Comentário devocional:
Continuando em uma linha prática, Pedro aconselha maridos e esposas a que sejam respeitosos e amorosos, considerando-se mutuamente como herdeiros "do dom da graça da vida" (v. 7 NVI). Ele lembra as mulheres que o que as torna mais atraentes é ter uma conduta semelhante à de Cristo, ao invés de estratagemas externos para chamar a atenção. Por outro lado, Pedro lembra também que Deus não abençoa o marido tirânico, egoísta e dominador.
Pedro se dirige aos cristãos em geral, com uma exortação para que sejam unidos em espírito. O Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia sugere que o termo traduzido por "unidade" no verso 8 não significa uniformidade. Pedro reconhece que as diferenças de opinião podem surgir e exorta os crentes a amar uns aos outros, mostrando cortesia e compaixão, ao invés de brigas e xingamentos.
Alguns têm sido incomodados pelos versos 18-20, supondo que Jesus ou Noé pudessem ter pregado o evangelho para as pessoas no inferno. Na realidade, o que a passagem quer dizer é que Cristo pregou através do Espírito Santo (v.19) para as pessoas que vivem na prisão do pecado (Sl. 142:7).
Um dos maiores desafios deixados por Pedro para nós, como seguidores de Jesus, ocorre no verso 15, onde ele nos exorta: "Estejam sempre preparados para responder a qualquer pessoa que lhes pedir a razão da esperança que há em vocês". Esta advertência é impossível de cumprir sem um estudo cuidadoso da Escritura, em espírito de oração, para que entendamos a vontade de Deus.
Cindy Tutsch, DMin
Estados Unidos
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/1pe/3/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: I Pedro 3
Comentário em áudio
Plano mundial de Reavivamento e Reforma, pela leitura devocional de um capítulo da Bíblia por dia. De abril de 2012 a julho de 2015.
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domingo, 14 de junho de 2015
I Pedro 3
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quarta-feira, 22 de abril de 2015
Efésios 4
Comentário devocional:
O apelo de Paulo é que façamos "todo o esforço para conservar a unidade do Espírito pelo vínculo da paz" (v. 3, NVI). Uma maneira de contribuirmos para isso é nos tornarmos partes ativas do corpo de Cristo (vs. 7-16). Cada membro é uma parte do corpo e deve contribuir para sua saúde (vs. 7, 16). E todos devem beneficiar-se do trabalho dos apóstolos, profetas, evangelistas, pastores e mestres (v. 11). Estes, como ligamentos e tendões do corpo, têm uma função unificadora, ajudando-nos a crescer à semelhança de Cristo, que é a cabeça do corpo (vs. 13, 15).
Ao encaminhar-se para o apelo final para que os efésios "sejam bondosos e compassivos uns para com os outros, perdoando-se mutuamente" (v. 32, NVI), Paulo tem alguns pedidos bem específicos. Ele pede aos crentes que evitem a dureza de coração de quando ainda não eram cristãos (vs. 17-24) e que, em lugar da raiva e da linguagem grosseira, utilizem palavras que edifiquem as pessoas e comuniquem graça (vs. 25-31).
Este capítulo sobre a unidade é bastante fácil de se ler quando as coisas estão tranquilas. Porém é muito mais desafiador lê-lo quando estamos envolvidos em algum conflito. Mais importante ainda do que ler é praticar estes conselhos. Você está contribuindo para a unidade do corpo de Cristo?
John McVay
Universidade Walla Walla
Estados Unidos
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/eph/4/
Traduzido por: JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: Efésios 4
Comentários em áudio
O apelo de Paulo é que façamos "todo o esforço para conservar a unidade do Espírito pelo vínculo da paz" (v. 3, NVI). Uma maneira de contribuirmos para isso é nos tornarmos partes ativas do corpo de Cristo (vs. 7-16). Cada membro é uma parte do corpo e deve contribuir para sua saúde (vs. 7, 16). E todos devem beneficiar-se do trabalho dos apóstolos, profetas, evangelistas, pastores e mestres (v. 11). Estes, como ligamentos e tendões do corpo, têm uma função unificadora, ajudando-nos a crescer à semelhança de Cristo, que é a cabeça do corpo (vs. 13, 15).
Ao encaminhar-se para o apelo final para que os efésios "sejam bondosos e compassivos uns para com os outros, perdoando-se mutuamente" (v. 32, NVI), Paulo tem alguns pedidos bem específicos. Ele pede aos crentes que evitem a dureza de coração de quando ainda não eram cristãos (vs. 17-24) e que, em lugar da raiva e da linguagem grosseira, utilizem palavras que edifiquem as pessoas e comuniquem graça (vs. 25-31).
Este capítulo sobre a unidade é bastante fácil de se ler quando as coisas estão tranquilas. Porém é muito mais desafiador lê-lo quando estamos envolvidos em algum conflito. Mais importante ainda do que ler é praticar estes conselhos. Você está contribuindo para a unidade do corpo de Cristo?
John McVay
Universidade Walla Walla
Estados Unidos
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/eph/4/
Traduzido por: JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: Efésios 4
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sábado, 28 de março de 2015
I Coríntios 14
Comentário devocional:
Paulo volta a falar sobre "os dons espirituais, principalmente o dom de profecia" (v 1 NVI). "Quem profetiza o faz para edificação, encorajamento e consolação dos homens." (v 3 NVI). Assim, o dom de profecia "edifica a igreja." Este dom é tão significativo que Paulo reconhece a sua prioridade entre os demais dons.
Como adventistas do sétimo dia, acreditamos na continuidade de todos os dons espirituais, incluindo o dom da profecia. Acreditamos que, em dezembro 1844, Deus designou outro mensageiro profético, assim como Deus operou em muitos outros pontos críticos ao longo da história da salvação. Deus revelou a Ellen Harmon (mais tarde White) uma mensagem de encorajamento através de uma revelação divina. Os crentes estavam desencorajados após o não retorno de Jesus em 22 de outubro de 1844. Assim, Deus usou uma jovem mulher para incentivar e "edificar" o povo de Deus. O tema de sua primeira visão acabou se tornando o tema principal de todo o seu ministério profético: o caminho de Deus é um caminho estreito, que conduz a Jesus. Mais uma vez o dom profético contribuiu para edificar e ajudar a igreja de Deus. Para aqueles que acreditam na importância de todos os dons espirituais, não deveria ser surpresa a escolha divina de um mensageiro profético para ajudar o povo de Deus do tempo do fim a se concentrar em Jesus.
