terça-feira, 5 de junho de 2012

Devocional terça: Não explore o próximo



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From: Revival and Reformation <reavivamentoereforma@ministerialassociation.org>
Date: 2012/6/5
Subject: Não explore o próximo



Não explore o próximo

Não perverterás o direito do estrangeiro e do órfão; nem tomarás em penhor a roupa da viúva. Deuteronômio 24:17.


A Palavra de Deus não aprova nenhum plano que enriqueça uma classe pela opressão e o sofrimento de outra. Em todas as nossas transações comerciais, ela nos ensina a colocar-nos no lugar daqueles com quem estamos tratando, a considerar, não somente o que é nosso, mas também o que é dos outros. Aquele que se aproveitasse do infortúnio de um outro para se beneficiar a si mesmo, ou que buscasse para si lucros por meio da fraqueza ou incompetência de outros seria um transgressor, tanto dos princípios como dos preceitos da Palavra de Deus.
"Não perverterás o direito do estrangeiro e do órfão; nem tomarás em penhor a roupa da viúva". Deuteronômio 24:17. "Quando emprestares alguma coisa ao teu próximo, não entrarás em sua casa para lhe tirar o penhor. Fora estarás, e o homem, a quem emprestaste, te trará fora o penhor. Porém, se for homem pobre, te não deitarás com o seu penhor". Deuteronômio 24:10-12. "Se tomares em penhor a veste do teu próximo, lho restituirás antes do pôr-do-sol, porque aquela é a sua cobertura; [...] em que se deitaria? Será, pois, que, quando clamar a Mim, Eu o ouvirei, porque sou misericordioso". Êxodo 22:26-27. "E, quando venderdes alguma coisa ao vosso próximo ou a comprardes da mão do vosso próximo, ninguém oprima a seu irmão". Levítico 25:14.
"Não cometereis injustiça no juízo, nem na vara, nem no peso, nem na medida". Levítico 19:35. "Na tua bolsa não terás diversos pesos, um grande e um pequeno. Na tua casa não terás duas sortes de efa, um grande e um pequeno". Deuteronômio 25:13-14. "Balanças justas, pedras justas, efa justo e justo him tereis". Levítico 19:36.
"Dá a quem te pedir e não te desvies daquele que quiser que lhe emprestes". Mateus 5:42. "O ímpio toma emprestado, e não paga; mas o justo compadece-se e dá". Salmos 37:21. [...]
O plano de vida que Deus deu a Israel destinava-se a servir de lição objetiva para toda a humanidade. Se esses princípios fossem postos em prática hoje em dia, quão diverso seria o mundo!. — A Ciência do Bom Viver, 187-188.


Este texto é do livro Ser como Jesus escrito por Ellen White.



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segunda-feira, 4 de junho de 2012

Gênesis 49 - segunda, 04.06.2012 - comentado

1 Depois, chamou Jacó a seus filhos e disse: Ajuntai-vos, e eu vos farei saber o que vos há de acontecer nos dias vindouros:
2 Ajuntai-vos e ouvi, filhos de Jacó; ouvi a Israel, vosso pai.
3 Rúben, tu és meu primogênito, minha força e as primícias do meu vigor, o mais excelente em altivez e o mais excelente em poder.
4 Impetuoso como a água, não serás o mais excelente, porque subiste ao leito de teu pai e o profanaste; subiste à minha cama.
5 Simeão e Levi são irmãos; as suas espadas são instrumentos de violência.
6 No seu conselho, não entre minha alma; com o seu agrupamento, minha glória não se ajunte; porque no seu furor mataram homens, e na sua vontade perversa jarretaram touros.
7 Maldito seja o seu furor, pois era forte, e a sua ira, pois era dura; dividi-los-ei em Jacó e os espalharei em Israel.
8 Judá, teus irmãos te louvarão; a tua mão estará sobre a cerviz de teus inimigos; os filhos de teu pai se inclinarão a ti.
9 Judá é leãozinho; da presa subiste, filho meu. Encurva-se e deita-se como leão e como leoa; quem o despertará?
10 O cetro não se arredará de Judá, nem o bastão de entre seus pés, até que venha Siló; e a ele obedecerão os povos.
11 Ele amarrará o seu jumentinho à vide e o filho da sua jumenta, à videira mais excelente; lavará as suas vestes no vinho e a sua capa, em sangue de uvas.
12 Os seus olhos serão cintilantes de vinho, e os dentes, brancos de leite.
13 Zebulom habitará na praia dos mares e servirá de porto de navios, e o seu limite se estenderá até Sidom.
14 Issacar é jumento de fortes ossos, de repouso entre os rebanhos de ovelhas.
15 Viu que o repouso era bom e que a terra era deliciosa; baixou os ombros à carga e sujeitou-se ao trabalho servil.
16 Dã julgará o seu povo, como uma das tribos de Israel.
17 Dã será serpente junto ao caminho, uma víbora junto à vereda, que morde os talões do cavalo e faz cair o seu cavaleiro por detrás.
18 A tua salvação espero, ó SENHOR!
19 Gade, uma guerrilha o acometerá; mas ele a acometerá por sua retaguarda.
20 Aser, o seu pão será abundante e ele motivará delícias reais.
21 Naftali é uma gazela solta; ele profere palavras formosas.
22 José é um ramo frutífero, ramo frutífero junto à fonte; seus galhos se estendem sobre o muro.
23 Os flecheiros lhe dão amargura, atiram contra ele e o aborrecem.
24 O seu arco, porém, permanece firme, e os seus braços são feitos ativos pelas mãos do Poderoso de Jacó, sim, pelo Pastor e pela Pedra de Israel,
25 pelo Deus de teu pai, o qual te ajudará, e pelo Todo-Poderoso, o qual te abençoará com bênçãos dos altos céus, com bênçãos das profundezas, com bênçãos dos seios e da madre.
26 As bênçãos de teu pai excederão as bênçãos de meus pais até ao cimo dos montes eternos; estejam elas sobre a cabeça de José e sobre o alto da cabeça do que foi distinguido entre seus irmãos.
27 Benjamim é lobo que despedaça; pela manhã devora a presa e à tarde reparte o despojo.
28 São estas as doze tribos de Israel; e isto é o que lhes falou seu pai quando os abençoou; a cada um deles abençoou segundo a bênção que lhe cabia.
29 Depois, lhes ordenou, dizendo: Eu me reúno ao meu povo; sepultai-me, com meus pais, na caverna que está no campo de Efrom, o heteu,
30 na caverna que está no campo de Macpela, fronteiro a Manre, na terra de Canaã, a qual Abraão comprou de Efrom com aquele campo, em posse de sepultura.
31 Ali sepultaram Abraão e Sara, sua mulher; ali sepultaram Isaque e Rebeca, sua mulher; e ali sepultei Lia;
32 o campo e a caverna que nele está, comprados aos filhos de Hete.
33 Tendo Jacó acabado de dar determinações a seus filhos, recolheu os pés na cama, e expirou, e foi reunido ao seu povo.


