Comentário devocional:
Paulo termina esta carta (que é, pelo menos, a terceira de uma série de cartas) com a promessa de visitá-los uma terceira vez (v. 1). Ele lhes promete: "quando voltar, não os pouparei" (v 2). Tendo em vista que haviam exigido prova de que Cristo estava falando através de Paulo, agora deveriam estar preparados para Cristo demonstrar o Seu poder (v. 3).
Como um apóstolo, Paulo aconselha os crentes de Corinto que se examinem cuidadosamente para verificar se ainda estão na fé verdadeira e plena (vs. 5). Sua oração era que eles fizessem essa avaliação pessoal e se afastassem de qualquer maldade (v 7).
A igreja de Corinto nos lembra que uma igreja perfeita não existe e não existiu mesmo entre os primeiros crentes. Enquanto a igreja do Novo Testamento muitas vezes é mostrada como modelo, é ainda mais importante aprender com os erros daquela igreja. Conflitos e problemas traziam perturbação tanto naquela época como hoje. Ao contemplarmos as dificuldades devemos nos lembrar da promessa: "nada podemos contra a verdade, mas somente em favor da verdade" (v. 8). A verdade triunfa e triunfará porque é a expressão do caráter de Deus.
Como crentes, temos a responsabilidade de usar toda a influência que temos para construir a igreja. Paulo afirma que preferiria em muito usar sua autoridade apostólica para edificar e não para disciplinar os membros (v. 10).
Paulo se despede (vs. 11-13) com palavras que demonstram sua afeição pessoal. O modo como ele finaliza a carta é significativo: "A graça do Senhor Jesus Cristo, o amor de Deus e a comunhão do Espírito Santo sejam com todos vocês" (v 14). Esta declaração trinitária de claro contexto de igualdade entre as pessoas da divindade nos é um lembrete de como aqueles crentes, e todos os crentes cristãos deveriam agir em relação uns aos outros. Compartilhamos da mesma esperança e devemos preservar os laços de apreciação uns pelos outros até que todos nos reunamos com o nosso Senhor, Jesus Cristo, em sua segunda vinda.
Michael Campbell
AIIAS
Filipinas
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/2co/13/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: II Coríntios 13
Comentários em áudio
Plano mundial de Reavivamento e Reforma, pela leitura devocional de um capítulo da Bíblia por dia. De abril de 2012 a julho de 2015.
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domingo, 12 de abril de 2015
II Coríntios 13
quinta-feira, 12 de março de 2015
Romanos 14
Comentário devocional:
Aqui Paulo lida com diferentes práticas dentro da fé cristã. A leitura deste capítulo, juntamente com 1 Coríntios 8, onde ele lida com as mesmas questões, nos dá uma melhor compreensão do que Paulo está ensinando. Naquele tempo, os cristãos estavam se perguntando se era ou não lícito comprar carnes vendidas no mercado que haviam sido sacrificadas a ídolos. Havia alguns que haviam abandonado as práticas pagãs e tinham escrúpulos em comer destes alimentos. A estes, Paulo os exorta a não comerem destes alimentos, se assim sentissem desejos de voltar à sua antiga prática da adoração de ídolos. Outros poderiam comer a mesma comida e nem pensar a respeito dos ídolos aos quais estes alimentos haviam sido sacrificados. Paulo encoraja aos que comem esse alimento que não desprezem aqueles que não comem. E, por outro lado, exorta aqueles que não comem esses alimentos a não julgarem aqueles que o fazem (vs. 3, 4).
