Comentário devocional:
Este capítulo parece um final extra deste Evangelho, tendo em vista o encerramento que João fez no último capítulo (20:31). Ele agora deixa claro o mandato missionário do Senhor ressuscitado para o mundo.
Jesus encontra Seus discípulos junto ao mar de Tiberíades, o nome romano para o Mar da Galileia. Eles então pegam 153 peixes. O pai da igreja Jerônimo sugeriu que esta é uma pesca perfeita tendo em vista que na época havia apenas 153 diferentes variedades de peixes conhecidas. Para ele, isso significava a missão mundial que Jesus dera aos Seus discípulos. Eles deveriam buscar pessoas em todas as nações.
"Vou pescar", diz Pedro, e seis outros discípulos se juntam a ele. É um retorno ao que estão familiarizados, porque Jesus já não está entre eles. Mas eles não pescam nenhum peixe. Jesus então aparece na praia e diz: "Lançai a rede do lado direito." É uma pesca milagrosa sem que a rede se rasgasse. Depois de 3 anos e meio, eles já estão acostumados a milagres. Na primeira pesca milagrosa a rede se rasgou e Pedro declarou: "Afasta-te de mim, Senhor, porque sou um homem pecador!"(Lucas 5:8 NVI).
Jesus os havia chamado para serem pescadores de homens e agora Ele vem para renovar essa vocação e para restaurar o chamado de Pedro para segui-Lo. Jesus se dirige a Simão Pedro utilizando o seu nome completo, o que indica a seriedade das perguntas. "Você me ama?", três vezes Jesus pergunta a Pedro. Três vezes Pedro diz: "Sim", mas na terceira vez ele se sente envergonhado e ferido e responde simplesmente: " “Senhor, tu sabes todas as coisas e sabes que te amo”. (v.17 NVI). Jesus responde: "Cuide dos meus cordeiros ... Pastoreie as minhas ovelhas ... Cuide das minhas ovelhas" (vv 17, 18 NVI).
Sim, Jesus sabe que Pedro O ama, mas será que este amor será forte o suficiente a ponto dele obedecer a missão confiada aos discípulos? Há a necessidade de pescar peixes, mas também de discipular e alimentar os cordeiros e ovelhas. Os convertidos devem ser cuidados. Os crentes devem ser discipulados. Jesus deixa claro aqui que alimentar os novos convertidos era tão importante quanto adquirir novos conversos.
Jesus, então, prediz a morte "com a qual Pedro iria glorificar a Deus", e lhe diz: "Siga-me!" (v 19 NVI). A oferta de Pedro de dar a sua vida se cumpriria (João 13:37). Pedro, impulsivo como sempre, quer saber o que vai acontecer com João. Jesus diz a ele que isso não lhe importa, que apenas O siga, e não se preocupe com os outros.
As coisas não mudaram. Nós continuamos muito propensos a olhar para a vida dos outros e corrigirmos suas vidas, até nos detalhes. Mas Jesus simplesmente nos chama: "Siga-me!"
João termina o seu evangelho; o seu testemunho chega ao final. É claro que João não registrou tudo o que Jesus fez, mas que o que ele registrou é tudo que precisamos para nos conduzir à fé e à vida em Jesus.
Christopher Bullock
Pastor em Atlanta, Georgia
Estados Unidos da América
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jhn/21/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: João 21
Comentário em áudio
Plano mundial de Reavivamento e Reforma, pela leitura devocional de um capítulo da Bíblia por dia. De abril de 2012 a julho de 2015.
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quinta-feira, 29 de janeiro de 2015
João 21
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domingo, 11 de janeiro de 2015
João 3 - Comentários selecionados
3 mas nascer de novo. Ou "nascer de cima". Nota Textual NVI.
Do gr. anothen, que em outras passagens de João significa "do alto", "de cima" (3:31; 19:11; etc.). A palavra pode ser usada corretamente nos dois sentidos. Está claro que Nicodemos compreendeu no sentido de "de novo" (v. 4), mas Jesus certamente quis dizer "do alto", como anothen é usada um pouco adiante (3:31). CBASD - Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 1025.
A tradução "mas nascer de cima" concorda bem com o debate das coisas "da terra" e "do céu". Bíblia de Genebra.
Segundo a teologia judaica, nascer como filho de Abraão era quase uma garantia de admissão no reino do Céu (Jo 8:33). ... a ideia de que ele, um judeu respeitável, estivesse fora do círculo da salvação era nova e perturbadora. CBASD, vol. 5, p. 1025.