Texto de hoje do blog da Bíblia (http://revivedbyhisword.org/en/bible/gen/49/):

Isto é poesia - poesia hebraica! Mas ao contrário do entendimento ocidental moderna sobre a poesia que olha para ela em termos de arte literária, o Antigo Testamento freqüentemente usa textos poéticos para expressar algo de extrema importância. Aqui quase no final do livro de Gênesis, encontramos um dos quatro principais poemas que marcam importantes limites históricos da história do Pentateuco (Gênesis 49; Êxodo 15, Números 23-24; e Deuteronômio 32-33). Moisés abençoa as tribos de Israel como uma nação em Deuteronômio 32-33, ao passo que Israel (Jacob) abençoa seus filhos em Gênesis 49. 
Desta forma, a história dos patriarcas em Gênesis se move para a história do povo de Israel no livro de Êxodo, mas finalmente chega ao longo do tempo em nossas histórias também. Alguns de "bênçãos" de Jacó são bastante decepcionantes e demonstram que o perdão não pode sempre apagar as conseqüências de nossos erros. No entanto, o poema aponta para além da história imediata dos filhos de Israel para alguém que vai sair da linha da promessa: a Shiloh (vs. 10), ao pastor (vs. 24), e à pedra de Israel (vs. 24) - todas elas imagens messiânicas. 
É Jesus Cristo, que está prefigurado aqui e quem virá para salvar seu povo e quem vai nos abençoar.

Martin Klingbeil
Professor de Ciências Bíblicas e Arqueologia
Universidade Adventista do Sul




Comentários bíblicos selecionados:
1-28 O último testamento de Jacó aos seus filhos (incluindo bênçãos e também algumas maldições) é um importante documento legal. Alinhado com sua natureza solene está o fato de ter sido escrito em poesia. A maioria das profecias de louvor ou recriminação são escritas em palavras que jogam com os nomes dos filhos ou fazem referências a animais e não são facilmente reproduzidas em uma tradução (Andrews Study Bible).
As declarações anunciadas por Jacó e anunciadas neste capítulo não são, propriamente, bênçãos. São predições relacionadas com as doze tribos de Israel, divinamente inspiradas, que de modo bem exato, retratam os caracteres dos respectivos ancestrais (Bíblia Shedd).
As palavras do patriarca inspirado profetizaram o destino das doze tribos que descendiam de seus filhos, em sua maior parte por meio de trocadilhos com seus nomes ou através de comparações com animais. Os nomes e as ações (boas ou más) dos doze filhos prenunciavam o destino de cada tribo. Essas bênçãos proféticas no final do período patriarcal foram organizadas de acordo com as mães - os seis filhos de Lia (vs. 3-15), os quatro filhos das servas (vs. 16-21) e os dois de Raquel (vs. 22-27) - e exibiam a soberania de Deus sobre a nação. Elas serão expandidas mais tarde na "benção de Moisés" (Dt 33), conferida no limiar da conquista da Terra (Bíblia de Genebra).

1 dias vindouros. As profecias de Jacó englobam toda a história de Israel, desde a conquista e distribuição da terra até o reino do Messias, Jesus Cristo (v. 10). Ver Nm 24.14; Dt 31.28-29; Is 2.2 (Bíblia de Genebra).

3-7 As profecias sobre os primeiros três filhos de Lia - Rúben, Simeão e Levi - anunciam o castigo por faltas cometidas e não ousam comparações com animais (Bíblia de Genebra).

