terça-feira, 29 de maio de 2012

Devocional terça: Adoração a Deus



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Date: 2012/5/29
Subject: Adoração a Deus



Adoração a Deus

Santificai os Meus sábados, pois servirão de sinal entre Mim e vós, para que saibais que Eu sou o Senhor, vosso Deus. Ezequiel 20:20.
No Capítulo 14 de Apocalipse, os homens são convidados a adorar o Criador; e a profecia revela uma classe de pessoas que, como resultado da tríplice mensagem, observam os mandamentos de Deus. Um desses mandamentos aponta diretamente para Deus como sendo o Criador. O quarto preceito declara: "O sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus [...] porque em seis dias fez o Senhor os céus e a Terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o Senhor o dia do sábado, e o santificou". Êxodo 20:10-11. [...]
"A importância do sábado como memória da criação consiste em conservar sempre presente o verdadeiro motivo de se render culto a Deus" — porque Ele é o Criador, e nós as Suas criaturas. "O sábado, portanto, está no fundamento mesmo do culto divino, pois ensina esta grande verdade da maneira mais impressionante, e nenhuma outra instituição faz isso. O verdadeiro fundamento para o culto divino, não meramente o daquele que se realiza no sétimo dia, mas de todo o culto, encontra-se na distinção entre o Criador e Suas criaturas. Este fato capital jamais poderá tornar-se obsoleto, e jamais deverá ser esquecido" (J. N. Andrews, História do Sábado, cap. 27).
Foi para conservar esta verdade sempre perante o espírito dos homens que Deus instituiu o sábado no Éden; e, enquanto o fato de que Ele é o nosso Criador continuar a ser razão por que O devamos adorar, permanecerá o sábado como sinal e memória disto. Se o sábado tivesse sido universalmente guardado, os pensamentos e afeições dos homens teriam sido dirigidos ao Criador como objeto de reverência e culto, jamais tendo havido idólatra, ateu, ou incrédulo.
A guarda do sábado é um sinal de lealdade para com o verdadeiro Deus, "Aquele que fez o céu, e a Terra, e o mar, e as fontes das águas". Apocalipse 14:7. Segue-se que a mensagem que ordena aos homens adorar a Deus e guardar Seus mandamentos, apelará especialmente para que observemos o quarto mandamento. — O Grande Conflito, 437-438.
Este texto é do livro Ser como Jesus escrito por Ellen White.



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segunda-feira, 28 de maio de 2012

