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quarta-feira, 10 de junho de 2015

Tiago 4

Comentário devocional:

Precisamos fazer esta pergunta a nós mesmos: "Qual a origem das brigas, guerras e contendas?" (v. 1). Este comportamento conflituoso começa dentro de nós e está diretamente relacionado a nossos desejos (v. 2). Pelo fato de querermos certas coisas e não as alcançarmos, não importa o quão duro trabalhemos, nos sentimos amargos ou derrotados. Então discutimos e expressamos raiva.

Por outro lado, existem coisas que desejamos que o Senhor nos conceda, mas não nos preocupamos em pedir a Ele, então não as conseguimos. Às vezes, até nos lembramos de pedir ao Pai Celestial por nossos desejos, mas Ele não concede nossos pedidos porque pedimos pelas razões erradas (v. 3). Pedimos egoisticamente.

O que a Bíblia quer dizer ao afirmar que Deus é zeloso pelos seus filhos (v. 5)? Significa que Deus anseia em estabelecer um relacionamento com eles. Ele deseja ter uma conexão significativa conosco para que possa nos ajudar a crescer até o nosso pleno potencial. Então Ele graciosa e livremente oferece Sua maravilhosa graça para nos ajudar a mudar e amadurecer. As Escrituras dizem que Deus concede a Sua graça àqueles se submetem a Ele (v. 7a). Ele não oferece a mesma graça ao orgulhoso e arrogante. Não se trata de Ele não estar disposto a dar-lhes Sua graça; é que eles não iriam reconhecê-la e submeterem-se ao poder transformador de Deus.

A chave para tudo isso é a nossa vontade. Precisamos render nossa vontade a Deus e estabelecer uma resistência mental ao diabo e suas tentações. Quando fazemos isso de forma consistente, em nome de Cristo, o demônio acabará por fugir de nós (v. 7b). 

Não devemos tomar parte em fofocas contra os nossos amigos e familiares. Qualquer um que fala falsidades contra seus irmãos ou irmãs nas suas costas para destruir sua reputação está assumindo o papel de juiz. Quando fazemos isso, estamos nos colocando não só acima da lei de Deus, mas acima do próprio Deus (vs. 11-12).

Em resumo, devemos rejeitar tudo o que é mau à nossa volta e deixar que Deus purifique nossos processos de pensamento. Acima de tudo, precisamos parar de tentar manter um pé no mundo e outro pé na igreja. Não podemos amar o mal e a Deus ao mesmo tempo.

Querido Deus, purifica nossos motivos e palavras para que possamos glorificar o Teu nome.

Robin Pratt
Estados Unidos



Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jam/4/

Traduzido por JAQ/JDS/IB

Texto bíblico: Tiago 4 

Comentário em áudio

Tiago 4 - Comentários Selecionados

1 De onde. O apóstolo fala dos males específicos dentro da igreja, produto de línguas desenfreadas e corações facciosos. A causa de toda divisão e contenda é o egoísmo (Tg 3:14). Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 579.

Nos vossos membros. Referência ao corpo propriamente dito ou à igreja. A despeito da interpretação, o egoísmo que constantemente busca reconhecimento e satisfação é a fonte de todo conflito pessoal que, com frequência, leva a discussões. CBASD, vol. 7, p. 579.

3 Não recebeis. Respostas à oração dependem tanto da natureza dos pedidos quanto do espírito com que se pede (Lc 11:9). CBASD, vol. 7, p. 580.

Amizade do mundo. Isto é, amizade com o mundo. O principal objetivo do "mundo" é satisfazer o desejo de complacência pessoal. O evangelho convida o ser humano a servir ao próximo. Entre o espírito e a prática do "mundo" e o da igreja deve haver uma diferença marcante (I Jo 2:15). CBASD, vol. 7, p. 580.

