Mostrando postagens com marcador justiça divina. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador justiça divina. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 11 de março de 2015

Romanos 13

Comentário devocional:

Paulo começa esclarecendo a relação do cristão com a autoridade civil. Estamos sujeitos aos poderes mais altos, mas o mais alto poder é Deus. Ele deu autoridade para os líderes civis. Se guardarmos a lei de Deus e as leis da país onde estamos não há necessidade de temer. A autoridade civil ministra em favor de Deus e cumpre a lei contra os malfeitores (v. 4), mantendo a ordem.

Baseado no fato de que a autoridade civil ministra para Deus, Paulo então apela para que o cristão obedeça a sua consciência e seja honesto em todas as coisas. Ele implora aos crentes que paguem seus impostos (v. 5). Ele diz, ainda, que respeitemos e honremos os líderes civis e conclui esta seção incentivando os cristãos a amar uns aos outros, porque se realmente amarmos uns aos outros estaremos vivendo de acordo com a lei de Deus. Ele nos lembra que devemos amar os nossos vizinhos e usa explicitamente os últimos cinco mandamentos para nos lembrar de como o amor deve operar (vs. 8-10).

Na última parte do capítulo, Paulo faz um apelo para que os cristãos despertem do sono. Embora este apelo se aplique a qualquer geração que já viveu, é especialmente aplicável àqueles que estão vivendo pouco antes da volta de Jesus. De fato, na parábola das dez virgens, Jesus descreve a Sua Igreja como estando a dormir (Mt 25:1-13). Paulo nos exorta, tendo em vista o tempo em que vivemos, que é hora de acordar e não de dormir. Agora, mais do que nunca, nossa salvação está mais próxima do que quando no princípio cremos. A noite deste mundo está quase no fim. Agora é a hora de derrotar as obras das trevas e nos vestirmos das armas da luz de Deus.

Paulo nos diz que nossa vida deve ser um livro aberto. Devemos viver honestamente com nada a esconder. Não devemos nos envolver em desordens ou em embriaguez (v. 13). E em um sentido espiritual, não devemos beber do vinho (falsas doutrinas) da Babilônia. O vinho de seu adultério espiritual tem embriagado a maior parte do mundo. Devemos ser espiritualmente puros e sóbrios, fiéis à mensagem que Deus nos deu como um povo. 

Paulo encerra o capítulo afirmando que o que realmente precisamos é nos vestirmos de Jesus Cristo e Sua justiça. Ao fazermos isso, não viveremos de acordo com a carne, de acordo com o velho homem do pecado, como visto em Romanos 7, mas teremos uma mente transformada que nos preparará para enfrentar a crise final.

Norman McNulty
Neurologista, TN, EUA




Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rom/13/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Romanos 13 

Comentário em áudio 

sexta-feira, 28 de março de 2014

Isaías 33

Comentário devocional:

Em toda a Bíblia encontramos uma série de "ais" do Senhor para nós. A maioria desses "ais" são encontrados no livro de Isaías. Esses "ais" repreendem tudo, desde os pecados pessoais dos ímpios, ao orgulho dos justos e por estes chamarem o mal por bem. Isaías ainda diz "ai" para si mesmo quando reconhece que ele é um  homem de lábios impuros. O estudo dos “ais” pode nos ajudar a não nos incluirmos em algum deles.


Nos capítulos anteriores imediatos, de Isaías 28 ao capítulo 31, Isaías profetizou "ais" contra Israel e Judá por sua rebeldia e orgulho. Agora encontramos Isaías proferindo um sério "ai" contra o rei Senaqueribe e o exército assírio que vieram saquear Jerusalém. Apesar do capítulo 33 parecer começar com uma nota negativa, é realmente um capítulo de esperança e misericórdia para Jerusalém. Embora Israel tantas vezes tenha caminhado em seu próprio conselho, e procurado pela ajuda de outras pessoas em vez de Deus, quando eles clamam por misericórdia, esta profecia lembra a eles (e a nós hoje) que Deus ainda ouve e responde a oração. De fato, somos informados neste capítulo que o reino que veio para saquear Jerusalém seria saqueado (v. 4). (Ver história detalhada em Isaías 36 e 37.)


Há uma mina de ouro neste capítulo, mas vamos nos concentrar no verso 14 e no que vem depois. Vendo como o Senhor resgata Israel da Assíria, os pecadores e hipócritas em Israel (incluindo os falsos professores de religião) clamam em angústia: "Quem de nós pode conviver com o fogo consumidor? Quem de nós pode conviver com a chama eterna?" (NVI). No Salmo 24:3 encontramos um grito semelhante: "Quem poderá subir o monte do Senhor? Quem poderá entrar no seu Santo Lugar?" (NVI).