5 nascer da água e do Espírito. A referência à "água" era uma clara alusão ao batismo na água, ministrado aos prosélitos judeus [dos gentios] e praticado pelos essênios. ... os fariseus, que pretendiam ter um grau superior de justiça, recusavam o batismo (Lc 7:30) porque João o tornou um símbolo do arrependimento. CBASD, vol. 5, p. 1026.
6 nascido da carne. Isto é, pelo nascimento natural (ver Jo 1:13). O princípio do mundo natural, de que todas as coisas vivas se reproduzem "segundo as suas espécies" (Gn 1:21), é igualmente verdadeiro no mundo espiritual. No NT, "carne" e "Espírito" são antagônicos e representam duas formas de vida opostas e mutuamente exclusivas (cf. Rm 6:12-18), CBASD, vol. 5, p. 1026.
14 importa que o Filho do Homem seja levantado. Em João, a expressão "levantado" sempre se refere à crucifixão (ver Jo 8:28; 12:34; etc.). CBASD, vol. 5, p. 1027.
16 Deus amou. O amor é o atributo supremo do Criador em relação a Suas criaturas. É a força controladora no governo divino. "Deus é amor" (1Jo 4:8). João refere-se a si mesmo como "aquele a quem Jesus amava" (Jo 21:7; cf. 13:23; 19:26; 20:2; 21:20), isto é, amava mais. A razão para isso era simplesmente que João, mais do que seus companheiros, se submeteu à influência da vida perfeita de Jesus e, por isso, entendeu e refletiu essa perfeição mais plenamente (ver p. 983, 984). Assim, João estava mais qualificado do que os outros a apreciar a magnitude do amor divino e a explicá-la. ... Em 1 João 1:31, ele exclama novamente: "Vede que grande amor nos tem concedido o Pai." Faltam palavras para expressar a profundidade desse amor eterno e imutável, e João simplesmente faz a todos o convite para que o contemplem. CBASD, vol. 5, p. 1027, 1028.
mundo. O amor de Deus alcança toda a humanidade, mas beneficia diretamente apenas os que respondem a ele. ... O amor requer reciprocidade para ser eficaz. ... Afirmar que Deus predestinou certas pessoas para se perderem, não importando a própria escolha deles, é dizer que Ele as odeia; é estigmatizá-Lo como injusto e colocar sobre Ele a culpa pelo destino delas (ver Rm 5:8; 2Co 5:19; ver com. de Jo 3:17-20). CBASD, vol. 5, p. 1028.
pereça. Do gr apollumi, "destruir completamente", "apagar da existência", "desvanecer-se no nada". ... O oposto de "vida eterna" não é a miséria eterna, mas aniquilação eterna, morte eterna. CBASD, vol. 5, p. 1028.
17-21 O propósito primário do ministério de Jesus era a salvação. Mas aqueles que rejeitam aquela salvação julgam ou condenam a si mesmos. Andrews Study Bible.
17 Deus enviou. O "envio" de Jesus não implica a superioridade do que envia nem a inferioridade do que é enviado. Ao longo de toda a eternidade passada, Cristo era "igual a Deus" (Ev, 614). CBASD, vol. 5, p. 1028.
18 crê ... não crê. João não está se referindo a crenças e dúvidas momentâneas, mas a atitudes contínuas e firmes. Bíblia de Estudo NVI Vida.
já está julgado. Da mesma forma que os que creem em Cristo são justificados em virtude de sua fé, os que não creem são condenados por sua falta de fé. ... Deus predestinou que os que creem sejam salvos e que os descrentes se percam, mas deixou a critério de cada pessoa escolher crer ou não. Nesse sentido, o destino de crentes e descrentes foi, em perspectiva, decidido quando o plano da salvação foi formulado; mas é dada ao indivíduo a possibilidade de escolha. Esta é a predestinação bíblica. CBASD, vol. 5, p. 1029
22 para a terra da Judeia. A partir de Jerusalém, Jesus então passa a estender Seu ministério às cidades e aldeias da Judeia, onde trabalhou por um período de aproximadamente oito meses, de abril a dezembro do ano 28 d.C. ... Com exceção do breve relato de João 3:22 a 36, a narrativa evangélica silencia sobre os detalhes desse período do ministério do Senhor. Jesus reservou a fase inicial de Seu ministério público a Jerusalém e à Judeia, com o objetivo específico de dar aos líderes a oportunidade de verem as evidências de Sua missão divina, de O aceitarem como o Messias e de levar a nação a cumprir a tarefa que Lhe fora designada por Deus (DTN, 231; ver vol. 4, p. 13-17). Mas, apesar do aparente sucesso da fase inicial, o ministério na Judéia foi de poucos resultados práticos (ver DTN, 194, 245). CBASD, vol. 5, p. 1030.