Paulo também aborda o fato de que alguns cristãos observavam os dias das festas cerimoniais, enquanto outros não os observavam (veja Gálatas 4:10). O apóstolo diz que cada um deve estar "plenamente convicto em sua própria mente" (v. 5, NVI). Em outras palavras, a questão das comidas sacrificadas a ídolos, e a observância de dias cerimoniais não era uma questão de salvação (vs. 5, 6). No entanto, Paulo lembra aos crentes que nenhum homem vive para si mesmo e ninguém morre para si mesmo (v. 7). O que fazemos afeta os que nos rodeiam. Em seguida, ele afirma que todos estaremos diante do tribunal de Cristo e seremos julgados de acordo com as nossas ações, não as dos outros (vs. 8-12).
Então, até o final do capítulo, Paulo volta ao assunto inicial. Paulo está pessoalmente convencido de que comer carnes sacrificadas a ídolos não contamina ninguém. E embora ele tenha exortado ambos os lados a não julgarem uns aos outros, ele se preocupa que aqueles que são espiritualmente fracos possam perder sua fé ao verem outros cristãos fazendo coisas que acham erradas, ou seja, comendo alimentos que tenham sido sacrificadas aos ídolos. Com base nessas preocupações, Paulo encoraja aqueles que são fortes na fé que se abstenham de comer ou beber qualquer coisa que possa ofender a um irmão,fazendo assim que ele deixe de seguir a Cristo (vs. 21-23).
Como pode ser visto neste capítulo, Paulo não está lidando com a ingestão de alimentos puros ou impuros, como muitos cristãos afirmam, ou guardar ou não dias cerimoniais. E, sim, em respeitar o ponto de vista/a consciência de nossos irmãos. Os princípios são claros:. devemos evitar fazer qualquer coisa que possa fazer os novos na fé retornarem ao que faziam antes de se tornarem cristãos.
Norman McNulty
Neurologista, TN, EUA
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rom/14/
Traduzido por JDS/JAQ
Texto bíblico: Romanos 14
Comentário em áudio
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015
Atos 27
Comentário devocional:
Poderíamos nos perguntar do porquê de Lucas ter inserido tantos detalhes desta viagem de navio e seu naufrágio, em detrimento aos demais incidentes, presumivelmente mais significativos na vida de Paulo. Lucas utilizou 44 versos para contar esta história – fascinante, com certeza – enquanto que para o ministério em Icônio, Listra e Derbe foram apenas 28 versos, e para o ministério de 18 meses em Corinto foram apenas 17 versos.
Ellen White sugere que a razão para a longa descrição foi registrar como a tripulação e os presos do navio foram capazes de "testemunhar o poder de Deus através de Paulo e que os pagãos também pudessem ouvir do nome de Jesus" (Primeiros Escritos, p. 207). Paulo não estava indo para Roma da maneira que planejara inicialmente, mas Deus esteve com ele por todo o caminho, e isto se tornou claro para os incrédulos. Lucas, o médico amado, acompanhou o homem de Deus, porque a saúde de Paulo havia se deteriorado. No caso de Aristarco, estudiosos sugerem que a única maneira dele poder ter acompanhado Paulo em sua viagem a Roma, foi se houvesse se tornado um escravo de Paulo por sua própria escolha. Uma vez em Roma, Paulo refere-se a este amigo da Macedônia como seu companheiro de prisão (Col 4:10).
Paulo interveio quatro vezes durante a viagem. Sua primeira intervenção foi enquanto estavam ancorados em Bons Portos, na ilha de Creta. Ele foi contrário a navegar para Roma nas condições climáticas do inverno que havia começado. O problema era que o porto não era adequado para se atracar por lá durante o inverno. Uma vez que o navio transportava prisioneiros, o centurião que era o responsável pela viagem, mais do que inclusive o capitão ou o proprietário do barco, decidiu ir em frente. Isto se provou ser um grande erro. Os ventos eram contrários e o medo de naufrágio era tão grande real que tiveram que amarrar cordas em torno do navio para que não se despedaçasse (v.17). As coisas estavam muito ruins e todos perderam a esperança.
