quarta-feira, 6 de agosto de 2014

1000 seguidores!

Estamos em festa, porque ultrapassamos 1000 seguidores!
É uma bênção ter vocês como nossos companheiros nesta jornada abençoada!
Vocês são a nossa maior motivação. É uma honra trabalhar para o povo de Deus, que ama a Sua Palavra!
A Deus, que nos dá inspiração e força para o trabalho, toda honra e glória!

Equipe Reavivados

Ezequiel 40

Comentário devocional:

O capítulo 40 dá início à parte do livro de Ezequiel que descreve em detalhes os edifícios e os serviços do templo renovado e apresenta um layout da nova cidade e da terra em um Israel restaurado. 

À medida que a visão começa no capítulo 40 vários pontos introdutórios principais são apresentados. A visão é recebida no Dia da Expiação (22 de outubro de 573 aC), próximo ao fim do ministério de Ezequiel. Esse era o dia solene em que, anualmente, o santuário era purificado. Além da purificação do santuário, Ezequiel tem uma visão poderosa do novo e melhorado templo restaurado. A localização deste templo em uma montanha alta nos dirige a atenção para o Monte Sinai, onde a Lei e o modelo do tabernáculo foram dados originalmente. Neste monte um profeta anterior, Moisés, foi o porta voz de Deus que transmitiu ao povo os detalhes de como o tabernáculo do deserto deveria ser construído e agora Deus pede a Ezequiel que também seja o seu porta voz. 

Quando Ezequiel recebe a visão ele é instado a prestar muita atenção e fixar sua mente sobre os detalhes da visão porque sua tarefa é relatar tudo o que vê para o povo de Israel. Cativo na Babilônia e longe de sua amada Jerusalém e do templo, o povo de Israel precisa ser inspirado pela esperança. Eles precisam ouvir e ver esta imagem vívida acerca do que Deus quer fazer no futuro para eles. 

Quando olhamos para a nossa própria situação no mundo, precisamos deixar que Deus nos inspire com sua visão de um novo céu e uma nova terra que Ele tem reservado para nós.

Jon Dybdahl 
Universidade Walla Walla, EUA 



Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/eze/40/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Ezequiel 40 

Comentário em áudio 


Comentários selecionados:

Os cap. 40 a 48 constituem uma única profecia, de caráter singular. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 787.

Esta visão é tríplice. A primeira parte revela o Templo ideal, cap 40-42, no qual as aspirações espirituais do povo de Deus se simbolizam pela arquitetura. A segunda parte, o Culto ideal, cap 43-46, no qual participam a glória de Deus,  o ministério dos sacerdotes, a contribuição do povo, e os ritos presididos pelo sumo sacerdote e pelo príncipe. A terceira parte revela a Nação ideal, cap 47-48, que tanto física como espiritualmente tem sua vida ao redor do culto no templo, de onde extrai sua alimentação, seu refrigério e sua inspiração. Bíblia Shedd.

Muitas interpretações tem sido dadas para a última visão de Ezequiel, incluindo (1) a visão literal, na qual este templo deveria ser realmente colocado em operação algum tempo depois do retorno de Israel do exílio; ... (2) a futurista ...; e a alegórica. ... As evidências se ajustam melhor na visão literal, interpretada de acordo com os princípios dos cap. 38-39. A visão teria se cumprido literalmente pelo Israel histórico após seu retorno do exílio babilônico, se o povo, como nação, tivesse sido fiel em reclamar as promessas divinas feitas a eles a respeito de uma reforma espiritual. Andrews Study Bible.

É razoável supor que, para convencer o povo da certeza da promessa [do recomeço e da restauração], Deus tenha orientado o profeta a traçar uma planta exata do templo que devia ser o centro do culto da nova nação. Deus poderia simplesmente dizer ao povo que, no futuro, o templo deles seria reconstruído, mas isso seria um anúncio vago. Não haveria dúvidas quanto às intenções divinas se fossem apresentados cuidadosamente todos os detalhes da construção e do ritual. CBASD, vol. 4, p. 788.

