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segunda-feira, 18 de maio de 2015

II Timóteo 2

Comentário Devocional:

Um soldado, um atleta, e um agricultor - Paulo usa essas personalidades marcantes para representar a viagem perseverante do cristão.
   - Quem é o soldado? Aquele que segue estritamente todas as ordens de seu comandante, mesmo no meio da batalha;
   - O atleta é a próxima comparação - bem treinado, disciplinado, focado na meta de vencer, independentemente do custo ou sacrifício pessoal;
   - E, finalmente, Paulo acrescenta o retrato do agricultor trabalhador e fiel que confia em Deus para a colheita. Meu avô era um fazendeiro como a maioria dos agricultores que conheci ao longo dos anos. Ele era muito metódico, inovador, de fala mansa, e até mesmo tranquilo. Depois de todo o seu trabalho duro e longas horas de calor, frio e períodos de seca, ele esperava uma colheita no outono.

Paulo, então, nos diz em termos inequívocos, que alguns dos nossos problemas podem vir de membros da igreja ou mesmo de um pastor, ancião, diácono ou diaconisa. O diabo quer nos arrancar de Deus e nos lançar longe da igreja. Ele pode usar alguém que você admira. Lembre-se que foi a "família da igreja" que crucificou a Cristo! Não se engane, não deixe frequentar a igreja por causa de alguém ou de algo que aconteceu. Paulo assevera no verso 19: "o firme fundamento de Deus permanece inabalável e selado com esta inscrição: 'O Senhor conhece quem lhe pertence'” (NVI). Siga o conselho de Paulo e permaneça em alicerce seguro! Seja forte em Cristo e resista ao Diabo.

Caro cristão, 
   - seja forte como um soldado, seguindo as ordens do seu comandante: "afaste-se da iniquidade" (v. 19 NVI). Lembre-se: "Todas as Suas ordens são promessas habilitadoras" (PJ 176);
   - Mantenha os olhos fixos no prêmio, como um atleta disciplinado - para um dia poder estar perante junto ao seu irmão mais velho, Jesus;
   - E, finalmente, confie como o agricultor, que pacientemente suporta o calor escaldante, tempestades e a peste, e mantém plena fé de que Deus proverá uma colheita cheia de frutos: "Mas o fruto do Espírito é amor, alegria, paz, paciência, amabilidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio" (Gl 5:22, 23, NVI).

Jim Ayer
Vice-Presidente
Rádio Mundial Adventista
Conferência Geral


Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/2ti/2/

Traduzido/adaptado por JAQ/GASQ

Texto bíblico: II Timóteo 2

Comentário em áudio 

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Mateus 18

Comentário devocional:

Para muitos de nós a vida é muito ocupada, uma luta diária apressada. Temos muitas prioridades a considerar e muitas vezes temos que correr para alcançar nossos objetivos. Nos versos 1 a 5, Jesus nos exorta a voltar a um estilo de vida mais simples, não afetado, de confiança, inocência, conformidade e contentamento. Ele nos lembra da importância de confiar inteiramente na Sua bondade, cumprir a Sua vontade e encontrar contentamento nas muitas bênçãos recebidas do céu. 

Se pudermos desenvolver um modo de vida mais descomplicado, infantil até, seremos muito mais capazes de nos envolver com as coisas de Deus. Isto não é um apelo à infantilidade, mas um convite à simplicidade como a de Jesus, mais facilmente observada em crianças pequenas.

Nos versos 15 a 17 somos informados de que se um irmão pecar devemos adverti-lo; e em Lucas 17: 3 nos é dito para "repreendermos" o nosso irmão por seus pecados Essa é uma palavra forte. O conceito transmitido é realmente que somos também responsáveis pelo comportamento rebelde uns dos outros. Isso inclui apontar de forma gentil, pensada e com muito cuidado o comportamento pecaminoso daquela pessoa com o objetivo de que seja salva. A forma correta de admoestar os outros deve ser feito em espírito de oração e precisa ser concebido e aplicado de forma muito cuidadosa e sensível.