Gênesis 42 - segunda, 28.05.2012 - comentado


1 Sabedor Jacó de que havia mantimento no Egito, disse a seus filhos: Por que estais aí a olhar uns para os outros?
2 E ajuntou: Tenho ouvido que há cereais no Egito; descei até lá e comprai-nos deles, para que vivamos e não morramos.
3 Então, desceram dez dos irmãos de José, para comprar cereal do Egito.
4 A Benjamim, porém, irmão de José, não enviou Jacó na companhia dos irmãos, porque dizia: Para que não lhe suceda, acaso, algum desastre.
5 Entre os que iam, pois, para lá, foram também os filhos de Israel; porque havia fome na terra de Canaã.
6 José era governador daquela terra; era ele quem vendia a todos os povos da terra; e os irmãos de José vieram e se prostraram rosto em terra, perante ele.
7 Vendo José a seus irmãos, reconheceu-os, porém não se deu a conhecer, e lhes falou asperamente, e lhes perguntou: Donde vindes? Responderam: Da terra de Canaã, para comprar mantimento.
8 José reconheceu os irmãos; porém eles não o reconheceram.
9 Então, se lembrou José dos sonhos que tivera a respeito deles e lhes disse: Vós sois espiões e viestes para ver os pontos fracos da terra.
10 Responderam-lhe: Não, senhor meu; mas vieram os teus servos para comprar mantimento.
11 Somos todos filhos de um mesmo homem; somos homens honestos; os teus servos não são espiões.
12 Ele, porém, lhes respondeu: Nada disso; pelo contrário, viestes para ver os pontos fracos da terra.
13 Eles disseram: Nós, teus servos, somos doze irmãos, filhos de um homem na terra de Canaã; o mais novo está hoje com nosso pai, outro já não existe.
14 Então, lhes falou José: É como já vos disse: sois espiões.
15 Nisto sereis provados: pela vida de Faraó, daqui não saireis, sem que primeiro venha o vosso irmão mais novo.
16 Enviai um dentre vós, que traga vosso irmão; vós ficareis detidos para que sejam provadas as vossas palavras, se há verdade no que dizeis; ou se não, pela vida de Faraó, sois espiões.
17 E os meteu juntos em prisão três dias.
18 Ao terceiro dia, disse-lhes José: Fazei o seguinte e vivereis, pois temo a Deus.
19 Se sois homens honestos, fique detido um de vós na casa da vossa prisão; vós outros ide, levai cereal para suprir a fome das vossas casas.
20 E trazei-me vosso irmão mais novo, com o que serão verificadas as vossas palavras, e não morrereis. E eles se dispuseram a fazê-lo.
21 Então, disseram uns aos outros: Na verdade, somos culpados, no tocante a nosso irmão, pois lhe vimos a angústia da alma, quando nos rogava, e não lhe acudimos; por isso, nos vem esta ansiedade.
22 Respondeu-lhes Rúben: Não vos disse eu: Não pequeis contra o jovem? E não me quisestes ouvir. Pois vedes aí que se requer de nós o seu sangue.
23 Eles, porém, não sabiam que José os entendia, porque lhes falava por intérprete.
24 E, retirando-se deles, chorou; depois, tornando, lhes falou; tomou a Simeão dentre eles e o algemou na presença deles.
25 Ordenou José que lhes enchessem de cereal os sacos, e lhes restituíssem o dinheiro, a cada um no saco de cereal, e os suprissem de comida para o caminho; e assim lhes foi feito.
26 E carregaram o cereal sobre os seus jumentos e partiram dali.
27 Abrindo um deles o saco de cereal, para dar de comer ao seu jumento na estalagem, deu com o dinheiro na boca do saco de cereal.
28 Então, disse aos irmãos: Devolveram o meu dinheiro; aqui está na boca do saco de cereal. Desfaleceu-lhes o coração, e, atemorizados, entreolhavam-se, dizendo: Que é isto que Deus nos fez?
29 E vieram para Jacó, seu pai, na terra de Canaã, e lhe contaram tudo o que lhes acontecera, dizendo:
30 O homem, o senhor da terra, falou conosco asperamente e nos tratou como espiões da terra.
31 Dissemos-lhe: Somos homens honestos; não somos espiões;
32 somos doze irmãos, filhos de um mesmo pai; um já não existe, e o mais novo está hoje com nosso pai na terra de Canaã.
33 Respondeu-nos o homem, o senhor da terra: Nisto conhecerei que sois homens honestos: deixai comigo um de vossos irmãos, tomai o cereal para remediar a fome de vossas casas e parti;
34 trazei-me vosso irmão mais novo; assim saberei que não sois espiões, mas homens honestos. Então, vos entregarei vosso irmão, e negociareis na terra.
35 Aconteceu que, despejando eles os sacos de cereal, eis cada um tinha a sua trouxinha de dinheiro no saco de cereal; e viram as trouxinhas com o dinheiro, eles e seu pai, e temeram.
36 Então, lhes disse Jacó, seu pai: Tendes-me privado de filhos: José já não existe, Simeão não está aqui, e ides levar a Benjamim! Todas estas coisas me sobrevêm.
37 Mas Rúben disse a seu pai: Mata os meus dois filhos, se to não tornar a trazer; entrega-mo, e eu to restituirei.
38 Ele, porém, disse: Meu filho não descerá convosco; seu irmão é morto, e ele ficou só; se lhe sucede algum desastre no caminho por onde fordes, fareis descer minhas cãs com tristeza à sepultura.


Texto de hoje do Blog da Bíblia (http://revivedbyhisword.org/en/bible/gen/42/ ):
Iniciamos agora os movimentos culminantes finais da história de José. Este clímax cobre Gen. 42-44, após o que Jacó entra novamente em cena e José torna-se menos central para a narrativa.  Para mim estes três capítulos têm alguma da ironia mais refinada encontrada na Bíblia. Vamos focar aqui o capítulo 42.

De modo dramático e irônico, os velhos sonhos de José sobre a família se curvando para ele começam a ser cumpridos. Jacó envia 10 dos 11 irmãos ao Egito para comprar comida. O fato de que Jacó não enviou Benjamim, combinado com o fato de que Benjamim era filho de Raquel e, portanto, irmão completo de José, sugere que Benjamim é o novo filho preferido, substituindo José nesse papel. Jacó pode estar protegendo suas apostas, protegendo a segurança de Benjamim como herdeiro da primogenitura.E, claro, os 10 irmãos que seqüestraram e venderam José aparecem diante de Jacó involuntariamente.

Sem dúvida, eles não reconheceram José devido às diferenças no vestir e as mudanças físicas que teriam acontecido a José em seu amadurecimento para a vida adulta, longe de sua presença. Mas eu creio que os irmãos assumiam que o irmãozinho pirralho mimado nunca iria sobreviver aos rigores da escravidão. Em Gen.44:20, Judá categoricamente afirma sua crença de que José estava “morto”. Acreditando que ele está morto, nunca lhes passou pela cabeça que eles poderiam encontrá-lo no Egito. Eis o porque de suas interações serem tão involuntárias.

José, em vez de usar o seu poder para se vingar, joga alguns jogos mentais com eles, os aprisionando. Em seguida, alega medo de Deus e os libera, mantendo Simeão como prisioneiro.  José não quis ser o responsável moral pela destruição de suas famílias – e seus parentes. Os irmãos foram rigorosamente intimados, no entanto, a não voltarem sem “o irmão mais novo”, como prova de sua alegação de não serem espiões. Ele, então, secretamente devolve a prata, que descobrem no caminho de volta a casa, aumenta sua preocupação. A sensação constante de culpa pela suposta morte de José ainda os assombra, e eles discutem sobre como eles maltrataram José (outro indicador de que eles pensavam que José havia morrido).

As ações de José, aqui, são os primeiros de uma série de testes que irão dizer a ele o que seus irmãos se tornaram. José está colocando em ação um plano para restaurar a unidade da família, mas seus irmãos não suspeitam de nada.


