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segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Mateus 16 - Comentários selecionados

1 e os saduceus. Pela primeira vez, os saduceus se uniram aos fariseus na tentativa de silenciar Jesus. CBASD - Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 447.

sinal do céu. Sua [de Jesus] analogia mostra que o problema não é a falta de evidência, porém uma má vontade em aceitar o seu significado. Jesus já havia realizado muitos sinais. Bíblia de Genebra.

Eles estavam sem conhecimento porque optaram por rejeitar a luz. CBASD, vol. 5, p. 448.

 4 o de Jonas. A ressurreição de Jesus, figurada pelos três dias e três noites que Jonas passou no ventre do grande peixe (12.39-41). Bíblia Shedd.

5 para o outro lado. Para os territórios de Filipe, provavelmente desembarcando em Betsaida, de onde foram caminhando para Cesaréia de Felipe, cidade situada no sopé do monte Hermom, cujo pico se localiza a c. 20 km mais para o norte. Bíblia Shedd.

6 fermento dos fariseus. Fala-se aqui de hipocrisia e perversidade crescentes (v. 12). Bíblia Shedd.

13 Cesareia de Filipe. Filipe, filho de Herodes, o Grande, seguiu o costume de dar o nome do imperador César a uma cidade de destaque, que antes era chamada Panéias, "santuário do deus Pan". Bíblia Shedd.

O nome antigo sobrevive hoje como Banias. Bíblia de Estudo NVI Vida.

A partir de uma gruta, anteriormente dedicada a Pan, em um penhasco elevado nas proximidades de Paneas ... brota uma corrente perene, o rio Banias, um dos principais afluentes do rio Jordão. CBASD, vol. 5, p. 450.

16 Pedro declara que Jesus é o Messias e o Rei profetizado no Antigo Testamento.  Bíblia de Genebra.

o Filho do Deus vivo. Aplicado a Jesus, o título reflete o relacionamento único de Jesus com o pai. Bíblia de Genebra.

17 carne ... que to revelaram. O reconhecimento daquilo que Jesus é tem que vir de Deus. Bíblia de Genebra.

18 Pedro ... rocha. O texto grego de Mateus joga com estas duas palavras: pethros e petra, respectivamente. A interpretação com o apoio bíblico mais forte e mais amplamente aceito desde a Reforma Protestante é que pethros é Pedro e petra se refere a Cristo que é a fundação e pedra de esquina da igreja (1Cor 3:11; Ef 2:20; 1Pe 2:4-7). Andrews Study Bible.

Quando Pedro diz que Jesus não deve enfrentar a cruz, ele não é chamado a pedra fundamental, mas pedra de tropeçoBíblia de Genebra.

Apesar do jogo de palavras, não é a pessoa de Pedro que é a pedra fundamental da Igreja. É Cristo mesmo, segundo o próprio Pedro (1Pe 2.4-8; cf Mt 21.42-44). Bíblia Shedd.

