais tempo para louvar o Seu nome e levar a Sua verdade a outros. Ele certamente atenderá a nossa oração, pois está voltando e não quer ver ninguém perdido.
Melodious Echo Mason
EUA
Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/38/
Traduzido por JDS/JAQ
Texto bíblico: Isaías 38
sábado, 22 de março de 2014
Isaías 26
Comentário devocional:
Neste capítulo, Isaías retrata o coro dos justos com sua atenção dirigida à Sião Celestial (v. 1a-b). Eles cantam uma canção que diz que a salvação é o seu fundamento e suas defesas (v. 1c). Como num canto de romagem, ou de peregrinação, os salvos prestes a entrar na cidade pedem que se abram as portas para a entrada dos salvos, a nação dos justos, que se manteve fiel e da qual fazem parte (v.2).
A canção reflete as características de confiança daqueles que compõem a multidão de salvos: mantiveram paz espiritual porque guardaram um propósito firme de confiar em Deus somente (v.3). Confiaram no Senhor mesmo em condições extremas.
A razão para essa confiança "no Senhor" é que Ele é a Rocha eterna (v.4). Cristo é a Rocha-reino que, no sonho de Daniel 2 atinge todos os reinos e enche o mundo inteiro, por ocasião de Sua Segunda Vinda. Todos os reinos são, então, lançados ao pó (v. 5b). O justo, antes desamparado, agora andará sobre eles (v. 6). O Senhor é quem aplaina o caminho dos justos (v. 7). Eles andam nos caminhos da vontade do Senhor e confiam em Suas decisões (v. 8a). O nome e a lembrança do Senhor são o desejo de sua alma (v. 8b).
Isaías se inclui neste grupo a viajar para a Sião Celestial. Ele expõe que nos momentos escuros (à noite) sua alma anseia por Deus (v. 9a) e quando a luz se faz em sua vida (de manhã) ele deseja que Deus o acompanhe (por todo o dia) (v. 9b). Assim, seu espírito busca a Deus diligentemente porque sabe que é conhecendo a vontade de Deus e reconhecendo os Seus juízos que se aprende a justiça. (v. 9c-d).
Ao contrário do justo que reconhece os caminhos de Deus, os ímpios não aprendem a justiça (v. 10a ) e não reconhece a majestade do Senhor "(v. 10d ). Cegueira espiritual! Isaías diz que um dia o ímpio verá o zelo do Senhor pelo Seu povo e sentirá vergonha pela sua cegueira/por não ter visto o óbvio (v. 11b).
Isaías viu isso na visão e sentiu saudades do céu. Ele deseja profundamente a paz que Deus planeja para os Seus (v.12) e reconhece que já estivemos sob domínio de outros senhores, que ainda desejam voltar a nos dominar. Por isso dá graças a Deus pela liberdade (v. 13).
Nos versos restantes do capítulo, Isaías fala da angústia que virá aos justos (v. 16) antes que todas as coisas sejam restauradas, à semelhança do sofrimento da mulher em trabalho de parto (v. 17).
Lamenta que séculos de recebimento de bênçãos por parte de Israel não produziram resultados dignos, apenas o fracasso em cumprir o plano divino - não mais que vento (v. 18). E anseia por uma ressurreição espiritual de seu povo como também Ezequiel profetizou (Ez. 37:1-14) e como no futuro “os mortos em Cristo ressuscitarão” (1 Ts 4:16,17).
Ao final, Isaías fala ao seu povo que se esconda por um momento (v. 20) até que se passe a ira de Deus “para castigar os moradores da terra por suas iniqüidades”(v. 21 NVI). “Enquanto os primogênitos no Egito eram mortos, o povo de Deus devia permanecer nos seus lares (Ex. 12:22, 23). Durante as sete pragas, Deus convida Seu povo a fazer dEle seu esconderijo, que Ele seja para eles ‘refúgio e fortaleza, socorro bem presente nas tribulações’(Sl 46:1). Assim protegido, Seu povo não deve temer ‘ainda que a terra se transtorne e os montes se abalem no seio dos mares’(Sl 46:2; cf. 25:5; 91:1-10). A ira de Deus dura ’por um momento’ (Is 54:8; cf. Sl 30:5). O juízo é, para o Senhor, ‘obra estranha’ (Is 28:21); mas o momento da ira divina contra os ímpios é também o de livramento e triunfo do povo de Deus”. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 207.
Querido Deus,
Como Isaías, também estamos de joelhos. Nós oramos por nosso povo e entes queridos. Salva-nos, Senhor, em vosso reino quando vieres. Amém.