1 no princípio do ano. Do heb. rosh hashanah, “cabeça do ano”. ... É interessante notar que esta é a única ocorrência na Bíblia da frase rosh hashanah, nome que ainda hoje é dado pelos judeus ao Ano Novo, o dia 1º de tisri. CBASD, vol. 4, p. 787.
décimo dia. O décimo dia do sétimo mês é o Dia da Expiação. Ezequiel recebeu a visão de um santuário purificado/restaurado no mesmo dia em que o santuário era purificado anualmente (Lev 16). Andrews Study Bible.

3 um homem. Um anjo igual àqueles que tiveram o encargo de destruir o antigo templo profanado pela idolatria (9.2). Bíblia Shedd.
cordel. Usado para grandes medidas (47.3). Bíblia Shedd.

6-17 O que se deduz de tais medidas é a ordem, a decência e a simetria da casa de Deus;. Bíblia Shedd.

43 oblação. Heb korban, uma oferta voluntária (Mc 7.11). Bíblia Shedd.

46 filhos de Zadoque. Ezequiel distingue claramente entre os levitas em geral (muitos dos quais tinham serviços nos ritos do paganismo, Jz 17.7-13) e os descendentes do sumo sacerdote fiel, que servia nos tempos de Salomão (1 Rs 1.31-40). Os motivos para a distinção se dão em 44.10-16. Bíblia Shedd.

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Ezequiel 39

Comentário devocional:

Este capítulo poderia ser chamado de "O fim de Gogue e Magogue" ou "A destruição das forças do mal". O enorme exército que marcha contra Israel é destruído pela ação de Deus.

Poucos anos antes de Ezequiel receber esta visão, os inimigos - assírios e babilônios – chegaram à Palestina pelo Norte e Deus lhes permitiu que conquistassem Israel por causa de seu pecado. Gogue e Magogue, um inimigo maior ainda, também vem do norte. E Israel busca a Deus por salvação. Ezequiel mostra o poder das forças inimigas. Porém o exército de Deus demonstra um poder ainda maior. As armas capturadas de Gogue fornecem dois anos de lenha para o povo de Deus. Há tantos cadáveres dos soldados inimigos que são necessários sete meses para enterrá-los.

O resultado final de tudo isso retorna ao tema de Ezequiel: Israel entenderá que foi o próprio Deus que os enviou ao cativeiro e agora os levará de volta e os protegerá. Então as nações saberão que o Senhor é Deus (verso 20). 
Além disso, o espírito de Deus será derramado sobre Israel (verso 29).

Não há inimigo tão grande, nenhum mal tão grande que Deus não possa derrotá-lo. Se, como Israel, você está cativo por causa de seu pecado, Deus é suficientemente grande e gracioso para salvá-lo e você vai ter a certeza de que Ele é Deus.

Jon Dybdahl
Universidade Walla Walla, EUA


Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/eze/39/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Ezequiel 39 

Comentário em áudio 

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Ezequiel 38

Comentário devocional:

Quando Deus restaura Seu povo, as forças do mal se levantam contra ele. Nos capítulos 38 e 39, temos a história de uma grande aliança do mal que vem guerrear contra a nação restaurada de Israel, Vemos também como Deus lida com o problema. 

O líder dessa aliança contra Israel (contra Deus, na verdade) é chamado de Gogue e ele vem da terra de Magogue. Não sabemos muito sobre a pessoa de Gogue nem da localização de Magogue a não ser que a coalizão de forças encabeçada por ele virá do extremo norte. 

A Bíblia diz que isso acontecerá depois de muitos dias (versos 7, 8 e 16). Curiosamente esta terminologia de Gogue e Magogue é usada em Apocalipse 20:7 para o grande exército que se ajuntará contra Deus ao final dos mil anos. 

Muitas interpretações foram feitas sobre o real significado destes versos que não cabe discutir aqui, mas a idéia central é clara: antes da restauração final do povo de Deus, uma aliança do mal virá contra ele. Mas Deus não permitirá que eles tenham vitória sobre o Seu povo. 