23 muitas águas. Este comentário sugere o batismo por imarsão, a única forma do rito em que seriam indispensáveis "muitas águas" (ver com. de Mt 3:6; Rm 6:3-6). CBASD, vol. 5, p. 1031.
24 encarcerado. João ficou na prisão cerca de um ano, mais ou menos da época da Páscoa em 29 d.C. até a mesma época do ano seguinte. CBASD, vol. 5, p. 1031
25 disputa entre alguns dos discípulos de João e os judeus sobre purificação.Ver 2:6. Se refere, aqui, ao batismo. Andrews Study Bible.
31 fala da terra. João era "da terra" e falava como homem. Jesus veio "das alturas" e falava com a sabedoria do alto. Por isso, as pessoas volviam de João para Jesus, do menor para o maior. CBASD, vol. 5, p. 1032.
36 quem crê. Literalmente, "quem continua crendo". Estar "na graça" apenas uma vez não é suficiente; a pessoa precisa permanecer "na graça" se quiser entrar no reino. CBASD, vol. 5, p. 1033.
se mantém rebelde (gr apeithon). Esta palavra está colocada em oposição a "crê" indicando que fé em Cristo inclui obediência. Bíblia Shedd.
...o termo se refere a uma condição mental e volitiva de rebeldia e não a atos de desobediência. ... A condição mental determina o rumo da vida (cf Jo 3:18). CBASD, vol. 5, p. 1033
Do gr. anothen, que em outras passagens de João significa "do alto", "de cima" (3:31; 19:11; etc.). A palavra pode ser usada corretamente nos dois sentidos. Está claro que Nicodemos compreendeu no sentido de "de novo" (v. 4), mas Jesus certamente quis dizer "do alto", como anothen é usada um pouco adiante (3:31). CBASD - Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 1025.
A tradução "mas nascer de cima" concorda bem com o debate das coisas "da terra" e "do céu". Bíblia de Genebra.
Segundo a teologia judaica, nascer como filho de Abraão era quase uma garantia de admissão no reino do Céu (Jo 8:33). ... a ideia de que ele, um judeu respeitável, estivesse fora do círculo da salvação era nova e perturbadora. CBASD, vol. 5, p. 1025.
5 nascer da água e do Espírito. A referência à "água" era uma clara alusão ao batismo na água, ministrado aos prosélitos judeus [dos gentios] e praticado pelos essênios. ... os fariseus, que pretendiam ter um grau superior de justiça, recusavam o batismo (Lc 7:30) porque João o tornou um símbolo do arrependimento. CBASD, vol. 5, p. 1026.
6 nascido da carne. Isto é, pelo nascimento natural (ver Jo 1:13). O princípio do mundo natural, de que todas as coisas vivas se reproduzem "segundo as suas espécies" (Gn 1:21), é igualmente verdadeiro no mundo espiritual. No NT, "carne" e "Espírito" são antagônicos e representam duas formas de vida opostas e mutuamente exclusivas (cf. Rm 6:12-18), CBASD, vol. 5, p. 1026.
14 importa que o Filho do Homem seja levantado. Em João, a expressão "levantado" sempre se refere à crucifixão (ver Jo 8:28; 12:34; etc.). CBASD, vol. 5, p. 1027.
16 Deus amou. O amor é o atributo supremo do Criador em relação a Suas criaturas. É a força controladora no governo divino. "Deus é amor" (1Jo 4:8). João refere-se a si mesmo como "aquele a quem Jesus amava" (Jo 21:7; cf. 13:23; 19:26; 20:2; 21:20), isto é, amava mais. A razão para isso era simplesmente que João, mais do que seus companheiros, se submeteu à influência da vida perfeita de Jesus e, por isso, entendeu e refletiu essa perfeição mais plenamente (ver p. 983, 984). Assim, João estava mais qualificado do que os outros a apreciar a magnitude do amor divino e a explicá-la. ... Em 1 João 1:31, ele exclama novamente: "Vede que grande amor nos tem concedido o Pai." Faltam palavras para expressar a profundidade desse amor eterno e imutável, e João simplesmente faz a todos o convite para que o contemplem. CBASD, vol. 5, p. 1027, 1028.
