Desfrute dessa carta escrita por João na sua velhice, inspirada por Deus para nossa edificação!
Plano mundial de Reavivamento e Reforma, pela leitura devocional de um capítulo da Bíblia por dia. De abril de 2012 a julho de 2015.
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sexta-feira, 26 de junho de 2015
Hoje leremos III João!
Que bênção podermos ler hoje a terceira carta de João, breve mas muito significativa!
Desfrute dessa carta escrita por João na sua velhice, inspirada por Deus para nossa edificação!
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III João - Comentários Selecionados
1 Gaio. Nome comum no império romano e de pelo menos outros três personagens do NT. (At 19:29; 20:4; Rm 16:23; ICo 1:14; At 19:29). Não há motivos para a identificação de qualquer um desses homens com o Gaio a quem João escreveu. Nada se sabe sobre este homem além do que é informado nesta epístola. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 767.
2 Com respeito ao Verbo. Tua alma. Aqui, a referência parece ser à vida espiritual de Gaio, que era forte. É possível que sua condição física não fosse tão boa. Ele pode ter negligenciado as necessidades físicas da vida por causa das religiosas. Tal negligência é prejudicial; o equilíbrio é essencial para uma vida de sucesso. O inimigo das almas também está bem ciente da importância do equilíbrio e pretende levar os cristãos sinceros a posições extremas. CBASD, vol. 7, p. 767.
4 Andam na verdade. Ou, "vivem de acordo com a verdade", isto é, continuam a ordenar sua vida em harmonia com a revelação do caráter de Deus, conforme Jesus Cristo. CBASD, vol. 7, p. 768.
6 Bem farás. A hospitalidade que Gaio dava aos irmãos itinerantes, além de promover a pregação do evangelho, contribuía para a união dos crentes e se contrapunha à tendência de obreiros se separarem numa hierarquia. CBASD, vol. 7, p. 768.
8 Portanto. Porque os missionários não levavam nada dos pagãos e por não haver apoio regular de uma tesouraria naquela época, era necessário que homens como Gaio ajudassem os trabalhadores e, assim, aliviassem a necessidade de pedir donativos. Pelo uso de "nós", João reconhece o dever dele mesmo nessa questão de hospitalidade. CBASD, vol. 7, p. 768.
9 Diótrefes. Do gr. Diotrephês. de Dios, significando "de Zeus". Alguns têm sugerido que pode haver significado no fato de Diótrefes ter mantido seu nome pagão. Ele pode ter mantido elementos da filosofia pagã, portanto, era suscetível a influências gnósticas. CBASD, vol. 7, p. 769.
Gosta de exercer a primazia. Diótrefes abrigava ambições profanas. Aspirava a ser o primeiro por causa da posição e não pelo bem que podia realizar. A posição em si não é definida, e não há provas de que se refira a um bispado. A igreja cristã já era bem instruída sobre a ambição indesejável. CBASD, vol. 7, p. 769.
10 Não satisfeito. Diótrefes não estava satisfeito com as palavras más destinadas a minar a autoridade apostólica. Manteve sua oposição, com atos hostis. CBASD, vol. 7, p. 769.
11 Não imites. Ou, "não sigas". João faz uma pausa em sua discussão sobre o conflito dentro da igreja e afirma verdades gerais que, se observadas, permitiriam a Gaio sempre tomar decisões certas. CBASD, vol. 7, p. 770.
12 Nós também damos testemunho. Gaio não tem de contar com uma recomendação geral somente sobre Demétrio, mas é dado aqui o testemunho pessoal de João e de seus associados. CBASD, vol. 7, p. 770.
14 Em breve. Do gr. eutheõs, quase sempre traduzido no NT como "imediatamente", ou seu equivalente. Se esta terceira epístola foi destinada à mesma igreja que à segunda, a palavra eutheõs indicaria que a ordem canônica dos livros é também a ordem cronológica, com a terceira carta a ser escrita logo antes da visita à igreja pretendida por João. CBASD, vol. 7, p. 771.
15 Nome por nome. Já que os nomes não são mencionados, é provável que o apóstolo conhecesse pessoalmente todos os companheiros de Gaio. A epístola termina com uma nota pessoal e amistosa, do mesmo modo que começou. Embora a paz da igreja ainda fosse perturbada por Diótrefes, o apóstolo não permitiu a ruptura, que destruiria o santo companheirismo que os unia como filhos espirituais. CBASD, vol. 7, p. 771.
III João
Comentário devocional:
Através das horas de um determinado dia, temos a oportunidade de cumprimentar pessoas - família, amigos, colegas de trabalho, aqueles que nos auxiliam e, às vezes, até mesmo aqueles que nos incomodam. Como são os nossos cumprimentos? Calorosos ou vazios?
Eu amo a saudação na qual João saúda a seu amigo amado, Caio: "Amado, oro para que você tenha boa saúde e tudo lhe corra bem, assim como vai bem a sua alma" (v 2 NVI). Que saudação! Que bênção ele pronuncia! Alguns argumentam que essa era a maneira de João dizer: "Eu espero que você esteja bem e prosperando em todos os sentidos." Do ponto de vista tendencioso de um médico que é apaixonado pela Mensagem de Saúde Adventista, a qual enfatiza a totalidade do corpo, mente e espírito, tomo coragem e também a permissão de enfatizar o modo como valorizamos o conceito de bem-estar holístico [NT: O ser humano como um todo].
Nós podemos ser completos, embora possamos estar fracos fisicamente - "plenitude no quebrantamento" - através da habitação do Espírito de Deus que transforma nossas vidas. Sim, é importante buscarmos a saúde total.
João elogia Gaio por sua fidelidade e carinho por todos, incluindo estranhos. De modo semelhante a II João, o apóstolo se preocupa e se alegra com seus "paroquianos" (ou convertidos), que continuam em seu relacionamento com Jesus. Esta inquietação pastoral é uma virtude que devemos imitar em nossos relacionamentos na família de fé, apoio, cuidado e partilha. Ao mesmo tempo, João adverte contra o comportamento de divisão de Diótrefes, prometendo tratar desse assunto em sua próxima visita (e isto não é apenas uma crítica, mas comentários sobre o que ele logo pretende colocar em prática!). Em seguida, ele nos encoraja a imitar aqueles que seguem a Jesus, o nosso exemplo divino, e, então cita Demétrio.
Assim como fez em sua carta anterior, João deixa muito por dizer, preferindo tratar algumas questões pessoalmente, em particular. Mas, eu suspeito que (como eu, pessoalmente, preferiria fazer), tratar do assunto com a congregação toda.
Que ao conversamos, enviarmos mensagens de texto, escrevermos, tuitarmos, e talvez até nos comunicarmos especialmente através de nossa linguagem corporal, possamos imitar o coração, a mente e as instruções de Jesus.
