Mostrando postagens com marcador evangelho. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador evangelho. Mostrar todas as postagens

sábado, 20 de junho de 2015

I João 1

Comentário devocional:

Cada membro da igreja é diferente, alguns são simplesmente problemáticos. 

Isso era tão verdadeiro nos dias do apóstolo João como nos nossos. Houve alguns membros em sua congregação que afirmavam serem membros da igreja em situação regular, embora andando "nas trevas". Eles estavam - o apóstolo afirma - vivendo uma mentira (v. 6).

O problema deles parece ter múltiplas facetas, porém temos um vislumbre do problema principal no verso 7, que indica que eles não estavam vivendo em harmonia com o resto da congregação. Descobrimos, no próximo versículo, que eles estariam reivindicando viver sem pecado.

João viu claramente o problema dessas pessoas. No verso 8 ele simplesmente os chama de mentirosos e no verso 10 ele diz que tais reivindicações fazem de Deus um mentiroso. Afinal, Deus é enfático em dizer que "todos pecaram" (Rom. 3:23), como Paulo deixa claro na primeira metade de Romanos 3, utilizando para isso uma grande quantidade de citações do Antigo Testamento.

A boa notícia em relação à reivindicação dos "sem pecado" é que ela deu a João uma oportunidade para expor o evangelho do perdão. "Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para perdoar os nossos pecados e nos purificar de toda injustiça" (verso 9 NVI).

Uma coisa que gosto em João é que ele é capaz de encontrar algo útil mesmo em situações muito ruins. Temos algo a aprender com essa atitude de João.

George Knight
Estados Unidos





Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/1jn/1/


Traduzido por JAQ/JDS/IB


Texto bíblico: I João 1 


Comentário em áudio 

sexta-feira, 24 de abril de 2015

Efésios 6

Comentário devocional:

Em Efésios Paulo descreve a igreja como o corpo de Cristo (1:22-23; 4:11-16), como o templo de Deus (2:19-22), e como a noiva/esposa de Cristo (5:21-33). Em Efésios 6:10-20, Paulo retrata a igreja como o exército de Deus e oferece um vigoroso convite às armas. É uma passagem que oferece muitos benefícios e corre o risco de ser mal interpretada.

Poderíamos interpretar mal as palavras de Paulo como se fossem uma convocação para utilizar armas militares contra nossos inimigos ou para sermos combativos em nossas relações com os outros. Mas Paulo vem enfatizando a unidade, palavras edificantes e ternura (ver especialmente 4:25-5:2). E ele descreve as boas novas de Deus como "o evangelho da paz" (v. 15). Através desta vívida metáfora militar, a igreja não é chamada à guerra no sentido tradicional. Pelo contrário, somos chamados a lutar pela paz na batalha espiritual contra o mal. Paulo está pensando no campo de batalha do grande conflito e nos chama para nos alistarmos no exército de Deus.

Devemos fazê-lo com uma avaliação realista do inimigo, nunca subestimando as forças dispostas contra nós. Nós não apenas enfrentamos inimigos humanos, mas "as forças espirituais do mal nas regiões celestiais" (v. 12, NVI), liderados por um general astuto, o diabo (v. 11). No entanto, não precisamos ser intimidados por nossos inimigos, pois Deus está presente conosco na batalha (v. 10) e forneceu-nos a melhor das armas, a Sua própria armadura, a "armadura de Deus" (v 11; cf. Is. 59:15b-17). Ele colocou à nossa disposição a verdade, a justiça, a paz, a fé, a salvação e o Espírito (vs. 13-17). Deus vai adiante de nós e equipados da cabeça aos pés com a armadura que Ele forneceu, não podemos falhar. A vitória está garantida.

Que Deus abençoe a você, membro do Seu exército, que luta pela paz no poder do Seu nome!

John McVay
Universidade Walla Walla
Estados Unidos



Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/eph/6/
Traduzido por: JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: Efésios 6 
Comentários em áudio 

segunda-feira, 13 de abril de 2015

Gálatas 1

Gálatas 1 - Comentário devocional:

Gálatas é uma carta curta e fascinante, tendo em vista que parece ser a mais antiga epístola de Paulo, escrita, talvez, um pouco antes do Concílio de Jerusalém em 50 d.C. Ela nos proporciona uma janela interessante para observar os primeiros dias da igreja, quando os gentios começaram a responder ao evangelho em grande número. Uma igreja em crescimento parece algo bom para nós, entretanto nem todos estavam felizes com isso. Alguns na igreja estavam convencidos de que os crentes gentios convertidos deveriam tornar-se judeus antes de se tornarem cristãos. Isso significa que os homens gentios deveriam ser circuncidados (cf. Atos 15:1).

Apesar de Paulo não se opor pessoalmente a importância da obediência, ele percebeu que esse tipo de teologia, na verdade, minava o próprio fundamento do evangelho - a plena suficiência de Cristo para a salvação. Ao insistir na circuncisão, esses indivíduos dentro da igreja estavam estabelecendo um comportamento humano como pré-requisito para a salvação. E isso é legalismo. Gálatas é um apaixonado apelo de Paulo aos novos crentes gentios a permanecerem fiéis ao evangelho.

Como parte de sua saudação de abertura, Paulo nos lembra de que a salvação está enraizada no que Jesus já fez pela raça humana ao entregar a Sua vida como um sacrifício substitutivo pelos nossos pecados. Seu sacrifício traz consigo não só o perdão, mas também a liberdade do poder escravizador dos pecados (v. 4). Essa mensagem do evangelho não era algo que Paulo inventara, ele a tinha recebido diretamente de Cristo ressuscitado desde o momento em que lhe apareceu no caminho de Damasco, transformando-o de perseguidor a um seguidor do próprio Cristo (vs. 11-24).

E quanto a nós? Por meio de nossas palavras e ações estamos inadvertidamente substituindo a plena suficiência de Cristo para a salvação por alguma forma de comportamento humano?

Que o tempo dedicado ao estudo das cartas de Paulo fortaleça em nós a certeza de que o evangelho diz respeito ao que Cristo fez, e que a nossa obediência é apenas o resultado de estarmos firmados em Cristo. 