mundo. O amor de Deus alcança toda a humanidade, mas beneficia diretamente apenas os que respondem a ele. ... O amor requer reciprocidade para ser eficaz. ... Afirmar que Deus predestinou certas pessoas para se perderem, não importando a própria escolha deles, é dizer que Ele as odeia; é estigmatizá-Lo como injusto e colocar sobre Ele a culpa pelo destino delas (ver Rm 5:8; 2Co 5:19; ver com. de Jo 3:17-20). CBASD, vol. 5, p. 1028.
pereça. Do gr apollumi, "destruir completamente", "apagar da existência", "desvanecer-se no nada". ... O oposto de "vida eterna" não é a miséria eterna, mas aniquilação eterna, morte eterna. CBASD, vol. 5, p. 1028.
17-21 O propósito primário do ministério de Jesus era a salvação. Mas aqueles que rejeitam aquela salvação julgam ou condenam a si mesmos. Andrews Study Bible.
17 Deus enviou. O "envio" de Jesus não implica a superioridade do que envia nem a inferioridade do que é enviado. Ao longo de toda a eternidade passada, Cristo era "igual a Deus" (Ev, 614). CBASD, vol. 5, p. 1028.
18 crê ... não crê. João não está se referindo a crenças e dúvidas momentâneas, mas a atitudes contínuas e firmes. Bíblia de Estudo NVI Vida.
já está julgado. Da mesma forma que os que creem em Cristo são justificados em virtude de sua fé, os que não creem são condenados por sua falta de fé. ... Deus predestinou que os que creem sejam salvos e que os descrentes se percam, mas deixou a critério de cada pessoa escolher crer ou não. Nesse sentido, o destino de crentes e descrentes foi, em perspectiva, decidido quando o plano da salvação foi formulado; mas é dada ao indivíduo a possibilidade de escolha. Esta é a predestinação bíblica. CBASD, vol. 5, p. 1029
22 para a terra da Judeia. A partir de Jerusalém, Jesus então passa a estender Seu ministério às cidades e aldeias da Judeia, onde trabalhou por um período de aproximadamente oito meses, de abril a dezembro do ano 28 d.C. ... Com exceção do breve relato de João 3:22 a 36, a narrativa evangélica silencia sobre os detalhes desse período do ministério do Senhor. Jesus reservou a fase inicial de Seu ministério público a Jerusalém e à Judeia, com o objetivo específico de dar aos líderes a oportunidade de verem as evidências de Sua missão divina, de O aceitarem como o Messias e de levar a nação a cumprir a tarefa que Lhe fora designada por Deus (DTN, 231; ver vol. 4, p. 13-17). Mas, apesar do aparente sucesso da fase inicial, o ministério na Judéia foi de poucos resultados práticos (ver DTN, 194, 245). CBASD, vol. 5, p. 1030.
23 muitas águas. Este comentário sugere o batismo por imarsão, a única forma do rito em que seriam indispensáveis "muitas águas" (ver com. de Mt 3:6; Rm 6:3-6). CBASD, vol. 5, p. 1031.
24 encarcerado. João ficou na prisão cerca de um ano, mais ou menos da época da Páscoa em 29 d.C. até a mesma época do ano seguinte. CBASD, vol. 5, p. 1031
25 disputa entre alguns dos discípulos de João e os judeus sobre purificação.Ver 2:6. Se refere, aqui, ao batismo. Andrews Study Bible.
31 fala da terra. João era "da terra" e falava como homem. Jesus veio "das alturas" e falava com a sabedoria do alto. Por isso, as pessoas volviam de João para Jesus, do menor para o maior. CBASD, vol. 5, p. 1032.
36 quem crê. Literalmente, "quem continua crendo". Estar "na graça" apenas uma vez não é suficiente; a pessoa precisa permanecer "na graça" se quiser entrar no reino. CBASD, vol. 5, p. 1033.
se mantém rebelde (gr apeithon). Esta palavra está colocada em oposição a "crê" indicando que fé em Cristo inclui obediência. Bíblia Shedd.
...o termo se refere a uma condição mental e volitiva de rebeldia e não a atos de desobediência. ... A condição mental determina o rumo da vida (cf Jo 3:18). CBASD, vol. 5, p. 1033
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sexta-feira, 9 de janeiro de 2015
João 1 - Comentários selecionados
1-18 Prólogo do Evangelho de João. Resume os principais temas do Evangelho. Mostra Jesus, que andou nesta terra, a partir da perspectiva da eternidade [o Verbo/a Palavra]. Andrews Study Bible.
