Comentário devocional:
Precisamos fazer esta pergunta a nós mesmos: "Qual a origem das brigas, guerras e contendas?" (v. 1). Este comportamento conflituoso começa dentro de nós e está diretamente relacionado a nossos desejos (v. 2). Pelo fato de querermos certas coisas e não as alcançarmos, não importa o quão duro trabalhemos, nos sentimos amargos ou derrotados. Então discutimos e expressamos raiva.
Por outro lado, existem coisas que desejamos que o Senhor nos conceda, mas não nos preocupamos em pedir a Ele, então não as conseguimos. Às vezes, até nos lembramos de pedir ao Pai Celestial por nossos desejos, mas Ele não concede nossos pedidos porque pedimos pelas razões erradas (v. 3). Pedimos egoisticamente.
O que a Bíblia quer dizer ao afirmar que Deus é zeloso pelos seus filhos (v. 5)? Significa que Deus anseia em estabelecer um relacionamento com eles. Ele deseja ter uma conexão significativa conosco para que possa nos ajudar a crescer até o nosso pleno potencial. Então Ele graciosa e livremente oferece Sua maravilhosa graça para nos ajudar a mudar e amadurecer. As Escrituras dizem que Deus concede a Sua graça àqueles se submetem a Ele (v. 7a). Ele não oferece a mesma graça ao orgulhoso e arrogante. Não se trata de Ele não estar disposto a dar-lhes Sua graça; é que eles não iriam reconhecê-la e submeterem-se ao poder transformador de Deus.
A chave para tudo isso é a nossa vontade. Precisamos render nossa vontade a Deus e estabelecer uma resistência mental ao diabo e suas tentações. Quando fazemos isso de forma consistente, em nome de Cristo, o demônio acabará por fugir de nós (v. 7b).
Não devemos tomar parte em fofocas contra os nossos amigos e familiares. Qualquer um que fala falsidades contra seus irmãos ou irmãs nas suas costas para destruir sua reputação está assumindo o papel de juiz. Quando fazemos isso, estamos nos colocando não só acima da lei de Deus, mas acima do próprio Deus (vs. 11-12).
Em resumo, devemos rejeitar tudo o que é mau à nossa volta e deixar que Deus purifique nossos processos de pensamento. Acima de tudo, precisamos parar de tentar manter um pé no mundo e outro pé na igreja. Não podemos amar o mal e a Deus ao mesmo tempo.
Querido Deus, purifica nossos motivos e palavras para que possamos glorificar o Teu nome.
Robin Pratt
Estados Unidos
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jam/4/
Traduzido por JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: Tiago 4
Comentário em áudio
Plano mundial de Reavivamento e Reforma, pela leitura devocional de um capítulo da Bíblia por dia. De abril de 2012 a julho de 2015.
Mostrando postagens com marcador orgulho. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador orgulho. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, 10 de junho de 2015
Tiago 4 - Comentários Selecionados
1 De onde. O apóstolo fala dos males específicos dentro da igreja, produto de línguas desenfreadas e corações facciosos. A causa de toda divisão e contenda é o egoísmo (Tg 3:14). Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 579.
Nos vossos membros. Referência ao corpo propriamente dito ou à igreja. A despeito da interpretação, o egoísmo que constantemente busca reconhecimento e satisfação é a fonte de todo conflito pessoal que, com frequência, leva a discussões. CBASD, vol. 7, p. 579.
3 Não recebeis. Respostas à oração dependem tanto da natureza dos pedidos quanto do espírito com que se pede (Lc 11:9). CBASD, vol. 7, p. 580.
4 Amizade do mundo. Isto é, amizade com o mundo. O principal objetivo do "mundo" é satisfazer o desejo de complacência pessoal. O evangelho convida o ser humano a servir ao próximo. Entre o espírito e a prática do "mundo" e o da igreja deve haver uma diferença marcante (I Jo 2:15). CBASD, vol. 7, p. 580.
6 Graça. Do gr. charis (Rm 3:24). Devido ao amor de Deus por Seu povo, continuamente se renova e se amplia entre eles a graça para habilitá-lo a resistir às tentações mundanas. Aquele que, com sinceridade ora pela graça, estará constantemente desenvolvendo o caráter cristão. Deus pede obediência completa, mas também provê força suficiente para nos capacitar a obedecer (Hb 4:16). CBASD, vol. 7, p. 581.
7 Sujeitai-vos. Tiago dá início a uma série de dez imperativos, aos quais todo membro de igreja sujeito ao perigo de se tornar "amigo" do mundo (v. 4) faria bem em atentar. Para que Deus conceda Sua "graça", (v. 6) os "humildes" devem estar dispostos a submeter sua vontade ao plano divino. Submissão implica confiança plena de que todos os desígnios de Deus são para o bem (Hb 12:9). CBASD, vol. 7, p. 581.