3 Rúben. Ver 29.32; 35.22. A herança de um filho do antigo Oriente Próximo não poderia ser alterada por uma decisão arbitrária do pai, mas tais mudanças poderiam ser feitas se ocorressem sérias ofensas sexuais do filho contra a família (Bíblia de Genebra).

4 Impetuoso. O comportamento de Rúben foi negligente e destrutivo. O termo em hebraico, aqui, denota orgulho e presunção (cf Jz 9.4; 1Cr 5.1-2) (Bíblia de Genebra).
Excelente. É claro que Ruben não se mostrou excelente em coisa, como podemos verificar no fato de que nenhum só juiz, ou profeta, se refere como provindo dessa tribo. Muito cedo, ela foi conquistada por Moabe (Jz 5.15-16) (Bíblia Shedd).

6-7 A violência referida aqui se relaciona com a destruição desnecessária de Siquém (34:25). A dispersão de Simeão se verificara mediante a absorção da tribo pela da de Judá. A maldição sobre Levi foi transformada em bênção visto que a tribo foi separada para as funções sacerdotais, caso em que veio a atuar como representante da nação diante de Deus. Tal transformação resultara do fato de que os levitas tomaram partido em favor do Senhor no ensejo da repressão do pecado relacionado com o bezerro de ouro (Êx. 35.25-29) (Bíblia Shedd).

7 dividi-los-ei... espalharei. Compartilhando de uma inclinação a uma ira e crueldade destrutivas, Simeão e Levi constituíam-se uma ameaça à paz (34.25-31). Após o êxodo do Egito, a tribo de Simeão diminuiu em importância e não foi mencionada na bênção de Moisés (Dt 33). Simeão não recebeu uma herança separada na Terra Prometida, mas à essa tribo foram destinadas cidades pertencentes à herança de Judá (Js19.1-9). Semelhantemente, a tribo sacerdotal de Levi recebeu cidades por toda a terra (Js 21.1-42) (Bíblia de Genebra).

8 Judá significa "Louvor". No futuro, as demais tribos teriam razões de louvar a esta tribo, uma vez que Davi, sua dinastia e o Messias foram da linhagem de Judá (cf Is 11.1 e Mt 1.1-17) (Bíblia Shedd).
As tribos se prostraram diante do descendente de Judá, Davi, por causa de seus feitos heróicos (2Sm 5.1-3) (Bíblia de Genebra).

8-12 Note a extensão e conteúdo da bênção de Judá. Apresar de não ser o primogênito (de nenhuma da mulheres de Jacó), sua transformação de caráter e liderança o prepararam para tarefas mais elevadas. O título messiânico "Leão de Judá" é baseado neste texto. O termo "Siló" no v. 10, é de tradução particularmente difícil. Ele é repetido quase literalmente em Ez. 21:27, onde é relacionado a um rei davídico. Aponta para um futuro rei de Israel, vindo da tribo de Judá. Tipologicamente, aponta além de Davi, para Cristo que é o Rei messiânico perfeito (Andrews Study Bible).

9 leãozinho. O termo significa força, coragem e ousadia (Jz 14.18; Pv 28.1). O leão era um símbolo adequado para os reis guerreiros da linhagem real davídica de Judá culminando no Messias conquistador, Jesus Cristo (Ap 5.5) (Bíblia de Genebra).

10 cetro não se arredará. Uma profecia que foi posteriormente aperfeiçoada e confirmada pela aliança davídica (2Sm 7.16) ((Bíblia de Genebra).

11-12 A bem-aventurança do governante messiânico é representada pelo vinho (um símbolo de prosperidade, 27.28) e pela sua beleza (Sl 45.2-9) (Bíblia de Genebra).

13 A Zebulom, sexto filho de Lia, é prometido lugar favorável, com respeito ao mar Mediterrâneo. Js 19.10-16, entretanto, indica que o território desta tribo não limitava, propriamente, com o mar. De qualquer maneira, tinha fronteira com a Fenícia que era o maior poder marítimo se então e, sem dúvida, ganhou muita prosperidade através desse contato (Bíblia Shedd).

14 Issacar é comparado com um animal de carga, satisfeito com a tranquilidade na terra, e pronto a se sujeitar aos cananitas (Bíblia Shedd).

15 trabalho servil. Tendo falhado em expulsar os cananeus para fora do seu território, a tribo de Issacar aparentemente desejava negociar sua liberdade em troca do trabalho forçado (cf. Jz 1.28-30). Issacar livrou-se do jugo cananeu sob a liderança de Débora e Baraque (Jz 5.15) (Bíblia de Genebra).

16 Dã ("juiz"), julgará, isto é, ganhará justiça e prestígio para essa tribo pela astúcia e luta contra outras tribos e os cananitas (Bíblia Shedd).
julgará. Ou "trará justiça a eles". Ver 30.6 (Bíblia de Genebra).

17 serpente. Embora pequena, Dã era perigosa e subitamente atacava para derrubar inimigos maiores (Jz 18). O danita Sansão, sozinho, derrotou os filisteus (Jz 13-16) (Bíblia de Genebra).

19 Gade. Este versículo consiste num jogo de palavras (quatro das seis palavras hebraicas tem som semelhante a "Gade") indicando o constante perigo a que Gade estava constantemente exposta por causa de seus vizinhos ao sul e ao leste (Amom e Moabe) (Bíblia de Genebra).