Stephen Bauer
Professor de Teologia e Ética 
Universidade Adventista do Sul
CollegeDale, Tenesse, USA




Comentários bíblicos selecionados:
1-5 Jacó - embora velho e enlutado - ainda é o chefe de sua casa. Desde que José é o centro da história, seus irmãos são referidos em relação a ele (v. 3).Notícias dos grãos do Egito viajaram para longe e os irmãos de José não foram os únicos em busca de comida (Andrews Study Bible).


6 se prostraram. Cumprimento parcial de seus sonhos (37:7-10) (Andrews Study Bible).

7-8 Vinte e um anos se passaram desde que eles venderam-no à escravidão. José é agora um adulto, vestido de modo estranho, falando através de um intérprete e governando em uma posição e poder que são completamente inesperados (Andrews Study Bible).


9 espiões. A acusação é razoável, considerando as frequentemente tensas relações entre Canaã/Síria e Egito. Exércitos famintos fazem perigosos e desesperados inimigos. Em sua defesa, os irmãos liberam a informação que José está ansioso para ouvir: tanto pai quanto irmão estão vivos (Andrews Study Bible).

17 prisão. Os três dias passados na prisão servem como uma amostra do que ele sentiu enquanto prisioneiro em uma terra estranha (40:3-7) (Andrews Study Bible).

18-20 Um plano revisto: um dos irmãos deverá ficar como refém (Andrews Study Bible).

21-25 A conversação dos irmãos é reveladora. O tempo não fez nada à culpa, exceto aumentá-la. O leitor conhece a reação de José e em a confirmação: os irmãos nada sabem (Andrews Study Bible).

26-28 Outro teste: os irmãos encontram todo o seu dinheiro em sacos de grãos (Andrews Study Bible).

29-38 Os irmãos relatam tudo a Jacó, que chora a perda de mais um filho (v. 36). A forte reação de Jacó é também uma acusação aos filhos restantes. enlutado. (Literalmente, "sem filhos"). Embora não totalmente verdade, Jacó falou parte da verdade (Andrews Study Bible).


Devocional segunda: Uma visão sobre o sábado



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Date: 2012/5/28
Subject: Uma visão sobre o sábado


Uma visão sobre o sábado


O sétimo dia é o sábado do Senhor, teu Deus; não farás nenhum trabalho, nem tu, nem o teu filho, nem a tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu boi, nem o teu jumento, nem animal algum teu, nem o estrangeiro das tuas portas para dentro, para que o teu servo e a tua serva descansem como tu. Deuteronômio 5:14.

Jesus estava junto à arca e, ao subirem a Ele as orações dos santos, a fumaça do incenso subia, e Ele oferecia suas orações ao Pai com o fumo do incenso.

Na arca estava o pote de ouro contendo o maná, a vara de Arão que florescera e as tábuas de pedra que se fechavam como um livro. Jesus abriu-as, e eu vi os Dez Mandamentos nelas escritos com o dedo de Deus. Numa das tábuas havia quatro mandamentos e na outra seis. Os quatro da primeira tábua eram mais brilhantes que os seis da outra. Mas o quarto, o mandamento do sábado, brilhava mais que os outros; pois o sábado foi separado para ser guardado em honra do santo nome de Deus. O santo sábado tinha aparência gloriosa — um halo de glória o circundava. [...]

E eu vi que, se Deus tivesse mudado o sábado do sétimo dia para o primeiro, Ele teria mudado a redação do mandamento do sábado, escrito nas tábuas de pedra, que estão agora na arca no lugar santíssimo do templo no Céu; e seria lido assim: O primeiro dia é o sábado do Senhor teu Deus. Mas eu vi que nele se lê da mesma maneira como foi escrito nas tábuas de pedra pelo dedo de Deus, e entregue a Moisés no Sinai: "Mas o sétimo dia é o sábado do Senhor, teu Deus". Êxodo 20:10. Vi que o santo sábado é, e será, o muro de separação entre o verdadeiro Israel de Deus e os incrédulos, e que o sábado é o grande fator que une o coração dos queridos de Deus, os expectantes santos.

Vi que Deus tinha filhos que não reconheciam o sábado e não o guardavam. Eles não haviam rejeitado a luz sobre este ponto. E ao início do tempo de angústia fomos cheios do Espírito Santo ao sairmos para proclamar o sábado mais amplamente. — Primeiros Escritos, 32-33.

Este texto é do livro Ser como Jesus escrito por Ellen White.