O povo de Deus não deve se surpreender com a oposição do mal. Isto é inevitável em um mundo onde Satanás está ativo. O que deve ficar claro é que, assim como o juízo de Deus veio contra Gogue e Magogue, também virá contra as forças do mal ao final dos tempos. Neste conflito, não só o povo de Deus é salvo, mas o próprio Deus é glorificado e conhecido por quem Ele realmente é, mesmo aos olhos de muitas nações (v. 23). 

Quando isso acontecer, as pessoas saberão com certeza, como Ezequiel afirma repetidamente, que "Eu sou o Senhor." Isto é o que Deus quer que todos nós saibamos, que Ele é o Senhor e que realiza tudo o que seja necessário para a salvação do Seu povo. 

Jon Dybdahl 
Universidade Walla Walla EUA 



Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/eze/38/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Ezequiel 38 

Comentário em áudio 


Comentários selecionados:

Estes capítulos [38 e 39] formam uma unidade literária e contém uma profecia contra Gogue, da terra de Magogue. Andrews Study Bible.

1 O princípio [para determinar o que é imediato e o que é futuro ou escatológico nesta profecia] pode ser declarado da seguinte forma: As profecias com respeito à glória futura de Israel e de Jerusalém eram primariamente condicionais e dependiam da manutenção da aliança (ver Jr 18:7-10; PR, 704). Elas teriam um cumprimento literal nos séculos subsequentes se Israel tivesse aceitado totalmente os planos de Deus. O fracasso de Israel tornou impossível o cumprimento dessas profecias em seu propósito original. ... Ezequiel 38 e 39 teria se cumprido literalmente depois que os judeus retornaram do exílio, caso eles tivessem atendido às condições apresentadas pelos profetas. Pelo fato de eles as haverem recusado persistentemente, a condição de prosperidade aqui retratada nunca se cumpriu. Consequentemente, não pôde haver o ataque combinado dos pagãos contra um povo que habitasse na prosperidade mencionada. A profecia terá uma aplicação futura? ... tal aplicação pode ser estabelecida com certeza apenas por uma revelação subsequente. No NT, há apenas uma referência direta aos símbolos usados nesta profecia: Apocalipse 20:8. Nesta passagem, João diz como esta profecia, que teria se cumprido literalmente em época anterior, terá certo grau de cumprimento na luta final contra Deus empreendida pelas hostes dos ímpios, chamadas de "Gogue e Magogue". CBASD - Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 773, 774.

2 contra Gogue. Gogue é um misterioso inimigo de Deus e Seu povo, cuja identidade não é clara, provavelmente de propósito. A predição do ataque e derrota de Gogue e seus aliados , contudo, nunca ocorreu na história, mesmo que possa ter ocorrido de forma parcial em algumas circunstâncias ... em Cristo ... na Igreja. De acordo com o livro de Apocalipse, esta profecia tem cumprimento específico , tanto ao tempo da Segunda Vinda de Cristo quanto ao final do milênio. Jesus é o vitorioso na última guerra (Apoc 17:14) e todo aquele que O escolhe, identifica-se e permanece com Ele, pode compartilhar de Sua vitória.  Andrews Study Bible.
Na verdade não é necessário encontrar um Gogue nos registros históricos. Gogue é muito provavelmente um nome abstrato pelo qual Ezequiel descreve o líder das hostes pagãs que fazem o ataque final a Israel após a restauração deste e numa ocasião em que o povo de Deus está desfrutando a prosperidade sob a condição de obediência. CBASD, vol. 4, p. 775.

Magogue. Visto que o prefixo hebraico ma- pode significar "lugar de", é possível que Magogue aqui signifique simplesmente "terra de Gogue". Bíblia de Estudo NVI Vida.

4 todo o teu exército.Do ponto de  vista militar, todas as vantagens pareciam estar com os que atacavam. No entanto, se Yahweh estava contra Gogue, Israel não tinha nada a temer. CBASD, vol. 4, p. 778.