20 Aser ganhou como herança as terras baixas desde o Carmelo até Tiro. Era uma das partes mais férteis da Palestina, abundando em trigo e azeite de oliveira (cf 1 Rs 5.11) (Bíblia Shedd).
pão... delícias. Uma referência à sua terra fértil (Dt 33.24; Js 19.24-31). Ver 30.13 (Bíblia de Genebra).

21 A descrição de Naftali como gazela solta, sugere a idéia de agilidade, vitalidade e liberdade. Esta tribo herdou a terra à volta do mar da Galiléia, que se relacionaria com avinda do Messias (cf Is 9.1,2 com Mt 4.15,16) (Bíblia Shedd).

22 frutífero. A estéril Raquel produziria a tribo mais frutífera (30.2,22; 41.52). se estendem sobre o muro. Os filhos de José mais tarde procurariam aumentar seu território (Js 17.14-18) (Bíblia de Genebra).

24-25 Note a admirável multiplicação de nomes divinos (Bíblia de Genebra).

24 Poderoso de Jacó é um título que se refere não somente às maravilhas feitas na vida do grande patriarca, mas também fala do futuro em que ele tornará esta pequena família numa nação poderosa, abençoada e benéfica (cf Is 1.24, 49.26) (Bíblia Shedd).

25 Todo-poderoso. Heb El Shaddai (Bíblia Shedd).
abençoará. A raiz hebraica para "abençoar" é usada seis vezes neste versículo. Essas bênçãos significavam a fertilidade da terra alimentada pela água vinda do céu e das profundezas da terra (1.6-8) e a fertilidade do corpo ("seios e da madre"; 1.22; cf Nm 24.5-7). As bênçãos outorgadas aos homens na criação estavam concentradas em José (Bíblia de Genebra).

27 Benjamim é um lobo. Ver 35.18. Esta tribo, posteriormente, teria a reputação de um guerreiro feroz (Jz 20.14-25) (Bíblia de Genebra).

29-33 Esta é a cena final da morte e Jacó. Antes de morrer, Jacó relembra aos seus filhos que seu local de sepultamento não é no Egito, mas na terra da promessa, aonde seus ancestrais estão descansando (25:8). Sepultamento é o termo chave nesta seção e no próximo capítulo. Note que Jacó será enterrado com sua primeira mulher, Lia - não com Raquel (Andrews Study Bible).

49.29 - 50.26 Crendo nas promessas de Deus feitas a Abraão e Isaque acerca de Terra Prometida (13.15), Jacó pediu para ser enterrado com eles em Canaã (49.29-32; cf 47.29-31). José também instruiu a sua família para enterrá-lo na Terra Prometida depois do êxodo (50.24-26; cf 24.32). O enterro de Jacó na caverna de seus pais e a determinação de José para ser enterrado em Canaã destacam a solidariedade da família da aliança e apontam adiante para o êxodo do Egito. A unidade da família será enfatizada adiante pelas bondosas palavras de José e suas provisões para os seus irmãos que haviam lhe causado mal (50.15-21) (Bíblia de Genebra).

33 recolheu os pés na cama. Na iminência da morte, Jacó ainda está no controle (Andrews Study Bible).




Devocional segunda: A ética de Jesus



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From: Revival and Reformation <reavivamentoereforma@ministerialassociation.org>
Date: 2012/6/4
Subject: A ética de Jesus



A ética de Jesus

Não tenha cada um em vista o que é propriamente seu, senão também cada qual o que é dos outros. Tende em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus. Filipenses 2:4-5.


A ética apontada pelo evangelho não reconhece outro padrão senão a perfeição da mente e da vontade de Deus. Deus requer de Suas criaturas conformidade com Sua vontade. A imperfeição de caráter é pecado, e pecado é transgressão da lei. Todos os atributos virtuosos do caráter se concentram em Deus, formando um todo harmonioso e perfeito. Toda pessoa que aceita a Cristo como seu Salvador pessoal tem o privilégio de possuir esses atributos. Essa é a ciência da santidade.
Quão gloriosas são as possibilidades que se deparam à raça caída! Por intermédio de Seu Filho, Deus revelou a excelência que o homem é capaz de atingir. Através dos méritos de Cristo, o homem é erguido de sua condição depravada, purificado, e tornado mais precioso que as barras de ouro de Ofir. Ele tem possibilidade de se tornar companheiro dos anjos na glória, e de refletir a imagem de Jesus Cristo, resplandecendo mesmo no magnificente esplendor do trono eterno. Ele tem o privilégio de aceitar pela fé o fato de que através do poder de Cristo ele se tornará imortal. Entretanto, quão raras vezes ele compreende as alturas a que poderia chegar se permitisse que Deus dirigisse cada passo seu!
Deus permite que cada ser humano exerça sua individualidade. Ele não deseja que ninguém submerja sua mente na de outro mortal. Os que desejam ser transformados na mente e no caráter não devem contemplar os homens, mas o Exemplo divino. [...]
Como nosso Exemplo, temos Alguém que é tudo em todos, o primeiro entre milhares de milhares, e cuja excelência é incomparável. Ele bondosamente adaptou Sua vida para servir de imitação universal. Unidos em Cristo estavam riqueza e pobreza; majestade e degradação; poder ilimitado e humildade, a qual se refletirá em toda pessoa que O recebe. NEle, através das qualidades e faculdades da mente humana, foi revelada a sabedoria do maior Mestre que o mundo já conheceu. — Refletindo a Cristo, 27.