A esse respeito, Pedro, a quem foram dirigidas as palavras, nega enfaticamente, por seus ensinamentos, que a "rocha" de quem Jesus falou se refiria a ele (ver At 4:8-12; 1Pe 2:4-8). Mateus registra que Jesus usou outra vez a mesma figura de linguagem em circunstâncias que exigem claramente quee o termo se refira a Ele mesmo (ver com. de Mt 21:42; cf. Lc 20:17, 18). Desde os primeiros tempos, a figura da pedra foi utilizada pelos hebreus como um termo específico para Deus (ver com. de Dt 32:4; Sl 18:2, etc.). O profeta Isaías fala de Cristo como "uma grande rocha em terra sedenta" (ver com. de Is 32:2) e como uma "pedra preciosa, angular, solidamente assentada" (ver com. de Is 28:16). Paulo afirma que Cristo era a "Pedra" que seguia com Seu povo nos tempos antigos (ver 1Co 10:4; cf. Dt 32:4; 2Sm 22:32; Sl 18:31). ... Jesus Cristo é a "rocha da nossa salvação" (Sl 95:1 [ARC]; cf Dt 32:4, 15, 18; DTN, 413). Ele é o único fundamento da igreja, pois "ninguém pode lançar outro fundamento, além do que foi posto, o qual é Jesus Cristo" (1Co 3:11), ... Jesus é sempre, e apenas Ele, a "Rocha" sobre a qual repousa toda a estrutura, pois sem Ele não haveria igreja. A fé nEle como Filho de Deus também torna possível sermos feitos filhos de Deus (Jo 1:12; 1Jo 3:1, 2). A percepção de que Jesus Cristo é verdadeiramente o Filho de Deus, como Pedro enfaticamente afirmou nessa ocasião (ver Mt 16:16) é a chave para a porta da salvação (DTN, 412, 413). Mas é incidental, não fundamental, que Pedro tenha sido o primeiro a reconhecer e declarar sua fé, o que, nessa ocasião, ele fez como porta-voz de todos os discípulos (ver com. do v. 16). Agostinho (c. 400 d.C.), o maior teólogo católico dos primeiros séculos do cristianismo, deixa para seus leitores decidir se Cristo aqui designava a Si próprio ou a Pedro como "a rocha" (Retraciones, i.21.1). ... Eusébio, historiador da igreja primitiva, cita Clemente de Alexandria declarando que Pedro, Tiago e João não lutaram pela supremacia da igreja em Jerusalém, mas optaram por Tiago, o Justo, como líder (História Eclesiástica, ii,1). Outros entre os primeiros pais da igreja, como Hilário de Arles, ensinaram a mesma coisa. Foi só quando o apoio bíblico foi procurado em favor das reivindicações do bispo de Roma à primazia da igreja (ver vol. 4, p. 920, 921) que as palavras ditas por Cristo nessa ocasião foram tiradas de seu contexto original e interpretadas para dizer que Pedro era "esta pedra". Leão I foi o primeiro pontífice romano a alegar, em c. 445 d.C., que sua autoridade provinha de Cristo, por meio de Pedro [cf Kenneth Scott Latourette, em A History of Christianity, 1953, p. 186]. ... É extraordinário que nenhum bispo romano tenha descoberto esse significado nas palavras de Cristo, até que um bispo do 5º século considerou necessário encontrar algum apoio bíblico para o primado papal. O significado atribuído às palavras de Cristo, por meio do qual fazem conferir a primazia sobre os chamados sucessores de Pedro, os bispos de Roma, está em completo desacordo com todos os ensinamentos que Cristo transferiu a Seus seguidores (ver Mt 23:8, 10). ... Talvez a melhor evidência de que Cristo não nomeou Pedro como a "rocha" sobre a qual Ele edificaria Sua igreja seja o fato de que nenhum dos que ouviram Cristo nessa ocasião - nem mesmo Pedro - interpretou assim Suas palavras, nem durante o tempo em que Cristo esteve na Terra, nem depois. Se Cristo tivesse feito de Pedro o principal entre os discípulos, eles não estariam depois envolvidos em repetidas discussões sobre qual deles "parecia ser o maior" (Lc 22:24; ver Mt 18:1; Mc 9:33-35, etc; DTN, 817; ver com. de Mt 16:19). ... Petra é uma "rocha" grande, fixa, imutável, enquanto petros é uma pequena "pedra". CBASD, vol. 5, p. 454.

portas. O triunfo de Cristo sobre a morte e a sepultura é a verdade central do cristianismo. Não foi possível a Satanás deter Cristo pelos laços da morte (ver At 2:24), nem lhe será possível deter qualquer daqueles que creem em Cristo (Jo 3:16; Rm 6:23). Falando figurativamente, Satanás detém as "portas do inferno", mas Cristo, por Sua morte, entrou no reduto de Satanás e prendeu o adversário (ver com. de Mt 12:29). Sobre esse fato sublime repousa a esperança cristã de libertação das artimanhas de Satanás nesta vida, de seu poder sobre a sepultura e da sua presença na vida por vir. CBASD, vol. 5, p. 454.

inferno [gr. hades]. Em grego é o lugar dos mortos, equivalente ao hebraico sheol. As "portas dos hades" mais provavelmente se referem aos poderes da morte; isto é, as forças do mal que se opõem ao reino de Cristo. Comparar com Ap. 1:18. Andrews Study Bible.

não prevalecerão. Figurativamente, as "portas do inferno" prevaleceram contra Pedro quando, por três vezes, ele negou seu Senhor (DTN, 413) e, literalmente, quando ele morreu (Jo 21:18, 19). ... O pleno significado do que Cristo quis dizer que "as portas do inferno não prevalecerão" pode ser melhor entendido pelo fato de que, imediatamente, ele começou a mostrar que iria "ser morto e ressuscitado no terceiro dia" (ver com. de Mt 12:40; cf. DTN, 418). Cristo triunfou gloriosamente sobre todo o poder de Satanás e, por esse triunfo, deu a certeza de que Sua igreja na Terra também triunfaria sobre ele. CBASD, vol. 5, p. 455.

A igreja é construída não apenas na pessoa de Cristo, mas também na Sua obra que O obrigou a morrer (entrar no hades) e conquistar a morte através da ressurreição (1Pe 3.18). Bíblia Shedd.