Em seguida, Paulo discorre sobre o falar em "línguas" (idiomas) e a necessidade de serem interpretadas (vv 6-25). Ele destaca, mais uma vez, que todos os dons espirituais, incluindo o dom de "línguas", devem levar à "edificação da igreja" (v 12). O dom de línguas vem junto com o dom de interpretação e compreensão (vv 13, 15). Na verdade, a palavra-chave deste capítulo, estreitamente associada com "línguas" é "entendimento". Tal entendimento conduz à maturidade cristã (v 20).
Ao comparar e contrastar estes dois dons espirituais (profecia e línguas), Paulo observa que o dom de falar em línguas diferentes é "um sinal para os descrentes" mas o dom de profetizar "é para os que crêem" (v 22 NVI). Independentemente do dom, a ordem na igreja deve ser mantida para que os incrédulos não acusem os crentes de estarem "loucos" (v 23 NVI). Todos os dons espirituais devem levar à "edificação" (v 26) e cada orador deve ter a sua vez de falar para que haja ordem na reunião (vv 27-28).
Paulo conclui afirmando que as revelações trazidas pelo dom de profecia devem estar em harmonia com as orientações proféticas prévias (vv 32-33). Ou seja, devemos julgar toda nova revelação pelas verdades encontradas na Palavra de Deus. Para nós, isto significa que a Escritura é a nossa autoridade final.
Michael W. Campbell, Ph.D.
Professor Assistente, Estudos Históricos / Teológicos
Instituto Adventista Internacional de Estudos Avançados
Filipinas
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/1co/14/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: I Coríntios 14
Comentários em áudio
Paulo volta a falar sobre "os dons espirituais, principalmente o dom de profecia" (v 1 NVI). "Quem profetiza o faz para edificação, encorajamento e consolação dos homens." (v 3 NVI). Assim, o dom de profecia "edifica a igreja." Este dom é tão significativo que Paulo reconhece a sua prioridade entre os demais dons.
Como adventistas do sétimo dia, acreditamos na continuidade de todos os dons espirituais, incluindo o dom da profecia. Acreditamos que, em dezembro 1844, Deus designou outro mensageiro profético, assim como Deus operou em muitos outros pontos críticos ao longo da história da salvação. Deus revelou a Ellen Harmon (mais tarde White) uma mensagem de encorajamento através de uma revelação divina. Os crentes estavam desencorajados após o não retorno de Jesus em 22 de outubro de 1844. Assim, Deus usou uma jovem mulher para incentivar e "edificar" o povo de Deus. O tema de sua primeira visão acabou se tornando o tema principal de todo o seu ministério profético: o caminho de Deus é um caminho estreito, que conduz a Jesus. Mais uma vez o dom profético contribuiu para edificar e ajudar a igreja de Deus. Para aqueles que acreditam na importância de todos os dons espirituais, não deveria ser surpresa a escolha divina de um mensageiro profético para ajudar o povo de Deus do tempo do fim a se concentrar em Jesus.
Em seguida, Paulo discorre sobre o falar em "línguas" (idiomas) e a necessidade de serem interpretadas (vv 6-25). Ele destaca, mais uma vez, que todos os dons espirituais, incluindo o dom de "línguas", devem levar à "edificação da igreja" (v 12). O dom de línguas vem junto com o dom de interpretação e compreensão (vv 13, 15). Na verdade, a palavra-chave deste capítulo, estreitamente associada com "línguas" é "entendimento". Tal entendimento conduz à maturidade cristã (v 20).
Ao comparar e contrastar estes dois dons espirituais (profecia e línguas), Paulo observa que o dom de falar em línguas diferentes é "um sinal para os descrentes" mas o dom de profetizar "é para os que crêem" (v 22 NVI). Independentemente do dom, a ordem na igreja deve ser mantida para que os incrédulos não acusem os crentes de estarem "loucos" (v 23 NVI). Todos os dons espirituais devem levar à "edificação" (v 26) e cada orador deve ter a sua vez de falar para que haja ordem na reunião (vv 27-28).
Paulo conclui afirmando que as revelações trazidas pelo dom de profecia devem estar em harmonia com as orientações proféticas prévias (vv 32-33). Ou seja, devemos julgar toda nova revelação pelas verdades encontradas na Palavra de Deus. Para nós, isto significa que a Escritura é a nossa autoridade final.
Michael W. Campbell, Ph.D.
Professor Assistente, Estudos Históricos / Teológicos
Instituto Adventista Internacional de Estudos Avançados
Filipinas
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/1co/14/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: I Coríntios 14
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domingo, 22 de março de 2015
I Coríntios 8 - Comentários selecionados
1 No que se refere. Este versículo introduz outro tema sobre o qual a igreja de Corinto havia buscado o conselho de Paulo, a saber, se era lícito comer alimentos oferecidos a ídolos por seus adoradores pagãos. Quando se sacrificavam animais aos deuses nos templos pagãos, parte do animal era dada aos sacerdotes oficiantes, que vendiam a carne. Parte dela era encontrada nos mercados públicos. Por isso, surgiram dois questionamentos: se era apropriado comprar tais alimentos nos mercados públicos e comê-los, e se era correto comer tal alimento ao visitar um amigo pagão. CBASD - Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 792.
todos somos senhores do saber. Talvez os coríntios tenham se vangloriado disso na carta que enviaram a Paulo (ver com. de 1Co 7:1). Os crentes de Corinto estavam cientes da real natureza dos ídolos, sabiam que não tinham importância alguma (1Co 8:4). CBASD, vol. 6, p. 792.
ensoberbece. Isto é, conduz ao orgulho e a superestimar a opinião de um ser humano, bem como a falta de amor para com outros. CBASD, vol. 6, p. 792.