Ah, e que assim como João, possamos tornar nossos cumprimentos positivos, edificantes e memoráveis!
Peter Landless
Diretor mundial dos Ministérios de Saúde da IASD
Estados Unidos
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/3jn/1/
Traduzido por JAQ/GASQ/IB
Texto bíblico: 3 João 1
Comentário em áudio
Através das horas de um determinado dia, temos a oportunidade de cumprimentar pessoas - família, amigos, colegas de trabalho, aqueles que nos auxiliam e, às vezes, até mesmo aqueles que nos incomodam. Como são os nossos cumprimentos? Calorosos ou vazios?
Eu amo a saudação na qual João saúda a seu amigo amado, Caio: "Amado, oro para que você tenha boa saúde e tudo lhe corra bem, assim como vai bem a sua alma" (v 2 NVI). Que saudação! Que bênção ele pronuncia! Alguns argumentam que essa era a maneira de João dizer: "Eu espero que você esteja bem e prosperando em todos os sentidos." Do ponto de vista tendencioso de um médico que é apaixonado pela Mensagem de Saúde Adventista, a qual enfatiza a totalidade do corpo, mente e espírito, tomo coragem e também a permissão de enfatizar o modo como valorizamos o conceito de bem-estar holístico [NT: O ser humano como um todo].
Nós podemos ser completos, embora possamos estar fracos fisicamente - "plenitude no quebrantamento" - através da habitação do Espírito de Deus que transforma nossas vidas. Sim, é importante buscarmos a saúde total.
João elogia Gaio por sua fidelidade e carinho por todos, incluindo estranhos. De modo semelhante a II João, o apóstolo se preocupa e se alegra com seus "paroquianos" (ou convertidos), que continuam em seu relacionamento com Jesus. Esta inquietação pastoral é uma virtude que devemos imitar em nossos relacionamentos na família de fé, apoio, cuidado e partilha. Ao mesmo tempo, João adverte contra o comportamento de divisão de Diótrefes, prometendo tratar desse assunto em sua próxima visita (e isto não é apenas uma crítica, mas comentários sobre o que ele logo pretende colocar em prática!). Em seguida, ele nos encoraja a imitar aqueles que seguem a Jesus, o nosso exemplo divino, e, então cita Demétrio.
Assim como fez em sua carta anterior, João deixa muito por dizer, preferindo tratar algumas questões pessoalmente, em particular. Mas, eu suspeito que (como eu, pessoalmente, preferiria fazer), tratar do assunto com a congregação toda.
Que ao conversamos, enviarmos mensagens de texto, escrevermos, tuitarmos, e talvez até nos comunicarmos especialmente através de nossa linguagem corporal, possamos imitar o coração, a mente e as instruções de Jesus.
Ah, e que assim como João, possamos tornar nossos cumprimentos positivos, edificantes e memoráveis!
Peter Landless
Diretor mundial dos Ministérios de Saúde da IASD
Estados Unidos
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/3jn/1/
Traduzido por JAQ/GASQ/IB
Texto bíblico: 3 João 1
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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015
Atos 28
Comentário devocional:
Paulo e seus companheiros passaram os três meses de inverno em Malta. Durante esse tempo, Lucas menciona três milagres pelas mãos de Paulo: sacudindo uma cobra venenosa, curando o pai do homem mais influente na ilha, e curando os demais doentes (vv.1-9). Paulo era um homem cheio do Espírito Santo. Somente podemos imaginar o que deve ter passado pela mente de Lucas, o médico, vendo tantos serem curados por Paulo!
Finalmente, eles embarcaram num outro navio que passava por lá e navegaram para Puteoli, o porto próximo de Roma. O centurião, profundamente impressionado com este homem de Deus, permitiu que Paulo e seus amigos se encontrassem com os cristãos daquele lugar por uma semana. A notícia de que Paulo estava para chegar a Roma certamente alcançou os cristãos que moravam em Roma e na região e os crentes vieram até um lugar chamado Três Pousadas (ou Três Vendas), e ao mercado de Ápio, situados na Via Ápia, para recebê-lo e a seus amigos ( v.15). Esses lugares estavam a 33 e 43 quilômetros de Roma, respectivamente.
Ellen White conta-nos mais deste encontro. Paulo, Lucas e Aristarco caminhavam para Roma, guardados por soldados: "De súbito ouve-se um grito de alegria e um homem se destaca da turba que passa, e lança-se ao pescoço do prisioneiro, abraçando-o e chorando de alegria, como um filho que saudasse o pai por muito tempo ausente. A cena se repete muitas vezes à medida que, com a vista aguçada por expectante amor, muitos reconhecem no preso acorrentado aquele que em Corinto, Filipos e Éfeso, lhes havia pregado as palavras da vida ... Os soldados impacientam-se com a demora, mas não têm coragem de interromper essa feliz reunião; pois também eles aprenderam a respeitar e estimar seu prisioneiro. Nessa face macerada e batida pela dor, os discípulos veem refletida a imagem de Cristo. Asseguram a Paulo que nunca o esqueceram nem deixaram de amá-lo; que lhe são devedores pela feliz esperança que lhes anima a vida, e dá-lhes paz para com Deus "(Atos dos Apóstolos, pp.448, 449).
Que recepção! A cidade que Paulo tanto almejava impactar com o evangelho de Jesus, lhe mostra sinais de que Deus tinha ido à frente dele para preparar-lhe o terreno e dar-lhe sucesso, mesmo em cadeias! Assim, o livro de Atos termina dizendo-nos que Paulo ficou "em sua própria sede alugada" (v. 30), desfrutando de uma relativa liberdade, por dois anos. Durante este tempo, embora acorrentado a um soldado, ele se manteve "pregando o reino de Deus e ensinando a respeito do Senhor Jesus Cristo, com toda a confiança" (v. 31). De lá, ele enviou trabalhadores para fortalecer as igrejas e plantar novas.
A obra de Deus não pode e não será interrompida. O mundo ouvirá as boas novas de Jesus Cristo. A questão é: você fará parte deste grande empreendimento? Que Deus nos use para a Sua glória!
Ron E. M. Clouzet
Diretor do Instituto de Evangelismo NAD
Professor de Ministério e Teologia
Seminário da Universidade Andrews
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/act/28/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Atos 28
Comentário em áudio
Paulo e seus companheiros passaram os três meses de inverno em Malta. Durante esse tempo, Lucas menciona três milagres pelas mãos de Paulo: sacudindo uma cobra venenosa, curando o pai do homem mais influente na ilha, e curando os demais doentes (vv.1-9). Paulo era um homem cheio do Espírito Santo. Somente podemos imaginar o que deve ter passado pela mente de Lucas, o médico, vendo tantos serem curados por Paulo!
