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sexta-feira, 15 de maio de 2015

I Timóteo 5

Comentário devocional

Neste capítulo, Paulo dá conselhos acerca de como lidar com os relacionamentos existentes dentro da igreja. Ele começa com os idosos, mas dedica mais atenção à questão das viúvas (vs. 3-16). O ensino judaico requeria que as viúvas e os órfãos fossem sustentados financeiramente (Ex 22:22-24; Dt 27:19). Esta prática estava sendo seguida pelos cristãos gentios, mas diretrizes eram necessárias para que o cuidado às viúvas cumprisse o seu objetivo sem desvirtuamentos. Prover cuidado aos necessitados traz bênçãos e transforma a igreja. 

Paulo fala, então, sobre o dever de apoiar e orar por aqueles designados como líderes. Quando um líder falha é muito triste, pois toda a igreja sofre. Se um líder se envolve em pecado aberto, ele deve ser repreendido perante a igreja (v. 20). Tudo deve ser feito com justiça, sem favoritismos ou parcialidade. 

Paulo recomenda a Timóteo: "Conserve-se puro" (v. 22 NVI).Essas palavras são mais importantes na sociedade de hoje, obcecada por sexo, do que quando Paulo as escreveu. A impureza começa com nossos pensamentos. O que devemos fazer com todas as tentações para a impureza que se apresentam perante nós a cada dia? Desviar o olhar. Em momentos como esses recite trechos memorizados das Escrituras, cante. Não abrigue nenhum pensamento que alimente os desejos carnais. "Tudo o que for puro, tudo o que for amável, tudo o que for de boa fama, se houver algo de excelente ou digno de louvor, pensem nessas coisas" (Fp 4:8 NVI). 

Que esta seja a sua oração hoje: "Que as boas obras da graça de Deus (v. 25) sejam abundantes mais e mais em minha vida." 

David Manzano
Pastor aposentado 
Collegedale, TN EUA 


Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/1ti/5/ 

Traduzido por JAQ/JDS

Texto Bíblico: I Timoteo 5   

Comentários em áudio 

segunda-feira, 11 de maio de 2015

I Timóteo 1

Comentário devocional:

"A Timóteo, meu verdadeiro filho na fé: Graça, misericórdia e paz da parte de Deus" (v. 2, NVI). Esta não era apenas a maneira formal de Paulo começar suas cartas. É a sua declaração de que é somente pela obra da graça de Cristo que podemos viver e realizar o que Deus nos pede.

No verso 3, Paulo lembra a Timóteo por qual razão pediu-lhe para ficar em Éfeso. Éfeso era uma importante cidade comercial. A cultura grega e o culto à deusa "Diana" com sua imoralidade formavam a cultura de Éfeso. Alguns crentes judeus insistiam em ensinar as exigências legalistas da lei que haviam aprendido na infância. Talvez alguns destes crentes judeus podiam traçar sua genealogia até Davi ou o sumo sacerdote Josué e afirmavam que isso lhes dava autoridade para ensinar. Disputas, falsas doutrinas e conversa fiada estavam causando dano à igreja. Timóteo devia ensinar a palavra e treinar outros a fazer o mesmo.

O propósito do mandamento é amar com um coração puro. Os comportamentos mencionados nos versos 9 e 10 são condenados pela lei e são também condenados pelo "glorioso evangelho" (v. 11). A mentira, o assassinato, a rebeldia, o tráfico de escravos e outras transgressões da lei são mencionadas pelo apóstolo como exemplos do que o evangelho também rejeita.

"Cristo Jesus veio ao mundo para salvar os pecadores, dos quais eu sou o pior" (v. 15, NVI). Com estas palavras  Paulo expressa a sua permanente surpresa por sua salvação. Seus pensamentos podiam ser traduzidos assim: "Como Jesus Cristo é longânimo! Eu queria matar aqueles que acreditavam nEle, mas Ele trabalhou pela minha salvação. Eu precisava de misericórdia. Alcancei misericórdia. Com tudo isso, você ainda acha que Deus não quer você em Seu reino? Ele quer, Ele certamente quer. Minha experiência prova o quanto Ele quer você no Seu reino".

A conversão de Paulo, seu ministério incansável, seus escritos, não foram registrados para trazer honra para ele mesmo. "Ao Rei eterno, o Deus único, imortal e invisível, sejam honra e glória para todo o sempre. Amém" (v. 17, NVI). 

O exemplo de Paulo é um convite para que nós também louvemos a Deus por Sua Graça em nossa vida e, como fruto de nossa gratidão, nos dediquemos a Seu serviço onde quer que Ele precise de nós!