6 Graça. Do gr. charis (Rm 3:24). Devido ao amor de Deus por Seu povo, continuamente se renova e se amplia entre eles a graça para habilitá-lo a resistir às tentações mundanas. Aquele que, com sinceridade ora pela graça, estará constantemente desenvolvendo o caráter cristão. Deus pede obediência completa, mas também provê força suficiente para nos capacitar a obedecer (Hb 4:16). CBASD, vol. 7, p. 581.

7 Sujeitai-vos. Tiago dá início a uma série de dez imperativos, aos quais todo membro de igreja sujeito ao perigo de se tornar "amigo" do mundo (v. 4) faria bem em atentar. Para que Deus conceda Sua "graça", (v. 6) os "humildes" devem estar dispostos a submeter sua vontade ao plano divino. Submissão implica confiança plena de que todos os desígnios de Deus são para o bem (Hb 12:9). CBASD, vol. 7, p. 581.

10 Humilhai-vos. Ver Mt 11:29; 23:12; Tg 1:9. Tiago resume desta forma as várias admoestações sobre a lealdade completa à vontade de Deus. Para quem é honesto consigo mesmo, sua deplorável condição produz um espírito humilde diante de Deus, que está sempre disposto a perdoar (Is 57:15). CBASD, vol. 7, p. 582.

11 Não faleis mal. Ou, "parai de falar mal" ou "deixai de difamar". Tiago deixa de se ocupar dos deveres dos membros da igreja para com o Senhor, a quem professam servir, e condena alguns males específicos que prejudicam a igreja. A falta de humildade perante Deus inevitavelmente leva a uma falta similar perante o semelhante. A prática de criticar os irmãos de fé revela flagrante egoísmo e se torna fonte de dissensão na igreja (Tg 3:2-6). CBASD, vol. 7, p. 583.

14 E logo se dissipa. Isto é, a vida humana começa a desaparecer quase tão logo quanto
se inicia. Como o vapor, a vida pode se dissipar repentinamente. CBASD, vol. 7, p. 584.

16 Pretensões. Do gr. alazoneiai, "alardes". Está implícita a confiança presunçosa na esperteza, habilidade e força. Esses membros que confiavam em si mesmos agiam como se o futuro estivesse nas mãos deles e seu êxito dependesse de sua capacidade. CBASD, vol. 7, p. 584.

17 E não o faz. Aqueles que são apenas "ouvintes" e não "praticantes" mostram que sua religião é "vã" (Tg 1:23, 26). Uma pessoa de fé pervertida confia apenas no conhecimento e prova sua falsidade quando evita atos que o crente sincero faria com alegria (Tg 2:17, 20, 26). Esta também é uma repreensão para quem negligencia o estudo da Palavra de Deus, tendo em vista que mais conhecimento aumentaria sua obrigação pessoal. CBASD, vol. 7, p. 585.

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Mateus 16 - Comentários selecionados

1 e os saduceus. Pela primeira vez, os saduceus se uniram aos fariseus na tentativa de silenciar Jesus. CBASD - Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 447.

sinal do céu. Sua [de Jesus] analogia mostra que o problema não é a falta de evidência, porém uma má vontade em aceitar o seu significado. Jesus já havia realizado muitos sinais. Bíblia de Genebra.

Eles estavam sem conhecimento porque optaram por rejeitar a luz. CBASD, vol. 5, p. 448.

 4 o de Jonas. A ressurreição de Jesus, figurada pelos três dias e três noites que Jonas passou no ventre do grande peixe (12.39-41). Bíblia Shedd.

5 para o outro lado. Para os territórios de Filipe, provavelmente desembarcando em Betsaida, de onde foram caminhando para Cesaréia de Felipe, cidade situada no sopé do monte Hermom, cujo pico se localiza a c. 20 km mais para o norte. Bíblia Shedd.

6 fermento dos fariseus. Fala-se aqui de hipocrisia e perversidade crescentes (v. 12). Bíblia Shedd.

13 Cesareia de Filipe. Filipe, filho de Herodes, o Grande, seguiu o costume de dar o nome do imperador César a uma cidade de destaque, que antes era chamada Panéias, "santuário do deus Pan". Bíblia Shedd.