19 as chaves. As palavras de Cristo são as "chaves" para o reino dos céus (cf. DTN, 413; cf. Jo 1:12; 17:3). ... As palavras de Jesus são "espírito e vida" a todos os que as recebem (Jo 6:63). São as palavras de Cristo que trazem a vida eterna (Jo 6:68). A Palavra de Deus é a chave para a experiência do novo nascimento (1Pe 1:23). ... Cristo simplesmente conferiu a Pedro e a todos os demais discípulos (ver com. de Mt 18:18; Jo 20:23) a autoridade e o poder de conduzir as pessoas ao reino. Foi a percepção da verdade por parte de Pedro de que Jesus é verdadeiramente o Cristo que colocou as "chaves" do reino em sua posse e o admitiu no reino. O mesmo pode ser dito de todos os seguidores de Cristo até o fim dos tempos. O argumento de que Cristo conferiu a Pedro um grau de autoridade superior ou diferente da que deu aos outros discípulos não tem base bíblica (ver com. de Mt 16:18). De fato, foi Tiago, e não Pedro, quem exerceu funções administrativas sobre a igreja primitiva em Jerusalém (ver At 5:13, 19; cf. At 1:13; 12:17; 21;18; 1Co 15:7; Gl 2:9, 12). Em pelo menos uma ocasião Paulo "resistiu" a Pedro "face a face", por agir de maneira errada (ver Gl 2:11-14), o que ele certamente não teria feito se soubesse alguma coisa a respeito de Pedro desfrutar dos direitos e prerrogativas que alguns afirmam que ele tinha, tendo por base Mateus 16:18 e 19. CBASD, vol. 5, p. 455

ligares. Evidentemente, o significado é que a igreja na Terra exigirá apenas o que o Céu exige e proibirá apenas o que o Céu proíbe. Esse é o claro ensino das Escrituras (ver com. de Mt 7:21-27; Mc 7:6-13). Quando os apóstolos saíram para proclamar o evangelho, de acordo com a comissão que lhes foi confiada (ver Mt 28:19, 20), eles foram ensinar os conversos a "guardar todas as coisas que" Cristo havia ordenado; nem mais, nem menos. Estender o significado de "ligar" e desligar" à autoridade de ditar o que os membros da igreja podem crer e o que podem fazer, em matéria de fé e prática, é ler nessas palavras de Cristo mais do que Ele queria dizer com elas, e mais do que os discípulos entenderam com elas. CBASD, vol. 5, p. 455, 456. 

20 a ninguém dissessem. As concepções populares a respeito do Messias estavam longe de reconhecer o Seu ministério sofredor. Permitir que Seus discípulos proclamassem abertamente a sua messianidade podia instigar a explosão de um movimento político, o que dificultaria sua verdadeira missão. Bíblia de Genebra.

21 Desde esse tempo. Esta frase marca uma nova fase no ministério de Jesus ... Mateus se volta da pregação pública de Jesus, na Galiléia, para a Sua cuidadosa instrução dos discípulos a respeito de Sua morte e ressurreição, Seu papel como Messias e o deles como discípulos. Bíblia de Genebra.

23 A inspiração satânica (e mundana) sempre procura conseguir a salvação sem a cruz (Mc 8.34s). Bíblia Shedd.

24 Aqui, Jesus acrescenta o mandamento da negação de si mesmo. A chamada ao discipulado exige o abandono completo do desejo natural de buscar conforto, fama ou poder. Bíblia de Genebra.

28 de maneira nenhuma passarão pela morte. Mais provavelmente, a "vinda" do Filho do Homem, aqui, se relacione com todo o processo pelo qual Jesus recebe o domínio, especialmente Sua ressurreição, ascensão e envio do Espírito. Todas estas coisas aconteceram durante o tempo no qual os discípulos viveram. Bíblia de Genebra.

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Ezequiel 10

Comentário devocional:

Este é um capítulo onde há movimento, mas ao contrário do capítulo 8, onde Ezequiel é transportado para Jerusalém e para o Templo, o que se movimenta aqui é a glória de Deus.

A glória de Deus se move do lugar Santíssimo até o portão oriental do Templo e, em seguida, a glória de Deus deixa a cidade completamente. Sem a presença da glória de Deus, Jerusalém está condenada. Não é coincidência que Judá tenha desistido de Deus em favor de seus ídolos e agora Deus pareça desistir de Judá por causa de sua tola confiança nos seus ídolos. A glória de Deus havia permanecido durante séculos no lugar Santíssimo, mas agora ela se foi por causa da desobediência do povo.

O que você faria se descobrisse que Deus havia decidido se afastar do prédio da igreja onde você congrega por causa da sua rebelião e idolatria? Como você se sentiria se descobrisse que, apesar de seus hinos e orações no sábado pela manhã, Deus não estava mais em sua igreja? Eu penso que eu e os líderes da minha igreja iríamos nos humilhar e nos lançar sobre a misericórdia de Deus. Veremos, entretanto, no capítulo 11, que esta não foi a reação de Judá quando a glória de Deus deixou o templo.