O orgulho e a destruição de Gogue refletem muito de perto o orgulho e queda de Lúcifer, como descritas em Is 14:12-15 (compare com Ez 28:17-19). Andrews Study Bible.

5-6 O número sete [das nações] desempenham um papel significativo nesta profecia e no livro inteiro de Ezequiel, simbolizando complitude ou totalidade, e neste contexto específico aponta para uma conspiração universal, um plano mundial contra Israel.  Andrews Study Bible.

7 prepara-te. O profeta parece ironicamente encorajar Gogue a fazer os preparativos para a guerra e a reunir forças para que todos os inimigos de Deus pereçam juntos. CBASD, vol. 4, p. 779.

8 serás visitado. Quer dizer "atingido pela justiça divina". Bíblia Shedd.

10 você maquinará um plano maligno [NVI]. Uma invasão seguida de saque (cf. v. 12). Bíblia de Estudo NVI Vida.
Deus fará isto no sentido de permitir a Gogue executar os desígnios de seu coração perverso. CBASD, vol. 4, p. 779.

11 parte central do território. A palavra hebraica traduzida por "parte central" também significa "umbigo", uma figura pitoresca da crença de que Israel era o elo vital entre Deus e o mundo (tb em 5.5). Bíblia de Estudo NVI Vida.

16 quando Eu tiver vindicado a Minha santidade. Na destruição de Gogue, o caráter de Deus seria completamente vindicado; da mesma forma, na destruição de Satanás e da vasta multidão de ímpios no final do milênio, a sabedoria, justiça e bondade de Deus serão plenamente vindicadas. CBASD, vol. 4, p. 780.

17 não és tu aquele de quem eu disse nos dias antigos, por intermédio dos Meus servos, os profetas de Israel? Uma declaração chave da profecia, que afirma que Deus, através de Seus profetas, falara em tempos anteriores a respeito de Gogue. Isto significa que Deus falara sobre ele de modo geral, porque em nenhum lugar no AT é mencionada uma profecia direta contra Gogue.  Andrews Study Bible.
Vista em seus aspectos mais amplos, a batalha aqui descrita é apenas a culminação da luta milenar entre os poderes do mal e o povo de Deus, e há frequente menção disso em profecias anteriores. A mais antiga vem do jardim do Éden, na maldição pronunciada sobre a serpente. ... qualquer sucesso da parte do povo de Deus encontra a mais violenta oposição do adversário. CBASD, vol. 4, p. 780.

17-23 Aqui se percebe que esta profecia vai muito além de uma invasão física. É o dia do Senhor mencionado pelos profetas antigos, um dia de julgamento (Am 5.18). É a guerra final entre a luz e as trevas, na qual os partidários de Satanás serão lançados no abismo de fogo e enxofre (22 e Ap 20.7-10).  Bíblia Shedd.

19 terremoto. Assinalando a poderosa presença de Deus, que vem para derrotar totalmente o exército que invadia a sua terra. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Aqui está um aspecto para o qual os escritores do NT chamam a atenção. Eles falam das terríveis convulsões da natureza que precederão a vinda do Filho do homem. Jesus menciona o "bramido do mar e das ondas" e "homens que desmairão de terror", não tanto por causa de alguma ameaça militar à segurança, mas porque toda a natureza parecerá estar fora de seu curso (Lc 21:25, 26; GC, 636). CBASD, vol. 4, p. 780.

21 a espada de cada um será contra o seu irmão. A coligação dos inimigos de Israel se voltará contra si mesma, assim como fizeram os exércitos que atacaram Judá nos dias de Josafá (2Cr 20.22, 23). Bíblia de Estudo NVI Vida.

22 grande pedras de saraiva. Isto encontra paralelo na sétima praga, quando pedras de cerca de um talento ampliarão a destruição em andamento (Ap 16:21). O "fogo" pode achar correspondente nos "relâmpagos" de Apocalipse 16:18. CBASD, vol. 4, p. 781.

A lista de armas divinas faz crer que Deus intervirá diretamente, sem o benefício de um exército terrestre. Bíblia de Estudo NVI Vida.

