Plano mundial de Reavivamento e Reforma, pela leitura devocional de um capítulo da Bíblia por dia. De abril de 2012 a julho de 2015.
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segunda-feira, 25 de maio de 2015
Hoje começaremos a ler Hebreus!
Que maravilha podermos estudar juntos este tão importante livro da Escritura! Seu maior objetivo? Mostrar a realidade do Santuário Celestial e Jesus como nosso intercessor, a maior necessidade de nossas vidas!
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terça-feira, 17 de março de 2015
I Coríntios 3 - Comentários selecionados
2 Leite. O alimento natural dos bebês. O "leite" representa os princípios básicos do evangelho. CBASD - Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 743.
8 São um. Quem planta e quem rega não trabalham com propósitos opostos. Eles estão unidos em suas metas e objetivos. Não tem sentido apresentá-los como líderes rivais. CBASD, vol. 6, p. 744.
11 Outro. Do gr allos, "outro [do mesmo tipo]", "mais um" (ver com. de Gl 1:6). Há apenas um Salvador. Outros proclamados como salvadores não são "outro" do mesmo tipo. Não são salvadores (ver Jo 14:6; At 4:12). CBASD, vol. 6, p. 746.
16 Santuário. Do gr naos, palavra usada pelos gregos antigos para descrever o cômodo mais interior do templo, onde se colocava a imagem do deus pagão. ... Paulo atenta para os que constituem o edifício espiritual. Coletivamente, eles formam o templo espiritual de Deus no qual habita o Espírito Santo. Paulo se refere à igreja e adverte seus sucessores em Corinto a não prejudicá-la (1Co 3:17). É verdade que o Espírito Santo também habita em cada cristão de modo individual (ver com. de 1Co 6:19, 20). CBASD, vol. 6, p. 747.
22 Tudo é vosso. Deus é dono de tudo, seja animado ou inanimado, e as coisas que Ele fez são para bênção de Seu povo redimido (ver MDC, 110, 111). CBASD, vol. 6, p. 748.
23 E vós, de Cristo. Este é o clímax ao qual Paulo vinha direcionando seu argumento. Se todo crente pertence a Cristo, deve haver apenas um grande partido na igreja, não diferentes grupos. É a manifestação dessa unidade que o Salvador deseja ver na igreja, e que no fim haverá (ver Jo 17:9-11, 21, 23; Ef 4:13). CBASD, vol. 6, p. 748.
8 São um. Quem planta e quem rega não trabalham com propósitos opostos. Eles estão unidos em suas metas e objetivos. Não tem sentido apresentá-los como líderes rivais. CBASD, vol. 6, p. 744.
11 Outro. Do gr allos, "outro [do mesmo tipo]", "mais um" (ver com. de Gl 1:6). Há apenas um Salvador. Outros proclamados como salvadores não são "outro" do mesmo tipo. Não são salvadores (ver Jo 14:6; At 4:12). CBASD, vol. 6, p. 746.
16 Santuário. Do gr naos, palavra usada pelos gregos antigos para descrever o cômodo mais interior do templo, onde se colocava a imagem do deus pagão. ... Paulo atenta para os que constituem o edifício espiritual. Coletivamente, eles formam o templo espiritual de Deus no qual habita o Espírito Santo. Paulo se refere à igreja e adverte seus sucessores em Corinto a não prejudicá-la (1Co 3:17). É verdade que o Espírito Santo também habita em cada cristão de modo individual (ver com. de 1Co 6:19, 20). CBASD, vol. 6, p. 747.
22 Tudo é vosso. Deus é dono de tudo, seja animado ou inanimado, e as coisas que Ele fez são para bênção de Seu povo redimido (ver MDC, 110, 111). CBASD, vol. 6, p. 748.
23 E vós, de Cristo. Este é o clímax ao qual Paulo vinha direcionando seu argumento. Se todo crente pertence a Cristo, deve haver apenas um grande partido na igreja, não diferentes grupos. É a manifestação dessa unidade que o Salvador deseja ver na igreja, e que no fim haverá (ver Jo 17:9-11, 21, 23; Ef 4:13). CBASD, vol. 6, p. 748.