1 No princípio. Antes da criação (cf Gn 1.1). Bíblia Shedd.
"No princípio" (uma clara referência às palavras de abertura da Bíblia), o Logos já existia, e esta é uma maneira de afirmar a eternidade que só Deus possui. Bíblia de Genebra.
Verbo. O termo "verbo" (grego logos) designa Deus, o Filho, referindo-Se à Sua divindade; "Jesus" e "Cristo" referem-se à Sua encarnação e obra salvífica. ... Na filosofia neoplatônica e na heresia gnóstica (séculos II e III), o Logos era visto como um dos muitos poderes intermediários entre Deus e o mundo. Tais noções estão bem longe da simplicidade do Evangelho de João. Bíblia de Genebra.
Os gregos usavam o termo [logos] não apenas no tocante à palavra falada, mas também em referência à palavra ainda na mente, sem ter sido proferida - a razão. Quando a aplicavam ao universo, referiam-se ao princípio racional que governa todas as coisas. Os judeus, por outro lado, usavam-na como meio de se referir a Deus. João, portanto, empregou um termo significativo tanto para judeus quanto para gentios. Bíblia de Estudo NVI Vida.
[Termo] usado para denominar um mediador divino na filosofia grega, isto apelaria aos leitores gregos. João é o único escritor bíblico a usar explicitamente este título para Cristo (p.e., 1 Jo 1:1; Ap 19:13). Andrews Study Bible.
com Deus. A Palavra era distinta do Pai. Bíblia de Estudo NVI Vida.
A expressão o verbo estava com Deus indica uma distinção de Pessoas, dentro da unidade da Trindade. Pai, Filho e Espírito Santo não são formas sucessivas de aparecimento de uma Pessoa, mas são Pessoas eternas presentes desde "o princípio" (v. 2). A preposição "com" sugere uma relação de estreita intimidade pessoal. Bíblia de Genebra.
O Verbo era Deus. Jesus era Deus no sentido mais pleno (v. nota em Rm 9.5). O prólogo (v. 1-18) inicia-se e termina com uma afirmação altissonante da Sua divindade. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Como Deus, Jesus era Um igual ao Pai. A divindade de Jesus ... é especialmente enfatizada por João. Andrews Study Bible.
Foram feitas. Traduz uma palavra grega usada na tradução Septuaginta (LXX) de Gn 1. Andrews Study Bible.
A atuação de Cristo na criação também se encontra em Cl 1.16 17. Bíblia Shedd.
O forte contraste entre a luz e as trevas é tema de destaque nesse evangelho. Bíblia de Estudo NVI Vida.
deu-lhes o direito (NVI). Ser membro da família de Deus só se dá por meio da graça - dom de Deus (v. Ef 2.8, 9). Nunca é uma realização humana, conforme frisa o v. 13; mesmo assim, a dádiva depende da aceitação do homem, como deixam claro as palavras "receberam" e "creram". Bíblia de Estudo NVI Vida.
aos que creem. O verbo aqui quer dizer: "aqueles que continuamente creem". Isto indica constante ação ao longo do tempo, e não um evento único num momento particular. Andrews Study Bible.
13 os quais não nasceram. ...o verbo "nasceram", no plural, mostra que este versículo se refere ao novo nascimento dos crentes cristãos (cf 3.3, 5, 7, 8). Bíblia de Genebra.
Habitou, gr skenoo "tabernaculou". Em Cristo vemos a realidade da glória divina, o zelo de Deus em Se aproximar dos homens mesmo sendo pecadores. Bíblia Shedd.
15 exclama. O uso do tempo presente para o verbo revela que a pregação de João Batista ainda soava nos ouvidos das pessoas, embora tivesse sido morto muito antes de esse evangelho ser escrito. Bíblia de Estudo NVI Vida.
18 Deus unigênito. Esta é uma declaração clara da deidade de Jesus Cristo. Bíblia Shedd.
46 Nazaré. Cidade em que Jesus morou quando criança. Natanael era de Caná (21:2), uma aldeia vizinha, que parecia ter uma rivalidade local contra Nazaré. Andrews Study Bible.
48 figueira. Sua sombra era muito apreciada para o estudo e a oração em momentos de sol. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Filho do Homem. Jesus aplica este nome frequentemente a Si mesmo. Ele dá ênfase à Sua natureza humana, que O capacita a morrer por Seu povo. Refere-se também á figura messiânica celestial conhecida em Daniel (7.13; ver Mt 8.10, nota). Bíblia de Genebra.