Carl P. Cosaert
Universidade Walla Walla
Estados Unidos



Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/gal/1/

Traduzido por: JAQ/JDS/IB

Texto bíblico: Gálatas 1

Comentários em áudio 

segunda-feira, 23 de março de 2015

I Coríntios 9

I Coríntios 9 - Comentário devocional:

Depois de lidar com uma série de questões que vão da sexualidade à alimentação, o apóstolo Paulo agora fala aos crentes de Corinto sobre as  motivações para o comportamento. Por trás das ações deve haver um padrão de auto-negação. Isso é importante porque erram aqueles que simplesmente fazem valer os seus "direitos" (v. 4). Em vez de fazer valer os seus direitos individuais, eles devem suportar "tudo para não colocar obstáculo algum ao evangelho de Cristo" (v 12 NVI).

No cerne da questão está o evangelho: "Contudo, quando prego o evangelho, não posso me orgulhar, pois me é imposta a necessidade de pregar. Ai de mim se não pregar o evangelho!"(v 16 NVI). Esse serviço deve ser feito de boa vontade. Como um líder cristão, ele lhes lembra que ele tem uma responsabilidade sagrada de não abusar de sua autoridade (v 18).

Nos versos 19 a 23 o apóstolo Paulo recorda seus leitores que um verdadeiro líder é focado no serviço. Como servo demonstra um espírito flexível, pois servir não tem a ver com ser líder, mas com Jesus! "Para com os fracos tornei-me fraco, para ganhar os fracos. Tornei-me tudo para com todos, para de alguma forma salvar alguns" (v 22 NVI).

O espírito de sacrifício e serviço descrito pelo apóstolo Paulo é o mesmo espírito que exibiu o presidente da Associação Geral William A. Spicer. O que muitos adventistas provavelmente não têm conhecimento é que uma das mais incomuns sessões da Conferência Geral na história denominacional ocorreu em 1922. A igreja estava tentando decidir se reelegia A. G. Daniells como presidente da Associação Geral ou se elegia W. A. Spicer que, durante a sessão da Conferência Geral prometera à esposa que iria se aposentar. Um dos documentos mais fascinantes da história adventista é a carta que ele escreveu a sua mulher explicando como ele se tornara presidente eleito da Conferência Geral. Ele encerrou a carta com as palavras: "No reino de Cristo não há posições de honra, mas [apenas] posições de serviço." Estas são as palavras que devemos viver ao buscarmos lembrar o verdadeiro espírito de sacrifício do cristianismo.

Em conclusão, o apóstolo Paulo nos lembra de exercer o controle em todas as coisas, como o "atleta em tudo se domina" (v 25 ARA). Quando as nossas prioridades estão na ordem certa, estamos dispostos a nos disciplinar para servir (v 27). Assim, alcançamos o equilíbrio que inicia com nossas motivações e transforma todos os aspectos de nossas vidas para Cristo.

Michael W. Campbell, Ph.D.
Professor Assistente, Estudos Históricos / Teológicos
Instituto Adventista Internacional de Estudos Avançados
Filipinas




Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/1co/9/

Traduzido por JAQ/GASQ           

Texto bíblico: I Coríntios 9 

Comentários em áudio 

domingo, 15 de março de 2015

I Coríntios 1

Comentário devocional:

A antiga cidade de Corinto situava-se em uma estreita faixa de terra de cerca de quatro quilômetros de largura que liga a área ao sul com a Grécia continental, ao norte. A cidade ocupava uma localização estratégica para o comércio. Ela se abria para o Mar Egeu ao leste e para o Mar Adriático a oeste. A cidade se enriqueceu devido ao seu  comércio e também pelos marinheiros que passavam por ela. Houve uma proliferação de "acompanhantes femininas", de modo que a cidade estava estreitamente associada com comportamento sexual ilícito.
Ao tempo em que o apóstolo Paulo visitou a cidade, ela já era habitada há muitos séculos. Tinha sido destruída pelos romanos em 146 aC e depois reconstruída por Júlio César em 44 aC como uma colônia para veteranos aposentados das legiões romanas. Isso quer dizer que não havia na cidade muitas famílias tradicionais, como era típico em outras cidades romanas. Isso permitiu que o setor comercial estivesse mais aberto a novas ideias. Eventualmente Augusto fez dela a capital da Acaia (a metade sul da Grécia). 

Em muitos aspectos, a cidade antiga e cosmopolita de Corinto se assemelhava a uma cidade moderna. Grandes quantias de dinheiro geravam mobilidade social ascendente, havia grandes eventos esportivos, afiliação a partidos políticos, o afrouxamento dos limites sexuais e uma tendência gradual para a secularização.
O apóstolo Paulo começa esta carta ditando-a, como de costume, a um secretário  (16:22), que não é nominado. Evidências internas (5:9) indicam que Paulo havia escrito uma primeira carta aos cristãos em Corinto. O retorno das reações a esta primeira carta é que levou Paulo a escrever 1 Coríntios.
 
O apóstolo Paulo estava claramente preocupado com a igreja em Corinto. Neste primeiro capítulo, após cumprimentá-los (vs. 1-3), ele declara sua esperança de que não faltasse entre eles nenhum dos dons espirituais (v. 7) e que eles fossem encontrados "irrepreensíveis no dia de nosso Senhor Jesus Cristo" (vv. 7, 8).
Paulo os repreende pelas divisões existentes entre eles (v.10). Alguns  membros da igreja haviam se dividido em diferentes grupos. "Acaso Cristo está dividido?", perguntou ele (v. 13). Ele advertiu, a seguir, que se estas divisões permanecessem a influência da cruz de Cristo seria anulada (v. 17).
A solução para os problemas da igreja de Corinto é expressa no versículo 18: "Pois a mensagem da cruz é loucura para os que estão perecendo, mas para nós, que estamos sendo salvos, é o poder de Deus" (NVI). Este é, na verdade, o tema central dessa Carta de Paulo aos Coríntios.
Michael W. Campbell, Ph.D.
Instituto Adventista Internacional de Estudos Avançados
Filipinas
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: 1 Coríntios 1

Comentário em áudio

sábado, 14 de março de 2015

Romanos 16

Comentário devocional:

Paulo começa o capítulo final de sua carta aos crentes em Roma, enviando saudações a seus amigos (vv 1-15). Destacam-se Priscila e Áquila (v 3) que conheceram Paulo em Corinto e tinham sido convertidos por seu ensino (Atos 18:1-3).