10 Humilhai-vos. Ver Mt 11:29; 23:12; Tg 1:9. Tiago resume desta forma as várias admoestações sobre a lealdade completa à vontade de Deus. Para quem é honesto consigo mesmo, sua deplorável condição produz um espírito humilde diante de Deus, que está sempre disposto a perdoar (Is 57:15). CBASD, vol. 7, p. 582.
11 Não faleis mal. Ou, "parai de falar mal" ou "deixai de difamar". Tiago deixa de se ocupar dos deveres dos membros da igreja para com o Senhor, a quem professam servir, e condena alguns males específicos que prejudicam a igreja. A falta de humildade perante Deus inevitavelmente leva a uma falta similar perante o semelhante. A prática de criticar os irmãos de fé revela flagrante egoísmo e se torna fonte de dissensão na igreja (Tg 3:2-6). CBASD, vol. 7, p. 583.
14 E logo se dissipa. Isto é, a vida humana começa a desaparecer quase tão logo quanto
se inicia. Como o vapor, a vida pode se dissipar repentinamente. CBASD, vol. 7, p. 584.
16 Pretensões. Do gr. alazoneiai, "alardes". Está implícita a confiança presunçosa na esperteza, habilidade e força. Esses membros que confiavam em si mesmos agiam como se o futuro estivesse nas mãos deles e seu êxito dependesse de sua capacidade. CBASD, vol. 7, p. 584.
17 E não o faz. Aqueles que são apenas "ouvintes" e não "praticantes" mostram que sua religião é "vã" (Tg 1:23, 26). Uma pessoa de fé pervertida confia apenas no conhecimento e prova sua falsidade quando evita atos que o crente sincero faria com alegria (Tg 2:17, 20, 26). Esta também é uma repreensão para quem negligencia o estudo da Palavra de Deus, tendo em vista que mais conhecimento aumentaria sua obrigação pessoal. CBASD, vol. 7, p. 585.
sábado, 11 de abril de 2015
II Corintios 12 - Comentários Selecionados
1 Se é necessário que me glorie. Novamente Paulo expressa relutância em se envolver no que muitos considerariam uma ostentação. No entanto, as circunstâncias tornaram necessário que ele agisse dessa forma para vindicar seu apostolado e sua mensagem. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia,
vol. 6, p. 1015.
2 Conheço um homem. É evidente que Paulo fala de si devido a: (1) esta referência às visões estar no meio de um relato de eventos ligados a seu ministério e vida pessoal; (2) no v. 7, ele designar essas visões e revelações como feitas diretamente a ele; e (3) usar a terceira pessoa para evitar a aparência de ostentação. João, por conta da modéstia e humildade cristãs, de modo semelhante evitou se identificar. CBASD, vol. 6, p. 1016.
Há catorze anos. Cerca de 20 anos antes, Paulo encontrara Cristo na estrada de Damasco (At 9:1-7). A data desta epístola é cerca de 57 d.C. Catorze anos antes seria a época aproximada em que Barnabé levou Paulo a Antioquia. CBASD, vol. 6, p. 1016.
Terceiro céu. Ou , "paraíso". O primeiro "céu" da Escritura é a atmosfera, o segundo céu refere-se ao espaço onde as estrelas estão, e o terceiro céu, à morada de Deus e dos seres celestiais. Paulo foi "arrebatado" à presença de Deus. CBASD, vol. 6, p. 1016.
4 Não é lícito. Literalmente, "não é permitido" ou "não é possível". Paulo tinha sido instruído a não revelar o que viu e ouviu, ou a linguagem humana era inadequada para
descrevê-lo. CBASD, vol. 6, p. 1016.
7 Não me ensoberbecesse. Uma afirmação que Paulo repete, para enfatizar, no final do versículo. Deus considerou adequado proteger Paulo de si mesmo. CBASD, vol. 6, p. 1016.
Espinho. Do gr. skolops, "uma peça de madeira indicada", "um piquete". Os papiros também utilizam a palavra para se referir ao estilhaço ou lasca deixada sob a pele e impossível de ser removido. CBASD, vol. 6, p. 1017.
Na carne. A enfermidade era física, não era mental nem espiritual. Era algo evidente, e lhe causava considerável constrangimento bem como desconforto e inconveniência (Gl 4:13-15). CBASD, vol. 6, p. 1017.
Mensageiro de Satanás. Ou, "um anjo de Satanás". A aflição vinha de Satanás, com permissão de Deus. Do mesmo modo ocorreu com Jó. É da natureza e obra de Satanás infligir sofrimento físico e doença. CBASD, vol. 6, p. 1017.
Para me esbofetear. Literalmente, "golpear com o punho". O propósito de Satanás era angustiar Paulo e impedir sua obra. O propósito de Cristo em permitir a aflição era proteger Paulo do orgulho. CBASD, vol. 6, p. 1017.