Apesar da partida de Deus, os líderes de Judá não se humilharam diante do Senhor e Ezequiel descreve que não foi sem pesar que a glória de Deus os abandonou. À medida que Sua glória e os querubins se moviam, em cada local onde passavam houve uma pausa no movimento. Este movimento pode ser descrito como hesitante.

Minha família gosta muito de visitar outras famílias, quando os adultos passam horas em conversação e as crianças brincam. Mas, quando chega a hora de voltar para casa, a despedida leva quase o mesmo tempo que permanecemos juntos. Começamos nosso adeus na sala de estar, fazemos uma pausa no corredor e, em seguida, mais uma pausa na entrada. Nós andamos e paramos várias vezes, porque nós realmente não queremos ir embora.

Deus se afastou de Jerusalém com relutância, porque Ele não queria deixá-los sem dar a Judá amplas oportunidades para implorar: "Senhor, por favor, não vá! Nós não queremos que vás embora. Podes ficar mais tempo?" 

Deus é o mesmo ontem, hoje e sempre. Ele está ansioso para ouvir hoje Seus filhos pedindo a sua ajuda e implorando por Sua presença. Louvai o nosso Deus para sempre porque a Sua misericórdia dura para sempre.

Pr. Eric Bates
EUA


Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/eze/10/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Ezequiel 10 

Comentário em áudio 

domingo, 8 de junho de 2014

Jeremias 38

Comentário devocional:

Neste capítulo, vemos os últimos apelos de Jeremias aos líderes e ao último rei de Judá, Zedequias, no 11º ano do seu governo, imediatamente antes da queda de Jerusalém perante os babilônios (Jer 39). 

Alguns príncipes (v. 1) ouviram Jeremias transmitir a mensagem do Senhor a todo o povo que o visitava no pátio da guarda: “Aquele que permanecer nesta cidade morrerá ...; mas aquele que se render aos babilônios ...viverá.” (v. 2 NVI). Sendo esta mensagem contrária aos interesses destes líderes (para que mantivessem suas posições de destaque) e céticos com relação à Palavra de Deus pregada por Jeremias, pediram ao rei que o condenasse à morte (v. 4) como se ele fosse o inimigo público número um, por enfraquecer os ânimos do povo para a guerra.

Zedequias adotou a abordagem de Pôncio Pilatos e deixou que esses líderes decidissem o destino do profeta (v. 5). Jeremias foi, então, lançado por eles no poço sem água existente no pátio da prisão para ali morrer de fome. O poço tinha muita lama no fundo e Jeremias afundou nela (v. 6).  Foi aqui, provavelmente, que nasceu Lamentações 3: "Cercou-me de muros, e não posso escapar; atou-me a pesadas correntes." (Lam 3:7).

O Senhor, entretanto, não permitiu que Seu profeta ficasse naquela situação e moveu o coração de um compassivo oficial etíope (negro), chamado Ebede-Meleque (“Escravo do rei”, em hebraico), que, junto à porta de Benjamim contou ao rei do perigo pelo qual passava o profeta (v. 7, 8. Ver Jer. 37:13). O rei, temeroso de ser responsável pela morte de um profeta de Deus, voltou atrás e ordenou que o oficial etíope levasse consigo três homens (NVI) sob seu comando e libertasse Jeremias do poço, o que foi feito cuidadosamente utilizando cordas e trapos velhos colocados debaixo dos braços do profeta.

A pedido do rei, Jeremias se encontrou com Zedequias na terceira entrada do templo (provavelmente uma entrada particular do palácio para o templo). O rei, então, lhe perguntou se havia alguma palavra do Senhor para ele (v. 14) e secretamente jurou que não o mataria qualquer que fosse a mensagem (v. 15, 16). O rei demonstra aqui a sua fraqueza: apesar de acreditar que Jeremias tinha realmente a Palavra de Deus, teve medo de enfrentar abertamente a vontade e influência dos príncipes. Ele, os líderes e toda Jerusalém sofreram terrivelmente por esta hesitação.

Jeremias, então, repetiu a mesma mensagem que pregara ao povo e aos príncipes: resistir significaria condenação. Esta foi a última pregação de Jeremias a Zedequias. O rei temeu mais aos homens, líderes e desertores, que a Deus e Deus o entregou e ao povo ao único amargo remédio a que sua rebeldia os levara: o cativeiro babilônico.  

O rei tomou providências para que Jeremias ficasse fora do alcance das mãos dos que queriam matá-lo, desde que mantivesse silêncio quanto a suas últimas advertências (v. 24, 25). O profeta ficou no pátio da casa da guarda, até o dia em que Jerusalém foi capturada (v. 28).