Depois veio uma segunda intervenção de Paulo. Ele disse a todos que um anjo de Deus lhe tinha assegurado de que iriam chegar a Roma e não haveria nenhuma perda de vida (vv.21-24). Isto deve ter sido um real encorajamento tanto para a tripulação quanto para os soldados. Isso também mostra que Paulo estivera orando pelas vidas dos que estavam a bordo do navio.
Duas semanas depois, porém, ainda sob tempestade, pareceu que a viagem iria chegar a um fim trágico. Os marinheiros estavam tentando escapar. Então, Paulo interveio novamente. E disse ao centurião que eles precisavam manter os marinheiros a bordo. E que todos deveriam comer para recuperar as forças. Devido à preocupação ou enjoo, ninguém tinha se alimentado adequadamente durante duas semanas. Comer novamente deu-lhes força para aliviar a carga do navio.
A última intervenção de Paulo não foi com palavras. Quando o navio atingiu a costa da ilha de Malta e começou a quebrar-se, os soldados estavam prontos para matar os prisioneiros para que nenhum escapasse, porque eles teriam que pagar por isso com suas vidas. Mas o centurião encarregado determinou-se a salvar a Paulo e, assim, todos os presos foram salvos. A vida de uma pessoa verdadeiramente piedosa pode fazer a diferença de vida ou morte para todos aqueles ao seu redor.
Ron E. M. Clouzet
Diretor de Evangelismo do Instituto NAD
Professor de Ministério e Teologia do Seminário da Universidade Andrews
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/act/27/
Traduzido por JAQ/GASQ
Texto bíblico: Atos 27
Comentário em áudio
Poderíamos nos perguntar do porquê de Lucas ter inserido tantos detalhes desta viagem de navio e seu naufrágio, em detrimento aos demais incidentes, presumivelmente mais significativos na vida de Paulo. Lucas utilizou 44 versos para contar esta história – fascinante, com certeza – enquanto que para o ministério em Icônio, Listra e Derbe foram apenas 28 versos, e para o ministério de 18 meses em Corinto foram apenas 17 versos.
Ellen White sugere que a razão para a longa descrição foi registrar como a tripulação e os presos do navio foram capazes de "testemunhar o poder de Deus através de Paulo e que os pagãos também pudessem ouvir do nome de Jesus" (Primeiros Escritos, p. 207). Paulo não estava indo para Roma da maneira que planejara inicialmente, mas Deus esteve com ele por todo o caminho, e isto se tornou claro para os incrédulos. Lucas, o médico amado, acompanhou o homem de Deus, porque a saúde de Paulo havia se deteriorado. No caso de Aristarco, estudiosos sugerem que a única maneira dele poder ter acompanhado Paulo em sua viagem a Roma, foi se houvesse se tornado um escravo de Paulo por sua própria escolha. Uma vez em Roma, Paulo refere-se a este amigo da Macedônia como seu companheiro de prisão (Col 4:10).
Paulo interveio quatro vezes durante a viagem. Sua primeira intervenção foi enquanto estavam ancorados em Bons Portos, na ilha de Creta. Ele foi contrário a navegar para Roma nas condições climáticas do inverno que havia começado. O problema era que o porto não era adequado para se atracar por lá durante o inverno. Uma vez que o navio transportava prisioneiros, o centurião que era o responsável pela viagem, mais do que inclusive o capitão ou o proprietário do barco, decidiu ir em frente. Isto se provou ser um grande erro. Os ventos eram contrários e o medo de naufrágio era tão grande real que tiveram que amarrar cordas em torno do navio para que não se despedaçasse (v.17). As coisas estavam muito ruins e todos perderam a esperança.
Depois veio uma segunda intervenção de Paulo. Ele disse a todos que um anjo de Deus lhe tinha assegurado de que iriam chegar a Roma e não haveria nenhuma perda de vida (vv.21-24). Isto deve ter sido um real encorajamento tanto para a tripulação quanto para os soldados. Isso também mostra que Paulo estivera orando pelas vidas dos que estavam a bordo do navio.