Finalmente, eles embarcaram num outro navio que passava por lá e navegaram para Puteoli, o porto próximo de Roma. O centurião, profundamente impressionado com este homem de Deus, permitiu que Paulo e seus amigos se encontrassem com os cristãos daquele lugar por uma semana. A notícia de que Paulo estava para chegar a Roma certamente alcançou os cristãos que moravam em Roma e na região e os crentes vieram até um lugar chamado Três Pousadas (ou Três Vendas), e ao mercado de Ápio, situados na Via Ápia, para recebê-lo e a seus amigos ( v.15). Esses lugares estavam a 33 e 43 quilômetros de Roma, respectivamente.
Ellen White conta-nos mais deste encontro. Paulo, Lucas e Aristarco caminhavam para Roma, guardados por soldados: "De súbito ouve-se um grito de alegria e um homem se destaca da turba que passa, e lança-se ao pescoço do prisioneiro, abraçando-o e chorando de alegria, como um filho que saudasse o pai por muito tempo ausente. A cena se repete muitas vezes à medida que, com a vista aguçada por expectante amor, muitos reconhecem no preso acorrentado aquele que em Corinto, Filipos e Éfeso, lhes havia pregado as palavras da vida ... Os soldados impacientam-se com a demora, mas não têm coragem de interromper essa feliz reunião; pois também eles aprenderam a respeitar e estimar seu prisioneiro. Nessa face macerada e batida pela dor, os discípulos veem refletida a imagem de Cristo. Asseguram a Paulo que nunca o esqueceram nem deixaram de amá-lo; que lhe são devedores pela feliz esperança que lhes anima a vida, e dá-lhes paz para com Deus "(Atos dos Apóstolos, pp.448, 449).
Que recepção! A cidade que Paulo tanto almejava impactar com o evangelho de Jesus, lhe mostra sinais de que Deus tinha ido à frente dele para preparar-lhe o terreno e dar-lhe sucesso, mesmo em cadeias! Assim, o livro de Atos termina dizendo-nos que Paulo ficou "em sua própria sede alugada" (v. 30), desfrutando de uma relativa liberdade, por dois anos. Durante este tempo, embora acorrentado a um soldado, ele se manteve "pregando o reino de Deus e ensinando a respeito do Senhor Jesus Cristo, com toda a confiança" (v. 31). De lá, ele enviou trabalhadores para fortalecer as igrejas e plantar novas.
A obra de Deus não pode e não será interrompida. O mundo ouvirá as boas novas de Jesus Cristo. A questão é: você fará parte deste grande empreendimento? Que Deus nos use para a Sua glória!
Ron E. M. Clouzet
Diretor do Instituto de Evangelismo NAD
Professor de Ministério e Teologia
Seminário da Universidade Andrews
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/act/28/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Atos 28
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sábado, 16 de agosto de 2014
Daniel 2 - Comentários selecionados
1 sonho. Os antigos consideravam os sonhos com temor, tratavam-nos como revelações de suas divindades, e buscavam descobrir sua verdadeira interpretação. ...Deus se aproximou do rei Nabucodonosor por meio de um sonho porque, evidentemente, esse era o meio mais eficaz de impressionar a mente dele com a importância da mensagem transmitida, ganhar a confiança e assegurar a cooperação dele. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 843, 844.
2 feiticeiros. A lei mosaica ordenava pena de morte sobre os que praticavam magia negra (Lv 20:27; cf. 1Sm 28:9). CBASD, vol. 4, p. 844.
4 aramaico. Do heb 'aramith. A família real e a classe governante do império eram caldeus do sul da mesopotâmia e falavam aramaico. Portanto, não é de se surpreender que os cortesãos do rei falassem com ele em aramaico e não em babilônico, a língua da população nativa da Babilônia. CBASD, vol. 4, p. 844.
Como os astrólogos tinham diferentes antecedentes, comunicaram-se em aramaico, idioma que todos entendiam. Daqui ao fim do cap. 7, a narrativa inteira está escrita em aramaico. Esses seis capítulos tratam de questões de importância para as nações gentílicas do Oriente Médio, tendo sido escritas em idioma que todas elas conseguiam entender. Os cinco últimos capítulos (8-12), no entanto, voltam ao hebraico, porque tratam de assuntos de interesse especial para o povo escolhido. Bíblia de Estudo NVI Vida.
5 uma coisa é certa. O sonho era tão importante para ele e seu império, que a única prova da exatidão das interpretações era consultar os sábios para verificar se estes poderiam contar primeiro os sonhos do rei. Bíblia Shedd.
O assunto me tem escapado (ACF). O sonho foi tirado do rei propositadamente, para que os sábios não lhe dessem uma falsa interpretação (ver FEC, 412). CBASD, vol. 4, p. 844.
despedaçados. Literalmente, "desmembrados". Eles seriam cortados membro por membro (ver 2 Macabeus 1:16; Josefo, Antiquidades, xv.48). Tal crueldade era comum no mundo antigo. Os assírios e os babilônios eram famosos pela severidade e barbaridade com que tratavam seus ofensores. CBASD, vol. 4, p. 844.
13 buscaram a Daniel. O profeta e seus amigos não teriam sido procurados se ainda não fizessem parte do grupo dos "sábios". Portanto, a opinião de que ainda estavam em treinamento não é correta. ... O rei e os próprios sábios não chamaram Daniel e seus três amigos, assim como médicos especialistas, diante de uma enfermidade do rei, também não consultam colegas inexperientes e recém-formados. É infundada a suposição de que o treinamento de Daniel incluísse cursos sobre exorcismo e adivinhação. CBASD, vol. 4, p. 845, 846.
16 Foi Daniel ter com o rei. Visto que Daniel não tinha sido consultado previamente, o rei deve ter julgado justo dar-lhe uma oportunidade. E seu contato prévio com esse jovem judeu cativo, com certeza Nabucodonosor tinha ficado impressionado positivamente com a sinceridade de Daniel. A fidelidade prévia de Daniel nas pequenas coisas abriu as portas para as maiores. CBASD, vol. 4, p. 846.
17 Daniel, tendo falado ao oficial, ao rei e aos seus amigos, vai consultar ao Rei dos reis, o supremo amigo dos fiéis, v. 18. Bíblia Shedd.
18 para que pedissem misericórdia ao Deus do céu. Daniel e seus amigos podiam se aproximar de Deus com fé e confiança porque, até onde sabiam e podiam, eles viviam conforme sua vontade revelada (ver 1Jo 3:22). Tinham a consciência de estar onde Deus queria que estivessem e faziam a obra que o Céu desejava. Se na experiência anterior tivessem comprometido seus princípios e sucumbido às tentações que os rodeava na corte, não poderiam ter esperado uma intervenção divina tão direta nesta crise. A experiência deles contrastava-se com a do profeta de Judá que, por sua desobediência, perdeu a proteção divina (1Rs 13:11-32). CBASD, vol. 4, p. 846.