 


 

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domingo, 27 de maio de 2012

Gênesis 41 - domingo, 27.05.2012 - comentado




1 Passados dois anos completos, Faraó teve um sonho. Parecia-lhe achar-se ele de pé junto ao Nilo.
2 Do rio subiam sete vacas formosas à vista e gordas e pastavam no carriçal.
3 Após elas subiam do rio outras sete vacas, feias à vista e magras; e pararam junto às primeiras, na margem do rio.
4 As vacas feias à vista e magras comiam as sete formosas à vista e gordas. Então, acordou Faraó.
5 Tornando a dormir, sonhou outra vez. De uma só haste saíam sete espigas cheias e boas.
6 E após elas nasciam sete espigas mirradas, crestadas do vento oriental.
7 As espigas mirradas devoravam as sete espigas grandes e cheias. Então, acordou Faraó. Fora isto um sonho.
8 De manhã, achando-se ele de espírito perturbado, mandou chamar todos os magos do Egito e todos os seus sábios e lhes contou os sonhos; mas ninguém havia que lhos interpretasse.
9 Então, disse a Faraó o copeiro-chefe: Lembro-me hoje das minhas ofensas.
10 Estando Faraó mui indignado contra os seus servos e pondo-me sob prisão na casa do comandante da guarda, a mim e ao padeiro-chefe,
11 tivemos um sonho na mesma noite, eu e ele; sonhamos, e cada sonho com a sua própria significação.
12 Achava-se conosco um jovem hebreu, servo do comandante da guarda; contamos-lhe os nossos sonhos, e ele no-los interpretou, a cada um segundo o seu sonho.
13 E como nos interpretou, assim mesmo se deu: eu fui restituído ao meu cargo, o outro foi enforcado.
14 Então, Faraó mandou chamar a José, e o fizeram sair à pressa da masmorra; ele se barbeou, mudou de roupa e foi apresentar-se a Faraó.
15 Este lhe disse: Tive um sonho, e não há quem o interprete. Ouvi dizer, porém, a teu respeito que, quando ouves um sonho, podes interpretá-lo.
16 Respondeu-lhe José: Não está isso em mim; mas Deus dará resposta favorável a Faraó.
17 Então, contou Faraó a José: No meu sonho, estava eu de pé na margem do Nilo,
18 e eis que subiam dele sete vacas gordas e formosas à vista e pastavam no carriçal.
19 Após estas subiam outras vacas, fracas, mui feias à vista e magras; nunca vi outras assim disformes, em toda a terra do Egito.
20 E as vacas magras e ruins comiam as primeiras sete gordas;
21 e, depois de as terem engolido, não davam aparência de as terem devorado, pois o seu aspecto continuava ruim como no princípio. Então, acordei.
22 Depois, vi, em meu sonho, que sete espigas saíam da mesma haste, cheias e boas;
23 após elas nasceram sete espigas secas, mirradas e crestadas do vento oriental.
24 As sete espigas mirradas devoravam as sete espigas boas. Contei-o aos magos, mas ninguém houve que mo interpretasse.
25 Então, lhe respondeu José: O sonho de Faraó é apenas um; Deus manifestou a Faraó o que há de fazer.
26 As sete vacas boas serão sete anos; as sete espigas boas, também sete anos; o sonho é um só.
27 As sete vacas magras e feias, que subiam após as primeiras, serão sete anos, bem como as sete espigas mirradas e crestadas do vento oriental serão sete anos de fome.
28 Esta é a palavra, como acabo de dizer a Faraó, que Deus manifestou a Faraó que ele há de fazer.
29 Eis aí vêm sete anos de grande abundância por toda a terra do Egito.
30 Seguir-se-ão sete anos de fome, e toda aquela abundância será esquecida na terra do Egito, e a fome consumirá a terra;
31 e não será lembrada a abundância na terra, em vista da fome que seguirá, porque será gravíssima.
32 O sonho de Faraó foi dúplice, porque a coisa é estabelecida por Deus, e Deus se apressa a fazê-la.
33 Agora, pois, escolha Faraó um homem ajuizado e sábio e o ponha sobre a terra do Egito.
34 Faça isso Faraó, e ponha administradores sobre a terra, e tome a quinta parte dos frutos da terra do Egito nos sete anos de fartura.
35 Ajuntem os administradores toda a colheita dos bons anos que virão, recolham cereal debaixo do poder de Faraó, para mantimento nas cidades, e o guardem.
36 Assim, o mantimento será para abastecer a terra nos sete anos da fome que haverá no Egito; para que a terra não pereça de fome.
37 O conselho foi agradável a Faraó e a todos os seus oficiais.
38 Disse Faraó aos seus oficiais: Acharíamos, porventura, homem como este, em quem há o Espírito de Deus?
39 Depois, disse Faraó a José: Visto que Deus te fez saber tudo isto, ninguém há tão ajuizado e sábio como tu.
40 Administrarás a minha casa, e à tua palavra obedecerá todo o meu povo; somente no trono eu serei maior do que tu.
41 Disse mais Faraó a José: Vês que te faço autoridade sobre toda a terra do Egito.
42 Então, tirou Faraó o seu anel de sinete da mão e o pôs na mão de José, fê-lo vestir roupas de linho fino e lhe pôs ao pescoço um colar de ouro.
43 E fê-lo subir ao seu segundo carro, e clamavam diante dele: Inclinai-vos! Desse modo, o constituiu sobre toda a terra do Egito.
44 Disse ainda Faraó a José: Eu sou Faraó, contudo sem a tua ordem ninguém levantará mão ou pé em toda a terra do Egito.
45 E a José chamou Faraó de Zafenate-Panéia e lhe deu por mulher a Asenate, filha de Potífera, sacerdote de Om; e percorreu José toda a terra do Egito.
46 Era José da idade de trinta anos quando se apresentou a Faraó, rei do Egito, e andou por toda a terra do Egito.
47 Nos sete anos de fartura a terra produziu abundantemente.
48 E ajuntou José todo o mantimento que houve na terra do Egito durante os sete anos e o guardou nas cidades; o mantimento do campo ao redor de cada cidade foi guardado na mesma cidade.
49 Assim, ajuntou José muitíssimo cereal, como a areia do mar, até perder a conta, porque ia além das medidas.
50 Antes de chegar a fome, nasceram dois filhos a José, os quais lhe deu Asenate, filha de Potífera, sacerdote de Om.
51 José ao primogênito chamou de Manassés, pois disse: Deus me fez esquecer de todos os meus trabalhos e de toda a casa de meu pai.
52 Ao segundo, chamou-lhe Efraim, pois disse: Deus me fez próspero na terra da minha aflição.
53 Passados os sete anos de abundância, que houve na terra do Egito,
54 começaram a vir os sete anos de fome, como José havia predito; e havia fome em todas as terras, mas em toda a terra do Egito havia pão.
55 Sentindo toda a terra do Egito a fome, clamou o povo a Faraó por pão; e Faraó dizia a todos os egípcios: Ide a José; o que ele vos disser fazei.
56 Havendo, pois, fome sobre toda a terra, abriu José todos os celeiros e vendia aos egípcios; porque a fome prevaleceu na terra do Egito.
57 E todas as terras vinham ao Egito, para comprar de José, porque a fome prevaleceu em todo o mundo.