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sexta-feira, 22 de agosto de 2014
Daniel 8
Comentário devocional:
Daniel, após a queda de Babilônia, tem mais uma visão com animais: um carneiro com dois chifres, simbolizando a Medo-Pérsia, que dominava a Mesopotâmia e a Terra Santa (que formavam o Crescente Fértil) e um bode, que o derrota, simbolizando o império grecomacedônico, das conquistas rápidas de Alexandre, o Grande.
O profeta vê o chifre do bode da visão subitamente se quebrar. E em seu lugar nascem quatro chifres que crescem “na direção dos quatro ventos da terra” (v. 8). De fato, na concretização da profecia, Alexandre morre inesperadamente e seu reino é dividido em quatro porções entre seus generais.
De um dos ventos, nasce um pequeno chifre que cresce em poder e faz coisas terríveis, chegando a desafiar o Príncipe do exército e destruir o santuário. Da visão do cap. 7, vimos que o quarto animal simbolizava Roma em suas fases imperial e religiosa. Este chifre que nasce pequeno e cresce em poder tem todas as características do quarto império do cap. 7, Roma.
Cabe observar que alguns teólogos interpretam que o pequeno chifre nasce de entre os quatro chifres do bode, ou seja, seria um poder que se afirma a partir de um dos quatro reinos nos quais o império de Alexandre se divide. Assim, eles apontam para Antíoco Epifânio, que governou a Terra Santa, perseguiu os judeus e seu culto, chegando a fazer sacrifícios de animais imundos no templo de Jerusalém. Porém, uma análise mais acurada dos elementos da profecia e seus desdobramentos revela que esta interpretação carece de sustentação, pois a guerra contra Deus profetizada dura 1260 anos e não apenas poucos meses.
Todos os elementos visualizados por Daniel sobre o chifre que surgiu pequeno se cumprem em Roma. A visão diz que o santuário e o exército (o povo fiel a Deus) serão entregues "a fim de serem pisados" (Daniel 8:13, ARA). Roma desafiou Jesus, o Príncipe do exército, suprimiu o sacrifício diário, isto é, fez com que as pessoas olhassem para seres humanos e não para Jesus a fim de obterem o perdão dos pecados, e perseguiu os santos. Durante este período, cristãos sinceros que não traíram sua fé foram perseguidos e mortos.
Em seu sonho, Daniel ouve um anjo perguntar ao outro quanto tempo duraria esta situação, de uma instituição atribuir a si mesma o trabalho de mediação de Cristo (v. 13) e obteve a resposta de que depois de duas mil e trezentos dias (ou 2300 anos) o santuário seria purificado (v. 14). Isto aponta para o Dia da Expiação, quando o santuário era purificado dos pecados nele deixados durante o ano.
Apesar do anjo dizer a Daniel que a visão dos 2300 dias se referiam a tempos distantes (v. 26), Daniel ficou muito abalado e fraco, pois não conseguia entender o que estava ali envolvido.
As profecias concedidas a Daniel não se referiam à sua época, não se limitavam ao retorno dos Judeus após 70 anos de cativeiro, mas tinham como foco o tempo do fim (v. 19). Foram dadas para este nosso tempo presente, para preparar um povo para adorar somente o Deus verdadeiro e assim achar-se preparado para o breve retorno de Jesus Cristo a este mundo.
Querido Deus,
Dirigimos nossa atenção a Ti, que habitas no Santuário Celestial, onde nosso caso é julgado. Limpa agora a nossa vida de nossas culpas e veste-nos com a Tua justiça, declarando-nos justos, perante todo o Universo, pelos méritos de Jesus. Amém.
Koot van Wyk
Kyungpook Universidade Nacional, Coreia do Sul.
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/dan/8/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Daniel 8
Comentário em áudio
Programa de TV sobre Daniel 8
COMENTÁRIO PASTOR HEBER
Por ser mistério, o futuro sempre atraiu os curiosos. Profecias de diversos tipos, lugares e pessoas têm atraído multidões.
Inclusive as profecias bíblicas têm fascinado estudiosos do mundo inteiro, ainda que elas não visem sanar a curiosidade de ninguém com relação ao futuro.