9 Basta. No grego, esta palavra está na forma enfática. A prece não libertou o apóstolo da aflição, mas lhe proporcionou graça para suportá-la. Paulo apelou para a libertação da enfermidade, pois cria que ela era um obstáculo a seu ministério. Cristo mais que supriu sua necessidade com uma provisão abundante de graça. Deus nunca prometeu alterar as circunstâncias ou livrar as pessoas dos problemas. Para Ele, enfermidades físicas e circunstâncias desfavoráveis são questões de preocupação secundária. A força interior para suportar é, de longe, mais manifestação da graça divina do que dominar as dificuldades internas da vida. Externamente, uma pessoa pode estar despedaçada, exausta, esgotada e quase enfraquecida; no entanto, internamente, tem o privilégio de desfrutar perfeita paz, em Cristo. CBASD, vol. 6, p. 1017.
10 Então, é que sou forte. O paradoxo cristão é que ocasiões de fraqueza podem ser transformadas em situações de força. A derrota sempre pode ser transformada em vitória. A verdadeira força de caráter surge da fraqueza, que, desconfiando do eu, é entregue à vontade de Deus. CBASD, vol. 6, p. 1017.
20 Orgulho. Ou, "arrogância", "desdém. Este era um dos pecados proeminentes de alguns coríntios. CBASD, vol. 6, p. 1020.
21 Indo outra vez. Paulo teme uma repetição da vergonha e humilhação da visita anterior, muito embora a maioria dos membros estivesse arrependida do modo como procedia. CBASD, vol. 6, p. 1020.
segunda-feira, 22 de setembro de 2014
Obadias
Comentário devocional:
Este é o menor livro de um profeta no Antigo Testamento, apenas 21 versos. Que orientações Israel recebeu deste curto livro e que tipo de ajuda ele pode ser para nós hoje?
A mensagem de Obadias foi dirigida contra Edom, a nação dos descendentes de Esaú. Os israelitas e os edomitas eram, portanto, os descendentes dos dois filhos de Isaque (ver Gên 27). Mas o incidente da luta pela primogenitura criou uma hostilidade permanente entre estes dois "irmãos de sangue" Esaú e Jacó.
A história de Edom reflete o contínuo desdobramento da lei da "iniqüidade dos pais sobre os filhos" (ver Êxodo 20: 5). Os edomitas odiavam os israelitas, muito após a morte de Esaú e esta hostilidade continuou especialmente depois que eles se recusaram a permitir que os filhos de Israel tomassem o caminho mais curto através do seu território em seu caminho para Canaã (veja Números 20: 14-21).
A descrição que Obadias fez de Edom foi: "O orgulho do seu coração te enganou" (v 3.). Eles estavam orgulhosos de sua aparentemente inexpugnável fortaleza no alto de uma montanha, onde existiam várias áreas de armazenamento subterrâneo para a captura de água da chuva. Esta antiga fortaleza era chamada de Sela, e hoje a conhecemos como Petra. As pessoas hoje podem visitar esta antiga fortaleza, alguns a cavalo, através de uma estreita passagem de aproximadamente 1,5 quilômetros de comprimento, que em alguns trechos não é mais larga do que a extensão dos braços abertos. Os edomitas se sentiam muito seguros em sua fortaleza e se orgulhavam dela!
Que lições Obadias têm para nós hoje?
1 A história do caráter de Esaú e o orgulho de seus descendentes é uma lição para toda a família ou nação motivada pelo orgulho: "O orgulho vem antes da destruição; o espírito altivo, antes da queda" (Prov 16:18 NVI).
2 Nesta terra o orgulho não será glorificado para sempre. "Como tu o fizeste, assim se fará contigo" (v. 15 ARA).
3 A justiça e a bondade de Deus terão a palavra final: "Mas no monte Sião haverá livramento; o monte será santo" (v 17).
Herbert Edgar Douglass, Th.D.
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/oba/1/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Obadias
Comentário em áudio
Este é o menor livro de um profeta no Antigo Testamento, apenas 21 versos. Que orientações Israel recebeu deste curto livro e que tipo de ajuda ele pode ser para nós hoje?
A mensagem de Obadias foi dirigida contra Edom, a nação dos descendentes de Esaú. Os israelitas e os edomitas eram, portanto, os descendentes dos dois filhos de Isaque (ver Gên 27). Mas o incidente da luta pela primogenitura criou uma hostilidade permanente entre estes dois "irmãos de sangue" Esaú e Jacó.
A história de Edom reflete o contínuo desdobramento da lei da "iniqüidade dos pais sobre os filhos" (ver Êxodo 20: 5). Os edomitas odiavam os israelitas, muito após a morte de Esaú e esta hostilidade continuou especialmente depois que eles se recusaram a permitir que os filhos de Israel tomassem o caminho mais curto através do seu território em seu caminho para Canaã (veja Números 20: 14-21).
A descrição que Obadias fez de Edom foi: "O orgulho do seu coração te enganou" (v 3.). Eles estavam orgulhosos de sua aparentemente inexpugnável fortaleza no alto de uma montanha, onde existiam várias áreas de armazenamento subterrâneo para a captura de água da chuva. Esta antiga fortaleza era chamada de Sela, e hoje a conhecemos como Petra. As pessoas hoje podem visitar esta antiga fortaleza, alguns a cavalo, através de uma estreita passagem de aproximadamente 1,5 quilômetros de comprimento, que em alguns trechos não é mais larga do que a extensão dos braços abertos. Os edomitas se sentiam muito seguros em sua fortaleza e se orgulhavam dela!
