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domingo, 1 de fevereiro de 2015

Atos 3 - Comentários Selecionados

1 Oração da hora nona. Por volta das três da tarde. Esta era a hora do sacrifício da tarde. Era conhecida como hora de oração e hora do incenso. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 143. 

3 Iam entrar no templo. Como os apóstolos estavam prestes a entrar no templo, a fim de adorar, o coxo concluiu que eram homens piedosos, de quem ele poderia esperar uma esmola. CBASD, vol. 6, p. 144. 

4 Olha para nós. Pedro não pretendia que o coxo considerasse que eles tinham poder em si mesmos para curá-lo. Mas tentaram concentrar neles a atenção do homem a fim de direcioná-la a Cristo. CBASD, vol. 6, p. 144. 

6 Em nome. O nome de Jesus Cristo, o Salvador ungido, contém a descrição da personalidade e do caráter de seu portador divino. A invocação reverente de Seu nome resultou numa demonstração de poder.CBASD, vol. 6, p. 145. 

7 E [...] o levantou. O gesto de Pedro foi um auxílio à fé iniciante do coxo. CBASD, vol. 6, p. 145. 

10 Reconheceram. As pessoas reconheceram que o homem era mesmo coxo, não um simulante. Viram que estava curado.Puderam vê-lo entrar no templo, saltando e alegrando-se por sua saúde e louvando a Deus. CBASD, vol. 6, p. 146. 

13 A quem vós traístes. Ou, "entregastes". Pedro é franco e ousado ao colocar a culpa pela morte de Jesus sobre os judeus, como os apóstolos passaram a fazer desta ocasião em diante. CBASD, vol. 6, p. 147. 

14 Pedistes [...] um homicida. Isto é, Barrabás (Mc 15:7).CBASD, vol. 6, p. 147. 

17 Por ignorância. A ignorância é perigosa tanto no âmbito espiritual quanto em outros contextos. As pessoas podem pecar por ignorância, como neste exemplo, mas a ignorância não justifica o pecado. CBASD, vol. 6, p. 148. 

21 Desde a antiguidade. Estas palavras abrangem as muitas promessas imutáveis dos profetas que despertaram a esperança do povo de Deus ao longo das eras. CBASD, vol. 6, p. 151. 

25 Os filhos dos profetas. Os profetas foram enviados especialmente aos israelitas. CBASD, vol. 6, p. 152. 

26 Primeiramente a vós outros. Esta primazia dos judeus em relação ao evangelho é 
digna de nota. Pedro ainda não conhecia as condições da pregação do evangelho aos gentios, mas indica que a mensagem deveria ser pregada primeiramente aos judeus. CBASD, vol. 6, p. 152. 

Para vos abençoar. A bênção mencionada aqui sucede a ressurreição e envolve o poder de Cristo que capacita o ser humano a deixar o pecado e seguir a nova vida que se encontra nEle. CBASD, vol. 6, p. 152. 

Cada um se aparte. O sentido desta passagem é dúbio. Pode-se dizer que Jesus aparta os seres humanos da iniquidade ou que Ele os abençoa quando se afastam do mal. Em certo sentido, ambos são verdadeiros. As bênçãos da salvação só podem ser recebidas mediante o poder restaurador do Espírito Santo. Segue-se o necessário afastamento do pecado, com arrependimento e conversão. CBASD, vol. 6, p. 152.


Compilação: TatianaW

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

João 11

Comentário devocional:

Nesta história Jesus não cura no momento em que é chamado. Após receber a urgente mensagem, Ele aguarda algum tempo para ir até Betânia e curar seu amigo Lázaro. Então, Ele diz: "Nosso amigo Lázaro adormeceu, mas vou até lá para acordá-lo" (v. 11 NVI). 

Lázaro vivia em Betânia, a menos de 3 km a leste de Jerusalém. O pequeno povoado se aninhava na encosta oriental do Monte das Oliveiras. Jesus orara por muitas vezes neste monte e fora recebido muitas vezes na casa de Lázaro e suas irmãs. Eles se tornaram mais ligados do que familiares entre si. 

Por que Jesus esperou pela morte daquele a quem Ele amava? (v.3) Jesus mesmo explica que isto ocorrera para a glória de Deus (v.4), assim como ocorrera com o cego de nascença a quem Jesus recuperou a vista (Jo 9:3), para que os discípulos cressem (v. 15).