O nome antigo sobrevive hoje como Banias. Bíblia de Estudo NVI Vida.

A partir de uma gruta, anteriormente dedicada a Pan, em um penhasco elevado nas proximidades de Paneas ... brota uma corrente perene, o rio Banias, um dos principais afluentes do rio Jordão. CBASD, vol. 5, p. 450.

16 Pedro declara que Jesus é o Messias e o Rei profetizado no Antigo Testamento.  Bíblia de Genebra.

o Filho do Deus vivo. Aplicado a Jesus, o título reflete o relacionamento único de Jesus com o pai. Bíblia de Genebra.

17 carne ... que to revelaram. O reconhecimento daquilo que Jesus é tem que vir de Deus. Bíblia de Genebra.

18 Pedro ... rocha. O texto grego de Mateus joga com estas duas palavras: pethros e petra, respectivamente. A interpretação com o apoio bíblico mais forte e mais amplamente aceito desde a Reforma Protestante é que pethros é Pedro e petra se refere a Cristo que é a fundação e pedra de esquina da igreja (1Cor 3:11; Ef 2:20; 1Pe 2:4-7). Andrews Study Bible.

Quando Pedro diz que Jesus não deve enfrentar a cruz, ele não é chamado a pedra fundamental, mas pedra de tropeçoBíblia de Genebra.

Apesar do jogo de palavras, não é a pessoa de Pedro que é a pedra fundamental da Igreja. É Cristo mesmo, segundo o próprio Pedro (1Pe 2.4-8; cf Mt 21.42-44). Bíblia Shedd.

A esse respeito, Pedro, a quem foram dirigidas as palavras, nega enfaticamente, por seus ensinamentos, que a "rocha" de quem Jesus falou se refiria a ele (ver At 4:8-12; 1Pe 2:4-8). Mateus registra que Jesus usou outra vez a mesma figura de linguagem em circunstâncias que exigem claramente quee o termo se refira a Ele mesmo (ver com. de Mt 21:42; cf. Lc 20:17, 18). Desde os primeiros tempos, a figura da pedra foi utilizada pelos hebreus como um termo específico para Deus (ver com. de Dt 32:4; Sl 18:2, etc.). O profeta Isaías fala de Cristo como "uma grande rocha em terra sedenta" (ver com. de Is 32:2) e como uma "pedra preciosa, angular, solidamente assentada" (ver com. de Is 28:16). Paulo afirma que Cristo era a "Pedra" que seguia com Seu povo nos tempos antigos (ver 1Co 10:4; cf. Dt 32:4; 2Sm 22:32; Sl 18:31). ... Jesus Cristo é a "rocha da nossa salvação" (Sl 95:1 [ARC]; cf Dt 32:4, 15, 18; DTN, 413). Ele é o único fundamento da igreja, pois "ninguém pode lançar outro fundamento, além do que foi posto, o qual é Jesus Cristo" (1Co 3:11), ... Jesus é sempre, e apenas Ele, a "Rocha" sobre a qual repousa toda a estrutura, pois sem Ele não haveria igreja. A fé nEle como Filho de Deus também torna possível sermos feitos filhos de Deus (Jo 1:12; 1Jo 3:1, 2). A percepção de que Jesus Cristo é verdadeiramente o Filho de Deus, como Pedro enfaticamente afirmou nessa ocasião (ver Mt 16:16) é a chave para a porta da salvação (DTN, 412, 413). Mas é incidental, não fundamental, que Pedro tenha sido o primeiro a reconhecer e declarar sua fé, o que, nessa ocasião, ele fez como porta-voz de todos os discípulos (ver com. do v. 16). Agostinho (c. 400 d.C.), o maior teólogo católico dos primeiros séculos do cristianismo, deixa para seus leitores decidir se Cristo aqui designava a Si próprio ou a Pedro como "a rocha" (Retraciones, i.21.1). ... Eusébio, historiador da igreja primitiva, cita Clemente de Alexandria declarando que Pedro, Tiago e João não lutaram pela supremacia da igreja em Jerusalém, mas optaram por Tiago, o Justo, como líder (História Eclesiástica, ii,1). Outros entre os primeiros pais da igreja, como Hilário de Arles, ensinaram a mesma coisa. Foi só quando o apoio bíblico foi procurado em favor das reivindicações do bispo de Roma à primazia da igreja (ver vol. 4, p. 920, 921) que as palavras ditas por Cristo nessa ocasião foram tiradas de seu contexto original e interpretadas para dizer que Pedro era "esta pedra". Leão I foi o primeiro pontífice romano a alegar, em c. 445 d.C., que sua autoridade provinha de Cristo, por meio de Pedro [cf Kenneth Scott Latourette, em A History of Christianity, 1953, p. 186]. ... É extraordinário que nenhum bispo romano tenha descoberto esse significado nas palavras de Cristo, até que um bispo do 5º século considerou necessário encontrar algum apoio bíblico para o primado papal. O significado atribuído às palavras de Cristo, por meio do qual fazem conferir a primazia sobre os chamados sucessores de Pedro, os bispos de Roma, está em completo desacordo com todos os ensinamentos que Cristo transferiu a Seus seguidores (ver Mt 23:8, 10). ... Talvez a melhor evidência de que Cristo não nomeou Pedro como a "rocha" sobre a qual Ele edificaria Sua igreja seja o fato de que nenhum dos que ouviram Cristo nessa ocasião - nem mesmo Pedro - interpretou assim Suas palavras, nem durante o tempo em que Cristo esteve na Terra, nem depois. Se Cristo tivesse feito de Pedro o principal entre os discípulos, eles não estariam depois envolvidos em repetidas discussões sobre qual deles "parecia ser o maior" (Lc 22:24; ver Mt 18:1; Mc 9:33-35, etc; DTN, 817; ver com. de Mt 16:19). ... Petra é uma "rocha" grande, fixa, imutável, enquanto petros é uma pequena "pedra". CBASD, vol. 5, p. 454.