Paulo começa sua instrução final admoestando os crentes "a tomarem cuidado com aqueles que causam divisões e colocam obstáculos ao ensino" que eles tinham recebido. E adverte: "Afastem-se deles" (v. 17 NVI). Ressalta, ainda, que os causadores de divisões, por deixarem suas paixões carnais controlar suas vidas, não estão servindo a Jesus Cristo, mas, na verdade, a si mesmos. E que com "palavras suaves e bajulação enganam o coração dos ingênuos" (v 18 NVI). Esta exortação se mantém válida ainda nos dias de hoje. Existem líderes e mestres no mundo cristão hoje que são controlados por seus desejos carnais e contradizem os ensinos da Escritura. Esses falsos ensinamentos trazem divisão dentro da igreja cristã. Paulo nos exorta a perceber esses falsos mestres e evitá-los.

Em seguida, Paulo fala profeticamente daqueles que são transformados pelo Evangelho, quando diz que "o Deus da paz esmagará Satanás debaixo dos pés de vocês" (v. 20 NVI). Isso remonta à promessa do evangelho em Gênesis 3:15 em que vemos a promessa de que a semente da mulher esmagaria a cabeça da serpente. Essa promessa foi cumprida quando Cristo morreu na cruz e esmagou a cabeça de Satanás antecipando seu objetivo final de libertação plena de todos os que nEle crerem. Pessoas tem sido transformadas pelo poder do evangelho numa manifestação da justiça de Deus em Cristo (v. 20). Quando a terra for iluminada com a glória de Deus globalmente (ver Ap 18:1), a cabeça de Satanás (suas mentiras) será repetidamente esmagada, ao Deus demonstrar que pode transformar seres humanos pecadores em justos. No final dos tempos, Deus terá na Terra um remanescente que desenvolverá uma maturidade espiritual através do poder de Cristo, que o possibilitará a desempenhar um papel crucial nas cenas finais da história da Terra, ao contestar as obras e acusações de Satanás contra Deus, de uma vez por todas. 
Paulo apresenta suas saudações finais e nos diz que o evangelho que ele tem pregado é uma revelação do mistério (Cl 1:27 e Ap10:7) que havia sido mantido em segredo desde o início do mundo, mas agora foi manifesto: a altura, profundidade e a largura do amor de Deus pela raça humana, revelados pelo evangelho, as boas novas da salvação em Cristo.

Os resultados da pregação do evangelho são demonstradas pela obediência da fé (vv 25-27). O Movimento do Segundo Advento foi despertado (Ap 10) para revelação deste mistério e para a demonstração do poder de Deus neste mundo. Que possamos estar entre aqueles a levar este evangelho eterno do reino a toda nação, tribo, língua e povo! Amém!

Norman McNulty
Neurologista, TN, EUA



Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rom/16/

Traduzido/adaptado por JAQ/GASQ

Texto bíblico: Romanos 16 

Comentário em áudio

sexta-feira, 6 de março de 2015

Romanos 8

Comentário devocional:

Este capítulo é o clímax da explicação de Paulo acerca do evangelho e um dos grandes capítulos de toda a Escritura. No primeiro versículo, ele resume tudo o que já dissera nos sete primeiros capítulos, afirmando: "Portanto, agora já não há condenação para os que estão em Cristo Jesus" (NVI), que não andam segundo a carne, mas segundo o Espírito. Ser livre da condenação significa que estamos em Cristo Jesus e não andamos segundo a carne, mas andamos segundo a direção do Espírito Santo. Cristo nos libertou do pecado e da morte.

Paulo prossegue nos lembrando que nossa carne é fraca. No entanto, Cristo veio em semelhança da carne do pecado e condenou o poder do pecado, "a fim de que as justas exigências da Lei fossem plenamente satisfeitas em nós, que não vivemos segundo a carne, mas segundo o Espírito" (v. 4, NVI). Isto é justificação pela fé. A mente carnal é contra Deus e isso leva à morte. No entanto, a inclinação do Espírito "é vida e paz". Aqueles que são justificados pela fé tem paz com Deus (vs. 5-8).

Em seguida, Paulo demonstra que a vida espiritual é possível quando o Espírito de Deus habita em nós, o que permite que Cristo viva em nós. Quando Cristo vive em nós, o velho homem do pecado morre, e espiritualmente ressuscitamos para viver uma nova vida (vs. 9-13). Mas se continuarmos a viver segundo a carne, morreremos, como ele disse em Romanos 7. Entretanto, nós temos a bela promessa de que quando vivemos uma vida cheia do Espírito Santo nos tornamos filhos de Deus. Podemos falar com Deus como nosso Pai. Não somente isso, mas assim como Jesus é o Filho de Deus, nós também nos tornamos filhos de Deus, isto é co-herdeiros com Cristo! Que presente maravilhoso Deus nos deu (vs. 14-19).

Encontramos então duas belas promessas. A primeira, que o Espírito faz com que nossas orações sejam aceitáveis ​​a Deus. E a segunda, que Deus faz com que todas as coisas cooperem para o bem daqueles que O amam (vs. 20-30). 

Paulo termina o capítulo dizendo que é o amor de Deus que justifica. Portanto não importa que tribulações venhamos a enfrentar ou quantas perseguições possam se abater sobre nós, enquanto tivermos a graça justificadora em nossas vidas nada poderá nos separar do amor de Deus (vs. 31-39). Viveremos com Ele pelos séculos e séculos da eternidade!

