Mostrando postagens com marcador poder da palavra. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador poder da palavra. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 9 de junho de 2015

Tiago 3

Comentário devocional:

Tiago salienta o fato de que professores e líderes tidos em alta estima em sua comunidade devem apresentar um padrão mais elevado do que a média das pessoas. Na verdade, suas palavras serão julgadas mais severamente do que as palavras dos demais.

A língua é tão pequena e aparentemente tão inofensiva, mas pode fazer muito dano se não for controlada por Jesus. A língua pode construir a autoestima de uma pessoa ou derrubá-la. Algumas poucas palavras podem arruinar um relacionamento para o resto da vida. Se permitirmos que o diabo manipule nossas palavras podemos trazer dano a pessoas, igrejas e comunidades. Guerras foram iniciadas por causa de algumas palavras mal colocadas.

Por outro lado, homens e mulheres podem fazer grandes coisas se mantiverem suas línguas sob controle. Palavras gentis podem ser usadas para domar e treinar animais. Palavras também podem promover a cura e trazer bem-estar emocional e mental.

A língua pode ser repugnantemente má, espalhando seu veneno por toda parte. Ou pode ser uma ferramenta de poder para o bem, inspirando e habilitando pessoas a se assemelharem mais a Jesus. Se aceitamos como impossível que água boa e ruim possam fluir da mesma fonte, como podemos aceitar que palavras de encorajamento e intimidação possam fluir da mesma boca? A fonte de nossas palavras precisa ser santificada com a presença de Deus.

Se entendermos o que Tiago está tentando nos dizer, então desenvolveremos uma conversação e comportamento positivos, com humildade. Essas ações se tornarão habituais em nossa vida, pois é Jesus Cristo quem vive em nós.

Despejar palavras raivosas sobre outros não é do agrado de Deus. Pelo contrário, essa é uma ferramenta muito usada pelo diabo para envenenar tanto aqueles que falam quanto os que escutam. Tal comportamento não é consistente com um cristão o qual deve espalhar a "boa notícia" do Senhor Jesus Cristo. A confusão é o resultado final de se espalhar o ódio, a raiva e a inveja.

As características das pessoas ligadas ao céu incluem sabedoria, pureza, bondade, compaixão e paciência. Se possuirmos boas atitudes e comportamentos, livres de parcialidade e hipocrisia, um dia seremos bem vindos ao reino de Jesus. Naquele grande dia da colheita final, os que ouvirão as palavras "bem está servo bom e fiel", dos lábios de Jesus, são os que agora espalham sementes de bondade, compaixão e paz

Robin Pratt
Estados Unidos



Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jam/3/

Traduzido por JAQ/JDS/IB

Texto bíblico: Tiago 3 

Comentário em áudio 

Tiago 3 - Comentários Selecionados

1 Havemos. O apóstolo se inclui, como mestre e alguém propenso a correr os perigos e a cometer os erros próprios desse ofício honroso. Desse modo revela o espírito de humildade genuína, que também busca estimular em seus irmãos. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 573.

Maior juízo. Isto é, um juízo mais severo. Existem níveis de responsabilidade na obra do Senhor, e aqueles que se jactam em ensinar serão cobrados por sua conduta pessoal e influência sobre os demais (Mt 23:14). Espera-se que o mestre conheça mais da vontade de Deus do que outros, e sua conduta deve ser exemplar. CBASD, vol. 7, p. 573.

2 Refrear. Ver Tg 1:26. As palavras de uma pessoa revelam o teor geral de seus pensamentos. Se ela controla seus pensamentos ao ponto de suas palavras serem sempre semelhantes às de Cristo, "todo o corpo" estará sob controle (Mt 12:34-37). CBASD, vol. 7, p. 573.

5 Assim, também. Tiago compara a relativa pequenez do leme à pequenez da língua e destaca as potencialidades da língua para o bem e para o mal. CBASD, vol. 7, p. 574.

6 Fogo. Tudo o que se pode dizer sobre o poder destrutivo de uma pequena chama pode também ser aplicado ao poder em potencial da língua. Irmãos de fé não devem só evitar o falar destrutivo, mas também as fagulhas destrutivas que se dispersam das palavras alheias. CBASD, vol. 7, p. 574.

8 Veneno mortífero. Isto é, atua sobre a felicidade individual e a paz da sociedade, como o veneno sobre o corpo humano. A perda da confiança, paz e amizade é o resultado inevitável de uma língua precipitada e imprudente (SI 140:3; Rm 3:13). CBASD, vol. 7, p. 575.