Que triste destino de um rei e de um povo que não deram crédito às solenes advertências de Deus! Estamos nós, hoje, atentos à voz da Palavra de Deus, através do Espírito Santo, corrigindo nosso caminho e cultivando a comunhão com Deus?

"Querido Deus, quando a Sua Palavra causar um impacto em nós, ajuda-nos a agir de acordo com Suas exigências e não tentarmos modificar ou negar o papel contemporâneo da Sua Palavra para nossas vidas. Amém."

Koot van Wyk
Coreia do Sul


Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jer/38/

Traduzido por JDS/JAQ/GASQ

Texto bíblico: Jeremias 38 

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Jeremias 22

Comentário devocional:

O reinado do bom rei Josias foi como uma lufada de ar fresco na história da nação judaica. Ele buscou o Senhor, seu Deus, de todo o seu coração. A Escritura registra que em todos os anos do reinado nunca houve em Judá uma Páscoa como a que o rei Josias realizou (2 Rs 23:21,22). Ele fez tudo que estava ao seu alcance para se aproximar de Deus. Infelizmente, ele não foi bem sucedido em transmitir essa dedicação a Deus aos seus filhos ou ao povo.

Jeremias, que exerceu o seu ministério como profeta desde o reinado de Josias, passa a falar agora sobre os filhos de Josias. A mensagem não é dada por recado, Jeremias vai pessoalmente ao Palácio Real falar sobre os governantes e o mal que levaram o povo a cometer. 

Que visão deve ter sido vê-lo em trajes de profeta, entregar a mensagem de Deus ao rei! [muito provavelmente Zedequias.] Jeremias diz: "Executai o direito e a justiça e livrai o oprimido das mãos do opressor; não oprimais ao estrangeiro, nem ao órfão, nem à viúva; não façais violência, nem derrameis sangue inocente neste lugar"(v. 3 ARA).

Estas palavras mostram a depravação que prevalecia no palácio e na nação. A mensagem de Jeremias foi muito clara: corrija isso e seu reinado vai continuar; ignore estas palavras e um desastre pior do que você pode imaginar virá sobre você e seu povo. Quem por ali passasse e visse a desolação não iria acreditar no que ocorreu!

Então a mensagem se torna mais contundente e pessoal. Jeremias dirige sua mensagem contra os três filhos de Josias que também tinham sido reis. Ele conheceu cada um dos meninos desde a primeira infância. Ele presenciou o desenvolvimento deles e como foram se endurecendo na maldade. Deus está muito descontente com o comportamento que eles tiveram.

O Senhor não pode suportar a exploração dos mais fracos pelos fortes. Ele contrasta o jovem Salum (ou Jeoacaz) com seu pai e compara seus caminhos. Josias defendeu a causa dos pobres e necessitados, Salum os explorou. Josias governou com justiça e retidão, Salum oprimiu e perverteu a justiça (v. 22:10-12).

Jeoaquim não se saiu melhor. Deus compartilhou Sua Palavra com ele e com o povo em tempos de prosperidade, mas eles não ouviram nem obedeceram à Sua voz. O jovem rei foi desprezado por seu povo e pelos príncipes e, quando morreu, prematuramente, foi arrastado para fora da cidade e enterrado como um burro (v. 19), envergonhado e humilhado por sua vida de maldade.

E a coisa ficou ainda pior. Deus através de Jeremias diz que se Jeconias, o terceiro filho de Josias que o sucedeu, fosse um anel de assinatura em Sua mão direita, o tiraria e o jogaria fora! (v. 24). Seu castigo: ser entregue nas mãos daqueles a quem ele temia, aqueles que procuravam tirar a vida dele! (v. 25), estendido à sua mãe (v. 26). Por quê? Isso é uma indicação de onde veio a influência que o corrompeu.

Finalmente Jeremias proclama em alta voz: "Ó terra, terra, terra, ouça a palavra do Senhor!" (v. 29, NVI). Hoje estamos vivendo em uma tempo em que pouca atenção é dada à Palavra de Deus. 

Oremos pelos impenitentes de nossa geração para que compreendam o que Deus está tentando dizer a eles e se arrependam.

"Senhor, por favor, mantenha-me bem acordado e atento. Ajuda-me a manter Suas palavras sempre em meu coração. Amém".

Dan Houghton
Centro de Pesquisa Hart - http://www.hartresearch.org/
Califórnia



Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jer/22/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Jeremias 22 

domingo, 18 de maio de 2014

Jeremias 17

Comentário devocional:

Certo dia eu estava no Museu Britânico em Londres, olhando para uma grande pedra que faz parte da história antiga, protegida por uma caixa de vidro. Uma pedra escura, com inscrições em três línguas antigas. Era nada menos que a pedra de Rosetta, descoberta no Egito por uma expedição arqueológica em 1799. Fiquei me perguntando: porque eles tiveram tanto trabalho nesta tarefa tão delicada quanto difícil de preservar tão perfeitamente estes escritos na pedra dura? Obviamente, para eles o texto era tão importante que eles procuraram fazer um registro permanente do mesmo.