Texto de hoje do Blog da Bíblia (http://revivedbyhisword.org/en/bible/gen/41/):
Gên. 41 continua diretamente o mesmo tema de Gên. 40. Após dois anos na prisão, em parte devido ao esquecimento do copeiro, nós temos uma história que lembra o sonho de Nabucodonosor: os dois reis tiveram sonhos que os mágicos e os sábios não puderam interpretar e ambos os sonhos foram interpretados por um cativo judeu. Eu suspeito que tão logo o copeiro de lembrou de José, falou do caráter e talentos de José para Faraó. Seria razoável que antes de chamar José somente com base na história do copeiro, o rei tenha checado a informação com os oficiais da prisão. Portanto, o rei teria testemunho tanto do caráter quanto dos talentos de José. Adicionalmente, devido ao bom relacionamento com a liderança da prisão, não seria surpreendente que eles tivessem falado bem dele ao rei. Quão tentador poderia ser, após dois MAIS anos de cativeiro por um crime que nunca cometeu, tentar favorecer-se perante a corte alterando e ajustando a mensagem para que ela pareça mais aceitável e atraente para o rei. Ele poderia ter proclamado apenas os sete anos de fartura, ignorando a fome, ou talvez poderia ter aplicado os sete anos de fome para outro ou algo semelhante. Mas José não alterou a mensagem para cortejar o favor do rei. Ele a entregou precisa e completa embora, certamente, com todo o tato e respeito possíveis. Novamente vemos aqui José superar a preocupação egoísta de Judá em projetar uma imagem politicamente favorável. Isto é reforçado pela resposta imediata de José a Faraó de que ele não tinha capacidade de interpretar sonhos. Foi dom de Deus que isto pudesse ser possível. A humildade, integridade e caráter de José que brilharam em contraste com a personalidade camaleão de Judá.
Do mesmo modo como com Potifar, José é promovido ao poder e feito igual a Faraó, exceto quanto aos assuntos do trono. Em tudo isso, não vemos qualquer sinal de restos de amargura ou malícia.
José  sofreria pelo seu quase assassinato pelos seus irmãos, sequestrado e vendido como escravo pelos seus irmãos, falsamente acusado de tentativa de estupro, aprisionado injustamente por uma acusação falsa, mas, mesmo assim, irá atribuir tudo á providencial condução de Deus para preparar salvação para sua família da fome. Transparece que José tinha uma fé simples e inabalável de que Deus iria de alguma forma resolver as injustiças ao Seu bom tempo. Tal fé permite que se tenha graça em face da injustiça e maus tratos.

Stephen Bauer
Professor de Teologia e Ética
Universidade Adventista do Sul
Collegedale, Tennessee, EUA




Comentários bíblicos selecionados:
8 Como Nabucodonosor, séculos após, Faraó não pode encontrar um intérprete de sonhos adequado (Dan. 2:10). Mas ele conseguiu contar o sonho aos especialistas (Andrews Study Bible).


14 Os rituais de se lavar, barbear e vestir geralmente marcam a transição de um estado a outro (p. ex., os filhos de Araão durante o ritual de ordenação de sacerdotes; Lev. 8:6-13) (Andrews Study Bible).


16 A resposta de José é corajosa, considerando o fato de que os faraós eram considerados deuses (Andrews Study Bible).

17-31 Apesar de longos períodos de fome serem relativamente raros no Egito devido à regularidade do fluxo anual do Nilo, sete anos de fome estão bem documentados em fontes egípcias e outras (2 Sam. 24:13) (Andrews Study Bible).

33-36 José ousa aconselhar Faraó, apesar de não ter sido solicitado a fazê-lo. Agora. Sempre marca a transição entre fato e moral da história (Andrews Study Bible).

