Comentário devocional:
O autor de Hebreus já demonstrou nos capítulos anteriores que Jesus é superior aos maiores personagens do Antigo Testamento. Ele é maior do que os anjos, os quais, se cria que governavam as nações (Hb 1). Como governante Jesus é o maior, porque derrotou o diabo - que tinha o poder da morte - e nos libertou (Hb 2). Jesus também é mais fiel do que Moisés (Hebreus 3), nos leva a um descanso melhor do que Josué levou o povo israelita (Hb 4) e Seu sacerdócio é melhor do que o dos sacerdotes levitas (Hb 5-7). O argumento mais importante da carta, porém, é que Jesus é um mediador superior a Moisés, porque tem mediado uma melhor aliança (Hebreus 8-10).
Uma aliança (ou concerto) é um meio legal através do qual os benefícios da família se aplicam àqueles que não são da família. Assim, por meio de Jesus, Deus inaugurou uma nova aliança que nos leva de volta a uma relação familiar com Ele. A nova aliança é superior à antiga por conta de duas coisas: ela é baseada em um sacrifício superior e é ministrada no santuário real, o celestial. Em outras palavras, o sacrifício de Jesus nos provê perdão (vs. 8-12) e fornece acesso à própria casa de Deus, o santuário celeste!
Uma palavra é necessária sobre a Antiga Aliança. Ela foi ineficaz, não porque a aliança era falha, mas porque as pessoas falharam (v. 9). O problema era que as pessoas não foram capazes de ver além das cerimônias do santuário para o ministério de Jesus, que traria verdadeiro perdão. Eles abraçaram o símbolo e esqueceram-se da realidade, como o garoto que prefere a caixa em vez do brinquedo!
Isto significa que mesmo a nova aliança pode ser ineficaz para nós. Na nova aliança há cerimônias e práticas (batismo, ceia do Senhor, etc.). Elas também serão ineficazes se perdermos de vista o seu propósito. A oração, por exemplo, é inútil se não entendermos (ou se esquecermos) que é simplesmente o incrível privilégio de entrar na casa de nosso Pai - o santuário celestial - para falarmos com Ele!
Felix H. Cortez
Andrews University Theological Seminary
Estados Unidos
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/heb/8/
Traduzido por JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: Hebreus 8
Comentário em áudio
Plano mundial de Reavivamento e Reforma, pela leitura devocional de um capítulo da Bíblia por dia. De abril de 2012 a julho de 2015.
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segunda-feira, 1 de junho de 2015
Hebreus 8
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quarta-feira, 15 de abril de 2015
Gálatas 3
Comentário devocional:
Se você pensar bem, poderá ver que é muita tolice insistir que temos que fazer alguma coisa para a nossa salvação além de confiar em Cristo. Como Paulo lembra aos Gálatas, tudo que realmente precisamos fazer é olhar para a nossa própria experiência (vs. 1-5). Quando a humanidade se perdeu, condenando-se ao esquecimento eterno, Deus, dentro do plano de salvação, tomou a iniciativa de enviar Jesus como nosso Salvador. E isso quando ainda éramos ímpios, fracos, e nos opúnhamos a Ele (Rm 5:6-10). Deus ainda traz pessoas para as nossas vidas para compartilhar o evangelho conosco, exatamente como Ele enviou Paulo para levar o evangelho aos Gálatas. Por que devemos pensar que a nossa salvação depende de alguma forma dos nossos esforços?
Além do testemunho de sua experiência, Paulo lembra aos Gálatas que o Antigo Testamento também revela que a salvação sempre se baseou na resposta de fé do homem em Deus e Suas promessas, não em obras (cf. Gl 2,16; Rm 3:28). Paulo primeiro raciocina a partir da experiência de Abraão. Quando Deus fez a sua promessa de aliança com Abraão em Gênesis 12, Ele não pediu a Abraão para fazer algo para merecê-la (Gn 12:1-3). Ele só precisava aceitar o que Deus prometeu fazer por ele. Tudo isso aconteceu 25 anos antes de Abraão ser circuncidado. Por que devemos pensar, portanto, que a circuncisão ou qualquer outra coisa fosse um pré-requisito para a salvação?
Mas então por que Deus deu a lei a Moisés 430 anos mais tarde? Foi dada, diz Paulo, para apontar o pecado (cf. 3:19; Rm 5,20; 7:13) e seu remédio prefigurado no sistema sacrificial. O papel da lei é como o de um tutor designado para proteger, orientar e disciplinar uma criança (vv. 24-25). Tão importante quanto seja esse papel, a lei nunca foi destinada a ser a realidade definitiva. Esse papel é pertencente a Cristo, o único que nos libertou da opressão do pecado e da condenação da lei e que fez todos nós parte da família eterna de Deus (cf. 3:26-29; 4:5).
Carl P. Cosaert
Universidade Walla Walla
Estados Unidos
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/gal/3/
Traduzido por: JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: Gálatas 3
Comentários em áudio
Se você pensar bem, poderá ver que é muita tolice insistir que temos que fazer alguma coisa para a nossa salvação além de confiar em Cristo. Como Paulo lembra aos Gálatas, tudo que realmente precisamos fazer é olhar para a nossa própria experiência (vs. 1-5). Quando a humanidade se perdeu, condenando-se ao esquecimento eterno, Deus, dentro do plano de salvação, tomou a iniciativa de enviar Jesus como nosso Salvador. E isso quando ainda éramos ímpios, fracos, e nos opúnhamos a Ele (Rm 5:6-10). Deus ainda traz pessoas para as nossas vidas para compartilhar o evangelho conosco, exatamente como Ele enviou Paulo para levar o evangelho aos Gálatas. Por que devemos pensar que a nossa salvação depende de alguma forma dos nossos esforços?
Além do testemunho de sua experiência, Paulo lembra aos Gálatas que o Antigo Testamento também revela que a salvação sempre se baseou na resposta de fé do homem em Deus e Suas promessas, não em obras (cf. Gl 2,16; Rm 3:28). Paulo primeiro raciocina a partir da experiência de Abraão. Quando Deus fez a sua promessa de aliança com Abraão em Gênesis 12, Ele não pediu a Abraão para fazer algo para merecê-la (Gn 12:1-3). Ele só precisava aceitar o que Deus prometeu fazer por ele. Tudo isso aconteceu 25 anos antes de Abraão ser circuncidado. Por que devemos pensar, portanto, que a circuncisão ou qualquer outra coisa fosse um pré-requisito para a salvação?
Mas então por que Deus deu a lei a Moisés 430 anos mais tarde? Foi dada, diz Paulo, para apontar o pecado (cf. 3:19; Rm 5,20; 7:13) e seu remédio prefigurado no sistema sacrificial. O papel da lei é como o de um tutor designado para proteger, orientar e disciplinar uma criança (vv. 24-25). Tão importante quanto seja esse papel, a lei nunca foi destinada a ser a realidade definitiva. Esse papel é pertencente a Cristo, o único que nos libertou da opressão do pecado e da condenação da lei e que fez todos nós parte da família eterna de Deus (cf. 3:26-29; 4:5).