Norman McNulty
Neurologista, TN, EUA



Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rom/8/

Traduzido por JDS/JAQ

Texto bíblico: Romanos 8 

Comentário em áudio

quarta-feira, 4 de março de 2015

Romanos 6

Comentário devocional:

Romanos 6 é um dos grandes capítulos da Escritura - é através dele que Paulo chega a uma magistral descrição do poder do evangelho. Os cinco primeiros capítulos mostraram a necessidade que todos temos da graça de Deus, graça que é maior que o nosso pecado. No entanto, Paulo deixa muito claro que a graça de Deus não nos dá licença para continuarmos em pecado. De fato, ele mostra que, quando somos justificados pela fé estamos mortos para o pecado e não mais vivemos pecando (vs. 1, 2).

A vida justificada é uma vida que foi batizada em Jesus Cristo, ou seja, que fomos batizados na sua morte. No batismo fomos sepultados com Cristo, para que possamos ser ressuscitados para uma nova vida espiritual. Assim como Jesus foi ressuscitado dentre os mortos pela glória do Pai, assim também nós somos ressuscitados para viver uma nova vida de fé (vs. 3, 4). Estamos totalmente convencidos de que Deus pode nos capacitar a viver esta nova vida, tão facilmente como Ele ressuscitou a Jesus corporalmente dentre os mortos.

Os próximos versículos pintam um belo quadro. "Se dessa forma fomos unidos a ele na semelhança da sua morte, certamente o seremos também na semelhança da sua ressurreição. Pois sabemos que o nosso velho homem foi crucificado com ele, para que o corpo do pecado seja destruído e não mais sejamos escravos do pecado" (v. 5-6, NVI). Aqui "ser crucificado com Cristo"  significa a morte do velho homem do pecado. No rodapé da minha Bíblia tenho uma nota marginal: "aquele que está morto está justificado." Portanto, ser crucificado com Cristo e morto para o pecado, significa ser justificados pela fé. Ellen White apoia este conceito: "Deus requer a completa entrega do coração, antes que possa ocorrer a justificação; e para que o homem conserve essa justificação, tem de haver obediência contínua, mediante ativa e viva fé que opera por amor e purifica a alma" (Mensagens Escolhidas, vol. 1, p. 366).

Paulo diz que a morte não tem mais domínio sobre Cristo, e enquanto permanecermos submissos a Ele, o pecado não tem mais domínio sobre nós (vs. 8-15). O capítulo termina mostrando que somos ou escravos do pecado ou escravos da justiça. Quando obedecemos ao velho homem do pecado, somos escravos do feitor que se chama pecado. Quando somos escravos da justiça obedecemos a Deus. Aqui está envolvida uma escolha. Ou escolhemos a escravidão do pecado, ou a Deus que nos liberta do pecado (vs. 16-23). Se somos escravos do pecado, o salário é a morte. Se escolhemos servir a justiça, recebemos a vida eterna. A quem você escolhe servir?

Norman McNulty
Neurologista, TN, EUA



Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rom/6/

Traduzido por JDS/JAQ

Texto bíblico: Romanos 6 

Comentário em áudio 

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Atos 11

Comentário devocional:

Em Atos 11 somos lembrados do poder de um testemunho pessoal, apenas dois capítulos depois da poderosa história da conversão de Paulo, em Atos 9. Este capítulo começa com o retorno de Pedro a Jerusalém, onde ele foi imediatamente denunciado pelos companheiros judeus por comer com Cornélio , um gentio. Em vez de discutir, Pedro simplesmente explica detalhadamente sua visão sobre as carnes impuras (Atos 10). Ele concluiu dizendo aos "apóstolos e outros irmãos" reunidos que Jesus queria que o Espírito Santo fosse outorgado para os gentios como para os judeus. 

Os corações irritados então se acalmaram. Os ouvintes rapidamente abandonaram seus preconceitos de longa data contra os gentios e "não apresentaram mais objeções e louvaram a Deus, dizendo: 'Então, Deus concedeu arrependimento para a vida até mesmo aos gentios!'"(verso 18). 

Esse é o poder do testemunho pessoal! A reação dos apóstolos nos é também um lembrete de que a visão de Pedro não cancelou as restrições alimentares do Antigo Testamento como algumas denominações religiosas ensinam hoje. Se assim fosse, os apóstolos teriam dito "Agora podemos comer todos os tipos de carne! " 

O capítulo termina com o estabelecimento da primeira agência cristã de socorro e apoio social. Mas, em vez de organizar a distribuição de alimentos para uma área de desastre como a Agência Adventista de Recursos Assistenciais (ADRA) faz hoje, esta organização em Antioquia tomou conhecimento por uma profecia de uma crise que estava para ocorrer na Judeia. Então eles prepararam carregamentos de ajuda humanitária: "Um deles, Ágabo, levantou-se e pelo Espírito predisse que uma grande fome sobreviria a todo o mundo romano, o que aconteceu durante o reinado de Cláudio. Os discípulos, cada um segundo as suas possibilidades, decidiram providenciar ajuda para os irmãos que viviam na Judéia."(versos 28, 29 NVI). Como seria útil se pudéssemos nos preparar com antecedência para os desastres de hoje! 

"Querido Deus, eu posso não ter uma visão como a de Pedro para compartilhar, mas compreendo o poder dos testemunhos pessoais. Ensina-me a partilhar a minha experiência de fé mais eficazmente de forma que os ouvintes Te glorifiquem, dizendo: 'Que maravilha, Deus concedeu arrependimento para a vida até mesmo a [seu nome]!' Amém ". 