Que lições Obadias têm para nós hoje?
1 A história do caráter de Esaú e o orgulho de seus descendentes é uma lição para toda a família ou nação motivada pelo orgulho: "O orgulho vem antes da destruição; o espírito altivo, antes da queda" (Prov 16:18 NVI).
2 Nesta terra o orgulho não será glorificado para sempre. "Como tu o fizeste, assim se fará contigo" (v. 15 ARA).
3 A justiça e a bondade de Deus terão a palavra final: "Mas no monte Sião haverá livramento; o monte será santo" (v 17).
Herbert Edgar Douglass, Th.D.
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/oba/1/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Obadias
Comentário em áudio
Marcadores:
Edom,
edomitas,
hostilidade,
Obadias,
orgulho
terça-feira, 8 de julho de 2014
Ezequiel 11
Comentário devocional:
Existe uma tendência humana para nos compararmos - e as circunstâncias que nos cercam - com os outros. E quando fazemos isto, temos a tendência de nos vermos como melhores do que os outros. Somos tentados a pensar em termos de "nós" em oposição a "eles". E tendemos a nos colocar no topo, especialmente quando achamos que somos abençoados e outros não.
Os vinte e cinco líderes de Judá que Ezequiel viu avaliaram a sua situação em Jerusalém como muito melhor que a de seus compatriotas que estavam no exílio. Afinal, eles estavam na Cidade Santa, a cidade de Davi , e os exilados estavam longe, vivendo em cativeiro. Parecia, pelas aparências, que aqueles que tinham a liberdade de andar pelas ruas de Jerusalém tinham o favor de Deus ("nós somos a carne", a parte boa do sacrifício, v. 3) e os que estavam na Babilônia, não. Foram julgados por Deus e receberão a Sua ira.
Quando você está convencido de que está certo e Deus clareia o seu entendimento, mostrando que você está errado, isto pode ser um grande choque. Esta inversão da maneira de pensar aparentemente foi um choque para Ezequiel. Ele pede enfaticamente: "Ah! Soberano Senhor! Destruirás totalmente o remanescente de Israel?" (v. 13). Em outras palavras: “Se essas pessoas que estão em Jerusalém estão enfrentando julgamento, que se dirá de nós? Teremos alguma chance?"
A mensagem de Deus através de Ezequiel é preocupante. Aqueles que estavam em rebelião contra Ele ou que cultivavam uma religião apenas passiva receberiam o julgamento de Deus. A glória de Deus havia abandonado aqueles que professavam ser algo que não eram e sua situação parecia muito sombria.
Mas – e isso é muito importante - a glória de Deus não os havia deixado completamente. A sentença contra essas pessoas não significava o fim do povo de Deus. Um remanescente sempre existiu. Havia um remanescente dos fiéis de Deus (alguns em Babilônia e outros em Judá) e, em pouco tempo, eles iriam experimentar a restauração.
Note que quando a Shekinah, a glória da presença de Deus, fez o Seu caminho para fora do Templo e de Jerusalém, fez uma última parada (v. 22, 23) acima da montanha que fica a leste da cidade. Essa elevação, mais tarde conhecido como o Monte das Oliveiras, não é apenas o lugar onde Jesus se reuniria com seus discípulos para orar, mas é o lugar onde Jesus subiria ao Céu, depois de Sua ressurreição. É o lugar onde, quando Ele voltar com o seu povo depois do milênio, Seus pés irão tocar novamente a terra e o monte se dividirá em dois, abrindo um lugar para a Nova Jerusalém descer (Zc 14:4 e O Desejado de Todas as Nações, p. 829).
Assim como no tempo de Ezequiel, hoje também existem aqueles que presumem ter a salvação por uma religião formal ou professam uma coisa enquanto vivem outra. Mas existe ainda um remanescente. Para estes, a salvação só é recebida por ter a glória de Deus, a Sua presença, no templo de seu coração.
Jesus está ansioso para residir em seu coração e libertar você do pecado. Você vai convidá-lo a entrar? Se você o fez, isto é uma ótima notícia! Louvado seja o Senhor!
Pr. Eric Bates
EUA
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/eze/11/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Ezequiel 11
Comentário em áudio
Existe uma tendência humana para nos compararmos - e as circunstâncias que nos cercam - com os outros. E quando fazemos isto, temos a tendência de nos vermos como melhores do que os outros. Somos tentados a pensar em termos de "nós" em oposição a "eles". E tendemos a nos colocar no topo, especialmente quando achamos que somos abençoados e outros não.