A lição nos versos 21-35 é dupla. Em primeiro lugar, somos lembrados de que a capacidade de Deus para o perdão é imensa. Como consequência temos a responsabilidade e o privilégio de compartilhar uma atitude de perdão para com os outros da mesma forma que fomos perdoados tantas e tantas vezes por nosso amoroso e compassivo Deus.

Quando Jesus falou de perdoar os outros "setenta vezes sete" Ele estava falando de uma contínua disposição para perdoar. Ao levarmos em consideração o número de vezes que Deus está disposto a nos perdoar, devemos demonstrar um espírito de perdão para com todas as pessoas.

Leo Van Dolson, Jr.,
Califórnia, E.U.A.



Texto original:  http://revivedbyhisword.org/en/bible/mat/18/

Traduzido por JDS/JAQ

Texto bíblico: Mateus 18 

Comentário em áudio 

quarta-feira, 2 de julho de 2014

Ezequiel 5

Comentário devocional:

Este é um daqueles capítulos cuja leitura muitos procurariam evitar. Nele, Ezequiel é instruído por Deus para raspar a cabeça e a barba com uma espada bem afiada. Deveria, então, pegar e queimar uma terça parte, cortar outra terça parte com a espada ao redor da cidade e espalhar a parte restante ao vento, salvando algumas mechas para costurar em sua roupa e, destas, ainda, atirar algumas no fogo para queimar. A aplicação deste recurso visual é clara: Deus está julgando o seu povo por causa de sua rebeldia e Sua ira está prestes a ser derramada sobre eles.

Julgamento e ira são temas que todos nós tentamos evitar. Eu tenho uma amiga que é conhecida por sua compaixão. Ela ama as pessoas e passa a vida cuidando daquelas que sofrem. Muitas vezes ela passa noites em claro orando por pessoas que estão padecendo. Ela ama a todos, não apenas aqueles que também a amam, mas também aquelas que não gostam dela por qualquer motivo. Esta senhora não quer que ninguém sofra, mesmo que alguns possam considerá-la seu "inimigo".

Minha amiga compassiva leu essas passagens em Ezequiel e julgou ser o tratamento de Deus muito severo e arbitrário por punir as pessoas de forma tão severa. Mas, à medida que continuou a estudar as Escrituras, ela aprendeu que não podemos retirar esses tipos de passagens de seu contexto, sem considerar o que houve antes e depois.

Os textos bíblicos escritos antes de Ezequiel revelam não somente séculos de promessas de bênçãos pela obediência, mas também de advertências de disciplina e castigos que se seguiriam à rebelião. Então, as pessoas não foram pegas de surpresa nem eram ignorantes do mal que haviam feito. 

O passado de Israel também revela que durante séculos homens e mulheres de Deus lembraram a nação do amor de Deus e apaixonadamente apelaram ao povo para retornar à piedade. E, mais importante, revela que quando o Seu povo se arrependeu no passado, Deus os recebeu de volta. O capítulo cinco de Ezequiel não apresenta um Deus arbitrário, mas um Deus justo, que cumpre Suas promessas.

Assim como não podemos ler capítulos como este isolados do passado, não podemos lê-los isolados do futuro também. Na leitura de hoje, vemos que mesmo que tenhamos a tendência de minimizar o pecado, Deus o leva a sério, especialmente o pecado daqueles que tem maior conhecimento. Na leitura de amanhã, veremos que quando Deus traz julgamento, Ele também fornece graça. Amém.

Pr. Eric Bates
EUA


Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/eze/5/

Traduzido por JDS/JAQ

Texto bíblico: Ezequiel 5 

Comentário em áudio 

domingo, 25 de maio de 2014

Jeremias 24

Comentário devocional:

Deus usa duas cestas de frutas para ilustrar Sua mensagem. Uma cesta tem figos perfeitos, maduros e pronto para comer. O outro cesto tem figos ruins que não podiam ser consumidos.
Note que Deus mostra que, assim como os figos, o Seu povo está dividido em dois grupos. 