Andrew McChesney 
Editor de notícias da Adventist Review


Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/act/11/
Traduzido por: JAQ/JDS
Texto bíblico: Atos 11 
Comentários em áudio

domingo, 1 de fevereiro de 2015

Atos 3

Comentário devocional:
Um dia Pedro e João estavam a caminho do Templo para orar. Quando entraram, um homem aleijado lhes pediu esmola. Eles não tinham dinheiro para lhe dar e poderiam ter dado ao homem somente esperanças de que alguém iria ajudá-lo. Mas eles não fizeram isso. "Não tenho prata nem ouro, mas o que tenho, isto lhe dou. Em nome de Jesus Cristo, o Nazareno, ande." (v 6 NVI). Mas não fizeram só isso. O tomaram pela mão, o ergueram, e quando o fizeram (atuando pela fé), os seus pés e tornozelos recuperaram sua força, e ele começou a pular e louvar a Deus.
Vendo alguém em necessidade, você já deve ter pensado: "Bem, eu realmente não tenho nada significativo para dar. Eu vou deixar para que alguém que tenha mais do que eu ajude". Mas Deus não nos pede muito, ele só nos pede para dar o que temos, que é Jesus. No entanto, ao darmos Jesus, devemos também oferecer uma mão amiga. Esta é a parte assustadora e exige fé. Ela é chamada de "colocar o evangelho nos sapatos de trabalho", ou seja, é precisar colocar o evangelho em prática. Se sairmos de nossa zona de conforto e nos exercitarmos mais neste cristianismo prático, faremos grande diferença em nosso mundo hoje!
"Por tudo que nos confere vantagem sobre outros - seja educação e refinamento, seja nobreza de caráter, educação cristã ou experiência religiosa - achamo-nos em dívida para com os menos favorecidos; e, o quanto estiver ao nosso alcance, cumpre-nos ajudá-los. Se somos fortes, devemos sustentar as mãos do fraco."(O Desejado de Todas as Nações, p. 440).
Ao fazermos isso, o Espírito Santo nos concederá o sucesso. Mas também devemos dar toda a glória a Deus, como o fizeram Pedro e João. "Por que vocês estão olhando para nós, como se tivéssemos feito este homem andar por nosso próprio poder ou piedade?" (v 12 NVI), disseram à multidão surpresa. "Isto não vem de nós. Vem de Jesus. Agora arrependam-se e se convertam, e façam o mesmo." (paráfrase do vs. 19).
Melody (Melodious Eco) Mason
Líder do Ministério de Oração ARME
Traduzido por JAQ/GAQ/JDS
Texto bíblico: Atos 3
Comentário em áudio

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

Lucas 9 - Comentários selecionados

3 não levem nada. Nenhum excesso de bagagem que dificultasse a viagem, nem sequer as provisões usuais. Deviam depender das pessoas na casa de quem se hospedassem. Bíblia de Estudo NVI Vida.

nem alforje. Uma espécie de bolsa em que o viajante leva seus pertences e provisões de viagem. Bíblia de Genebra.

4 fiquem ali. Não deviam mudar de casa, procurando alojamentos melhores, mas usar uma única casa como centro de operações enquanto pregavam em determinada comunidade. Bíblia de Estudo NVI Vida.

5 sacudi o pó dos vossos pés. Um ato simbólico praticado pelos judeus religiosos ao retornarem à Palestina, que aqui indica relações cortadas, responsabilidade cessada, e um apelo seríssimo ao arrependimento. Bíblia Shedd.

9 E se esforçava por vê-Lo. Literalmente, "procurava vê-Lo". Era mais que um desejo, por parte de Herodes; ele realmente procurava uma oportunidade adequada para ter uma entrevista com Jesus sem, como ele pressentia, comprometer sua dignidade como rei ...  No entanto, como Nicodemos (ver DTN, 168), Herodes entendia que seria humilhante a alguém de sua posição ir a Jesus abertamente. CBASD - Comentário Bíblico Adventista, vol. 5, p. 853.

O desejo de Herodes de ver a Jesus só se cumpriu no julgamento de Jesus (23.8-12). Bíblia de Estudo NVI Vida.

retirou-se ... para Betsaida, para descansar (Mc 6.31) e sair do território de Herodes. Esse ministérios de ensino e milagres (v. 11) só resultou em condenação (cf "Ai", 10.13). Bíblia Shedd.

12-17 O milagre da multiplicação dos pães é o clímax do ministério de Jesus na Galileia. Bíblia Shedd.

18 orando à parte. Lucas salienta a oração de Cristo antes do Batismo, da escolha dos Doze, da confissão de Pedro, da transfiguração e da traição. Bíblia Shedd.

Quem as multidões dizem que Eu sou? O relato trazido pelos discípulos foi igual ao que chegou até Herodes (cf. v. 7, 8). Esse fato se deu ao norte, fora do território de Herodes, nos arredores de Cesareia de Filipe (v. Mt 16.13 e Mc 7.24; notas). Bíblia de Estudo NVI Vida.

Entre os v. 17 e 18 ocorre o que, algumas vezes, é descrito como a "grande omissão" de Lucas. Nestes versículos, Lucas omite tudo o que está registrado em Marcos 6:45 a 8:26; e João 6:25 a 7:1, isto é, Jesus caminhando sobre o lago, o sermão do Pão da Vida, as discussões com os fariseus, o retiro para a Fenícia, a cura do surdo-mudo, a alimentação das quatro mil pessoas e a cura do cego de Betsaida. Para equilibrar essa "grande omissão", Lucas faz o que é chamado algumas vezes de a "grande inserção", que consiste aqui dos eventos de Lucas 9:51 a 18:14. Quase nenhum deles ocorre nos outros evangelhos. CBASD, vol. 5, p. 853.

20 Cristo. É a tradução de  Mashiah, "o ungido', termo que inicialmente se referiu ao Sumo Sacerdote (Lv 4.5, LXX) e depois ao rei (cf 1Sm 2.10, 35; Sl 2.2;Dn 9.25), interpretado pelos judeus como o Salvador vindouro, o Messias. Bíblia Shedd.

22 sofra. O primeiro aviso aos discípulos de que o Messias seria diferente do Messias conquistador que eles tinham esperado. Andrews Study Bible.

23 Os discípulos provenientes da Galileia sabiam o que significava a cruz, visto que na região deles centenas de homens tinham sido mortos por esse método de execução. Bíblia de Estudo NVI Vida.

29 a aparência do Seu rosto Se transfigurou. Literalmente, "a aparência de Seu rosto tornou-se diferente". CBASD, vol. 5, p. 853.

30 Moisés e Elias. Os dois representavam a Lei e os Profetas do AT; ambos haviam testemunhado de Cristo (e. g., Dt 18:15; Is 9:6; Lc 24:27). Andrews Study Bible.