O Espírito Santo de Deus, através do profeta Jeremias (Jer 17:1) está aqui usando um poderoso contraste para transmitir uma dolorosa realidade. Os pecados da nação de Judá – o próprio povo escolhido de Deus – estavam permanentemente escritos nas pontas dos seus altares e em seus corações. 

Faz sentido imaginar inscrições nas pontas (chifres) dos altares idólatras. Mas como escrever na carne macia do coração? Aqui, o profeta está dizendo que nossa rebeldia e  maldade são permanente registradas em nossa memória afetiva – nosso coração – tão permanente quanto as inscrições feitas nos altares de pedra. 

Como isso aconteceu? Simples: “Maldito o homem (ou mulher) que confia no homem” (Jer 17:5 ARA). Qual é o resultado inevitável disto? O coração daquele que confia no homem se afasta do Senhor.

Porém, aqui, mais uma vez, nos é colocado o contraste, como esperança e saída: “Mas bendito é o homem (ou mulher) cuja confiança está no Senhor!” (Jer 17:7 NVI). Que incrível diferença! Eu preciso ter esses resultados na minha vida!

Este é o desejo de um coração que começa a conhecer a santidade e glória de Deus. Porém, somos constantemente atraídos pelos encantos e prazeres deste mundo: “Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e desesperadamente corrupto”! (v. 9a ARA). O grito doloroso: "quem o conhecerá?" (v 9b) ecoa através dos tempos e em nossa própria consciência despertada.

Alguma vez você já desejou tanto alguma coisa ruim que chegou a conversar consigo mesmo sobre isto? E se arrependeu depois por isso? Eu já. Descobri, nesta ocasião, que se você disser algo a você mesmo por muito tempo (mesmo que esteja mentindo para si próprio) você vai acabar acreditando!

No final do capítulo (v. 19-27), a palavra vinda diretamente do Senhor recrimina especificamente os negociantes que, no afã do lucro das vendas na feira de domingo, transportavam suas cargas portas adentro da cidade no sábado, dia reservado pelo Senhor para que o povo O conhecesse de maneira especial. Esta admoestação do Senhor não surtiu efeito nenhum, como podemos ver nas medidas de Neemias (Neemias 13:15-22) para corrigir o mesmo problema, que também incluía a todos, incluindo os nobres (Nm 13:17). Isso mais de 60 anos depois, após o retorno do exílio babilônico!

Não importa quem somos, nós realmente não conhecemos a nós mesmos. "Só de um modo o verdadeiro conhecimento do próprio eu pode ser alcançado. Precisamos olhar a Cristo. O desconhecimento dEle é que dá aos homens uma tão alta idéia de sua própria justiça. Ao contemplarmos Sua pureza e excelência, veremos nossa fraqueza, pobreza e defeitos, como realmente são. Ver-nos-emos perdidos e sem esperança, vestidos com o manto da justiça própria, como qualquer pecador. Veremos que se afinal formos salvos, não será por nossa própria bondade, mas pela graça infinita de Deus" Parábolas de Jesus, 79. 

Não é à toa que nos versos 13 e 14 ouvimos Jeremias proclamar sua necessidade da graça divina em uma significativa oração! E, assim, também, oramos: "Querido Pai, ’cura-me, ... e serei curado; salva-me, e serei salvo, pois Tu és aquEle a Quem eu louvo’ (v. 14 NVI). Tu és minha única esperança! Amém".

Dan Houghton
Centro de Pesquisa Hart - http://www.hartresearch.org/
Califórnia, EUA


Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jer/17/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Jeremias 17 

domingo, 13 de abril de 2014

Isaias 48

Comentário devocional:

Nos capítulos anteriores de Isaías, as nações pagãs foram confrontadas com a presciência de Deus; agora são os filhos rebeldes de Judá que são confrontados com essa presciência divina: "Eu predisse há muito as coisas passadas, minha boca as anunciou, e eu as fiz conhecidas; então repentinamente agi, e elas aconteceram. Pois eu sabia quão obstinado você era… antes que acontecessem eu as anunciei a você para que você não pudesse dizer: 'Meus ídolos as fizeram" (v. 3-5, NVI).

No futuro, quando os exércitos de Nabucodonosor avançassem sobre Judá, aqueles seus filhos rebeldes não poderiam reclamar que Deus lhes havia deixado sem proteção. Há muito tempo, Ele já lhes tinha dito o que iria acontecer e por quê. Ele até lhes disse como lidar com a invasão (Jeremias 27:6-11): "Mas a nação que obedecer ao governo do rei da Babilônia e o servir, eu deixarei que fique na sua própria terra, para cultivá-la e morar nela. Eu, o Senhor, falei" (Jr. 27:11, NVI). 