Duas semanas depois, porém, ainda sob tempestade, pareceu que a viagem iria chegar a um fim trágico. Os marinheiros estavam tentando escapar. Então, Paulo interveio novamente. E disse ao centurião que eles precisavam manter os marinheiros a bordo. E que todos deveriam comer para recuperar as forças. Devido à preocupação ou enjoo, ninguém tinha se alimentado adequadamente durante duas semanas. Comer novamente deu-lhes força para aliviar a carga do navio.
A última intervenção de Paulo não foi com palavras. Quando o navio atingiu a costa da ilha de Malta e começou a quebrar-se, os soldados estavam prontos para matar os prisioneiros para que nenhum escapasse, porque eles teriam que pagar por isso com suas vidas. Mas o centurião encarregado determinou-se a salvar a Paulo e, assim, todos os presos foram salvos. A vida de uma pessoa verdadeiramente piedosa pode fazer a diferença de vida ou morte para todos aqueles ao seu redor.
Ron E. M. Clouzet
Diretor de Evangelismo do Instituto NAD
Professor de Ministério e Teologia do Seminário da Universidade Andrews
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/act/27/
Traduzido por JAQ/GASQ
Texto bíblico: Atos 27
Comentário em áudio
terça-feira, 10 de fevereiro de 2015
Atos 12
Comentário devocional:
A igreja cristã enfrentava sua pior crise desde a crucificação de Jesus. O Rei Herodes tinha executado o primeiro apóstolo, Tiago, e aprisionado a Pedro com a intenção de matá-lo em breve.
Pouco antes de sua planejada execução Pedro dormia "entre dois soldados, acorrentado com duas cadeias, e sentinelas à porta guardavam o cárcere" (verso 6, ARA). Talvez ele imaginasse que esta poderia ser sua última noite. A fé de Pedro entretanto era forte e permitia que ele dormisse naquelas circunstâncias. Mas o tempo de Pedro ainda não havia chegado e um anjo o conduziu para fora da prisão.
Tendo perdido um apóstolo para executar, Herodes explodiu em raiva e ordenou que os guardas da prisão fossem mortos. Pedro foi libertado por um anjo e os guardas foram mortos. Isto oferece uma lição para nós. Assim como pessoas são abençoadas pela associação com os justos, pessoas sofrem por se associarem com os ímpios.
Querido Deus, dá-me discernimento para andar com os sábios e evitar a companhia dos tolos. Aumenta a minha fé de tal maneira que eu consiga dormir, mesmo quando cercado por lutas e dificuldades, por saber que estás assentado no trono do Céu e diriges todo o universo. Amém.
Andrew McChesney
Editor de notícias da Adventist Review
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/act/12/
Traduzido por JDS/JAQ
Texto bíblico: Atos 12
Comentários em áudio
A igreja cristã enfrentava sua pior crise desde a crucificação de Jesus. O Rei Herodes tinha executado o primeiro apóstolo, Tiago, e aprisionado a Pedro com a intenção de matá-lo em breve.
Pouco antes de sua planejada execução Pedro dormia "entre dois soldados, acorrentado com duas cadeias, e sentinelas à porta guardavam o cárcere" (verso 6, ARA). Talvez ele imaginasse que esta poderia ser sua última noite. A fé de Pedro entretanto era forte e permitia que ele dormisse naquelas circunstâncias. Mas o tempo de Pedro ainda não havia chegado e um anjo o conduziu para fora da prisão.
Tendo perdido um apóstolo para executar, Herodes explodiu em raiva e ordenou que os guardas da prisão fossem mortos. Pedro foi libertado por um anjo e os guardas foram mortos. Isto oferece uma lição para nós. Assim como pessoas são abençoadas pela associação com os justos, pessoas sofrem por se associarem com os ímpios.