amor. Do gr. ágape, "amor" na forma mais elevada. Não se trata de uma atração sensual ou biológica, mas amor baseado em princípio; interesse real no bem-estar do próximo por causa de seu valor para Deus como pessoa pela qual Cristo morreu (ver com. de Mt 5:43). Tal amor "não se ensoberbece" (1Co 13:4). Edifica em vez de destruir; portanto, busca sempre ajudar o próximo (ver 1Co 13). Paulo relembrou-lhes que não é seguro confiar num guia tão defeituoso como a sabedoria humana. Se o coração não está ligado a Deus, o conhecimento e a ciência acaba enchendo a pessoa de orgulho, vaidade e confiança na própria capacidade. Com frequência, esse saber afasta a pessoa da religião genuína e lhe confunde a mente (ver 1Co 1:20, 21). A resposta à pergunta sobre alimentos oferecidos a ídolos não devia se basear apenas no conhecimento abstrato, mas no amor verdadeiro pelo próximo. A preocupação principal deve ser por aquilo que melhor contribui para a paz, pureza, felicidade e salvação do próximo. O amor é a resposta para todo problema doutrinário, moral e social. CBASD, vol. 6, p. 792.
2 saber alguma coisa. Paulo condena o orgulho pelo conhecimento intelectual que leva ao desprezo e à negligência pelos menos instruídos. A pessoa orgulhosa por seu conhecimento, a ponto de desprezar os outros e ignorar suas necessidades, demonstra que ainda não aprendeu o princípio do verdadeiro conhecimento. Aquele que é verdadeiramente instruído é humilde, modesto e se preocupa com os demais. Não é orgulhoso e não desconsidera a felicidade dos outros. Quem não usa o conhecimento para contribuir para a felicidade e o bem-estar de outros prova que desconhece um dos propósitos fundamentais do conhecimento, que é o bem geral da humanidade. Assim como um avarento acumula riquezas e não faz o uso delas para abençoar e ajudar outros, quem não reconhece a responsabilidade que a aquisição de conhecimento traz pisa nos interesses dos outros ao redor. Seu conhecimento será usado em benefício próprio, a despeito da necessidade das pessoas em geral. Isso tem sido visto repetidamente na história do mundo. O saber, como a luz do sol, não tem valor a menos que ilumine a Terra. Os seres humanos devem sempre se lembrar de que é Deus quem lhes dá a capacidade de adquirir conhecimento, e é seu dever como mordomos do Senhor usar esse dom em benefício do próximo (ver Pv 2:1-6 ; Tg 1:5). Somente os que conhecem o amor e o colocam em prática é que possuem conhecimento verdadeiramente útil (ver IC o 13:2). Este versículo ensina que conhecimento sem amor é nada, pois não considera o que é mais necessário, a saber, a aplicação correta do conhecimento em favor do próximo. CBASD, vol. 6, p. 792, 793.
3 ama a Deus. A obediência ao primeiro grande mandamento, "amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração", promove a verdadeira sabedoria (M t 22:37; cf. Pv 1:7). CBASD, vol. 6, p. 793.
é conhecido por Ele. Deus conhece a todos, mas tem estreita comunhão apenas com os que O amam, considerando-os como amigos (ver Jo 10:14; Gl 4:9 ; 2Tm 2:19). CBASD, vol. 6, p. 793.
4 No tocante. Este versículo resume a análise da atitude do cristão quanto aos alimentos oferecidos aos ídolos. CBASD, vol. 6, p. 793.
nada. No texto grego, esta palavra é enfática, destacando que o ídolo é absolutamente nada. O ídolo é apenas madeira, pedra ou metal sem vida, e não tem existência de fato no céu nem na Terra. Deve-se considerar que a palavra "ídolo" não se refere apenas à imagem, mas ao deus que supostamente representa. A declaração de Paulo nega a existência desse deus. A crença de que divindades habitam nos ídolos fabricados é apenas uma fantasia da mente dos adoradores. CBASD, vol. 6, p. 793.
5 Deuses ... senhores. Os pagãos criam que o céu e a Terra eram habitados por deuses e senhores de níveis e poderes diferentes. Mas eram apenas divindades imaginárias. CBASD, vol. 6, p. 793.
6 pelo qual. Por meio do Filho, tudo no universo veio a existir (ver Jo 1:1-3, 14; Cl 1:16, 17; Hb 1:2). Os pagãos diziam haver muitos governantes e senhores do universo, mas os cristãos sabem que há apenas um. Paulo apresenta a grande verdade de que Deus, e apenas Deus, trouxe "todas as coisas" à existência, e que fez isso por meio do Filho Jesus Cristo, que é a segunda pessoa da divindade. CBASD, vol. 6, p. 794.
7 por efeito da familiaridade. Ou, "segundo o uso habitual" ou "pela força do hábito". Havia alguns na igreja de Corinto que não consideravam o alimento oferecido a ídolos como alimento comum, embora não mais cressem na existência de ídolos. Como resultado do hábito de anos, eles não conseguiam se dissociar por completo do passado. Compartilhar desse alimento os colocava de forma vívida no seu antigo contexto, uma situação além do que podiam suportar. CBASD, vol. 6, p.794.
8 recomendará. O favor de Deus não depende do uso ou abstenção de alimento oferecido a ídolos. Deus vê o coração e leva em conta os pensamentos e motivações que impulsionam as ações. A adoração a Deus é espiritual e não se baseia em questões dessa natureza . CBASD, vol. 6, p.794.
nada perderemos. Literalmente, "nos falta". Não é recusando-se a comer esse tipo de alimento que os crentes aumentam seu valor moral ou sua excelência. Paulo trata aqui do alimento oferecido a ídolos, e sua declaração não deve ser generalizada para além do tema em consideração, como se nenhum alimento ou bebida pudesse afetar o relacionamento com Deus. O princípio não se aplica aos casos em que o alimento ou a bebida seja prejudicial ao corpo, ou no caso de alimentos estritamente proibidos por Deus. CBASD, vol. 6, p. 794.