Deve ter sido muito doloroso para o Senhor ver Seu povo não dar ouvido a Seus conselhos. "Desde a antiguidade o seu ouvido tem se fechado" (v. 8, NVI). Nada é mais mortal para a alma do que a teimosa recusa em ouvir a Deus e Sua vontade. "Se tão-somente você tivesse prestado atenção às minhas ordens", diz Deus: "sua paz seria como um rio". No entanto, "não há paz alguma para os ímpios" (v.18). 

Quantas vezes perdemos a paz interior porque respondemos mais rapidamente às vozes das circunstâncias do que à voz segura do Senhor. Precisamos admitir que confiar em Deus não acontece naturalmente. Enquanto estivermos nesta terra, sempre teremos que escolher acreditar mais em Deus do que em nossos sentimentos. 

"Todo o Céu observa com intenso interesse para ver se olhamos a Jesus e nos submetemos a Sua vontade, ou se, na tentação, seguiremos as inclinações do coração natural e as solicitações do maligno. Que os que se acham perplexos por causa das tentações, busquem Deus em oração. ... Perseverai em oração, vigiando sem duvidar, e o Espírito Santo atuará no agente humano, trazendo coração e mente em submissão aos retos princípios" (Para Conhecê-Lo, p. 273).

A submissão a Deus, com fé, nos traz a vitória (1 João 5:4). Então experimentaremos "a paz como um rio". 

Ron E M Clouzet
Seminário da Universidade Andrews, EUA



Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/48/

Traduzido por JDS/JAQ

Texto bíblico: Isaías 48  

quarta-feira, 26 de março de 2014

Isaías 30

Comentário devocional:

Isaías começa o capítulo descrevendo um problema de rebelião pela grande maioria do povo de Deus, que os levou a procurar refúgio no lugar errado (v. 1). Judá procurou refúgio no Egito sem consultar a Deus (v. 2a-c). 


Quando fazemos alguma coisa sem consultar a Deus certamente entraremos em dificuldades. Isaías adverte o povo acerca da inutilidade de confiar no Egito a fim de obter segurança no futuro (v. 5-7).


Isaías descreve vividamente a situação espiritual de Judá. "Esse povo é rebelde; são filhos mentirosos, filhos que não querem saber da instrução do Senhor. Eles dizem aos videntes: ‘Não tenham mais visões!’ e aos profetas: ‘Não nos revelem o que é certo! Falem-nos coisas agradáveis, profetizem ilusões’ " (v. 9-10, NVI). Há uma rejeição geral da Palavra de Deus (v. 12b).


Quando não se confia no Senhor, se está confiando automaticamente no mestre da opressão e o resultado é a instabilidade (v. 13). O colapso vem de repente (v. 13c). O fim dos ímpio é o mesmo de Satanás (v. 14): total e definitiva destruição. 


Então Isaías apresenta a solução: "Em vos converterdes e em sossegardes está a vossa salvação" (v. 15b ARA). Se o povo se voltasse arrependido para o Senhor, confiando em Sua bondade e obedecendo às Suas instruções, a nação poderia ser poupada. O problema é que eles não estavam dispostos em assim proceder (15d). 


Quando um ser moral livre escolhe fazer o que é errado, Deus se entristece, mas respeita a decisão tomada. Mas, de acordo com Isaías, Deus espera ansiosamente a oportunidade de ser benigno para com seus filhos. "O Senhor espera o momento de ser bondoso com vocês; ele ainda se levantará para mostrar-lhes compaixão. Pois o Senhor é Deus de justiça. Como são felizes todos os que nele esperam!" (v. 18, NVI).


Isaías mostra, então, o que está reservado àqueles que se refugiam em Deus e nEle depositam sua confiança (versos 19-26). Eles serão guiados pelo Espírito de Deus, que lhes dirá: "Este é o caminho, andai por ele" (v. 21 ARA). Isso indica que muitos abandonarão seus ídolos e retornarão à obediência aos mandamentos de Deus (v. 22).


Apesar das dificuldades enfrentadas por todos nós, um dia o Senhor curará todas as feridas do Seu povo. Isso ocorrerá por ocasião da Segunda Vinda, quando os corpos dos fiéis serão transformados e tornados incorruptíveis. O Senhor será para eles o sol da justiça, sete vezes mais brilhante do que o sol (v. 26). 


Isaías mostra no final do capítulo a situação do mal quando Deus se levantar. Cristo, o Messias Guerreiro, virá com poder e fogo destruidor contra o mal.  Neste dia, enquanto os ímpios serão abalados, Isaías vê o remanescente em segurança e cantando cheios de alegria (v. 29).