23 saberão que Eu sou o Senhor. à medida que o conflito se aproxima de seu clímax, os elaborados estratagemas do enganador serão desmascarados, e será revelada a debilidade e falsidade de suas reivindicações. Demônios e homens vão reconhecer que há apenas um que é supremo, e que seu modo de agir no grande conflito visava a promover o bem eterno de Seu povo e do universo em geral (ver GC, 671). CBASD, vol. 4, p. 781.

domingo, 3 de agosto de 2014

Ezequiel 37

Comentário devocional:

O remanescente de Israel estava cativo na Babilônia quando recebeu a mensagem divina de restauração (Ez 36). A desilusão e o choque pelo cativeiro e a recente queda de Jerusalém fizeram nascer a dúvida no coração do povo: Deus realmente retirará a nação do cativeiro? Será que essa renovação de Israel realmente vai acontecer? Deus responde a essas perguntas com uma mensagem cheia de efeitos visuais e sonoros.

A cena de abertura é um vale de ossos muito secos. Deus testa a fé do profeta, perguntando se esses ossos secos podem viver. Ezequiel diz que só o Senhor sabe a resposta. E esta resposta do Senhor vem sob a forma de uma ordem para que Ezequiel profetize aos ossos secos para que vivam. Deus diz que irá colocar carne sobre os ossos e respiração e vida nesses novos corpos.

Ezequiel obedece e, em meio a um grande barulho dos ossos batendo uns nos outros, estes revivem e passam a ser um exército vivo (verso 10).

O significado é claro. A nação de Israel que estava morta seria trazida de volta à vida pelas ações de Deus e seria recolocada em sua própria terra. Através da mensagem dos ossos secos todos saberão que o Senhor é Deus.

Mais do que isso, na segunda cena, dois pedaços de madeira separados um do outro seriam unidos novamente. Eles representam o reino do Sul (Judá) e o reino do Norte (Israel), que seriam reunidos sob o reinado de um novo Davi. As duas nações, antes separadas, seriam novamente tornadas uma só.

Em nosso mundo imperfeito, é fácil reparar no pecado que nos rodeia e, talvez, até mesmo na aridez espiritual existente entre o povo de Deus. Ficamos indagando se esses ossos secos espirituais podem ser trazidos de volta à vida. Assim como perguntou a Ezequiel,Deus pergunta a você e a mim: "você acredita que esses ossos podem viver?" Eu acho que Deus aguarda ansiosamente que acreditemos que Ele pode fazer com que os ossos secos espirituais do século 21 possam ressuscitar pelo Seu poder!

Jon Dybdahl
Universidade Walla Walla, EUA


Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/eze/37/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Ezequiel 37 

Comentário em áudio



Comentários selecionados:

Uma das principais visões de Ezequiel. Bíblia de Estudo NVI Vida.
O cap.37 consiste de duas partes: a visão os ossos secos (v.1-14) e um ato simbólico que prediz a futura união de Israel e Judá. ... O simbolismo, em sua totalidade, pretendia descrever como os eventos teriam se desenrolado, tanto nesse período como posteriormente, caso os judeus tivessem cooperado com Deus e cumprido Seu plano para eles. No entanto, a incredulidade e a desobediência frustraram o propósito divino. CBASD - Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4. p. 770.

1 ossos. O v. 11 interpreta-os como símbolo da condição de Israel no exílio. Bíblia de Estudo NVI Vida.

2 enorme número de ossos. Simbolizam a comunidade inteira dos exilados. Bíblia de Estudo NVI Vida.

sequíssimos. Isso indica que fazia muito tempo que já não tinham vida e enfatiza a impossibilidade de que revivessem. CBASD , vol. 4. p. 771.

5 espírito. Do heb ruach, que representa a energia divina que anima os seres vivos. Quando Deus soprou nas narinas do ser humano o fôlego de vida (Gn 2:7), não proporciona simplesmente o oxigênio que encheu os pulmões de Adão, mas comunicou vida,.  CBASD , vol. 4. p. 771.