Apesar da idolatria e da infidelidade da liderança política e religiosa, ainda há um grande grupo de Seu povo, retratado como "figos muito bons!" O outro grupo seguiu o modo mais fácil de vida e através da infidelidade tornou-se totalmente e completamente corrompido. Estou animado porque Deus mostra que existem fiéis mesmo em épocas de corrupção social e religiosa. Ele sempre tem um povo que é fiel! 

Mas a mensagem deve ter sido decepcionante para as pessoas boas. Enquanto aqueles retratados pelos figos ruins ficariam na terra, as pessoas retratadas pelos bons figos teriam que ir para o cativeiro babilônico! E Deus disse que isso era para o próprio bem deles!
Eu só posso imaginar o quão difícil deve ter sido aceitar esta mensagem! Como poderia a destruição de sua terra natal e sua cidade e ser levado para o cativeiro por pagãos cruéis ser para o seu próprio bem? Isso nos lembra que os caminhos de Deus não são os nossos caminhos. Devo lembrar disso na próxima vez que acontecer algo que pareça difícil de entender.

Tudo se resume em como vemos as coisas. Nossa perspectiva cobre apenas os poucos dias que temos nesta terra. A perspectiva de Deus é muito mais ampla. Ele havia dito aos primeiros israelitas, por meio de Moisés, qual seria o resultado se a nação fosse infiel e seguisse a outros deuses e práticas pagãs. As previsões em Deuteronômio são simples. O tempo finalmente tinha chegado.

Essa perspectiva é encontrada em dois lugares. Primeiro, nos versos 8 a 10. Deus limpará a terra. O rei e o restante que ficar na terra e aqueles que fugiram em busca da segurança no Egito experimentarão espada, fome e peste. Em segundo lugar, em 2 Crônicas 36, a Escritura registra que os líderes e o povo transgrediram mais e mais. Deus insistiu com eles através de seus profetas até que não houvesse mais nenhum remédio. Então, o juízo veio em ondas. Aqueles que sobreviveram à destruição (os figos bons) foram levados para a Babilônia como servos.

Observe um ponto muito importante aqui. O povo de Deus deveria permanecer na terra do seu cativeiro até que a terra agrícola gozasse seus sábados, para cumprir os 70 anos em que a terra pôde descansar. Deus havia orientado Seu povo a deixar a terra descansar a cada sete anos, mas o povo decidiu que não era economicamente viável fazer isso! Agora, Ele vai deixar a terra descansar para compensar todos esses anos em que sua Palavra tinha sido ignorada.

Mas este capítulo também tem uma boa notícia! Todos nós precisamos de uma boa notícia para o dia de hoje! Nos versículos 5-7, Deus expressa Seu grande plano para os "bons figos", que seriam retirados da terra para evitar os julgamentos. Ele promete trazê-los de volta, restaurá-los e lhes dar um novo coração para que possam conhecê-Lo melhor. Ele promete que será o seu Deus e que, com o novo coração, eles se voltariam para Ele como nunca antes!

 Isso é o que nós precisamos: compromisso total, olhos apenas para Ele. Precisamos de um coração que está verdadeiramente convertido do poder destrutivo do pecado. Não como uma Laodicéia morna, mas completamente entregues ao nosso Salvador.

"Oh, Senhor , que eu esteja no cesto de figos bons! Por favor, dê-me um novo coração, completamente dedicado a Ti. Amém".

Dan Houghton
Centro de Pesquisa Hart
Califórnia, EUA




Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jer/22/

Traduzido por JAQ/GASQ/JDS

Texto bíblico: Jeremias 22 

quinta-feira, 6 de março de 2014

Isaías 10

Comentário devocional:


Este capítulo continua o tema da última parte do capítulo 9. O primeiro "ai" (verso 1 -2) apresenta o julgamento divino contra o povo de Deus por causa da falta de justiça e dos roubos e abusos praticados contra os pobres, as viúvas e os órfãos. Deus tem o direito de julgar o Seu povo.