1 No princípio. Antes da criação (cf Gn 1.1). Bíblia Shedd.
"No princípio" (uma clara referência às palavras de abertura da Bíblia), o Logos já existia, e esta é uma maneira de afirmar a eternidade que só Deus possui. Bíblia de Genebra.
Verbo. O termo "verbo" (grego logos) designa Deus, o Filho, referindo-Se à Sua divindade; "Jesus" e "Cristo" referem-se à Sua encarnação e obra salvífica. ... Na filosofia neoplatônica e na heresia gnóstica (séculos II e III), o Logos era visto como um dos muitos poderes intermediários entre Deus e o mundo. Tais noções estão bem longe da simplicidade do Evangelho de João. Bíblia de Genebra.
Os gregos usavam o termo [logos] não apenas no tocante à palavra falada, mas também em referência à palavra ainda na mente, sem ter sido proferida - a razão. Quando a aplicavam ao universo, referiam-se ao princípio racional que governa todas as coisas. Os judeus, por outro lado, usavam-na como meio de se referir a Deus. João, portanto, empregou um termo significativo tanto para judeus quanto para gentios. Bíblia de Estudo NVI Vida.
[Termo] usado para denominar um mediador divino na filosofia grega, isto apelaria aos leitores gregos. João é o único escritor bíblico a usar explicitamente este título para Cristo (p.e., 1 Jo 1:1; Ap 19:13). Andrews Study Bible.
A expressão o verbo estava com Deus indica uma distinção de Pessoas, dentro da unidade da Trindade. Pai, Filho e Espírito Santo não são formas sucessivas de aparecimento de uma Pessoa, mas são Pessoas eternas presentes desde "o princípio" (v. 2). A preposição "com" sugere uma relação de estreita intimidade pessoal. Bíblia de Genebra.
O Verbo era Deus. Jesus era Deus no sentido mais pleno (v. nota em Rm 9.5). O prólogo (v. 1-18) inicia-se e termina com uma afirmação altissonante da Sua divindade. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Como Deus, Jesus era Um igual ao Pai. A divindade de Jesus ... é especialmente enfatizada por João. Andrews Study Bible.
3 Todas as coisas foram feitas por meio dEle. Este versículo também dá ênfase à divindade do Verbo, uma vez que a criação é obra só de Deus. Bíblia de Genebra.
Foram feitas. Traduz uma palavra grega usada na tradução Septuaginta (LXX) de Gn 1. Andrews Study Bible.
4 vida. Um dos grandes conceitos desse evangelho. O termo acha-se 36 vezes em João, ao passo que nenhum outro livro do NT o usa mais de 17 vezes. A vida é dádiva de Cristo (10.28), e ele é, na realidade, "a vida" (14.6). Bíblia de Estudo NVI Vida.
5 luz. É identificada com a vida que Deus compartilha: é o contrário das trevas, existência sem Deus que equivale à morte eterna. A luz não pode ser vencida pelo mal, absolutamente (1 Jo 2.8). Bíblia Shedd.
e as trevas não prevaleceram contra ela. O enredo deste Evangelho pode ser visto em termos de uma luta entre as forças da fé e as da descrença. Bíblia de Genebra.
O forte contraste entre a luz e as trevas é tema de destaque nesse evangelho. Bíblia de Estudo NVI Vida.
9 a verdadeira luz. Cristo, e só Ele, vindo ao mundo ilumina a todo homem. Não há salvação das trevas á parte dEle (At. 4.12). Bíblia Shedd.
11 Veio para o que era seu e os seus não o receberam. "Seu", no grego, significa "sua casa"; "Seus"significa Seu povo. mesmo rejeitado pela maioria de Israel, Cristo Se oferece a todos, entre os quais alguns O recebem. Bíblia Shedd.
12 o poder ("autoridade") de serem feitos filhos de Deus (ARA). O seres humanos decaídos não são filhos de Deus por natureza; este é um privilégio só daqueles que têm fé, uma fé gerada neles pela soberana ação de Deus (v. 13). Bíblia de Genebra.
deu-lhes o direito (NVI). Ser membro da família de Deus só se dá por meio da graça - dom de Deus (v. Ef 2.8, 9). Nunca é uma realização humana, conforme frisa o v. 13; mesmo assim, a dádiva depende da aceitação do homem, como deixam claro as palavras "receberam" e "creram". Bíblia de Estudo NVI Vida.
aos que creem. O verbo aqui quer dizer: "aqueles que continuamente creem". Isto indica constante ação ao longo do tempo, e não um evento único num momento particular. Andrews Study Bible.