9 Vede. Conhecer a verdade sobre os ídolos não constitui em si uma desculpa ilimitada para se satisfazer o apetite sem considerar a influência desses atos sobre os outros. CBASD, vol. 6, p. 794.
liberdade. Do gr. exousia, "direito" ou "autoridade", isto é, de comer a carne oferecida a ídolos. Em muitas circunstâncias, o cristão tem o direito ou autoridade de fazer algo, mas não é sábio nem cortês para com os demais exercer esse direito de forma indiscriminada (ver com. de 1Co 6:12; cf. 10:23). CBASD, vol. 6, p. 794, 795.
tropeço. Isto é, qualquer coisa que faça com que o outro se desvie do caminho da verdade e cometa pecado. CBASD, vol. 6, p. 795.
fracos. O cristão deve sempre se lembrar de que é guardião de seu irmão. Seu dever é viver de modo tal que nenhum ato ou palavra desvie alguém da harmonia com a vontade de Deus. Conveniência e inclinação pessoal não deve ser a principal preocupação, mas sim o efeito de seus atos sobre os demais. CBASD, vol. 6, p. 795.
10 à mesa. Isto é, em uma refeição. Talvez a ocasião fosse de uma função oficial, associada a uma refeição no templo dedicado ao ídolo. CBASD, vol. 6, p. 795.
em templo de ídolo. Neste versículo, apresenta-se o que pode ser considerado um caso extremo, embora se aceite que os que não consideram a influência de suas ações sobre outros possam se comportar da forma descrita. CBASD, vol. 6, p. 795.
11 irmão fraco. O irmão fraco é aquele a quem mais se deve tratar com paciência e tolerância. É um irmão na fé, alguém unido ao Senhor pelo mesmo laço familiar que une aqueles cuja fé é mais amadurecida . Ele tem direito ao amor e à ajuda dos demais na igreja. Deve-se fazer todo o possível para evitar pôr em risco os interesses espirituais de tal pessoa. CBASD, vol. 6, p. 795.
Cristo morreu. Este é o argumento mais forte contra o mau uso da liberdade, quando esse mau uso põe em risco a salvação dos outros. Não se deve fazer nada que torne infrutífero o sacrifício de Cristo por uma pessoa. Essa possibilidade deve ser o suficiente para impedir alguém de tomar qualquer atitude que resulte nisso. Certamente o cristão consciente do que o Salvador fez por ele não insiste em ser indiferente ao bem estar de seus irmãos, fazendo algo que os levaria a violar sua consciência. CBASD, vol. 6, p. 795.
12 pecando. Aquele que tem o amor de Jesus no coração não deseja usar a liberdade de forma que seus irmãos se desviem. Pelo contrário, fica feliz em se abster de privilégios e prazeres, se com isso puder evitar que alguém se desanime. Existe uma ideia enganosa de que toda pessoa tem o direito de fazer o que desejar sem considerar o efeito disso sobre outros, desde que não faça nada contrário à lei (cf. Rm 14:13, 16, 21; 1Pe 2:15, 16). Cristãos amadurecidos devem cuidar para não fazer nada que possa escandalizar os crentes mais fracos ou ser pedra de tropeço no caminho deles. Influenciar outros de forma errada é uma violação da lei que instrui os cristãos a amar seus irmãos e a buscar o bem-estar deles (ver Mt 22:39; Jo 15:12, 17; Rm 13:10; Gl 5:14; Tg 2:8). CBASD, vol. 6, p. 795, 796.
contra Cristo é que pecais. O Salvador Se identifica com Seu povo, incluindo Seus irmãos mais fracos. Na estrada para Damasco, Ele disse a Saulo que a perseguição contra os santos era, na verdade, contra Ele próprio (At 9:5; cf. Mt 25:40). CBASD, vol. 6, p. 796
nunca mais comerei carne, para que não venha a escandalizá-lo. A liberdade é valiosa. Mas, se o exercício dela resulta em fraqueza para um irmão, o correto é renunciar essa liberdade em favor daquele. O amor ao próximo deve ser o princípio orientador em tais questões. ... Negar o eu em favor dos demais é uma característica importante da experiência de um genuíno seguidor de Jesus (ver Mt 16:24; Jo 3:30; Rm 12:10; 14:7, 13, 15-17; Fp 2:3, 4). Esse princípio é a essência do espírito de Jesus, em cuja vida terrena se manifestava constantemente. CBASD, vol. 6, p.796.
todos somos senhores do saber. Talvez os coríntios tenham se vangloriado disso na carta que enviaram a Paulo (ver com. de 1Co 7:1). Os crentes de Corinto estavam cientes da real natureza dos ídolos, sabiam que não tinham importância alguma (1Co 8:4). CBASD, vol. 6, p. 792.
ensoberbece. Isto é, conduz ao orgulho e a superestimar a opinião de um ser humano, bem como a falta de amor para com outros. CBASD, vol. 6, p. 792.
amor. Do gr. ágape, "amor" na forma mais elevada. Não se trata de uma atração sensual ou biológica, mas amor baseado em princípio; interesse real no bem-estar do próximo por causa de seu valor para Deus como pessoa pela qual Cristo morreu (ver com. de Mt 5:43). Tal amor "não se ensoberbece" (1Co 13:4). Edifica em vez de destruir; portanto, busca sempre ajudar o próximo (ver 1Co 13). Paulo relembrou-lhes que não é seguro confiar num guia tão defeituoso como a sabedoria humana. Se o coração não está ligado a Deus, o conhecimento e a ciência acaba enchendo a pessoa de orgulho, vaidade e confiança na própria capacidade. Com frequência, esse saber afasta a pessoa da religião genuína e lhe confunde a mente (ver 1Co 1:20, 21). A resposta à pergunta sobre alimentos oferecidos a ídolos não devia se basear apenas no conhecimento abstrato, mas no amor verdadeiro pelo próximo. A preocupação principal deve ser por aquilo que melhor contribui para a paz, pureza, felicidade e salvação do próximo. O amor é a resposta para todo problema doutrinário, moral e social. CBASD, vol. 6, p. 792.