Este texto é do livro Ser como Jesus escrito por Ellen White.



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domingo, 3 de junho de 2012

Gênesis 48 - domingo, 03.06.2012



1 Passadas estas coisas, disseram a José: Teu pai está enfermo. Então, José tomou consigo a seus dois filhos, Manassés e Efraim.
2 E avisaram a Jacó: Eis que José, teu filho, vem ter contigo. Esforçou-se Israel e se assentou no leito.
3 Disse Jacó a José: O Deus Todo-Poderoso me apareceu em Luz, na terra de Canaã, e me abençoou,
4 e me disse: Eis que te farei fecundo, e te multiplicarei, e te tornarei multidão de povos, e à tua descendência darei esta terra em possessão perpétua.
5 Agora, pois, os teus dois filhos, que te nasceram na terra do Egito, antes que eu viesse a ti no Egito, são meus; Efraim e Manassés serão meus, como Rúben e Simeão.
6 Mas a tua descendência, que gerarás depois deles, será tua; segundo o nome de um de seus irmãos serão chamados na sua herança.
7 Vindo, pois, eu de Padã, me morreu, com pesar meu, Raquel na terra de Canaã, no caminho, havendo ainda pequena distância para chegar a Efrata; sepultei-a ali no caminho de Efrata, que é Belém.
8 Tendo Israel visto os filhos de José, disse: Quem são estes?
9 Respondeu José a seu pai: São meus filhos, que Deus me deu aqui. Faze-os chegar a mim, disse ele, para que eu os abençoe.
10 Os olhos de Israel já se tinham escurecido por causa da velhice, de modo que não podia ver bem. José, pois, fê-los chegar a ele; e ele os beijou e os abraçou.
11 Então, disse Israel a José: Eu não cuidara ver o teu rosto; e eis que Deus me fez ver os teus filhos também.
12 E José, tirando-os dentre os joelhos de seu pai, inclinou-se à terra diante da sua face.
13 Depois, tomou José a ambos, a Efraim na sua mão direita, à esquerda de Israel, e a Manassés na sua esquerda, à direita de Israel, e fê-los chegar a ele.
14 Mas Israel estendeu a mão direita e a pôs sobre a cabeça de Efraim, que era o mais novo, e a sua esquerda sobre a cabeça de Manassés, cruzando assim as mãos, não obstante ser Manassés o primogênito.
15 E abençoou a José, dizendo: O Deus em cuja presença andaram meus pais Abraão e Isaque, o Deus que me sustentou durante a minha vida até este dia,
16 o Anjo que me tem livrado de todo mal, abençoe estes rapazes; seja neles chamado o meu nome e o nome de meus pais Abraão e Isaque; e cresçam em multidão no meio da terra.
17 Vendo José que seu pai pusera a mão direita sobre a cabeça de Efraim, foi-lhe isto desagradável, e tomou a mão de seu pai para mudar da cabeça de Efraim para a cabeça de Manassés.
18 E disse José a seu pai: Não assim, meu pai, pois o primogênito é este; põe a mão direita sobre a cabeça dele.
19 Mas seu pai o recusou e disse: Eu sei, meu filho, eu o sei; ele também será um povo, também ele será grande; contudo, o seu irmão menor será maior do que ele, e a sua descendência será uma multidão de nações.
20 Assim, os abençoou naquele dia, declarando: Por vós Israel abençoará, dizendo: Deus te faça como a Efraim e como a Manassés. E pôs o nome de Efraim adiante do de Manassés.
21 Depois, disse Israel a José: Eis que eu morro, mas Deus será convosco e vos fará voltar à terra de vossos pais.
22 Dou-te, de mais que a teus irmãos, um declive montanhoso, o qual tomei da mão dos amorreus com a minha espada e com o meu arco.


Jacó chegou ao final de sua jornada e  reúne seus filhos em torno de seu leito de morte. Este é o momento para a bênção da aliança ser transmitida para a próxima geração. Primeiro, José chega a receber uma bênção de seu pai, mas ele também trouxe com ele seus dois filhos, Manassés e Efraim. Jacó faz duas coisas importantes aqui: primeiro ele adota ambos os netos, colocando-os na linha direta de promessa, alocando, portanto, a José a porção dupla que tinha sonhado profeticamente há muito tempo atrás.
Em seguida, inverte a ordem e abençoa Efraim, o segundo a nascer, em detrimento de Manassés, o primogênito, refazendo o círculo completo com a sua própria história de vida. 
Deus é soberano e se lermos Hebreus 11 podemos ver as reviravoltas interessantes que a linha de aliança de promessa sofreu. Pessoas não necessariamente listadas como heróis da fé são aqueles que Deus escolheu para serem os vasos de sua graça. 
Isso me dá coragem, porque as bênçãos de Deus não são dependentes de meus méritos, mas em Sua graça incomparável. 
Nós também obter um vislumbre do relacionamento íntimo de Jacó com Deus quando ele introduz a bênção referindo-se a Deus como o seu Pastor que o levou através de toda a sua vida e que tinha sido seu Redentor. Estes são importantes conceitos teológicos pessoais que o patriarca tenta conceder a seus descendentes desejando para eles uma caminhada semelhante com Deus, como ele experimentou ao longo de sua vida.