Querido Deus, dá-me discernimento para andar com os sábios e evitar a companhia dos tolos. Aumenta a minha fé de tal maneira que eu consiga dormir, mesmo quando cercado por lutas e dificuldades, por saber que estás assentado no trono do Céu e diriges todo o universo. Amém.
Andrew McChesney
Editor de notícias da Adventist Review
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/act/12/
Traduzido por JDS/JAQ
Texto bíblico: Atos 12
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confiança em Deus,
Herodes Agripa,
influência,
Pedro,
sabedoria
segunda-feira, 29 de setembro de 2014
Miqueias 3
Comentário devocional:
Existe nos Estados Unidos uma proteção legal para os funcionários públicos que descobrem e denunciam uma atividade ilegal no órgão em que trabalham. É chamada de "Lei de Proteção ao Denunciante de 1989". Funcionários e candidatos a funcionários não podem ser discriminados por revelar uma atividade ilegal. A finalidade dessa proteção é evitar retaliação por parte daqueles em posição de autoridade contra o denunciante que relatou a má conduta.
Miquéias não tinha uma lei assim a lhe proteger dos líderes e outros profetas de Israel, porém não teve medo de fazer o que devia fazer: denunciar as injustiças. Neste capítulo, ele tem algumas mensagens muito diretas para as pessoas no poder: "Escutem, líderes e autoridades de Israel! Vocês deviam praticar a justiça e, no entanto, odeiam o bem e amam o mal."(Miquéias 3:1-2, NTLH).
Em Atos dos Apóstolos, lemos: "Solenes são as responsabilidades impendentes sobre os que são chamados a agir como dirigentes na igreja de Deus na Terra." (p. 92). É simples: líderes sempre terão outras pessoas olhando para eles, e por causa de sua influência expandida, eles têm mais responsabilidade de viver como exemplos cristãos em todos os aspectos da vida.
Em certo sentido, todos somos líderes, porque a liderança é influência e todos nós influenciamos a outros. Representamos mal ao Salvador a quem servimos quando não exibimos virtudes cristãs em nossas vidas - usando uma linguagem que humilha as pessoas, perdendo a calma ou não praticando a humildade.
Que, pela graça de Deus, possamos ser justos em todos os nossos procedimentos. E que nossa vida de pureza possa repreender o erro e inspirar outros a serem semelhantes ao nosso Salvador.
Gordon Bietz
Presidente Southern Adventist University
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/mic/3/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Miqueias 3
Comentário em áudio
Existe nos Estados Unidos uma proteção legal para os funcionários públicos que descobrem e denunciam uma atividade ilegal no órgão em que trabalham. É chamada de "Lei de Proteção ao Denunciante de 1989". Funcionários e candidatos a funcionários não podem ser discriminados por revelar uma atividade ilegal. A finalidade dessa proteção é evitar retaliação por parte daqueles em posição de autoridade contra o denunciante que relatou a má conduta.
Miquéias não tinha uma lei assim a lhe proteger dos líderes e outros profetas de Israel, porém não teve medo de fazer o que devia fazer: denunciar as injustiças. Neste capítulo, ele tem algumas mensagens muito diretas para as pessoas no poder: "Escutem, líderes e autoridades de Israel! Vocês deviam praticar a justiça e, no entanto, odeiam o bem e amam o mal."(Miquéias 3:1-2, NTLH).
Em Atos dos Apóstolos, lemos: "Solenes são as responsabilidades impendentes sobre os que são chamados a agir como dirigentes na igreja de Deus na Terra." (p. 92). É simples: líderes sempre terão outras pessoas olhando para eles, e por causa de sua influência expandida, eles têm mais responsabilidade de viver como exemplos cristãos em todos os aspectos da vida.
Em certo sentido, todos somos líderes, porque a liderança é influência e todos nós influenciamos a outros. Representamos mal ao Salvador a quem servimos quando não exibimos virtudes cristãs em nossas vidas - usando uma linguagem que humilha as pessoas, perdendo a calma ou não praticando a humildade.