Daniel bendisse. Ao receber a revelação divina, a primeira atitude de Daniel foi louvar o Revelador de segredos, um exemplo digno para todos que recebem bênçãos do Senhor. CBASD, vol. 4, p. 846.
22 trevas. Aquilo que o ser humano é incapaz de ver não está oculto à vista de Deus (ver Sl 139:12; 1Jo 1:5). CBASD, vol. 4, p. 847.
24 não mates os sábios. Os ímpios não sabem o quanto devem aos justos. Contudo, com frequência os ímpios ridicularizam e perseguem aqueles a quem deveriam agradecer pela preservação de sua vida. CBASD, vol. 4, p. 847.
25 achei. A posição de Arioque no palácio dependia do favor do rei, e por isso tomou todo o crédito para si mesmo. Bíblia Shedd.
33 barro. ...vaso ou pedaço de barro, em vez do barro em si do qual se formam esses objetos. ... "barro de oleiro" ou "cerâmica". CBASD, vol. 4, p. 848.
38 tu és a cabeça. Nabucodonosor era a personificação do império neobabilônico. As conquistas militares e esplendor arquitetônico de Babilônia se deviam, em grande parte, a suas proezas. CBASD, vol. 4, p. 849.
De ouro. Usou-se ouro em abundância para embelezar Babilônia. Heródoto descreve com profusão de termos o resplendor de ouro nos vários templos sagrados da cidade. A imagem do seu deus, seu trono, a mesa e o altar eram feito de ouro... O profeta Jeremias compara Babilônia a uma taça de outro (Jr 51:7). Plínio diz que as vestes dos sacerdotes eram entrelaçadas com ouro. CBASD, vol. 4, p. 849.
39 Depois de ti, se levantará outro reino. O fato de que um reino viria após a cabeça de ouro de Nabucodonosor indica que a cabeça também representava um reino, que incluía Nabucodonosor (605-562 aC) e vários governantes neo-babilônicos menores que se seguiram a ele (562-539 aC). Andrews Study Bible.
Esse segundo reino da profecia é, às vezes, chamado de império medo-persa porque começou como uma coligação da Média e da Pérsia. Ele incluía o mais antigo império medo e as novas aquisições do conquistador persa, Ciro. ... Em 553 ou 550 aC, Ciro, que tinha se tornado rei da Pérsia como vassalo do império medo, derrotou Astíages, da Média. Assim os outrora subordinados persas se tornaram o poder dominante no que havia sido o império medo. ... Mas o antigo prestígio da Média refletiu-se na frase "medos e persas", aplicada aos conquistadores de Babilônia nos dias de Daniel e mesmo depois (Et 1:19; etc.). ... Anos antes, sob inspiração divina, o profeta Isaías descreveu a obra de Ciro (Is 45:1). CBASD, vol. 4, p. 850, 851.
O último rei do império persa foi Dario III (Codomano), que foi derrotado por Alexandre nas batalhas de Grânico (334 aC), Isso (333 aC) e Arbela ou Gaugamela (331. aC). CBASD, vol. 4, p. 851
Inferior ao teu. Esta inferioridade, representada pelo valor decrescente dos metais ... poderia ser referir à glória de sua capital (Babilônia é lendária), cultura, e especialmente, dignidade moral, à medida que os governantes humanos se tornaram progressivamente mais corruptos, arrogantes e rebeldes contra Deus. Andrews Study Bible.
Um terceiro reino. A palavra hebraica para Grécia é Yawan (Javã), que é o nome de um dos filhos de Jafé. ... Quando se pensa na Grécia antiga visualiza-se principalmente a era áurea da civilização grega, sob a liderança de Atenas, no 5º século aC. Esse florescimento da cultura grega aconteceu após o período de maior esforço unido das cidades-estados autônomas: a exitosa defesa da Grécia contra a Pérsia por volta da época da rainha Ester ... . "Grécia" (Dn 8:21) não se refere às cidades-estado autônomas da Grécia clássica, mas ao reino macedônico posterior que conquistou a Pérsia. A Macedônia, uma nação consanguínea situada ao norte da Grécia propriamente dita, conquistou as cidades gregas e as incorporou pela primeira vez a um estado forte e unificado. Alexandre, o Grande, depois de ter herdado de seu pai o recém expandido reino grecomacedônico, se pôs em marcha para estender o domínio macedônico e a cultura grega em direção ao Oriente, e venceu o império persa. CBASD, vol. 4, p. 851.
de bronze. Ver com. [CBASD] sobre 2Sm 8:8. Os soldados gregos se distinguiam por suas armaduras de bronze. Seus capacetes, escudos e machadinhas eram feitos de bronze. CBASD, vol. 4, p. 851, 852.
o qual terá domínio sobre toda a terra. O império de Alexandre foi conhecido por sua vasta extensão. Mas "toda a terra" não se refere à totalidade do planeta. Nem significa "o mundo conhecido de então". ... os impérios em Daniel 2 eram aqueles que controlavam a terra de Israel. Andrews Study Bible.
A história registra que o poder de Alexandre se estendeu sobre a Macedônia, Grécia e o império persa, incluiu o Egito e se expandiu pelo Oriente até a Índia. Foi o império mais extenso do mundo até aquela época. CBASD, vol. 4, p. 852.
40 quarto reino. Esta não é a etapa posterior quando o império de Alexandre se dividiu, mas o império seguinte, que conquistou o império macedônico. Daniel representa as monarquias helenísticas, as divisões do império de Alexandre, por meio dos quatro chifres do bode que simboliza a Grécia (Dn 8:22), não por um animal separado (comparar com as quatro cabeças do leopardo). ... Desde então [após conquistar Cartago e dominar o mediterrâneo ocidental], Roma primeiro dominou e depois absorveu, um a pós outro, os três reinos que restaram dos sucessores de Alexandre (ver com. de Dn 7:6) e, assim, tornou-se o poder mundial seguinte, depois do império de Alexandre. Esse quarto império foi o que mais durou e o mais extenso dos quatro, sendo que, no 2º século da era cristã, estendia-se desde a Grã-Bretanha até o Eufrates. CBASD, vol. 4, p. 852.
será forte como o ferro. Entre 168 e 30 aC, Roma conquistou os reinados gregos nos quais o império de Alexandre foi dividido (comparar 8:8, 22). Roma foi o mais forte e o que durou mais dos reinos representados na estátua de Daniel. Andrews Study Bible.
Roma conquistou seu território pela força ou pelo medo que inspirava seu poder armado. CBASD, vol. 4, p. 852.
41 o reino será dividido. O imperador romano Constantino dividiu o império em duas partes: a ocidental e a oriental (326 dC). A parte ocidental [capital Roma] caiu perante os bárbaros e foi dividido nos vários países da Europa, diferentes em poder. A parte oriental do império romano continuou como Império Bizantino, conquistado pelos muçulmanos em 1453 dC. Andrews Study Bible.