37-43 A sequência da transfiguração e depois a cura do jovem, ensinam a necessidade do serviço suceder ao culto. Apenas a permanência no monte do êxtase, sem tentar melhorar  a vida dos outros no vale, ou vice-versa, resultam na falta de poder. Bíblia Shedd.

38 único. Do gr monogenes (ver com. de Lc 7:12; 8:42; Jo 1:14). CBASD, vol. 5, p. 854.

46, 47 o maior. Lucas contrasta o desejo dos discípulos de terem o melhor lugar com a preocupação de Jesus em favor dos outros. Bíblia de Genebra.

A grandeza no reino de Deus é o serviço humilde. Bíblia Shedd.

51 ao se completarem os dias. O ministério de Cristo rapidamente chegava ao final. A cruz estava, nesse momento, cerca de seis meses adiante. CBASD, vol. 5, p. 854.

assunto. Corresponde a "glorificado" em João (cf Jo 13.31), incluindo a paixão, a ressurreição e a ascensão. Bíblia Shedd.

ir para Jerusalém. Começa aqui a seção central de Lucas que conclui em 19.44 e concentra a atenção sobre o ensino de Jesus. Bíblia Shedd.

52 enviou mensageiros. Foram adiante para conseguir alojamento e sustento. Bíblia Shedd.

aldeia de samaritanos. A menor rota entre a Galileia e a Judeia passava através das montanhas da Samaria. ... Com frequência, principalmente nas ocasiões de festas, quando multidões iam a Jerusalém, os judeus preferiam a rota mais longa através do vale do Jordão, para evitar contato com os samaritanos. No entanto, o próprio Jesus dedicou uma fatia do restante de Seu ministério à região de Samaria às quais os setenta foram enviados primeiro. CBASD, vol. 5, p. 855.

53 não O receberam. Eles recusaram a Jesus uma noite de hospedagem (DTN, 487). Havia um ódio atroz entre judeus e samaritanos. CBASD, vol. 5, p. 855.

ia para Jerusalém. Passar por Samaria até a Judeia, como geralmente faziam os judeus da Galileia, com o objetivo de adorar a Deus em Jerusalém, indicava a inferioridade da religião samaritana e era, desta forma, tido como insulto pelos samaritanos. CBASD, vol. 5, p. 855.

54 Tiago e João. Estes dois irmãos foram os mensageiros enviados adiante para fazer os arranjos (ver DTN, 487) e o áspero tratamento que receberam dos aldeãos feriu seu coração. CBASD, vol. 5, p. 855.

55 repreendeu (cf v. 50). Cristo demonstrou o amor que pregou (Mt 5.44). Bíblia Shedd.

O espírito de vingança não é de Cristo. Qualquer tentativa para coagir os que agem de modo diferente a nossas ideias é evidência do espírito de Satanás, não de Cristo (ver DTN, 487). O espírito de preconceito e intolerância religiosa é ofensivo aos olhos de Deus, especialmente quando manifestado por aqueles que professam amá-Lo e servi-Lo. CBASD, vol. 5, p. 855, 856.

62 olha para trás. Devoção absoluta e integral é essencial no verdadeiro discipulado. Aquele que deseja realizar um trabalho digno para Deus deve fazer sua tarefa de todo o coração, com atenção ininterrupta. O provérbio do v. 62 já era conhecido havia séculos em várias regiões do antigo oriente Médio. Hesíodo, um poeta grego do 8º século a.C. escreveu: "Aquele que deseja arar sulcos retos não deve olhar ao redor" (Os Trabakhos e os Dias, ii.60). CBASD, vol. 5, p. 857.

sábado, 20 de dezembro de 2014

Lucas 5

Comentário devocional:

Jesus atraiu multidões tão grandes que Ele teve que usar o barco de pesca de Simão (v. 3) como uma plataforma para pregar para a multidão reunida ao longo da margem do lago da Galileia.

Os milagres de Jesus maravilhavam a todos. Mas todos também "ficavam maravilhados com o Seu ensino, porque falava com autoridade." (Lucas 4:32 NVI). O que fazia a palavra de Jesus ser tão surpreendente e cheia de autoridade?

Jesus, a Palavra viva, apresentava verdades sobre Deus que eram boas notícias para Seus ouvintes. Olhe para a verdade do Evangelho em cada uma das quatro histórias encontradas em Lucas 5: o chamado de Simão, Tiago e João, a cura de um leproso, a cura de um paralítico e o chamado de Levi Mateus.

Aqui estão duas maneiras para você encontrar a verdade centradas em Deus das Boas Novas em qualquer passagem da Bíblia:

1. Veja de onde vem o poder. O poder em cada passagem da Bíblia é sempre um ato de Deus, nunca uma ação do homem. Quando você descobrir o poder em um texto, encontrará a verdade sobre Deus que o autor pretendia ensinar.

2. Encontre a motivação. As ações dos personagens bíblicos são muitas vezes motivadas por uma verdade centrada em Deus. Encontre a sua motivação e muitas vezes você vai encontrar a verdade do Evangelho sendo ensinado através desta história.

A história da cura de um leproso por Jesus em Lucas 5:12-16 é um bom lugar para começar a procurar o poder de Deus e a motivação do personagem. O leproso revelou sua motivação para vir a Jesus quando ele "rogou-Lhe: 'Se quiseres, podes purificar-me" (Lucas 5:12). O leproso acreditava na verdade de que Jesus tinha o poder de curar sua lepra. À sua única pergunta: "Queres me curar?", Jesus respondeu: "Quero. Seja purificado!" "E imediatamente a lepra o deixou" (Lc 5:13). Embora Jesus tenha advertido o leproso curado a não contar a ninguém, tão poderosa era a verdade centrada em Deus: "Jesus pode curar a lepra", que, "multidões vinham para ouvi-Lo e para serem curadas de suas doenças" (Lucas 5:15 NVI).

Ainda hoje é uma boa notícia que Jesus tenha o poder e o desejo de fazer-nos limpos tanto física como espiritualmente! Venha a Jesus hoje e ore: "Senhor, se quiseres podes tornar-me limpo."