9 profetiza. O objetivo do ato de profetizar é, invariavelmente, fazer alguém escutar a palavra de Deus. ... A palavra traduzida por "pregação" é "ouvir", no original. Bíblia Shedd. 

11 toda a casa de Israel. Aqui vem a aplicação imediata da mensagem: os prisioneiros israelitas, sem nenhuma força política, haveriam de formar uma nação; sem nenhuma força moral, iam vencer a idolatria e formar uma religião pura. Isto se faria não por força, nem por poder, porém pelo Espírito do próprio Deus (Zc 4.6). Bíblia Shedd.

O Espírito Santo interpreta então a visão simbólica. A intenção primária era, sem dúvida, ilustrar a restauração da nação, ou da "casa de Israel", cujas condições na época era apropriadamente simbolizadas por esses ossos secos. ... O plano divino original de uma restauração que culminaria na ressurreição não foi alcançado pelo Israel literal. Aquilo que Deus teria efetuado pela nação de Israel será então cumprido por meio do novo Israel. Sendo que as circunstâncias se alteraram, certos aspectos da profecia mudaram. Os escritores do NT informam como essas profecias, que deviam ter-se cumprido antes, serão finalmente aplicadas (ver p. 21-25 [desta referência]) Esses escritores descrevem claramente o tempo e as circunstâncias da ressurreição final (Jo 5:28, 29; 1Ts 4:16, 17; Ap 20:1-5; etc.). CBASD , vol. 4. p. 771.

12 ó povo Meu. Este grupo é o povo do cativeiro, nada tendo a ver com os rebeldes que viviam tramando idolatria e política internacional, nos anos anteriores à queda de Jerusalém, e que já agora não mais existiam; a estes, Deus nunca chamou de "povo meu". ... Antes da queda de Jerusalém,Deus manda Ezequiel falar "ao teu povo", porque Deus não o reconhecia mais como povo particular Seu [nota de Ez 34.17]. Bíblia Shedd.

16 José. Era um dos filhos naturais de Israel [Jacó], mas visto que Levi era pai dos sacerdotes e levitas, e não contava como uma tribo, ambos os filhos de José, Efraim e Manassés, deram seu nome a uma tribo. Efraim passou a ser a maior tribo das que se separaram e por isso o seu nome, muitas vezes, já representava o reino destas dez. Bíblia Shedd.

21 e os congregarei. O primeiro passo no cumprimento das promessas divinas seria a restauração de Israel do cativeiro entre os pagãos. Este remanescente devia consistir daqueles que aproveitaram a disciplina do exílio e se tornaram espiritualmente renovados. Uma vez que o reavivamento, que era um pré-requisito, nunca foialcançado, nem antes nem depois do retorno liderado por Zorobabel, o cumprimento destas promessas foi postergado. Deus fez por Israel tudo o que a desobediência do povo Lhe permitiu fazer, mas eles permaneceram rebeldes. Portanto, Ele acabou rejeitando-o como um povo. O desenrolar da promessa divina aqui e nos versículos seguintes aplica-se ao que teria ocorrido se os propósitos de Deus tivessem se cumprido. CBASD , vol. 4. p. 771.

24 Meu servo Davi. Assim como em 34.23 o governante messiânico vindouro é chamado Davi, porque seria um descendente de Davi e faria a favor de Israel o que Davi fizera - só que mais plenamente. Bíblia de Estudo NVI Vida.

25 para sempre. "Tivesse Israel permanecido leal a Deus e este glorioso edifício [o templo de Salomão] teria permanecido para sempre, como perpétuo sinal de especial favor de Deus a Seu povo escolhido" (PR, 46). "Houvesse Israel, como nação, preservado a aliança com o Céu, Jerusalém teria permanecido para sempre como eleita de Deus" (GC, 19). Citados em  CBASD , vol. 4. p. 772.