Barro de lodo. No 5º século dC, Roma tinha perdido sua força e tenacidade de ferro, e seus sucessores eram fracos, como a mistura de barro com ferro. CBASD, vol. 4, p. 853.
Haverá nele alguma coisa da firmeza do ferro. Esses reinos bárbaros diferiam grandemente em poder militar, como declara Edward Gibbon quando se refere às "poderosas monarquias dos francos e visigodos, e os reinos dependentes dos suevos e burgúndios". CBASD, vol. 4, p. 853.
misturar-se-ão com semente humana (ARC). Muitos comentaristas aplicam isso aos matrimônios da realeza. ...podem também se tratar de uma indicação geral de migrações de população, mas que mantém fortes vínculos com o nacionalismo. CBASD, vol. 4, p. 853.
não se ligarão. Tentativas de unir em um império as diferentes nações que surgiram do quarto poder fracassaram. Temporariamente, algumas partes se uniram, mas a união não se provou pacífica ou permanente. ... No final, Satanás conseguirá uma união temporária de todas as nações (Ap 17:12-18; cf Ap 16:14; GC, 624), mas esta será breve, e num curto período os elementos que a compõem se votarão um contra o outro (GC, 656; PE, 290). CBASD, vol. 4, p. 853, 854.
44 subsistirá para sempre. Finalmente, a estabilidade e a imutabilidade virão quando o próprio Deus, no fim dos tempos, estabelecer Seu reino, que jamais será destruído (v. 44). CBASD, vol. 4, p. 843.
46 o rei ... se inclinou. Do aramaico segad, palavra que normalmente parece indicar adoração verdadeira. ... Segad é usado no cap. 3 para descrever a adoração à imagem de outro exigida pelo rei, mas recusada pelos hebreus. CBASD, vol. 4, p. 854.
oferta de manjares e suaves perfumes. Aparentemente o rei tentou tratar Daniel como se fosse divino (comparar At 14:11-18), embora louvasse o Deus de Daniel (v. 47). Andrews Study Bible.
47 vosso Deus é o Deus dos deuses. Nabucodonosor, que chamava seu principal Deus, Marduque, de "senhor dos deuses", reconhece que o Deus de Daniel é infinitamente superior a qualquer dos deuses babilônicos. ... O rei, ano a ano, recebia novamente seu reinado de Marduque no festival de ano novo. ... Embora fosse imperfeito o conceito de Nabucodonosor sobre o verdadeiro Deus, ele teve prova irrefutável de que o Deus de Daniel era infinitamente mais sábio do que todos os sábios e deuses de Babilônia. CBASD, vol. 4, p. 855.
49 a pedido de Daniel, constituiu... Daniel não se iludiu com as grandes honras que lhe foram conferidas. Ele se lembrou de seus companheiros. Eles tinham compartilhado seus momentos de oração (v. 18), e também compartilhariam a recompensa. CBASD, vol. 4, p. 855.
Palestra sobre Daniel 2
Palestra sobre Daniel 2
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quinta-feira, 19 de dezembro de 2013
Salmo 134
Comentário Devocional:
Um grupo de viajantes caminha durante todo o dia. Enquanto viajam, cantam. Não como as canções que ouvimos e cantamos em nossas viagens de carro hoje, mas, sim, músicas para lembrá-los da importância de sua peregrinação a Jerusalém.
Ao se aproximarem do Templo, avistam os levitas trabalhando no turno da noite, e a sua última canção começa assim: "Bendigam o Senhor todos vocês, servos do Senhor, vocês, que servem de noite na casa do Senhor" (v. 1 NVI).
Imagine como esta canção podia valorizar e motivar aqueles cujo trabalho normalmente passaria desapercebido ou desvalorizado por ser executado no turno da noite!
O que eu gosto nessa música é que ela reconhece e incentiva esses trabalhadores noturnos sem lisonjeá-los. A canção poderia descrever o grande trabalho que esses levitas estavam fazendo ou elogiá-los por sua dedicação, mas o que ela faz é incentivá-los e lembrá-los de sua responsabilidade, da importância da atividade desempenhada por eles.
Isso me faz lembrar um dia quando havia acabado de ensinar na escola bíblica para crianças e um avô veio me visitar com a mão estendida: "Eu só queria apertar a mão do ministro mais importante desta igreja", disse ele.
Eu sabia o que ele estava tentando me dizer. Ele estava reconhecendo meu trabalho e me lembrando da importância de conduzir crianças a Cristo. Embora não tenha inflado o meu ego com bajulações, ele me fez sentir que meu trabalho era apreciado e me motivou a fazer o melhor para o meu pequeno e muitas vezes despercebido ministério.
Quais são algumas das maneiras pelas quais você pode incentivar (sem lisonjear) aqueles trabalhadores voluntários de sua igreja que quase não são notados?
Lori Futcher
Estados Unidos
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/psa/134/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Salmo 134
Marcadores:
alegria,
amabilidade,
apoio,
companheirismo
quarta-feira, 9 de outubro de 2013
Salmo 63
Comentário devocional:
Davi, o ungido de Deus, era um homem em fuga, um alvo da raiva do rei Saul. Em um momento de turbulência e intensa emoção ao ser perseguido pelo rei Saul no deserto de Judá, Davi resolveu em seu coração apoiar-se no Todo-Poderoso. Ele expressou seu desejo de estar próximo de Deus, ao invés de se desesperar. Ele se deleitava na comunhão de Deus, sabendo que não tinha sido abandonado. Ele declarava sua confiança no Senhor, ao invés de ficar com medo e desanimado.
Davi desejava uma experiência mais profunda com Deus. A relação que ele tinha naquele momento com o Senhor não era suficiente. Ele comparou seu desejo à sede experimentada na seca mais severa, quando o solo está seco e rachado devido a um longo período sem chuva. Ele percebeu, muito antes de Jesus ter caminhado sobre a terra, que esta era uma sede que só podia ser saciada pela Água Viva. Davi tinha prazer na comunhão de Deus e recordava os momentos em que sentira a presença e o poder de Deus mais profundamente.
O seu apreço e admiração por Deus são expressos de forma apaixonada, ao ele dar mais valor à bondade divina do que à própria vida (v.4). Fruto do seu profundo amor e respeito por Deus, Davi louvava continuamente. Ele falou como alguém que tinha experiência na comunhão com Deus. Davi desfrutava prazer em sua comunhão com Deus, fosse em tempo de batalha ou na hora de dormir. Todo momento lhe era adequado para a comunhão. Devido a isso ele experimentou a mão protetora de Deus de diversas maneiras ao longo dos anos. E Ele reconhecia a Sua ajuda, refúgio e cuidado.