Procure em cada uma das outras histórias de Lucas 5 para a ideia da verdade centrada em Deus das Boas Novas contida em cada uma delas e, então, pergunte-se como esta verdade pode transformar sua vida. Ao você descobrir o poder de Deus e encontrar a motivação dos personagens das histórias de Lucas 5, você verá porque galileus ansiosamente ouviam as palavras de Jesus, e encontrará o alimento espiritual e cura para seus problemas.

Douglas Jacobs, D.Min.
Professor de Ministério da Igreja e Homilética
Southern Adventist Univ, USA




Texto original:  http://revivedbyhisword.org/en/bible/luk/5/

Traduzido por JAQ

Texto bíblico: Lucas 5 

Comentário em áudio 

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Lucas 2

Comentário devocional:

Anos antes de acontecer o primeiro vôo do ônibus espacial americano, visitei a sala de lançamentos no Centro Espacial Kennedy. Lá, um calendário de planejamento para a missão do ônibus espacial cobria uma parede inteira de uma grande sala de controle. Sob cada data listada na linha do tempo do calendário havia tarefas a serem completadas até aquela data. Uma fita vermelha pendurada mostrava onde estávamos na contagem regressiva para o lançamento do primeiro ônibus espacial.

Imagine um calendário de planejamento celestial pendurado diante do trono de Deus, listando todos os eventos que tinham que ocorrer por ocasião do nascimento de Jesus. Um item deve ter sido, "O imperador César Augusto deve proclamar um decreto ordenando que todos sejam registrados" (Lucas 2: 1). Deus cronometrou cada detalhe do censo promulgado por César para que José e Maria chegassem à Belém, a cidade de seus ancestrais, bem a tempo para o nascimento de Jesus: "Estando eles ali, aconteceu completarem-se-lhe os dias, e ela deu à luz o seu filho primogênito" (Lucas 1: 6,7, ARA).

Como um bom contador de histórias, Lucas não nos diz diretamente o significado do nascimento de Jesus, ele permite que um anjo do Senhor dê a um grupo de pastores a boa notícia: "Não temais; eis aqui vos trago boa-nova de grande alegria, que o será para todo o povo: é que hoje vos nasceu, na cidade de Davi, o Salvador, que é Cristo, o Senhor." (Lucas 2:10, 11). De repente, como se eles não conseguissem ficar em silêncio por mais tempo, uma multidão de anjos aparece, dizendo: "Glória a Deus nas maiores alturas, e paz na terra entre os homens, a quem ele quer bem!" (Lucas 2:14).

Cada passagem da Bíblia contém alguma verdade sobre Deus, que é uma boa notícia para você e para mim. Esse é o significado mais básico da palavra Evangelho. O Evangelho é uma boa notícia sobre o que Deus fez, está fazendo ou vai fazer por nós. O relato de Lucas 2 é uma boa notícia para você e para mim hoje. O bebê nascido em Belém é o nosso Salvador, Cristo, o Senhor!

O nosso mundo do século 21 parece estar fora de controle. Mas Deus tem um calendário de planejamento para o "Segundo Advento" de Jesus que está sendo cumprido de forma tão precisa como aconteceu com o cronograma para o primeiro Advento.

Cada promessa bíblica é uma boa notícia, pois nos fala sobre o que Deus vai realizar. O propósito do nascimento de Jesus, segundo a multidão de anjos, foi nos trazer a paz. Para experimentar a paz de Jesus, você precisa aceitar as palavras do anjo aos pastores como um convite pessoal para aceitar a Jesus como seu Salvador. Você já o aceitou como o seu salvador pessoal? Aproveite este momento para renovar a sua decisão de amá-lo e servi-lo!

Douglas Jacobs
Professor de Ministério e Homilética
Universidade Adventista do Sul



Traduzido por JDS/JAQ
Comentário em áudio http://vod.novotempo.org.br/mp3/Reavivados/Reavivados17-12-2014.mp3

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Lucas 1

Comentário devocional:

Lucas escreve o seu Evangelho para um novo cristão chamado Teófilo, com o objetivo de que ele tivesse certeza das coisas que lhe haviam sido ensinadas (Lc 1:4). Tente ler o Evangelho de Lucas como se você fosse Teófilo, abrindo a carta de Lucas pela primeira vez. Pergunte a si mesmo como cada história contada por Lucas lhe traz argumentos "para que tenhas a certeza" que Jesus é o seu Salvador. Lucas chama seu Evangelho "um relato ordenado" (Lucas 1:3 NVI) da vida de Jesus. Sua ordem é um pouco diferente de Mateus ou Marcos, mas, no geral, ainda é cronológica. 

Ela começa com o justo e velho sacerdote chamado Zacarias, que duvida da boa notícia do arcanjo Gabriel de que sua esposa Isabel, que já havia passado da idade fértil, dará à luz um filho, a quem eles devem chamar João, que vai anunciar a vinda de um Salvador (Lucas 1:5-25). Em seguida, Lucas contrasta a dúvida de Zacarias com a fé de uma jovem virgem, Maria, que crê quando Gabriel, seis meses depois, diz a ela que ela vai conceber através do Espírito Santo e dar à luz o Salvador, Jesus (versos 26-39 ). 

Zacarias tinha todos os motivos para acreditar e Maria tinha todas as razões para duvidar das palavras de Gabriel. Gabriel apareceu a Zacarias, no lado direito do altar do incenso, o lado que indicava favor. Como sacerdote, Zacarias conhecia a história de Sara dando a Abraão um filho, mesmo sabendo que ela tinha passado da idade fértil. Mas, como Abraão, o sacerdote Zacarias duvidou da promessa de Deus, perguntando a Gabriel, "Como posso ter certeza disso?" (Lc 1:18 NVI). 

A nossa facilidade ou dificuldade para acreditar tende a influenciar a nossa fé na capacidade de Deus. Gabriel aconselhou Zacarias a não se demorar nas impossibilidades, mas, sim, na promessa de Deus: "Sou Gabriel, o que está sempre na presença de Deus. Fui enviado para lhe transmitir estas boas novas" (Lc 1:19 NVI) . 