Carl P. Cosaert
Universidade Walla Walla
Estados Unidos
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/gal/3/
Traduzido por: JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: Gálatas 3
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domingo, 13 de julho de 2014
Ezequiel 16
Comentário devocional:
Neste capítulo temos a mais longa alegoria de toda a Bíblia. A prostituição é a metáfora mais frequente nesta alegoria e, através dela, a infidelidade de Jerusalém ao Senhor é comparada à imoralidade de uma prostituta. A figura da prostituta, espiritualmente falando, é recorrentemente usada no Antigo Testamento para se referir à prática de Israel de seguir a outros deuses. Palavras como prostituição, promiscuidade, lascívia, depravação, imoralidade, são usadas muitas vezes neste capítulo para descrever a falta de fidelidade de Judá a Deus.
A história de Jerusalém, narrada como um conto figurativo de uma menina que nasce e cresce até a maturidade, é apresentada para expor os pecados de Israel. Esta menina não havia nascido em uma família carinhosa normal*; não havia recebido os cuidados que um recém nascido obtinha no antigo Oriente Médio (v. 3-5). Cortar o cordão umbilical, a lavagem com água, esfregar com sal, envolvimento com panos - eram práticas de parteiras palestinas que têm sido observadas entre os camponeses árabes modernos.
Depois de estabelecer a Sua aliança, o Senhor transformou Jerusalém de uma existência marginalizada a uma propriedade real (banhada, vestida, adornada, v. 9-11), apta a ser uma rainha (v. 13). A fama de Jerusalém se espalhou entre as nações, o que aponta para o esplêndido reinado de Israel na época de Salomão. Entretanto, confiou em sua formosura e se entregou à imoralidade espiritual (v. 15-59), a ponto de se tornar mais depravada que Sodoma e Samaria (v. 46-48).
Por incrível que pareça, apesar da longa história de maldade de Jerusalém, a alegoria deixa claro que Deus não a rejeitará para sempre (v. 60-63). Seu cativeiro vai acabar e Deus vai honrar sua antiga promessa de restabelecer a Sua aliança com ela, torná-la pura novamente, protegê-la e elevá-la. Israel será perdoado e declarado justo novamente.
A alegoria aponta também para o fato de que, além da restauração de Jerusalém, Deus um dia perdoará muitas outras pessoas de seus pecados, e que Ele acabará por estabelecer uma existência onde a justiça prevaleça e a rebelião contra Ele não mais existam.
É encorajador perceber que, se estamos em Cristo, já vivemos nessa "aliança eterna". Nosso futuro lar é a Nova Jerusalém, que vamos alegremente habitar em cumprimento desta promessa de fidelidade da parte de Deus. Lá não haverá nenhuma das abominações - arrogância, materialismo, idolatria - que causaram morte e desolação (espiritual e literal) nos dias de Ezequiel. Mas será novamente a morada de Deus com o Seu povo, um verdadeiro lar eterno para os santos.
Este final feliz para a alegoria, entretanto, não é a única parte que tem significado para nós. A história do pecado de Jerusalém é também um espelho do nosso próprio estado passado. Quando pecamos, estávamos nos voltando contra Deus, que ama e cuida de nós; nos fizemos indignos de Seu socorro.
Quando O ignoramos e até mesmo nos rebelamos abertamente contra Ele, imitando aqueles que admirávamos no mundo, não agimos melhor do que a prostituta Jerusalém. Fizemos assim porque não admiramos e imitamos o Filho de Deus.
No entanto, sempre houve uma esperança para nós, porque Deus ainda nos ama. Não importa quanto tenhamos nos degenerado, nunca estamos tão longe que não possamos ser resgatados, bastando responder pela fé ao chamado de Deus.
Pr Mohanraj Israel
Universidade Spicer, Índia
* “Os primitivos reis que governaram Jerusalém antes da ocupação israelita tinham nomes amorreus e heteus [v. 3]. Foram esses os antecedentes étnicos de Jerusalém. A linguagem de Ezequiel é uma afronta ao povo de Jerusalém que se gabava de ser descendente de Abraão, mas que agia como se descendesse dos antigos pagãos da terra que, mais tarde, veio a constituir Israel. A semelhança do caráter era mais importante do que a mera descendência étnica (ver Jo 8:44). Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 687.
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/eze/16/
Traduzido por JAD/JDS
Texto bíblico: Ezequiel 16
Comentário em áudio
Neste capítulo temos a mais longa alegoria de toda a Bíblia. A prostituição é a metáfora mais frequente nesta alegoria e, através dela, a infidelidade de Jerusalém ao Senhor é comparada à imoralidade de uma prostituta. A figura da prostituta, espiritualmente falando, é recorrentemente usada no Antigo Testamento para se referir à prática de Israel de seguir a outros deuses. Palavras como prostituição, promiscuidade, lascívia, depravação, imoralidade, são usadas muitas vezes neste capítulo para descrever a falta de fidelidade de Judá a Deus.
A história de Jerusalém, narrada como um conto figurativo de uma menina que nasce e cresce até a maturidade, é apresentada para expor os pecados de Israel. Esta menina não havia nascido em uma família carinhosa normal*; não havia recebido os cuidados que um recém nascido obtinha no antigo Oriente Médio (v. 3-5). Cortar o cordão umbilical, a lavagem com água, esfregar com sal, envolvimento com panos - eram práticas de parteiras palestinas que têm sido observadas entre os camponeses árabes modernos.
Depois de estabelecer a Sua aliança, o Senhor transformou Jerusalém de uma existência marginalizada a uma propriedade real (banhada, vestida, adornada, v. 9-11), apta a ser uma rainha (v. 13). A fama de Jerusalém se espalhou entre as nações, o que aponta para o esplêndido reinado de Israel na época de Salomão. Entretanto, confiou em sua formosura e se entregou à imoralidade espiritual (v. 15-59), a ponto de se tornar mais depravada que Sodoma e Samaria (v. 46-48).
Por incrível que pareça, apesar da longa história de maldade de Jerusalém, a alegoria deixa claro que Deus não a rejeitará para sempre (v. 60-63). Seu cativeiro vai acabar e Deus vai honrar sua antiga promessa de restabelecer a Sua aliança com ela, torná-la pura novamente, protegê-la e elevá-la. Israel será perdoado e declarado justo novamente.
A alegoria aponta também para o fato de que, além da restauração de Jerusalém, Deus um dia perdoará muitas outras pessoas de seus pecados, e que Ele acabará por estabelecer uma existência onde a justiça prevaleça e a rebelião contra Ele não mais existam.