David Manzano 
Pastor aposentado
Collegedale, Tennessee, EUA



Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/1ti/1/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto Bíblico: I Timoteo 1 

Comentários em áudio 

sábado, 6 de dezembro de 2014

Marcos 7 - Comentários selecionados

1 Ora, reuniram-se. Neste ponto da narrativa, tanto Mateus como Marcos passam por alto o incidente significativo na sinagoga de Cafarnaum, quando, no final do discurso sobre o "Pão da Vida", a opinião popular na Galileia se voltou contra Jesus. ... Contrariamente ao costume, Jesus permaneceu na Galileia durante a época da Páscoa ..., sem dúvida, atendendo às necessidades das pessoas discretamente. CBASD - Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 678. 

isto é, por lavar. Como escrevia para não judeus ..., que poderiam não compreender a natureza da provocação que os espiões apresentavam, Marcos descreveu o que ele queria dizer com "impuras". Mateus, provavelmente, escrevendo principalmente para judeus ..., não faz tal declaração explicativa. A purificação aqui era estritamente ritual, não sanitária. Este rito consistia em verter uma pequena quantidade de água sobre a palma de uma mão, depois na outra, com a mão em tal posição que a água passasse da palma da mão para o punho, mas não mais além, cuidando-se o tempo todo para que a água corresse de volta para a palma da mão e, depois, alternadamente esfregando as duas mãos. A quantidade mínima de água prescrita era a que caberia em uma casca e meia de ovo. No entanto, onde não houvesse água disponível, uma ablução a seco era permitida, na qual uma pessoa poderia simplesmente simular o lavar das mãos de forma prescrita. CBASD, vol. 5, p. 679.

2 impuras. Não se refere à falta de higiene mas à pureza formal, cerimonial. Bíblia Shedd.

3 tradição dos anciãos. Refere-se à interpretação oral e expositiva da lei de Moisés, mais tarde codificada na Mishná. O Talmude é um comentário sobre a Mishná que executava um "cerco" em volta da lei para evitar qualquer transgressão. Bíblia Shedd.

Com o tempo, essa tradição oral, originalmente destinada a proteger a lei escrita do AT, chegou a ser considerada mais sagrada do que a própria lei (ver DTN, 395). Por uma obediência mecânica às exigências da tradição oral, a pessoa automaticamente estaria guardando a lei escrita, incluindo os dez mandamentos. CBASD, vol. 5, p. 679.

11 Corbã. Uma palavra hebraica e aramaica (que Marcos traduz para os leitores gentios) e que significa alguma coisa dedicada a um propósito religioso. Por um simples voto, para preservar suas posses como dádiva para Deus, uma pessoa poderia fugir à responsabilidade de sustentar seus pais. Bíblia de Genebra.

Os mestres da lei sustentavam que o juramento do Corbã era irrevogável, mesmo quando fosse feito de modo precipitado. Essa prática era uma das muitas tradições que obedeciam à letra da lei, enquanto desrespeitavam o seu espírito. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Este voto também era tomado para evitar obediência ao mandamento de cuidar do pobre e daqueles que passavam por tempos difíceis. Andrews Study Bible.

13 invalidando. Jesus não respondeu diretamente à pergunta dos judeus que aparece no v. 5. Indiretamente, Ele lhes dá uma resposta válida para todas as gerações vindouras. ... Devemos ser como os bereanos (At 17.11). Bíblia Shedd.

15-23 Jesus ataca aqui a crença de que se os piedosos judeus observassem tais regras de pureza [cerimonial] eles estariam automaticamente limpos moralmente. Andrews Study Bible.

15 nada há fora do homem. Deve-se ressaltar que o problema em discussão entre Jesus e os fariseus nada tinha que ver com o tipo de alimento a ser consumido, mas apenas com o modo com que era ingerido, se com ou sem o ritual de purificação das mãos. CBASD, vol. 5, p. 682.

19 lugar escuso. Do gr aphedron, "uma latrina" ou uma "privada". O termo não se refere, como frequentemente se supõe, a uma parte do corpo humano. CBASD, vol. 5, p. 683.

puros todos os alimentos. Jesus teria declarado "puros" todos os alimentos, em ralação ao tema discutido que tinha que ver com o ritual de purificação. ... Deve-se notar que a palavra gr. bromata, traduzida como "alimentos", significa simplesmente "o que é comido" ... o contexto (v.1-14, 20-13) não trata da impureza biológica, mas da impureza cerimonial á qual, supostamente, as pessoas se expunham a partir da omissão da lavagem ritual. ... Do começo ao fim, Cristo lida com a difícil questão do contraste entre o"mandamento de Deus" e a "tradição dos homens". CBASD, vol. 5, p. 683.

21 prostituição. Do gr porneiai, um termo que inclui todas as formas de relações sexuais ilícitas. CBASD, vol. 5, p. 683.

26 grega. Em cultura e língua, não em nacionalidade. Bíblia Shedd.