Neste estado de alegre confiança, ele se recusa a estar desencorajado. Ele sabe que Deus acabará por prevalecer. Davi poderia ter orado por uma série de coisas, mas neste Salmo muito bem escrito, o coração de Davi simplesmente transborda de admiração e gratidão a Deus.
Nas dificuldades do dia-a-dia, o que fala mais alto, o nosso desejo por Deus ou por nosso desespero por alívio? Nos momentos em que Ele silencia escolhemos nos aquecer em Sua comunhão ou preferimos nos sentir abandonados? Ao lutar com as dificuldades existentes diante de nós, somos capazes de confiar plenamente no resultado planejado por Deus?
Quando permitimos que Deus aprofunde a nossa experiência com Ele, somos transformados. Desenvolvemos um desejo por intimidade com Ele, não apenas por Suas respostas ou soluções. O nosso maior desejo passa a ser passar mais tempo com Ele e nos tornarmos mais semelhantes a Ele.
Querido Deus, ao passarmos por tristezas, solidão, doença, ou provações, confiamos que Tu estás conosco e nos ajudarás a transpor estas dificuldades. Permita que sintamos Sua presença conosco nestes momentos e que essas experiências contribuam para nos tornarmos mais semelhantes a Ti.
Stephanie Sheehan
Estados Unidos
Traduzido por JAQ/JDS
Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/Psa/63/
Texto bíblico: Salmo 63
Davi, o ungido de Deus, era um homem em fuga, um alvo da raiva do rei Saul. Em um momento de turbulência e intensa emoção ao ser perseguido pelo rei Saul no deserto de Judá, Davi resolveu em seu coração apoiar-se no Todo-Poderoso. Ele expressou seu desejo de estar próximo de Deus, ao invés de se desesperar. Ele se deleitava na comunhão de Deus, sabendo que não tinha sido abandonado. Ele declarava sua confiança no Senhor, ao invés de ficar com medo e desanimado.
Davi desejava uma experiência mais profunda com Deus. A relação que ele tinha naquele momento com o Senhor não era suficiente. Ele comparou seu desejo à sede experimentada na seca mais severa, quando o solo está seco e rachado devido a um longo período sem chuva. Ele percebeu, muito antes de Jesus ter caminhado sobre a terra, que esta era uma sede que só podia ser saciada pela Água Viva. Davi tinha prazer na comunhão de Deus e recordava os momentos em que sentira a presença e o poder de Deus mais profundamente.
O seu apreço e admiração por Deus são expressos de forma apaixonada, ao ele dar mais valor à bondade divina do que à própria vida (v.4). Fruto do seu profundo amor e respeito por Deus, Davi louvava continuamente. Ele falou como alguém que tinha experiência na comunhão com Deus. Davi desfrutava prazer em sua comunhão com Deus, fosse em tempo de batalha ou na hora de dormir. Todo momento lhe era adequado para a comunhão. Devido a isso ele experimentou a mão protetora de Deus de diversas maneiras ao longo dos anos. E Ele reconhecia a Sua ajuda, refúgio e cuidado.
Neste estado de alegre confiança, ele se recusa a estar desencorajado. Ele sabe que Deus acabará por prevalecer. Davi poderia ter orado por uma série de coisas, mas neste Salmo muito bem escrito, o coração de Davi simplesmente transborda de admiração e gratidão a Deus.
Nas dificuldades do dia-a-dia, o que fala mais alto, o nosso desejo por Deus ou por nosso desespero por alívio? Nos momentos em que Ele silencia escolhemos nos aquecer em Sua comunhão ou preferimos nos sentir abandonados? Ao lutar com as dificuldades existentes diante de nós, somos capazes de confiar plenamente no resultado planejado por Deus?
Quando permitimos que Deus aprofunde a nossa experiência com Ele, somos transformados. Desenvolvemos um desejo por intimidade com Ele, não apenas por Suas respostas ou soluções. O nosso maior desejo passa a ser passar mais tempo com Ele e nos tornarmos mais semelhantes a Ele.
Querido Deus, ao passarmos por tristezas, solidão, doença, ou provações, confiamos que Tu estás conosco e nos ajudarás a transpor estas dificuldades. Permita que sintamos Sua presença conosco nestes momentos e que essas experiências contribuam para nos tornarmos mais semelhantes a Ti.
Stephanie Sheehan
Estados Unidos
Traduzido por JAQ/JDS
Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/Psa/63/
Texto bíblico: Salmo 63
segunda-feira, 9 de setembro de 2013
Salmo 33
Comentário devocional:
Este Salmo se inicia lembrando como é adequado louvar ao Senhor com cânticos e música, porque tudo que Ele faz é bom e certo. Pela palavra do Senhor os céus e a terra foram feitos porque Ele falou e tudo foi feito. Ele ordenou e logo tudo apareceu.
O primeiro capítulo de Gênesis é a narrativa majestosa do Criador e da criação de seus novos filhos. Cada dia termina com a modelo verbal hebraico: "Passaram-se a tarde e a manhã” (NVI), perfazendo um período de 24 horas de tempo. A sequência dos seis dias da criação começou com a criação de luz, então a atmosfera, solos e vegetação, o sol e o sistema solar, os peixes para as águas e os pássaros para o ar e, em seguida, os animais terrestres. Culminando a semana, cria uma nova ordem de seres, homem e mulher, cuja combinação é a própria imagem do próprio Criador. Na verdade, tudo era "muito bom".
Deus poderia ter terminado ali, uma semana de seis dias. Por que não? Em um jardim perfeito e com corpos perfeitos ninguém fica cansado. Mas o Criador escolheu encerrar a semana de seis dias acrescentando mais um dia, um dia de descanso chamado o Sábado, como um dia de presente divino. Por quê? Pense nisso: qual é o presente mais perfeito que qualquer pai amoroso pode dar a seu filho ou filha? É um tempo ininterrupto, sem pressa, para estarem juntos.
Meu pai era um pastor e enquanto vivíamos como missionários no Japão, ele estava implantando uma igreja em uma cidade grande, que tinha pouquíssimos cristãos. Isso significava que ele estava ocupado dia e noite. Uma noite, ele chegou em casa e compartilhou conosco o que estava pensando. Ele decidiu folgar toda terça-feira para poder passar tempo com a família. Uma vez que estávamos sendo educados em casa, não havia nenhum problema em tirar um dia de folga. Poderíamos fazer piqueniques, passar um tempo na praia ou escalar montanhas. Que dia glorioso!
Agora que meu pai está morto, eu olho para trás ao longo dos anos e percebo que ele nos deu o melhor presente de todos. Não dinheiro, pois não tinha muito, mas o presente do tempo ininterrupto, sem pressa, com ele. O mesmo presente nosso Pai Criador deu a você e a mim a cada sete dias.