É encorajador perceber que, se estamos em Cristo, já vivemos nessa "aliança eterna". Nosso futuro lar é a Nova Jerusalém, que vamos alegremente habitar em cumprimento desta promessa de fidelidade da parte de Deus. Lá não haverá nenhuma das abominações - arrogância, materialismo, idolatria - que causaram morte e desolação (espiritual e literal) nos dias de Ezequiel. Mas será novamente a morada de Deus com o Seu povo, um verdadeiro lar eterno para os santos.
Este final feliz para a alegoria, entretanto, não é a única parte que tem significado para nós. A história do pecado de Jerusalém é também um espelho do nosso próprio estado passado. Quando pecamos, estávamos nos voltando contra Deus, que ama e cuida de nós; nos fizemos indignos de Seu socorro.
Quando O ignoramos e até mesmo nos rebelamos abertamente contra Ele, imitando aqueles que admirávamos no mundo, não agimos melhor do que a prostituta Jerusalém. Fizemos assim porque não admiramos e imitamos o Filho de Deus.
No entanto, sempre houve uma esperança para nós, porque Deus ainda nos ama. Não importa quanto tenhamos nos degenerado, nunca estamos tão longe que não possamos ser resgatados, bastando responder pela fé ao chamado de Deus.
Pr Mohanraj Israel
Universidade Spicer, Índia
* “Os primitivos reis que governaram Jerusalém antes da ocupação israelita tinham nomes amorreus e heteus [v. 3]. Foram esses os antecedentes étnicos de Jerusalém. A linguagem de Ezequiel é uma afronta ao povo de Jerusalém que se gabava de ser descendente de Abraão, mas que agia como se descendesse dos antigos pagãos da terra que, mais tarde, veio a constituir Israel. A semelhança do caráter era mais importante do que a mera descendência étnica (ver Jo 8:44). Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 687.
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/eze/16/
Traduzido por JAD/JDS
Texto bíblico: Ezequiel 16
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terça-feira, 8 de julho de 2014
Ezequiel 11
Comentário devocional:
Existe uma tendência humana para nos compararmos - e as circunstâncias que nos cercam - com os outros. E quando fazemos isto, temos a tendência de nos vermos como melhores do que os outros. Somos tentados a pensar em termos de "nós" em oposição a "eles". E tendemos a nos colocar no topo, especialmente quando achamos que somos abençoados e outros não.
Os vinte e cinco líderes de Judá que Ezequiel viu avaliaram a sua situação em Jerusalém como muito melhor que a de seus compatriotas que estavam no exílio. Afinal, eles estavam na Cidade Santa, a cidade de Davi , e os exilados estavam longe, vivendo em cativeiro. Parecia, pelas aparências, que aqueles que tinham a liberdade de andar pelas ruas de Jerusalém tinham o favor de Deus ("nós somos a carne", a parte boa do sacrifício, v. 3) e os que estavam na Babilônia, não. Foram julgados por Deus e receberão a Sua ira.
Quando você está convencido de que está certo e Deus clareia o seu entendimento, mostrando que você está errado, isto pode ser um grande choque. Esta inversão da maneira de pensar aparentemente foi um choque para Ezequiel. Ele pede enfaticamente: "Ah! Soberano Senhor! Destruirás totalmente o remanescente de Israel?" (v. 13). Em outras palavras: “Se essas pessoas que estão em Jerusalém estão enfrentando julgamento, que se dirá de nós? Teremos alguma chance?"
A mensagem de Deus através de Ezequiel é preocupante. Aqueles que estavam em rebelião contra Ele ou que cultivavam uma religião apenas passiva receberiam o julgamento de Deus. A glória de Deus havia abandonado aqueles que professavam ser algo que não eram e sua situação parecia muito sombria.
Mas – e isso é muito importante - a glória de Deus não os havia deixado completamente. A sentença contra essas pessoas não significava o fim do povo de Deus. Um remanescente sempre existiu. Havia um remanescente dos fiéis de Deus (alguns em Babilônia e outros em Judá) e, em pouco tempo, eles iriam experimentar a restauração.
Note que quando a Shekinah, a glória da presença de Deus, fez o Seu caminho para fora do Templo e de Jerusalém, fez uma última parada (v. 22, 23) acima da montanha que fica a leste da cidade. Essa elevação, mais tarde conhecido como o Monte das Oliveiras, não é apenas o lugar onde Jesus se reuniria com seus discípulos para orar, mas é o lugar onde Jesus subiria ao Céu, depois de Sua ressurreição. É o lugar onde, quando Ele voltar com o seu povo depois do milênio, Seus pés irão tocar novamente a terra e o monte se dividirá em dois, abrindo um lugar para a Nova Jerusalém descer (Zc 14:4 e O Desejado de Todas as Nações, p. 829).
Assim como no tempo de Ezequiel, hoje também existem aqueles que presumem ter a salvação por uma religião formal ou professam uma coisa enquanto vivem outra. Mas existe ainda um remanescente. Para estes, a salvação só é recebida por ter a glória de Deus, a Sua presença, no templo de seu coração.
Jesus está ansioso para residir em seu coração e libertar você do pecado. Você vai convidá-lo a entrar? Se você o fez, isto é uma ótima notícia! Louvado seja o Senhor!
Pr. Eric Bates
EUA
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/eze/11/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Ezequiel 11
Comentário em áudio
Existe uma tendência humana para nos compararmos - e as circunstâncias que nos cercam - com os outros. E quando fazemos isto, temos a tendência de nos vermos como melhores do que os outros. Somos tentados a pensar em termos de "nós" em oposição a "eles". E tendemos a nos colocar no topo, especialmente quando achamos que somos abençoados e outros não.
Os vinte e cinco líderes de Judá que Ezequiel viu avaliaram a sua situação em Jerusalém como muito melhor que a de seus compatriotas que estavam no exílio. Afinal, eles estavam na Cidade Santa, a cidade de Davi , e os exilados estavam longe, vivendo em cativeiro. Parecia, pelas aparências, que aqueles que tinham a liberdade de andar pelas ruas de Jerusalém tinham o favor de Deus ("nós somos a carne", a parte boa do sacrifício, v. 3) e os que estavam na Babilônia, não. Foram julgados por Deus e receberão a Sua ira.
Quando você está convencido de que está certo e Deus clareia o seu entendimento, mostrando que você está errado, isto pode ser um grande choque. Esta inversão da maneira de pensar aparentemente foi um choque para Ezequiel. Ele pede enfaticamente: "Ah! Soberano Senhor! Destruirás totalmente o remanescente de Israel?" (v. 13). Em outras palavras: “Se essas pessoas que estão em Jerusalém estão enfrentando julgamento, que se dirá de nós? Teremos alguma chance?"
A mensagem de Deus através de Ezequiel é preocupante. Aqueles que estavam em rebelião contra Ele ou que cultivavam uma religião apenas passiva receberiam o julgamento de Deus. A glória de Deus havia abandonado aqueles que professavam ser algo que não eram e sua situação parecia muito sombria.