9 Amaldiçoamos. Damos evidência de que somos cristãos genuínos quando bendizemos
nossos inimigos (Mt 5:44 e 45). O próprio Cristo não proferiu "juízo infamatório" contra Satanás (Jd 9). A maldição nasce da ira e exibe o espírito de Satanás, "o acusador de nossos irmãos" (Ap 12:10). Tiago mostra que a pessoa pode ter "língua dobre", bem como "ânimo dobre" (Tg 1:8). CBASD, vol. 7, p. 575.

13 Mostre. A sabedoria genuína será demonstrada nas obras. O caráter de uma pessoa é demonstrado pelo fruto que produz, como enfatizado no v. 12. CBASD, vol. 7, p. 576.

14 Coração. A inveja e o sentimento faccioso podem ser ocultados, mas são como água amarga de uma fonte (v. 11), um dia jorrarão em palavras ou atos. Tiago indica que sempre devemos fazer um atento exame de coração. CBASD, vol. 7, p. 576.

Nem vos glorieis. Os cristãos não devem se gloriar de realizações nem de habilidades pessoais. Quem possui espírito faccioso normalmente busca atrair apoio por meio de autoafirmação. Essa jactância revela falta de sabedoria. O espírito de serviço é a única base legítima para a popularidade. CBASD, vol. 7, p. 577.

18 É em paz. Um caráter justo se desenvolve apenas pelo pacificador. Tiago obviamente compara os resultados da inveja e da contenda, que produzem apenas frutos inúteis (v. 16), com a recompensa de objetivos e métodos pacíficos. CBASD, vol. 7, p. 578.

Promovem a paz. Cristãos genuínos são os conciliadores de diferenças no lar e na igreja (Mt 5:9). Quem semeia paz desfruta paz, em parte nesta vida e, plenamente, na vida porvir no reino do "Deus da paz" (lTs 5:23). CBASD, vol. 7, p. 578.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

João 21

Comentário devocional:

Este capítulo parece um final extra deste Evangelho, tendo em vista o encerramento que João fez no último capítulo (20:31). Ele agora deixa claro o mandato missionário do Senhor ressuscitado para o mundo. 

Jesus encontra Seus discípulos junto ao mar de Tiberíades, o nome romano para o Mar da Galileia. Eles então pegam 153 peixes. O pai da igreja Jerônimo sugeriu que esta é uma pesca perfeita tendo em vista que na época havia apenas 153 diferentes variedades de peixes conhecidas. Para ele, isso significava a missão mundial que Jesus dera aos Seus discípulos. Eles deveriam buscar pessoas em todas as nações.

"Vou pescar", diz Pedro, e seis outros discípulos se juntam a ele. É um retorno ao que estão familiarizados, porque Jesus já não está entre eles. Mas eles não pescam nenhum peixe. Jesus então aparece na praia e diz: "Lançai a rede do lado direito." É uma pesca milagrosa sem que a rede se rasgasse. Depois de 3 anos e meio, eles já estão acostumados a milagres. Na primeira pesca milagrosa a rede se rasgou e Pedro declarou: "Afasta-te de mim, Senhor, porque sou um homem pecador!"(Lucas 5:8 NVI).

Jesus os havia chamado para serem pescadores de homens e agora Ele vem para renovar essa vocação e para restaurar o chamado de Pedro para segui-Lo. Jesus se dirige a Simão Pedro utilizando o seu nome completo, o que indica a seriedade das perguntas. "Você me ama?", três vezes Jesus pergunta a Pedro. Três vezes Pedro diz: "Sim", mas na terceira vez ele se sente envergonhado e ferido e responde simplesmente: " “Senhor, tu sabes todas as coisas e sabes que te amo”. (v.17 NVI). Jesus responde: "Cuide dos meus cordeiros ... Pastoreie as minhas ovelhas ... Cuide das minhas ovelhas" (vv 17, 18 NVI).

Sim, Jesus sabe que Pedro O ama, mas será que este amor será forte o suficiente a ponto dele obedecer a missão confiada aos discípulos? Há a necessidade de pescar peixes, mas também de discipular e alimentar os cordeiros e ovelhas. Os convertidos devem ser cuidados. Os crentes devem ser discipulados. Jesus deixa claro aqui que alimentar os novos convertidos era tão importante quanto adquirir novos conversos.

Jesus, então, prediz a morte "com a qual Pedro iria glorificar a Deus", e lhe diz: "Siga-me!" (v 19 NVI). A oferta de Pedro de dar a sua vida se cumpriria (João 13:37). Pedro, impulsivo como sempre, quer saber o que vai acontecer com João. Jesus diz a ele que isso não lhe importa, que apenas O siga, e não se preocupe com os outros.

As coisas não mudaram. Nós continuamos muito propensos a olhar para a vida dos outros e corrigirmos suas vidas, até nos detalhes. Mas Jesus simplesmente nos chama: "Siga-me!"