2 saber alguma coisa. Paulo condena o orgulho pelo conhecimento intelectual que leva ao desprezo e à negligência pelos menos instruídos. A pessoa orgulhosa por seu conhecimento, a ponto de desprezar os outros e ignorar suas necessidades, demonstra que ainda não aprendeu o princípio do verdadeiro conhecimento. Aquele que é verdadeiramente instruído é humilde, modesto e se preocupa com os demais. Não é orgulhoso e não desconsidera a felicidade dos outros. Quem não usa o conhecimento para contribuir para a felicidade e o bem-estar de outros prova que desconhece um dos propósitos fundamentais do conhecimento, que é o bem geral da humanidade. Assim como um avarento acumula riquezas e não faz o uso delas para abençoar e ajudar outros, quem não reconhece a responsabilidade que a aquisição de conhecimento traz pisa nos interesses dos outros ao redor. Seu conhecimento será usado em benefício próprio, a despeito da necessidade das pessoas em geral. Isso tem sido visto repetidamente na história do mundo. O saber, como a luz do sol, não tem valor a menos que ilumine a Terra. Os seres humanos devem sempre se lembrar de que é Deus quem lhes dá a capacidade de adquirir conhecimento, e é seu dever como mordomos do Senhor usar esse dom em benefício do próximo (ver Pv 2:1-6 ; Tg 1:5). Somente os que conhecem o amor e o colocam em prática é que possuem conhecimento verdadeiramente útil (ver IC o 13:2). Este versículo ensina que conhecimento sem amor é nada, pois não considera o que é mais necessário, a saber, a aplicação correta do conhecimento em favor do próximo. CBASD, vol. 6, p. 792, 793.
3 ama a Deus. A obediência ao primeiro grande mandamento, "amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração", promove a verdadeira sabedoria (M t 22:37; cf. Pv 1:7). CBASD, vol. 6, p. 793.
é conhecido por Ele. Deus conhece a todos, mas tem estreita comunhão apenas com os que O amam, considerando-os como amigos (ver Jo 10:14; Gl 4:9 ; 2Tm 2:19). CBASD, vol. 6, p. 793.
4 No tocante. Este versículo resume a análise da atitude do cristão quanto aos alimentos oferecidos aos ídolos. CBASD, vol. 6, p. 793.
nada. No texto grego, esta palavra é enfática, destacando que o ídolo é absolutamente nada. O ídolo é apenas madeira, pedra ou metal sem vida, e não tem existência de fato no céu nem na Terra. Deve-se considerar que a palavra "ídolo" não se refere apenas à imagem, mas ao deus que supostamente representa. A declaração de Paulo nega a existência desse deus. A crença de que divindades habitam nos ídolos fabricados é apenas uma fantasia da mente dos adoradores. CBASD, vol. 6, p. 793.
5 Deuses ... senhores. Os pagãos criam que o céu e a Terra eram habitados por deuses e senhores de níveis e poderes diferentes. Mas eram apenas divindades imaginárias. CBASD, vol. 6, p. 793.
6 pelo qual. Por meio do Filho, tudo no universo veio a existir (ver Jo 1:1-3, 14; Cl 1:16, 17; Hb 1:2). Os pagãos diziam haver muitos governantes e senhores do universo, mas os cristãos sabem que há apenas um. Paulo apresenta a grande verdade de que Deus, e apenas Deus, trouxe "todas as coisas" à existência, e que fez isso por meio do Filho Jesus Cristo, que é a segunda pessoa da divindade. CBASD, vol. 6, p. 794.
7 por efeito da familiaridade. Ou, "segundo o uso habitual" ou "pela força do hábito". Havia alguns na igreja de Corinto que não consideravam o alimento oferecido a ídolos como alimento comum, embora não mais cressem na existência de ídolos. Como resultado do hábito de anos, eles não conseguiam se dissociar por completo do passado. Compartilhar desse alimento os colocava de forma vívida no seu antigo contexto, uma situação além do que podiam suportar. CBASD, vol. 6, p.794.
8 recomendará. O favor de Deus não depende do uso ou abstenção de alimento oferecido a ídolos. Deus vê o coração e leva em conta os pensamentos e motivações que impulsionam as ações. A adoração a Deus é espiritual e não se baseia em questões dessa natureza . CBASD, vol. 6, p.794.
nada perderemos. Literalmente, "nos falta". Não é recusando-se a comer esse tipo de alimento que os crentes aumentam seu valor moral ou sua excelência. Paulo trata aqui do alimento oferecido a ídolos, e sua declaração não deve ser generalizada para além do tema em consideração, como se nenhum alimento ou bebida pudesse afetar o relacionamento com Deus. O princípio não se aplica aos casos em que o alimento ou a bebida seja prejudicial ao corpo, ou no caso de alimentos estritamente proibidos por Deus. CBASD, vol. 6, p. 794.
9 Vede. Conhecer a verdade sobre os ídolos não constitui em si uma desculpa ilimitada para se satisfazer o apetite sem considerar a influência desses atos sobre os outros. CBASD, vol. 6, p. 794.
liberdade. Do gr. exousia, "direito" ou "autoridade", isto é, de comer a carne oferecida a ídolos. Em muitas circunstâncias, o cristão tem o direito ou autoridade de fazer algo, mas não é sábio nem cortês para com os demais exercer esse direito de forma indiscriminada (ver com. de 1Co 6:12; cf. 10:23). CBASD, vol. 6, p. 794, 795.
tropeço. Isto é, qualquer coisa que faça com que o outro se desvie do caminho da verdade e cometa pecado. CBASD, vol. 6, p. 795.
fracos. O cristão deve sempre se lembrar de que é guardião de seu irmão. Seu dever é viver de modo tal que nenhum ato ou palavra desvie alguém da harmonia com a vontade de Deus. Conveniência e inclinação pessoal não deve ser a principal preocupação, mas sim o efeito de seus atos sobre os demais. CBASD, vol. 6, p. 795.
10 à mesa. Isto é, em uma refeição. Talvez a ocasião fosse de uma função oficial, associada a uma refeição no templo dedicado ao ídolo. CBASD, vol. 6, p. 795.
em templo de ídolo. Neste versículo, apresenta-se o que pode ser considerado um caso extremo, embora se aceite que os que não consideram a influência de suas ações sobre outros possam se comportar da forma descrita. CBASD, vol. 6, p. 795.
11 irmão fraco. O irmão fraco é aquele a quem mais se deve tratar com paciência e tolerância. É um irmão na fé, alguém unido ao Senhor pelo mesmo laço familiar que une aqueles cuja fé é mais amadurecida . Ele tem direito ao amor e à ajuda dos demais na igreja. Deve-se fazer todo o possível para evitar pôr em risco os interesses espirituais de tal pessoa. CBASD, vol. 6, p. 795.