portas. O triunfo de Cristo sobre a morte e a sepultura é a verdade central do cristianismo. Não foi possível a Satanás deter Cristo pelos laços da morte (ver At 2:24), nem lhe será possível deter qualquer daqueles que creem em Cristo (Jo 3:16; Rm 6:23). Falando figurativamente, Satanás detém as "portas do inferno", mas Cristo, por Sua morte, entrou no reduto de Satanás e prendeu o adversário (ver com. de Mt 12:29). Sobre esse fato sublime repousa a esperança cristã de libertação das artimanhas de Satanás nesta vida, de seu poder sobre a sepultura e da sua presença na vida por vir. CBASD, vol. 5, p. 454.

inferno [gr. hades]. Em grego é o lugar dos mortos, equivalente ao hebraico sheol. As "portas dos hades" mais provavelmente se referem aos poderes da morte; isto é, as forças do mal que se opõem ao reino de Cristo. Comparar com Ap. 1:18. Andrews Study Bible.

não prevalecerão. Figurativamente, as "portas do inferno" prevaleceram contra Pedro quando, por três vezes, ele negou seu Senhor (DTN, 413) e, literalmente, quando ele morreu (Jo 21:18, 19). ... O pleno significado do que Cristo quis dizer que "as portas do inferno não prevalecerão" pode ser melhor entendido pelo fato de que, imediatamente, ele começou a mostrar que iria "ser morto e ressuscitado no terceiro dia" (ver com. de Mt 12:40; cf. DTN, 418). Cristo triunfou gloriosamente sobre todo o poder de Satanás e, por esse triunfo, deu a certeza de que Sua igreja na Terra também triunfaria sobre ele. CBASD, vol. 5, p. 455.