A resposta vem nos versos seguintes às duas passagens: "Aquele que tem as mãos limpas e o coração puro, que não recorre aos ídolos nem jura por deuses falsos" (Sl 24:4 NVI). "Aquele que anda corretamente e fala o que é reto, que recusa o lucro injusto, cuja mão não aceita suborno, que tapa os ouvidos para as tramas de assassinatos e fecha os olhos para não contemplar o mal"(Isaías 33:15 NVI).


Como é que nós, seres humanos pecadores, podemos ter um coração puro? Como podemos nós, injustos desde o nascimento, andar retamente? Não podemos; Não sem Cristo. "Sem Cristo não podemos subjugar um único pecado nem resistir à menor tentação. É a conexão com um poder que é todo-poderoso que nos fará vencedores. Que todos que vem a Jesus andem em humildade e sintam diariamente que precisam de um poder fora e acima de si mesmo para amolecer seu coração de pedra; que ele precisa ser derretido como um metal para que a escória da autosuficiência possa ser consumida.” Signs of the Times, 10 de agosto de 1891, par. 2.


Louvado seja nosso todo-poderoso Senhor! Que Deus glorioso nós servimos! Arrependamo-nos e nos voltemos a Ele hoje para que Ele perdoe nossas iniqüidades e subjugue todos os nossos inimigos. Ao reconhecermos quem somos em comparação ao que nosso Deus é, torna-se cada vez mais evidente a nossa total incapacidade para cumprir as exigências divinas. Contudo, Isaías 33:22 resume tudo muito bem: " Pois o Senhor é o nosso juiz, o Senhor é o nosso legislador, o Senhor é o nosso rei; é Ele que nos vai salvar." (NVI).


Melodious Echo Mason

EUA


Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/33/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Isaías 33 

sábado, 22 de março de 2014

Isaías 26

Comentário devocional:

Neste capítulo, Isaías retrata o coro dos justos com sua atenção dirigida à Sião Celestial (v. 1a-b). Eles cantam uma canção que diz que a salvação é o seu fundamento e suas defesas (v. 1c). Como num canto de romagem, ou de peregrinação, os salvos prestes a entrar na cidade pedem que se abram as portas para a entrada dos salvos, a nação dos justos, que se manteve fiel e da qual fazem parte (v.2). 


A canção reflete as características de confiança daqueles que compõem a multidão de salvos: mantiveram paz espiritual porque guardaram um propósito firme de confiar em Deus somente (v.3). Confiaram no Senhor mesmo em condições extremas. 


A razão para essa confiança "no Senhor" é que Ele é a Rocha eterna (v.4). Cristo é a Rocha-reino que, no sonho de Daniel 2 atinge todos os reinos e enche o mundo inteiro, por ocasião de Sua Segunda Vinda. Todos os reinos são, então, lançados ao pó (v. 5b). O justo, antes desamparado, agora andará sobre eles (v. 6). O Senhor é quem aplaina o caminho dos justos (v. 7). Eles andam nos caminhos da vontade do Senhor e confiam em Suas decisões (v. 8a). O nome e a lembrança do Senhor são o desejo de sua alma (v. 8b). 


Isaías se inclui neste grupo a viajar para a Sião Celestial. Ele expõe que nos momentos escuros (à noite) sua alma anseia por Deus (v. 9a) e quando a luz se faz em sua vida (de manhã) ele deseja que Deus o acompanhe (por todo o dia) (v. 9b). Assim, seu espírito busca a Deus diligentemente porque sabe que é conhecendo a vontade de Deus e reconhecendo os Seus juízos que se aprende a justiça. (v. 9c-d). 


Ao contrário do justo que reconhece os caminhos de Deus, os ímpios não aprendem a justiça (v. 10a ) e não reconhece a majestade do Senhor "(v. 10d ). Cegueira espiritual! Isaías diz que um dia o ímpio verá o zelo do Senhor pelo Seu povo e sentirá vergonha pela sua cegueira/por não ter visto o óbvio (v. 11b). 


Isaías viu isso na visão e sentiu saudades do céu. Ele deseja profundamente a paz que Deus planeja para os Seus (v.12) e reconhece que já estivemos sob domínio de outros senhores, que ainda desejam voltar a nos dominar. Por isso dá graças a Deus pela liberdade (v. 13). 

Nos versos restantes do capítulo, Isaías fala da angústia que virá aos justos (v. 16) antes que todas as coisas sejam restauradas, à semelhança do sofrimento da mulher em trabalho de parto (v. 17). 