Talvez seja por isso que, em relação ao futuro, muitos trocam a Bíblia por horóscopo, cartomancia, tarôs, Nostradamus, bruxos e tantos outros futurólogos que vão desde ateus e espíritas até católicos, evangélicos e pentecostais espalhados pelo mundo. Contudo, a única verdade sobre o futuro é bíblica (v. 26), que visa restaurar nossa vida.
Nosso capítulo de estudo é a visão profética dada por Deus a Daniel (v. 1), que, embora no terceiro ano de reinado de Belsazar (c. 448 a.C.) aplica-se ao tempo do fim (v. 17), ao tempo determinado do fim (v. 19), dias ainda mui distantes (v. 26). Essa profecia nunca foi tão importante na história como é agora.
Cerca de 2500 anos atrás, Deus já sabia exatamente o que aconteceria na história moderna. Ele revelou na figura do carneiro e do bode; os quais representam os impérios medo-persa e grego (vs. 20-22). Na sequência, o império mundial foi Roma, representado pelo chifre pequeno. O qual ainda existe em sua forma religiosa!
Esse quarto Império, em sua fase política e também religiosa, caracterizou-se por seu poder e autoridade, confrontando a todos que opusessem em seu caminho; porém, assim só causou o mal: enganou, perseguiu e destruiu o povo de Deus (vs. 9-12; 23-26). Todavia, a verdade que fora adulterada, profanada e substituída pela mentira seria restaurada (vs. 13-14).
Durante a Idade Média, houve trevas espirituais como nunca antes. A igreja, outrora cristã, só preservou o título de cristã; suas pregações, porém, eram pagãs. A Igreja Católica Apostólica afastou-se de Cristo e da Bíblia ao tornou-se romana, pois substituiu a doutrina cristã por filosofias pagãs como se fossem cristãs. Ao proibir a leitura da Bíblia, a igreja fez prosperar o erro, (heresias).
Todavia, após um falso cristianismo deturpar o plano da salvação, Deus entrou em cena e a mensagem do santuário, de um Sumo Sacerdote Intercessor e Salvador, foi restaurada – o alvo desta profecia!
Portanto, ainda tem muita gente nas trevas do erro - compartilhe a luz da verdade! – Heber Toth Armí.
Daniel, após a queda de Babilônia, tem mais uma visão com animais: um carneiro com dois chifres, simbolizando a Medo-Pérsia, que dominava a Mesopotâmia e a Terra Santa (que formavam o Crescente Fértil) e um bode, que o derrota, simbolizando o império grecomacedônico, das conquistas rápidas de Alexandre, o Grande.
O profeta vê o chifre do bode da visão subitamente se quebrar. E em seu lugar nascem quatro chifres que crescem “na direção dos quatro ventos da terra” (v. 8). De fato, na concretização da profecia, Alexandre morre inesperadamente e seu reino é dividido em quatro porções entre seus generais.
De um dos ventos, nasce um pequeno chifre que cresce em poder e faz coisas terríveis, chegando a desafiar o Príncipe do exército e destruir o santuário. Da visão do cap. 7, vimos que o quarto animal simbolizava Roma em suas fases imperial e religiosa. Este chifre que nasce pequeno e cresce em poder tem todas as características do quarto império do cap. 7, Roma.
Cabe observar que alguns teólogos interpretam que o pequeno chifre nasce de entre os quatro chifres do bode, ou seja, seria um poder que se afirma a partir de um dos quatro reinos nos quais o império de Alexandre se divide. Assim, eles apontam para Antíoco Epifânio, que governou a Terra Santa, perseguiu os judeus e seu culto, chegando a fazer sacrifícios de animais imundos no templo de Jerusalém. Porém, uma análise mais acurada dos elementos da profecia e seus desdobramentos revela que esta interpretação carece de sustentação, pois a guerra contra Deus profetizada dura 1260 anos e não apenas poucos meses.
Todos os elementos visualizados por Daniel sobre o chifre que surgiu pequeno se cumprem em Roma. A visão diz que o santuário e o exército (o povo fiel a Deus) serão entregues "a fim de serem pisados" (Daniel 8:13, ARA). Roma desafiou Jesus, o Príncipe do exército, suprimiu o sacrifício diário, isto é, fez com que as pessoas olhassem para seres humanos e não para Jesus a fim de obterem o perdão dos pecados, e perseguiu os santos. Durante este período, cristãos sinceros que não traíram sua fé foram perseguidos e mortos.