14 O Verbo Se fez carne. Nesta afirmação o Prólogo [vv 1-18] atinge o seu clímax. Para alguns contemporâneos de João, o espírito e o divino eram totalmente opostos á matéria e à carne. Outros pensavam que os deuses visitavam a terra disfarçados de seres humanos (At 14.11). Mas aqui um abismo é transposto: o Verbo Eterno de Deus não só parece um ser humano, mas realmente tornou-Se carne. Tomou sobre Si a plena e genuína natureza humana. Bíblia de Genebra.
carne. Palavra forte, quase grosseira, que ressalta a realidade da condição humana de Cristo. Bíblia de Estudo NVI Vida.
O eterno Filho, o Verbo de Deus, se encarnou como homem (cf Rm 8.3). Esta verdade essencial nega terminantemente a heresia gnóstica que afirmava que a encarnação não foi real (cf 1 Jo 4.2, 3). Bíblia Shedd.
e habitou entre nós. "Habitou" significa "armou sua tenda". isto não só indica a natureza temporária da existência terrena de Jesus, mas o faz de um modo que recorda o antigo tabernáculo de Israel, onde Deus podia ser encontrado (Êx 40.34-35).Bíblia de Genebra.
Lembra o santuário do AT, através do qual Deus providenciou um meio para habitar com Seu povo. Andrews Study Bible.
graça. Favor de Deus não merecido. verdade. A fidelidade de Deus. Bíblia Shedd.
graça e verdade. Ver Jo 1:14. Ideias abstratas no AT, são personificadas na pessoa de Jesus. Andrews Study Bible.
glória. Do gr. doxa, aqui equivalente ao heb. kabod, que é usado no AT para significar a "glória" da permanente presença do Senhor, o shekinah (ver com. de Gn 3:24; Êx 13:21; cf com. de 1Sm 4:22). ... Aqui João, sem dúvida, está pensando particularmente em experiências como a transfiguração, em que a divindade por um momento irradiou por meio da humanidade. Pedro, de maneira semelhante, fala sobre ser "testemunhas" da "majestade" e da "glória excelsa" de Cristo na transfiguração (2Pe 1:16-18). Essa glória, acrescenta Pedro, acompanhou a declaração: "Este é o Meu Filho amado". Em várias ocasiões, a glória do Céu iluminou o semblante de Jesus (ver com. de Lc 2:48). Em João 17:5, Jesus ora ao Pai: "Glorifica-Me, ó Pai, contigo mesmo, coma glória que Eu tive junto de Ti, antes que houvesse mundo." CBASD - Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 994, 995.
glória. Do gr. doxa, aqui equivalente ao heb. kabod, que é usado no AT para significar a "glória" da permanente presença do Senhor, o shekinah (ver com. de Gn 3:24; Êx 13:21; cf com. de 1Sm 4:22). ... Aqui João, sem dúvida, está pensando particularmente em experiências como a transfiguração, em que a divindade por um momento irradiou por meio da humanidade. Pedro, de maneira semelhante, fala sobre ser "testemunhas" da "majestade" e da "glória excelsa" de Cristo na transfiguração (2Pe 1:16-18). Essa glória, acrescenta Pedro, acompanhou a declaração: "Este é o Meu Filho amado". Em várias ocasiões, a glória do Céu iluminou o semblante de Jesus (ver com. de Lc 2:48). Em João 17:5, Jesus ora ao Pai: "Glorifica-Me, ó Pai, contigo mesmo, coma glória que Eu tive junto de Ti, antes que houvesse mundo." CBASD - Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 994, 995.
como do unigênito. Essa expressão traduz uma única palavra grega [monogenes] e refere-se explicitamente à geração eterna do Filho na Trindade. É também possível traduzir a palavra por "Filho único", sem a ideia de geração, mas referindo-se à singularidade do Filho. Bíblia de Genebra.
15 exclama. O uso do tempo presente para o verbo revela que a pregação de João Batista ainda soava nos ouvidos das pessoas, embora tivesse sido morto muito antes de esse evangelho ser escrito. Bíblia de Estudo NVI Vida.
18 Deus unigênito. Esta é uma declaração clara da deidade de Jesus Cristo. Bíblia Shedd.
no seio. Modo hebraico de indicar proximidade de amigos (13.23, 25). Bíblia Shedd.
Em contraste com Moisés, Jesus tem relacionamento face-a-face com Deus. A mesma frase descreve o relacionamento entre o discípulo amado e Jesus (13:23). Andrews Study Bible.