45 Zafenate-Panéia. Uma reconstrução do nome egípcio poderia ser "meu sustento é Deus, o que vive". Mudança de nome indica autoridade e também uma nova identidade (Dan. 1:7) (Andrews Study Bible).
Om. Isto é, Heliópolis; também no versículo 50  (Bíblia NVI). [Pelo casamento com José, a filha do sacerdote do culto ao sol se tornou adoradora do Deus vivo. O culto aos astros - que gerou a astrologia, ligada hoje ao movimento Nova Era - se opôs em todas as eras ao culto ao Deus criador. Observe o sentido da palavra Sunday]

46-52 Anos de plenitude se refletiram na vida pessoal de José: ele se casa com a filha de um influente oficial e tem dois filhos. Note que em contraste com as matriarcas anteriores, é ele quem dá nome aos filhos (Andrews Study Bible).

53-57 Uma fome regional chega como previsto, mas devido ao sábio conselho de José e sua administração, o Egito tem abundância de comida e alcança poder internacional (Andrews Study Bible).


Devocional domingo: Obra contínua



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Date: 2012/5/27
Subject: Obra contínua


Obra contínua

E os judeus perseguiam Jesus, porque fazia estas coisas no sábado. Mas Ele lhes disse: Meu Pai trabalha até agora, e Eu trabalho também. João 5:16-17.
Em Jerusalém, onde Jesus Se encontrava, havia muitos rabinos instruídos na lei. Ensinavam ao povo muitas de suas falsas idéias a respeito do sábado. Um grande número de pessoas vinha adorar no templo e então as idéias desses mestres eram divulgadas. Cristo desejava corrigir tais erros. Por esse motivo curou o homem em um dia de sábado e lhe ordenou que carregasse sua cama. Sabia que tal ato chamaria a atenção dos rabinos e daria a Ele a oportunidade de instruir o povo. Foi o que aconteceu. Os fariseus levaram Jesus perante o Sinédrio, o supremo conselho dos judeus, para que Se justificasse da acusação de ter violado o sábado.
O Salvador declarou que Sua ação estava em harmonia com a lei do sábado, e com a vontade e o procedimento de Deus: "Meu Pai trabalha até agora, e Eu trabalho também."
Deus trabalha incessantemente para sustentar a vida de cada criatura. Deveria Seu trabalho cessar no dia de sábado? Deveria Deus proibir o Sol de cumprir sua função de iluminar e aquecer a Terra e nutrir a vegetação no dia de sábado? [...]
Se assim fosse, o homem perderia os frutos da terra e as bênçãos que sustêm a vida. A natureza deve continuar o seu trabalho para que o homem não morra. As necessidades da vida devem ser atendidas, os doentes devem ser cuidados e supridas as necessidades dos carentes. Deus não deseja que Suas criaturas sofram horas de dor e sofrimento que podem ser aliviados no dia de sábado ou em qualquer outro dia.
O Céu jamais cessa a sua obra de fazer o bem. A lei proíbe de fazermos nosso próprio trabalho no dia do repouso de Deus. As atividades para a nossa subsistência devem cessar; nenhum trabalho para nossa satisfação pessoal ou lucro deve ser feito nesse dia. Mas o sábado não deve ser gasto em ociosidade. Como Deus cessou a Sua obra de criar e descansou no sábado, assim devemos nós também repousar de nossas atividades. Ele nos ordena colocar de lado nossas ocupações diárias e devotar a essas horas sagradas um repouso saudável, para adoração e para boas obras. — Vida de Jesus, 73, 74.
Este texto é do livro Ser como Jesus escrito por Ellen White.



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sábado, 26 de maio de 2012

Gênesis 40 - sábado, 26.05.2012 - comentado



1 Passadas estas coisas, aconteceu que o mordomo do rei do Egito e o padeiro ofenderam o seu senhor, o rei do Egito.
2 Indignou-se Faraó contra os seus dois oficiais, o copeiro-chefe e o padeiro-chefe.
3 E mandou detê-los na casa do comandante da guarda, no cárcere onde José estava preso.
4 O comandante da guarda pô-los a cargo de José, para que os servisse; e por algum tempo estiveram na prisão.
5 E ambos sonharam, cada um o seu sonho, na mesma noite; cada sonho com a sua própria significação, o copeiro e o padeiro do rei do Egito, que se achavam encarcerados.
6 Vindo José, pela manhã, viu-os, e eis que estavam turbados.
7 Então, perguntou aos oficiais de Faraó, que com ele estavam no cárcere da casa do seu senhor: Por que tendes, hoje, triste o semblante?
8 Eles responderam: Tivemos um sonho, e não há quem o possa interpretar. Disse-lhes José: Porventura, não pertencem a Deus as interpretações? Contai-me o sonho.
9 Então, o copeiro-chefe contou o seu sonho a José e lhe disse: Em meu sonho havia uma videira perante mim.
10 E, na videira, três ramos; ao brotar a vide, havia flores, e seus cachos produziam uvas maduras.
11 O copo de Faraó estava na minha mão; tomei as uvas, e as espremi no copo de Faraó, e o dei na própria mão de Faraó.
12 Então, lhe disse José: Esta é a sua interpretação: os três ramos são três dias;
13 dentro ainda de três dias, Faraó te reabilitará e te reintegrará no teu cargo, e tu lhe darás o copo na própria mão dele, segundo o costume antigo, quando lhe eras copeiro.
14 Porém lembra-te de mim, quando tudo te correr bem; e rogo-te que sejas bondoso para comigo, e faças menção de mim a Faraó, e me faças sair desta casa;
15 porque, de fato, fui roubado da terra dos hebreus; e, aqui, nada fiz, para que me pusessem nesta masmorra.
16 Vendo o padeiro-chefe que a interpretação era boa, disse a José: Eu também sonhei, e eis que três cestos de pão alvo me estavam sobre a cabeça;
17 e no cesto mais alto havia de todos os manjares de Faraó, arte de padeiro; e as aves os comiam do cesto na minha cabeça.
18 Então, lhe disse José: A interpretação é esta: os três cestos são três dias;
19 dentro ainda de três dias, Faraó te tirará fora a cabeça e te pendurará num madeiro, e as aves te comerão as carnes.
20 No terceiro dia, que era aniversário de nascimento de Faraó, deu este um banquete a todos os seus servos; e, no meio destes, reabilitou o copeiro-chefe e condenou o padeiro-chefe.
21 Ao copeiro-chefe reintegrou no seu cargo, no qual dava o copo na mão de Faraó;
22 mas ao padeiro-chefe enforcou, como José havia interpretado.
23 O copeiro-chefe, todavia, não se lembrou de José, porém dele se esqueceu.