Que, pela graça de Deus, possamos ser justos em todos os nossos procedimentos. E que nossa vida de pureza possa repreender o erro e inspirar outros a serem semelhantes ao nosso Salvador.
Gordon Bietz
Presidente Southern Adventist University
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/mic/3/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Miqueias 3
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segunda-feira, 5 de maio de 2014
Jeremias 4
Comentário devocional:
Tenho em minha estante uma pequena coleção de livros sobre como testemunhar eficazmente. Nestes livros, cristãos experientes conseguiram resumir em apenas algumas páginas a ciência de partilhar Jesus. Mas, tendo em vista a natureza humana, tenho que reconhecer que os escritores que escrevem sobre a ciência de como espalhar o pecado tem tido mais sucesso. Reconheço que este é um pensamento assustador.
Desde o momento em que o pecado passou a existir entre nós, os pecadores gostam de ensinar outros a se juntar a eles em prazeres malignos. Foi por isso que Deus destruiu o mundo através do dilúvio: "O Senhor viu que a perversidade do homem tinha aumentado na terra e que toda inclinação dos pensamentos do seu coração era sempre e somente para o mal" (Gn 6:5 NVI). Centenas de anos mais tarde, Salomão disse que uma das sete coisas que o Senhor odeia é um "coração que traça planos perversos, pés que se apressam para fazer o mal" (Prov. 6:18 NVI).
Anos de pecado podem dar a uma pessoa o conhecimento de como levar outras pessoas ao caminho errado. Mas que enorme desperdício de tempo e energia! Quando eu comecei a buscar a Deus sinceramente, aos 33 anos de idade, olhei para trás com horror e vi uma vida desperdiçada. Jesus habitou entre nós por 33 anos e salvou o mundo. Na minha loucura eu nada tinha realizado para o Senhor durante esses meus anos!
Deus vê esta loucura em muitos de nós e diz: "O meu povo é tolo, eles não me conhecem. São crianças insensatas que nada compreendem. São hábeis para praticar o mal, mas não sabem fazer o bem." (Jeremias 4:22 NVI).
Oremos: "Querido Deus, querendo ou não, estou sempre influenciando pessoas. Elas aprendem com minhas palavras e ações. Por favor, me ensine a ser um bom representante Teu. Permita que outros vejam Tuas palavras e Tuas ações na minha vida e, através delas, sejam atraídos para Ti. Amém".
Andrew McChesney
Jornalista na Rússia
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jer/4/
Traduzido por JAQ/JDS/GASQ
Texto bíblico: Jeremias 4
Tenho em minha estante uma pequena coleção de livros sobre como testemunhar eficazmente. Nestes livros, cristãos experientes conseguiram resumir em apenas algumas páginas a ciência de partilhar Jesus. Mas, tendo em vista a natureza humana, tenho que reconhecer que os escritores que escrevem sobre a ciência de como espalhar o pecado tem tido mais sucesso. Reconheço que este é um pensamento assustador.
Desde o momento em que o pecado passou a existir entre nós, os pecadores gostam de ensinar outros a se juntar a eles em prazeres malignos. Foi por isso que Deus destruiu o mundo através do dilúvio: "O Senhor viu que a perversidade do homem tinha aumentado na terra e que toda inclinação dos pensamentos do seu coração era sempre e somente para o mal" (Gn 6:5 NVI). Centenas de anos mais tarde, Salomão disse que uma das sete coisas que o Senhor odeia é um "coração que traça planos perversos, pés que se apressam para fazer o mal" (Prov. 6:18 NVI).
Anos de pecado podem dar a uma pessoa o conhecimento de como levar outras pessoas ao caminho errado. Mas que enorme desperdício de tempo e energia! Quando eu comecei a buscar a Deus sinceramente, aos 33 anos de idade, olhei para trás com horror e vi uma vida desperdiçada. Jesus habitou entre nós por 33 anos e salvou o mundo. Na minha loucura eu nada tinha realizado para o Senhor durante esses meus anos!