Ao narrar a ressurreição de Lázaro, João 11 responde à pergunta feita a Jesus em João 10:36-38. Ele estava blasfemando ao dizer que era o Filho de Deus? Alguns pensavam que estava. Jesus diz que eles não precisariam acreditar nEle, a não ser que fizesse as obras de Seu Pai. Mas se Ele fizesse - como ao ressuscitar Lázaro - então todos eles saberiam que Jesus está no Pai e o Pai nEle. 

Jesus tinha ressuscitado anteriormente duas pessoas: 1) o filho da viúva de Naim - Ele deu ordem para o garoto levantar e este ressurgiu (Lc 7:11-17) e 2) a filha de Jairo - Ele só falou uma palavra para efetuar a cura (Lc 8:40-56). Neste capítulo, entretanto, Jesus espera até Lázaro estar morto por quatro dias, para que não houvesse qualquer dúvida de que ele estava realmente morto. Assim não haveria qualquer dúvida de que Ele é a Ressurreição e a Vida. E este fato não só se refere à capacidade de Jesus em trazer mortos físicos novamente à vida, mas também em dar vida aos que estão mortos espiritualmente. Jesus tem a vida nEle! E através dEle podemos experimentar uma "nova vida". 

Pode ser que você esteja se sentindo preso em uma tumba espiritual durante quatro dias, ou 40 anos, mas o seu Salvador Doador e Restaurador da vida não se esqueceu de você! Ele te ama! 

Deixe-O vencer as suas batalhas espirituais e lhe dar uma vida renovada. Ele morreu na cruz por você e ressuscitou no terceiro dia. 

Então, pela fé, abra a lápide de seu coração hoje a este Grande Médico e receba a vida em abundância! 

Christopher Bullock
Pastor em Atlanta, Georgia 
Estados Unidos



Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jhn/11/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: João 11 

Comentário em áudio 

sábado, 17 de janeiro de 2015

João 9

Comentário devocional:

Ser capaz de ver é, sem dúvida, um dos maiores dons de Deus. Algo que tomamos como certo até perdermos a visão devido a alguma fatalidade. Um dos presentes mais incríveis de Deus para mim é acordar de manhã e poder ver o rosto da minha amada esposa. Olhar para o rosto dela me enche de alegria todos os dias.

O homem da leitura de hoje nasceu cego. Não consigo sequer imaginar como seria ter um filho com tal debilidade. Para adicionar mais dor à história, a teologia popular da época de Jesus era que toda doença era o resultado de um pecado específico - seja da própria pessoa ou de seus pais. Como o homem havia nascido cego, imaginava-se que o pecado teria sido cometido pelos pais.

A maravilhosa certeza é que quando Jesus entra em contato com um ser humano a bênção dEle alcança todas as esferas de sua vida. A cura experimentada nesta narrativa tem impacto tanto físico como espiritual sobre o que era doente.

"Não somente lhe fora restaurada a visão natural, mas haviam-lhe sido abertos os olhos do entendimento. Cristo lhe fora revelado à alma, e ele O recebeu como o Enviado de Deus"(O Desejado de Todas as Nações, p. 415).

Ao aceitarmos os presentes que Deus nos concede, reconheçamos as dimensões temporais e eternas de Suas bênçãos. E quando encontrarmos pessoas sofredoras ao nosso redor, sigamos o exemplo de Jesus e procuremos aliviar suas necessidades físicas, emocionais ou espirituais.

Willie Oliver
Diretor Departamento dos Ministérios da Família
Conferência Geral dos Adventistas do Sétimo Dia



Texto original:  http://revivedbyhisword.org/en/bible/jhn/9/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: João 9 
Comentário em áudio 

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

João 5

Comentário devocional:

Nossa leitura de hoje nos leva a Jerusalém, junto à piscina da Porta das Ovelhas, chamada em hebraico Betesda, que significa "casa de misericórdia". Dezenas de pessoas doentes, motivadas por uma crença comum no poder sobrenatural encontrado em determinados momentos na água, se reuniam por uma chance de ser curado de suas enfermidades.

Os outros Evangelhos não apresentam esta história, limitando-se principalmente nos milagres que aconteceram na Galileia, enquanto João se foca mais nos acontecimentos ocorridos em Jerusalém. Jesus está envolvido aqui exatamente no que Ele anunciou na sinagoga de Nazaré, ao ler o livro do profeta Isaías: "O Espírito do Senhor está sobre mim, porque ele me ungiu para pregar boas novas aos pobres. Ele me enviou para proclamar liberdade aos presos e recuperação da vista aos cegos, para libertar os oprimidos e proclamar o ano da graça do Senhor" (Lc 4:18-19 NVI).