Texto do Blog de hoje (http://revivedbyhisword.org/en/bible/gen/40/ ):
Blog da Bíblia
A história continua com José na prisão. O fato de ter Potifar aprisionado José ao invés de executá-lo mostra que ele implicitamente acreditava na inocência de José. Potifar temia algo na influência de sua esposa que o levou a não absolver a José, mas ele não o executou, como seria de esperar para alguém com tais acusações. Outro tema que continua é que, uma vez no Egito, seja no que for que José se envolva, Deus o abençoa e ele adquire o controle administrativo da situação em que se encontra. Gên. 39 se encerra com José como encarregado da prisão, com o carcereiro confiando tanto em José quanto Potifar confiava. Alguma coisa no caráter de José, combinado com boas habilidades o recomendaram ao carcereiro.
Dois acusados políticos são encarceirados e deixados sob os cuidados de José. Mesmo aqui, seu caráter compele os funcionários acusados a confiarem nele. Ao invés de se juntar a eles em suas reclamações de autopiedade por estarem presos sob acusações falsas, José se manteve atento à saúde emocional deles. Quando ambos têm sonhos, ele percebe a angústia e os questiona. Ele ouve seus sonhos e prepara-se para os interpretar. Um sonho foi fácil de transmitir  pois tinha uma boa notícia. “Você será solto e ganhará de volta seu antigo emprego.”
Boas notícias são fáceis de transmitir. Exceto por uma coisa.
Se as interpretações de José falharem, sua reputação pode ser manchada e ele poderia perder seu status na prisão, talvez até ser executado. José resolutamente diz a verdade, não importa se a notícia é boa ou ruim. Ele se preocupa com justiça, não com imagem. Ele não tenta manipular sua mensagem em busca de um favor no tribunal. Num momento em que ele procura uma oportunidade para buscar liberdade e compensação por sua prisão injusta, se aproveitar do momento lhe parece deslealmente oportunista e não foi fator dominante na decisão de José de entregar uma mensagem honesta e verdadeira. José, então, mostra superar Judá por não buscar proteger em primeiro lugar sua imagem, nesta tentação de degradar sua integridade moral. José está novamente em contraste com as conspirações e esquemas desonestos de Judá em Gên. 38. Que possamos demonstrar a integridade de José em nossas relações com os outros.

Stephen Bauer
Professor de Teologia e Ética
Universidade Adventista do Sul
Collegedale, Tennessee, EUA


Comentários bíblicos:

1-4 Dois dos mais altos oficiais da corte são jogados na prisão e são servidos por José. após estas coisas. Não há indicação clara de tempo. Sabemos apenas que o período da escravidão e da prisão de José durou aproximadamente 13 anos (37:2; 41:46) (Andrews Study Bible).

3 detê-los. Eles estavam esperando a sentença de Faraó (Bíblia de Genebra).

8 Sonhos são um importante e valioso meios de revelação. A pergunta retórica de José é em si um argumento contra a religião egípcia, onde a interpretação de sonhos era uma ciência e arte altamente paga. Um escravo estrangeiro desafia o pensamento egípcio corrente: é Deus quem não somente dá os sonhos, mas também provê a interpretação (41:16, 25, 28; Dan. 2:22, 28, 47) (Andrews Study Bible).
contai-me. José reconhecia a si mesmo como um profeta (37.5-11) (Bíblia de Genebra).

11 Os copos egípcios não tinham nem hastes nem alças; pelo que, eram colocados na mão. Eis um pormenor comprovador da veracidade da narrativa (Bíblia Shedd).

12 Como intérprete, José era excepcional. Seu coração puro estava aberto para Deus, e por isso ele podia decifrar os mistérios da vida humana (Comentário Bíblico Devocional - Velho Testamento).