19 os judeus. Usado frequententemente neste Evangelho para os líderes religiosos que se opunham a Jesus. Andrews Study Bible.
Aqui, refere-se à delegação enviada pelo Sinédrio para fiscalizar as atividades de um mestre sem autorização. Bíblia de Estudo NVI Vida.
23 Eu sou a voz que clama no deserto. Os homens de Qumran (comunidade que produziu os manuscritos do mar Morto...) aplicavam a si as mesmas palavras, mas se prepararam para a vinda do Senhor isolando-se do mundo para obter salvação deles próprios. Bíblia de Estudo NVI Vida.
25 O profeta. A comissão indaga se João seria o cumprimento de Dt 18.18. Bíblia Shedd.
27 não sou digno de desamarrar as correias de suas sandálias. Tarefa própria de escravo. Os discípulos realizavam muitas tarefas para seus rabinos (mestres), mas desamarrar as sandálias não era uma delas. Bíblia de Estudo NVI Vida.
28 Betânia. A Betânia mencionada em outros trechos dos evangelhos situava-se a apenas 4 km de Jerusalém. A localização dessa Betânia especificamente é desconhecida - só se sabe que ficava a leste do Jordão. Bíblia de Estudo NVI Vida.
29 Cordeiro de Deus. Providenciado por Deus (cf Gn 22.8; Rm 8.32). Bíblia Shedd.
30 antes de mim. João declara a preexistência de Jesus Cristo. Bíblia Shedd.
31 eu mesmo não O conhecia. Ainda que João Batista possa ter tido contato pessoal anterior com Jesus (cf. Lc 1.39-45), ele não sabia quem era Jesus (o Cordeiro e o Filho de Deus), até que o Espírito O identificou (v. 32). Bíblia de Genebra.
a fim de que ele fosse manifestado a Israel. A missão divina do Batista era identificar o Messias. É através do batismo que alguém é identificado como cristão. Andrews Study Bible.
A finalidade do batismo era de preparar um povo submisso ao vindouro Rei messiânico. Bíblia Shedd.
35, 37 Os dois discípulos, ... seguiram Jesus. Um era André (v. 40). O outro, segundo opinião corrente, teria sido o autor deste evangelho. Bíblia Shedd.
Tradicionalmente, os alunos de um rabino judeu andavam atrás dele. Os discípulos de Jesus O seguiram fisicamente, mas não se trata só disso. "Seguiram a Jesus" adquire níveis mais profundos de significado ao longo deste Evangelho. Bíblia de Genebra.
38 Rabi. Ao designar Jesus como "meu mestre" os discípulos se oferecem como discípulos. Bíblia Shedd.
42 Pedro. Pedro era tudo, menos pedra; era impulsivo e instável. Em Atos, passou a ser coluna da igreja primitiva. Jesus deu-lhe esse nome, não pelo que era, mas pelo que viria a ser pela graça de Deus. Bíblia de Estudo NVI Vida.
43-53 Como testemunhar: 1) Dar a maior importância à pessoa de Cristo (36); 2) apelar aos amigos (41; 45); 3) convidar outros após sentir a emoção da descoberta pessoal (45); 4) não debater apenas com argumentos mas com desafio à investigação (46); 5) não perder tempo. Bíblia Shedd.
45 Filho de José. ...uma referência que identifica Jesus por sua cidade e família. Bíblia de Genebra.
Era uma designação pública e oficial. Bíblia Shedd.
46 Nazaré. Cidade em que Jesus morou quando criança. Natanael era de Caná (21:2), uma aldeia vizinha, que parecia ter uma rivalidade local contra Nazaré. Andrews Study Bible.
48 figueira. Sua sombra era muito apreciada para o estudo e a oração em momentos de sol. Bíblia de Estudo NVI Vida.
51 vereis o céu aberto e os anjos de Deus subindo e descendo. Este versículo alude à visão de Jacó de uma escada, cujo topo atingia o céu e por onde os anjos subiam e desciam (Gn 28.12). Jesus Se apresenta como a realidade para a qual a escada apontava. Jacó viu num sonho a reunião do ceú e da terra e Cristo transformou-o em realidade. Bíblia de Genebra.
Filho do Homem. Jesus aplica este nome frequentemente a Si mesmo. Ele dá ênfase à Sua natureza humana, que O capacita a morrer por Seu povo. Refere-se também á figura messiânica celestial conhecida em Daniel (7.13; ver Mt 8.10, nota). Bíblia de Genebra.
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