Querido Deus,

Nosso maior anseio é sermos ressuscitados e renovados na Segunda Vinda. Permita-nos estar no Monte do Senhor para celebrarmos com músicas e canções o final da história do mal e o começo de uma nova criação. Amém.

Koot van Wyk

Coreia do Sul


http://reavivadosporsuapalavra.org/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/30/

Texto bíblico: Isaías 30

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Salmo 89

Salmo 89 - Comentário devocional:

[NT: Para melhor proveito do estudo do Salmo 89, observe que ele é dividido em quatro partes bem distintas: 1) Exaltação a Deus (v. 1-18); 2) A escolha de Davi/o Messias (v. 19-37); 3) A rejeição pela rebeldia (v. 38-45); e 4) A oração final pela misericórdia divina (v. 46-51). O verso 52 é a oração de fecho do Livro III dos Salmos.]

Etã, o ezraíta, lembra, durante os setenta anos de cativeiro na Babilônia, da maravilhosa aliança de Deus com Davi .

O Todo-Poderoso havia prometido: “Estabelecerei a tua linhagem para sempre e firmarei o teu trono por todas as gerações (v. 4 NVI).

Etã é eloquente ao descrever a fidelidade de Deus, Sua majestade e poder na terra, no céu e no mar  (v.1-14). 

Por meio de seus profetas, Samuel (1Sm 16:12) e Natã (2Sm 7:4-16), Deus anunciou a escolha de Davi como o governante de Seu povo (v. 19). Mas sua descrição de Davi (v. 19-37) é tão exaltada que transcende o que qualquer ser humano poderia cumprir:

“Também o nomearei Meu primogênito,
o mais exaltado dos reis da terra.
Manterei o Meu amor por ele para sempre,
e a minha aliança com ele jamais se quebrará.
Firmarei a Sua linhagem para sempre,
e o Seu trono durará enquanto existirem céus” (v. 27-29 NVI).

“...a Sua linhagem permanecerá para sempre,
e o Seu trono durará como o Sol;
será estabelecido para sempre como a lua,
a fiel testemunha no céu” (v. 36-37 NVI) .

Quando Etã escreveu isso, o sol e a lua ainda brilhavam no céu [e ainda brilham!...] , mas o trono de Davi estava vazio e seus filhos haviam sido mortos em batalha (2 Cr. 36). Jerusalém estava em ruínas e os habitantes eram cativos na Babilônia pagã.

Depois de exaltar a promessa de Deus (v. 19-37), Etã é ousado em reclamar: 

“Mas Tu o rejeitaste, recusaste-o e te enfureceste com o Teu ungido. Revogaste a aliança com o Teu servo e desonraste a sua coroa, lançando-a ao chão” (v. 38, 39 NVI. Ver tb v. 40-45). 

Deus havia prometido a Davi não ficar oprimido pelos inimigos (v. 22), mas esta promessa aparentemente havia sido cancelada:

“...não o apoiaste na batalha,
Deste fim ao seu esplendor
e atiraste ao chão o seu trono” (vs. 43,44 NVI).

O que havia acontecido com as promessas de Deus? Deus não era mais fiel? Ele não cuidava mais de Davi? Ele não amava mais o Seu povo? Isso era o que angustiava o salmista.

Porém,então, o salmista se lembrou de que Deus mesmo havia previsto essa possibilidade e havia prometido ser fiel a Seu povo mesmo que este fosse infiel ao concerto:

“Se os seus filhos abandonarem a Minha lei...” (v. 30)
“...e deixarem de obedecer aos meus mandamentos ...” (v.31)
“...não afastarei dele o meu amor, jamais desistirei da minha fidelidade.” (v. 33).
 “...não mentirei a Davi, que a sua linhagem permanecerá para sempre” (v. 35,36).

Como Deus poderia prometer a eternidade para Davi e o seu trono? Uma possível resposta permanece: Deus estava falando de um Davi maior, o Messias, o nosso Senhor Jesus Cristo, que um dia reinará para sempre e sempre:

“O reino do mundo se tornou de nosso Senhor e do Seu Cristo, e Ele reinará para todo o sempre! (Apoc. 11:15 NVI).

Não só Ele reinará , mas o seu povo reinará com ele:

“Aqueles que forem sábios, pois,
resplandecerão como o fulgor do firmamento;
e os que a muitos conduzirem à justiça,
como as estrelas, sempre e eternamente.” Dan 12:3.

Senhor Jesus, obrigado por nos assegurar de que irás vencer a batalha contra as forças do mal, e que um dia reinaremos conTigo. Que esse grande dia chegue logo!

Beatrice Neall
Union College, USA


Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/Psa/89

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Salmo 89