Mas – e isso é muito importante - a glória de Deus não os havia deixado completamente. A sentença contra essas pessoas não significava o fim do povo de Deus. Um remanescente sempre existiu. Havia um remanescente dos fiéis de Deus (alguns em Babilônia e outros em Judá) e, em pouco tempo, eles iriam experimentar a restauração.
Note que quando a Shekinah, a glória da presença de Deus, fez o Seu caminho para fora do Templo e de Jerusalém, fez uma última parada (v. 22, 23) acima da montanha que fica a leste da cidade. Essa elevação, mais tarde conhecido como o Monte das Oliveiras, não é apenas o lugar onde Jesus se reuniria com seus discípulos para orar, mas é o lugar onde Jesus subiria ao Céu, depois de Sua ressurreição. É o lugar onde, quando Ele voltar com o seu povo depois do milênio, Seus pés irão tocar novamente a terra e o monte se dividirá em dois, abrindo um lugar para a Nova Jerusalém descer (Zc 14:4 e O Desejado de Todas as Nações, p. 829).
Assim como no tempo de Ezequiel, hoje também existem aqueles que presumem ter a salvação por uma religião formal ou professam uma coisa enquanto vivem outra. Mas existe ainda um remanescente. Para estes, a salvação só é recebida por ter a glória de Deus, a Sua presença, no templo de seu coração.
Jesus está ansioso para residir em seu coração e libertar você do pecado. Você vai convidá-lo a entrar? Se você o fez, isto é uma ótima notícia! Louvado seja o Senhor!
Pr. Eric Bates
EUA
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/eze/11/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Ezequiel 11
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sexta-feira, 13 de junho de 2014
Jeremias 43
Comentário devocional:
Quando o profeta Jeremias acabou de apresentar as palavras de Deus, os capitães dos judeus lhe disseram: "Você está mentindo! O Senhor não lhe mandou dizer que não fôssemos residir no Egito. Mas é Baruque, filho de Nerias, que o está instigando contra nós para que sejamos entregues nas mãos dos babilônios, a fim de que nos matem ou nos levem para o exílio na Babilônia" (v. 2 NVI).
Joanã e outros capitães de campo não acreditaram nas palavras de Jeremias. Eles tinham que admitir que Jeremias havia predito corretamente a destruição de Jerusalém e do reino de Judá, mas era difícil para eles acreditarem numa invasão do exército babilônico ao Egito.
Na história do Antigo Oriente Próximo nenhum exército da Mesopotâmia jamais havia viajado mais de 1600 km a pé, através do Crescente Fértil, para atacar o Egito. Então Joanã e os outros capitães de campo, tomaram todas as pessoas que estavam com eles, incluindo Jeremias e seu secretário Baruque, e rumaram para Tafnes, a leste do Delta do Nilo, no Egito. Sua mudança para o Egito era um "memorial da estultícia [loucura] de deixar os conselhos de Jeová pela sabedoria humana" (Profetas e Reis 461).
Então, Deus ordenou a Jeremias que profetizasse contra o povo de Judá com uma ação simbólica de enterrar grandes pedras na calçada de tijolos quadrangulares em frente da casa real egípcia. As pedras escondidas em frente da casa real egípcia simbolizavam os capitães dos judeus e o povo de Judá que vieram buscar refúgio sob a proteção do rei egípcio.
Jeremias, então, transmitiu ao povo o que o Senhor lhe dissera a respeito da destruição que o rei Nabucodonosor da Babilônia faria contra eles e os egípcios. Nabucodonosor iria ferir a terra do Egito, matar uma parte deles e levar algum deles para o cativeiro na Babilônia. Ele também iria quebrar as imagens dos ídolos no Egito.
“Um texto fragmentário que agora pertence ao Museu Britânico de Londres declara que Nabucodonosor levou a efeito uma expedição punitiva ao Egito no seu 37º ano (568-567 a.C.), durante o reinado do Faraó Amásis (v. Ez 29.17-20).” Comentários da Bíblia NVI Vida [nt].
O que podemos aprender com este capítulo? Desde o momento em que Deus fez um pacto com o povo de Israel, Ele sempre foi fiel ao Seu povo tentando resgatar a Si os infiéis, não desistindo facilmente deles. Ele sempre tentou manter o relacionamento com eles. Somos gratos porque Ele ainda manifesta este comportamento conosco, hoje.
Yoshitaka Kobayashi
Japão
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jer/43/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Jeremias 43
Quando o profeta Jeremias acabou de apresentar as palavras de Deus, os capitães dos judeus lhe disseram: "Você está mentindo! O Senhor não lhe mandou dizer que não fôssemos residir no Egito. Mas é Baruque, filho de Nerias, que o está instigando contra nós para que sejamos entregues nas mãos dos babilônios, a fim de que nos matem ou nos levem para o exílio na Babilônia" (v. 2 NVI).
Joanã e outros capitães de campo não acreditaram nas palavras de Jeremias. Eles tinham que admitir que Jeremias havia predito corretamente a destruição de Jerusalém e do reino de Judá, mas era difícil para eles acreditarem numa invasão do exército babilônico ao Egito.
Na história do Antigo Oriente Próximo nenhum exército da Mesopotâmia jamais havia viajado mais de 1600 km a pé, através do Crescente Fértil, para atacar o Egito. Então Joanã e os outros capitães de campo, tomaram todas as pessoas que estavam com eles, incluindo Jeremias e seu secretário Baruque, e rumaram para Tafnes, a leste do Delta do Nilo, no Egito. Sua mudança para o Egito era um "memorial da estultícia [loucura] de deixar os conselhos de Jeová pela sabedoria humana" (Profetas e Reis 461).
Então, Deus ordenou a Jeremias que profetizasse contra o povo de Judá com uma ação simbólica de enterrar grandes pedras na calçada de tijolos quadrangulares em frente da casa real egípcia. As pedras escondidas em frente da casa real egípcia simbolizavam os capitães dos judeus e o povo de Judá que vieram buscar refúgio sob a proteção do rei egípcio.
Jeremias, então, transmitiu ao povo o que o Senhor lhe dissera a respeito da destruição que o rei Nabucodonosor da Babilônia faria contra eles e os egípcios. Nabucodonosor iria ferir a terra do Egito, matar uma parte deles e levar algum deles para o cativeiro na Babilônia. Ele também iria quebrar as imagens dos ídolos no Egito.
“Um texto fragmentário que agora pertence ao Museu Britânico de Londres declara que Nabucodonosor levou a efeito uma expedição punitiva ao Egito no seu 37º ano (568-567 a.C.), durante o reinado do Faraó Amásis (v. Ez 29.17-20).” Comentários da Bíblia NVI Vida [nt].
O que podemos aprender com este capítulo? Desde o momento em que Deus fez um pacto com o povo de Israel, Ele sempre foi fiel ao Seu povo tentando resgatar a Si os infiéis, não desistindo facilmente deles. Ele sempre tentou manter o relacionamento com eles. Somos gratos porque Ele ainda manifesta este comportamento conosco, hoje.