Por que alguém iria querer se livrar do sábado do sétimo dia ?
Nota: Extraído de "O Escolhido", de Dwight Nelson, pp 104, 105.
Dwight Nelson
Pastor Sênior, Pioneer Memorial Church
Universidade Andrews
Traduzido por JAQ
www.reavivadosporsuapalavra.org
Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/Psa/33/
Texto bíblico: Salmo 33
Este Salmo se inicia lembrando como é adequado louvar ao Senhor com cânticos e música, porque tudo que Ele faz é bom e certo. Pela palavra do Senhor os céus e a terra foram feitos porque Ele falou e tudo foi feito. Ele ordenou e logo tudo apareceu.
O primeiro capítulo de Gênesis é a narrativa majestosa do Criador e da criação de seus novos filhos. Cada dia termina com a modelo verbal hebraico: "Passaram-se a tarde e a manhã” (NVI), perfazendo um período de 24 horas de tempo. A sequência dos seis dias da criação começou com a criação de luz, então a atmosfera, solos e vegetação, o sol e o sistema solar, os peixes para as águas e os pássaros para o ar e, em seguida, os animais terrestres. Culminando a semana, cria uma nova ordem de seres, homem e mulher, cuja combinação é a própria imagem do próprio Criador. Na verdade, tudo era "muito bom".
Deus poderia ter terminado ali, uma semana de seis dias. Por que não? Em um jardim perfeito e com corpos perfeitos ninguém fica cansado. Mas o Criador escolheu encerrar a semana de seis dias acrescentando mais um dia, um dia de descanso chamado o Sábado, como um dia de presente divino. Por quê? Pense nisso: qual é o presente mais perfeito que qualquer pai amoroso pode dar a seu filho ou filha? É um tempo ininterrupto, sem pressa, para estarem juntos.
Meu pai era um pastor e enquanto vivíamos como missionários no Japão, ele estava implantando uma igreja em uma cidade grande, que tinha pouquíssimos cristãos. Isso significava que ele estava ocupado dia e noite. Uma noite, ele chegou em casa e compartilhou conosco o que estava pensando. Ele decidiu folgar toda terça-feira para poder passar tempo com a família. Uma vez que estávamos sendo educados em casa, não havia nenhum problema em tirar um dia de folga. Poderíamos fazer piqueniques, passar um tempo na praia ou escalar montanhas. Que dia glorioso!
Agora que meu pai está morto, eu olho para trás ao longo dos anos e percebo que ele nos deu o melhor presente de todos. Não dinheiro, pois não tinha muito, mas o presente do tempo ininterrupto, sem pressa, com ele. O mesmo presente nosso Pai Criador deu a você e a mim a cada sete dias.
Por que alguém iria querer se livrar do sábado do sétimo dia ?
Nota: Extraído de "O Escolhido", de Dwight Nelson, pp 104, 105.
Dwight Nelson
Pastor Sênior, Pioneer Memorial Church
Universidade Andrews
Traduzido por JAQ
www.reavivadosporsuapalavra.org
Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/Psa/33/
Texto bíblico: Salmo 33
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Criação,
louvor
sábado, 13 de abril de 2013
I Crônicas 24
Texto bíblico à I Crônicas 24
Os sacerdotes e levitas viviam espalhados pelo país, nas cidades designadas a eles. A fim de participarem nos serviços do tabernáculo tinham que viajar uma certa distância e para isso precisavam saber com antecedência em que data os seus préstimos seriam necessários.
Para definir quem iria trabalhar com quem e quando isto ocorreria, em primeiro lugar foram montadas as equipes de trabalho. Zadoque e Aimeleque, os dois sacerdotes principais, organizaram vinte e quatro equipes de sacerdotes tendo como base os grupos de famílias. Cada pessoa trabalharia com seus parentes mais próximos sob a coordenação do patriarca da família.
A seguir, a escala de serviço foi definida por meio de um sorteio realizado na presença do rei Davi, do líderes da nação e dos representantes de todas as famílias envolvidas. A maneira transparente e imparcial com que a escala foi montada contribuiu para que cada sacerdote se sentisse valorizado.
A escala de trabalho dos levitas também foi definida por sorteio. Desse modo ninguém se sentiu favorecido ou excluído e todos foram motivados a dar a melhor contribuição possível, independente de ter sido escalado para trabalhar em dias de festividade nacional ou em dia comuns.
A maneira como os sacerdotes e levitas foram escalados para trabalhar aponta para o fato de que Deus não tem favoritos. Ele valoriza a todos e trata a todos igualmente. Nós, como seus seguidores, devemos também estimular o companheirismo e a cooperação entre as pessoas.
Pai nosso, ajude-me a tratar aqueles que me cercam com a mesma consideração com que Você me trata.
Ministério da Oração
Para definir quem iria trabalhar com quem e quando isto ocorreria, em primeiro lugar foram montadas as equipes de trabalho. Zadoque e Aimeleque, os dois sacerdotes principais, organizaram vinte e quatro equipes de sacerdotes tendo como base os grupos de famílias. Cada pessoa trabalharia com seus parentes mais próximos sob a coordenação do patriarca da família.
A seguir, a escala de serviço foi definida por meio de um sorteio realizado na presença do rei Davi, do líderes da nação e dos representantes de todas as famílias envolvidas. A maneira transparente e imparcial com que a escala foi montada contribuiu para que cada sacerdote se sentisse valorizado.
A escala de trabalho dos levitas também foi definida por sorteio. Desse modo ninguém se sentiu favorecido ou excluído e todos foram motivados a dar a melhor contribuição possível, independente de ter sido escalado para trabalhar em dias de festividade nacional ou em dia comuns.
A maneira como os sacerdotes e levitas foram escalados para trabalhar aponta para o fato de que Deus não tem favoritos. Ele valoriza a todos e trata a todos igualmente. Nós, como seus seguidores, devemos também estimular o companheirismo e a cooperação entre as pessoas.
Pai nosso, ajude-me a tratar aqueles que me cercam com a mesma consideração com que Você me trata.
Jobson Santos
Rede Novo TempoMinistério da Oração
Versão em português do texto postado originalmente no blog da Bíblia, em 13 de abril de 2013, sábado, dentro do plano mundial Reavivados por Sua Palavra de leitura de um capítulo por dia, promovido pela Igreja Adventista do Sétimo Dia.
Comentários bíblicos selecionados:
Comentários bíblicos selecionados:
1-2 O relato segue a divisão tradicional dos filhos de Arão
(cf. 6.3; Ex 6.23; Nm 3.2-4). Os descendentes de Eleazar e de Itamar eram os
únicos que serviam como sacerdotes (6.1; Lv 10.1-3) (Bíblia de Genebra).