Sendo um inválido por 38 anos de vida sob o jugo de uma doença debilitante, o paralítico captura a atenção e simpatia de Jesus. Ele está no centro de Sua missão de ajudar as pessoas. Podemos ter a certeza, então, de que não há nenhuma doença que soframos, nenhuma questão que aflija o nosso coração, não há pecado que nos mantenha em cativeiro, que Jesus não esteja ciente e que Ele não deseja mudar para nós.

Sobre o paralítico que parecia rejeitado e deprimido, "Jesus não pediu a esse sofredor que tivesse fé nEle. Diz simplesmente: "Levanta-te, toma a tua cama, e anda." João 5:8. A fé do homem, todavia, apodera-se daquelas palavras... Pondo-se repentinamente de pé, sente-se um homem no gozo de suas atividades" (O Desejado de Todas as Nações, p. 202-203).

O poder de Jesus vai muito além da capacidade de curar males físicos. Ele deseja perdoar nossos pecados e nos libertar de tudo que nos aflige para estarmos pronto para Sua breve volta. Aceitemos os dons da graça de Deus hoje e nos alegremos na Sua salvação.

Willie Oliver
Diretor Mundial do Departamento dos Ministérios da Família
Conferência Geral dos Adventistas do Sétimo Dia



Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jhn/5/

Traduzido por JAQ/GASQ

Texto bíblico: João 5 

Comentário em áudio 

segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Lucas 14

Comentário devocional:

Jesus curava no Sábado, usando o dia memorial da Criação para mostrar o Seu poder de restaurar homens e mulheres para a saúde e integridade. Em Lucas 14, Jesus foi convidado para uma refeição no Sábado "na casa de um fariseu importante" (v 1 NVI). Os líderes judeus reunidos observavam o que Jesus faria quando entrasse na casa, pois um homem com uma doença que inchava todo o seu corpo havia sido colocado à Sua frente, como uma armadilha. Se não fosse assim, eles não teriam convidado um homem doente para uma refeição, pois acreditavam que os doentes e vítimas de outras tragédias estavam sendo castigados por Deus por seus pecados.

Jesus respondeu ao seu desafio silencioso com uma pergunta: "É permitido ou não [na Lei] curar no Sábado?" (v 3 NVI). Eles reconheceram imediatamente o seu dilema: se eles respondessem "Sim", isto colocaria em dúvida as suas próprias tradições; se respondessem: "Não," eles iriam expor sua falta de compaixão. Assim, "eles ficaram em silêncio" (v 4 NVI).

Depois de curar o homem, Jesus o despediu. Então Ele fez uma segunda pergunta que expôs completamente a hipocrisia dos fariseus: "Se um de vocês tiver um filho ou um boi, e este cair num poço no dia de Sábado, não irá tirá-lo imediatamente?(v 5 NVI)? Jesus colocou o resgate de um filho de um poço e a cura de um homem doente no mesmo nível moral. Se eles resgatassem um boi de um poço mas não resgatassem um homem de sua doença, estavam valorizando um animal acima de uma pessoa. Então, do mesmo modo que eles "ficaram em silêncio" após a primeira pergunta de Jesus, agora "eles nada puderam responder" (v 6 NVI).

E nós? Como devemos responder as perguntas de Jesus? Como as nossas respostas moldam nossas atividades no Sábado? A proibição de trabalhar no Sábado nos libera de termos que ganhar o nosso pão de cada dia, e nos dá a oportunidade de ajudar os outros e, assim, celebrar o poder criativo e mantenedor de Deus. Somos livres para participar no ministério de cura de Jesus em todas as dimensões da vida. Ele se torna a nossa expressão de agradecimento a Deus por nossa própria cura do pecado e da doença. Se o Sábado é um memorial da Criação, que melhor maneira de comemorá-lo que ajudar outros a experimentar o poder criador e curador de Jesus?

A verdade de que é lícito ajudar homens e mulheres no Sábado é o fundamento da ética do Sábado. Quando submetemos nossas diretrizes de observar o Sábado aos princípios de Jesus, tornando-o um dia para fazer o bem, podemos descobrir que alguma das nossas proibições do que fazer no Sábado, na verdade, limitam boas ações que dão vida. Podemos descobrir que algumas das nossas práticas sabáticas não têm valor de cura e devem ser feitas em outros dias.