34 suspirou. Do gr. stenazo, "suspirar" ou "gemer". Isto não foi parte da comunicação com o homem afligido, mas uma expressão da reação do próprio Jesus como ser humano ao sofrimento e fraqueza das pessoas. ... Na surdez do homem, Ele viu uma imagem enternecedora dos corações humanos à mensagem que Ele transmitia. CBASD, vol. 5, p. 685.

Efatá! Palavra aramaica que Marcos traduz para seus leitores gentios. Bíblia de Estudo NVI Vida.

37 Tudo Ele tem feito esplendidamente bem. Este foi o veredicto dos pagãos que aprenderam algo sobre Jesus por intermédio dos dois ex-endemoniados de Gadara. ... Como as pessoas comuns da Galileia, os pagãos O "ouvia[m] com prazer". CBASD, vol. 5, p. 685.

sexta-feira, 28 de março de 2014

Isaías 33

Comentário devocional:

Em toda a Bíblia encontramos uma série de "ais" do Senhor para nós. A maioria desses "ais" são encontrados no livro de Isaías. Esses "ais" repreendem tudo, desde os pecados pessoais dos ímpios, ao orgulho dos justos e por estes chamarem o mal por bem. Isaías ainda diz "ai" para si mesmo quando reconhece que ele é um  homem de lábios impuros. O estudo dos “ais” pode nos ajudar a não nos incluirmos em algum deles.


Nos capítulos anteriores imediatos, de Isaías 28 ao capítulo 31, Isaías profetizou "ais" contra Israel e Judá por sua rebeldia e orgulho. Agora encontramos Isaías proferindo um sério "ai" contra o rei Senaqueribe e o exército assírio que vieram saquear Jerusalém. Apesar do capítulo 33 parecer começar com uma nota negativa, é realmente um capítulo de esperança e misericórdia para Jerusalém. Embora Israel tantas vezes tenha caminhado em seu próprio conselho, e procurado pela ajuda de outras pessoas em vez de Deus, quando eles clamam por misericórdia, esta profecia lembra a eles (e a nós hoje) que Deus ainda ouve e responde a oração. De fato, somos informados neste capítulo que o reino que veio para saquear Jerusalém seria saqueado (v. 4). (Ver história detalhada em Isaías 36 e 37.)


Há uma mina de ouro neste capítulo, mas vamos nos concentrar no verso 14 e no que vem depois. Vendo como o Senhor resgata Israel da Assíria, os pecadores e hipócritas em Israel (incluindo os falsos professores de religião) clamam em angústia: "Quem de nós pode conviver com o fogo consumidor? Quem de nós pode conviver com a chama eterna?" (NVI). No Salmo 24:3 encontramos um grito semelhante: "Quem poderá subir o monte do Senhor? Quem poderá entrar no seu Santo Lugar?" (NVI).


A resposta vem nos versos seguintes às duas passagens: "Aquele que tem as mãos limpas e o coração puro, que não recorre aos ídolos nem jura por deuses falsos" (Sl 24:4 NVI). "Aquele que anda corretamente e fala o que é reto, que recusa o lucro injusto, cuja mão não aceita suborno, que tapa os ouvidos para as tramas de assassinatos e fecha os olhos para não contemplar o mal"(Isaías 33:15 NVI).


Como é que nós, seres humanos pecadores, podemos ter um coração puro? Como podemos nós, injustos desde o nascimento, andar retamente? Não podemos; Não sem Cristo. "Sem Cristo não podemos subjugar um único pecado nem resistir à menor tentação. É a conexão com um poder que é todo-poderoso que nos fará vencedores. Que todos que vem a Jesus andem em humildade e sintam diariamente que precisam de um poder fora e acima de si mesmo para amolecer seu coração de pedra; que ele precisa ser derretido como um metal para que a escória da autosuficiência possa ser consumida.” Signs of the Times, 10 de agosto de 1891, par. 2.


Louvado seja nosso todo-poderoso Senhor! Que Deus glorioso nós servimos! Arrependamo-nos e nos voltemos a Ele hoje para que Ele perdoe nossas iniqüidades e subjugue todos os nossos inimigos. Ao reconhecermos quem somos em comparação ao que nosso Deus é, torna-se cada vez mais evidente a nossa total incapacidade para cumprir as exigências divinas. Contudo, Isaías 33:22 resume tudo muito bem: " Pois o Senhor é o nosso juiz, o Senhor é o nosso legislador, o Senhor é o nosso rei; é Ele que nos vai salvar." (NVI).


Melodious Echo Mason

EUA


Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/33/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Isaías 33 

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Cantares 4

Comentário devocional:

O capítulo 4 (e o primeiro verso do capítulo 5) retrata a cerimônia de casamento entre Salomão e sua amada. Apenas neste capítulo Salomão a chama de "minha noiva" (versos 8, 9, 10, 11, 12, e 5:1). 