Koot van Wyk
Coreia do Sul
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/26/
Traduzido e adaptado por JAQ
Texto bíblico: Isaías 26
Neste capítulo, Isaías retrata o coro dos justos com sua atenção dirigida à Sião Celestial (v. 1a-b). Eles cantam uma canção que diz que a salvação é o seu fundamento e suas defesas (v. 1c). Como num canto de romagem, ou de peregrinação, os salvos prestes a entrar na cidade pedem que se abram as portas para a entrada dos salvos, a nação dos justos, que se manteve fiel e da qual fazem parte (v.2).
A canção reflete as características de confiança daqueles que compõem a multidão de salvos: mantiveram paz espiritual porque guardaram um propósito firme de confiar em Deus somente (v.3). Confiaram no Senhor mesmo em condições extremas.
A razão para essa confiança "no Senhor" é que Ele é a Rocha eterna (v.4). Cristo é a Rocha-reino que, no sonho de Daniel 2 atinge todos os reinos e enche o mundo inteiro, por ocasião de Sua Segunda Vinda. Todos os reinos são, então, lançados ao pó (v. 5b). O justo, antes desamparado, agora andará sobre eles (v. 6). O Senhor é quem aplaina o caminho dos justos (v. 7). Eles andam nos caminhos da vontade do Senhor e confiam em Suas decisões (v. 8a). O nome e a lembrança do Senhor são o desejo de sua alma (v. 8b).
Isaías se inclui neste grupo a viajar para a Sião Celestial. Ele expõe que nos momentos escuros (à noite) sua alma anseia por Deus (v. 9a) e quando a luz se faz em sua vida (de manhã) ele deseja que Deus o acompanhe (por todo o dia) (v. 9b). Assim, seu espírito busca a Deus diligentemente porque sabe que é conhecendo a vontade de Deus e reconhecendo os Seus juízos que se aprende a justiça. (v. 9c-d).
Ao contrário do justo que reconhece os caminhos de Deus, os ímpios não aprendem a justiça (v. 10a ) e não reconhece a majestade do Senhor "(v. 10d ). Cegueira espiritual! Isaías diz que um dia o ímpio verá o zelo do Senhor pelo Seu povo e sentirá vergonha pela sua cegueira/por não ter visto o óbvio (v. 11b).
Isaías viu isso na visão e sentiu saudades do céu. Ele deseja profundamente a paz que Deus planeja para os Seus (v.12) e reconhece que já estivemos sob domínio de outros senhores, que ainda desejam voltar a nos dominar. Por isso dá graças a Deus pela liberdade (v. 13).
Nos versos restantes do capítulo, Isaías fala da angústia que virá aos justos (v. 16) antes que todas as coisas sejam restauradas, à semelhança do sofrimento da mulher em trabalho de parto (v. 17).
Lamenta que séculos de recebimento de bênçãos por parte de Israel não produziram resultados dignos, apenas o fracasso em cumprir o plano divino - não mais que vento (v. 18). E anseia por uma ressurreição espiritual de seu povo como também Ezequiel profetizou (Ez. 37:1-14) e como no futuro “os mortos em Cristo ressuscitarão” (1 Ts 4:16,17).
Ao final, Isaías fala ao seu povo que se esconda por um momento (v. 20) até que se passe a ira de Deus “para castigar os moradores da terra por suas iniqüidades”(v. 21 NVI). “Enquanto os primogênitos no Egito eram mortos, o povo de Deus devia permanecer nos seus lares (Ex. 12:22, 23). Durante as sete pragas, Deus convida Seu povo a fazer dEle seu esconderijo, que Ele seja para eles ‘refúgio e fortaleza, socorro bem presente nas tribulações’(Sl 46:1). Assim protegido, Seu povo não deve temer ‘ainda que a terra se transtorne e os montes se abalem no seio dos mares’(Sl 46:2; cf. 25:5; 91:1-10). A ira de Deus dura ’por um momento’ (Is 54:8; cf. Sl 30:5). O juízo é, para o Senhor, ‘obra estranha’ (Is 28:21); mas o momento da ira divina contra os ímpios é também o de livramento e triunfo do povo de Deus”. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 207.
Querido Deus,
Como Isaías, também estamos de joelhos. Nós oramos por nosso povo e entes queridos. Salva-nos, Senhor, em vosso reino quando vieres. Amém.
Koot van Wyk
Coreia do Sul
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/26/
Traduzido e adaptado por JAQ
Texto bíblico: Isaías 26
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