Martin Klingbeil 
Professor de Ciências Bíblicas e Arqueologia 
Universidade Adventista do Sul

Comentários bíblicos selecionados - em breve.

Devocional domingo: Honestidade em tudo



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Date: 2012/6/3
Subject: Honestidade em tudo



Honestidade em tudo

Terás peso integral e justo, efa integral e justo; para que se prolonguem os teus dias na terra que te dá o Senhor, teu Deus. Deuteronômio 25:15.


É melhor tratar honestamente com os seus semelhantes e com Deus. Vocês são dependentes de Cristo em cada favor que desfrutam; são dependentes dEle quanto ao futuro, à vida imortal; e não podem permitir-se faltar com o respeito até a atribuição do prêmio. Os que reconhecem que dependem de Deus sentirão dever ser honestos para com os seus semelhantes, e sobre tudo para com Deus, de quem todas as bênçãos da vida advêm. A evasão a Suas ordens positivas concernentes ao dízimo e às ofertas acha-se registrada nos livros do Céu como roubo a Deus.
Nenhum homem desonesto para com Deus ou seus semelhantes pode realmente prosperar. [...] O Senhor nos comprou com Seu precioso sangue, e é por causa de Sua misericórdia e graça que podemos ter esperança no grande dom da salvação. E somos ordenados a praticar a justiça, amar a misericórdia, e andar humildemente com o nosso Deus. No entanto, o Senhor declara: "A Mim Me roubais, vós, a nação toda". Malaquias 3:9. Quando lidamos injustamente com os nossos semelhantes ou com nosso Deus, desprezamos-Lhe a autoridade e ignoramos o fato de que Cristo nos comprou com a Sua própria vida.
O mundo está roubando a Deus por atacado. Quanto mais Ele concede riquezas, tanto mais completamente reclamam os homens que elas são suas, para serem usadas como lhes aprouver. Mas seguirão os professos seguidores de Cristo os costumes do mundo? Perderemos a paz de espírito, a comunhão com Deus e com os nossos irmãos porque deixamos de dedicar a Sua causa a parte que Ele reivindica como Sua?
Tenham em mente aqueles que pretendem ser cristãos estarem negociando com capital que lhes foi confiado por Deus, e que deles se exige que sigam fielmente a direção das Escrituras quanto a seu emprego. Se seu coração for reto para com Deus, não se apropriarão dos bens do seu Senhor empregando-os em seus próprios empreendimentos egoístas. — The Review and Herald, 17 de Dezembro de 1889.


Este texto é do livro Ser como Jesus escrito por Ellen White.