Em seu sonho, Daniel ouve um anjo perguntar ao outro quanto tempo duraria esta situação, de uma instituição atribuir a si mesma o trabalho de mediação de Cristo (v. 13) e obteve a resposta de que depois de duas mil e trezentos dias (ou 2300 anos) o santuário seria purificado (v. 14). Isto aponta para o Dia da Expiação, quando o santuário era purificado dos pecados nele deixados durante o ano.
Apesar do anjo dizer a Daniel que a visão dos 2300 dias se referiam a tempos distantes (v. 26), Daniel ficou muito abalado e fraco, pois não conseguia entender o que estava ali envolvido.
As profecias concedidas a Daniel não se referiam à sua época, não se limitavam ao retorno dos Judeus após 70 anos de cativeiro, mas tinham como foco o tempo do fim (v. 19). Foram dadas para este nosso tempo presente, para preparar um povo para adorar somente o Deus verdadeiro e assim achar-se preparado para o breve retorno de Jesus Cristo a este mundo.
Querido Deus,
Dirigimos nossa atenção a Ti, que habitas no Santuário Celestial, onde nosso caso é julgado. Limpa agora a nossa vida de nossas culpas e veste-nos com a Tua justiça, declarando-nos justos, perante todo o Universo, pelos méritos de Jesus. Amém.
Koot van Wyk
Kyungpook Universidade Nacional, Coreia do Sul.
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/dan/8/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Daniel 8
Comentário em áudio
Programa de TV sobre Daniel 8
COMENTÁRIO PASTOR HEBER
Por ser mistério, o futuro sempre atraiu os curiosos. Profecias de diversos tipos, lugares e pessoas têm atraído multidões.
Inclusive as profecias bíblicas têm fascinado estudiosos do mundo inteiro, ainda que elas não visem sanar a curiosidade de ninguém com relação ao futuro.
Talvez seja por isso que, em relação ao futuro, muitos trocam a Bíblia por horóscopo, cartomancia, tarôs, Nostradamus, bruxos e tantos outros futurólogos que vão desde ateus e espíritas até católicos, evangélicos e pentecostais espalhados pelo mundo. Contudo, a única verdade sobre o futuro é bíblica (v. 26), que visa restaurar nossa vida.
Nosso capítulo de estudo é a visão profética dada por Deus a Daniel (v. 1), que, embora no terceiro ano de reinado de Belsazar (c. 448 a.C.) aplica-se ao tempo do fim (v. 17), ao tempo determinado do fim (v. 19), dias ainda mui distantes (v. 26). Essa profecia nunca foi tão importante na história como é agora.
Cerca de 2500 anos atrás, Deus já sabia exatamente o que aconteceria na história moderna. Ele revelou na figura do carneiro e do bode; os quais representam os impérios medo-persa e grego (vs. 20-22). Na sequência, o império mundial foi Roma, representado pelo chifre pequeno. O qual ainda existe em sua forma religiosa!
Esse quarto Império, em sua fase política e também religiosa, caracterizou-se por seu poder e autoridade, confrontando a todos que opusessem em seu caminho; porém, assim só causou o mal: enganou, perseguiu e destruiu o povo de Deus (vs. 9-12; 23-26). Todavia, a verdade que fora adulterada, profanada e substituída pela mentira seria restaurada (vs. 13-14).
Durante a Idade Média, houve trevas espirituais como nunca antes. A igreja, outrora cristã, só preservou o título de cristã; suas pregações, porém, eram pagãs. A Igreja Católica Apostólica afastou-se de Cristo e da Bíblia ao tornou-se romana, pois substituiu a doutrina cristã por filosofias pagãs como se fossem cristãs. Ao proibir a leitura da Bíblia, a igreja fez prosperar o erro, (heresias).
Todavia, após um falso cristianismo deturpar o plano da salvação, Deus entrou em cena e a mensagem do santuário, de um Sumo Sacerdote Intercessor e Salvador, foi restaurada – o alvo desta profecia!
Portanto, ainda tem muita gente nas trevas do erro - compartilhe a luz da verdade! – Heber Toth Armí.
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