Cristo morreu. Este é o argumento mais forte contra o mau uso da liberdade, quando esse mau uso põe em risco a salvação dos outros. Não se deve fazer nada que torne infrutífero o sacrifício de Cristo por uma pessoa. Essa possibilidade deve ser o suficiente para impedir alguém de tomar qualquer atitude que resulte nisso. Certamente o cristão consciente do que o Salvador fez por ele não insiste em ser indiferente ao bem estar de seus irmãos, fazendo algo que os levaria a violar sua consciência. CBASD, vol. 6, p. 795.
12 pecando. Aquele que tem o amor de Jesus no coração não deseja usar a liberdade de forma que seus irmãos se desviem. Pelo contrário, fica feliz em se abster de privilégios e prazeres, se com isso puder evitar que alguém se desanime. Existe uma ideia enganosa de que toda pessoa tem o direito de fazer o que desejar sem considerar o efeito disso sobre outros, desde que não faça nada contrário à lei (cf. Rm 14:13, 16, 21; 1Pe 2:15, 16). Cristãos amadurecidos devem cuidar para não fazer nada que possa escandalizar os crentes mais fracos ou ser pedra de tropeço no caminho deles. Influenciar outros de forma errada é uma violação da lei que instrui os cristãos a amar seus irmãos e a buscar o bem-estar deles (ver Mt 22:39; Jo 15:12, 17; Rm 13:10; Gl 5:14; Tg 2:8). CBASD, vol. 6, p. 795, 796.
contra Cristo é que pecais. O Salvador Se identifica com Seu povo, incluindo Seus irmãos mais fracos. Na estrada para Damasco, Ele disse a Saulo que a perseguição contra os santos era, na verdade, contra Ele próprio (At 9:5; cf. Mt 25:40). CBASD, vol. 6, p. 796
nunca mais comerei carne, para que não venha a escandalizá-lo. A liberdade é valiosa. Mas, se o exercício dela resulta em fraqueza para um irmão, o correto é renunciar essa liberdade em favor daquele. O amor ao próximo deve ser o princípio orientador em tais questões. ... Negar o eu em favor dos demais é uma característica importante da experiência de um genuíno seguidor de Jesus (ver Mt 16:24; Jo 3:30; Rm 12:10; 14:7, 13, 15-17; Fp 2:3, 4). Esse princípio é a essência do espírito de Jesus, em cuja vida terrena se manifestava constantemente. CBASD, vol. 6, p.796.
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terça-feira, 17 de março de 2015
I Coríntios 3 - Comentários selecionados
2 Leite. O alimento natural dos bebês. O "leite" representa os princípios básicos do evangelho. CBASD - Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 743.
8 São um. Quem planta e quem rega não trabalham com propósitos opostos. Eles estão unidos em suas metas e objetivos. Não tem sentido apresentá-los como líderes rivais. CBASD, vol. 6, p. 744.
11 Outro. Do gr allos, "outro [do mesmo tipo]", "mais um" (ver com. de Gl 1:6). Há apenas um Salvador. Outros proclamados como salvadores não são "outro" do mesmo tipo. Não são salvadores (ver Jo 14:6; At 4:12). CBASD, vol. 6, p. 746.
16 Santuário. Do gr naos, palavra usada pelos gregos antigos para descrever o cômodo mais interior do templo, onde se colocava a imagem do deus pagão. ... Paulo atenta para os que constituem o edifício espiritual. Coletivamente, eles formam o templo espiritual de Deus no qual habita o Espírito Santo. Paulo se refere à igreja e adverte seus sucessores em Corinto a não prejudicá-la (1Co 3:17). É verdade que o Espírito Santo também habita em cada cristão de modo individual (ver com. de 1Co 6:19, 20). CBASD, vol. 6, p. 747.
22 Tudo é vosso. Deus é dono de tudo, seja animado ou inanimado, e as coisas que Ele fez são para bênção de Seu povo redimido (ver MDC, 110, 111). CBASD, vol. 6, p. 748.
23 E vós, de Cristo. Este é o clímax ao qual Paulo vinha direcionando seu argumento. Se todo crente pertence a Cristo, deve haver apenas um grande partido na igreja, não diferentes grupos. É a manifestação dessa unidade que o Salvador deseja ver na igreja, e que no fim haverá (ver Jo 17:9-11, 21, 23; Ef 4:13). CBASD, vol. 6, p. 748.
8 São um. Quem planta e quem rega não trabalham com propósitos opostos. Eles estão unidos em suas metas e objetivos. Não tem sentido apresentá-los como líderes rivais. CBASD, vol. 6, p. 744.
11 Outro. Do gr allos, "outro [do mesmo tipo]", "mais um" (ver com. de Gl 1:6). Há apenas um Salvador. Outros proclamados como salvadores não são "outro" do mesmo tipo. Não são salvadores (ver Jo 14:6; At 4:12). CBASD, vol. 6, p. 746.
16 Santuário. Do gr naos, palavra usada pelos gregos antigos para descrever o cômodo mais interior do templo, onde se colocava a imagem do deus pagão. ... Paulo atenta para os que constituem o edifício espiritual. Coletivamente, eles formam o templo espiritual de Deus no qual habita o Espírito Santo. Paulo se refere à igreja e adverte seus sucessores em Corinto a não prejudicá-la (1Co 3:17). É verdade que o Espírito Santo também habita em cada cristão de modo individual (ver com. de 1Co 6:19, 20). CBASD, vol. 6, p. 747.
22 Tudo é vosso. Deus é dono de tudo, seja animado ou inanimado, e as coisas que Ele fez são para bênção de Seu povo redimido (ver MDC, 110, 111). CBASD, vol. 6, p. 748.
23 E vós, de Cristo. Este é o clímax ao qual Paulo vinha direcionando seu argumento. Se todo crente pertence a Cristo, deve haver apenas um grande partido na igreja, não diferentes grupos. É a manifestação dessa unidade que o Salvador deseja ver na igreja, e que no fim haverá (ver Jo 17:9-11, 21, 23; Ef 4:13). CBASD, vol. 6, p. 748.