13 reabilitará. Lit. "levantará tua cabeça". Uma expressão hebraica que geralmente significa "restaurar a honra" ou "livrar" (2Rs 25.27; Sl 24.7). Aqui, a expressão pode referir-se particularmente a uma audiência ritual com o Faraó, na qual o servo é destacado para uma atenção especial (v. 20). Note o trocadilho no v. 19, na qual uma pequena variação no hebraico  dá o significado "tirará fora a cabeça" (talvez uma referência à execução por decapitação) (Bíblia de Genebra).

19 te tirará fora a tua cabeça. A mesma expressão hebraica utilizada no v. 13, mas com sentido completamente distinto. A previsão da morte do padeiro e os pássaros em seguida comendo o seu corpo era a pior previsão para um egípcio que acreditava numa existência contínua da alma em uma pós vida (Andrews Study Bible).

20-22 Descreve o cumprimento do sonho. Sobre a importância do "terceiro dia", veja 22.3-6 (Andrews Study Bible).

20 Os aniversários de nascimento dos Faraós eram celebrados com grandes festas e com a libertação de prisioneiros. O copeiro chefe e o padeiro chefe eram pessoas de grande responsabilidade. Cumprir-lhes-ia exercer vigilância para que ficassem frustrados os constantes atentados contra a vida do Faraó. As evidências acumuladas contra o padeiro teriam comprovado que ele, e não o copeiro chefe estariam seriamente comprometido (Bíblia Shedd).

22 ao padeiro chefe enforcou. Não é uma referência ao enforcamento como método de execução, mas a exibição pública do corpo depois da morte (v. 13, Dt 21.22)20-22 Descreve o cumprimento do sonho. Sobre a importância do "terceiro dia", veja 22.3-6 (Andrews Study Bible).

23 A ingratidão do copeiro chefe está demonstrada no fato do esquecimento a que José ficara relegado. Aquele profundo desapontamento de José, pois que teve de continuar naquela prisão por mais de dois anos, Deus o tornou útil (pois ele não o haveria de esquecer) fazendo-o ainda mais capacitado para a oportuna exaltação a primeiro ministro. Digno de comparação é o caso dos quarenta anos que Moisés passara no deserto de Midiã, aguardando o tempo que Deus havia estabelecido para constituí-lo líder do povo de Israel na libertação do Egito (Bíblia Shedd).
O esquecimento do mordomo chefe lembra-nos de nosso vergonhoso esquecimento do redentor, que nos tirou do fundo do poço e nos remiu com Seu precioso sangue (Comentário Bíblico Devocional - Velho Testamento).


Devocional sábado: O sábado em família



---------- Forwarded message ----------
From: Revival and Reformation <reavivamentoereforma@ministerialassociation.org>
Date: 2012/5/26
Subject: O sábado em família


O sábado em família

Saberás, pois, que o Senhor, teu Deus, é Deus, o Deus fiel, que guarda a aliança e a misericórdia até mil gerações aos que O amam e cumprem os Seus mandamentos. Deuteronômio 7:9.


Pais, examinem as Escrituras, não sejam apenas ouvintes, mas praticantes da Palavra. Alcancem a norma de Deus na educação de seus filhos. Permitam que eles os vejam fazendo os preparativos para o sábado nos dias úteis da semana. Todos os preparativos devem ser feitos, cada conserto reparado nos seis dias da semana; a refeição para o sábado deve estar pronta no dia de preparação. É possível deixar tudo em ordem, se se tomar isso como regra.
Expliquem aos filhos esse seu procedimento e induza-os a ajudarem na preparação, a fim de observar o sábado segundo o mandamento. Levem seus filhos a considerarem o sábado deleitoso, o dia dos dias, o santo dia do Senhor, digno de honra. [...]
Na sexta-feira, a roupa das crianças [...] já deve ter sido toda preparada por suas próprias mãos sob a direção da mãe, para que possam vesti-la calmamente, sem qualquer confusão ou correria e palavras precipitadas. [...] Este é o santo dia de Deus, o dia que Ele reservou para comemorar Suas atividades criadoras, um dia que Ele abençoou e santificou. [...]
No sábado, os pais devem dedicar todo o tempo que puderem para seus filhos, tornando-o assim um deleite. Tenho visto muitas famílias em que pais, mães e outros membros mais velhos do lar se afastam das crianças mais jovens, deixando que entretenham a si mesmas do melhor modo que puderem. Depois de algum tempo, as crianças se cansam, vão para fora e se envolvem em jogos ou outro tipo de travessura. Assim o sábado não tem significado santo para eles. Quando o clima está agradável os pais podem sair com seus filhos para uma caminhada nos campos e bosques, e conversar com eles sobre as altas árvores, os arbustos e as flores, e ensinar-lhes que Deus é o Criador de todas essas coisas. Então ensinem-lhes a razão do sábado, que é comemorar as obras criadas por Deus. Após trabalhar seis dias, Ele descansou no sétimo, e abençoou e santificou o dia de Seu descanso. Desse modo, a mais proveitosa instrução pode ser dada. — Lake Union Herald, 14 de Abril de 1909.
Este texto é do livro Ser como Jesus escrito por Ellen White.



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