João termina o seu evangelho; o seu testemunho chega ao final. É claro que João não registrou tudo o que Jesus fez, mas que o que ele registrou é tudo que precisamos para nos conduzir à fé e à vida em Jesus.

Christopher Bullock
Pastor em Atlanta, Georgia
Estados Unidos da América



Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jhn/21/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: João 21 
Comentário em áudio 

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Provérbios 26

Comentário devocional:

Provérbios 26:18-19 diz: "Como o louco que atira brasas e flechas mortais, assim é o homem que engana o seu próximo e diz: ‘Eu estava só brincando!’ ” (NVI). 

A lição que podemos aprender com este versículo é que as palavras têm a capacidade de ferir. Davi conhecia o poder para o bem e para o mal das palavras quando orou: "Coloca, Senhor, uma guarda à minha boca; vigia a porta de meus lábios” (Salmo 141:3 NVI). 
Seu filho Salomão também disse: "Quem é cuidadoso no que fala evita muito sofrimento" (Provérbios 21:23 NVI).

O que Davi e Salomão quiseram nos dizer é que temos que ter cuidado com nossas palavras; até mesmo os reis precisam escolhê-las cuidadosamente. 

Através de suas experiências pessoais, Davi e Salomão devem ter entendido o quanto as palavras podem levar as pessoas a ficarem a favor ou contra eles.

Quando Davi estava fugindo de Saul, certamente utilizou palavras de incentivo ao seu pequeno grupo de seguidores fiéis. Palavras motivadoras também devem ter sido fundamentais para que seus homens vencessem a batalha contra o exército de Absalão.

Antes de falar, peçamos, em oração, a Deus, que nos ajude a falar bem. Uma boa prática é perguntar sempre: "Minhas palavras edificarão ou derrubarão as pessoas?  

Fale hoje palavras de amor que construam nos outros cidadãos para o reino de Deus.

Senhor, o que Davi e Salomão disseram é tão verdadeiro! As palavras podem ferir ou construir. Por favor me ajude hoje e todos os dias a ser cuidadoso com o que digo e como digo. Amém. 

John Huynh
Hope Channel, USA



Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/pro/26/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Provérbios 26 

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Provérbios 13

Comentário devocional:

O capítulo de hoje continua a grande coleção de provérbios de Salomão, iniciada em Provérbios 1:8. 

Nem todos os provérbios foram de autoria de Salomão, mas todos foram coletados e organizados – por ele e por outros - sob inspiração do Espírito Santo, para nosso benefício. Esses escritos cobriam uma ampla gama de tópicos, incluindo: trabalho, sabedoria, paternidade, obediência, gestão financeira, integridade, justiça, comunicação e muito mais. 

Em Provérbios 13 destaca-se, entre outros temas, a importância daquilo que falamos. Palavras dão significado às coisas e são surpreendentemente poderosas. Palavras ferem ou curam. Palavras constroem ou destroem. E, sim, línguas soltas ainda afundam "navios" de todos os tipos: parcerias, namoros, amizades, aprendizagem e posses, para citar apenas alguns. Línguas soltas e sem controle afundam casamentos, famílias, governos, reputações e carreiras.

O conceito de que as palavras devem ser controladas por Deus, expresso por Salomão em Provérbios 13:2-5, 15 e, possivelmente, no versículo 17 (e mais adiante, em 18:21 e 21:23), não era novo para ele. Provavelmente ele o recebeu de seu pai Davi porque repete o conceito em Salmos 141:3: "Põe guarda, Senhor, à minha boca; vigia a porta dos meus lábios" (ARA). Salmo 39:1 fala de um focinho ou um freio para controlar a língua. Antes disso, em Jó temos referências ao poder da língua e à necessidade de controlá-la (Jó 5:21, 15:3 e 5, 20:12, 27:4). Cuidar do que dizemos é tão importante que também é mencionado várias vezes no Novo Testamento. Tiago 3 fala sobre o poder da língua e a necessidade de controlá-la e usá-la para o bem.

Senhor, minha oração hoje é que coloques um guarda na minha boca. Quando a raiva surgir em mim hoje, controle minha língua. Quando tentado a falar mal dos outros, segure minha língua. Mas, mais importante, hoje, eu dedico a minha língua a Ti, Senhor. Que ela esteja sob o controle do Espírito Santo. Use-a como desejas para construir o Seu reino de bondade, amor, graça e misericórdia para com todos os que me rodeiam. Amém.

David A. Steen
Professor Emérito
Universidade Andrews


Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/pro/13/

Traduzido por JAQ/GASQ


Texto bíblico: Provérbios 13