Tanto a noiva quanto o noivo descrevem a beleza da pessoa amada com louvor exuberante, aqui e mais adiante no livro (4:1-7, 8-15; 5:10-16; 6:4-10; 7:1-9 ), de modo similar às canções de louvor (chamadas wasfs), dos atuais casamentos rurais na Síria. As mútuas descrições de beleza da pessoa amada nem sempre se referem à beleza física, mas muitas vezes retratam as qualidades morais admiráveis dos amantes. 

A descrição de Salomão de sua noiva: "Você é toda linda, minha querida; em você não há defeito algum" (v. 7, NVI) encontra eco na descrição que Paulo faz da noiva de Cristo, a igreja (Efésios 5:27).

A expressão "jardim fechado", utilizada por Salomão para referir-se à sua noiva no verso 12, denota virgindade. Isso indica que, no momento do casamento, ela ainda era virgem. No Cântico dos Cânticos a relação sexual entre os amantes ocorre apenas no contexto do compromisso do casamento. Este verso é um forte incentivo para a abstinência sexual até o casamento.

Os versos 4:16 e 5:1 constituem o centro exato e o ápice de Cantares, com igual número de linhas poéticas de cada lado destes dois versos. Aqui a noiva convida seu noivo (Salomão) a vir e participar dos frutos do jardim dela (agora dele!) (verso 16), e o noivo alegremente aceita o convite (5:1). Isso equivale à cerimônia pública atual da troca de alianças e dos votos de casamento em que a noiva convida e o noivo aceita, de bom grado, completar a aliança de casamento através da união sexual. Na parte final do verso (5:1) é a autoridade da voz do próprio Deus que pronuncia uma bênção sobre o casamento recém concluído, assim como Ele pessoalmente oficiou e abençoou o primeiro casamento no Jardim do Éden (Gênesis 2:22-24).

Senhor, oramos por nossos jovens, para que possam permanecer puros até o casamento guardando-se sexualmente para o cônjuge. Obrigado, Deus, por afirmares a beleza do amor sexual conjugal. Amém.

Richard M. Davidson
Professor de Interpretação do Antigo Testamento
Universidade Andrews


Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/son/4/

Traduzido por JDS/JAQ/GASQ

Texto bíblico: Cantares 4 

domingo, 12 de janeiro de 2014

Provérbios 8

Comentário devocional:


O uso de palavras profanas e obscenas me deixa muito desconfortável.


Uma juventude irreverente me deixou com um dicionário mental de frases de baixo calão que tenho procurado apagar da minha mente. Para piorar, logo percebi que não poderia fazer muito a respeito daqueles que amaldiçoam na minha presença. Mas eu poderia tomar medidas para controlar o que entraria em meus olhos e ouvidos a partir da Internet e das notícias da imprensa. A questão tornou-se pessoal quando assumi o comando da política de uso de palavras ofensivas na agência de notícias onde trabalho.


Muitos meios de comunicação não têm nenhum problema com obscenidades. Alguns jornais publicam a primeira letra da palavra ofensiva, seguido por uma série de traços levando o leitor mentalmente a completar a frase.
A agência de notícias onde eu trabalho não tinha regras claras quanto ao uso de palavras obscenas nos textos. Mas eu percebi que não poderia ser a única pessoa entre os meus colegas de profissão que desejava dizer juntamente com Salomão: "Todas as minhas palavras são justas; nenhuma delas é distorcida ou perversa" (v. 8, NVI). Então, eu tomei emprestado e adotei a política do jornal Washington Post a qual proibe palavrões em seus artigos e recomenda a substituição entre parênteses da obscenidade em uma citação direta.


Foi muito difícil manter esta política no início. Uns poucos jornalistas insistiram que suas histórias perdiam impacto sem as palavras profanas. Mas eu me mantive firme na defesa do que acreditava ser correto. Pouco tempo depois, o governo russo entrou em cena. Em um esforço para proteger as crianças, foi aprovada uma lei exigindo que as organizações de mídia avaliassem criteriosamente seus conteúdos. Optamos por uma classificação um pouco melhor tornando ilegal para nós mesmos publicar palavrões.


As vezes esquecemos que é errado falar palavrões, espalhar boatos e contar piadas sujas. Mas somos alertados por Salomão: "Temer o Senhor é odiar o mal; odeio o orgulho e a arrogância, o mau comportamento e o falar perverso" (v. 13, NVI). Amar a Deus envolve odiar as palavras ofensivas.


Fiquei contente quando o governo russo apoiou a minha política mais elevada quanto ao uso das palavras. Mas melhor mesmo é receber a aprovação de Deus.


Andrew McChesney
Jornalista na Rússia




Traduzido por JDS/JAQ


Texto bíblico: Provérbios 8