Os vinte e cinco líderes de Judá que Ezequiel viu avaliaram a sua situação em Jerusalém como muito melhor que a de seus compatriotas que estavam no exílio. Afinal, eles estavam na Cidade Santa, a cidade de Davi , e os exilados estavam longe, vivendo em cativeiro. Parecia, pelas aparências, que aqueles que tinham a liberdade de andar pelas ruas de Jerusalém tinham o favor de Deus ("nós somos a carne", a parte boa do sacrifício, v. 3) e os que estavam na Babilônia, não. Foram julgados por Deus e receberão a Sua ira.
Quando você está convencido de que está certo e Deus clareia o seu entendimento, mostrando que você está errado, isto pode ser um grande choque. Esta inversão da maneira de pensar aparentemente foi um choque para Ezequiel. Ele pede enfaticamente: "Ah! Soberano Senhor! Destruirás totalmente o remanescente de Israel?" (v. 13). Em outras palavras: “Se essas pessoas que estão em Jerusalém estão enfrentando julgamento, que se dirá de nós? Teremos alguma chance?"
A mensagem de Deus através de Ezequiel é preocupante. Aqueles que estavam em rebelião contra Ele ou que cultivavam uma religião apenas passiva receberiam o julgamento de Deus. A glória de Deus havia abandonado aqueles que professavam ser algo que não eram e sua situação parecia muito sombria.
Mas – e isso é muito importante - a glória de Deus não os havia deixado completamente. A sentença contra essas pessoas não significava o fim do povo de Deus. Um remanescente sempre existiu. Havia um remanescente dos fiéis de Deus (alguns em Babilônia e outros em Judá) e, em pouco tempo, eles iriam experimentar a restauração.
Note que quando a Shekinah, a glória da presença de Deus, fez o Seu caminho para fora do Templo e de Jerusalém, fez uma última parada (v. 22, 23) acima da montanha que fica a leste da cidade. Essa elevação, mais tarde conhecido como o Monte das Oliveiras, não é apenas o lugar onde Jesus se reuniria com seus discípulos para orar, mas é o lugar onde Jesus subiria ao Céu, depois de Sua ressurreição. É o lugar onde, quando Ele voltar com o seu povo depois do milênio, Seus pés irão tocar novamente a terra e o monte se dividirá em dois, abrindo um lugar para a Nova Jerusalém descer (Zc 14:4 e O Desejado de Todas as Nações, p. 829).
Assim como no tempo de Ezequiel, hoje também existem aqueles que presumem ter a salvação por uma religião formal ou professam uma coisa enquanto vivem outra. Mas existe ainda um remanescente. Para estes, a salvação só é recebida por ter a glória de Deus, a Sua presença, no templo de seu coração.
Jesus está ansioso para residir em seu coração e libertar você do pecado. Você vai convidá-lo a entrar? Se você o fez, isto é uma ótima notícia! Louvado seja o Senhor!
Pr. Eric Bates
EUA
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/eze/11/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Ezequiel 11
Comentário em áudio
Marcadores:
aliança,
amor de Deus,
consequências,
glória de Deus,
orgulho,
relacionamento,
Remanescente,
Shekinah
sexta-feira, 20 de junho de 2014
Jeremias 50
Comentário devocional:
Os capítulos 50 e 51 de Jeremias são uma profecia contra o Império Caldeu Babilônico. Os caldeus eram os descendentes de Quésede, filho de Naor (irmão de Abraão) e Milca (Gênesis 22:22). Eles viviam inicialmente em Ur dos Caldeus e mais tarde de mudaram para o sul, conquistaram a cidade de Babilônia e fizeram dela sua capital.
Curiosamente, tanto os babilônios como os israelitas eram descendentes de Eber (Gênesis 10:25) e eram também chamados de "Ibri", "hebreus" (Eber, terminando com i). O Deus da Bíblia é "o Deus dos hebreus" (Gn 14:13; Êxodo 3:18).
A palavra "caldeus" veio do grego chaldaioi. Eles falavam o aramaico que Daniel teve que aprender durante o cativeiro e que Esdras e Neemias falaram quando voltaram para casa na Palestina.
Na época de Abraão, havia poucos crentes no Deus dos hebreus. Algumas gerações mais tarde, no tempo de Jó, os caldeus saquearam os bens de Jó (Jó 1:17). Eles conquistaram a terra da Mesopotâmia, e fizeram da antiga cidade de Babilônia a sua capital. Eles adotaram a religião da Babilônia e adoraram ao deus "Marduque" (Jeremias 50:2, NVI).
Há uma história interessante sobre o nome da cidade de Babilônia. Quando os sumérios construíram torres e cidades, eles deram a uma cidade que tinha uma torre feita de tijolos o nome de Ka-dingirra que significa "porta de Deus". Mais tarde, os acádios que conquistaram esta cidade a chamaram de Bab-ili, que também significa "porta de deus". Após a confusão da linguagem, esta cidade foi chamada de Babel "porque ali o Senhor confundiu a língua de todo o mundo. Dali o Senhor os espalhou por toda a terra" (Gênesis 11:9, NVI).
O retorno de Israel do exílio babilônico (v. 4) foi profetizado para acontecer após o Império Babilônico cair, conquistado pelos medos e persas.