Yoshitaka Kobayashi
Japão
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jer/43/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Jeremias 43
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domingo, 1 de junho de 2014
Jeremias 31
Comentário devocional:
Este capítulo se baseia no mesmo tema discutido no capítulo anterior: a restauração de uma terra que foi devastada pela guerra e saqueada pelas nações invasoras (v. 4,11,18). Além disso, Deus reintroduz o tema da aliança.
O texto nos permite imaginar a longa caminhada dos cativos passando por Ramá, no caminho para a Babilônia, chorando pelo exílio e pelos que morreram (v. 15). Mas deixa claro a promessa de prosperidade futura, e ela é tão certa que o Senhor diz: "quando Eu os trouxer de volta do cativeiro" (v. 23 NVI).
A restauração não é uma probabilidade, é certa. Está agendada no cronograma de Deus. Quando Jesus dá os sinais de Seu retorno em Mateus 24, Ele usa como ilustrações as indicações da natureza para a chegada do verão. A segunda vinda de Cristo é tão certa quanto a chegada de uma estação no seu tempo determinado.
O povo a quem Deus dirige estas mensagens está em um estado de crise. Eles haviam quebrado os termos da aliança que Deus estabelecera e Ele, então, permitiu que os babilônios invadissem suas terras. Agora Deus quer restaurá-los e trazê-los de volta para casa.
Ele também quer renovar a aliança quebrada. Pela primeira vez em todo o Antigo Testamento Deus promete claramente: "‘Estão chegando os dias’, declara o Senhor, ‘quando farei uma nova aliança com a comunidade de Israel e com a comunidade de Judá. Não será como a aliança que fiz com os seus antepassados quando os tomei pela mão para tirá-los do Egito; porque quebraram a minha aliança, apesar de eu ser o Senhor deles’, diz o Senhor. ‘Esta é a aliança que farei com a comunidade de Israel depois daqueles dias’, declara o Senhor: ‘Porei a minha lei no íntimo deles e a escreverei nos seus corações. Serei o Deus deles, e eles serão o meu povo.’"(v. 31-33 NVI).
Deus não está aqui removendo a lei ou se afastando dela - Ele promete que vai ajudar Israel a interiorizar a lei, de tal forma que ela faça parte de todos os aspectos de sua vida. Deus também promete: "“Porque eu lhes perdoarei a maldade e não me lembrarei mais dos seus pecados." (v. 34 NVI). Este ato de perdão é outra indicação de que o foco de Deus aqui não é alterar a lei, mas transformar o Seu povo. Ele os perdoa e os capacita, implantando Sua lei em seus corações.
A restauração da terra, a punição dos inimigos, o retorno das pessoas à sua terra, tudo isso não tem sentido se não houver uma relação de aliança. A reforma externa não tem sentido se não houver uma correspondente transformação de caráter e restauração do relacionamento com Deus.
"Querido Deus, transforme minha vida e coloque a Sua Lei em meu coração. Amém".
Michael Sekupa
Heidelberg College , África do Sul
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jer/31/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Jeremias 31
Este capítulo se baseia no mesmo tema discutido no capítulo anterior: a restauração de uma terra que foi devastada pela guerra e saqueada pelas nações invasoras (v. 4,11,18). Além disso, Deus reintroduz o tema da aliança.
O texto nos permite imaginar a longa caminhada dos cativos passando por Ramá, no caminho para a Babilônia, chorando pelo exílio e pelos que morreram (v. 15). Mas deixa claro a promessa de prosperidade futura, e ela é tão certa que o Senhor diz: "quando Eu os trouxer de volta do cativeiro" (v. 23 NVI).
A restauração não é uma probabilidade, é certa. Está agendada no cronograma de Deus. Quando Jesus dá os sinais de Seu retorno em Mateus 24, Ele usa como ilustrações as indicações da natureza para a chegada do verão. A segunda vinda de Cristo é tão certa quanto a chegada de uma estação no seu tempo determinado.
O povo a quem Deus dirige estas mensagens está em um estado de crise. Eles haviam quebrado os termos da aliança que Deus estabelecera e Ele, então, permitiu que os babilônios invadissem suas terras. Agora Deus quer restaurá-los e trazê-los de volta para casa.
Ele também quer renovar a aliança quebrada. Pela primeira vez em todo o Antigo Testamento Deus promete claramente: "‘Estão chegando os dias’, declara o Senhor, ‘quando farei uma nova aliança com a comunidade de Israel e com a comunidade de Judá. Não será como a aliança que fiz com os seus antepassados quando os tomei pela mão para tirá-los do Egito; porque quebraram a minha aliança, apesar de eu ser o Senhor deles’, diz o Senhor. ‘Esta é a aliança que farei com a comunidade de Israel depois daqueles dias’, declara o Senhor: ‘Porei a minha lei no íntimo deles e a escreverei nos seus corações. Serei o Deus deles, e eles serão o meu povo.’"(v. 31-33 NVI).
Deus não está aqui removendo a lei ou se afastando dela - Ele promete que vai ajudar Israel a interiorizar a lei, de tal forma que ela faça parte de todos os aspectos de sua vida. Deus também promete: "“Porque eu lhes perdoarei a maldade e não me lembrarei mais dos seus pecados." (v. 34 NVI). Este ato de perdão é outra indicação de que o foco de Deus aqui não é alterar a lei, mas transformar o Seu povo. Ele os perdoa e os capacita, implantando Sua lei em seus corações.
A restauração da terra, a punição dos inimigos, o retorno das pessoas à sua terra, tudo isso não tem sentido se não houver uma relação de aliança. A reforma externa não tem sentido se não houver uma correspondente transformação de caráter e restauração do relacionamento com Deus.
"Querido Deus, transforme minha vida e coloque a Sua Lei em meu coração. Amém".
Michael Sekupa
Heidelberg College , África do Sul
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jer/31/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Jeremias 31
sábado, 31 de maio de 2014
Jeremias 30
Comentário devocional:
O profeta Jeremias volta a receber a Palavra do Senhor. O profeta é instruído a escrever "num livro todas as palavras" que o Senhor tinha falado com ele (v. 2 ARA). É interessante notar que em boa parte da seção do capítulo 30 ao 33, ele usa uma estrutura poética como expressão de alegria, porque esta é uma seção de esperança.
No início do capítulo Jeremias anuncia a restauração de Judá. As pessoas estão em estado de pânico. Isto é descrito pelo uso de uma metáfora de uma mulher em trabalho de parto (v. 5-6). Deus tranquiliza o povo mostrando que Ele está por trás e no controle da punição ao Seu povo e revela que toda a crueldade e idolatria dos captores retornaria para eles como uma expressão da justiça de Deus: "Mas todos os que a devoram serão devorados; todos os seus adversários irão para o exílio. Aqueles que a saqueiam serão saqueados; eu despojarei todos os que a despojam"(v. 16 NVI).