26 paz. [Heb shalom] Mais do que uma existência livre de conflitos; é um tranquilo bem estar da pessoa, nação ou país. Andrews Study Bible.

sábado, 2 de agosto de 2014

Ezequiel 36

Comentário devocional:

Como outros livros proféticos, o livro de Ezequiel segue um padrão básico de três partes. Na primeira seção, o julgamento vem sobre Israel por causa de sua persistência no pecado (Ezequiel 1 a 24). Na segunda seção, o julgamento recai também sobre as outras nações ao redor de Israel (Ezequiel 25 a 32). E na parte final, Deus promete a restauração do Seu povo (Ezequiel 33 a 48).

Ezequiel 36 tem como foco a restauração do povo de Deus. Este é um capítulo chave para a compreensão das principais idéias e conceitos teológicos da seção que vai do capítulo 33 ao 48. O tema central é que o pecado de Israel e o julgamento posterior não só destruíram a nação, mas também envergonharam o nome de Deus. Como o Senhor é o Deus de Israel, a infidelidade do seu povo profanou o Seu nome perante outras nações. Então, Deus removerá essa vergonha. Ele abençoará e renovará Israel para que as pessoas e as nações vizinhas saibam que Ele é o Senhor. (verso 23).

Deus trará o povo de Israel de volta para a sua terra, purificado, e lhe dará um novo coração e um novo espírito (verso 26). O que é surpreendente é que, segundo Ezequiel, Deus faz tudo isso não porque Israel se arrependeu, mas porque os atos da graça de Deus levarão Israel a arrepender-se de seus pecados. Deus faz tudo isso porque Ele deseja que Seu povo saiba quem Ele realmente é e o que Ele pode fazer por eles.

Isto me faz lembrar o texto de Romanos 5:8: "quando éramos ainda pecadores, Cristo morreu por nós." Você tem agradecido pela graça de Deus concedida a você? Você tem permitido que essa graça lhe atraia para perto dEle fazendo com que você abandone qualquer pecado conhecido?

Jon Dybdahl
Universidade Walla Walla, EUA

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/eze/36/

Traduzido por JDS/JAQ

Texto bíblico: Ezequiel 36 

Comentário em áudio 

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Ezequiel 35

Comentário devocional:

Ezequiel fechou o círculo em suas proclamações contra as nações. O monte Seir e Edom foram mencionados na primeira mensagem de Ezequiel, no capítulo 25. Agora Seir e Edom voltam ao foco. O objetivo desta mensagem contra Edom, foi proclamar que o juízo de Deus viria sobre eles devido a sua ira, inveja e ódio contra o Senhor e o seu povo (v. 11).

Os edomitas foram impiedosos quando Israel e Judá foram invadidos pelos assírios e babilônios, unindo suas espadas aos dos invasores. Agora eles mesmos serão perseguidos pela espada. Não há montanha, vale, ou ravina para onde eles possam fugir e se esconder. 
No passado, em diversas ocasiões, os edomitas derramaram sangue inocente. Agora o sangue deles é que será derramado. A injustiça pode governar por um tempo, mas no juízo final ela se voltará contra a pessoa que não se arrepender.

Quando o Senhor voltar, como Ele julgará aqueles que são chamados pelo Seu nome? Somente poderemos encontrá-Lo em paz se tivermos buscado a paz e a justiça aqui, em nossa vida terrena. "Bem-aventurados os pacificadores, porque eles serão chamados filhos de Deus" (Mateus 5:9 ARA).

Qual é a minha resposta quando os inocentes sofrem? Faço parte da multidão que os oprime, assim como aqueles que condenaram e crucificaram a Jesus? Ou me coloco ao lado da justiça e da verdade? No final das contas, é isto que o Juiz de toda a terra está procurando: pessoas que amam a paz e a bondade. Apesar das doutrinas certas terem a sua importância e o seu lugar no juízo final, não ajudará em nada termos apenas aceitado intelectualmente as doutrinas corretas. O que realmente importará é como eu tratei meu companheiros seres humanos.

Ross Cole
Avondale College, Austrália


Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/eze/35/

Traduzido por JDS/JAQ

Texto bíblico: Ezequiel 35 

Comentário em áudio