Que a resposta silenciosa de Jesus, "É lícito fazer o bem no Sábado", libere você a cada Sábado para ministrar o poder de cura de Jesus para outros.

Douglas Jacobs, D.Min.
Professor do Ministério e Homilética
School of Religion, Southern Adventist University

Texto original:  http://revivedbyhisword.org/en/bible/luk/14/

Traduzido por JAQ/GASQ

Texto bíblico: Lucas 14 

Comentário em áudio 

Lucas 14 - Comentários selecionados

1 ao entrar Ele ... na casa. O contexto em Lucas indica que pode ter sido na Pereia, entre a Festa da Dedicação, no inverno de 30-31 d.C., e a Páscoa, na primavera seguinte. CBASD- Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 888.

1 fariseus. Não há registro de Jesus recusar um convite de compartilhar uma alimentação, seja com fariseus ou os mais desprezados pecadores. Andrews Study Bible.

 2 hidrópico (ARA). Uma doença que causa o acúmulo de uma espécie de fluido nas cavidades do corpo (mencionado só aqui, no Novo Testamento). Bíblia de Genebra.

3 É ou não lícito (ARA). A lei de Moisés não proibia curar no sábado, mas a "tradição dos anciãos" ... proibia o tratamento médico, a menos que houvesse risco de vida. Bíblia de Genebra. 

7 lugares. Segundo o Talmude, os lugares de honra ficavam próximos ao anfitrião. CBASD, vol. 5, p. 889.

11 todo o que se exalta. O princípio aqui atinge a raiz do orgulho, o desejo de exaltar-se na opinião dos outros; e o orgulho, por sua vez, junto ao egoísmo, é a raiz de todo pecado. Jesus deu o supremo exemplo de humildade (ver Is 52:13, 14; Fp 2:6-10). CBASD, vol. 5, p. 889.

exaltado. A pessoa que esquece os próprios interesses e faz de sua ocupação encorajar e auxiliar outros é normalmente a que as outras têm prazer em homenagear. A humildade é o passaporte para a exaltação no reino celestial, ao passo que o desejo de se exaltar é uma barreira à entrada no reino (cf Is 14:12-15; Fp 2:5-8). CBASD, vol. 5, p. 880.

12 não convides os teus amigos. Segundo o grego, o pensamento pode ser resumido como: "Não se habitue a convidar apenas seus amigos". CBASD, vol. 5, p. 890.

15 Bem-aventurado. A recomendação desagradável que Jesus fez nos v. 12 a 4 levou a esta tentativa de voltar a conversa para temas mais agradáveis (ver PJ, 221). ... O homem ... relutava em concordar com as condições de entrada no reino, mas parecia não ter dúvida de que lhe seria concedido um lugar de honra na grande Ceia. CBASD, vol. 5, p. 890.

16-17 Certamente, os convidados aceitaram o convite; de nenhum se diz que recusou. Um segundo convite, quando tudo estava pronto, era costume. Bíblia de Genebra.

Nas culturas orientais, ainda é costume enviar um mensageiro pouco tempo antes do início da festa, para lembrar os convidados. No caso do convidado ter esquecido o convite, ou não saber quando deveria comparecer, esse lembrete concederia tempo para se preparar para a ocasião e chegar ao local designado para o banquete. No Oriente, onde se presta menos atenção a calendários e relógios do que nas culturas ocidentais, esse lembrete é de valor prático, a fim de se evitar constrangimento tanto ao anfitrião como aos convidados. CBASD, vol. 5, p. 891.

18-20 As desculpas eram transparentemente desonestas, pois ninguém compra um campo ou bois sem um exame prévio e se alguém o fez, não haveria pressa - o campo e os bois estariam ali no dia seguinte. O homem que se casou podia citar Dt 24.5, mas isto livrava um homem do serviço militar e não de contratos sociais. Bíblia de Genebra.

Todos, à uma. Isso dá a impressão de que os convidados conspiraram para insultar o benevolente anfitrião. Naturalmente, foram convidadas mais de três pessoas para a festa (ver v. 16). As desculpas que Jesus enumera exemplificam o que o servo ouviu por onde passou. CBASD, vol. 5, p. 891.

começaram. Nas culturas orientais, recusar um convite, exceto quando é impossível aceitá-lo, é considerado rejeição da amizade. Entre alguns árabes, recusar um convite na época do lembrete..., depois de ter aceitado o convite original, é considerado como uma declaração de hostilidade. CBASD, vol. 5, p. 891.