Alguém poderia perguntar: Por que Deus permitiu que nações ímpias explorassem Seu povo? Por que Deus permite que o mal seja praticado e os ímpios prosperem? Ao dar esperança ao seu povo, Deus lhes dá a garantia de que a justiça será feita. A nação que traz o julgamento de Deus ao Seu povo também será submetida ao mesmo julgamento.
Estas promessas de restauração do povo de Deus e de julgamento dos inimigos de Deus trazem também à tona o tema da aliança: "vocês serão o meu povo, e eu serei o seu Deus " (v. 22 NVI), tema este que é discutido mais detalhadamente em Jeremias 31.Esta restauração que Deus promete não é apenas material, política ou nacional. É também uma restauração da relação da aliança entre Deus e Seu povo.
Ao desenvolvermos ações de incentivo a uma vida saudável buscamos restaurar a saúde física das pessoas; ao alimentar os pobres cuidamos de suas necessidades materiais; na busca de justiça em um ambiente politicamente injusto estamos defendendo os ideais da Palavra de Deus. Todos esses esforços são bons e elogiáveis, mas são de menor valor se não abordarmos o cerne do problema, que é o relacionamento quebrado com o Criador. Este aspecto espiritual deve ser o centro e objetivo de todas as atividades da igreja e de seus membros individualmente.
"Querido Senhor, por favor, ajuda-me a lembrar em tudo que eu fizer, de que o foco principal da existência deve ser o meu relacionamento conTigo. Amém".
Michael Sokupa
Heidelberg College , South Africa
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jer/30/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Jeremias 30
O profeta Jeremias volta a receber a Palavra do Senhor. O profeta é instruído a escrever "num livro todas as palavras" que o Senhor tinha falado com ele (v. 2 ARA). É interessante notar que em boa parte da seção do capítulo 30 ao 33, ele usa uma estrutura poética como expressão de alegria, porque esta é uma seção de esperança.
No início do capítulo Jeremias anuncia a restauração de Judá. As pessoas estão em estado de pânico. Isto é descrito pelo uso de uma metáfora de uma mulher em trabalho de parto (v. 5-6). Deus tranquiliza o povo mostrando que Ele está por trás e no controle da punição ao Seu povo e revela que toda a crueldade e idolatria dos captores retornaria para eles como uma expressão da justiça de Deus: "Mas todos os que a devoram serão devorados; todos os seus adversários irão para o exílio. Aqueles que a saqueiam serão saqueados; eu despojarei todos os que a despojam"(v. 16 NVI).
Alguém poderia perguntar: Por que Deus permitiu que nações ímpias explorassem Seu povo? Por que Deus permite que o mal seja praticado e os ímpios prosperem? Ao dar esperança ao seu povo, Deus lhes dá a garantia de que a justiça será feita. A nação que traz o julgamento de Deus ao Seu povo também será submetida ao mesmo julgamento.
Estas promessas de restauração do povo de Deus e de julgamento dos inimigos de Deus trazem também à tona o tema da aliança: "vocês serão o meu povo, e eu serei o seu Deus " (v. 22 NVI), tema este que é discutido mais detalhadamente em Jeremias 31.Esta restauração que Deus promete não é apenas material, política ou nacional. É também uma restauração da relação da aliança entre Deus e Seu povo.
Ao desenvolvermos ações de incentivo a uma vida saudável buscamos restaurar a saúde física das pessoas; ao alimentar os pobres cuidamos de suas necessidades materiais; na busca de justiça em um ambiente politicamente injusto estamos defendendo os ideais da Palavra de Deus. Todos esses esforços são bons e elogiáveis, mas são de menor valor se não abordarmos o cerne do problema, que é o relacionamento quebrado com o Criador. Este aspecto espiritual deve ser o centro e objetivo de todas as atividades da igreja e de seus membros individualmente.
"Querido Senhor, por favor, ajuda-me a lembrar em tudo que eu fizer, de que o foco principal da existência deve ser o meu relacionamento conTigo. Amém".
Michael Sokupa
Heidelberg College , South Africa
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jer/30/
Traduzido por JAQ/JDS
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segunda-feira, 12 de maio de 2014
Jeremias 11
Comentário devocional:
Todos nós temos entes queridos por quem intercedemos perante Deus em oração. Durante anos eu orei todos os dias pela salvação de alguns familiares e amigos muito queridos. Eu queria mais do que qualquer coisa que eles aceitassem a Jesus para que um dia vivêssemos juntos na Nova Terra. Algumas dessas pessoas realmente aceitaram Jesus e cresceram em seu relacionamento com Ele; outras, porém, pareceram se manter em seu caminho terreno.
Depois de algum tempo comecei a ter dúvidas se deveria continuar a orar por eles. Comecei a me questionar, como você também pode ter feito, se existem algumas orações às quais Deus não pode responder.
É interessante notar que Deus falou explicitamente a Jeremias no capítulo 11 para não perder tempo orando pelos israelitas. Deus disse: "E você, Jeremias, não ore em favor deste povo nem ofereça súplica ou petição alguma por eles, porque eu não ouvirei quando clamarem a mim na hora da desgraça" (v. 14 NVI).
Por que Deus diria uma coisa dessas? Podemos encontrar a resposta de Deus alguns versículos antes: "eles não ouviram, nem me deram atenção; ao contrário, seguiram os seus corações duros e maus" (v. 8 NVI) e "Tornaram às iniquidades de seus primeiros pais, que recusaram ouvir as minhas palavras; andaram eles após outros deuses para os servir; a casa de Israel e a casa de Judá violaram a Minha aliança, que Eu fizera com seus pais." (v. 10 ARA).
O povo escolhido por Deus, que tinha todo o conhecimento de Sua lei e vontade, insistiu em Lhe desobedecer e a seguir seus maus desejos. Deus não poderia forçá-los a segui-Lo e, desta forma, não podia fazer o que desejava fazer por eles. Então Ele disse a Jeremias para não mais orar pelo povo.
Mas Deus ainda não tinha desistido dos israelitas – assim como Ele ainda não desistiu também de nossos entes queridos. Deus disse a Jeremias para dizer aos israelitas: "Obedeçam-Me e façam tudo que lhes ordeno, e vocês serão o Meu povo, e eu serei o seu Deus" (v. 4 NVI).
Oração: "Querido Deus, eu apresento hoje a Ti minha querida família e meus amigos. Alguns deles podem não ter nenhum interesse em Ti, e outros podem supor equivocadamente que estão em uma relação salvadora conTigo mas não estão. Por favor, ouça minha oração a favor da salvação deles. Mostre-me, como mostrastes a Jeremias, o papel que eu posso desempenhar na salvação deles. Amém".
Andrew McChesney
Jornalista na Rússia.