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domingo, 15 de março de 2015
I Coríntios 1
Comentário devocional:
A antiga cidade de Corinto situava-se em uma estreita faixa de terra de cerca de quatro quilômetros de largura que liga a área ao sul com a Grécia continental, ao norte. A cidade ocupava uma localização estratégica para o comércio. Ela se abria para o Mar Egeu ao leste e para o Mar Adriático a oeste. A cidade se enriqueceu devido ao seu comércio e também pelos marinheiros que passavam por ela. Houve uma proliferação de "acompanhantes femininas", de modo que a cidade estava estreitamente associada com comportamento sexual ilícito.
A antiga cidade de Corinto situava-se em uma estreita faixa de terra de cerca de quatro quilômetros de largura que liga a área ao sul com a Grécia continental, ao norte. A cidade ocupava uma localização estratégica para o comércio. Ela se abria para o Mar Egeu ao leste e para o Mar Adriático a oeste. A cidade se enriqueceu devido ao seu comércio e também pelos marinheiros que passavam por ela. Houve uma proliferação de "acompanhantes femininas", de modo que a cidade estava estreitamente associada com comportamento sexual ilícito.
Ao tempo em que o apóstolo Paulo visitou a cidade, ela já era habitada há muitos séculos. Tinha sido destruída pelos romanos em 146 aC e depois reconstruída por Júlio César em 44 aC como uma colônia para veteranos aposentados das legiões romanas. Isso quer dizer que não havia na cidade muitas famílias tradicionais, como era típico em outras cidades romanas. Isso permitiu que o setor comercial estivesse mais aberto a novas ideias. Eventualmente Augusto fez dela a capital da Acaia (a metade sul da Grécia).
Em muitos aspectos, a cidade antiga e cosmopolita de Corinto se assemelhava a uma cidade moderna. Grandes quantias de dinheiro geravam mobilidade social ascendente, havia grandes eventos esportivos, afiliação a partidos políticos, o afrouxamento dos limites sexuais e uma tendência gradual para a secularização.
Em muitos aspectos, a cidade antiga e cosmopolita de Corinto se assemelhava a uma cidade moderna. Grandes quantias de dinheiro geravam mobilidade social ascendente, havia grandes eventos esportivos, afiliação a partidos políticos, o afrouxamento dos limites sexuais e uma tendência gradual para a secularização.
O apóstolo Paulo começa esta carta ditando-a, como de costume, a um secretário (16:22), que não é nominado. Evidências internas (5:9) indicam que Paulo havia escrito uma primeira carta aos cristãos em Corinto. O retorno das reações a esta primeira carta é que levou Paulo a escrever 1 Coríntios.
O apóstolo Paulo estava claramente preocupado com a igreja em Corinto. Neste primeiro capítulo, após cumprimentá-los (vs. 1-3), ele declara sua esperança de que não faltasse entre eles nenhum dos dons espirituais (v. 7) e que eles fossem encontrados "irrepreensíveis no dia de nosso Senhor Jesus Cristo" (vv. 7, 8).
Paulo os repreende pelas divisões existentes entre eles (v.10). Alguns membros da igreja haviam se dividido em diferentes grupos. "Acaso Cristo está dividido?", perguntou ele (v. 13). Ele advertiu, a seguir, que se estas divisões permanecessem a influência da cruz de Cristo seria anulada (v. 17).
A solução para os problemas da igreja de Corinto é expressa no versículo 18: "Pois a mensagem da cruz é loucura para os que estão perecendo, mas para nós, que estamos sendo salvos, é o poder de Deus" (NVI). Este é, na verdade, o tema central dessa Carta de Paulo aos Coríntios.
Michael W. Campbell, Ph.D.
Instituto Adventista Internacional de Estudos Avançados
Filipinas
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/1co/1/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: 1 Coríntios 1
Comentário em áudio
domingo, 25 de janeiro de 2015
João 17
Comentário devocional:
Não é reconfortante saber que Jesus orou por você? Se você segue a Jesus, Ele orou demoradamente por você! Seu coração se derramou por você. Nesta que foi a mais longa oração registrada de Jesus, Ele intercedeu para que você tenha a mesma unidade íntima que Ele e Seu Pai haviam compartilhado com os primeiros discípulos. Estou tão feliz que Jesus tenha orado por mim para que eu possa experimentar uma comunhão de qualidade com os demais cristãos. Deste modo mostramos ao mundo que Deus enviou Jesus e que nos ama incrivelmente! (João 17:22, 23).
A oração é facilmente separada em três partes: Jesus orando por si mesmo, em seguida, em prol dos discípulos, e, em seguida, em prol de todos os crentes futuros. Os temas que aparecem ao longo da oração são: a glória de Deus, Sua unidade, o conhecimento experiencial da salvação, a soberania de Deus, a missão que ele nos confiou, e o amor de Deus. Temos orado sobre estes temas, como Jesus orou? O que aconteceria se nossas orações fossem mais centradas sobre estes preciosos temas vistos na oração de nosso Salvador?
Muitas vezes tenho pensado e falado: "Eu quero ser a resposta à oração de Jesus!" Você também não gostaria de ser a resposta à essa oração de Jesus? Oh, quão maravilhoso será satisfazer os desejos do coração de Jesus! Que incrível será desfrutar entre os irmãos esse tipo de unidade pela qual Ele orou e não possuirmos nenhum espírito de dissensão entre nós!
Ellen White diz: "Cristo orou para que Seus seguidores fossem um, como Ele era um com o Pai. Os que desejam ver atendida esta oração, devem tratar de desviar a mais leve tendência de desunião, e buscar manter entre os irmãos o espírito de união e amor" (Evangelismo, 212).
Não percamos tempo em coisas de menor importância. Demos ao evangelho a primazia entre nós (1 Cor. 15:1-4). Falemos e vivamos os ensinos de Jesus acerca da unidade. Isso ajudará as pessoas a saberem que Deus enviou Jesus para salvar pecadores.
Christopher Bullock
Pastor em Atlanta, Georgia
Estados Unidos da América
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jhn/17/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: João 16
Comentário em áudio
quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
Salmo 133
Comentário devocional:
Esta é um breve Salmo que traz uma grande mensagem sobre a unidade e a comunhão e as bênçãos que elas trazem. Unidade e companheirismo são tão importantes que o próprio Jesus orou por isso (João 17: 11; 20-23 ) e Paulo pregou sobre isso (Fl 2:2-8; Col 3:14-15).