Por outro lado, quando Gabriel veio atá Maria, ele lhe pediu para acreditar em algo que nunca tinha acontecido antes, um nascimento virginal. Maria simplesmente perguntou: "Como acontecerá isso, se sou virgem?" (Lc 1:34 NVI). Após a explicação de Gabriel, Maria respondeu: "que aconteça comigo conforme a tua palavra" (Lc 1:38 NVI). 

Ao ler Lucas 1, pergunte-se se você realmente acredita que "nada é impossível para Deus" (verso 37 NVI). Se, como Zacarias, você é tentado a duvidar das promessas de Deus, se algumas coisas parecem impossíveis de acreditar, procure por áreas em sua vida em que o poder de Deus já trabalhando. 

Na circuncisão de seu filho, Zacarias obteve toda a prova que precisava. Então, quando eles lhe pediram para dar nome a seu filho, ele escreveu com confiança o nome que Gabriel já tinha dado antes: "O nome dele é João" (verso 63 NVI). 

Ore para que Deus lhe dê fé para também acreditar nas Suas promessas e na  promessa da Segunda Vinda de Jesus. 

Douglas Jacobs
Professor de Ministério e Homilética
Universidade Adventista do Sul



Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/luk/1/ 

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Marcos 10 

Comentário em áudio 

sábado, 29 de novembro de 2014

Vamos ler juntos o livro de Marcos?

Foi muito bom lermos juntos o livro de Mateus.
Que tal lermos novamente sobre a vida de Jesus, agora pela ótima de Marcos?


Mateus 28

Comentário devocional:

O Evangelho de Mateus chega ao seu clímax com a ressurreição de Cristo. Cristo venceu! A morte e a injustiça não podem derrotá-lo! 

Os líderes religiosos que deveriam ter recebido e anunciado a boa notícia negam o túmulo vazio e subornam os soldados para espalharem uma mentira. Aqui, novamente, questões de poder e identidade estragam a cena.

Em nítido contraste, duas mulheres fora das estruturas de poder, Maria Madalena e "a outra Maria", são as primeiras pessoas a receber a tarefa de difundir o Evangelho. Isso mostra que a proclamação das boas novas acerca de Jesus é trabalho de todos os crentes, independentemente da condição sócio-econômica ou eclesiástica. Estas mulheres foram orientadas a dizer para "os discípulos" irem encontrá-Lo na Galileia (vs 7, 10). Os discípulos (vs 16) obedeceram a mensagem enviada através das mulheres, e foram para o monte que Jesus tinha especificado.

Quando todos estavam reunidos no monte, Jesus anuncia que tem todo o poder no Céu e na Terra, e por isso, comissiona Seus discípulos a irem por todo o mundo e fazerem discípulos de todas as nações. Os dois componentes-chave para a formação de discípulos são o batismo e o ensino de tudo aquilo que Cristo ensinou. Observe que os discípulos de Cristo não estão autorizados a ensinar o que bem entendem. Eles devem ensinar o que Cristo ensinou, ou seja, os ensinamentos bíblicos. Assim, não há nenhuma autoridade inerente no mensageiro. Em vez disso, a mensagem é que tem autoridade em virtude de Quem a originou. 

Jesus tem toda autoridade no céu e na terra, porque Ele é Deus. Assim, em Sua autoridade, não em nós mesmos, saímos ao mundo com a Sua mensagem, formando mais discípulos para seguir o divino Cristo ressuscitado.

Stephen Bauer, Ph.D.
Professor de Teologia e Ética
Universidade Adventista do Sul


Texto original:  http://revivedbyhisword.org/en/bible/mat/28/

Traduzido por JDS/JAQ

Texto bíblico: Mateus 25 

Comentário em áudio 

domingo, 9 de novembro de 2014

Mateus 8

Comentário devocional:

Em seus últimos anos, Thomas Jefferson, terceiro presidente dos Estados Unidos, criou um "novo" evangelho, ao qual ele chamou de: “A Vida e os Costumes de Jesus de Nazaré”. Usando uma lâmina de barbear, Jefferson recortou e colou alguns versos que ele selecionou dos livros de Mateus, Marcos, Lucas e João, colocando-os em ordem cronológica. Ele misturou trechos de um Evangelho com os de outro, criando uma narrativa única. Mas em sua composição ele excluiu todas as seções do Novo Testamento que continham aspectos sobrenaturais. Em outras palavras, ele criou o seu próprio evangelho sem milagres.

Thomas Jefferson podia aceitar Jesus, mas ele não aceitava Seus milagres. No entanto, ao excluir os milagres dos Evangelhos ficamos com muito pouco de Jesus, porque sem milagres não podemos conhecer plenamente o que Jesus realmente é: o Filho de Deus.

Quando Jesus terminou o Sermão da Montanha, "as multidões estavam maravilhadas com o seu ensino, porque ele as ensinava como quem tem autoridade" (Mat. 7:28-29 NVI). Ao colocar o Sermão do Monte nesta parte específica do Evangelho, Mateus apresenta a autoridade de Jesus, em primeiro lugar, na pregação.

A coleção de milagres relatados por Mateus demonstra inequivocamente a autoridade de Jesus.

Em primeiro lugar, Jesus tem autoridade sobre as doenças. Mateus demonstra isto apresentando histórias de cura do leproso, do servo do centurião e da sogra de Pedro (versículos 1-17).
Em segundo lugar, Jesus é apresentado como aquele que tem autoridade sobre a natureza, quando Ele acalma a tempestade (versos 23-27).
Em terceiro lugar, Jesus tem autoridade sobre os poderes demoníacos (versos 28-34).

Hoje podemos enfrentar doenças, mas lembremo-nos de que Jesus tem autoridade sobre elas.
Nossos campos podem estar sob perigo de seca, mas lembremo-nos de que Jesus tem autoridade sobre a natureza.
Finalmente, podemos ser atormentado por demônios, mas lembremo-nos que mesmo os demônios sabem quão poderoso é o nosso Senhor Jesus.

Oleg Kostyuk
Hope Channel



Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/mat/8/


Traduzido por JAQ/JDS


Texto bíblico: Mateus 8 


Comentário em áudio