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sábado, 2 de junho de 2012

Gênesis 47 - sábado, 02.06.2012 - comentado


1 Então, veio José e disse a Faraó: Meu pai e meus irmãos, com os seus rebanhos e o seu gado, com tudo o que têm, chegaram da terra de Canaã; e eis que estão na terra de Gósen.
2 E tomou cinco dos seus irmãos e os apresentou a Faraó.
3 Então, perguntou Faraó aos irmãos de José: Qual é o vosso trabalho? Eles responderam: Os teus servos somos pastores de rebanho, tanto nós como nossos pais.
4 Disseram mais a Faraó: Viemos para habitar nesta terra; porque não há pasto para o rebanho de teus servos, pois a fome é severa na terra de Canaã; agora, pois, te rogamos permitas habitem os teus servos na terra de Gósen.
5 Então, disse Faraó a José: Teu pai e teus irmãos vieram a ti.
6 A terra do Egito está perante ti; no melhor da terra faze habitar teu pai e teus irmãos; habitem na terra de Gósen. Se sabes haver entre eles homens capazes, põe-nos por chefes do gado que me pertence.
7 Trouxe José a Jacó, seu pai, e o apresentou a Faraó; e Jacó abençoou a Faraó.
8 Perguntou Faraó a Jacó: Quantos são os dias dos anos da tua vida?
9 Jacó lhe respondeu: Os dias dos anos das minhas peregrinações são cento e trinta anos; poucos e maus foram os dias dos anos da minha vida e não chegaram aos dias dos anos da vida de meus pais, nos dias das suas peregrinações.
10 E, tendo Jacó abençoado a Faraó, saiu de sua presença.
11 Então, José estabeleceu a seu pai e a seus irmãos e lhes deu possessão na terra do Egito, no melhor da terra, na terra de Ramessés, como Faraó ordenara.
12 E José sustentou de pão a seu pai, a seus irmãos e a toda a casa de seu pai, segundo o número de seus filhos.
13 Não havia pão em toda a terra, porque a fome era mui severa; de maneira que desfalecia o povo do Egito e o povo de Canaã por causa da fome.
14 Então, José arrecadou todo o dinheiro que se achou na terra do Egito e na terra de Canaã, pelo cereal que compravam, e o recolheu à casa de Faraó.
15 Tendo-se acabado, pois, o dinheiro, na terra do Egito e na terra de Canaã, foram todos os egípcios a José e disseram: Dá-nos pão; por que haveremos de morrer em tua presença? Porquanto o dinheiro nos falta.
16 Respondeu José: Se vos falta o dinheiro, trazei o vosso gado; em troca do vosso gado eu vos suprirei.
17 Então, trouxeram o seu gado a José; e José lhes deu pão em troca de cavalos, de rebanhos, de gado e de jumentos; e os sustentou de pão aquele ano em troca do seu gado.
18 Findo aquele ano, foram a José no ano próximo e lhe disseram: Não ocultaremos a meu senhor que se acabou totalmente o dinheiro; e meu senhor já possui os animais; nada mais nos resta diante de meu senhor, senão o nosso corpo e a nossa terra.
19 Por que haveremos de perecer diante dos teus olhos, tanto nós como a nossa terra? Compra-nos a nós e a nossa terra a troco de pão, e nós e a nossa terra seremos escravos de Faraó; dá-nos semente para que vivamos e não morramos, e a terra não fique deserta.
20 Assim, comprou José toda a terra do Egito para Faraó, porque os egípcios venderam cada um o seu campo, porquanto a fome era extrema sobre eles; e a terra passou a ser de Faraó.
21 Quanto ao povo, ele o escravizou de uma a outra extremidade da terra do Egito.
22 Somente a terra dos sacerdotes não a comprou ele; pois os sacerdotes tinham porção de Faraó e eles comiam a sua porção que Faraó lhes tinha dado; por isso, não venderam a sua terra.
23 Então, disse José ao povo: Eis que hoje vos comprei a vós outros e a vossa terra para Faraó; aí tendes sementes, semeai a terra.
24 Das colheitas dareis o quinto a Faraó, e as quatro partes serão vossas, para semente do campo, e para o vosso mantimento e dos que estão em vossas casas, e para que comam as vossas crianças.
25 Responderam eles: A vida nos tens dado! Achemos mercê perante meu senhor e seremos escravos de Faraó.
26 E José estabeleceu por lei até ao dia de hoje que, na terra do Egito, tirasse Faraó o quinto; só a terra dos sacerdotes não ficou sendo de Faraó.
27 Assim, habitou Israel na terra do Egito, na terra de Gósen; nela tomaram possessão, e foram fecundos, e muito se multiplicaram.
28 Jacó viveu na terra do Egito dezessete anos; de sorte que os dias de Jacó, os anos da sua vida, foram cento e quarenta e sete.
29 Aproximando-se, pois, o tempo da morte de Israel, chamou a José, seu filho, e lhe disse: Se agora achei mercê à tua presença, rogo-te que ponhas a mão debaixo da minha coxa e uses comigo de beneficência e de verdade; rogo-te que me não enterres no Egito,
30 porém que eu jaza com meus pais; por isso, me levarás do Egito e me enterrarás no lugar da sepultura deles. Respondeu José: Farei segundo a tua palavra.
31 Então, lhe disse Jacó: Jura-me. E ele jurou-lhe; e Israel se inclinou sobre a cabeceira da cama.


Texto de hoje do blog da Bíblia (http://revivedbyhisword.org/en/bible/gen/47/)
Você também pode ser uma bênção - nos lugares mais incomuns e até mesmo antes de reis! O patriarca Jacó está diante de Faraó, e estende as mãos em uma bênção sobre a cabeça do poderoso monarca egípcio que deve ter sido tocado por este gesto gracioso do velho. Jacó tem  agora 130 anos, e seus olhos já viram muito, da escada ligando o céu e a terra quando ele fugiu de sua casa, passando pela prolongada estadia em Harã com Labão, até os longos anos de dor pela suposta morte de José. Todos estes anos de sofrimento e tristeza parecem resolver-se na reunião final feliz com José no Egito, que prolonga a sua vida por mais 17 anos. E a partir da rica experiência de uma caminhada ao longo da vida com Deus, ele pronuncia uma bênção sobre Faraó. Que privilégio para nós a rezar pelos governantes e se tornar uma bênção para aqueles que governam este planeta. Através desta bênção eles podem ter um vislumbre do Deus do céu como Nabucodonosor teve através da presença abençoada de Daniel na corte de Babilônia, e também podem encontrar a vida eterna. Vamos ser uma bênção onde quer que Deus nos coloque. 

O capítulo termina, porém, com uma nota sombria: Jacó enfatiza que José deve levar o seu corpo para fora do Egito e enterrá-lo na terra de Canaã, reiterando o aviso de que o Egito nunca deve tornar-se um destino, mas apenas uma via, mesmo que se temporariamente vivermos no "melhor da terra ".

Martin Klingbeil
Professor de Estudos Bíblicos e Arqueologia
Universidade Adventista do Sul



Comentários bíblicos selecionados:
1-10 José apresenta cinco de seus irmãos (que não são nomeados) assim como seu pai para Faraó. Após uma audiência positiva, Faraó indica alguns deles para serem pastores da coroa, dando a eles, portanto, proteção legal (v.6). O tom da audiência de Jacó com Faraó é diferente do da primeira, com uma atmosfera mais íntima. Como em muitas culturas, a idade era altamente respeitada na Bíblia.