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jer/11/
Traduzido por JDS/JAQ/GASQ
Texto bíblico: Jeremias 11
Todos nós temos entes queridos por quem intercedemos perante Deus em oração. Durante anos eu orei todos os dias pela salvação de alguns familiares e amigos muito queridos. Eu queria mais do que qualquer coisa que eles aceitassem a Jesus para que um dia vivêssemos juntos na Nova Terra. Algumas dessas pessoas realmente aceitaram Jesus e cresceram em seu relacionamento com Ele; outras, porém, pareceram se manter em seu caminho terreno.
Depois de algum tempo comecei a ter dúvidas se deveria continuar a orar por eles. Comecei a me questionar, como você também pode ter feito, se existem algumas orações às quais Deus não pode responder.
É interessante notar que Deus falou explicitamente a Jeremias no capítulo 11 para não perder tempo orando pelos israelitas. Deus disse: "E você, Jeremias, não ore em favor deste povo nem ofereça súplica ou petição alguma por eles, porque eu não ouvirei quando clamarem a mim na hora da desgraça" (v. 14 NVI).
Por que Deus diria uma coisa dessas? Podemos encontrar a resposta de Deus alguns versículos antes: "eles não ouviram, nem me deram atenção; ao contrário, seguiram os seus corações duros e maus" (v. 8 NVI) e "Tornaram às iniquidades de seus primeiros pais, que recusaram ouvir as minhas palavras; andaram eles após outros deuses para os servir; a casa de Israel e a casa de Judá violaram a Minha aliança, que Eu fizera com seus pais." (v. 10 ARA).
O povo escolhido por Deus, que tinha todo o conhecimento de Sua lei e vontade, insistiu em Lhe desobedecer e a seguir seus maus desejos. Deus não poderia forçá-los a segui-Lo e, desta forma, não podia fazer o que desejava fazer por eles. Então Ele disse a Jeremias para não mais orar pelo povo.
Mas Deus ainda não tinha desistido dos israelitas – assim como Ele ainda não desistiu também de nossos entes queridos. Deus disse a Jeremias para dizer aos israelitas: "Obedeçam-Me e façam tudo que lhes ordeno, e vocês serão o Meu povo, e eu serei o seu Deus" (v. 4 NVI).
Oração: "Querido Deus, eu apresento hoje a Ti minha querida família e meus amigos. Alguns deles podem não ter nenhum interesse em Ti, e outros podem supor equivocadamente que estão em uma relação salvadora conTigo mas não estão. Por favor, ouça minha oração a favor da salvação deles. Mostre-me, como mostrastes a Jeremias, o papel que eu posso desempenhar na salvação deles. Amém".
Andrew McChesney
Jornalista na Rússia.
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jer/11/
Traduzido por JDS/JAQ/GASQ
Texto bíblico: Jeremias 11
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resposta à oração
quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014
Isaías 2
Comentário devocional:
Sheila: É interessante como as palavras de Isaías 2:2-4 são quase idênticas às de Miquéias 4:1-4. Mas fiquei surpresa ao descobrir que algumas pessoas interpretam estes versos afirmando que os Judeus irão voltar para a terra de Israel e retornarão ao seu antigo papel de serem o "povo escolhido" de Deus .
Lloyd: Se Judá não tivesse quebrado sua aliança com Deus, eles teriam sido procurados por muitas pessoas desejosas de conhecer os "caminhos" de Deus e dispostas a andar em "Suas veredas" (v. 3). Deus queria que o povo estivesse preparado para o primeiro advento de Cristo, de modo que o aceitassem alegremente como o Messias em vez de O crucificarem.
Isaías lista a seguir algumas das maneiras pelas quais o povo de Judá havia quebrado o concerto: o espiritualismo (v. 6), a incessante busca por riquezas terrenas (v. 7), a idolatria (v. 8) e o orgulho (v. 11). Através dessas práticas eles trouxeram sobre si mesmos os juízos do Senhor (vs. 12-18). Então Isaías fala do dia em que as pessoas ímpias "fugirão para as cavernas das rochas e os buracos da terra" a fim de se esconderem "do terror que vem do Senhor e do esplendor da Sua majestade" (v. 19, NVI). Palavras semelhantes a estas são encontradas em Apocalipse 6:15-17, numa referência clara à segunda vinda de Cristo.
Sheila: Isso significa que a promessa condicional dos versículos 2-4 nunca foi cumprida para o Israel literal, mas será cumprida para o Israel espiritual quando Jesus voltar. Em vez de nos escondermos cheios de culpa e medo (vs. 19-21), teremos o privilégio de abraçar os nossos entes queridos que serão ressuscitados da morte. Então, sorrindo em meio a lágrimas de alegria, nos uniremos aos remidos ao dizer: "Este é o nosso Deus; nós confiamos nEle e Ele nos salvou" (Isaías 25:9. NVI).
Lloyd: Sim, por isso é importante estarmos preparados para a segunda vinda de Cristo. Precisamos olhar menos para nós e muito para Jesus. Que o nosso foco não esteja num reino terrestre, mas, sim, no celestial (Filipenses 3:14).
Meu Deus, à medida que nos tornamos cada vez mais familiarizados com Sua Palavra, ensina-nos mais acerca do incomparável amor de Jesus. Use-nos no Teu serviço e prepara-nos para a Sua vinda. Amém.
Pr Lloyd and Sheila Schomburg
EUA
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/2/
Traduz\ido por JDS/JAQ
Texto bíblico: Isaías 2
segunda-feira, 4 de novembro de 2013
Salmo 89
Salmo 89 - Comentário devocional:
[NT: Para melhor proveito do estudo do Salmo 89, observe que ele é dividido em quatro partes bem distintas: 1) Exaltação a Deus (v. 1-18); 2) A escolha de Davi/o Messias (v. 19-37); 3) A rejeição pela rebeldia (v. 38-45); e 4) A oração final pela misericórdia divina (v. 46-51). O verso 52 é a oração de fecho do Livro III dos Salmos.]
Etã, o ezraíta, lembra, durante os setenta anos de cativeiro na Babilônia, da maravilhosa aliança de Deus com Davi .
O Todo-Poderoso havia prometido: “Estabelecerei a tua linhagem para sempre e firmarei o teu trono por todas as gerações (v. 4 NVI).
Etã é eloquente ao descrever a fidelidade de Deus, Sua majestade e poder na terra, no céu e no mar (v.1-14).
Por meio de seus profetas, Samuel (1Sm 16:12) e Natã (2Sm 7:4-16), Deus anunciou a escolha de Davi como o governante de Seu povo (v. 19). Mas sua descrição de Davi (v. 19-37) é tão exaltada que transcende o que qualquer ser humano poderia cumprir:
“Também o nomearei Meu primogênito,
o mais exaltado dos reis da terra.
Manterei o Meu amor por ele para sempre,
e a minha aliança com ele jamais se quebrará.
Firmarei a Sua linhagem para sempre,
e o Seu trono durará enquanto existirem céus” (v. 27-29 NVI).