Lamenta que séculos de recebimento de bênçãos por parte de Israel não produziram resultados dignos, apenas o fracasso em cumprir o plano divino -  não mais que vento (v. 18). E anseia por uma ressurreição espiritual de seu povo como também Ezequiel profetizou (Ez. 37:1-14) e como no futuro “os mortos em Cristo ressuscitarão” (1 Ts 4:16,17).


Ao final, Isaías fala ao seu povo que se esconda por um momento (v. 20) até que se passe a ira de Deus “para castigar os moradores da terra por suas iniqüidades”(v. 21 NVI). “Enquanto os primogênitos no Egito eram mortos, o povo de Deus devia permanecer nos seus lares (Ex. 12:22, 23). Durante as sete pragas, Deus convida Seu povo a fazer dEle seu esconderijo, que Ele seja para eles ‘refúgio e fortaleza, socorro bem presente nas tribulações’(Sl 46:1). Assim protegido, Seu povo não deve temer ‘ainda que a terra se transtorne e os montes se abalem no seio dos mares’(Sl 46:2; cf. 25:5; 91:1-10). A ira de Deus dura ’por um momento’ (Is 54:8; cf. Sl 30:5). O juízo é, para o Senhor, ‘obra estranha’ (Is 28:21); mas o momento da ira divina contra os ímpios é também o de livramento e triunfo do povo de Deus”. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 207.


Querido Deus,

Como Isaías, também estamos de joelhos. Nós oramos por nosso povo e entes queridos. Salva-nos, Senhor, em vosso reino quando vieres. Amém.

Koot van Wyk

Coreia do Sul


Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/26/

Traduzido e adaptado por JAQ

Texto bíblico: Isaías 26 

quarta-feira, 19 de março de 2014

Isaías 23

Comentário devocional:

Neste capítulo, Isaías se concentra em uma cidade muito popular na sua época, Tiro. Parece que “todos os caminhos levavam a...” Tiro. 

Ezequiel fala da queda de Tiro durante o reinado de Nabucodonosor (Ezequiel 26-28). O rei de Tiro tinha o espírito de rebelião de Lúcifer (Ezequiel 28:11-19). Isaías viu a queda de Tiro muito antes que esta acontecesse. Isaías está tentando dizer ao povo de sua época que a queda de qualquer cidade ou império acontece porque, como uma luva nas mãos de Lúcifer, ela está  manifestando o mesmo espírito de rebelião mostrado no Céu, não importa o quão disfarçada seja essa rebelião.


Os impérios e cidades do passado eram todos, em certo sentido, "Babilônias" porque se consideravam como sendo os “portões dos deuses” (que é, em verdade, o significado da palavra Babilônia). Cada vez que uma cidade caia, isto era atribuído a alguns pecados que teriam feito os deuses ficarem com raiva. Isaías queria mostrar que todos esses juízos vinham do Senhor. Mas esses desastres da história não podem ser comparados com o desastre global que ocorrerá durante o julgamento executivo de Deus no tempo do fim.


Tiro era como um polvo com tentáculos em todos os países (v. 1b), com navios espalhados em cada porto comercializando mercadorias de todos os lugares (v. 2b). Ela era "o mercado das nações", a Wall Street dos tempos antigos (v. 3c). Seus "pés a levaram até longe" (v. 7c). Tiro era um centro de entretenimento, artes cênicas e música, um lugar de "muitas canções" (v. 16 NVI).


Isaías adverte que, apesar de Tiro ter sido uma cidade aparentemente feliz (v. 7) isto não iria durar (v. 12). Quando o Senhor destruísse o centro econômico da cidade não haveria haverá mais nela fortaleza (v.14). O Senhor é Aquele que derruba impérios e capitais de impérios. Ele estende a mão e faz tremer os reinos (v. 11).


Esta profecia não se aplica somente a Tiro, mas também contra toda a terra de Canaã, e isto não por uma arbitrariedade divina. Canaã era tão má que Deus ordenou que suas fortalezas fossem destruídas (v. 11). Mas os israelitas não obedeceram à vontade de Deus e se estabeleceram nessas cidades, tornando-se seculares, abandonando ao Senhor. 


Essas cidades canaanitas com sua glória artificial, relacionamentos enganadores, e felicidade falsa, eram agentes de Satanás. 


Mesmo que seus habitantes fugissem para morar em outros países a fim de escapar da punição, não encontrariam lá descanso (v. 12b), diz a Palavra do Senhor.