9 peregrinações. A palavra hebraica denota uma residência temporária, a condição de um estrangeiro residente. Jacó descreveu sua própria vida e a de seus pais como de um viajante (21.24; 24.3; 26.3). Embora esperando pelo cumprimento da divina promessa pactual de terra, sua esperança se estendia além de Canaã, para um país celestial e eterno, para uma "cidade... da qual Deus é o arquiteto e o edificador" (Hb 11.10) (Bíblia de Genebra).

10 abençoado. Representa o modo comum de saudação e despedida (27:33; 28:1) (Andrews Study Bible). 
Nesta importante audiência com o poderoso Faraó - o maior, costumeiramente, abençoa o menor (14.19) - o idoso patriarca pastor demonstrou sua dignidade. Sua bênção se cumpriu nos vs. 13-25 (Bíblia de Genebra).

11 possessão. Propriedade da terra, dando à família titulação legal a um pedaço de terra.  Deus promete "possessão eterna" de Canaã (17:8) (Andrews Study Bible).

13-26 Descreve a enorme extensão da fome e a habilidade de José como administrados da coroa. Três estágios de dependência mostram a severidade crescente da fome: 1) Os egípcios compram grãos com dinheiro; 2) Os egípcios trocam seus rebanhos por grãos; e 3) Os egípcios trocam seus direitos de terra por grãos (Andrews Study Bible).
José trouxe todo o dinheiro, terras e povo para debaixo do poder do Faraó em troca de alimento e preservou os egípcios (Bíblia de Genebra).

21 o escravizou de uma a outra extremidade. É o resultado da política de José - a servidão para o povo. No entanto, o povo considerava José não como tirano, mas como um salvador (v. 25, cf. 45.7) (Bíblia de Genebra).

22 A classe sacerdotal egípcia era uma camada poderosa da sociedade, possuidora de larga extensão de terras e não pagava impostos à coroa (Andrews Study Bible).

24 quinto. José cobrou uma taxa de 20% durante os anos de abundância (41:34) e agora cobra 20% de juros, que é um valor baixo, se comparado à taxa média da região, que era de 33.3% (Andrews Study Bible).

27 tomaram possessão, e foram fecundos... se multiplicaram. Em cumprimento à promessa divina (46.3). A independência e prosperidade dos israelitas se contrasta com o destino dos egípcios (vs 13-26). Essa descrição também nos fornece um elo com Êx. 1.7 (Bíblia de Genebra).
 A descrição do crescimento de Israel usa termos da linguagem da Criação (ver Êx. 1.7) (Andrews Study Bible).

28-31 A morte de Jacó é o objeto de várias seções e marca um final importante nas histórias patriarcais (48:21-27; 49:29-32). José jura solenemente enterrar seu pai em Canaã (24:2; 25:29-32) (Andrews Study Bible).

31 se inclinou. Uma expressão de reverente ação de graças a Deus por ver que seu último desejo seria cumprido (Bíblia de Genebra).

Devocional sábado: Integridade nos negócios



---------- Forwarded message ----------
From: Revival and Reformation <reavivamentoereforma@ministerialassociation.org>
Date: 2012/6/2
Subject: Integridade nos negócios


Integridade nos negócios

Tudo quanto, pois, quereis que os homens vos façam, assim fazei-o vós também a eles; porque esta é a Lei e os Profetas. Mateus 7:12.


Aquele que sinceramente teme a Deus preferiria antes labutar dia e noite e comer o pão da pobreza, a condescender com a paixão do ganho que oprima a viúva e o órfão, ou prive o estrangeiro do seu direito. Nosso Salvador buscou gravar em Seus ouvintes o fato de que a pessoa que ousasse defraudar o próximo no menor ponto, enganaria, se a oportunidade fosse favorável, em questões maiores. O mais leve afastamento da retidão quebra as barreiras, e prepara o coração para injustiça maior. Por preceito e exemplo Cristo ensinou que integridade absoluta deve governar nossa conduta para com nossos semelhantes. Disse o Divino Mestre: "Tudo quanto, pois, quereis que os homens vos façam, assim fazei-o vós também a eles". Mateus 7:12.
Exatamente na medida que o homem se beneficia à custa de seu semelhante, seu coração se tornará endurecido à influência do Espírito de Deus. O ganho assim obtido é uma perda terrível. É melhor padecer necessidade do que mentir; melhor passar fome do que defraudar; melhor morrer do que pecar. Extravagância, excessos e extorsões estão corrompendo a fé de muitos, e destruindo sua espiritualidade. A igreja é em grande medida responsável pelos pecados dos seus membros. Ela encoraja o mal se deixa de levantar a voz contra isso. A influência mais temida pela igreja não é a dos francos opositores, dos infiéis e blasfemos, mas a dos incoerentes professos seguidores de Cristo. Há aqueles que afastam de Israel as bênçãos de Deus. [...]
O mundo dos negócios não está fora dos limites do governo de Deus. O cristianismo não deve ser meramente mostrado no sábado e exibido no santuário; é para todos os dias da semana e todos os lugares. Seus reclamos devem ser reconhecidos e obedecidos em cada ato da vida. Homens possuindo o genuíno artigo da verdadeira religião revelarão em todas as suas transações comerciais tão clara percepção do direito como quando oferecem suas súplicas diante do trono da graça. — The Southern Work, 10 de Maio de 1904.


Este texto é do livro Ser como Jesus escrito por Ellen White.



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