O segundo "ai" ( vs 5-6) é dirigido contra a Assíria. Primeiro vemos como a Assíria é usada como um instrumento de punição contra o povo de Deus. Depois vemos como o orgulho leva o rei da Assíria a vangloriar-se de que seus líderes e deuses são superiores e a fazer planos para destruir totalmente a Judá (vs. 7-11). Finalmente descobrimos que o Senhor punirá a Assíria por causa de sua arrogância (vs.12 -19). Deus tem o direito de julgar a todas as nações.


Mas como se pode dizer que a Assíria será uma ferramenta na mão de Deus para castigar o Seu povo (versos 5 -6) sendo que os Assírios não sabiam que estavam sendo usados por Deus? Devido a Judá ter permitido o espírito de Satanás preenchê-los, Deus retira Sua mão protetora e autoriza a Assíria a realizar seus planos maus. A esperança ressurge com a afirmação de que um remanescente confiará no "Santo de Israel " e será trazido de volta (v. 20-21).


Nossa resposta à disciplina reflete a condição do nosso coração. A disciplina pode endurecer a alguns (Êxodo 7:22), ou fazer com que outros retornem para Deus (v. 21). O remanescente compreende que um Deus misericordioso busca "dar novo ânimo ao espírito do humilde e novo alento ao coração do contrito" (Is. 57:15).


Vemos nos juízos de Deus um objetivo misericordioso. "Nem todos os que foram levados cativos eram impenitentes. Entre eles havia alguns que tinham permanecido leais a Deus, e outros que se haviam humilhado perante Ele. Por intermédio desses, os “filhos do Deus vivo” (Oséias 1:10), Ele levaria multidões no reino assírio ao conhecimento dos atributos de Seu caráter e beneficência da Sua lei" (Profetas e Reis, 150). Imagine no céu ouvir um assírio dizer a um dos remanescentes: "É por sua causa que estou aqui. Você era um prisioneiro em meu país, mas me apresentou a um Deus amoroso". Essa foi a experiência de Naamã, comandante do exército do rei da Síria (2 Reis 5:1), o qual através do testemunho de uma jovem escrava israelita em sua casa veio a encontrar cura física e espiritual em Deus. Isso nos leva a exclamar juntamente com Paulo: "Ó profundidade da riqueza da sabedoria e do conhecimento de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos e inescrutáveis os seus caminhos!" (Romanos 11:33, NVI).


Oração: "Senhor, que minhas palavras e ações possam levar outros a ver Jesus em mim, hoje. Amém".


Pr. Lloyd e Sheila Schomburg
EUA


Traduzido por JDS/JAQ

Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/isaias/is-capitulo-10/

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Eclesiastes 8

Comentário devocional:

Depois de falar sobre a injustiça e perplexidades da vida, Salomão nos ensina como nos mantermos firmes em tempos difíceis.

Ele começa afirmando que a sabedoria é superior a qualquer coisa que possamos ter. Um homem sábio sabe interpretar as experiências da vida e conhece bem a diferença entre maldade e a bondade e entre os valores da cultura atual as boas virtudes cristãs. 

Uma das recomendações dadas é: "obedeça às ordens do rei" (v. 2 NVI). O servo pode até estar certo, mas não seria sábio para ele desafiar o rei quando não necessário. Submissão às leis do país e de Deus é um requisito para desfrutar paz e segurança.

O homem sábio sabe quando falar e quando calar. Ele conhece os métodos e procedimentos corretos e os segue. Ele reconhece as oportunidades e as aproveita; há um tempo e lugar para tudo. Ele sabe, porém, que uma das limitações humanas que mais causa ansiedade é não poder prever o que acontecerá a seguir. Por isso, confia a Deus o seu futuro.

Salomão fala do que experimentou: aquele que faz o mal ao seu próximo destrói a si mesmo. Também viu pessoas más que se afastaram muito de Deus receberem elogios ao morrerem; porém elas foram esquecidas com o tempo (v. 10).

Nossas tarefas diárias têm um propósito -  elas servem como disciplina e edificação do nosso caráter. Por isso os homens não devem tentar ser sábios em sua própria opinião e acreditar que são capazes de entender as ações de Deus (v. 17). A atitude correta diante de Deus deve ser aceitar os dons que Ele nos dá e colocá-los em ação para Ele.