Na Bíblia Jeremias usa o nome "Babilônia" mais do que qualquer outra pessoa. Ele fala em nome do Senhor: "Preparei uma armadilha para você, ó Babilônia, e você foi apanhada antes de percebê-lo; você foi achada e capturada porque se opôs ao Senhor" (Jer. 50:24, NVI).
"Babilônia foi conquistada” (v. 2 NVI). Isaías também profetizou a respeito: "Caiu! A Babilônia caiu!" (Isaías 21:9 NVI). As razões para a queda da antiga Babilônia foi a sua adoração de ídolos (v. 2) e o orgulho acerca do seu poder. A cidade cairia “porque ela desafiou o Senhor, o Santo de Israel” (v. 29 NVI). A profecia de sua queda é repetida no Novo Testamento: "Caiu! Caiu a grande Babilônia!" (Apocalipse 18:2, NVI). A grande Babilônia também caiu pelos mesmos motivos: falsa adoração e orgulho.
Querido Deus, afasta de mim qualquer resquício de orgulho e apego a falsos deuses. Que a minha confiança e a minha alegria estejam somente em Ti. Amém.
Yoshitaka Kobayashi
Japão
http://reavivadosporsuapalavra.org/
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jer/50/
Traduzido por JDS/JAQ
Texto bíblico: Jeremias 50
Os capítulos 50 e 51 de Jeremias são uma profecia contra o Império Caldeu Babilônico. Os caldeus eram os descendentes de Quésede, filho de Naor (irmão de Abraão) e Milca (Gênesis 22:22). Eles viviam inicialmente em Ur dos Caldeus e mais tarde de mudaram para o sul, conquistaram a cidade de Babilônia e fizeram dela sua capital.
Curiosamente, tanto os babilônios como os israelitas eram descendentes de Eber (Gênesis 10:25) e eram também chamados de "Ibri", "hebreus" (Eber, terminando com i). O Deus da Bíblia é "o Deus dos hebreus" (Gn 14:13; Êxodo 3:18).
A palavra "caldeus" veio do grego chaldaioi. Eles falavam o aramaico que Daniel teve que aprender durante o cativeiro e que Esdras e Neemias falaram quando voltaram para casa na Palestina.
Há uma história interessante sobre o nome da cidade de Babilônia. Quando os sumérios construíram torres e cidades, eles deram a uma cidade que tinha uma torre feita de tijolos o nome de Ka-dingirra que significa "porta de Deus". Mais tarde, os acádios que conquistaram esta cidade a chamaram de Bab-ili, que também significa "porta de deus". Após a confusão da linguagem, esta cidade foi chamada de Babel "porque ali o Senhor confundiu a língua de todo o mundo. Dali o Senhor os espalhou por toda a terra" (Gênesis 11:9, NVI).
O retorno de Israel do exílio babilônico (v. 4) foi profetizado para acontecer após o Império Babilônico cair, conquistado pelos medos e persas.
Na Bíblia Jeremias usa o nome "Babilônia" mais do que qualquer outra pessoa. Ele fala em nome do Senhor: "Preparei uma armadilha para você, ó Babilônia, e você foi apanhada antes de percebê-lo; você foi achada e capturada porque se opôs ao Senhor" (Jer. 50:24, NVI).
"Babilônia foi conquistada” (v. 2 NVI). Isaías também profetizou a respeito: "Caiu! A Babilônia caiu!" (Isaías 21:9 NVI). As razões para a queda da antiga Babilônia foi a sua adoração de ídolos (v. 2) e o orgulho acerca do seu poder. A cidade cairia “porque ela desafiou o Senhor, o Santo de Israel” (v. 29 NVI). A profecia de sua queda é repetida no Novo Testamento: "Caiu! Caiu a grande Babilônia!" (Apocalipse 18:2, NVI). A grande Babilônia também caiu pelos mesmos motivos: falsa adoração e orgulho.
Querido Deus, afasta de mim qualquer resquício de orgulho e apego a falsos deuses. Que a minha confiança e a minha alegria estejam somente em Ti. Amém.
Yoshitaka Kobayashi
Japão
http://reavivadosporsuapalavra.org/
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jer/50/
Traduzido por JDS/JAQ
Texto bíblico: Jeremias 50
Marcadores:
Babilônia,
idolatria,
orgulho,
profecias,
queda de Babilônia
quinta-feira, 19 de junho de 2014
Jeremias 49
Comentário devocional:
O livro de Jeremias contém muitas profecias. Este capítulo é dirigido a cinco povos que tinham relações com o povo de Judá.
A primeira seção é a profecia contra a capital dos amonitas, que eram os descendentes de Ben-Ami, filho da filha mais nova de Ló. Eles viviam no lado oriental do rio Jordão. Os amonitas tinham seu próprio deus, Moloque, que significa "Rei Divino." No tempo dos juízes os amonitas eram hostis contra os israelitas (Juízes 3:13). Eles ridicularizavam Israel, dizendo que Israel perdera o domínio da terra que havia sido concedida à tribo de Gade e agora o deus Moloque morava lá (v. 1). Eles trouxeram contra si o desagrado de Deus porque mostraram-se infiéis (v. 4) ao verdadeiro Deus.