Neste Salmo, duas imagens descrevem as bênçãos de unidade e comunhão. A primeira é a de óleo escorrendo pela cabeça e barba de Arão. No clima quente e seco da Palestina, óleo é calmante e cura para a pele seca e rachada.
O óleo era um símbolo das bênçãos de Deus ao que estava sendo ungido. Os óleos de unção possuíam uma fragrância que tomava conta de todo o ambiente, à semelhança do que aconteceu quando Maria ungiu os pés de Jesus e a casa se encheu com o perfume (João 12:1-3). A mensagem do salmista é que a unidade no relacionamento trará as bênçãos da paz e harmonia, curando e perfumando o ambiente.
A segunda imagem é a do orvalho que cai sobre o Monte Hermon. Na terra seca da Palestina o orvalho que cai à noite nas altas montanhas traz benefícios refrescantes para as plantas, animais e pessoas para todo Israel [as águas que descem o Monte Hermon formam o rio Jordão, que se estoca no mar da Galiléia e beneficia todo o país]. O Monte Hermon chega a quase três mil metros acima do nível do mar e tem uma vegetação verdejante em suas encostas, mesmo nos meses secos do verão. Em comparação, Jerusalém (Monte Sião) fica praticamente sem chuva durante 6 meses do ano.
As bênçãos de Deus que caem sobre nós quando vivemos em unidade e comunhão com nossa família nos refrescarão e nos sustentarão, mesmo nos tempos "secos" de nossas vidas. Além disso, as bênçãos de Deus nos darão "vida para sempre." Esta é a vida abundante que Jesus veio nos dar (João 10:10). Na unidade e da comunhão com Deus e Seu povo, podemos desfrutar plenamente a vida e viver uma vida cheia de bênçãos e propósito.
"O segredo da verdadeira união na igreja e na família não é diplomacia, nem de gestão ou de um esforço sobre-humano para superar as dificuldades - embora haverá muito disso para fazer - mas a união com Cristo" (LA, p. 179).
Que todos nós possamos buscar uma união mais estreita com o nosso Deus Criador e viver em unidade e harmonia com nosso próximo. Amém.
Thandi Klingbeil
Estados Unidos
Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/Psa/133/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Salmo 133
Esta é um breve Salmo que traz uma grande mensagem sobre a unidade e a comunhão e as bênçãos que elas trazem. Unidade e companheirismo são tão importantes que o próprio Jesus orou por isso (João 17: 11; 20-23 ) e Paulo pregou sobre isso (Fl 2:2-8; Col 3:14-15).
Neste Salmo, duas imagens descrevem as bênçãos de unidade e comunhão. A primeira é a de óleo escorrendo pela cabeça e barba de Arão. No clima quente e seco da Palestina, óleo é calmante e cura para a pele seca e rachada.
O óleo era um símbolo das bênçãos de Deus ao que estava sendo ungido. Os óleos de unção possuíam uma fragrância que tomava conta de todo o ambiente, à semelhança do que aconteceu quando Maria ungiu os pés de Jesus e a casa se encheu com o perfume (João 12:1-3). A mensagem do salmista é que a unidade no relacionamento trará as bênçãos da paz e harmonia, curando e perfumando o ambiente.
A segunda imagem é a do orvalho que cai sobre o Monte Hermon. Na terra seca da Palestina o orvalho que cai à noite nas altas montanhas traz benefícios refrescantes para as plantas, animais e pessoas para todo Israel [as águas que descem o Monte Hermon formam o rio Jordão, que se estoca no mar da Galiléia e beneficia todo o país]. O Monte Hermon chega a quase três mil metros acima do nível do mar e tem uma vegetação verdejante em suas encostas, mesmo nos meses secos do verão. Em comparação, Jerusalém (Monte Sião) fica praticamente sem chuva durante 6 meses do ano.
As bênçãos de Deus que caem sobre nós quando vivemos em unidade e comunhão com nossa família nos refrescarão e nos sustentarão, mesmo nos tempos "secos" de nossas vidas. Além disso, as bênçãos de Deus nos darão "vida para sempre." Esta é a vida abundante que Jesus veio nos dar (João 10:10). Na unidade e da comunhão com Deus e Seu povo, podemos desfrutar plenamente a vida e viver uma vida cheia de bênçãos e propósito.
"O segredo da verdadeira união na igreja e na família não é diplomacia, nem de gestão ou de um esforço sobre-humano para superar as dificuldades - embora haverá muito disso para fazer - mas a união com Cristo" (LA, p. 179).
Que todos nós possamos buscar uma união mais estreita com o nosso Deus Criador e viver em unidade e harmonia com nosso próximo. Amém.
Thandi Klingbeil
Estados Unidos
Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/Psa/133/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Salmo 133
sexta-feira, 13 de dezembro de 2013
Salmo 128
Comentário devocional:
Você deve conhecer pelo menos uma família que aparentemente tenha todas as qualidades descritas nesse Salmo. E quando digo isso, não me refiro a coisas materiais. Na verdade, o tipo de família que tenho em mente pode ter muito pouco em termos de bens materiais, mas são espiritualmente completos em Cristo. Eles têm paz. Eles irradiam alegria. Eles espalham contentamento. Eles são as pessoas ideais para terem muitos filhos, porque a mãe e o pai parecem ter sido presenteados com uma dose extra de sabedoria divina para exercerem a paternidade e a maternidade.
Este é um Salmo que exalta a família. Será que existe uma família como a que descrevi? Sim, mas uma família como esta não pode existir a menos que o líder espiritual dessa família caminhe sob a autoridade de Deus.
Vivemos em uma cultura saturada com o "evangelho da prosperidade", onde erroneamente interpretamos nosso aumento financeiro como sendo evidência da bênção de Deus. Nesse contexto, considero apropriado ser lembrado pelo salmista que o verdadeiro significado da bênção e da prosperidade é uma família temer ao Senhor e seguir os Seus caminhos. Uma família unida, vivendo à altura do seu chamado em Cristo, eis um grupo de pessoas verdadeiramente abençoadas.
Cindy Nash
Estados Unidos
Traduzido por JDS/JAQ
Texto bíblico: Salmo 128
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