A profecia de que Nabucodonosor viria e destruiria Tiro e que esta ficaria "despojada" (v. 13 NVI) ou "arrasada” (ARA) por 70 anos se tornou realidade. Isaías fala de Tiro como uma "prostituta esquecida" (v. 16 NVI), mas que ao final de 70 anos seria restaurada (v. 17). Apesar de continuar a existir ali a maldade e a impureza, como qualquer cidade portuária, entre os seus habitantes haveria aqueles que utilizariam sua influência e recursos financeiros para promover a adoração do Senhor.


A principal mensagem de Isaías sobre a queda de Tiro encontrará seu clímax no próximo capítulo, que tratará também da queda da Terra.


Querido Deus,

há uma Tiro em cada um de nós que apela fortemente a nossas paixões e emoções. Ajuda -nos e libertar-nos do espírito de Tiro para que ele não destrua nossa espiritualidade e relacionamento conTigo. Amém. 

Koot van Wyk
Coreia do Sul




Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/23/

Traduzido por: JAQ/JDS


Texto bíblico: Isaías 23 

quinta-feira, 13 de março de 2014

Isaías 17

Comentário devocional:

Além de Moabe, outras nações e cidades, como  Damasco, também têm problemas e receberam mensagens de advertência através de Isaías. O coração do problema de Damasco como apresentado neste capítulo é: "te esqueceste do Deus da tua salvação e não te lembraste da rocha da tua fortaleza" (v. 10a ARA).

A população de Damasco teve todas as oportunidades para conhecer mais acerca de Deus. Eles viviam há séculos perto de Israel e sabiam das "revelações" de Deus, das Suas leis, da mensagem do santuário, das intervenções de Deus na história e, no entanto, seguiram o seu próprio caminho. 

O pecado de Damasco estava em seus altares (v. 8). Focadas apenas em si mesmas e em seus negócios, as pessoas de Damasco se esqueceram de Deus e construíram para si altares pagãos. Acaz, rei de Judá, chegou a construir no Templo de Jerusalém uma cópia de um altar assírio que vira em Damasco (2 Reis 16:11). 

Damasco cometeu o pecado de misturar ao culto a Deus elementos das religiões sensuais das culturas próximas, como postes sagrados dedicados à deusa mãe "Asherah” e altares de incenso (v. 8b).

Assim, Isaías vê a punição aguardando Damasco e as cidades circunvizinhas. Em um futuro imediato, Damasco cairia, seria abandonada e se tornaria em ruínas (versos 1-2).  

Isaías em suas visões visualizava não apenas os acontecimentos históricos de sua época, mas também eventos de épocas futuras. Os pensamentos do profeta nos versos 4 a 8 parecem se referir à Segunda Vinda de Cristo

Nos versos 5-6, Isaías descreve a colheita final da terra e fala do remanescente piedoso que restará de modo semelhante às espigas de trigo deixadas em campo já colhido, ou às azeitonas que permanecem após as oliveiras serem sacudidas. Em outras palavras, restará um remanescente piedoso e essa é a boa notícia em meio à má notícia.

No versículo 3c Isaías diz que "o remanescente de Arã [Síria] será como a glória dos israelitas" (NVI). Há fiéis em todos os lugares e eles compartilharão da glória do "Israel espiritual". Naquele dia os homens olharão para Aquele que os fez e voltarão os seus olhos para o Santo de Israel" (v. 7 NVI). Notamos neste remanescente as mesmas características de Elias: não se envolvem com a idolatria popular, com elementos de outras religiões e outros elementos religiosos populares (v. 8).

Na Segunda Vinda, cidades fortificadas ficarão sem habitantes e a terra ficará desolada (verso 9). Na época do fim, diz Isaías nos versos 12-14, as nações estarão em tumulto como o mar revolto, em um período de confusão global. Nesse tempo, Cristo virá e "quando Ele os repreender, fugirão para longe, carregados pelo vento como palha nas colinas, como galhos arrancados pela ventania" (v. 13 NVI).

Os acontecimentos da Segunda Vinda serão rápidos, como um terror que chega à noite e antes do amanhecer já cumpriu sua tarefa de eliminação (verso 14). O destino de Damasco é um alerta do que acontecerá com aqueles que desprezam a Deus e seguem as sugestões de Satanás. As palavras de Isaías são um convite para nos voltarmos para Deus enquanto é tempo.

Querido Deus,
Uma terra linda e encantadora nos aguarda, onde viveremos para sempre em total harmonia contigo. Lá todas as mais altas aspirações e desejos da vida serão satisfeitos e alcançados. Senhor, permite-nos  compartilhar desse momento glorioso quando toda a dor e tristeza terão passado e serão apenas história. Amém.

Koot van Wyk
Coreia do Sul



Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/17/

Traduzido por: JAQ/JDS

Texto bíblico: Isaías 17