A segunda parte deste capítulo é a profecia contra Edom. Os edomitas eram os descendentes de Esaú. Quando os israelitas estavam no Egito, a cidade de Temã, em Edom, era famosa por sua sabedoria. Deus, através do Seu Espírito atuou nas pessoas em Temã enquanto os israelitas estavam adorando ídolos no Egito (Josué 24:14). Infelizmente, Edom acabara se tornando como Sodoma e Gomorra (v. 18) porque os edomitas se deixaram enganar por seu orgulho e coragem (v. 16).
A terceira seção é a profecia contra Damasco, a qual era uma antiga cidade aramaica na beira do deserto que prosperara por causa de seu oásis fértil. Esta cidade teve verdadeiros adoradores de Deus, como Naamã e Hazael, no passado. No entanto, como eles haviam abandonado ao verdadeiro Deus, esta "cidade da alegria" (v. 25 NVI) de Deus seria abandonada.
A quarta seção é a profecia contra Quedar e Hazor. Quedar era filho de Ismael (Gên 25:14). A tribo de Quedar era famosa por suas ovelhas (v. 29) e seus arqueiros hábeis (Isaías 21:17). No tempo dos juízes Israel não foi capaz de conquistar a forte cidade canaanita de Hazor [provavelmente também ismaelita]. Mais tarde, Nabucodonosor, rei da Babilônia, conquistou ambas as cidades.
A quinta profecia é contra o Elão, terra a leste da Babilônia. Esta profecia foi cumprida quando o Elão tomou o lado dos babilônios, que mais tarde foram derrotados pelos assírios. Se os elamitas tivessem se arrependido, Deus os teria restaurado e os abençoado com prosperidade.
Todas as profecias mencionadas acima eram condicionais. Naquela época, Deus queria que as pessoas - individualmente e como um povo – se arrependessem e retornassem para Deus. Deus tem o mesmo desejo para nós hoje.
Yoshitaka Kobayashi
Japão
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jer/49/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Jeremias 49
O livro de Jeremias contém muitas profecias. Este capítulo é dirigido a cinco povos que tinham relações com o povo de Judá.
A primeira seção é a profecia contra a capital dos amonitas, que eram os descendentes de Ben-Ami, filho da filha mais nova de Ló. Eles viviam no lado oriental do rio Jordão. Os amonitas tinham seu próprio deus, Moloque, que significa "Rei Divino." No tempo dos juízes os amonitas eram hostis contra os israelitas (Juízes 3:13). Eles ridicularizavam Israel, dizendo que Israel perdera o domínio da terra que havia sido concedida à tribo de Gade e agora o deus Moloque morava lá (v. 1). Eles trouxeram contra si o desagrado de Deus porque mostraram-se infiéis (v. 4) ao verdadeiro Deus.
A segunda parte deste capítulo é a profecia contra Edom. Os edomitas eram os descendentes de Esaú. Quando os israelitas estavam no Egito, a cidade de Temã, em Edom, era famosa por sua sabedoria. Deus, através do Seu Espírito atuou nas pessoas em Temã enquanto os israelitas estavam adorando ídolos no Egito (Josué 24:14). Infelizmente, Edom acabara se tornando como Sodoma e Gomorra (v. 18) porque os edomitas se deixaram enganar por seu orgulho e coragem (v. 16).
A terceira seção é a profecia contra Damasco, a qual era uma antiga cidade aramaica na beira do deserto que prosperara por causa de seu oásis fértil. Esta cidade teve verdadeiros adoradores de Deus, como Naamã e Hazael, no passado. No entanto, como eles haviam abandonado ao verdadeiro Deus, esta "cidade da alegria" (v. 25 NVI) de Deus seria abandonada.
A quarta seção é a profecia contra Quedar e Hazor. Quedar era filho de Ismael (Gên 25:14). A tribo de Quedar era famosa por suas ovelhas (v. 29) e seus arqueiros hábeis (Isaías 21:17). No tempo dos juízes Israel não foi capaz de conquistar a forte cidade canaanita de Hazor [provavelmente também ismaelita]. Mais tarde, Nabucodonosor, rei da Babilônia, conquistou ambas as cidades.
A quinta profecia é contra o Elão, terra a leste da Babilônia. Esta profecia foi cumprida quando o Elão tomou o lado dos babilônios, que mais tarde foram derrotados pelos assírios. Se os elamitas tivessem se arrependido, Deus os teria restaurado e os abençoado com prosperidade.
Todas as profecias mencionadas acima eram condicionais. Naquela época, Deus queria que as pessoas - individualmente e como um povo – se arrependessem e retornassem para Deus. Deus tem o mesmo desejo para nós hoje.