Deus vê esta loucura em muitos de nós e diz: "O meu povo é tolo, eles não me conhecem. São crianças insensatas que nada compreendem. São hábeis para praticar o mal, mas não sabem fazer o bem." (Jeremias 4:22 NVI).
Oremos: "Querido Deus, querendo ou não, estou sempre influenciando pessoas. Elas aprendem com minhas palavras e ações. Por favor, me ensine a ser um bom representante Teu. Permita que outros vejam Tuas palavras e Tuas ações na minha vida e, através delas, sejam atraídos para Ti. Amém".
Andrew McChesney
Jornalista na Rússia
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jer/4/
Traduzido por JAQ/JDS/GASQ
Texto bíblico: Jeremias 4
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pecado,
sentido da vida,
testemunho
quinta-feira, 30 de janeiro de 2014
Provérbios 26
Comentário devocional:
Provérbios 26:18-19 diz: "Como o louco que atira brasas e flechas mortais, assim é o homem que engana o seu próximo e diz: ‘Eu estava só brincando!’ ” (NVI).
A lição que podemos aprender com este versículo é que as palavras têm a capacidade de ferir. Davi conhecia o poder para o bem e para o mal das palavras quando orou: "Coloca, Senhor, uma guarda à minha boca; vigia a porta de meus lábios” (Salmo 141:3 NVI).
Seu filho Salomão também disse: "Quem é cuidadoso no que fala evita muito sofrimento" (Provérbios 21:23 NVI).
O que Davi e Salomão quiseram nos dizer é que temos que ter cuidado com nossas palavras; até mesmo os reis precisam escolhê-las cuidadosamente.
Através de suas experiências pessoais, Davi e Salomão devem ter entendido o quanto as palavras podem levar as pessoas a ficarem a favor ou contra eles.
Quando Davi estava fugindo de Saul, certamente utilizou palavras de incentivo ao seu pequeno grupo de seguidores fiéis. Palavras motivadoras também devem ter sido fundamentais para que seus homens vencessem a batalha contra o exército de Absalão.
Antes de falar, peçamos, em oração, a Deus, que nos ajude a falar bem. Uma boa prática é perguntar sempre: "Minhas palavras edificarão ou derrubarão as pessoas?
Fale hoje palavras de amor que construam nos outros cidadãos para o reino de Deus.
Senhor, o que Davi e Salomão disseram é tão verdadeiro! As palavras podem ferir ou construir. Por favor me ajude hoje e todos os dias a ser cuidadoso com o que digo e como digo. Amém.
John Huynh
Hope Channel, USA
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/pro/26/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Provérbios 26
Provérbios 26:18-19 diz: "Como o louco que atira brasas e flechas mortais, assim é o homem que engana o seu próximo e diz: ‘Eu estava só brincando!’ ” (NVI).
A lição que podemos aprender com este versículo é que as palavras têm a capacidade de ferir. Davi conhecia o poder para o bem e para o mal das palavras quando orou: "Coloca, Senhor, uma guarda à minha boca; vigia a porta de meus lábios” (Salmo 141:3 NVI).
Seu filho Salomão também disse: "Quem é cuidadoso no que fala evita muito sofrimento" (Provérbios 21:23 NVI).
O que Davi e Salomão quiseram nos dizer é que temos que ter cuidado com nossas palavras; até mesmo os reis precisam escolhê-las cuidadosamente.
Através de suas experiências pessoais, Davi e Salomão devem ter entendido o quanto as palavras podem levar as pessoas a ficarem a favor ou contra eles.
Quando Davi estava fugindo de Saul, certamente utilizou palavras de incentivo ao seu pequeno grupo de seguidores fiéis. Palavras motivadoras também devem ter sido fundamentais para que seus homens vencessem a batalha contra o exército de Absalão.