Querido Deus, preciso de Tua presença para me guiar a fazer o que é certo e para aprender a não depender de mim mesmo. Por favor, mantenha-me sempre junto de Ti. Amém.

Pr. Hugo Valda
Bolívia


https://www.facebook.com/ReavivadosPorSuaPalavra

Texto no blog mundial: http://revivedbyhisword.org/en/bible/ecc/8/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Eclesiastes 8 

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Provérbios 6

Comentário devocional:

Salomão gentilmente toca em nosso ombro para nos acordar e pergunta: "Até quando você vai ficar deitado, preguiçoso? Quando se levantará de seu sono?"(V. 9 NVI).

Todos nós provavelmente perdemos tempo na cama. Meu alarme é programado para 6h04. Eu escolhi esta hora para acordar porque tenho tempo suficiente para adorar, tomar banho, fazer a barba e tomar café da manhã - e ainda enfrentar o trânsito da hora do rush para a redação onde trabalho, como jornalista na Rússia.

Tenho observado algo curioso sobre os padrões de sono de pessoas bem sucedidas que já entrevistei. Líderes empresariais disseram-me que dormem em média de três a quatro horas por noite.

Creio que não devemos chegar a estes extremos, fazendo com que nossos corpos fiquem debilitados e doentios por falta de sono. Não devemos procurar afastar o sono com bebidas energéticas ou café. Para nos mantermos saudáveis é importante obtermos uma quantidade adequada de sono e encontrarmos tempo para nos exercitarmos todos os dias. Mas algo que admiro nas pessoas bem sucedidas é a sua habilidade de gerenciarem bem o tempo, envolvendo-se ao longo do dia em trabalho significativo e útil da maneira mais eficaz possível. Exatamente o oposto do que fazem os preguiçosos.

Ou seja, não estou sugerindo que devemos abrir mão do tempo de sono que necessitamos, mas que aproveitemos bem o tempo disponível. Ou, nas palavras de Salomão, que não sejamos preguiçosos.

Peçamos a Deus que nos ajude a gerenciarmos bem a nossa vida a fim de produzirmos o maior bem possível a nós mesmos e ao próximo!

Andrew McChesney
Jornalista na Rússia



Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/pro/6/

Traduzido por JAQ/GASQ/JDS

Texto bíblico: Provérbios 6  http://biblia.com.br/novaversaointernacional/proverbios/pv-capitulo-6/

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Provérbios 5

Comentário devocional:

Seria de se esperar que Salomão tivesse algo a dizer sobre os perigos do adultério. Após a leitura deste capítulo ficamos com a impressão de que se Salomão pudesse voltar no tempo e retomar a sua vida desde o começo, ele teria sido mais forte (e possivelmente mais sábio), e não teria tomado para si tantas mulheres, se contentando com apenas uma. Ele mostra que deseja algo melhor para seu filho.

Salomão pede agora a seu filho que se concentre e preste muita atenção, caso não o tenha feito até agora, no que ele queria lhe ensinar: "Preste atenção no que eu digo", diz ele (v. 1 NTLH). "Não se desvie das minhas palavras" (v. 7 NVI).

"Beba água da sua própria cisterna", ele aconselha, sugerindo que um relacionamento monogâmico tem benefícios que superam, em muito, os relacionamentos extra-conjugais.O desejo de Salomão para seu filho é que ele não repita seus próprios erros, mas que tenha uma vida mais disciplinada do que ele próprio teve  e se alegre com a mulher da sua mocidade (v. 18).

Com vergonha e arrependimento, Salomão termina o capítulo, reconhecendo que tudo o que ele havia feito tinha sido visto e avaliado pelo Senhor, e que sua grande insensatez e falta de disciplina o desencaminharam.

A sua falta de disciplina o está conduzindo a caminhos tortuosos, hoje? Peça a Deus que lhe ajude a obedecê-lo em todas as coisas antes que seja tarde demais.

Jackie Ordelheide Smith
Estados Unidos


Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/pro/5/

Traduzido por JAQ/GASQ/JDS 

Texto bíblico: Provérbios 5