“...a Sua linhagem permanecerá para sempre,
e o Seu trono durará como o Sol;
será estabelecido para sempre como a lua,
a fiel testemunha no céu” (v. 36-37 NVI) .
Quando Etã escreveu isso, o sol e a lua ainda brilhavam no céu [e ainda brilham!...] , mas o trono de Davi estava vazio e seus filhos haviam sido mortos em batalha (2 Cr. 36). Jerusalém estava em ruínas e os habitantes eram cativos na Babilônia pagã.
Depois de exaltar a promessa de Deus (v. 19-37), Etã é ousado em reclamar:
“Mas Tu o rejeitaste, recusaste-o e te enfureceste com o Teu ungido. Revogaste a aliança com o Teu servo e desonraste a sua coroa, lançando-a ao chão” (v. 38, 39 NVI. Ver tb v. 40-45).
Deus havia prometido a Davi não ficar oprimido pelos inimigos (v. 22), mas esta promessa aparentemente havia sido cancelada:
“...não o apoiaste na batalha,
Deste fim ao seu esplendor
e atiraste ao chão o seu trono” (vs. 43,44 NVI).
O que havia acontecido com as promessas de Deus? Deus não era mais fiel? Ele não cuidava mais de Davi? Ele não amava mais o Seu povo? Isso era o que angustiava o salmista.
Porém,então, o salmista se lembrou de que Deus mesmo havia previsto essa possibilidade e havia prometido ser fiel a Seu povo mesmo que este fosse infiel ao concerto:
“Se os seus filhos abandonarem a Minha lei...” (v. 30)
“...e deixarem de obedecer aos meus mandamentos ...” (v.31)
“...não afastarei dele o meu amor, jamais desistirei da minha fidelidade.” (v. 33).
“...não mentirei a Davi, que a sua linhagem permanecerá para sempre” (v. 35,36).
Como Deus poderia prometer a eternidade para Davi e o seu trono? Uma possível resposta permanece: Deus estava falando de um Davi maior, o Messias, o nosso Senhor Jesus Cristo, que um dia reinará para sempre e sempre:
“O reino do mundo se tornou de nosso Senhor e do Seu Cristo, e Ele reinará para todo o sempre! (Apoc. 11:15 NVI).
Não só Ele reinará , mas o seu povo reinará com ele:
“Aqueles que forem sábios, pois,
resplandecerão como o fulgor do firmamento;
e os que a muitos conduzirem à justiça,
como as estrelas, sempre e eternamente.” Dan 12:3.
Senhor Jesus, obrigado por nos assegurar de que irás vencer a batalha contra as forças do mal, e que um dia reinaremos conTigo. Que esse grande dia chegue logo!
Beatrice Neall
Union College, USA
Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/Psa/89
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Salmo 89
[NT: Para melhor proveito do estudo do Salmo 89, observe que ele é dividido em quatro partes bem distintas: 1) Exaltação a Deus (v. 1-18); 2) A escolha de Davi/o Messias (v. 19-37); 3) A rejeição pela rebeldia (v. 38-45); e 4) A oração final pela misericórdia divina (v. 46-51). O verso 52 é a oração de fecho do Livro III dos Salmos.]
Etã, o ezraíta, lembra, durante os setenta anos de cativeiro na Babilônia, da maravilhosa aliança de Deus com Davi .
O Todo-Poderoso havia prometido: “Estabelecerei a tua linhagem para sempre e firmarei o teu trono por todas as gerações (v. 4 NVI).
Etã é eloquente ao descrever a fidelidade de Deus, Sua majestade e poder na terra, no céu e no mar (v.1-14).
Por meio de seus profetas, Samuel (1Sm 16:12) e Natã (2Sm 7:4-16), Deus anunciou a escolha de Davi como o governante de Seu povo (v. 19). Mas sua descrição de Davi (v. 19-37) é tão exaltada que transcende o que qualquer ser humano poderia cumprir:
“Também o nomearei Meu primogênito,
o mais exaltado dos reis da terra.
Manterei o Meu amor por ele para sempre,
e a minha aliança com ele jamais se quebrará.
Firmarei a Sua linhagem para sempre,
e o Seu trono durará enquanto existirem céus” (v. 27-29 NVI).
“...a Sua linhagem permanecerá para sempre,
e o Seu trono durará como o Sol;
será estabelecido para sempre como a lua,
a fiel testemunha no céu” (v. 36-37 NVI) .
Quando Etã escreveu isso, o sol e a lua ainda brilhavam no céu [e ainda brilham!...] , mas o trono de Davi estava vazio e seus filhos haviam sido mortos em batalha (2 Cr. 36). Jerusalém estava em ruínas e os habitantes eram cativos na Babilônia pagã.
Depois de exaltar a promessa de Deus (v. 19-37), Etã é ousado em reclamar:
“Mas Tu o rejeitaste, recusaste-o e te enfureceste com o Teu ungido. Revogaste a aliança com o Teu servo e desonraste a sua coroa, lançando-a ao chão” (v. 38, 39 NVI. Ver tb v. 40-45).
Deus havia prometido a Davi não ficar oprimido pelos inimigos (v. 22), mas esta promessa aparentemente havia sido cancelada:
“...não o apoiaste na batalha,
Deste fim ao seu esplendor
e atiraste ao chão o seu trono” (vs. 43,44 NVI).
O que havia acontecido com as promessas de Deus? Deus não era mais fiel? Ele não cuidava mais de Davi? Ele não amava mais o Seu povo? Isso era o que angustiava o salmista.
Porém,então, o salmista se lembrou de que Deus mesmo havia previsto essa possibilidade e havia prometido ser fiel a Seu povo mesmo que este fosse infiel ao concerto:
“Se os seus filhos abandonarem a Minha lei...” (v. 30)
“...e deixarem de obedecer aos meus mandamentos ...” (v.31)
“...não afastarei dele o meu amor, jamais desistirei da minha fidelidade.” (v. 33).
“...não mentirei a Davi, que a sua linhagem permanecerá para sempre” (v. 35,36).
Como Deus poderia prometer a eternidade para Davi e o seu trono? Uma possível resposta permanece: Deus estava falando de um Davi maior, o Messias, o nosso Senhor Jesus Cristo, que um dia reinará para sempre e sempre:
“O reino do mundo se tornou de nosso Senhor e do Seu Cristo, e Ele reinará para todo o sempre! (Apoc. 11:15 NVI).
Não só Ele reinará , mas o seu povo reinará com ele:
“Aqueles que forem sábios, pois,
resplandecerão como o fulgor do firmamento;
e os que a muitos conduzirem à justiça,
como as estrelas, sempre e eternamente.” Dan 12:3.
Senhor Jesus, obrigado por nos assegurar de que irás vencer a batalha contra as forças do mal, e que um dia reinaremos conTigo. Que esse grande dia chegue logo!
Beatrice Neall
Union College, USA
Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/Psa/89
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Salmo 89
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