Yoshitaka Kobayashi
Japão
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jer/49/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Jeremias 49
Marcadores:
advertência,
arrependimento,
idolatria,
misericórdia,
orgulho,
profecias
segunda-feira, 24 de março de 2014
Isaías 28
Comentário devocional:
Neste capítulo Isaías fala a respeito de Efraim, mas na verdade há uma sombra sobre Efraim que precisamos considerar. Existe um rei orgulhoso e existem bêbados em Efraim que são vencidos pelo álcool. Efraim é como uma flor de gloriosa beleza que está murchando (v. 1).
Quando Isaías disse isso, ele também tinha Lúcifer em mente o qual, apesar de sua beleza, tornou-se orgulhoso e foi expulso do céu juntamente com seus apoiadores. Isaías viu que o Senhor como uma tempestade poderosa os lançou para a terra com mão forte (v. 2d). O Messias expulsou a Lúcifer do céu, devido a sua maldade e no Juízo Executivo lidará de modo final e conclusivo com todo o mal. Sim, a coroa orgulhosa e os bêbados de Efraim murcharão e desaparecerão (v. 4) .
Na Era Messiânica o Senhor "será uma coroa gloriosa... para o remanescente do seu povo" (v. 5b, NVI). Cristo recuperará o que Adão e Eva perderam por meio das ações de Satanás. E no Juízo Final Ele julgará com "um espírito de justiça " (v. 6, NVI). Infelizmente, pastores e sacerdotes, em flagrante contraste, acham-se "desorientados devido ao vinho… tropeçam quando devem dar um veredito” (v. 7, NVI).
Isaías pergunta então a quem o Messias ensinaria o conhecimento,a quem Ele explicaria a sua mensagem? (v. 9). Ele teria gostado de falar com pessoas bem informadas, mas teve que falar a "crianças desmamadas e a bebês recém-tirados do seio materno" (v. 9c, NVI). Cristo chamou discípulos incultos e os ensinou passo a passo. O método de ensino bíblico utilizado por Cristo é "regra e mais regra, um pouco aqui, um pouco ali" (v. 13, NVI).
Algumas pessoas tropeçariam na Rocha que é Cristo. O Messias, como atestado por Paulo em Romanos 9:33 e Pedro em 1 Pedro 2:6, é "uma pedra já experimentada, uma preciosa pedra angular para alicerce seguro" (v. 16, NVI). E agora Isaías fala sobre a salvação: "Aquele que confia jamais será abalado" (v. 16d, NVI). Este versículo é o centro do capítulo!
Cristo fará da justiça e do juízo a linha de medir do Juízo Investigativo (v. 17) . Deus não enviou o Seu Filho para se comprometer com o mal. Todas as mentiras serão varridas (v. 17).
Então Isaías usa uma ilustração da agricultura para reforçar o seu ponto. "É preciso moer o cereal para fazer pão; por isso ninguém o fica trilhando para sempre" (v. 28. NVI). Existe o tempo de semear e o tempo de colher. Da mesma forma, Deus não vai continuar semeando a Sua graça para sempre sem efetuar a colheita. Um dia o mal terá o seu fim e os bons terão a recompensa. Isaías louva o Senhor por Sua sabedoria e essas revelações (v. 29).
Querido Deus,
Faça com que acreditemos de todo o coração em tudo o que Tu nos tens dado e louvemos o Teu nome por Tuas providências a favor de nossa salvação. Amém.
Koot van Wyk
Coréia do Sul
Traduzido por JDS/JAQ
Texto original em: www.revivedbyhisword.org/en/bible/isa/28
quinta-feira, 24 de outubro de 2013
Salmo 78
Comentário devocional:
Os hinos nacionais despertam em nós sentimentos de patriotismo. Eles não precisam ser executados por uma banda de metais ou cantados por uma grande multidão para causarem impacto, embora a boa música ajude. As palavras de um hino nacional exaltam o país e nos lembram da sua grandeza.
Os hinos nacionais normalmente não mencionam os fracassos do país, pois pode ser contra-produtivo. No entanto, é exatamente isso que o Salmo 78 faz. Pior ainda, nele os fracassos de Israel são apresentados contra o pano de fundo dos maravilhosos atos de Deus que vez após vez os socorre.
Após a travessia do Mar Vermelho e da água brotar da rocha, Israel pecou por resmungar acerca do alimento. Quando Deus lhes deu o maná, eles queriam carne. Quando Ele deu-lhes carne de codorna eles comeram tanto a ponto de ficarem doentes. Mas Deus foi misericordioso e os perdoou sempre que se arrependeram.
O Salmo 78 é, na verdade, um hino nacional que relembra a rejeição de Efraim, do Norte de Israel, e a seleção de Judá como a tribo da realeza. O compositor no entanto, não antecipa a futura rejeição de Judá.
Nunca devemos nos orgulhar de sermos os escolhidos de Deus, porque ser a nação escolhida e fazer parte da igreja remanescente depende da nossa fidelidade. Deus não nos abandona, nós é que o abandonamos.
Gordon Christo
Índia
Traduzido por JDS/JAQ
Texto bíblico: Salmo 78
Assinar:
Postagens (Atom)