A igreja é construída não apenas na pessoa de Cristo, mas também na Sua obra que O obrigou a morrer (entrar no hades) e conquistar a morte através da ressurreição (1Pe 3.18). Bíblia Shedd.

19 as chaves. As palavras de Cristo são as "chaves" para o reino dos céus (cf. DTN, 413; cf. Jo 1:12; 17:3). ... As palavras de Jesus são "espírito e vida" a todos os que as recebem (Jo 6:63). São as palavras de Cristo que trazem a vida eterna (Jo 6:68). A Palavra de Deus é a chave para a experiência do novo nascimento (1Pe 1:23). ... Cristo simplesmente conferiu a Pedro e a todos os demais discípulos (ver com. de Mt 18:18; Jo 20:23) a autoridade e o poder de conduzir as pessoas ao reino. Foi a percepção da verdade por parte de Pedro de que Jesus é verdadeiramente o Cristo que colocou as "chaves" do reino em sua posse e o admitiu no reino. O mesmo pode ser dito de todos os seguidores de Cristo até o fim dos tempos. O argumento de que Cristo conferiu a Pedro um grau de autoridade superior ou diferente da que deu aos outros discípulos não tem base bíblica (ver com. de Mt 16:18). De fato, foi Tiago, e não Pedro, quem exerceu funções administrativas sobre a igreja primitiva em Jerusalém (ver At 5:13, 19; cf. At 1:13; 12:17; 21;18; 1Co 15:7; Gl 2:9, 12). Em pelo menos uma ocasião Paulo "resistiu" a Pedro "face a face", por agir de maneira errada (ver Gl 2:11-14), o que ele certamente não teria feito se soubesse alguma coisa a respeito de Pedro desfrutar dos direitos e prerrogativas que alguns afirmam que ele tinha, tendo por base Mateus 16:18 e 19. CBASD, vol. 5, p. 455

ligares. Evidentemente, o significado é que a igreja na Terra exigirá apenas o que o Céu exige e proibirá apenas o que o Céu proíbe. Esse é o claro ensino das Escrituras (ver com. de Mt 7:21-27; Mc 7:6-13). Quando os apóstolos saíram para proclamar o evangelho, de acordo com a comissão que lhes foi confiada (ver Mt 28:19, 20), eles foram ensinar os conversos a "guardar todas as coisas que" Cristo havia ordenado; nem mais, nem menos. Estender o significado de "ligar" e desligar" à autoridade de ditar o que os membros da igreja podem crer e o que podem fazer, em matéria de fé e prática, é ler nessas palavras de Cristo mais do que Ele queria dizer com elas, e mais do que os discípulos entenderam com elas. CBASD, vol. 5, p. 455, 456. 

20 a ninguém dissessem. As concepções populares a respeito do Messias estavam longe de reconhecer o Seu ministério sofredor. Permitir que Seus discípulos proclamassem abertamente a sua messianidade podia instigar a explosão de um movimento político, o que dificultaria sua verdadeira missão. Bíblia de Genebra.

21 Desde esse tempo. Esta frase marca uma nova fase no ministério de Jesus ... Mateus se volta da pregação pública de Jesus, na Galiléia, para a Sua cuidadosa instrução dos discípulos a respeito de Sua morte e ressurreição, Seu papel como Messias e o deles como discípulos. Bíblia de Genebra.

23 A inspiração satânica (e mundana) sempre procura conseguir a salvação sem a cruz (Mc 8.34s). Bíblia Shedd.

24 Aqui, Jesus acrescenta o mandamento da negação de si mesmo. A chamada ao discipulado exige o abandono completo do desejo natural de buscar conforto, fama ou poder. Bíblia de Genebra.

28 de maneira nenhuma passarão pela morte. Mais provavelmente, a "vinda" do Filho do Homem, aqui, se relacione com todo o processo pelo qual Jesus recebe o domínio, especialmente Sua ressurreição, ascensão e envio do Espírito. Todas estas coisas aconteceram durante o tempo no qual os discípulos viveram. Bíblia de Genebra.