26 aborrece. Significa amar menos (cf Gn 29.31, 33; Dt 21.15-17, ...). Bíblia de Genebra.

Significa submeter tudo completamente, até mesmo a própria pessoa, no compromisso total com Cristo. Bíblia Shedd.

28 calcular a despesa. O "custo" do discipulado é a renúncia completa e permanente das ambições terrenas. CBASD, vol. 5, p. 895.

34 O sal era um agente condimentador e conservante. O sal, naquele tempo, estava longe de ser puro e era possível que o cloreto de sódio se perdesse por lixiviação (principalmente pela ação da água das chuvas), deixando um resíduo totalmente inútil. Bíblia de Genebra.

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

Lucas 9

Comentário devocional:

Em Lucas 9, Jesus pergunta a seus discípulos: "Quem as multidões dizem que eu sou? (v 18 NVI). Herodes, governador da Galiléia, fez uma pergunta semelhante, após ter ouvido "falar de tudo o que estava acontecendo" (v 7 NVI).

Cuza, administrador do tesouro de Herodes e marido de Joana, uma dos seguidores de Jesus, deve ter falado baixo: "Senhor, o rabino Jesus curou minha esposa e está curando muitos outros. Milhares se reúnem, vindos de todas as aldeias da Galileia para ouvi-lo." O diretor do porto de Cafarnaum falaria: "Evidentemente, este Jesus pode controlar o tempo. Ele e seus discípulos estavam atravessando o lago da Galileia, quando um vendaval desceu do Monte Hermon. Quando o barco estava afundando, Jesus repreendeu o vento e, instantaneamente, todo o lago ficou calmo." "Lembra-se de ter escutado acerca daquele homem perturbado que andava nu ao longo do país dos gadarenos?", perguntaria o diretor da alfândega, "Pois então, Jesus expulsou seus demônios! Agora o ex-endemoninhado anda vestido, em perfeito juízo e dizendo a todos como Jesus o curou".

"Algum outro relatório?" Herodes pergunta. "Sim", diria o prefeito de Cafarnaum, "Jesus ressuscitou a filha de Jairo, um dos chefes da sinagoga de Cafarnaum. E em seguida, enviou Seus doze discípulos por toda a Galileia, pregando e curando. É como se Jesus estivesse em doze lugares ao mesmo tempo." Perplexo, Herodes finalmente pergunta: Afinal,"quem, pois, é este de quem ouço essas coisas?" (Lucas 9:9 NVI). Seu chefe de segurança responde: "algumas pessoas estavam dizendo que João tinha ressuscitado dos mortos" (Lucas 9:7 NVI). "Não, isso não pode ser! Eu mandei degolar João! Quem mais?" "Alguns se perguntam se não é Elias que reapareceu. Outros dizem que um dos antigos profetas ressuscitou." "Eu tenho que conhecê-lo e descobrir quem ele é". Herodes olha para a sua equipe ainda perplexo: "Vão, descubram uma maneira para que eu me encontre com ele."

A pergunta: "Quem é Jesus?" é a pergunta que todos devem responder. Herodes e os discípulos de Jesus enfrentaram essa questão depois de Jesus ter pregado "as boas novas do Reino de Deus" (Lucas 8:1 NVI) e provado Sua autoridade sobre a natureza, demônios, doença e morte. Jesus tinha inclusive transformado cinco pães e dois peixes em mais de 5000 refeições. Após todos estes milagres Jesus pergunta: “Quem as multidões dizem que eu sou?” (v. 18 NVI)

A resposta dos discípulos à pergunta de Jesus sobre o que as pessoas estavam dizendo sobre Ele, é idêntica à resposta dada a Herodes: Alguns dizem que o senhor é João Batista, Elias, ou um dos antigos profetas ressuscitado. Então, Jesus faz uma pergunta diferente e mais pessoal: "E vocês, o que dizem?”, “quem vocês dizem que eu sou?" (Lucas 19:20 NVI).

Esta é a pergunta mais importante que você terá que responder em toda a sua vida. Na verdade, é a única questão que realmente importa. Ao você ler a resposta de Pedro, opte por fazer dela a sua resposta: "Tu és O Cristo [o Ungido, o Messias] de Deus" (Lucas 9:20).

Douglas Jacobs
Professor de Ministério e Homilética
Universidade Adventista do Sul



Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/luk/9/

Traduzido por JDS/JAQ

Texto bíblico: Lucas 9 

Comentário em áudio