Antes de falar, peçamos, em oração, a Deus, que nos ajude a falar bem. Uma boa prática é perguntar sempre: "Minhas palavras edificarão ou derrubarão as pessoas?
Fale hoje palavras de amor que construam nos outros cidadãos para o reino de Deus.
Senhor, o que Davi e Salomão disseram é tão verdadeiro! As palavras podem ferir ou construir. Por favor me ajude hoje e todos os dias a ser cuidadoso com o que digo e como digo. Amém.
John Huynh
Hope Channel, USA
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/pro/26/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Provérbios 26
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poder da palavra
domingo, 7 de abril de 2013
I Crônicas 18
Texto bíblico àI Crônicas 18
O relato bíblico nos informa que Davi reinou sobre todo o Israel fazendo o que era reto e justo para todo o seu povo. Como é feliz o povo cujos governantes administram com justiça, não oprimindo os pobres ou favorecendo aos poderosos nos tribunais.
Devido a fidelidade de Davi, Deus lhe concedeu vitória após vitória contra seus inimigos. Ele derrotou os edomitas, os moabitas, os amonitas, os filisteus e os amalequitas. Com a prata e o ouro destas nações Davi consagrou ao Senhor. Ele reconheceu que a vitória contra estes poderosos inimigos somente somente havia sido possível graças a proteção de Deus sobre os seus soldados.
Um reino próspero e justo não se constrói da noite para o dia. Levou tempo para que Davi conseguisse todas estas vitórias. Os altos oficiais do governo foram importantes para a prosperidade política e espiritual da nação. Com a ajuda deles, Davi estendeu o seu reino até próximo ao rio Eufrates (1Crônicas 18:3). Seus nomes foram registrados como um tributo pelo que realizaram em prol do povo de Deus.
A construção de um caráter nobre também leva tempo. O Espírito Santo utiliza circunstâncias e pessoas para nos ajudar a vencer nossas falhas de caráter. Agradeça aqueles que tem sido uma influência positiva em sua vida. Dê a eles um lugar de honra em suas memórias e em suas orações.
Pai querido, obrigado pelos homens e mulheres que me incentivaram a dar passos na direção dos Teus sonhos para mim.
Ministério da Oração
Devido a fidelidade de Davi, Deus lhe concedeu vitória após vitória contra seus inimigos. Ele derrotou os edomitas, os moabitas, os amonitas, os filisteus e os amalequitas. Com a prata e o ouro destas nações Davi consagrou ao Senhor. Ele reconheceu que a vitória contra estes poderosos inimigos somente somente havia sido possível graças a proteção de Deus sobre os seus soldados.
Um reino próspero e justo não se constrói da noite para o dia. Levou tempo para que Davi conseguisse todas estas vitórias. Os altos oficiais do governo foram importantes para a prosperidade política e espiritual da nação. Com a ajuda deles, Davi estendeu o seu reino até próximo ao rio Eufrates (1Crônicas 18:3). Seus nomes foram registrados como um tributo pelo que realizaram em prol do povo de Deus.
A construção de um caráter nobre também leva tempo. O Espírito Santo utiliza circunstâncias e pessoas para nos ajudar a vencer nossas falhas de caráter. Agradeça aqueles que tem sido uma influência positiva em sua vida. Dê a eles um lugar de honra em suas memórias e em suas orações.
Pai querido, obrigado pelos homens e mulheres que me incentivaram a dar passos na direção dos Teus sonhos para mim.
Jobson Santos
Rede Novo TempoMinistério da Oração
Versão em português do texto postado originalmente no blog da Bíblia, em 7 de abril de 2013, domingo, dentro do plano mundial Reavivados por Sua Palavra de leitura de um capítulo por dia, promovido pela Igreja Adventista do Sétimo Dia.
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