1-31 O capítulo continua o relato das listas levíticas, com
foco especial na linhagem de Aarão. Vinte e quatro divisões de sacerdotes no
santuário foram introduzidas por Davi (Andrews Study Bible).
1 Foram divididos em 24 turnos cabendo 15 dias anuais para
cada um. Tinham também de estar prontos para as grandes festas, durante as
quais, aliás, os sacerdotes se congregavam em Jerusalém. Visto que no
calendário judaico o ano tem 13 meses, o período de prestação de serviços não
caía na mesma data (época) de cada ano (Bíblia
Shedd).
2 morreram perante seu pai. Os dois filhos mais
velhos de Aarão morreram porque cometeram sacrilégio no tabernáculo (Lev.
10:1-2).
Eleazar. Os filhos de Levi e Aarão foram listados
consistentemente ordenados pela idade. Itamar, o irmão de Eleazar também servia
no tabernáculo neste temp (Andrews Study Bible).
4 dezesseis [...] oito. 24 divisões, ao total, foram
selecionadas por sortes. [...] Os nomes da primeira, segunda, quarta, nona e
24ª divisões foram achados num rolo do mar Morto da quarta caverna em Qumran (Bíblia
de Estudo NVI Vida).
5 Repartiram-nos por sortes. O lançamento de sortes
em conformidade com os padrões revelados tinha por desígnio assegurar que as
decisões fossem feitas de acordo com a orientação divina e não segundo os preconceitos
humanos (Pv 16.33; Lc 1.8-9; At 1.26) (Bíblia de Genebra).
7 Jeoiaribe. O pai dos Macabeus (Matatias) pertencia
ao turno de Jeoiaribe (cf 1Macabeus 2.1) (Bíblia de Genebra). [NC: Não
obstante os livros de Macabeus não pertencerem ao cânon hebraico do VT, eles
reúnem importantes informações históricas a respeito dos judeus no período
intestamentário.]
10 Abias. O pai de João Batista (Zacarias) pertencia
ao turno de Abias (Lc 1.5) (Bíblia de Genebra).
15 Hezir. A divisão pertencente à família de Hezir
destacou-se no período intertestamentário; o nome aparece num dos túmulos
grandes no vale do Cedrom, a leste de Jerusalém (Bíblia de Estudo NVI Vida).
31 como a seus irmãos menores. O tratamento igual
para com todas as famílias foi um modelo a ser seguido durante o período que se
seguiu ao exílio na Babilônia (24.5, nota). Talvez estivesse havendo uma
controvérsia que requeresse a ênfase sobre o tratamento justo (Bíblia de
Genebra).
segunda-feira, 8 de abril de 2013
I Crônicas 19
Texto bíblico àI Crônicas 19
Davi e Naás, rei dos amonitas, mantinham um bom relacionamento entre si. Com a morte de Naás, Davi enviou uma delegação para expressar condolências a seu filho Hanun. Os conselheiros do novo rei interpretaram mal as intenções de Davi, humilharam seus emissários e os enviaram de volta sem barba e quase sem roupas.
Ao invés de pedirem desculpas pela grosseria, os amonitas, seguiram caminhos de orgulho e violência. Arrendaram soldados da Mesopotâmia e se prepararam para atacar ao povo de Israel.
O exército Israelita avançou para o campo de batalha e se viu cercado. À frente deles, estavam os Amonitas e por detrás estavam os Mesopotâmios. Joabe dividiu os seus homens em dois bandos, um deles sob o comando do seu irmão Abisai, e lhe disse: “Se os arameus forem fortes demais para mim, venha me ajudar; mas, se os amonitas forem fortes demais para você, eu irei ajudá-lo. Seja forte e lutemos com bravura pelo nosso povo e pelas cidades do nosso Deus. E que o Senhor faça o que for de sua vontade” (1 Crônicas 19:12-13). O espírito de companheirismo entre os dois comandantes israelitas e o senso de dependência divina foram determinantes para a vitória que se seguiu.
Algum tempo depois, o rei Hanun, ainda não satisfeito com a derrota prévia, contratou outro exército para se opor aos Israelitas. Hadadezer enviou seu comandante com um grande exército, mas estes foram derrotados. Assim os arameus não quiseram mais ajudar aos amonitas.
Nem sempre conseguimos vencer as dificuldades que nos cercam utilizando apenas a diplomacia. Muitas vezes precisamos travar árduas batalhas contra inimigos internos e externos. Quando você estiver passando por uma situação desafiadora, clame a Deus e Ele lhe concederá a vitória.
Deus dos exércitos, na luta contra o mal, ajude-me a fazer a minha parte e a confiar no Teu livramento!
Ministério da Oração
Davi e Naás, rei dos amonitas, mantinham um bom relacionamento entre si. Com a morte de Naás, Davi enviou uma delegação para expressar condolências a seu filho Hanun. Os conselheiros do novo rei interpretaram mal as intenções de Davi, humilharam seus emissários e os enviaram de volta sem barba e quase sem roupas.
Ao invés de pedirem desculpas pela grosseria, os amonitas, seguiram caminhos de orgulho e violência. Arrendaram soldados da Mesopotâmia e se prepararam para atacar ao povo de Israel.
O exército Israelita avançou para o campo de batalha e se viu cercado. À frente deles, estavam os Amonitas e por detrás estavam os Mesopotâmios. Joabe dividiu os seus homens em dois bandos, um deles sob o comando do seu irmão Abisai, e lhe disse: “Se os arameus forem fortes demais para mim, venha me ajudar; mas, se os amonitas forem fortes demais para você, eu irei ajudá-lo. Seja forte e lutemos com bravura pelo nosso povo e pelas cidades do nosso Deus. E que o Senhor faça o que for de sua vontade” (1 Crônicas 19:12-13). O espírito de companheirismo entre os dois comandantes israelitas e o senso de dependência divina foram determinantes para a vitória que se seguiu.
Algum tempo depois, o rei Hanun, ainda não satisfeito com a derrota prévia, contratou outro exército para se opor aos Israelitas. Hadadezer enviou seu comandante com um grande exército, mas estes foram derrotados. Assim os arameus não quiseram mais ajudar aos amonitas.
Nem sempre conseguimos vencer as dificuldades que nos cercam utilizando apenas a diplomacia. Muitas vezes precisamos travar árduas batalhas contra inimigos internos e externos. Quando você estiver passando por uma situação desafiadora, clame a Deus e Ele lhe concederá a vitória.
Deus dos exércitos, na luta contra o mal, ajude-me a fazer a minha parte e a confiar no Teu livramento!
Jobson Santos
Rede Novo TempoMinistério da Oração
Rev JAQ
Versão em português do texto postado originalmente no blog da Bíblia, em 8 de abril de 2013, segunda-feira, dentro do plano mundial Reavivados por Sua Palavra de leitura de um capítulo por dia, promovido pela Igreja Adventista do Sétimo Dia.
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